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Século Diário

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Justiça rejeita liminar contra resultado de licitação para serviços de radares

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A Justiça estadual manteve a assinatura do novo contrato de prestação do serviço de fiscalização eletrônica em vias estaduais. Na última semana, a juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Marianne Júdice de Mattos, negou o pedido de liminar interposto pelo Consórcio Monitoramento Espírito Santo contra o resultado da licitação feita pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado (DER-ES). Os novos radares nas rodovias estaduais entraram em operação nessa segunda-feira (12). Nos autos do processo (0052177-16.2013.8.08.0024), o consórcio – representado pela empresa Sigma Engenharia e Indústria – questiona a legalidade dos atos da comissão licitante da autarquia, que declarou o consórcio paranaense Velsis x Suprema como vencedor nos dois lotes em disputa. O autor da ação pediu a desclassificação das empresas paranaenses, sob alegação do descumprimento de exigências previstas no edital da licitação, como irregularidades na habilitação jurídica do consórcio e a falta de comprovação da capacidade técnico-operacional. Entretanto, a juíza afastou a existência dos requisitos necessários para a concessão da liminar. Mesmo em fase inicial, Marianne Júdice também analisou o mérito das acusações. Sobre a falta de habilitação do representante do consórcio, ela considerou que a exigência pretendida pelo consórcio preterido extrapolaria os limites da legislação. A magistrada também se mostrou satisfeita com a visita técnica realizada pela comissão licitante do DER-ES às instalações das empresas paranaenses. Para ela, os equipamentos utilizados nos dois lotes serão os mesmos, alterando somente o local de instalação dos radares. Na decisão assinada no último dia 6, Marianne Júdice também ressaltou o eventual transtorno que seria provocado com a suspensão da operação dos novos radares: “Realço ainda que, suspender o processo administrativo ou mesmo a execução de um contrato advindo de um certame, é um ato de deveras consequências para a administração pública, e para fazê-lo sem oitiva da demais partes envolvidas, carece de grande demonstração do direito líquido e certo violado, bem como ineficácia da medida caso ocorra posteriormente, o que não vislumbro nos presentes autos”. A licitação para a contratação dos serviços durou mais de oito meses e foi marcada por uma série de polêmicas, chegando a ser suspensa pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). O consórcio liderado pela atual detentora do contrato, a também paranaense Perkons SA, chegou a entrar na Justiça contra o resultado da Concorrência Pública nº 034/2013, porém, o resultado final acabou sendo mantido. Ao todo, os gastos com a instalação, operação e manutenção de até 449 equipamentos em todo Estado gira em torno de R$ 16 milhões por ano. O vínculo tem vigência de 12 meses. Nessa segunda-feira, os equipamentos de fiscalização eletrônica instalados nas rodovias ES 010 e ES 060, incluindo os da Terceira Ponte, voltaram a operar normalmente. Segundo o DER-ES, todos os pontos fiscalizados são bem sinalizados, apesar de não existir exigência legal sobre a identificação dos radares. 

14/05/2014 / 0 Comments
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ANS divulga nova lista de suspensão de planos de saúde

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A  Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou, nesta quarta-feira (14), o resultado do nono ciclo de monitoramento de planos e operadoras de saúde. O monitoramento resultou na suspensão de comercialização de 161 planos, de 36 operadoras de todo o País.    De acordo com a listagem da ANS, no Estado foram suspensos três planos de saúde, Casa de Saúde São Bernardo, razão social da São Bernardo Saúde. Os planos que tiveram comercialização suspensa foram o Master 452E, que tem 1.586 beneficiários; o Capixaba Amigo Executivo 2, com 4.215 beneficiários; e o São Bernardo Total Empresarial Especial, que tem 6.055 beneficiários.    O Monitoramento da Garantia de Atendimento utiliza como base todas as reclamações referentes a problemas assistenciais que chegam aos canais da ANS, como o rol de procedimentos, período de carência dos planos, rede de atendimento, reembolso e autorização para procedimentos. Essas reclamações devem ser solucionadas pelas operadoras em até cinco dias úteis, a partir do momento que as queixas são registradas na agência. Na sequência, o consumidor tem 10 dias úteis para informar se o seu problema foi ou não resolvido.        Na prática, esse processo propicia maior agilidade na resolução dos problemas assistenciais dos 50,3 milhões de consumidores de planos de assistência médica e 20,7 milhões em planos apenas odontológicos do País. Desde 2011, quando foi criado, o programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento já suspendeu preventivamente 868 planos de 113 operadoras. Ao longo dos nove ciclos, houve a reativação de 705 planos de saúde, que melhoraram o atendimento ao consumidor.   Além da suspensão de comercialização, a ANS também divulgou a lista dos planos que foram liberados total ou parcialmente. O plano Uniparticiplan com Obstetrícia em Enfermaria com Remoção, da operadora Unimed Norte Capixaba – Cooperativa de Trabalho Médico foi completamente liberado para comercialização. O plano tem 7.390 beneficiários.    Já o Capixaba Participativo Especial sem Obstetrícia Capixaba Participativo Especial sem Obstetrícia, da São Bernardo Saúde foi parcialmente liberado para comercialização pela ANS. 

14/05/2014 / 0 Comments
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Coser adota discurso do PT e joga a ???culpa??? em Casagrande

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Um discurso que já vem sendo colocado pelas lideranças do PT dentro do partido foi adotado pelo presidente da sigla, João Coser, na entrevista à Rádio CBN Vitória, na manhã desta quarta-feira (14). Com a indefinição do partido sobre qual palanque adotar na eleição deste ano, o PT acabou tendo a porta do palanque do governador Renato Casagrande fechada com o anúncio do socialista em favor da candidatura do presidenciável do PSB, Eduardo Campos.   Dentro do partido algumas lideranças petistas vêm tentando jogar no colo de Casagrande a “culpa” pela situação que o partido está neste momento político. Mas, para os meios políticos, a situação foi criada pelo próprio PT. O partido vinha defendendo a permanência no palanque de Casagrande, que por sua vez mantinha uma postura de neutralidade em relação à disputa nacional. Oferecia ainda a possibilidade de Coser disputar o Senado pelo grupo, o que garantiria o espaço para a defesa da candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição.    Mas a partir da disponibilização do nome do ex-governador Paulo Hartung, como candidato do PMDB ao governo, a cúpula do PT passou a discutir a ida do partido para o palanque de Hartung. Mas o ex-governador frustrou as expectativas dos petistas ao não assumir de imediato a candidatura petista à Presidência e ainda iniciou um processo de aproximação com o PSDB, que é adversário do partido na disputa presidencial, com Aécio Neves.    Isso impediria a permanência do PT no palanque de Hartung também, por isso, o PT pode ser obrigado a disputar uma eleição ao governo do Estado isolado, para garantir o palanque de Dilma. Uma eleição para a qual o partido não se preparou.    Coser, na entrevista à CBN, afirmou que o partido não teve tempo de “pensar” ao se referir ao anúncio do apoio de Casagrande a Eduardo Campos, o que para os meios políticos é visto como uma tentativa de jogar no governador a culpa pela escolha equivocada do PT.    Ainda na entrevista, Coser criticou a movimentação de 2010 que levou Renato Casagrande ao governo. Ele lembrou que fez parte da movimentação em torno da candidatura de Ricardo Ferraço (PMDB) e que a estratégia seria a de Ricardo assumir o governo, com a saída de Hartung ao Senado, o que lhe daria apenas quatro anos de mandato, fazendo com que a disputa ficasse aberta este ano para as outras lideranças, inclusive Renato Casagrande, que encerraria o mandato de senador este ano. Coser afirmou que ficaram mágoas da virada de tacho, se referindo à troca de candidato ao governo em 2010, e que o partido não participou dessa movimentação. 

14/05/2014 / 0 Comments
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Justiça aceita plano de recuperação judicial da Casas Santa Terezinha

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O juiz da Vara de Recuperação Judicial e Falência da Capital, Braz Aristóteles dos Reis, aceitou o plano de recuperação judicial da Casas Santa Terezinha Tecidos Ltda. A partir da decisão publicada nesta quarta-feira (14), a tradicional empresa varejista tem dois anos para executar o plano para saldar as dívidas do negócio, estimadas em R$ 9,58 milhões. Durante o período de concordata, a empresa será comandada por um administrador judicial. A empresa entrou com o pedido de recuperação judicial em junho de 2012, sob alegação de crise financeira após uma disputa entre os sócios que já passa de uma década. Segundo os advogados da empresa, as dificuldades se iniciaram no período de transição do Plano Real, quando teve início a disputa entre os sócios da Casas Santa Terezinha. Segundo o relato, a Justiça chegou a conceder uma liminar em favor do ex-sócio, fato que teria causado “danos imensuráveis” aos negócios. Nos autos do processo (0021400-82.2012.8.08.0024), o representante da Casas Santa Terezinha alega que a empresa conseguiu abrir 14 lojas em todo Estado para justificar o pedido de recuperação judicial: “[Na busca de] uma solução definitiva para a readequação de suas contas, viabilizando o pagamento de seus credores, mas assegurando a continuidade de suas atividades, preservando os postos de trabalho que gera”. Em julho de 2012, o juízo nomeou o contador Jerry Edwin Ricaldi Rocha como o administrador judicial da Casas Santa Terezinha. No plano de recuperação apresentado pela empresa, as dívidas da Casas Santa Terezinha são próximas de R$ 9,58 milhões. Deste total, a maior parte desses créditos (R$ 9.565.815,91) são simples, os chamados “créditos quirografários” (quando o credor não possui qualquer tipo de garantia). As principais fontes dos créditos são empréstimos em aberto (R$ 5.865.619,05) e dívidas com fornecedores (R$ 3.697.832,19). A outra parte das dívidas é relativa aos créditos trabalhistas, no valor total de R$ R$ 19.357,13. A empresa foi fundada na década de 1920, na região próxima a Dores do Rio Preto e Guaçui (região Caparaó), com o nome de ”Bazar Yara”. Em julho de 1943, o negócio foi registrado na Junta Comercial de Alegre pelos irmãos Kleber José de Andrade e Antônio Andrade Junior, ganhando o nome fantasia de Casas Santa Terezinha. Mais tarde, na década de 60, a razão social mudou-se definitivamente para Casas Santa Terezinha Tecidos Ltda, pouco antes da expansão da empresa até Vitória, no final da década de 1970. Atualmente, a Casas Santa Terezinha conta com 14 lojas na Grande Vitória e no interior do Estado, de acordo com informações do site da empresa.

14/05/2014 / 0 Comments
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Semana dos Museus movimenta circuito artístico da Grande Vitória

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Para refletir sobre o valor do acervo dentro dos espaços de arte, a 12ª Semana dos Museus decidiu trabalhar este ano com o tema Coleções criam Conexões. “É um tema importante e que tem sido bastante discutido principalmente em relação à arte contemporânea, que geralmente não gera um objeto físico. Como então conservar uma performance? Ou qualquer outra obra imaterial?”, questiona a museóloga Paula Nunes.    Partindo dessa relação do acervo com a arte contemporânea, o Maes e a Galeria Homero Massena, em parceria com o coletivo Molécula Hna, produziram uma programação especial para celebrar o dia dos museus, que é comemorado neste 18 de maio. “Pensamos em levar uma grande diversidade de atividades para o público e também fazer uma conexão com a arte e os espaços urbanos”, explica Paula.   A programação inicia-se nesta quinta-feira (15), às 13h30, com a performance do coletivo Noir. Formado pelos artistas André Arçari, Cida Ramandes e Elton Pinheiro o grupo vai apresentar a proposição intitulada ((eu e os outros)), no qual os integrantes farão a leitura de três fragmentos de textos de forma simultânea. André conta que essa é a primeira ação pública do coletivo e que a intenção é instaurar o conflito entre as vozes ao invés da compreensão dos textos.   “É algo entre O Poema Sujo do Gullar, o Galáxias do Haroldo de Campos e outros textos po´eticos. Ressaltamos nesse momento a importância de inserir voz nas palavras escritas”, explica André Arçari. Logo após a ação do grupo, às 14h, haverá o Bate-papo sobre Educação em museus a partir das coleções do estado, com Adriana Magro, do Centrode Educação/UFES, Renato Saudino e José Augusto, da Secretaria de Estado da Cultura-ES.   Ainda no Maes, acontece na sexta-feira (16), às 14h, o Bate-papo sobre Perspectivas e desafios: acervos na arte contemporânea, com Gilca Flores, professora do Centro de Artes-UFES e os artistas Júlio Tigre e Rubiane Maia. Como encerramento das atividades da 12ª Semana Nacional de Museus, no sábado (17), a partir das 14h, a Galeria Homero Massena vai receber Os Patronautas. O grupo vai realizar ação Odisseia: Uma tarde de intervenções poéticas, com apresentações sonoras, poesia falada e performances.   A escolha da Galeria Homero Massena para esse evento é simbólica para todos os artistas envolvidos na ação. No começo deste ano, a notícia da realocação da Galeria, que reside há mais de 35 anos no Prédio das Fundações, abalou a comunidade artística local. A Galeria sempre foi muito importante para a cena artística de Vitória principalmente para jovens que se lançam no campo das artes. A Galeria abrigou trabalhos debutantes e muitos artistas em início de carreira.   “Nós, os artistas e articuladores, queremos mostrar que o espaço está em constante utilização. A Homero nunca morreu ou deixou de ser utilizada, porque a produção jovem sempre defendeu seus interesses e lutou pelo espaço, que nunca recebe o devido olhar e valores monetários das políticas públicas”, defende André Arçari.    O artista também destaca a importância do espaço para a comunidade em geral, que está sempre aberto para receber visitas, “além disso, é um espaço que tem esse acervo formado por doações dos artistas que passaram por ali, por isso esse espaço nos representa”, explica.    Mais arte na programação da programação da 12ª Semana de Museus   Dois importantes espaços culturais de Vitória também fazem parte da programação da 12ª Semana de Museus o Museu Histórico da Ilha das Caieiras “Manoel dos Passos Lyrio” (Museu do Pescador) e o Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas” (Mucane).    No Museu do Pescador, o visitante pode visitar a exposição fotográfica realizada na 7ª Semana de Museus. O museu também preparou dois bate-papos. Na quinta-feira (15), das 16 às 18h, vai acontecer uma Roda de conversa com os pescadores sobre como é ser pescador na Ilha das Caieiras de hoje. E no sábado (17), das 16 às 18h, a Roda de conversa com a comunidade e a museóloga Paula Nunes Costa da Secult/ES é sobre museu e o Memorial do Pescador.   Já no Museu do Negro acontece a exposição Reinos, Escudos e Máscaras, com obras de arte, máscaras, escudos e esculturas integrantes do acervo do África/Brasil Museu Intercontinental. Na quinta (15), das 19h às 21h30, haverá uma mesa-redonda com o tema Discriminação Racial e Ações afirmativas no Mercado de Trabalho, com a participação de Tatiana Dias Silva, coordenadora de Igualdade Racial do Ipea, e Mônica Custódio, secretária de Igualdade Racial. E no domingo (18), das 19h às 21h, será apresentado o Espetáculo teatral O defeito de família, com direção de Luciana Soares.

14/05/2014 / 0 Comments
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Dom Décio Zandonade deixa comando da Diocese de Colatina

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A Diocese de Colatina, no norte do Estado, recebeu na manhã desta quarta-feira (14) a resposta positiva do Papa Francisco sobre o pedido de renúncia do bispo do município, Dom Décio Sossai Zandonade. O pedido, feito em 2010, foi motivado por problemas de saúde. O bispo deixa as funções administrativas da Diocese, mas permanece como bispo emérito da região.    Temporariamente, Dom Décio será substituído por Dom Wladmir Lopes Dias, bispo auxiliar da administração de Vitória. A indicação de um novo bispo pode demorar cerca de um ano. Para a classe política, a notícia da saída de Dom Décio foi uma bomba, já que ele tem uma forte influência no eleitorado local. A princípio, sua intenção é a de se retirar para oração, o que o deixaria fora desse momento efervescente da política capixaba.   Quem não deve ter gostado da notícia foi o ex-prefeito de Colatina e pré-candidato tucano ao governo, Guerino Balestrassi, que sempre recorreu aos conselhos e apoio do bispo. O afastamento acontece justamente num momento delicado para Balestrassi, que enfrenta pressão de parte do ninho tucano que é refratária à sua candidatura.   Na sessão da Assembleia, na manhã desta quarta-feira (14), o deputado estadual Genivaldo Lievore (PT), outro político que também ligado ao bispo, leu uma mensagem de Dom Décio sobre a decisão de se afastar da gestão da Diocese.   Nela, o bispo afirma que não pretende abandonar a diocese, mas a gestão administrativa da pastoral. “É meu desejo retirar-me em algum lugar que me possibilite dar mais tempo à oração e à contemplação da palavra de Deus e, se possível, ajudar no Santuário de Nossa Senhora da Saúde e no Instituto Espírito Santo de Inovação Social (Iesis)”, diz a mensagem.   Trajetória política   Em meio ao conflito sobre as terras indígenas, em Aracruz (Fibria), o bispo se colocou em favor da empresa, com a afirmação de que ela gerava empregos. Pouco depois, Dom Décio reconheceu o equivoco, entendendo o direito dos índios sobre as terras.   Seu grande papel político, porém, foi na política de Colatina. Em que, indiretamente, ajudou a eleger Guerino Balestrassi e seu sucessor Leonardo Deptulski (PT), atual prefeito do município. Com uma postura política clara e influente, o bispo sempre é visto como um grande eleitor no município. Seu principal instrumento de comunicação direta com a população é o programa que comanda na Rádio Difusora de Colatina. A assessoria da Diocese ainda não sabe se ele vai continuar a comandar o programa a partir de sua renúncia.    A renúncia, segundo nota da assessorai da Diocese, foi motivada por questões de saúde. “Mesmo aparentando estar bem, ele tem uma história de AVC (Acidente Vascular Cerebral), hemorragia cerebral e uma intervenção cirúrgica no coração. Tal quadro, junto às tensões normais do comando de uma Diocese, e a percepção de que seu perfil humano já não se adequava às exigências atuais de um bom governo pastoral, fez com que ele, desde 2010, encaminhasse o pedido de renúncia ao Vaticano”.   Perfil   Dom Décio deixa a Diocese de Colatina, no dia em que comemora 11 anos à frente dela. Nascido em Venda Nova do Imigrante, na região serrana, em 2 de dezembro de 1942. Em 1952, entrou para o Seminário Aspirantado Salesiano de Jaciguá, localizado onde é hoje o município de Vargem Alta (ES). Foi ordenado sacerdote em 16 de dezembro de 1972, em sua cidade natal.   Cursou Filosofia e Letras na Faculdade Dom Bosco, em São João Del Rei e estudou Teologia em Córdoba, Argentina, e no Instituto de Teologia da Universidade Católica (PUC) de Belo Horizonte (MG). Em 11 de dezembro de 1996, dom Décio foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte e sua sagração episcopal aconteceu no dia 2 de fevereiro de 1997.    Dom Décio foi o segundo bispo a assumir esta Diocese, antes sob a liderança de Dom Geraldo Lyrio Rocha, hoje arcebispo da Arquidiocese de Mariana (MG). Atualmente, dom Décio ocupa ainda vice-presidência do Regional Leste II da Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil e bispo responsável pela Pastoral da Sobriedade no mesmo regional.

14/05/2014 / 0 Comments
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Cinema Estreias da semana

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  Aproveitando os 60 anos do primeiro Godzilla, chega aos cinemas mais uma versão norte-americana do monstro do filme japonês lançado em 1954. Desta vez, Joe Brody (Bryan Cranston) é o responsável por um acidente em usina nuclear no Japão, na tragédia ele perde a mulher (Juliette Binoche) e desde então cria seu filho sozinho. Depois de adulto, Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson) precisa defender sua família que o acidente nuclear criou.    Outra estreia é A Recompensa que traz Jude Law como o arrombador de cofres Dom Hemingway. Recém-saído da prisão, o criminoso quer receber a recompensa por não ter delatado nenhum dos seus parceiros. O filme também tem no elenco a atriz Emilia Clarke, conhecida por interpretar a personagem Daenerys Targaryen na série Game of Thrones, sucesso da HBO.   O jardins chega com 3 estreias. A comédia argentina Amorosa Soledad, o drama amercicano Pelos Olhos de Maisie e a biografia da poeta portuguesa Florbela.   Os filmes entram em cartaz esta quinta-feira (15)   PRÉ-ESTREIA   X-Men: Dias de um Futuro Esquecido 3D (X-Men: Days of Future Past, EUA, 2014, 132 minutos, 12 Anos) Ação. Direção de Bryan Singer. Com Hugh Jackman, James McAvoy, Michael Fassbender. No futuro, os mutantes são caçados impiedosamente pelos Sentinelas, gigantescos robôs criados por Bolívar Trask . Os poucos sobreviventes precisam viver escondidos, caso contrário serão também mortos. Entre eles estão o professor Charles Xavier, Magneto, Tempestade, Kitty Pryde e Wolverine, que buscam um meio de evitar que os mutantes sejam aniquilados.   Cinemark – shopping Vitória: Sala 1. 00h01 (apenas quarta-feira). Sala 5. 00h01 (apenas quarta-feira).   ESTREIAS   Godzilla (Idem, EUA, 2014, 120 minutos, 12 anos) Ficção Cientifica. Direção de Gareth Edwards (II). Com Aaron Taylor-Johnson, Bryan Cranston, Ken Watanabe. Joe Brody criou o filho sozinho após a morte da esposa em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe. Ford Brod, agora adulto, é soldado do exército americano e precisa lutar desesperadamente para salvar a população mundial do assustador monstro Godzilla.   Cine Kinoplex – shopping Praia da Costa: Sala1. 18h20. DUBLADO. . 15h40. 21h (LEG). Sábado e Domingo também. 13h. 18h20. DUBLADO. Sala 7. 15h10. 17h50. 20h30. DUBLADO. Sábado também 12h. 15h10. 17h50. 20h30. DUBLADO Cinemark – shopping Vitória: Sala 4. 13h. 18h40. DUBLADO. 15h40. 21h30 (LEG). Sala 5. 14h20. 17h. 19h40. 22h30 (exceto quarta-feira)   A recompensa (Dom Hemingway, Reino Unido, 2014, 95 minutos, 16 anos) Comédia. Direção de Richard Shepard. Com Jude Law, Richard E. Grant, Demian Bichir. Após passar 12 anos na prisão, o famoso arrombador de cofres Dom Hemingway volta para as ruas de Londres em busca da sua recompensa por ter ficado de boca fechada durante todo esse tempo. Ao lado do amigo Dickie, ele vai fazer uma visita ao chefe do crime Fontaine.    Cinemark – shopping Vitória: Sala 8. 16h30. 21h20   Amorosa Soledad (Idem, Argentina, 2013, 76 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Martin Carranza, Victoria Galardi. Com Inés Efron, Nicolas Pauls, Fabian Vena. Soledad é uma jovem que terminou há pouco tempo com Nicolás, seu namorado. Morando sozinha e trabalhando em uma loja de decoração, ela resolve que ficará uns três anos sem qualquer tipo de relacionamento. Até que, um dia, conhece por acaso Nicolás, que se interessa por ela.   Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 17h15   Pelos Olhos de Maisie (What Maisie Knew, EUA, 2014, 100 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Scott McGehee, David Siegel. Com Onata Aprile, Julianne Moore, Alexander Skarsgård. Em meio ao conturbado divórcio dos pais, Maisie, uma garotinha de sete anos, tenta entender o que se passa. De um lado a mãe, Susanna, uma estrela do rock. Do outro o pai, Beale, um influente galerista. Unindo os dois, a menina, que logo descobre um novo significado para a palavra “família”.   Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 19h   Florbela (Idem, Portugal, 2014, 120 minutos, 14 anos) Biografia. Direção de Vicente Alves do Ó. Com Dalila Carmo, Albano Jerónimo, Ivo Canelas. A poetisa Florbela Espanca não consegue levar uma vida de dona de casa e esposa em uma região rural. Seu desejo de descobertas leva-a a acompanhar o irmão Apeles na grande Lisboa. Nesta cidade surge a inspiração para os seus maiores poemas.   Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 21h10

14/05/2014 / 0 Comments
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Vai ter polarização na política capixaba?

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Aliados políticos de primeira hora de Paulo Hartung (PMDB) asseguram que não há mais volta: sua candidatura a governador está posta e ele não vai voltar atrás. Está costurando e construindo alianças para montar uma chapa forte e anunciar formalmente a candidatura pelo PMDB. É Paulo Hartung em busca da retomada de sua “longue durée” na política capixaba, que teria sido interrompida.   Salvo, portanto, o lançamento de uma terceira candidatura competitiva à governadoria, como a do senador Magno Malta (PR), apresenta-se no momento um quadro de forte polarização entre a virtual candidatura de Paulo Hartung e a já colocada candidatura à reeleição do governador Renato Casagrande (PSB).    O quadro não chega a ser de conflagração, mas certamente é um quadro de fissuras e rupturas. A questão de fundo – poderíamos dizer que uma questão estrutural da política capixaba -, é a de que as estruturas sociopolíticas já não criam mais as circunstâncias favoráveis à política da unanimidade ou da unidade, expressões cunhadas pelos próprios políticos capixabas para designar o que chamo da política de “todos-com-todos”, de forte cunho e feitio oligárquico. Novas demandas da sociedade pedem passagem. Novas lideranças sociais e políticas pedem passagem.   A esta questão de fundo, soma-se uma questão também muito relevante: o ex-governador Paulo Hartung, ao fim e ao cabo, concluiu que o mandato do governador Renato Casagrande, apesar de contar com a presença e colaboração de aliados de primeira hora de Hartung, não constituiu forças e passagens para assegurar a “longue durée” das estruturas políticas do ex-governador. Repito: não se trata apenas de “preservar o legado”. Trata-se de preservar o grupo político, a rede de relações, e as opções programáticas. Se ficar mais quatro anos fora do poder, o grupo correrá risco de um processo irreversível de desidratação.   Mas trata-se , também, de tentar voltar ao poder para “surfar” na onda do crescimento das receitas estaduais com o ciclo dos royalties, se não houver reveses federativos, é claro. Não havendo reveses federativos, o perfil das receitas públicas capixabas sinaliza um ciclo de crescimento que o grupo de Hartung julga que pode ser mais sustentável do ponto de vista fiscal se o leme do barco estiver nas mãos dele. Não é à toa que o grupo de Hartung, com a ajuda da cobertura do jornal A Gazeta, bateu bumbo com o estudo recente dos técnicos e professores Ana Paula Vescovi, Haroldo Corrêa Rocha e Rodrigo Medeiros. Ali criou-se uma das raízes do iminente processo de polarização: “nós somos melhores gestores”, asseguram os integrantes do grupo de Paulo Hartung.   O pano de fundo parece ser este. Tocaram os tambores e deram sinais de se pintarem para “guerra”. Aí, veio a resposta rápida e corajosa do governador Renato Casagrande, anunciando logo a sua candidatura, demarcando o seu lado e território e também rufando tambores e distribuindo as pinturas para os rostos da “guerra”.   Em pouco tempo, mudou muita coisa no quadro político eleitoral capixaba. Primeiro, a posição firme e determinada do senador Ricardo Ferraço (PMDB) , abrindo caminhos para uma dissidência no terreiro do PMDB de Paulo Hartung e declarando seu apoio irreversível à candidatura de Casagrande. Em seguida, a manifestação de oráculo do ex-senador Gerson Camata (PMDB), pedindo que Paulo Hartung desse explicações de por que teria mudado de rumo e também manifestando o seu apoio à reeleição de Casagrande. E, para completar, a entrevista do ex-prefeito de Vitória, Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), decretando o fim da possibilidade de unanimidade ou unidade na política capixaba. Tudo isto foi também permeado pelas atitudes erráticas do PT capixaba. Tudo isto culminou no ato de coragem do governador Renato Casagrande de lançar o seu grito particular de guerra.   Portanto, a polarização, neste momento, está posta. Parecendo um caminho sem volta. Agora, então, vem pergunta natural: e agora? Se as candidaturas principais estão postas, quais serão as movimentações até as convenções de junho e as definições das chapas e das alianças? Quem vai com quem? Já não é mais uma dinâmica de unidade ou unanimidade. Mas é certamente uma dinâmica de coalizões de governo e, principalmente, de poder. Sim, desde já está claro que as coalizões eleitorais mais viáveis serão aquelas que se formarem como coalizões de governo e de poder, para ganhar e para governar, com alianças políticas, sociais e empresariais. Do contrário, o próximo governo não terá força política para governar em ambiente de governança e governabilidade.   Cerebral e meticuloso, Hartung costura alianças municipais-locais nas searas de insatisfeitos com o governo estadual e nas franjas de oposições aos prefeitos municipais. Colhe, pelo que se tem noticia, bons resultados parciais. Ao mesmo tempo, procura atrair o PDT, uma das noivas mais cobiçadas, e trazer o DEM. Mas ao mesmo tempo não deixa de cortejar o PSDB, que pode ser a sua rota de fuga dos braços do PT. Com o PT, apesar dos esforços nacionais, a sua eventual aliança ficou mais difícil. Hartung não parece disposto a dar palanque para Dilma no Espírito Santo, e parte do PT não confia em Hartung como aliado.   Casagrande recebe apoio explícito de mais de dois terços dos prefeitos capixabas e de inúmeros partidos nanicos. Caminha para atrair ainda partidos médios e, ao mesmo tempo, conversa com o PSDB de Luiz Paulo, com o PDT do ex-prefeito Sérgio Vidigal e com o PR do senador Magno Malta. Com o PT, uma aliança é cada vez mais improvável.    Quem vai com quem? No cenário do momento, o PT tende hoje a uma candidatura própria, para poder viabilizar o palanque para Dilma no Espírito Santo. Neste cenário, João Coser poderá ter que adiar a sua candidatura ao Senado da República e o PT vai ter que fazer um grande esforço para manter uma cadeira na Câmara dos Deputados e para manter uma bancada relevante na Assembleia Legislativa. A não ser que a hoje improvável aliança com o PMDB de Hartung venha a dar liga, ou que na undécima hora seja possível ir com o

13/05/2014 / 0 Comments
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Palanque

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  Desde quando a Câmara de Vila Velha pode promover a candidatura do ex-prefeito de Vitória João Coser (PT) ao Senado, como fez nessa segunda-feira (12)? Com direito a foto e matéria no site institucional, a Casa não só lançou a candidatura do petista, como declarou “tendência de apoio” de todos os 17 vereadores do município ao ex-prefeito, caso ele consiga se manter no páreo para a disputa ao Senado. A visita de Coser foi a convite do presidente da Câmara, Ivan Carlini (DEM), e teve confete de sobra, além de promessas e gentilezas mútuas – até o currículo do ex-prefeito recebeu atenção especial! Não é novidade que Carlini não mede esforços para atender aos chamados dos seus “mestres”. O presidente da Câmara estende tapete vermelho para o prefeito Rodney Miranda (DEM), que estende o tapete vermelho para Paulo Hartung (PMDB), que não está nada satisfeito com a movimentação do ex-prefeito Neucimar Fraga (PV) de ser o candidato ao Senado na chapa do governador Renato Casagrande. Tem cheiro de jogada política.   Palanque II Nos bastidores, a movimentação foi vista como um recado a Neucimar, já que o ex-prefeito ainda mantém aliados na Câmara – todos entraram na onda de Carlini mesmo? Tem outra: a candidatura de Coser ao Senado não é nada simples. Hartung está próximo do PSDB.   Palanque III A propósito, se essa moda pega, hein, Procuradoria Regional Eleitoral?   ‘Levante’ João Coser está mal das pernas mesmo hein. Precisando de vitrine da Câmara de Vila Velha…   Contra-ataque Os hartunguetes de carteirinha da Assembleia Legislativa, que não perdem uma oportunidade de disparar na direção de Casagrande, não falam mais sozinhos. Na sessão dessa segunda, predominaram os elogios à gestão socialista. Todos com foco nas ações realizadas no interior do Estado. Discurso casado com o movimento de apoio da maioria dos prefeitos à reeleição do governador.   Contra-ataque II E tem deputado de tudo quanto é partido na história. Além dos também socialistas Eustáquio de Freitas e Glauber Coelho, saíram em defesa de Casagrande o peemedebista Marcelo Santos, Gilsinho Lopes (PR), Da Vitória (PDT) e Marcus Mansur (PSDB).    Pressão Mansur, aliás, acabou com o “segredo” do ninho tucano com suas declarações ao jornal A Tribuna. Disse o que todo mundo já sabia: o PSDB busca uma saída honrosa para Guerino Balestrassi. Deixou o próprio Guerino e o presidente regional do partido, César Colnago, pés da vida.   Direção O Solidariedade formalizou, nesta terça-feira (13), apoio à candidatura do presidenciável Aécio Neves (PSDB). No Estado, o deputado federal Carlos Manato quer caminhar com Casagrande.   Solução A Prefeitura de Vitória acena para pôr fim a uma queixa recorrente de banhistas e praticantes de esportes náuticos. Como medida imediata, a manutenção das boias de sinalização existentes nas praias da Capital será feita agora em parceria com o Corpo de Bombeiros. O próximo passo é contratar empresa especializada – processo de licitação já começou. Das 39 boias existentes na orla, 13 se soltaram com as ressacas e a corrosão.    140 toques “Queremos ver o ES crescer. Para isso, investimos nas discussões e no debate. Aqui não tem ditador. Somos o Partido Democrático Trabalhista”. (Deputado estadual Da Vitória – PDT – no Twitter).   PENSAMENTO: “Tudo tem uma moral; basta encontrá-la”. Lewis Carroll

13/05/2014 / 0 Comments
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Vai ter Copa

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Muitas pessoas estão contestando a realização da Copa do Mundo no Brasil. Parte do movimento sindical também entrou nesse caminho complicado. Quando o movimento foi criado, trabalhava-se com a ideia de que “não só de pão vive o homem”. Também são necessários para seu bem-estar a saúde, a educação, o transporte e o lazer.    O lazer é tão importante quanto qualquer outro direito humano. Neste sentido, o futebol entra aí como também algo importante, além de fazer parte da cultura do brasileiro, também é um importante elemento de mobilização do povo.    O que vem causando discussão, porém, são os gastos com a construção dos estágios e a preparação da infraestrutura das cidades-sedes. Isso é verdade, sim os gastos estão astronômicos e aí é uma questão de fiscalização e cobrança, até mesmo da sociedade organizada.    Mas esse discurso de que o dinheiro tem de ser investido em saúde, educação e outros, não convence. Até porque os recursos necessários nessas áreas são infinitamente maiores do que gasto empregado em um estádio de futebol. Além disso, o legado que ficará com a construção dessas obras é inegável.   É preciso tomar cuidado também com a utilização política dessas críticas. É claro que quando se fala em gasto de dinheiro público todo mundo se arrepia, basta ver o que acontece quando alguém tenta puxar o debate do financiamento público de campanha. Ninguém quer que o poder público gaste com o que não seja inerente da administração.    Mas é necessário saber bem do que se está falando antes de sair atirando pedras, ou corre-se o risco de estar sendo usado para atingir politicamente o governo. E nunca é demais lembrar que estamos em ano eleitoral. O brasileiro sempre foi louco por Copa do Mundo, então com a possibilidade de ter uma dentro de casa, esse discurso anticopa mais parece empolgação levada pelo discurso da oposição em um momento de ânimos inflamados.    De qualquer forma, vai ter copa, sim. E a coluna aposta que quando os jogos começarem, quem está com pedra na mão, vai sentar em frente ao televisor e vestir e torcer para que o hexa fique no Brasil. 

13/05/2014 / 0 Comments
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