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Peleja por vaga na Assembleia segue no Tribunal de Justiça

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Mais uma reviravolta na disputa por uma vaga de suplente da Assembleia Legislativa aconteceu na tarde desta quinta-feira (7), no Tribunal de Justiça. Cinco desembargadores votaram favoravelmente ao agravo de instrumento impetrado pelo ex-deputado Paulo Roberto (PMDB) para permanecer na Casa. Paulo Roberto, que tomou posse no dia 7 de janeiro na Assembleia Legislativa, perdeu a cadeira depois que o suplente do PSDB, o vereador por Colatina  Olmir Castiglioni, conseguiu uma liminar lhe garantindo a vaga. A posse de Castiglioni está marcada para o próximo dia 19. Olmir alega que a vaga pertence ao PSDB, porque Paulo Roberto, que disputou a eleição em 2010 pelo PMN – partido que fazia parte da coligação PSDB, DEM, PPS e PMN –, migrou para o PMDB, que fazia parte de outra coligação. O julgamento foi suspenso por conta do pedido de vista feito pelo desembargador Annibal de Rezende Lima, quando Paulo Roberto havia conseguido cinco votos a seu favor. Mas o número ainda é insuficiente para lhe dar a cadeira. Contra o agravo já foram proferido sete votos – dois desembargadores mudaram o voto e outros dois pediram que seus votos fossem desconsiderados. Na semana passada, os desembargadores iniciaram o julgamento do agravo regimental interposto pelo ex-deputado estadual Paulo Roberto, que pediu a cassação da liminar concedida a Olmir Castiglioni (PSDB), junto à desembargadora Elizabeth Lordes, dando-lhe a vaga de deputado como segundo suplente da coligação PMN-PPS-PSDB-DEM. A relatora do agravo, desembargadora substituta negou provimento ao recurso na votação do dia 31 de janeiro, reconhecendo, assim, o direito de Olmir à vaga. Na mesma sessão, porém, o desembargador Fernando Bravin pediu vista e apresentou seu voto na sessão desta quinta-feira (7). Bravin divergiu da relatora, mostrando jurisprudências que, em seu entender, dão direito a Paulo Roberto de reassumir o mandato. “A mudança de partido altera a ordem de suplência?”, indagou Fernando Bravin em seu voto, para em seguida responder: “Sim, mas desde que a Justiça Eleitoral tenha reconhecido a ausência de justa causa de mudança”. Fernando Bravin acrescentou: “Entendo que, pelo ordenamento jurídico analisado, ele [Paulo Roberto] não perde o mandato. Se perder o mandato, ele estaria sendo punido sem abertura de um processo. Por isso, dou provimento ao agravo [proposto por Paulo Roberto] e denego o mandado de segurança [pedido por Olimir]”. O entendimento do desembargador vai contra o Supremo Tribunal Federal (STF), que é bem claro ao afirmar que as vagas nas eleições proporcionais não pertencem ao candidato e sim à coligação. Mesmo assim, o voto dele foi seguido pelos desembargadores Adalto Dias Tristão e Manoel Rabelo. Os desembargadores Fábio Clem e Ney Batista Coutinho, que na sessão passada seguiram o voto da relatora Elizabeth Lordes, nesta quinta-feira mudaram o voto de Bravin. Já os desembargadores Samuel Meira Brasil Júnior e José Luiz Barreto Vivas desconsideraram seu voto dado anteriormente, para aguardar o voto de Annibal de Rezende Lima.  

08/02/2013 / 0 Comments
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O resgate da AP

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Está em vias de virar livro ainda em 2013 a longa (28 anos) pesquisa do jornalista Otto Filgueiras sobre a história da Ação Popular (AP), uma das principais siglas políticas engajadas na resistência à ditadura militar, ao lado da ALN, do PCdoB e da VPR.   De origem baiana, o pesquisador é repórter há 36 anos e dedicou a maior parte de sua vida profissional ao levantamento da vida e morte da organização de esquerda que teve entre seus militantes originais o sociólogo mineiro Herbert de Souza (Betinho) e o líder estudantil José Serra, ex-governador paulista que, como candidato do PSDB, já perdeu para o PT duas eleições presidenciais.   Empenhado em fazer um balanço da história da organização que nasceu no seio da esquerda católica de Belo Horizonte no início dos anos 1960 e esgotou-se na luta armada na década de 70, Filgueiras está formatando o último dos 150 capítulos do livro REVOLUCIONÁRIOS SEM ROSTOS – Uma História da Ação Popular, que tem envergadura para sair em forma de trilogia, num total de 1000 páginas.      “Não sou personagem”, adianta Otto, lembrando que o livro conta a atuação da AP, desde a fundação em 1962 até a derradeira tentativa (frustrada) de reorganizá-la, no início dos anos 1980. A obra baseia-se principalmente na história documental da organização e, quando comprovado pelo autor, no relato oral dos seus antigos dirigentes, militantes, simpatizantes e familiares.   Numa síntese do seu trabalho, condensado em milhares de páginas de documentos e mais de 800 horas de fitas gravadas, o repórter resume: “Realizei mais de 200 entrevistas em vários estados do Brasil com antigos dirigentes, militantes e simpatizantes das várias fases da AP, mas também com familiares de dirigentes e de militantes já falecidos, advogados que atuaram na defesa de pessoas que foram presas, torturadas, processadas e algumas assassinadas pela ditadura militar, além de entrevistas com militantes de outras organizações de esquerda.”   A popular AP é pouco conhecida pelas novas gerações. De origem cristã, principalmente com influência de pensadores católicos humanistas como Emmanuel Mounier, Teilhard de Chardin, Jacques Maritain, o padre Louis-Joseph Lebret e o padre brasileiro Henrique Lima Vaz, mas também influenciada por pensadores teóricos progressistas da igreja presbiteriana, a exemplo do pastor estadunidense Richard Shaull, a AP começou a ser articulada pela esquerda católica a partir de 1961, em Minas Gerais, onde surgiu o jornal Ação Popular, editado por Vinicius Caldeira Brant.   Inicialmente, a Ação Popular era considerada apenas um movimento, mas logo em 1962 seus articuladores realizaram duas reuniões nacionais, primeiro em Belo Horizonte e depois em São Paulo, quando esboçaram seu estatuto ideológico. Seu congresso de fundação só aconteceu no carnaval de 1963, em Salvador, na Escola de Veterinária da Universidade Federal da Bahia (UFBA), quando foi aprovado seu Documento Base. A partir de então, a AP passou a ter um referencial teórico e se constituiu nacionalmente como organização política, embora sem registro legal jurídico.   Ao longo de sua trajetória, a Ação Popular aglutinou mais de 25 mil militantes, simpatizantes e pelo menos um milhar deles foi deslocado para trabalhar em fábricas e no campo a partir de 1968, na chamada “fase maoísta”.   Uma das principais bases políticas da resistência ao regime militar, a AP defendeu a luta armada para derrubar a ditadura, mas era contra as ações foquistas. Mesmo se esforçando para manter seus vínculos sociais, inclusive com militância política dentro de partidos (PTB e PSB), terminou isolada e esfacelada pela repressão da ditadura militar.   O livro esmiuça os embates internos que levaram a Ação Popular a migrar do cristianismo esquerdista ao marxismo-leninismo e, também, a história de seus principais militantes e dirigentes, entre eles Jair Ferreira de Sá, um dos fundadores da organização, que esteve  no comando desde o começo e foi seu principal dirigente nos anos mais duros do regime militar. Jair já estava clandestino em 1968, quando coordenou os protestos populares durante as comemorações oficiais do dia 1 de maio em São Paulo, episódio que levou o governador Abreu Sodré a submeter-se aos militares. Além de pesquisar o arquivo de Jair Ferreira de Sá, depositado no Arquivo Público do Rio de Janeiro, Otto recebeu da família o seu arquivo pessoal.   Entre as mais de 200 entrevistas realizadas, destacam-se os depoimentos de personagens históricos, como o Padre Henrique Lima Vaz (já falecido), na época filósofo e principal teórico da esquerda católica, cujas ideias foram decisivas na fundação da organização e na redação do Documento Base aprovado em 1963.   Otto Filgueiras também registra o depoimento de outras figuras: + o operário Ênio Seabra, que liderou as greves de Contagem (MG), em 1968; + o operário José Barbosa (já falecido), um dos líderes da manifestação contra a ditadura no 1 de maio de 1968, na Praça da Sé, em São Paulo; + o mineiro José Gomes Dazinho (já falecido), líder operário nas minas de ouro e prata, em Nova Lima (MG), e deputado até 1964, quando foi preso e torturado. + o líder camponês Manoel Conceição Santos, dirigente da organização; + Jean Marc, ex-presidente da UNE; + Doralina Rodrigues Carvalho, José Fidelis Sarno, José Luiz Moreira Guedes, Maria Nazaré Pedrosa,  ex-dirigentes da UNE; + Maria Auxiliadora Arantes, Anete Rabelo, Aldo Arantes, Haroldo Lima e Renato Rabelo, atualmente dirigentes do PCdoB; + O pessoal que participava do Movimento de Educação de Base (MEB) no governo João Goulart, a exemplo de Nilson Batista e Zélia Rezende; + Felícia Andrade de Moraes, militante da AP e companheira de Rui Frazão, dirigente  da AP morto pela ditadura.  + Tibério Canuto e Emiliano José, ex-dirigentes da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES).   Com esses e outros, o pesquisador reuniu dados sobre a presença da AP nos movimentos estudantil, camponês e operário, particularmente de Contagem (MG), Osasco, São Paulo e no ABC paulista nas décadas de 1960 e 1970.     Com base na documentação encontrada nos arquivos foi possível esclarecer também a prisão e morte dos militantes e dirigentes da AP Jorge Leal Gonçalves, Raimundo

07/02/2013 / 0 Comments
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Quem é o ???Pinóquio????

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  Se ainda havia alguma sombra de dúvida sobre a suspeita de uma crise institucional entre o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) e o Ministério Público Estadual (MPES), não há mais. A crise está definitivamente instalada.    Um ofício enviado no último dia 25 pelo procurador-geral de Justiça Eder Pontes ao presidente do Tribunal, desembargador Pedro Valls Feu Rosa, comprova a animosidade entre as instituições.     O ofício, que parece ter sido propositalmente “esquecido” no corpo da matéria (“Força-Tarefa aguarda envio de documentação) publicada nessa quarta-feira (7) no site institucional do órgão, desqualifica o trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento à Tortura do TJES, uma das iniciativas que é motivo de orgulho para o presidente do Tribunal, que tem como desafio dobrar a página da história recente de violações do Estado, que alcançou seu auge no governo passado, com as famosas “Masmorras de Hartung”.    Pontes não mede palavras para criticar as ações da comissão. No trecho mais contundente do documento, logo no início, ele diz que o TJES tem divulgado no site institucional e por meio de declarações do presidente da instituição à imprensa, que o “Turturômetro” – contador de denúncias de torturas criado por Pedro Valls – registrou 356 casos de violações em 2012, que foram enviados ao MPES, mas que nenhum processo foi aberto.    O procurador-chefe se refere, especificamente, à declaração que Pedro Valls teria dado à Revista IstoÉ. Contrariado, Pontes alega que o fato de o MPES ter assento na comissão, não significa que as “denúncias” (sempre entre aspas) foram remetidas ao MPES. Ele diz que essa informação de Pedro Valls é inverídica (segundo os dicionários, que não diz a verdade; falso; mentiroso).    Em outras palavras, Pontes chamou literalmente o presidente do MPES de mentiroso. Ele acrescentou ainda que a opinião pública tem sido induzida a acreditar nessa versão “mentirosa”.    Em seguida, Eder Pontes passa a desqualificar o trabalho da comissão e aponta “erros jurídicos” na concepção e atribuições do grupo coordenado pelo desembargador William Silva.    Ele afirma, por exemplo, que o “levantamento de representações ao MPES”, por parte da comissão, viola o princípio da autonomia funcional. O procurador-geral diz ainda que a atribuição legal de fazer “visitas surpresas” nas unidades prisionais não é prerrogativa da comissão e sim do promotor e do juiz das execuções.    No “sabão” que dá no presidente do Tribunal, Pontes adverte que a comissão tem requisitado ilegalmente, por meio do seu presidente, que ocupa o cargo de desembargador, instauração de inquéritos. Segundo Pontes, isso fere, novamente, as atribuições do juiz natural.    Pontes se refere ainda aos casos de torturas de presos – que tiveram as nádegas queimadas na Penitenciária do Xuri, em Vila Velha. O trabalho da comissão para apurara o crime de tortura que ganhou repercussão na mídia local e nacional, segundo ele, extrapolou às prerrogativas da comissão.    Encolerizado, Eder Pontes afirma ser “inadmissível que se perdurem infundadas acusações institucionais veiculadas pela imprensa”. Por fim, Pontes comunica a Pedro Valls que o MPES não mais compõe a Comissão de Prevenção e Enfrentamento à Tortura do TJES.    O texto pesado de Eder Pontes, que soa como desabafo, é mais um ataque direto da instituição na batalha travada com o Tribunal de Justiça, que ganhou contornos sangrentos com a deflagração da Operação Derrama.   É importante registrar que o mal-estar entre as duas instituições não é de hoje. Desde que Pedro Valls assumiu a presidência do TJES e Pontes a do MPES, a relação entre as duas instituições vinha sofrendo desgaste.    O primeiro sinal público de crise veio com a Operação Lee Oswald. A divergência sobre o desdobramento das investigações, como ocorre agora com a Derrama, ganhou contornos de crise institucional. Na época, Eder Pontes reclamou que estava havendo ingerência sobre a instituição, após o TJES devolver a denúncia criminal da operação ao MPES.    Durante a Lee Oswald, Pedro Valls, que é chamado de mentiroso por Eder Pontes, fez uma afirmação que continua atual e verdadeira para a Derrama. “A população capixaba precisa saber que ‘estrutura piramidal’ de corrupção é esta, e quem estaria lá no topo, pontificando como chefe do crime organizado e decerto rindo da impunidade de que gozaria. Não podemos excluir estas pessoas sem que tenha havido a devida apuração”, disse o desembargador, utilizando como referência as declarações do próprio Ministério Público, que não se propôs a desvendar o esquema, como volta a ocorrer agora.    Seria de bom tom que o procurador-geral, que se considera o grande guardião das leis no Estado, deixasse para a população o arbítrio de julgar quem é o verdadeiro “Pinóquio” dessa história. 

07/02/2013 / 0 Comments
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Quem manda?

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  A poluidora Vale já arranjou um jeitinho de enrolar a prefeitura de Vitória, na “parceria” para construção do viaduto em Jardim Camburi. Obra que, apesar de ser vendida como solução de quase todos os problemas no trânsito na Capital, vai mesmo é atender a empresa. Na conta da Vale, estava a responsabilidade de recapear as ruas do bairro, como forma de compensação. Mas a empresa bateu o pé – é aquilo, ela sempre acha que faz muito. A coluna quer saber qual será a postura do prefeito Luciano Rezende (PPS). Vai continuar, assim como seus antecessores, a oferecer tratamento “vip” a uma empresa que tem um débito impagável com os capixabas, ou finalmente colocar a Vale em seu devido lugar, de poluidora que causa danos à saúde dos capixabas e impactos ambientais e sociais a perder de vista? Generosidade não cabe nesta relação. Passou da hora de inverter a ordem, a prefeitura manda e a Vale obedece. Não o contrário.    Cardápio Por falar no prefeito, ele almoçou com os vereadores da Capital nesta quinta-feira (7), no Restaurante Enseada, na Praia do Suá. Qual terá sido o prato principal do dia?   Blindado E o deputado estadual Da Vitória (PDT)? Foi reconduzido à presidência da Comissão de Educação, divulga suas ações de mandato fazendo festa, como se nada tivesse acontecido em um passado muito recente….esqueceram da Operação Pixote?    Blindado II Outro que chama atenção na Casa é o deputado José Carlos Elias (PDT). A Corregedoria da Assembleia tem marca no corporativismo e seus presidentes sempre mergulharam nas investigações aos colegas denunciados. Mas colocar no comando um parlamentar que está no olho do furação de um escândalo como a Operação Demarra, é muita ousadia. Esperar o quê?   Medida Se o deputado José Esmeraldo (PR) for bom de ouvir igual é de falar, a Ouvidoria da Assembleia vai render.   Ameaça Ambientalistas e entidades sociais estão na cola do prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda (DEM). O planejamento estratégico do município está em péssimas mãos: da Associação dos Empresários de Vila Velha (Asevila) – que vem a ser quem está por trás também da campanha pelo superporto. É ou não uma gestão voltada para o empresariado?   Ameaça II Esta união, aliás, já era prevista desde a campanha do demista, quando ele apresentou plano de governo que só falava em atrair empresas para o município, custe o que custar. Depois da luta contra o Plano Diretor Municipal, fica a constatação: nada é tão ruim que não possa piorar.   Incômodo Ventos que sopram da Praia de Bacutia, em Guarapari, apontam que o conselheiro do Tribunal de Contas, José Antônio Pimentel, tem sido a atração deste verão. Mas do ponto de vista negativo. Na lista de reclamações estão som muito alto e até bloco de carnaval para os “amigos poderosos”.   Pegou mal A utilização do site da Procuradoria da República do Estado para a divulgação da nota da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), em defesa do procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, gerou reclamação na Ouvidoria do Ministério Público Federal (MPF). A entidade, apesar de representar os procuradores, é privada. Já o portal, um espaço mantido com recursos públicos. Faz sentido.    140 toques “Encontrei o prefeito Audifax, casualmente, e o achei com ar de cansado. Das duas uma: ou está trabalhando muito ou a Serra está com muito problema”. (Ex-vereadora da Serra Sandra Gomes – no Twitter).   PENSAMENTO: “A política é a ciência das exigências”. Lajos Kossuth

07/02/2013 / 0 Comments
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Minha gafe, meu erro

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  Experiência não quer dizer grandes coisas. Quando eu pensei que já dominava minha profissão, eis que dei uma “escorregada” daquelas perante toda audiência, e sem poder voltar a trás.   Sempre lidei com entrevistas, mas nunca fui um especialista. Ultimamente, além de fazê-las no rádio, faço muitas também na televisão, que é um pouco mais difícil. Mas o que ocorreu foi no rádio. Ainda bem.   Fui entrevistar o membro do time de futebol americano de Vila Velha, os Tritões, que vem fazendo relativo sucesso não só aqui, mas no Brasil.   Arrisco a dizer que é uma modalidade de jogo nova para muita gente. Mas eu sempre vi esse jogo nos canais fechados. Mesmo não sendo fã.   Bem, uma vez vi uma matéria e nela havia fotos de alguns dos jogadores dos Tritões com idade avançada. Li a manchete e meu cérebro aliou a imagem com o nome. Ficou “Trintões” para mim. Por absoluta falta de atenção (que não pode ocorrer na nossa profissão), não percebi a logomarca (tridente) na camisa do time   Na entrevista, comecei falando dos “Trintões” e acho que o entrevistado, membro do time, não havia percebido até aquela hora que, numa total gafe, perguntei se o nome do time era porque os jogadores tinham trinta anos ou mais. Foi quando ele percebeu, sorriu e arrematou: Não, o nome é T R I T Õ E S, O GARFO DE TRÊS DENTES. Me recompus e dei a desculpa que não tinha percebido isso. Ridículo de minha parte.   Mas levei a entrevista até o final. Coloquei no crédito de outras mil que já fiz bem e corretas de alguma maneira. Mas foi uma gafe e tanto!   PARABÓLICAS   Assim, Elyan Peçanha escreveu em sua coluna, de Cachoeiro: “Nas grades de programação das emissoras de rádio cachoeirenses têm programas semanais. de qualidade, que bem poderiam ser encaixados como diários face às suas maciças audiências”. – São os casos do “Itália Canta” do Adilson Lázaro na Diocesana – AM; do “Musicultura” do Arnoldo “Menininho” Silva, na Sim Tupi – AM e do “Pagode   Por falar em programa italiano, o daqui perdeu força (na Gazeta). Aliás, a comunidade italiana daqui é muito desunida e ainda bem rudimentar.   Me disseram que o Cacá Leite, chefe de redação da Gazeta, seria substituído nessa nova mexida na cúpula do jornalismo da empresa.   Ferreira Neto, o garotinho de todas as torcidas, está com o seu “Botequim do Ferreira”, todos os sábados pela Band.   MENSAGEM FINAL   Não se sinta constrangido por seus erros. Nada pode nos ensinar tanto quanto compreendê-los. Este é um dos melhores caminhos para a auto-educação.   Thomas Carlyle

07/02/2013 / 0 Comments
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Desunidos pelo ES

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A votação para a presidência da Câmara dos Deputados foi secreta, mas evidentemente os comentários sobre a postura de cada deputado capixaba ganhou os bastidores da Casa. E pelo posicionamento de cada parlamentar dá para entender por que a bancada capixaba tem tanta dificuldade em conseguir defender os interesses do Estado. Mesmo tendo uma candidata a presidência, os votos foram divididos. Aparentemente Paulo Foletto (PSB), Manato (PDT) e Jorge Silva (PDT) teriam votado em Júlio Delgado (PSB-MG). Camilo Cola (PMDB) e Iriny Lopes (PT) votaram em Henrique Alves (PMDB-RN); e Cesar Colnago (PSDB), Lauriete (PSC) e Sueli Vidigal (PDT) votaram em Rose de Freitas (PMDB), além dela própria, é claro. Iriny votou pela orientação do governo federal, mas a escolha por Henrique Eduardo Alves torna-se constrangedora dada a trajetória da deputada do PT. No caso de Camilo Cola, nada mais natural que ele tenha escolhido Alves, já que engrossa a lista dentro do PMDB capixaba dos contrários à deputada Rose. Votou teleguiado por Lelo Coimbra. Foletto também tem justificativa na escolha de Julio Delgado: são do mesmo partido. Mas Manato e Jorge Silva, não. Sueli e Lauriete devem ter votado em Rose por conta da influencia do senador Magno Malta, que fez campanha entre a bancada evangélica em favor de Rose. Colnago relutava, mas decidiu em cima da hora votar na parlamentar pelo Espírito Santo. A divisão da bancada é prejudicial ao Estado. Se não conseguem chegar a um denominador comum para a escolha de votação de candidato, como podem os deputados costurar manobras para cobrar atenção do governo federal para o Estado. Em vez de concentrar esforços para um determinado propósito, ficam os deputados reclamando do tratamento dado ao Espírito Santo, uma desculpa  que não convence mais e que tem deixado o Estado em situação cada vez mais difícil. Só para lembrar, o Espírito Santo não tem a menor bancada da Casa, e outras tão pequenas quanto, caso da do Rio Grande do Norte, que emplacou Alves, conseguem enfrentar situações adversas no Congresso com muito mais eficiência do que os representantes dos capixabas. Fragmentos: 1 – A deputada Luzia Toledo (PMDB) solicitou ao governo do Estado o atendimento do Samu a vários municípios do sul e região do Caparaó que são cortadas por rodovias. 2 – O grande movimento, segundo a deputada, vem aumentando número de  acidentes, o que exige um novo suporte para atendimento a todas as vítimas que necessitam de socorro. Mas não basta apenas o atendimento do Samu, a descentralização do atendimento é necessário para o que as vítimas não tenham que ser deslocadas para a Grande Vitória. 3 – À frente da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, Helder Salomão (PT) vai se fortalecer para a disputa pela Câmara dos Deputados, embolando o campo do PT na disputa.

07/02/2013 / 0 Comments
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Eder Pontes diz que presidente do TJES deu ‘informações inverídicas’ à revista Isto??

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Um ofício enviado do Ministério Público Estadual (MPES) para o Tribunal de Justiça (TJES) reforça a amplitude da crise entre as instituições. O procurador-chefe do MPES, Eder Pontes, enviou o documento datado de 25 de janeiro ao presidente do TJES, o desembargador Pedro Valls Feu Rosa, solicitando os procedimentos em tramitação na Comissão de Prevenção e Enfrentamento à Tortura para a força tarefa criada no âmbito do Ministério Público.    No ofício, o procurador-geral classifica como inverídicas as informações declaradas por Pedro Valls à revista IstoÉ que dão conta que das 365 denúncias de prática de tortura enviadas ao MPES em 2012, nehuma resultou em processo.    Eder justificou o que classificou como inverdades declarando que, apesar de o MP ter assento na Comissão, não significa que as denúncias tenham sido remetidas à instituição “[…] conforme a opinião pública tem sido induzida a acreditar, uma vez que o promotor que atua nessa Comissão não ostenta a qualidade do órgão de execução criminal”.       No documento, a atuação da Comissão é minimizada, no momento em que o chefe do MP sustenta que as aludidas denúncias recebidas se baseiam em “delações apócrifas oriundas de correspondências eletrônicas, desprovidas de lastro probatório mínimo (falta de justa causa), sendo imprestáveis para o oferecimento de exordial acusatória, impondo aprofundamento na averiguação dos fatos”.    Além disso, o ofício, que foi disponibilizado no site do MPES, também sustenta que as diligências investigatórias da Comissão vêm sendo realizadas por juízes, o que fere o princípio acusatório existente no ordenamento jurídico e que por exercer essa função de investigação, o TJES suprime os órgãos constitucionalmente construídos para esse fim, como a Polícia Judiciária e o próprio Ministério Público.    O clima de animosidade entre as instituições fica mais evidente quanto, em um dos itens do ofício, o procurador-geral coloca que é inadmissível que se perdurem infundadas as acusações institucionais veiculadas pela imprensa e que para o integral cumprimento da função que cabe ao MPES é necessário que tenha efetivamente sob seus cuidados os procedimentos que veicula-se na imprensa estarem tramitando na Comissão de Enfrentamento e Prevenção à Tortura.    Por fim, Eder Pontes comunica que o Ministério Público, a partir da data do ofício, não mais compõe a Comissão do TJES.  

07/02/2013 / 0 Comments
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Empresa acusa prefeitura de não cumprir contrato de rotativo

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A equipe do prefeito Luciano Rezende (PPS) reclama que a empresa Covit – que era responsável pela exploração do estacionamento rotativo no Centro da Capital – deixou de repassar R$ 700 mil à prefeitura de Vitória, que não quis renovar o contrato de prestação de serviço com a empresa. Segundo secretário de Transportes, Max da Mata, um dos motivos para a não renovação é justamente a falta dos repasses.    A empresa alega que só suspendeu os repasses porque a prefeitura, ainda na gestão de João Coser (PT), teria descumprido as cláusulas contratuais, que previa reajustes anuais nos valores do contrato. Esse reajuste, no entanto, estava vinculado ao reajuste do rotativo, que a prefeitura não teria aceitado corrigir ao longo do contrato com a Covit.    Segundo a empresa, o contrato prevê reajustes de tarifas a cada 12 meses, mas em um período de 10 anos, apenas um reajuste foi autorizado, no ano de 2006. Além disso, era previsto em contrato a expansão das vagas de estacionamento, o que também não teria sido realizado pela prefeitura.   “A concessionária apresentou o estudo de expansão dentro do prazo contratual. Contratualmente, a concedente tinha prazo de 180 dias para analisar e autorizar a expansão, mas jamais cumpriu com sua obrigação, não apresentando em todos esses anos qualquer análise do projeto e não autorizando as expansões previstas em edital e contrato”, rebate o secretário Max da Mata.   A empresa que alega ter sofrido prejuízos financeiros diz ainda que a negligência da concedente em exercer seu poder de fiscalização acarretou em arrecadação inferior a 30% das horas/vagas possíveis.   A prefeitura, porém, se mantém no caminho de um novo modelo de estacionamento rotativo, ainda que não definido. O secretário Max da Mata afirma que a Procuradoria do município indicou a não renovação do contrato por motivos administrativos e jurídicos.  Além da dívida de R$ 700 mil, segundo Max da Mata, a empresa move uma ação contra o município reivindicando o pagamento de R$ 3,5 milhões.    A dívida reclamada pela empresa se refere aos prejuízos corrigidos pelo não reajuste da tarifa do estacionamento rotativo e da não oferta de 3 mil vagas de estacionamento.    Neste impasse entre empresa e prefeitura, quem sai perdendo é a população, que no momento não conta com nenhum um sistema para ordenar o estacionamento no Centro. Os motoristas também reclamam que a pressão dos flanelinhas na região aumentou com o fim do rotativo.    A prefeitura ainda não definiu qual o sistema que substituirá o rotativa. A proposta do sistema de parquímetro, como no bairro da Glória, em Vila Velha, parece ser a que tem mais força. Após uma audiência pública para discutir alternativas ao estacionamento rotativo, Max da Mata afirmou que ainda serão pesquisadas novos modelos.    Para o vereador Bolão (PT), que cobrou da prefeitura, por meio de requerimento, uma solução para o problema, é necessário que a gestão atual pense em uma saída até que o novo sistema seja definido e licitado.    Já a Covit garante que o descumprimento das obrigações contratuais por parte da prefeitura acarretou em prejuízos para a empresa. A Covit apoia a realização de uma auditoria completa no contrato.

07/02/2013 / 0 Comments
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Homero Mafra aciona Conselho Federal da OAB para pressionar Tribunal de Justiça

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A seccional capixaba da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-ES) vai requisitar formalmente uma cópia dos autos do processo da Operação Derrama. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (7) pelo presidente regional, Homero Junger Mafra, que consta como advogado de um dos ex-prefeitos presos.    Mafra também conseguiu com o novo presidente nacional da Ordem, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, que a entidade ingresse com habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em favor dos advogados presos na operação.   A movimentação de Mafra define a posição da OAB-ES em relação à crise aberta entre o Tribunal de Justiça do Estado e o Ministério Público Estadual. Mafra, desde o início da Operação Derrama, tem apoiado o procurador-geral de Justiça Eder Pontes nas divergências travadas com o Tribunal.    De acordo com notícia reproduzida no site da OAB nacional, o pedido feito pelo presidente regional, através de contato telefônico, deverá ser atendido pelo presidente do Conselho Federal da Ordem. Essas ações se somam a uma série de atitudes tomadas pela entidade logo após a deflagração da Operação Derrama – a primeira fase, no final de dezembro, e a segunda, no último dia 15 –, que denunciou uma suposta “espetacularização” nas prisões dos advogados e a violação às prerrogativas dos profissionais.   As medidas foram anunciadas em reunião na sede da OAB-ES após a manutenção da prisão domiciliar dos advogados investigados por participação no esquema de fraudes na recuperação de créditos tributários em prefeituras capixabas.    Homero Mafra alega que a Ordem requisitará formalmente ao relator cópia integral do feito para verificar a prática de eventuais violações de prerrogativas e apurar se os advogados envolvidos cometeram alguma infração ético-disciplinar.   O pedido deve ser baseado no artigo 50 do Estatuto da Advocacia (Lei Federal 8.906/94), que permite que “os presidentes dos Conselhos da OAB e das subseções podem requisitar cópias de peças de autos e documentos a qualquer tribunal, magistrado, cartório e órgão da Administração Pública”.   Apesar de constar como advogado do ex-prefeito de Linhares, Guerino Zanon (PMDB), um dos presos na operação, o presidente da OAB-ES utiliza a defesa de prerrogativas dos profissionais para blindar-se das críticas. “A Ordem reitera que não se pode aceitar que a advocacia seja criminalizada pelo exercício profissional”, afirmou em nota publicada no site da OAB nacional.   Além disso, a seccional da Ordem no Estado solicitou ao Conselho Federal que ingresse formalmente nos autos dos habeas corpus em tramitação no STJ interpostos em favor dos advogados presos na Operação Derrama por conta do exercício profissional: “Por esse motivo, tem a Ordem autoridade para reclamar e buscar prestação jurisdicional quando os atos de arbítrio atingem os advogados pelo exercício profissional”.

07/02/2013 / 0 Comments
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Sociedade civil cobra diálogo e resultados da gestão Rodney

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A principal demanda da sociedade civil para o prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda (DEM), é o diálogo. Depois, resultados. Foi em clima cortês, porém de cobrança, que se deu a reunião realizada na tarde dessa quarta-feira (6), entre entidades e o prefeito, na sede da prefeitura.   Ignorados na gestão passada, os representantes da população, que inicialmente deveriam discutir uma pauta que incluía o avanço imobiliário, a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) e reivindicações para a participação da sociedade civil organizada no planejamento do desenvolvimento da cidade, ampliaram o leque e pontuaram as principais questões de saúde, educação, mobilidade, meio ambiente e segurança que merecem atenção e dedicação do novo gestor.    Para conseguir alcançar seus objetivos, a sociedade cobra agora um planejamento mais claro do prefeito. Quer planos, metas, datas e, sobretudo, que o estatuto da cidade seja o livro de cabeceira dele.    “Uma questão que o senhor deve entender como grave é que não cabe mais uma gestão fechada. Esperamos que todos os segmentos sejam ouvidos sobre o que queremos para a cidade, e que isso seja discutido de forma transparente e clara”, disse Cristina Puppin, do Movimento Vida Nova Vila Velha (Movive).    Entre as demandas que mais se mostrou urgente pelas entidades está a revisão dos licenciamentos imobiliário no município. A cobrança é pela revisão de licenciamentos considerados arbitrários e já questionados na Justiça pela sociedade civil. Além disso, as construtoras estariam avançando sob áreas de interesse ambiental e urbano, como as áreas alagadiças que servem de escape para as águas do Rio Jucu, evitando enchentes.    A demanda abrange a revisão do Plano Diretor Municipal, aprovado pelo ex-prefeito Neucimar Fraga (PR), que garantiu a ocupação de zonas ambientais por construtoras, em especial na Região 5, que engloba os bairros Barra do Jucu, Balneário Ponta da Fruta, Barramares, Cidade da Barra, Interlagos, Jabaeté, João Goulart, Morada da Barra, Morada do Sol, Morro da Lagoa, Normília da Cunha, Nova Ponta da Fruta, Ponta da Fruta, Praia dos Recifes, Riviera da Barra, Santa Paula I, Santa Paula II, São Conrado, Terra Vermelha, Ulisses Guimarães e Vinte e Três de Maio.   “Para que esta situação seja revertida, é importante deixar claro que Vila Velha está dentro do Rio Jucu e muito próximo do nível do mar. A maior parte do município está dentro de área de alagamento ”, lembrou Petrus Lopes, do Instituto Jacarenema de Pesquisa Ambiental (Injapa).   Foram cobrados ainda a participação popular no planejamento do Orçamento; resolução das pendências do Plano de Mobilidade Urbana, Esgotamento Sanitário e Coleta Seletiva – praticamente inexistente na ultima gestão –, e que a educação do município se volte para os valores humanos, até como uma referência. Pontos relativos à segurança e à saúde também foram pontuados e deverão ser tratados com maior amplitude no decorrer dos debates. Sobre as demandas, o prefeito informou que todas as novas licenças foram suspensas, enquanto outras estão sendo investigadas, e que em 30 dias será realizada uma nova reunião para apresentar os primeiros encaminhamentos.    O secretário de Gestão Estratégica, Regis Mattos, não participou do debate. Mas o discurso entre os secretários de Desenvolvimento Econômico, Edson Ferreira; de Meio Ambiente, Alberto Flávio Pego; de Comunicação, Felício Corrêa, e de Planejamento, Orçamento e Gestão, Antônio Marcus Carvalho Machado, é o de ouvir a sociedade para planejar a cidade.     Participaram da reunião representantes do Fórum Popular em Defesa de Vila Velha (FPDVV) e do Movive, responsáveis por requerer a reunião com o prefeito, além de representantes da Federação das Associações de Moradores e Movimentos Populares do Estado (Famopes), Conselho Gestor Jacarenema, Moradores Unidos Contra Alta Tensão (Mucrat) e Associação Amigos da Praia da Costa.   Planejamento   Rodney Miranda anunciou que encerrará o Planejamento Estratégico de Vila Velha até março próximo. Segundo ele, até abril sua gestão já terá um norte para seguir nos próximos quatro anos. Para isso, o prefeito conta com a ajuda da Associação dos Empresários de Vila Velha (Asevila), com quem já se reuniu no início do ano.    A reunião entre as partes motivou a reunião com a sociedade civil organizada, que cobrou em requerimento a participação no debate sobre o desenvolvimento da cidade. Para Irene Léia, do Fórum Popular, é preciso que a cidade seja construída de forma coletiva, porém, sem privilegiar nenhum dos setores. 

07/02/2013 / 0 Comments
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