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Século Diário

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Peugeot-Citroën se afina às normas ambientais

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  Associação de motores e quatro modos de condução para reduzir os índices de poluentes, além de um sistema que associa um bloco 2.0 diesel de 163 cv e outro elétrico de 37 cv: esta a novidade da marca francesa. De olhos atentos para o segmento de veículos híbridos e para o enrijecimento das normas ambientais.   Para ficar bem na foto quando se trata de cumprimento de normas ambientais internacionais, a PSA Peugeot-Citroën aposta na tecnologia chamada Hybrid4. O sistema associa dois motores, um 2.0 Hdi diesel, que gera 163 cv de potência, e outro elétrico de 37 cv. Os propulsores, segundo a empresa, podem trabalhar de modo alternado ou simultâneo. O elétrico atua em fases de menor rendimento, em velocidade inferior a 60 km/h, e o motor a combustão entra em ação quando o pedal do acelerador é pressionado com maior intensidade.   A tecnologia fornece ainda quatro opções de condução (Auto, ZEV, 4WD e Sport), que pode ser escolhida pelo motorista e acionada em botão no console central. No modo elétrico ZEV, o sistema permite rodar só 3 km e as baterias são recarregadas na desaceleração. Apesar da baixa autonomia, problema comum a todos que se aventuram na eletrificação, o Hybrid4 possibilita reduções de emissões e de consumo em torno dos 35%. Atualmente, três modelos da PSA são equipados com o sistema na Europa: Peugeot 3008, Citroën DS5 e 508.   O meio ambiente agradece e muito! Combinados, os dois motores permitem taxas reduzidas de emissão de poluentes (95g/km de CO2) e de consumo (cerca de 3,6 litros a cada 100 km percorridos).

06/08/2012 / 0 Comments
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Agentes de Polícia pleiteiam nível superior para investidura na carreira

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  Após a decisão da 2ª Vara de Fazenda Pública de Vitória, que extinguiu a Ação Civil proposta pela Defensoria Pública do Estado, que pedia suspensão do concurso para agente de Policia Civil – com decisão liminar em favor da suspensão proferida pelo juízo da Vara de Fazenda Pública de Vila Velha –, a Associação de Agentes de Polícia Civil do Estado (Agenpol) deve recorrer da decisão com o objetivo de voltar a suspender o certame, para a adequação do edital.    O concurso público prevê a criação de 250 vagas de agente, com vencimento inicial de R$ 2.767 e ainda está em fase de inscrições.    Era entendimento da Defensoria Pública que a atividade de agente de Polícia Civil se trata de polícia investigativa, por isso, exige conhecimentos jurídicos. No entanto, o edital do concurso só contempla as matérias de Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico. Além disso, a Agenpol sustenta que a lei geral da Polícia Civil prevê a exigência de nível superior para o cargo, mas o edital exige apenas nível médio do candidato.   O presidente da Agenpol, Walter Buffolo não concorda com as declarações do chefe de Polícia Civil, delegado Joel Lyrio, de que o concurso de nível médio democratizaria a seleção. Para Buffolo, o fato de a seleção ser de nível médio é uma forma de o governo atrair mão de obra barata e não especializada.   A categoria luta pelo reconhecimento do nível superior, além da isonomia com os investigadores de Polícia Civil, já que consideram que a diferença entre os cargos está apenas no subsídio recebido

06/08/2012 / 0 Comments
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Assembleia instala Comissão da Verdade no próximo dia 15

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A Assembleia Legislativa (Ales) lança dia 15 a Comissão Especial da Verdade. O projeto, de autoria do deputado Hércules Silveira (PMDB), promulgado há cerca de um mês, pretende esclarecer os graves casos de violações aos direitos humanos ocorridos no Estado entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar (1964 a 1985). A Comissão foi criada pela resolução nº 3.229, publicada nesta segunda-feira (6) no Diário Oficial dos Poderes do Estado.    Durante o evento, também vai ocorrer a entrega do prêmio Orlando Bonfim Junior de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, que leva o nome de uma das vítimas da ditadura no Estado.    A Comissão da Verdade, em suas investigações, vai trabalhar para tornar públicas as circunstâncias em que ocorreram desaparecimentos forçados, mortes, torturas e ocultações de cadáveres. Os casos mais graves podem, a partir das informações que a Comissão vai receber, ser reconstituídos para que seja prestada a assistência às famílias que têm membros desaparecidos durante o regime militar.   O grupo será formado por três deputados titulares: além de Hércules Silveira, também participam da comissão Claudio Vereza (PT) e José Esmeraldo (PR). Ela contará, ainda, com apoios do Ministério Público Estadual (MPES), do poder Executivo e do Judiciário, além de representantes da sociedade civil. A comissão poderá receber testemunhas, convocar entrevistas, promover audiências públicas, solicitar proteção de pessoas ameaçadas, dentre outras ações visando a esclarecer os acontecimentos.   O Espírito Santo é, proporcionalmente à sua população, o Estado com o maior número de vítimas da ditadura militar no País. A Comissão da Verdade surge como um fio de esperança a milhares de familiares de desaparecidos, que podem finalmente ter a oportunidade de esclarecer passagens desse obscuro período da história do Estado e do Brasil.

06/08/2012 / 0 Comments
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Ferraço pede ingerência de Paulo Hartung no TRE em favor de apadrinhado político

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A classe política de Guarapari ficou estarrecida com o discurso do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Theodorico Ferraço (DEM), na última quinta-feira (2), no lançamento da candidatura à reeleição do prefeito Edson Magalhães (PPS). (Clique no ícone abaixo para ouvir o áudio)     Em meio a demonstrações explícitas de bajulação, Ferraço deixou transparecer a necessidade de o ex-governador Paulo Hartung (PMDB) ingerir no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em favor de Magalhães, que teve a candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral.    O deputado afirmou no evento público que Hartung “é a grande estrela que fará iluminar a inteligência dos nossos juízes do Tribunal Eleitoral”. Ferraço é padrinho político do prefeito Edson Magalhães.    O discurso do presidente da Assembleia Legislativa repercutiu mal nos meios políticos, já que em pleitos passados foi amplamente comentada nos bastidores a influência de Hartung no julgamento de candidaturas de aliados. Por meio de um arranjo institucional, o ex-governador conseguiu reposicionar as peças políticas de acordo com os interesses de seu grupo político, influindo na liberação e impedimento de candidaturas de aliados e desafetos, respectivamente.    No caso de Edson Magalhães, Ferraço teria pedido a intercessão de Hartung na Justiça Eleitoral, porque a situação do prefeito não é simples e a tendência é de que ele não consiga reverter a decisão na segunda instância. Além de condenação por improbidade administrativa na Justiça local, o prefeito estaria irregular, disputando um terceiro mandato.    A Justiça Eleitoral acatou o pedido de impugnação de Magalhães, já que no período de 2007 e 2008, quando era vice-prefeito do município, substituiu por mais de um ano o então prefeito Antonico Gottardo, que foi afastado do cargo pela Justiça a menos de seis meses da eleição. 

06/08/2012 / 0 Comments
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Desembargadores rejeitam notícia-crime contra secretário

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O Pleno do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) rejeitou, na manhã desta segunda-feira (6), uma notícia-crime apresentada contra o deputado estadual licenciado e atual secretário estadual de Esportes, Vandinho Leite (PR). O parlamentar era acusado de intermediar a venda de terrenos para a Superintendência de Projetos de Polarização Industrial (Suppin). De acordo com informações do TJES, o relator do caso, desembargador José Luiz Barreto Vivas, não vislumbrou qualquer sustentação para o acolhimento da ação. O magistrado alegou que até mesmo o então chefe do Ministério Público Estadual (MPES), Fernando Zardini, também pedia o arquivamento da notícia-crime. Nos autos, os empresários Flávio Rangel e Antônio Raimundo de Souza davam notícia de uma suposta intermediação na venda de terrenos irregulares de particulares para a Superintendência de Projetos de Polarização Industrial (Suppin), com o objetivo de construir um polo industrial no município de Vila Velha.

06/08/2012 / 0 Comments
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Código Florestal: votação de destaques da MP começa nesta terça-feira

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A comissão mista que analisa a Medida Provisória 571/12, que trata do novo Código Florestal, deverá iniciar a votação dos 343 destaques do texto do relator, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), nesta terça-feira (7). O relator manteve em seu texto a exigência de recuperação de 20 metros da mata ciliar em áreas de 4 a 10 módulos, contrariando a vontade dos ruralistas. A bancada ruralista teria exigido a redução dessa faixa para 15 metros, mas não foi atendida. Também foi mantido o texto original da MP no que diz respeito à área de pousio, determinando que a pausa para possibilitar a recuperação de uma determinada área deverá ser de cinco anos e contemplará o limite máximo de 25% da área produtiva da propriedade.   A medida também contraria a vontade ruralista, visto que  em grandes propriedades o “rodízio” de áreas não é efetuado, conforme denunciado pelos agricultores familiares capixabas. Segundo eles, os plantios de cana e eucalipto no Espírito Santos ignoram a necessidade da terra de se regenerar.   Sobre as Áreas de Preservação Permanente (APPs), o texto do relator manteve a determinação da MP de que são consideradas APPs as zonas rurais ou urbanas no entorno de nascentes e de olhos d'água perenes, qualquer que seja sua situação topográfica, no raio mínimo de 50 metros.    Ao tomar conhecimento do texto, os deputados ligados ao agronegócio foram contra a proposta e prometeram lutar para modificá-lo até a matéria ser votada no Plenário da Casa. O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), disse que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Mesa do Congresso para tentar impugnar a votação.   Depois dos destaques na comissão, o texto precisará ser votado nos plenários da Câmara e do Senado. A MP perde a validade no dia 8 de outubro.

06/08/2012 / 0 Comments
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PL que prevê distribuição de sacolas em todo o Estado entra em regime de urgência

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A onda de projetos de lei aprovados em Câmaras Municipais nos últimos dias, obrigando a distribuição gratuita de sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais de municípios capixabas. O PL n° 293/12, do deputado José Esmeraldo (PR), que versa sobre a questão, recebeu pedido de urgência para a votação. O projeto entra agora na fila para a votação no plenário da Casa. Resta saber se em período eleitoral haverá quórum para a votação do projeto. Na semana passada, projetos nesse sentido foram aprovados nos municípios de Vila Velha, Serra, Cariacica e Vitória. As medidas em período pré-eleitoral vem tratando a cobrança das sacolas como um entrave econômico para a população prejudicada. Se aprovado pela Assembleia Legislativa, supermercados e outros estabelecimentos similares deverão distribuir gratuitamente sacolas biodegradáveis ou oxibiodegradável para os consumidores, ou seja, não será permitido o retorno das antigas sacolas utilizadas pelos comerciantes.   O problema, entretanto, é que as sacolas plásticas biodegradáveis utilizadas no Estado não se decompõem na natureza no prazo de 180 dias, conforme é descrito em sua embalagem. E este debate ainda está em aberto. Sem exercer a sua função ambiental e representando um ônus no orçamento da população, o apelo de ambientalistas é para que o debate sobre o tema seja ampliado. Para eles, enquanto os deputados e supermercadistas enfocam apenas as questões econômicas, representantes da sociedade civil organizada buscam soluções ambientais para o problema do saco plástico no Estado e para que seja realizado trabalho de conscientização com os consumidores.   Entre os projetos já aprovados sobre o fim da cobrança, a única alternativa apontada para a questão foi a previsão de um desconto de R$ 0,03 em Vitória, a cada cinco produtos levados pelo consumidor que portar sacola retornável, valor inferior aos R$ 0,19 centavos cobrados por cada sacola plástica biodegradável nos estabelecimentos comerciais da Grande Vitória. 

06/08/2012 / 0 Comments
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Medidas protetivas não impedem agressões contra mulheres no Estado

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O último fim de semana (3 a 5) foi marcado pela violência no Estado, principalmente contra mulheres. Mais um assassinato cometido durante o dia em um local movimentado tomou vulto, tanto pela violência usada pelo agressor, quanto pela premeditação. O assassinato de Rosiane Borges Carvalho, cometido pelo ex-marido Gláucio Araújo Farias, dentro de um ônibus no bairro Eldorado, na Serra, nesse domingo (5), poderia ter sido evitado com o encarceramento do agressor, que já havia ameaçado a vítima reiteradas vezes.    No mesmo ônibus em que estava Rosiane, também morreu Rosileia Alvarenga, atingida  por um tiro no rosto disparado por Gláucio, ao tentar correr quando o viu apontar a arma para Rosiane.    Ainda no município da Serra, desta vez no bairro Nova Carapina, Jaqueline Icker foi morta no meio da rua pelo ex-namorado, um metalúrgico, que não aceitava o fim do relacionamento e a atacou a facadas e fugiu. Ele foi detido ainda na tarde de domingo, vagando embriagado pelas ruas do bairro. O metalúrgico também é suspeito da morte da ex-mulher, ocorrido em Linhares, no norte do Estado.      Em comum na morte de todas essas mulheres está a violência do método empregado para assassiná-las e o fato de elas já terem sido ameaçadas anteriormente. No caso de Rosiane, que havia sido ameaçada de morte um dia antes de ser assassinada, uma medida protetiva estava em vigor e a polícia havia sido acionada, enquanto ela estava sendo ameaçada por Gláucio dentro do ônibus. Em fevereiro de 2011, Gláucio já havia tentado matar Rosiane a facadas, quando ainda estavam casados.     De acordo com a coordenadora do Fórum Estadual de Mulheres, Úrsula Rola, a Lei Maria da Penha (11.340/06) é bem amarrada e prevê a proteção às mulheres. O que falta, segundo ela, é o cumprimento e o aparelhamento do Estado para garantir a segurança das mulheres. Úrsula também é a favor do encarceramento dos agressores, para que a vida da vítima seja resguardada, mas pondera que o Estado sequer oferece vagas para esses agressores, que acabam sendo dispensados e voltam a ameaçar, ou até mesmo cumprir as ameaças contra as vítimas.    Ela salienta ainda que, para que a Lei Maria da Penha, que completa seis anos de sanção nesta terça-feira (7), seja de fato cumprida, é necessário que as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam) funcionem ininterruptamente. Ela lembra que é nos fins de semana que ocorre a maior parte das agressões, mas as delegacias não funcionam no momento em que as mulheres mais precisam delas.    Líder   O Espírito Santo é líder em assassinato de mulheres, segundo o Mapa da Violência 2012. A última atualização do estudo coloca o Estado no topo da lista, com taxa de 9,4 mortes por grupo de 100 mil habitantes. Ainda assim, as medidas para a prevenção de agressões a mulheres falham no Estado, que registra número cada vez maior número de assassinatos, praticados por meios cada mais violentos.   Atualmente 75% das medidas protetivas de urgência são cumpridas no Estado, mas os 25% daquelas não cumpridas ainda representam alto número de mulheres que ficam à mercê dos agressores, que são em maioria pessoas do convívio, como maridos, namorados, pais ou outros parentes. 

06/08/2012 / 0 Comments
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Enquanto Hartung se protege, Malta arrisca apoios na GV

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Enquanto o ex-governador Paulo Hartung (PMDB) trabalha ao lado de palanques favoritos no interior do Estado e aguarda o clareamento das condições políticas na Grande Vitória, para só na reta final apostar em uma candidatura sem riscos, o senador Magno Malta (PR) faz o contrário. Em vez de buscar posicionamento em palanques sem risco, ele vem se aventurando ao lado de seus candidatos, fortalecendo os aliados para a disputa, não só na Grande Vitória, como também nas grandes cidades do interior. Um exemplo disso é a movimentação do senador em favor do candidato a prefeito de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado), Glauber Coelho (PR). O deputado estadual é mais uma liderança que Magno conseguiu fortalecer no cenário eleitoral deste ano. Na Grande Vitória, onde os pleitos apontam para uma forte indefinição, Magno tem feito algumas apostas que podem fortalecê-lo na conjuntura política de 2014. Em Cariacica, o ex-governador Paulo Hartung oscila entre os palanques de Geraldo Luzia, o Juninho (PPS), e o da deputada estadual Lúcia Dornellas (PT), indo contra o palanque do seu próprio partido, o PMDB, do deputado Marcelo Santos. Foi nessa lacuna que Magno viu a oportunidade de ocupar espaço, apoiando o peemedebista, que continua liderando a corrida eleitoral, embora com uma margem que permitirá o segundo turno. Em Vitória, Malta está no palanque do deputado estadual Luciano Rezende (PPS) e é justamente esse apoio que transformou a candidatura do parlamentar uma grande incógnita. Apesar da vantagem de Luiz Paulo Vellozo Lucas pelo recall de ter sido prefeito, o candidato do PPS pode surpreender e levar a disputa para o segundo turno. Já na Serra, onde a disputa segue bastante acirrada entre o atual prefeito Sérgio Vidigal (PDT) e Audifax Barcelos (PSB), Magno pode ajudar a desequilibrar o cenário. Embora o partido dele esteja coligado com o socialista, o senador vai fazer campanha para o prefeito, o que pode fortalecer o pedetista na disputa.

06/08/2012 / 0 Comments
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Em visita ao Estado, presidente do Psol avalia Código Florestal

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Em visita ao Espírito Santo, o presidente nacional do Psol, deputado federal Ivan Valente, avaliou o processo de alteração do Código Florestal Brasileiro. “Não se trata mais de um debate sobre o meio ambiente, e sim sobre o poder econômico, agrícola e agrário”, enfatizou.    Segundo ele, o embate com o setor ruralista é muito forte, e  mesmo que a Medida Provisória 571/12 que complementa o novo Código Florestal (Lei 12.651/12), tente minimizar os prejuízos, não soluciona o impasse.    “Nem vetos, nem MP resolvem os principais pontos críticos do Código Florestal, como é o caso das questões que tratam das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reserva Legal. Há muitas concessões absurdas feitas pelo agronegócio”, ressaltou Valente.    O Psol avalia que a mudança do Código Florestal se apoia no argumento de que as alterações beneficiarão o pequeno agricultor, o que  não é verdade.  “Os grandes proprietários de terras abraçaram essa ideia. Mas o pequeno precisa de apoio e suporte, ou seja, de um debate diferente do que vem ocorrendo”.    Para o deputado federal, as concessões aprovadas para beneficiar o agronegócio não ganham destaques entre a sociedade porque beneficiam as mesmas empresas chamadas de financiadoras da mídia. A opinião de Valente foi compartilhada pelo candidato do Psol a prefeito de Vitória, Gustavo de Biase, que reafirmou não aceitar financiamento por parte das poluidoras instaladas no Estado. O foco de seu programa de governo, no que diz respeito ao meio ambiente, é a busca da defesa ambiental e o combate do poder exercido por grandes empresas no Espírito Santo. “Somos contra o desenvolvimento a qualquer custo”, afirmou Gustavo, fazendo referência à exploração dos recursos naturais em Vitória.    Segundo Ivan Valente, as informações sobre a saúde da população devem ser mais transparentes, sobretudo, em relação às doenças geradas pela poluição do ar emitida na cidade.    As principais empresas responsáveis pelos altos índices de poluente lançados dia e noite no ar da Grande Vitória são Vale e ArcelorMittal. 

06/08/2012 / 0 Comments
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