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Tribunal de Contas suspende licitação para compra de alimentos em Iúna

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A 1ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou, nesta quarta-feira (14), a suspensão da licitação para a compra de alimentos pela Prefeitura de Iúna, na região do Caparaó. A medida atende ao pedido do Ministério Público Especial de Contas (MPC), que apontou o direcionamento no pregão para o registro de preços de gêneros alimentícios, cestas básicas e produtos descartáveis para eventos. A prefeitura terá o prazo de cinco dias para fornecer informações sobre a concorrência, suspensa até ulterior decisão do tribunal. De acordo com informações do TCE, o relator do caso, conselheiro substituto Marco Antônio da Silva, considerou que a exigência de apresentação prévia de amostras de produtos por parte dos licitantes “é medida que afronta os ditames das normas constitucionais e infraconstitucionais, que visam lisura nos procedimentos licitatórios”. Na representação (TC 2266/2014), o procurador de Contas, Luciano Vieira, afirma que o edital da licitação está eivado de ilegalidades. Segundo ele, a restrição à participação de mais concorrentes poderá resultar em uma contratação onerosa à administração. Para o órgão ministerial sustenta que a obrigatoriedade permite o prévio conhecimento dos concorrentes, além de impedir a participação de fornecedores de regiões distantes do município. Com a medida cautelar, o prefeito de Iúna, Rogério Cruz Silva (PDT), deve suspender a homologação do Pregão Eletrônico nº 024/2014. No caso do ato já ter sido realizado, ele fica impedido de executar o contrato até posterior decisão do TCE. Também foi determinada a notificação da secretária municipal de Gestão, Jennifer Martins Bonfante, e da pregoeira da prefeitura, Maria Rosilélia Alves Carvalho, para que forneçam a cópia do processo administrativo relativo ao certame no prazo de até cinco dias.

14/05/2014 / 0 Comments
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Senado adia votação de projeto que recria gratificações para juízes e membros do MP

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado adiou a votação da proposta de emenda constitucional (PEC 63/2013), que recria a gratificação por tempo de serviço para membros da magistratura e do Ministério Público. Na sessão desta quarta-feira (14), a comissão abriu prazo para vista coletiva do texto de autoria do senador Gim Argello (PTB-DF). O relator da PEC na comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), se manifestou pela aprovação da proposta original, sem a emenda que garantia o mesmo benefício para defensores e advogados públicos. O projeto também havia recebido outra emenda, do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que estendia a gratificação para todo o funcionalismo público. No entanto, o pesolista pediu a retirada da sua emenda durante a discussão do texto. Com isso, os senadores caminham para ceder ao lobby das entidades de classe do Judiciário e do MP, que pedem celeridade na votação da proposta, cujos efeitos financeiros sequer foram estimados. A PEC 63/2013 garante aos magistrados e membros do Ministério Público o direito a 5% de aumento a cada cinco anos, até o limite de 35%. Esse benefício foi extinto após a reforma administrativa por meio da Emenda Constitucional 19, aprovada no ano de 1998. Caso a proposta seja aprovada, o benefício também será estendido aos aposentados e pensionistas. O texto prevê ainda que a vantagem não será contada para efeitos do cálculo do teto remuneratório do funcionalismo. Desta forma, os membros da Justiça poderão receber acima do limite previsto, que é de 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em torno de R$ 28 mil mensais. Outro ponto é que a gratificação terá efeito retroativo, criando um novo penduricalho aos altos salários pagos para os membros da Justiça. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, a proposta conta com o lobby das entidades de classe, que pressionam pela aprovação do texto no Congresso Nacional. A publicação cita que as principais associações representativas da magistratura – a Ajufe (juízes federais), a AMB (magistrados brasileiros), Anamages (magistrados estaduais) e a Anamatra (magistrados do Trabalho) estão, desde 2012, pedindo ao Senado para aprovar a gratificação. Entre os membros da CCJ, apenas o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi contra a aprovação da matéria. Para ele, “é inconcebível que proposta de emenda à Constituição objetive conferir tratamento remuneratório diferenciado a juízes e membros do Ministério Público”. No texto, o senador petista afirma que a necessidade de valorização do tempo de serviço é comum a todas as espécies de agentes públicos “Por que, então, essa razão de discrímen é válida apenas para magistrados e membros do Ministério Público? Por que somente esses agentes devem ter valorizadas suas experiências profissionais pretéritas para fins de remuneração?”, ponderou Suplicy.

14/05/2014 / 0 Comments
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Ministério do Trabalho e Emprego divulga balanço do trabalho escravo em 2013

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou, nessa terça-feira (13), o balanço do trabalho escravo em 2013. Neste ano, o MTE realizou um recorde em ações fiscais e resgatou 2.063 trabalhadores em situação análoga à de escravo, num total de 179 operações realizadas em todo País.   No Estado, a única ação realizada pelo ministério resultou na libertação de 13 trabalhadores explorados na fazenda Córrego dos Cavalos, na plantação de coco e extração de palmito, em São Mateus, no norte do Estado. O proprietário rural flagrado explorando mão de obra análoga à escrava, Pedro Elias de Martins, foi incluído no cadastro de empregadores criado pelo MTE, conhecido como Lista Suja do trabalho escravo.   Além dele também fazem parte da lista a Fazenda Nova Fronteira, em São Mateus; o Complexo Agroindustrial Pindobas Ltda, em Conceição do Castelo, sul do Estado de propriedade do deputado federal Camilo Cola (PMDB); Infinity Itaúnas Agrícolas S/A (Infisa), em Conceição da Barra, no norte; a Fazenda Jurema, em Linhares, também no norte do Estado; Fazenda; e a Fazenda Jerusalém, em Alegre, no sul do Estado.   No País, autuações do Ministério do Trabalho resultaram em mais de R$ 8 milhões pagos a título de verbas rescisórias e foram lavrados 4.327 autos de infração em face das irregularidades encontradas.   Nesta semana, a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a Lista Suja.    O cadastro oficial serve de base para as empresas signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que se comprometem a não travar relações comerciais com empregadores flagrados com escravos, e também para bancos públicos, que usam a tabela como referência para concessão de créditos.    Com informações do Repórter Brasil

14/05/2014 / 0 Comments
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Estado vai ter referencial de preços para terceirização de alimentação em presídios

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A Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos (Seger), em parceria com a Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont) e a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) instituiu uma comissão para elaboração de preços referenciais para a contratação de serviços terceirizados de fornecimento de alimentação dos internos das unidades prisionais.    A publicação leva em consideração a necessidade de munir a administração pública com preços de referência para aquisição destes serviços. Os contratos entre o Estado e as empresas de fornecimento de alimentação são alvos de constantes denúncias.    A comissão é formada por servidores da Seger, da Secont e da Sejus e deve elaborar planilhas com detalhamento de cursos, a exemplo das tabelas de preços referenciais das outras secretarias.    Recentemente, os contratos da Sejus com a Viesa Alimentação foram suspensos por decisão judicial e determinou que o Estado contratasse emergencialmente e outra empresa para fornecimento de alimentação aos detentos, escolhendo entre as cinco últimas vencedoras de pregões em 2013 que fornecem alimentação em outros presídios. A decisão atendeu pedido da ação civil pública movida pela Ordem dos Advogados do Brasil no Estado (OAB-ES) e pelo Ministério Público Estadual (MPES).   A MS Quintino, outra empresa de fornecimento de alimentação, também teve contratos suspensos com o governo. A empresa e a Viesa, além do ex-secretário de Justiça, Ângelo Roncalli, são réus em ação de improbidade administrativa, por fraudes no fornecimento de alimentação para o sistema prisional.    

14/05/2014 / 0 Comments
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Gilsinho requer informações sobre redução da poluição do ar emitida pela Vale

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O deputado estadual Gilsinho Lopes (PR) enviou nessa terça-feira (13) à secretária de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Diane Rangel, requerimento de informação solicitando documentação técnica que comprove a veracidade da redução em 33% das emissões totais de poeira na Ponta de Tubarão pela Vale, conforme divulgado pela empresa no mês passado. Esses dados, como lembra o requerimento, são conflitantes a medição de poeira sedimentável do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema). A mineradora apontou que a redução teria acontecido entre os anos de 2010 e 2013, devido a medidas tomadas dentro da empresa para o controle das emissões. “Se comparadas somente as emissões de fontes difusas, como correias transportadoras, pátios de estocagem e carregamento de navios, essa redução foi ainda maior, de aproximadamente 50%”, disse a mineradora na ocasião.   No último dia 2 de maio, o conselheiro do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Vitória (Comdema), Eraylton Moreschi Junior, enviou solicitação ao secretário de Meio Ambiente de Vitória, Cleber Guerra, para que ele busque, na empresa, os dados de medição da poeira sedimentável que comprovam tal redução. No documento, o conselheiro também aponta a contradição entre a redução apontada pela Vale e os dados de medição fornecidos pelo Iema em março de 2013, data em que o órgão parou de divulgar tais informações.   Em março deste ano, Gilsinho protocolou outro requerimento, a pedido do grupo SOS Espírito Santo Ambiental, também destinado à secretária Diane Rangel, para saber se as medidas que devem ser tomadas em nível estadual para monitorar a poluição do ar em Vitória e na região metropolitana estão sendo atendidas.   No requerimento, o deputado questiona se está sendo ou não realizado o monitoramento do ar em Vitória, já que no site do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) não aparecem tais resultados desde agosto do ano passado. Se a análise estiver ocorrendo, o grupo quer ter acesso às informações. Se o monitoramento não estiver sendo realizado, quer saber o motivo.   Os mesmos questionamentos já foram encaminhados à secretária no primeiro trimestre de 2013, pela Comissão de Meio Ambiente da Assembleia, durante a audiência pública sobre o pó preto, em abril do ano passado. No segundo semestre, os questionamentos foram novamente entregues pela Frente Parlamentar Ambientalista mas, até então, o grupo não obteve respostas.   Ainda em março, o SOS Ambiental protocolou denúncia no Iema e no Palácio da Fonte Grande direcionada ao governador Renato Casagrande, pedindo explicações sobre a falta de divulgação dos resultados da medição de poeira desde março de 2013 e do funcionamento de algumas estações de medição da qualidade do ar desde agosto do mesmo ano, por falta de manutenção.   Os integrantes do grupo ainda alertam que as poluidoras Vale e ArcelorMittal são as únicas favorecidas por tal situação e omissão do poder público.

14/05/2014 / 0 Comments
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Ação popular contra incentivos fiscais pode parar no Supremo

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A ação popular contra os incentivos fiscais do setor atacadista pode sair da Justiça estadual rumo ao Supremo Tribunal Federal (STF). Esse é o pedido feito pelo autor do processo, o bacharel em Direito, Sérgio Marinho de Medeiros Neto. Ele citou a ação movida pelo governo paulista, Geraldo Alckmin, no próprio STF e a repercussão negativa na arrecadação de outros estados para justificar a mudança no foro. Sérgio Marinho também pede a responsabilização do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) por eventuais prejuízos causados ao erário em decorrência dos incentivos. Todos os pedidos serão analisados pela juíza Telmelita Guimarães Alves, que atua na 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, onde o caso tramita desde abril do ano passado. A ação popular (0011504-78.2013.8.08.0024) entrou em fase de alegações finais, isto é, quando as partes e o Ministério Público Estadual (MPES) se manifestam pela última vez antes da prolação da sentença final. Na oportunidade, Sérgio Marinho levantou uma questão de ordem, que pode levar o julgamento do caso para Brasília. O autor da ação popular alegou a existência de interesse processual dos demais estados, que seriam prejudicados pela chamada “guerra fiscal” iniciado pelo governo capixaba. Ele também afastou a alegação do Estado do Espírito Santo e do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor (Sincades) – que figuram como partes no processo – de que o julgamento do caso dependeria do posicionamento dos ministros do STF na ação movida pelo governo paulista, que pede a suspensão imediata dos benefícios e a declaração da ilegalidade do decreto assinados por Hartung, que criou os chamados Contratos de Competitividade (Compete-ES). “Cabe ressaltar que o ajuizamento de Adin [Ação Direta de Inconstitucionalidade] pelo Estado de São Paulo não tem o condão de obstar o processamento da presente ação, primeiramente pela diversidade de objetos, visto que o da presente demanda é a transferência de valores oriundos da redução na cobrança do ICMS para conta particular de ente privado (Instituto Sincades, fundo cultural privado que destina uma fração do benefício para ações como uma espécie de compensação)”, narra um dos trechos da peça. No mérito do processo, Sérgio Marinho voltou a defender que o ex-governador Paulo Hartung e seus auxiliares sejam responsabilizados pela concessão dos benefícios indevidos, uma vez que não foram precedidos de lei específica ou aprovação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz): “É cediço que a pessoa jurídica é uma ficção, sendo, na verdade, a presente ação voltada mesmo contra a pessoa do ex-governador (então gestor do Estado) e demais pessoas físicas que praticaram as ilegalidades. O Estado, na verdade, somos nós, cidadãos, por isso que o autor se irresigna contra a conduta dos agentes públicos responsáveis”. O autor do processo também criticou o teor da defesa apresentada pelo governador Renato Casagrande, que deu sequência à política de incentivos do antecessor, na tentativa de manter os benefícios. “O Estado, num discurso estritamente político, pretensamente sedutor e até mesmo demagogo, admite praticar a chamada “guerra fiscal”, mas justifica a ilegalidade com ameaças de que, se não a fizesse, não atrairia investimentos industriais para o Estado, o que culminaria em desemprego e perda de receitas tributárias e etc., e, assim, defende o ato impugnado”, resumiu. Para Sérgio Marinho, a lesão material é patente, justificada pela falsa estimativa de aumento das receitas do Estado. Hoje, a renúncia fiscal provocado pelo setor atacadista é próximo de R$ 900 milhões, somente em 2014. A expectativa é de que esse valor fique próximo da casa de R$ 1 bilhão nos próximos anos. “Estamos falando de valores tão relevantes quanto as possíveis perdas do Estado com a redivisão dos royalties de petróleo”, exemplificou. E concluiu: “Que moral possui o governo para reclamar de perdas de royalties para outros Estados, se ele próprio permite a lesão dos outros Estados com créditos presumidos? E se ele próprio renuncia suas receitas em favor de particulares? É conduta contraditória do governo”.

14/05/2014 / 0 Comments
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?? lei: Assembleia aprova projeto que institui Sistema Aquaviário

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Com 19 votos a favor e uma abstenção, a Assembleia Legislativa aprovou, na sessão desta quarta-feira (14), o projeto de lei que institui o Serviço Público de Transporte Hidroviário Metropolitano de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória. Agora a matéria, de autoria do poder executivo, segue para a sanção do governador Renato Casagrande.    O projeto autoriza o Estado à implantação e execução do sistema mediante concessão por procedimento licitatório. A tarifa também pode ser subsidiada por contribuição financeira do governo. O projeto também autoriza o governo a abrir créditos adicionais de até R$ 20 milhões no exercício de 2014 para o cumprimento da lei.    De acordo com estudos realizados pela Secretaria de Estado dos Transportes e Obras Públicas (Setop), a exploração do Sistema Aquáviário se dará em três fases. A fase inicial, que compreende os trechos Prainha/Praça do Papa/Centro de Vitória e Argolas/ Centro de Vitória/Porto Santana, prevê a construção, operação e gestão do conjunto de estações, plataformas flutuantes, centro de controle operacional e o estaleiro para reparo e manutenção das embarcações, necessários à operação dessa primeira linha.   A segunda fase compreende a ampliação da linha atendida pelo serviço, contemplando o trecho Centro/Argolas/Rodoviária/Porto Santana/Santo Antônio até o final do terceiro ano de contrato. A última fase prevê mais uma ampliação de trecho, agora englobando Prainha/Praça do Papa/Glória/Dom Bosco/Centro. Em ambas as fases estão previstas a construção e eventual expansão de infraestrutura para atender aos novos trechos ampliados.   Junto com o BRT (vias exclusivas para ônibus) e a Quarta Ponte, nova ligação entre Vitória e Cariacica, o transporte aquaviário integra o Programa de Mobilidade Metropolitana (PMM) do governo estadual. O modal terá quatro embarcações, com capacidade de transporte de 200 passageiros.    Por enquanto, o sistema terá quatro estações, localizadas em Vitória e Vila Velha: na Prainha (Vila Velha), na Praça do Papa, outra será próxima ao antigo Terminal no Dom Bosco, e no Centro de Vitória. Todas terão estacionamentos para veículos, bicicletários, banheiros e lanchonetes. O governo projeta uma travessia de no máximo seis minutos entre o dois municípios.    A tarifa será a mesma do Sistema Transcol. Mas também haverá integração tarifária com os ônibus, cujos usuários não terão, portanto, custo para utilizar as barcas. O novo sistema funcionará a partir de Parceria Público Privada (PPP). O governo fará o aporte para a construção das estações e aluguel das primeiras embarcações, enquanto a empresa vencedora da licitação irá operar o sistema.

14/05/2014 / 0 Comments
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Reunião entre governo e professores não avança e greve pode continuar

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A segunda rodada da reunião de mediação entre representantes do governo e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sindiupes) não avançou. Durante toda a manhã desta quarta-feira (14) foram discutidos dois pontos: a eleição direta para direção escolar nas escolas da rede estadual e a recomposição salarial.    Quanto às eleições, o governo não aceitou enviar projeto de emenda à Constuição estadual para a Assembleia Legislativa propondo a realização das eleições diretas, para posterior regulamentação. Em vez disso, propôs a formação de uma comissão que iria discutir a possibilidade de haver eleições diretas. De acordo com o Sindiupes, será formado um grupo para reformular o Estatuto de Magistério e outro para discutir a escolha de diretores até agosto deste ano.    O governo também comcordou em abir mão do corte de ponto – e não da multa imposta ao sindicato – caso a greve seja encerrada. O governo também propôs que os professores reponham as aulas perdidas.    O resultado das reuniões desta terça-feira (13) e quarta-feira vão ser levadas à assembleia geral da categoria, que acontece nesta quinta-feira (15), no auditório do Sindicato dos Bancários do Estado (Sindibancários-ES). Na ocasião, os professores vão decidir pela continuidade ou não da greve, que completou um mês nesta quarta.    Sobre a questão salarial, o governo alegou ainda estar à espera do posicionamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sobre a possibilidade de conceder a recomposição das perdas salariais. No entanto, a lei eleitoral diz, apenas, que não se pode conceder reajuste acima do limite da inflação do período. O índice pleiteado pelos professores está abaixo do limite.    A discussão entre o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o TRE é se a recomposição se conta a partir do mês de janeiro até a data da concessão ou dos 12 meses anteriores. Apesar do impasse, a Constituição Federal já pacificou que índice de inflação é contado no período de um ano. 

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MPF recomenda que ICMBio publique autos de infração regionais em seu site

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O Ministério Público Federal em São Mateus (norte do Estado) recomendou ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que publique em seu site, além da lista de áreas embargadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que já está disponível no endereço, os autos de infração lavrados pelas coordenações regionais do Instituto.   Segundo a procuradora da República Walquiria Imamura Picoli, é possível que toda a sociedade confira na lista as áreas e os proprietários causadores de danos ao meio ambiente. Além disso, será possível detectar aqueles que adquirem, intermedeiam, transportam ou comercializam produto ou subproduto produzido sobre área objeto de embargo, aplicando-lhes as penalidades previstas. O ICMBio tem 10 dias para confirmar a ciência do documento e acatar a recomendação, e outros 20 dias para comprovar o atendimento da demanda.   O Inquérito Civil Público (ICP) 1.17.003.000082/2013-32 foi um dos motivadores iniciativa do MPF. O inquérito foi instaurado para apurar medidas visando inibir e reparar a degradação ambiental de área de Mata Atlântica no entorno da Rebio Sooretama, no Córrego do Jacaré, em São Mateus. Apesar de o local já ter sido alvo de diversos embargos realizados tanto pelo ICMBio quanto pelo Ibama, apenas a lista de áreas embargadas pelo Ibama está disponível no site do Instituto.   Segundo o MPF, o ICMBio, assim, não respeita o Decreto nº 6.514/2008, que determina a prévia divulgação da lista oficial das áreas embargadas pelos órgãos ambientais. Além disso, a Lei nº 10.650/2003, que prevê publicação de dados e informações existentes nos órgãos e entidades do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) no Diário Oficial, com disponibilização, no respectivo órgão, em local de fácil acesso ao público.

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PDT de Vidigal está mais próximo de fechar apoio a Hartung

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Nos últimos dias os dirigentes do PDT se reuniram com o governador Renato Casagrande (PDB) e com o senador Magno Malta (PR), que ainda pode lançar candidatura ao governo do Estado. Mas tudo indica que o partido está cada vez mais próximo de fechar apoio ao palanque do ex-governador Paulo Hartung (PMDB).   Apesar de o governador também oferecer a vice-governadoria para o partido, a tendência é de que o ex-prefeito da Serra, Sérgio Vidigal, acerte a ida do PDT para o palanque peemedebista, por atender melhor aos interesses não só do partido, mas também de suas futuras pretensões. O acerto com o PMDB parece ser mais vantajoso para os dois lados.   No palanque de Casagrande está o atual prefeito da Serra, Audifax Barcelos, com quem Vidigal deve disputar o retorno à prefeitura em 2016. Por isso, com Hartung terá mais condições de construir seu palanque de oposição para a disputa municipal em 2016.   Já para Hartung, a aliança com PDT fecha a lacuna aberta com a escolha entre PT e PSDB. Como Hartung busca aproximação com os tucanos, oferecendo o palanque para a candidatura do senador e presidenciável tucano Aécio Neves, não poderá caminhar com os petistas do Estado. O PDT, neste caso, supre a necessidade de fortalecimento do palanque peemedebista equilibrando o jogo com o governador Renato Casagrande.   O PDT tem como grande meta para este ano a eleição de deputado federal e estadual. A tendência é de que o partido indique a vice na chapa de Hartung. Entre os nomes cogitados para a vaga está o do deputado estadual Luiz Durão. Isso deixa Vidigal livre para puxar a chapa de deputado federal.    No palanque de Hartung, o partido vai tentar ainda manter as quatro cadeiras que ocupa na Assembleia Legislativa, o que seria, neste caso, mais fácil no palanque de Casagrande devido à variedade de partidos que ofereceriam acomodação ao PDT.

14/05/2014 / 0 Comments
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