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Século Diário

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Após reunião de líderes, deputados votam vetos a salários de servidores

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Depois da definição na reunião do colégio de líderes da Assembleia, nessa terça-feira (24), sobre os Plano de Cargos e Salários (PCS) dos servidores da Assembleia, os deputados estaduais votaram na sessão desta quarta-feira (25) os vetos do governador ao primeiro projeto aprovado pelos deputados estaduais.    Na reunião dessa terça, os parlamentares acolheram a solicitação do Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa e Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (Sindilegis) para que seja encaminhada uma contraproposta à equipe técnica do governo do Estado. A proposta prevê a equiparação dos vencimentos dos efetivos ao dos servidores do Tribunal de Justiça do Estado.    Ao acatar a reivindicação, a Assembleia abre uma nova rodada de negociações entre os poderes para tentar resolver a polêmica. Os deputados mantiveram o veto ao Projeto de Lei Complementar 35/2013, que institui a modalidade de remuneração por subsídio para os servidores efetivos da Casa.    O governador vetou o projeto por causa dos valores para as tabelas de vencimento e subsídio para os servidores efetivos, alegando risco de efeito cascata entre as demais categorias do poder público. Os servidores defendiam a derrubada do veto, mas apesar de os deputados terem aprovado o projeto por unanimidade, o governo tem maioria no plenário e a derrubada do veto estava fora de cogitação na Casa.    Foi o que aconteceu. O parecer do deputado Josias Da Vitória (PDT), na Comissão de Justiça, recebeu 21 votos favoráveis no plenário. O presidente da Casa alfinetou o governo ao final do debate. “Nunca se viu a Assembleia Legislativa com tanta vontade de manter o diálogo acima de qualquer arrogância”, provocou.     Pela nova proposta, as tabelas de remuneração dos servidores têm aumentos que variam de 3,17% a 24%, dependendo do cargo, comparando-se o valor atual do vencimento inicial com o valor proposto para o subsídio no início de carreira. Essa forma de remuneração, já instituída por órgãos federais e estaduais, veda o acréscimo ao vencimento de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio e verba de representação, à exceção de parcelas indenizatórias.    (Com informações do site da Assembleia)

25/09/2013 / 0 Comments
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Luzia Toledo volta atrás e retira de votação PL que proibia uso de máscaras em protestos

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Após receber muitas críticas dos movimentos sociais, da OAB -ES e do próprio secretário de Segurança, André Garcia, a deputada Luzia Toledo (PMDB/foto) voltou atrás e retirou o Projeto de Lei nº 295/2013, de sua autoria, que previa a proibição do uso de máscaras ou outras formas de ocultamento de rosto em manifestações no Espírito Santo     A deputada justificou que após conversas com o presidente da Casa, Teodorico Ferraço (DEM), e com jornalistas que a acompanham ao longo de sua carreira, chegou à decisão de recuar em sua proposta. “Sou uma pessoa pacífica. A proposta não tinha o objetivo de impedir as manifestações populares”, disse Luzia Toledo.    O PL não tem qualquer perspectiva de voltar à Casa para votação. O texto proposto pela deputada criticava os manifestantes. Luzia chegou a rotulá-los de vândalo, ignorando as denúncias de abusos policiais durante as manifestações.     “O direito à liberdade e manifestação de pensamento são constitucionais. Mas também é constitucional a vedação da prática do anonimato. Infelizmente, vimos em um passado recente, vândalos que se aproveitaram de manifestações de livre pensamento para usar de violência, depredação ao patrimônio público e, o mais grave: a colocação de vidas humanas em risco”, dizia a justificativa do PL.    Além de proibir máscaras, o projeto previa uma espécie de aviso prévio para a realização de manifestações populares.    De acordo com proposta, as polícias também poderiam intervir em reuniões públicas para manifestação de pensamento a fim de garantir o cumprimento de todos os requisitos do art. 3º, que define como as manifestações devem ser exercidas, ou para a defesa do direito constitucional a outra reunião anteriormente convocada; das pessoas humanas; do patrimônio público e do patrimônio privado.   Baile de Máscaras   Após a leitura da polêmica PL em sessão da Assembleia Legislativa no último dia 16, manifestantes do Estado se mobilizaram e marcaram para esta sexta-feira (27), o I Baile de Máscaras – ES, em frente à Assembleia Legislativa.    De acordo o movimento Black Bloc-ES, responsável pela mobilização do evento, a intenção do baile é despertar a população para a censura que vem ocorrendo em todo o País. O evento, que possui página na internet, questiona ainda as intenções por trás do PL e acusa o governo de tentar identificar com mais facilidade os manifestantes para manter as perseguições constantemente denunciadas no Estado.    O movimento divulgou ainda que o baile será uma provocação. “Nada melhor do que carnavalizar o protesto ainda mais dada às atuais circunstâncias onde tudo nessa política suja que temos, vira festa”, finalizou o movimento.    Até o fechamento desta edição não foi divulgado se o evento será mantido mesmo após a decisão da deputado de desistir do projeto. Caso seja cancelado, a decisão deverá ser publicada na página do evento pelos manifestantes. 

25/09/2013 / 0 Comments
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Educação no campo é tema de debates em Vila Valério e Piúma

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O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e o Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo) serão debatidos em seminários nas cidades de Vila Valério (noroeste) e Piúma (sul) nesta sexta-feira (27) e sábado (28), respectivamente. A iniciativa é da deputada federal Iriny Lopes (PT). Ela pretende, assim, ampliar a interlocução entre o campo e o governo federal, garantindo políticas de educação na área.   O Pronatec foi criado pelo governo federal em 2011 e tem como objetivos ampliar o acesso à educação técnica de nível médio, bem como interiorizar o acesso, melhorar as condições de ensino e ampliar a oferta de vagas em cursos desse tipo. Dentro dele, funciona o Pronacampo, que é direcionado à formação de trabalhadores do campo em cursos técnicos, sobretudo quilombolas e agricultores familiares, com um conjunto de ações articuladas com os eixos de gestão e práticas pedagógicas, formação de professores, educação de jovens e adultos e educação profissional e tecnológica.   No Brasil, mais de 6,2 milhões matriculas estão atribuídas a 76 mil escolas rurais, nas quais trabalham 342 mil professores. No Estado, o Pronacampo abrange 35 municípios onde, além de cursos técnicos como operador de informática, assistente de planejamento e controle e operador de informática, são oferecidos cursos ligados ao desenvolvimento no campo, como de agricultura familiar, cafeicultura e horticultura orgânica.   Para o coordenador estadual do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Bruno Pilon, o Pronacampo ainda não é ideal, mas já representa uma conquista para o trabalhador do campo, que teve as possibilidades de trabalho no campesinato multiplicadas. Entretanto, a falta de acesso dos camponeses ao ensino superior ainda é um entrave que poderia ser resolvido e, assim, estreitar a relação entre o campo e a cidade.   O MPA capixaba ainda não articulou uma ação junto ao programa, mas há militantes que são beneficiados pelo Pronacampo. Para Bruno, o programa deve envolver o campesinato e os movimentos sociais, além de desenvolver cursos que sirvam ao campo – ao invés de promover outros ligados, por exemplo, a maquinários, que só beneficiam o agronegócio.   Na programação dos seminários, que é a mesma nos dois dias, haverá palestras sobre os programas com Antônio Lídio de Mattos  Zambon, coordenador-geral de Políticas do Campo do Ministério da Educação e Cultura (MEC), e Allan Razera, coordenador do Pronatec do Campo no Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), além de exposições de lideranças regionais, procedidas de um debate.

25/09/2013 / 0 Comments
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Desembargador determina que Almir Neres reassuma o cargo de vereador

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O desembargador William Couto Gonçalves, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJES), determinou, nessa terça-feira (24), o retorno ao cargo do vereador de Vila Velha Almir Neres de Souza (PSD), acusado do desvio de recursos públicos pa através de funcionários fantasmas. Na decisão, o magistrado considerou que não houve a comprovação de que a manutenção de Almir Neres no cargo poderia comprometer a instrução do processo de improbidade administrativa. William Gonçalves também acolheu a tese da defesa do vereador, que protestou contra a falta de limite de tempo no pedido de afastamento. “A não fixação de tempo para o afastamento liminar de ocupante de cargo eletivo vai de encontro à ordem jurídica pátria porque o referido cargo é ocupado por dado período e, em razão da possibilidade de demora na instrução processual até que se chegue à sentença final, cuja instrução, em alguns casos, pode tomar todo período do mandato, o afastamento liminar, de provisório, converte-se em perda definitiva da função”, alegou. Apesar da derrubado da liminar pelo afastamento, o desembargador manteve a indisponibilidade de bens e da retenção de 30% dos salários de Almir Neres: “Ressalta-se que tal medida não representa uma antecipação de tutela para que se inicie o ressarcimento de eventual prejuízo, mas medida acautelatória que não ofende ao princípio da presunção de inocência, já que o valor será depositado em conta judicial. Assim, considerando as peculiaridades do caso, o percentual se mostra razoável”. O vereador Almir Neres havia sido afastado do cargo no último dia 27 de julho, pelo juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Manoel Cruz Doval. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) após a nomeação de uma empregada doméstica (Francisca Pereira da Silva) como assessora de gabinete, porém, ela nunca teria atuado na função. A promotoria acusa o vereador ter ficado com os salários da funcionária fantasma. Durante as investigações, a promotoria quebrou o sigilo de doméstica, que teria “descoberto” ser funcionária comissionada da Câmara de Vila Velha quando foi entrar com pedido de aposentadoria na Previdência Social. A apuração revelou a ocorrência de saques na conta corrente da suposta servidora, entre os anos de 2010 e 2012. Segundo o MPE, o esquema teria causado enriquecimento ilícito do vereador no total de R$ 154,28 mil, valor que é pedido o ressarcimento ao erário. Na decisão pelo afastamento, o juiz Manoel Doval avaliou que a concessão das medidas liminares – incluindo o bloqueio dos bens do vereador – como uma medida plausível diante das provas oferecidas pelo órgão ministerial. “Nos vídeos captados na agência do Banestes, pode-se facilmente detectar que o requerido comparecia pessoalmente ao banco e fazia saques na conta da então servidora, inclusive à época do período eleitoral. Registre-se, ainda, que pesa o fato de que ela é iletrada (facilmente constatado pela sua assinatura por digital no depoimento prestado ao MPE) e mesmo assim foi nomeada para cargo técnico”, considerou o magistrado. A reportagem de Século Diário tentou localizar o vereador Almir Neres e o seu advogado, mas eles não haviam sido encontrados até o fechamento desta matéria. Segundo informações do sistema processual TJES, a Câmara de Vila Velha já foi comunicada sobre a derrubada da liminar pelo desembargador.

25/09/2013 / 0 Comments
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Solidariedade e Pros estão liberados para disputar as eleições de 2014

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As lideranças políticas insatisfeitas com suas siglas ganharam duas alternativas com a liberação de dois novos partidos. Nessa terça-feira (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu parecer final favorável à criação do Solidariedade, que vai atuar com o número 77 e do Partido Republicano da Ordem Social (Pros), que terá o número 90.    No Estado, o Solidariedade deve apostar na candidatura à reeleição do deputado federal Carlos Manato. O deputado quer levar um bom número de aliados para oa nova sigla.    Nacionalmente, a sigla, criada pelo deputado federal Paulinho da Força, pretende esvaziar metade da bancada do PDT na Casa. Para Manato, a criação da nova sigla é uma válvula de escape, já que corria o risco de ter o mandato requerido pela cúpula pedetista por infidelidade partidária.    Com os dois novos partidos, não só Manato, mas todas as lideranças que têm mandato e pretendem mudar de partido visando à eleição do próximo possam migrar sem serem pegos pela regra da fidelidade partidária.    Por isso, a expectativa é de que Solidariedade e Pros funcionem como uma espécie de janela para os parlamentares. Mas para aproveitar essa janela, a migração deve acontecer até o próximo dia 5 de outubro, quando se encerra o prazo para a mudança de partido.   Com a liberação dos dois partidos, o Brasil passa a ter 32 partidos políticos. Mas a grande expectativa dos meios políticos é pela liberação do partido criado pela ex-senadora Marina Silva, o Rede Sustentabilidade, que deverá ter recontagem de assinatura de apoio à criação do partido.    No Estado, a Rede está se estruturando e tem um quadro de lideranças novas na política capixaba. Mas a maior preocupação do partido é garantir no Estado a disputa de Marina na disputa presidencial, dado seu prestígio eleitoral no Espírito Santo. 

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Governo do Estado rescinde contrato com empresa investigada na Operação Esopo

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O secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Jadir José Péla, rescindiu nesta quinta-feira (25) o contrato de prestação de serviço de qualificação profissional com a empresa mineira Instituto Mundial de Desenvolvimento e Cidadania (IMDC), investigada por fraudes em convênios na Operação Esopo. O acordo havia sido assinado no último dia 9, uma semana antes da deflagração da operação da Polícia Federal. O valor inicial do Contrato nº 17/2013 foi estimado em R$ 5,41 milhões por nove meses de serviço. De acordo com a publicação no Diário Oficial do Estado, os termos da rescisão contratual são válidos a partir dessa segunda-feira (23). O ato prevê que a empresa tem o prazo de cinco dias, caso queira se manifestar sobre o distrato. O contrato previa a realização dos serviços de execução das ações de qualificação social e profissional no âmbito do programa Projovem, do governo Federal. A IMDC ficou com quatro dos nove lotes em disputa para a realização do projeto nas regiões litoral sul, Rio Doce, centro-oeste e nordeste do Estado. Essa é o primeiro acordo do governo estadual rescindido com a IMDC. Na última semana, o presidente da Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas do Estado (Aderes), Pedro Gilson Rigo, suspendeu uma parceria com a empresa para a construção de 10,6 mil cisternas em 34 municípios capixabas.  Na ocasião, a execução do projeto foi suspensa até segunda ordem. A medida do governo estadual segue a linha adotada pelos governos de outros estados após a repercussão das denúncias contra a IMDC, que mantinha convênios em vários estados com o governo federal. Logo após a operação, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, suspendeu o repasse de recursos para convênios da pasta até que sejam concluídos os levantamentos que identificarão a situação de cada contrato. A Operação Esopo foi deflagrada no último dia 9 com o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão após a revelação do esquema de fraudes em licitações do ministério, que teria causado um prejuízo de quase R$ 400 milhões aos cofres públicos, segundo balanço da PF. As investigações apontam indícios de fraudes em licitações de prestações de serviços, de produção de eventos turísticos até a construção de cisternas, justamente a natureza do convênio existente no Espírito Santo. O escândalo também provocou a queda do secretário nacional de Políticas Públicas e Emprego do Ministério, o ex-prefeito da Serra, Sérgio Vidigal (PDT), que também estaria sendo investigado pela polícia.

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Autor de ação popular recorre contra adiamento de licitação do Sistema Transcol

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O advogado Luís Fernando Nogueira Moreira, autor das ações populares contra as concessões de transporte coletivo firmadas sem licitação, entrou com recurso contra a decisão do desembargador Samuel Meira Brasil Júnior, que adiou a realização de licitação do Sistema Transcol por mais 12 meses. No agravo regimental, ele alega que a Companhia de Transportes Urbanos da Grande Vitória (Ceturb-GV) teria perdido o prazo de recurso e que recorreu ao Tribunal de Justiça do Estado (TJES) com o intuito de obter o aval para manter os atuais contratos, declarados nulos pelo juízo de 1º grau. No texto, o advogado narra que a sentença anunciada em maio do ano passado determinava somente o prazo de 12 meses para o início e não da conclusão da licitação. Apesar disso, o recurso da empresa estatal não teria o objetivo de discutir os detalhes do certame, já que a própria empresa estatal teria postergado a realização dos procedimentos. Nogueira Moreira destaca que a decisão vai permitir a prorrogação das atuais concessões, mesmo com o fim da vigência dos acordos, assinados há 15 anos. ???Primeiro, a Ceturb-GV teve 12 meses para realizar uma audiência pública. Mesmo que força maior tenha adiado a audiência, é injustificável que ela tenha deixado para os últimos meses aquilo que já deveria estar fazendo mesmo antes da sentença. Afinal, o contrato venceria este semestre. Segundo, ela vem aos autos requerer uma questão que foge à lide, para conseguir do juízo uma autorização para manter empresas sem licitação, após o término do contrato. Antes mesmo de tomar providências administrativas que são usuais neste caso???, indica o advogado, que levanta a possibilidade de a empresa ???jogar o problema para o próximo governo???. Em relação à decisão do desembargador Samuel Meira, o autor da ação popular rebate os argumentos do magistrado sobre o início da licitação. Além da ampliação desse prazo, o magistrado também assegurou a manutenção das atuais concessões com o objetivo de ???assegurar a continuidade do transporte coletivo metropolitano???. Para o advogado, a realização de audiência pública para discutir a modelagem da licitação foi uma ???manobra procrastinatória???, já que o edital da concorrência não foi lançado até hoje. Na peça, Luis Fernando antecipa que vai pedir a responsabilização dos agentes públicos encarregados da contratação emergencial das empresas de ônibus. ????? inaceitável que após 15 anos o órgão cuja finalidade é somente tratar deste assunto não tenha se preparado para o fim dos contratos. E ainda mais irresponsável que, decorrido um ano, o edital de concorrência não tenha sido baixado???, afirma. O recurso do advogado vai ser analisado pelo colegiado da 4ª Câmara Cível do Tribunal, que ainda não se manifestou sobre o tema. O advogado pediu a reconsideração da decisão monocrática do desembargador e a manutenção dos termos da sentença condenatória contra o Estado, de maio do ano passado, que determinou a realização da licitação e a assinatura dos novos contratos de concessão até o final do mês passado. Os atuais contratos para exploração do Sistema Transcol venceram no último dia 17 de agosto. A ação popular foi ajuizada em novembro de 1993, mas só passou a tramitar efetivamente após a mudança da 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual para a nova 3ª Vara, criada em fevereiro do ano passado para julgar as ações populares e de improbidade no juízo da Grande Vitória. A sentença do caso é de maio daquele mesmo ano. Na ocasião, o juiz Jorge Henrique Valle dos Santos determinou a nulidade de todos os contratos e a realização de licitação não apenas para as concessões do sistema do Sistema Transcol, mas também das linhas intermunicipais do Estado ??? em ação popular movida pelo mesmo advogado.

25/09/2013 / 0 Comments
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Violência contra a mulher: ES é líder nacional em feminicídios

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Com o objetivo avaliar o impacto da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) sobre a mortalidade de mulheres por agressões, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenvolveu o estudo “Violência contra a mulher: feminicídios no Brasil”, divulgado nesta quarta-feira (25), na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.    O feminicídio é o homicídio de mulheres em decorrência de conflitos de gênero, geralmente cometidos por um homem, parceiro ou ex-parceiro da vítima. Esse tipo de crime costuma implicar situações de abuso, ameaças, intimidação e violência sexual.    O relatório constatou que a lei não provocou impacto, ou seja, não houve redução das taxas anuais de mortalidade, comparando-se os períodos antes e depois da vigência da norma.    Segundo o estudo, o Espírito Santo, mais uma vez, figura como líder em taxa de homicídios de mulheres. O estudo, coordenado pela técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Leila Posenato Garcia, compreendeu os anos entre 2009 e 2011 e apontou que, nesse período, a taxa de feminicídios no Estado ficou em 11,24 mortes por grupo de 100 mil mulheres. A taxa do País no período ficou em 5,82 por 100 mil, quase a metade do Espírito Santo. Também atuaram no levantamento do Ipea as técnicas Lúcia Rolim Santana de Freitas, Gabriela Drummond Marques da Silva e Doroteia Aparecida Höfelmann.   O segundo estado com maior taxa de feminicídio foi a Bahia, com 9,8, seguido por Alagoas, com 8,84 mortes de mulheres por grupo de 100 mil.    As técnicas do Ipea classificaram como sutil o decréscimo da taxa de homicídios antes e depois da Lei Maria da Penha. As taxas de mortalidade por 100 mil mulheres foram 5,28 no período 2001-2006 (antes) e 5,22 em 2007-2011 (depois).    O estudo também deixa claro que as principais vítimas de feminicídio são as mulheres jovens. Mulheres com idade entre 20 e 29  representam 31% das vítimas, e de 30 a 39 anos, 23%. Mais da metade dos óbitos, 54%, foram de mulheres de 20 a 39 anos.   No Brasil, 61% dos óbitos foram de mulheres negras, as principais vítimas em todas as regiões, à exceção do Sul do país. A maior parte das vítimas tinha baixa escolaridade e 48% daquelas com 15 ou mais anos de idade tinham até oito anos de estudo.   No Brasil, 50% dos feminicídios envolveram o uso de armas de fogo e 34% de instrumento perfurante, cortante ou contundente. Enforcamento ou sufocação foi registrado em 6% dos óbitos. Maus tratos – incluindo agressão por meio de força corporal, força física, violência sexual, negligência, abandono e outras síndromes de maus tratos (abuso sexual, crueldade mental e tortura) – foram registrados em 3% dos óbitos.   Para a confecção do relatório, foram utilizados os dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. Assim, considerou-se a totalidade dos óbitos de mulheres por agressões como indicador aproximado do número de feminicídios.    As pesquisadoras concluíram que a magnitude dos feminicídios foi elevada em todas as regiões e estados e que o perfil dos óbitos é, em grande parte, compatível com situações relacionadas à violência doméstica e familiar contra a mulher. Elas classificam a situação como preocupante, uma vez que os feminicídios são eventos completamente evitáveis, que abreviam as vidas de muitas mulheres jovens, causando perdas inestimáveis, além de consequências potencialmente adversas para as crianças, para as famílias e para a sociedade.

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PMDB tem duas reuniões importantes sobre disputa de 2014 nesta quarta-feira

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O PMDB tem duas reuniões importantes sobre o processo eleitoral do próximo ano nesta quarta-feira (25). Em Brasília, a deputada federal Rose de Freitas se reúne com o vice-presidente, Michel Temer. Também devem participar do encontro o ex-governador Paulo Hartung e o presidente regional do partido, o deputado federal Lelo Coimbra. Já na Assembleia Legislativa, os sete deputados da bancada do partido se reúnem para avaliar o encontro que o grupo teve com o senador Ricardo Ferraço na quarta-feira (18) e que vem ecoando entre as lideranças do partido no Estado.   Século Diário teve acesso aos bastidores do encontro, que mostram a insatisfação dos peemedebistas com as definições de cúpula sobre a disputa eleitoral de 2014. Na reunião ficou colocado para o senador a estranheza da bancada em tomar conhecimento sobre o encontro que ele e o ex-governador Paulo Hartung tiveram com Temer e com o presidente nacional do partido, Valdir Raupp, pela imprensa. Deste encontro saiu a propositura de candidatura própria ao governo do Estado, capitaneado pelo senador Ricardo Ferraço.    Na reunião com os deputados, a bancada ouviu apenas as alegações de Ferraço para sua candidatura e não saiu satisfeita, pelo fato de o processo de disputa proporcional não ter sido considerado. A preocupação da bancada é de que, com sete deputados, a composição para o próximo ano possa trazer prejuízo no resultado. Nesse sentido, a bancada defende a permanência no grupo do governador Renato Casagrande.    O encontro foi uma sequência de erros, começando pela forma como foi colocada a candidatura própria. Primeiro porque partiu de uma decisão da cúpula peemedebista. Temer teria convidado Paulo Hartung para a disputa ao governo, mas no decorrer da conversa deu a Ricardo a missão de construir um palanque ao Palácio Anchieta.   Para justificar sua candidatura, o senador afirmou que não teria nada a perder, pois se vencesse a disputa seria bom para o partido e, se perdesse, teria ainda quatro anos de mandato no Senado. Uma centralização da discussão que incomodou as lideranças peemedebistas. Ricardo se disse preparado para ser governador e lembrou a manobra de 2010 em que foi preterido na discussão em favor do PSB para a disputa à sucessão de Paulo Hartung, em favor de Casagrande.   Quem abriu as falas depois do senador foi o ex-prefeito de Linhares Guerino Zanon, que criticou o governo atual, afirmando que se trata de uma gestão fraca e lenta. Ele também criticou a Lei de Desenvolvimento dos Municípios, que autoriza repasses fundo a fundo, alegando que isso tiraria força dos deputados estaduais e disse que a eleição de Ricardo faria com que o Estado volte a trilhar o “caminho de desenvolvimento” do governo Hartung.    Mas as alegações não convenceram a bancada. O deputado Marcelo Santos defendeu a permanência do partido no grupo de Renato Casagrande e disse que a candidatura de Ferraço deve ser discutida dentro do PMDB. Ele afirmou ainda que foi o próprio Hartung quem fez a troca no palanque palaciano em 2010 e citou dois telefonemas que recebeu à época, um de Ricardo dizendo uma lista de ofensas ao ex-governador e outro de Hartung, pedindo ajuda para “controlar” Ferraço, dizendo que ele seria recompensado com o Senado, como foi.   Casagrande se destaca nos meios políticos por ter trazido para o âmbito do Executivo uma nova relação estabelecida com a classe política, possibilitando o debate com as lideranças, diferentemente do governo anterior, que estabelecia uma relação antidemocrática e autoritária.  Para Marcelo, essa prática é feita sem o receio do desgaste político, um risco assumido com essa forma de diálogo. Marcelo Santos também defendeu o governo, afirmando que não considera a gestão de Casagrande fraca e lenta. E lembrou que o novo governo vem assumindo dívidas deixadas pelo governo anterior. Essas dívidas seriam a falta de atenção às políticas públicas, como segurança, educação e saúde que nao foram atendidas pelo governo Paulo Hartung, algém do beneficiamento de grupos com renúncias fiscais e outras irregularidades que vêm sendo apontadas no governo de Hartung, que vem sendo blindado pelo atual governador.    A deputada Solange Lube afirmou que foi levada ao partido pelo grupo de Hartung e a deputada Luzia Toledo que tem boa relação tanto com Ricardo Ferraço quanto com o governador Renato Casagrande. Hércules Silveira defendeu a unidade do partido e o recém chegado, deputado José Esmeraldo, preferiu se manter longe da polêmica.    Já o líder do governo na Assembleia, deputado Sérgio Borges, afirmou que a Nacional não conhece a realidade local e as decisões sobre a disputa devem ser discutidas pelo partido no Estado. Mas, quem surpreendeu foi o deputado Paulo Roberto, reconhecido pela ligação com o grupo do ex-governador Paulo Hartung. Disse, no encontro, que o grupo deve adotar a cautela em relação à disputa proporcional. 

25/09/2013 / 0 Comments
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CinemaEstreias da semana

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  O trabalho mais recente de Jayme Monjardim para o cinema é Olga (2004), um novelão transposto para o cinema. Reconhecido diretor de novelas, Monjardim se lança agora em mais uma incursão pelo cinema, adaptando a monumental obra de Érico Veríssimo, O Tempo e o Vento.   No Jardins, Nota de Rodapé foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2012 e levou o prêmio de melhor roteiro em Cannes em 2011. Quem também foi premiado em Cannes no mesmo ano foi o argentino Las Acácias, ganhador da Câmera de Ouro, concedida ao melhor longa de um diretor estreante.    Os filmes entram em cartaz a partir desta sexta-feira (27).   ESTREIAS   Nota de Rodapé (Hearat Shulayim, Israel, 2011, 103 minutos, 12 anos) Drama. Direção de Joseph Cedar. Com Shlomo Bar-Aba, Lior Ashkenazi, Aliza Rosen. Pai e filho são professores que dedicam a vida ao estudo do Talmude, livro sagrado dos judeus. Mas os dois têm uma relação complicada, pois o pai nunca teve seu trabalho reconhecido no meio acadêmico.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 19h15.   Las Acacias (Las Acacias, Argentina, 2012, 85 minutos, 12 anos) Drama. Direção de Pablo Giorgelli. Com Germán de Silva, Hebe Duarte e Nayra Calle Mamani. Rubén é um motorista de caminhão solitário que percorre há anos a estrada entre Assunção e Buenos Aires. Mas dessa vez a viagem será diferente, com a companhia de Jacinta, que embarca de carona com seu bebê de oito meses.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 19h20.   Uma Noite (Una noche, Reino Unido/Cuba/Estados Unidos, 2012, 90 minutos, 18 anos) Drama. Direção de Lucy Mulloy. Com Dariel Arrechaga, Anailín de la Rúa de la Torre, Javier Núñez Florián. Cansados de viver na pobreza, os jovens Raul e Elio desejam fugir de Cuba. Depois de ser acusado de agredir um turista, a fuga do país parece ser a única solução para Raul. Para isso ele precisa da ajuda do amigo Elio.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 21h15.   Os Pequenos Riachos (Les Petits Ruisseaux, França, 2010, 94 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Pascal Rabaté. Com Bulle Ogier, Daniel Prevost, Helène Vincent. Emile, septuagenário e viúvo, tem uma aposentadoria suave. Ele pesca regularmente com outro aposentado, Edmond. Mas um dia, Edmond, depois de lhe ter revelado que tinha uma vida amorosa e sexual secreta, morre. Emile, para não afundar, tenta reencontrar gosto nas coisas. Vem os desejos esquecidos da juventude…   Cine Metropolis: 18h25. Sexta não haverá sessão.   A Branca de Neve (Blanche Neige, França, 2010, 90 minutos, 12 anos) Musical. Direção de Angelin Preliocaj.  Branca de Neve foi um sucesso mundial e ainda está em execução em todo o mundo. Para a arte, Angelin Preljocaj transformou seu teatro em estúdio de cinema. Ele instalou sua companhia e passou dos espetáculos para a produção cinematográfica, oferecendo uma versão cinematográfica desta peça.   Cine Metropolis: 20h10.   R.I.P.D – Agentes do Além (R.I.P.D, EUA, 2013, 96 minutos, 12 anos) Ação. Direção de Robert Schwentke. Com Ryan Reynolds, Jeff Bridges. Um policial morto recentemente se junta a uma equipe de policiais mortos-vivos, que trabalha para o Departamento Descanse em Paz, para tentar encontrar o homem que o assassinou.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 1 (3D). 14h20, 16h40, 18h50. DUBLADO. 21h (LEG). Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 6 (3D). 13h45, 15h45, 19h45, 21h45. DUBLADO. 17h45 (LEG). Cinemark – Shopping Vitória: Sala 6 (3D). 13h, 15h20, 20h. DUBLADO. 17h40 e 22h20 (LEG). Cine Ritz Guarapari: Sala 3 (3D). 19h. DUBLADO. 21h10 (LEG).   Família do Bagulho (We’re the Millers, EUA, 2013, 110 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Rawson Marshall Thurber. Com Jennifer Aniston, Emma Roberts, Jason Sudeikis e Thomas Lennon. Traficante de maconha precisa forjar uma família falsa para fechar um grande negócio.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 3. 14h10, 16h30, 19h, 21h20. DUBLADO. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 1. 14h10, 16h40, 19h10. DUBLADO. 21h40 (LEG).   Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 13h50, 16h30, 19h10, 21h40. DUBLADO.    O Tempo e o Vento (Idem, Brasil, 2012, 115 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Jayme Monjardim. Com Fernanda Montenegro, Thiago Lacerda, Marjorie Estiano, Cléo Pires. Baseado na obra de Érico Verissimo, conta a história da família Terra Cambará durante dois séculos.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 5. 15h40, 18h20, 21h. Sábado e domingo também 13h10.  Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 2. 13h55, 16h35, 19h15, 21h55. DUBLADO.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 2. 15h50, 18h45, 21h45. Sábado e domingo também 13h05.

25/09/2013 / 0 Comments
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