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Século Diário

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Consema aprova LP para Complexo Gás-Químico da Petrobras

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O Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) deliberou na tarde dessa quinta-feira (12) a emissão da Licença Prévia (LP) para o Complexo Gás Químico – UFN IV, da Petrobras, com instalações localizadas nos municípios de Linhares e Aracruz.   A decisão foi unânime entre os 17 conselheiros presentes à reunião. Para o requerimento da Licença de Instalação (LI), a Petrobras deverá cumprir 70 exigências ambientais, como apresentar um plano que impossibilite a construção de edifícios no entorno do UFN; criar um Programa de Tráfego e Mobilidade; e criar, junto aos municípios da área de influência do complexo, uma proposta de Programa Emergencial para evitar ocupação desordenada.     Aproximadamente R$ 46 milhões deverão ser destinados à compensação ambiental a Unidades de Conservação (UCs) da região e para a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) e de novas unidades em municípios que participam do Programa de Desenvolvimento de Gestores Ambientais. Outras condicionantes determinam a elaboração de um plano de ocupação da rede hoteleira da região, para o fortalecimento das associações de produtores de cacau e para que a mão de obra local seja qualificada e priorizada.   Além de uma unidade de produção de fertilizante nitrogenado em Linhares, que também produzirá ureia (763 mil toneladas/ano), melamina (30 mil toneladas/ano), ácido fórmico (25 mil toneladas/ano), ácido acético (200 mil toneladas/ano) e metanol (790 toneladas/ano), serão construídos o Terminal de GNL Barra do Riacho, em Aracruz, e a Base de Apoio da Barra do Riacho, distante nove quilômetros do terminal, que será o destino final dos dutos de metanol.   A preocupação de lideranças comunitárias é que mais um projeto poluidor se instale na região e, além de oferecer riscos ambientais e à saúde da população, não cumpra as medidas compensatórias previstas. As comunidades de Pavão Grande, Boa Vista e Palhal serão as mais atingidas pelo empreendimento.   Esta última, inclusive, é uma comunidade camponesa em que 25 famílias, com cerca de 70 moradores ao total, estiveram durante muito tempo sob ameaças de despejo por conta da instalação do projeto. Algumas das famílias, intimidadas, deixaram a região. Outras estão enfrentando individualmente o governo do Estado pelo aumento do valor indenizatório, uma vez que a verba oferecida tem um valor menor do que realmente valem as terras.   Segundo o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), a região tem um grande valor arqueológico que, devido à instalação do complexo, não é aproveitada porque nenhuma atividade de pesquisa foi aprovada pelo governo naquela área. No Eia/Rima do empreendimento, consta que não foram identificados sítios arqueológicos na área de implantação, mas que a região tem alto potencial arqueológico, segundo levantamentos realizados pelo o Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e relatos dos próprios moradores.   O MPA também destacou que o complexo produzirá fertilizantes com foco na exportação, e que mesmo as populações que estão localizadas fora da área de impacto do empreendimento sofrerão com enchentes e seca. Segundo o movimento, será necessário aterrar a área de 400 hectares antes ocupada pelas famílias, que sofrem com enchentes constantes em épocas de chuva. Para que essa água não prejudique as comunidades vizinhas, será necessário baixar o nível do lençol freático – o que resultará em uma seca permanente.

14/09/2013 / 0 Comments
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???Na Serra 112 mil pessoas vivem de programas sociais???

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  Rogério Medeiros e Renata Oliveira Fotos: Syã Fonseca/Ag. Porã   Audifax Barcelos (PSB) foi o único dos quatro prefeitos das cidades em condições de ter segundo turno que venceu na primeira etapa a eleição de 2012. Mas as dificuldades não estavam apenas na disputa. Com a anexação de três bairros, a Serra passou a ser o maior município da Grande Vitória. Seja em extensão territorial, seja em população.   Passados os 200 dias da gestão, o prefeito faz um balanço desses primeiros meses e projeta três anos de dificuldades para o município. Mesmo assim, se diz animado com o cargo. Nesta entrevista ele fala sobre as prioridades da gestão, as dificuldades desses primeiros meses e os avanços.    No campo político, comenta as expectativas para a disputa do próximo ano e seu papel nas projeções do PSB para a disputa ao governo do Estado e na busca de manutenção da representatividade na bancada federal. Mas destaca que seu foco é a administração do município e que a política ficará para 2014.      Século Diário – Prefeito, são mais de 200 dias de gestão e o senhor assumiu em uma situação financeira bem complicada. Como está a Serra hoje?   Audifax Barcelos – Este mandato está muito diferente do meu primeiro em todos os sentidos. Ser prefeito hoje tem várias dificuldades, mas estou feliz, animado, passando esses dias todos com muita dificuldade. Estou gastando muito minha energia para dentro da Serra. Algumas lideranças vêm me cobrando, até por ter sido deputado federal, de sair um pouco da Serra. Mas não tenho tempo para isso. Minha presença dentro da administração é fundamental para arrumar a casa. E arrumar a casa em todos os sentidos. É o que eu fiz nesse primeiro momento. Atendendo fornecedores, com problema de pagamento no município. Houve de fato uma queda na receita da Serra, assim como em outros municípios, mas na Serra isso foi muito forte.   – O senhor se refere ao fim do Fundap?   –  A questão do Fundap [Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias] foi muito forte e também o passivo que a gente tinha. Gastei muito tempo para fazer projetos. Vislumbrei também que os próximos três anos não serão fáceis. Estou gastando este tempo para elaborar projetos. Com esses projetos em mãos, vamos buscar financiamento com o governo do Estado, com o governo federal e outros órgãos financiadores. Ao mesmo tempo, estou arrumando a casa dentro da cidade, do ponto de vista de obras paradas, do pagamento de dívidas, buscando melhorar a receita no município. Diminuímos o número de cargos comissionados, acabamos com as comissões. Fomos o único município a criar um plano de incentivo à aposentadoria para diminuir a folha. Conseguimos quase 200 funcionários que se inscreveram para se aposentar. Paralelo a isso trabalhei para aumentar receita. Instalamos o protesto. Muitas pessoas que têm dívida ativa estão sendo protestadas. É lógico que estamos fazendo isso em cima de médios e grandes devedores, não estamos fazendo isso com pequenos devedores. Nós, prefeitos, precisamos romper com essa cultura do medo. Foi criada uma cultura nos meios políticos, entre os prefeitos, que é a cultura do medo.    – O senhor está se referindo à questão da independência dos municípios?   –  Foi instalada na classe política essa cultura do medo. São controles excessivos e vai piorando ano após ano, esse controle excessivo na administração pública, e nós prefeitos, secretários, deixamos de ser empreendedores, deixamos de buscar alternativas, porque hoje tudo é não pode, não pode.    – Tem sempre o fantasma da improbidade…   – Tem o fantasma da improbidade, tem o fantasma dos controles, que tem um lado bom por causa da transparência e da democracia, mas isso não pode nos trazer essa cultura do medo que faz com que deixemos de ser empreendedores, inovadores. Mas estou feliz, gosto de ser prefeito. Gosto muito mais de ser Executivo do que Legislativo. Estou mais próximo da população hoje. Priorizei a saúde, porque acredito nisso, que pode melhorar. Acredito que o sistema público é o caminho para mudarmos a saúde. A minha população precisa muito disso. É a grande demanda da cidade. E neste mandato estou apostando nisso. No meu primeiro mandato apostei na educação e agora estou apostando muito na saúde.    – E a questão da saúde na Serra não é só da Serra, porque o município acaba absorvendo as demandas de outros municípios, sobretudo do norte do Estado.   – Nós absorvemos o sul da Bahia, o noroeste de Minas. Hoje a Serra é a maior cidade do Espírito Santo. Não era até o ano passado. Os desafios hoje são maiores, a receita menor, o passivo muito grande. Essas questões deixam cada vez mais difícil ser prefeito, romper com tudo isso. Mas a cada dia sinto minhas forças renovadas para esse desafio. Minha eleição foi baseada nessa bandeira da saúde, então tenho de priorizar isso. E já conseguimos alguns avanços. A distribuição de medicamentos, que era de 55%, agora é de 98%. Os exames eram feitos uma vez por semana e agora são todos os dias. O município realizou nesse período um milhão de consultas, isso quer dizer que a população toda da Serra foi consultada duas vezes. Tive muita coragem ao retomar a UPA da Serra Sede. Era uma OS [Organização Social] que tomava conta lá, absorveu no final do ano, e logo em janeiro já tomei uma posição, porque o serviço prestado não estava agradando à população. O custo era enorme. Fiz o inverso que está no mercado e retomamos com muita força a UPA da Serra Sede.    – O prefeito administra um município bem diferente. Um município grande geograficamente e populacionalmente, cortado por uma BR e com os bairros  separados, com realidades muito diferentes. Com grandes plantas industriais que não contribuem tanto para a arrecadação, como administrar um gigante desses?   – Esse é um grande desafio e é o meu papel de fazer. A Serra é o maior município em população. Cabe dentro da

14/09/2013 / 0 Comments
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‘Causou’

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O ex-governador Paulo Hartung (PMDB) deu um nó na classe política e está do jeito que gosta. Conseguiu atrair todos os olhares para si e já aparece com “pinta” de protagonista do processo eleitoral de 2014. Como nos velhos tempos, lança pistas e interrogações no mercado político, deixando os demais personagens desnorteados à espera de uma definição sobre seu real projeto para o ano que vem. Inclusive e principalmente, embora tente disfarçar, o governador Renato Casagrande, que aparece na imprensa corporativa nesta sexta-feira (13) com um pedido de trégua. Você sabe, a eleição já começou há muito tempo no Estado, mas os principais atores do cenário insistem no discurso de que ainda cedo para debatê-la, como se a população não enxergasse o óbvio. Por trás dessa tentativa de mostrar que “está tudo muito bom, está tudo muito bem”, cada um tenta se desdobrar em mil para ter condições de engolir o outro. Casagrande já sabe: se o senador Ricardo Ferraço (PMDB) sair mesmo candidato ao governo, terá que ir para o confronto. Armadilhas e alternativas de acomodações já estão em fase de elaboração. E as munições, prontas no gatilho. Promete.   'Causou' II Quem está incomodada já tem tempo com essas movimentações de Hartung que o colocam como candidato ao Senado é a deputada federal Rose de Freitas, também do PMDB. Rose quer uma cadeira no mesmo lugar e circula pelo Estado tentando convencer de que é o nome ideal do partido à vaga. Os dois não se “bicam” há anos.   'Causou' III Rose, aliás, não se cansa de repetir por onde passa que não entregará a candidatura de mão beijada para o ex-governador.   Festança O Fundo Estadual de Desenvolvimento Municipal (FEADM), aquele que deu muito “pano para manga” na Assembleia Legislativa, será lançado por Casagrande na próxima segunda-feira (16), no Palácio Anchieta. Vai “bombar”.    Segue… O mecanismo vai permitir investimentos diretos do governo aos municípios capixabas, o que em ano eleitoral vai funcionar que é uma beleza. Por isso mesmo, os deputados estaduais tremeram diante da possibilidade de não mais atuarem como interlocutores nos municípios onde têm base eleitoral. Houve polêmica e, depois, “consenso”.    Tudo é motivo A informação de que o articulador da Rede Sustentabilidade no Estado Gustavo De Biase teria se encontrado com o senador Magno Malta (PR) por algumas vezes, numa tentativa de aproximação política, rendeu mais um round do duelo entre seus militantes. A briga não é boato, mas o tal encontro dizem que sim. Tem mais na próxima nota…   Tudo é motivo II Texto assinado por Adauto Emmerich e Luiz Cláudio Ribeiro, que dizem ser os candidatos ao governo e ao Senado, respectivamente, aponta que De Biase mancha a imagem da Rede-ES. Desse jeito, o partido “vai longe” no Espírito Santo.   Sexo forte Campanha lançada nesta semana no Congresso Nacional pretende aumentar em 20% o número de mulheres filiadas a partidos políticos até o dia 4 de outubro, já para candidaturas à eleição do ano que vem. Feito isso, a expectativa é ampliar em 30% a representação da bancada feminina na Câmara e Senado.   Nas redes “Dois detidos por usarem máscara!! Pode isso, Casagrande?”. (Não é por centavos, é por direitos – no Facebook).   PENSAMENTO: “Os lobos perdem os dentes mas nunca a sua natureza”. Curtis L. Johnson

13/09/2013 / 0 Comments
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Influência externa

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Os movimentos do ex-governador Paulo Hartung novamente remontam uma estratégia conhecida nos meios políticos. É bem evidente que a nota publicada na imprensa nacional saiu do almoço entre os caciques do PMDB  Michel Temer e Valdir Raupp (RR), Hartung  e o senador Ricardo Ferraço. Agora preferem o silêncio e vão posar para foto ao lado do governador Renato Casagrande (PSB) para demonstrar clima pacífico entre as lideranças.    Novamente, Hartung põe fogo no mercado político e depois joga água na fervura. Um movimento de avanço e recuo que serve para criar um clima de indefinição entre a classe política. Esse movimento beneficia as projeções para o próximo ano. Ele pode ir testando a temperatura do mercado para escolher com calma o melhor posicionamento para 2014.   O silêncio de Hartung e Ferraço não serve para acalmar o mercado. O que precisava dizer já foi dito e entendido pela classe política. No silêncio de Hartung fica impresso a impossibilidade da manutenção unanimidade, da desestabilização política do governador Renato Casagrande e a entrada do ex-governador no processo eleitoral.    Enquanto o governador tenta convencer as lideranças a não anteciparem as discussões de 2014, Hartung segue em sua estratégia de calibrar a imagem de grande gestor e de total controle do processo político do próximo ano. À classe política caberá escolher entre os palanques que se apresentam.    De um lado está Casagrande que passa a imagem de um governo fragilizado que pode oferecer riscos eleitorais em 2014; do outro está Hartung que tenta passar a imagem de um governo forte e organizado, mas aí seria concordar em retornar a um sistema opressor de controle político total.    Fragmentos:   1 – O pessoal do Instituto Capixaba do Estudo e Extensão Rural (Incaper) não anda muito satisfeito com o presidente Evair Vieira de Melo. Enquanto os carros de fiscalização estão parados sem gasolina, o órgão coloca propaganda em horário nobre.    2 – A justificativa do órgão é de que o contrato para o abastecimento dos veículos venceu. O problema é que sem os veículos não há como fazer fiscalização e acompanhamento do produtor rural. 3 – O diário oficial do Estado traz nesta sexta-feira (13), a nomeação do ex-prefeito de Anchieta Edival Petri como assessor para o cargo de assessor especial na Secretaria de Estado da Educação.

13/09/2013 / 0 Comments
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Cuidado com os falsos salvadores da pátria

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O preconceito é vil e covarde! Raramente se assume, está sempre escondido sobre a capa da benevolência e da caridade, mas sempre pronto a atacar e agredir seu alvo. No caso da homofobia dos religiosos é sempre negado nas palavras, mas feroz em suas atitudes. Podemos ver isso em discursos públicos de Magnos Maltas, Malafaias e Felicianos, eles são muitos e se espalham, principalmente na política para promoverem a violência e castrarem os direitos civis dos LGBTs. Mas de onde vem tanto ódio e repulsa, que se desculpa apoiado em falsas interpretações bíblicas?   Segundo estudos realizados por duas universidades – Rochester da Califórnia, nos Estados Unidos, e Universidade de Essex, na Inglaterra -, revelaram que, na sua maior parte, a homofobia não passa de um desejo escondido e reprimido pela prática sexual com pessoas do mesmo sexo. Essas pesquisas diagnosticaram no homofóbico grandes perturbações mentais. São pessoas que vivem em guerra com elas mesmas, que se escondem na religião e expressam seu ressentimento agredindo quem teve a coragem de se assumir, de deixar vir à tona sua sexualidade.   Faça você a sua análise, pesquise e olhe bem de perto a vida das pessoas homofóbicas, perceba detalhes da vilania, da falsidade e da incoerência com elas mesmas. São sempre mentirosas e chantagistas. Como oportunistas se aproveitam de temas polêmicos para chamarem atenção sobre elas, demagógica, tentam sensibilizar o emocional de maneira vulgar e canastrona de quem as ouve, são adúlteras, mas condenam o adultério, são moralistas do tipo: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, sempre tiram vantagens das fraquezas dos outros para parecerem fortes, falam de amor, mas promovem o ódio e facilitam atitudes criminosas, acusam os outros de seus próprios erros, e sempre que podem se tornam juízes implacáveis.   Infelizmente a história está se repetindo, estamos voltando à idade média, que ficou conhecida como a noite dos mil anos – a idade das trevas, quando a religião tomou de assalto a política e implantou o terror.   Chega de hipocrisia, precisamos salvar o Brasil dessa armadilha. Nossa proposta é a construção de um tempo justo, com igualdade de direitos e respeito às diversidades sociais, as nossas orientações e opções. Temos direito ao nosso corpo, aos nossos sentimentos, ao nosso nome. Chega de máscaras e armários. Temos a nossa individualidade.   Em 2014 tome muito cuidado com seu voto. Cuidado com homossexuais enrustidos, que se escondem na homofobia político-religiosa disfarçados de salvadores da pátria.   Luiz Felipe Rocha da Palma (Phil Palma) é publicitário. Nas “horas vagas” (às quartas) comanda o programa “Praia do Phil” pela rádio Universitária FM, onde defende os LGBTs e denuncia a homofobia. Fale com o autor: philpublicitario@gmail.com

13/09/2013 / 0 Comments
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Após escândalo, Vidigal pede demissão do Ministério do Trabalho

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Sérgio Vidigal (PDT) não é mais secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho. O ex-prefeito da Serra entregou o cargo nesta sexta-feira (13). Na quinta-feira (12), Vidigal chegou a ser nomeado pelo ministro Manoel Dias para conduzir a comissão que apuraria as denúncias de corrupção na pasta.    O então secretário teria a missão de analisar os convênios do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e com o Instituto Mundial de Desenvolvimento e da Cidadania (IMDC). As supostas irregularidades nos convênios deflagraram, no início desta semana, a operação Escopo, da Polícia Federal.    Durante toda essa quinta-feira o clima no MTE era de apreensão. O ministro Manoel Dias, após ter uma conversa reservada de duas horas com a presidente Dilma Rousseff, foi confirmado na pasta. Em seguida, Dias anunciou que Vidigal – que chefiava a secretaria mais importante do Ministério – conduziria o “pente-fino” para apurar as denúncias de corrupção envolvendo a pasta.    A escolha de Vidigal aumentou o mal-estar dentro do governo e da própria cúpula do PDT. Os que se colocaram contrário à escolha do então secretário, lembraram que Vidigal, em 2008, quando governava o município de Serra, firmou convênio com a IMDC, ONG que é investigada pela PF. O convênio firmado com o então prefeito serrano, no valor de R$ 4,6 milhões, ainda estaria em vigor.    Ainda nessa quinta-feira, um grupo de pedetistas exigia que o partido entregasse a pasta para a presidente Dilma. Houve polêmica. O presidente nacional da sigla, o ex-ministro Carlos Lupi, que continua dando as cartas no Ministério, falou mais alto e afirmou que o PDT continuaria à frente do MTE.    Defensores da posição de Lupi alertavam que a entrega da pasta em meio às denúncias de corrupção envolvendo funcionários do MTE seria o mesmo que o partido assinar uma confissão de culpa.    Pronto Emprego   Segundo informações da Polícia Federal Sérgio Vidigal é um dos investigados na Operação Pronto Emprego, que também apura fraudes no repasse de R$ 47,5 milhões do MTE à ONG  Centro de Atendimento ao Trabalhador (Ceat).   Um dos assessores de Vidigal, Gleide Santos Costa, foi preso na semana passada, em São Paulo. Ele é acusado de favorecer a Ceat. A ONG é suspeita de desviar cerca de R$ 18 milhões de convênios financiados pelo Ministério. 

13/09/2013 / 0 Comments
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Governo federal libera R$ 26 milhões para municípios capixabas

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O Espírito Santo vai receber R$ 26 milhões na primeira parcela de um repasse financeiro do governo federal. A liberação foi feita nesta sexta-feira (13) e o recurso deve ser utilizado para a prestação de serviços de melhor qualidade à população.   Os recursos fazem parte do bolo de R$ 3 bilhões que serão repassados aos Estados e que fizeram parte da pauta de reivindicação da Marcha dos Prefeitos. A liberação dos recursos foi sancionada e anunciada na última terça-feira (10).    Os recursos, que não têm vinculação orçamentária, serão repassados para as prefeituras em duas parcelas: a primeira metade, de R$ 1,5 bilhão, agora, e a segunda parte com previsão para abril de 2014. O dinheiro, que equivale financeiramente a 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e seguirá os seus critérios de distribuição, será depositado sem qualquer desconto ou obrigatoriedade de aplicação.   O pagamento do primeiro R$ 1,5 bilhão foi feito pelo Banco do Brasil, seguindo os mesmos critérios de distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O dinheiro deve ser aplicado de acordo com urgência de cada um. Ele não terá o desconto do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb), nem tem a obrigatoriedade do porcentual de investimento em Saúde.

13/09/2013 / 0 Comments
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Decisão judicial prevê que Prefeitura de Aracruz aprove projeto de casas em Nova Esperança imediatamente

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A Justiça concedeu liminar para afastar a regra de Lei Municipal que vinha impedindo a construção de casas do projeto “Minha Casa Minha Vida”, no bairro Nova Esperança, em Aracruz. As casas serão construídas para abrigar os desalojados do loteamento Nova Esperança, mas a construção vinha sendo protelada pela prefeitura municipal devido a um desentendimento entre o desenho arquitetônico das residências e o Plano Diretor Municipal (PDM), da Serra.    De acordo com a decisão, a prefeitura deverá proceder á imediata aprovação do projeto arquitetônico das unidades residências do “Residencial Barra do Riacho” pela Construtora Arpa e Serviços Ltda, conforme pactuado no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para garantir moradia às famílias expulsas do local.    Na prática, a prefeitura havia se negado a emitir o alvará para a construção das 547 casas sob a alegação de que o Plano Diretor Municipal (PDM) prevê que “os banheiros não poderão comunicar-se diretamente com a cozinha e sala de refeição”.   Entretanto, a construção das casas, conforme o TAC assinado entre as partes, previa a construção das casas “conforme as disposições dos padrões de engenharia, arquitetura e urbanismo estabelecidos pela Lei 'Minha Casa Minha Vida', e não do PDM municipal e no prazo de um ano, podendo ser prorrogado por mais seis meses, no total de até 18”, o que não ocorreu.    “É evidente o atraso por parte da municipalidade, uma vez que os dezoito meses há muito foram ultrapassados. Por outro lado, o atraso no cumprimento do pactuado implica em clara ofensa ao direito de moradia, uma vez que centenas de cidadãos de Aracruz estão vivendo em condições desfavoráveis aguardando a entrega das casas populares”, pontuou  a decisão.    Segundo a Justiça, tal ofensa – ao direito de moradia – por si só já autorizaria o deferimento da liminar pleiteada, uma vez que a legalidade invocada pela Administração para negar o alvará deve ceder espaço para a garantia da moradia, principalmente porque a própria Constituição Federal traz como um de seus objetivos fundamentais (art. 3º, III) a erradicação da pobreza e marginalização, que também se faz ao permitir ao cidadão alojado com a família em uma Quadra de Esportes o direito a uma habitação digna.   Diz ainda que  o argumento trazido pela municipalidade para não expedir o alvará ofende também o  princípio da igualdade. Segundo a Justiça, apesar da Lei municipal 3143/2008 proibir que as construções do tipo popular tenham banheiros com comunicação direta com a cozinha e o salão de refeição, inexiste vedação semelhante para os demais tipos de habitação no município.     “Em outras palavras, uma construção do tipo popular não pode abrigar a comunicação do banheiro com a cozinha, mas as demais estão livres para que a comunicação ocorra. Nada mais fora do razoável”, afirma a decisão.    A Justiça ressaltou a importância do início das obras, visto que as mais de 313 famílias se encontram alojadas em condições precárias aguardando as residências serem construídas. Caso a decisão, assinada pelo juiz Fabio Gomes e Gama Junior prevê multa diária de R$ 500,00 com limite de valor de R$ 30 mil, no total.    A decisão foi publicada no Blog Amigos da Barra do Riacho, que acompanha o processo de construção das habitações populares.     

13/09/2013 / 0 Comments
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Juiz mantém exame sobre pedido de bloqueio de bens de Hartung

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O juiz da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, Gustavo Marçal da Silva e Silva, manteve, nesta sexta-feira (13), o posicionamento inicial sobre o exame do pedido do bloqueio dos bens do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) e mais sete réus na ação de improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público Estadual (MPE), sobre as fraudes nas obras do “Posto fantasma”, em Mimoso do Sul. Mesmo com as queixas pela demora na análise da liminar, que já ultrapassa cinco meses, o juiz ratificou a decisão que postergou o julgamento até o recebimento da defesa de todos os denunciados. Depois do longo período para a localização de um dos réus – o ex-gerente da Secretaria de Transporte e Obras Públicas, Luiz Cláudio Abrahão Vargas, localizado quase cinco meses após o ajuizamento do processo –, o juiz Gustavo Marçal apontou um novo problema que pode adiar, ainda mais, a análise dos pedidos de liminar: os mandados de notificação de quatro réus – os ex-secretários José Teófilo de Oliveira, Bruno Pessanha Negris (Fazenda), Neivaldo Bragato (Transportes) e do ex-diretor-geral do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER-ES), Eduardo Antônio Mannato Gimenes – não foram devolvidos. No mesmo despacho, o juiz determinou que o cartório da 3ª Vara cobre a devolução dos mandados cumpridos, bem como se certifique do cumprimento de disposições anteriores sobre o prazo para apresentação das defesas prévias. Somente após a conclusão das notificações que terá início a contagem do prazo de 15 dias, o que deve adiar o exame do pedido de bloqueio de bens para meados do mês de outubro – ou seja, mais de sete meses após a formalização da denúncia, protocolada no dia 08 de março deste ano. Essa demora motivou a apresentação de um ofício, na última semana, pelo promotor de Justiça, Dilton Depes Tallon Netto – autor da ação –, cobrando a celeridade da Justiça na análise dos pedidos de antecipação de tutela no processo. Na ocasião, ele pediu que o juízo da 3ª Vara se manifestasse antes mesmo da localização do último réu – que até então não havia sido localizado pelos oficiais de Justiça. No documento, Dilton Depes afirmou que a demora na intimação do denunciado estaria prejudicando o bom andamento do processo e estaria em “descompasso com a garantia constitucional, que assegura a duração razoável do processo”. Denúncia Nos autos da ação de improbidade (0007690-58.2013.8.08.0024), o promotor acusa o ex-governador e mais sete pessoas de seu governo de “torrarem cerca de R$ 25 milhões” nas obras do posto São José do Carmo, em Mimoso do Sul. O representante do MPES se refere ao “desperdício do dinheiro público” com o projeto, que saiu da fase da terraplanagem e não tem qualquer previsão de utilização, de acordo com o governo estadual. Hartung foi denunciado pela realização de uma suplementação, isto é, ter destinado mais verbas às obras, mesmo após ele ter extinguido o posto fiscal por decreto. Na época do ajuizamento do caso, em março deste ano, o ex-governador chegou a afirmar que a obra inacabada seria um “patrimônio do Estado”, hipótese que foi desmentida pela atual diretora-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado (DER-ES), Tereza Maria Sepulcri Casotti, em manifestação nos autos deste processo. Além dos ex-governador e ex-secretários estaduais, foram denunciados ainda os servidores Marcos Antônio Bragatto (atual consultor do Executivo na Secretaria da Fazenda) e Dineia Silva Barroso (ex-subsecretária de Tesouro Estadual), que faziam parte do Conselho de Administração do DER-ES à época, juntamente com Luiz Cláudio Abrahão Vargas. Eles são acusados de terem homologado todos os contratos relativos à obra inacabada.

13/09/2013 / 0 Comments
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Construtora Baleia insiste em levantar torres residenciais em Manguinhos

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Após reunião nessa quinta-feira (12) com moradores de Manguinhos, litoral norte do município de Serra, a empresa Baleia Empreendimentos reafirmou sua intenção construir cinco torres de oito andares no terreno onde funcionava o restaurante Chico Bento (imagem ao lado), próxima à Igreja Católica, no Centro do balneário.      Os moradores alegam que a construção está em desacordo com o Plano Diretor do Município (PDM). A maior parte do terreno estaria dentro da Zona de Ocupação Controlada (ZOC), onde só é permitida a construção de prédios de até três pavimentos.    Sobre a polêmica, o prefeito da Serra, Audifax Barcelos (PSB), sem citar especificamente o empreendimento, afirmou que é contra a construção de edifícios de gabaritos altos do lado direito – sentido norte do Estado – da ES-010, justamente no local da obra, que está em fase de terraplanagem.    Após a reunião, os moradores avaliaram que a construtora Baleia Empreendimentos está decidida a não abrir mão da construção das cinco torres. Os empresários alegam que o terreno está numa área de interseção, o que tornaria legal a obra.    Apesar da argumentação dos empresários, não há em Manguinhos edificações com mais de três andares. Os moradores pediram à construtora durante a reunião que a legislação municipal seja respeitada.   A Procuradoria de Serra está analisando o caso e deverá emitir parecer que irá embasar a posição da prefeitura sobre a emissão ou não de uma licença para a construção dos prédios.    “A ZOC está identificada no mapa do PDM com a cor amarela, observamos que o terreno está todo pintado de amarelo, mas, ao mesmo tempo, a frente do terreno está para outra zona que chamamos de eixo de dinamização, previsto pelo artigo 123 do PDM. E neste caso, é permitida a construção de até oito pavimentos”, explicou a secretária de Desenvolvimento Urbano da Serra, Ana Cláudia Buffon, em recente reportagem de Século Diário.    Por enquanto, a construtora tem licença somente para terraplanagem da área, motivo suficiente para preocupar os moradores. Segundo os moradores, é grande a movimentação de máquinas no local. Eles lembram que foram pegos de surpresa, pois a obra já fora embargada pela prefeitura em outra ocasião.    Uma enquete chegou a ser feita no balneário para sondar a aceitação dos moradores sobre a construção do empreendimento. A maioria se disse contrária.

13/09/2013 / 0 Comments
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