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Carmélia Maria de Souza será homenageada em evento no Centro de Vitória

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Mais: documentário e biografia da cronista; curta-metragem sobre o Rio Jucu; e peça Carambolas

24/08/2024 / 0 Comments
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Dois candidatos de Jerônimo Monteiro enfrentam pendências jurídicas

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Thiago Bernardo tem problema em ata de convenção, e Wanderley precisa provar que está habilitado Redes Sociais Dos quatro candidatos a prefeito de Jerônimo Monteiro, no sul do Estado, dois ainda precisam resolver pendências jurídicas do registro de suas candidaturas. Thiago Bernardo (Podemos) é questionado em relação à data de registro das atas das convenções da coligação partidária. Wanderley (Agir), por sua vez, tenta provar que está habilitado a se candidatar. Professor do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), Thiago Bernardo cumpre mandato de vereador atualmente. Ele se colocou na disputa majoritária deste ano representando a coligação “Desenvolvimento com Conhecimento”, que inclui Podemos e União Brasil. Entretanto, segundo intimação dessa quarta-feira (21), as convenções dos dois partidos ocorreram no último dia 3 de agosto e as atas foram registradas no dia 5, ou seja, após o prazo máximo de 24 horas. A coligação recebeu prazo de três dias para contestação. Os problemas com a chapa majoritária podem respingar nas candidaturas dos dois partidos para a Câmara de Vereadores, tendo em vista que as convenções também definem quem entrará na disputa proporcional. No caso de Wanderley, a Justiça Eleitoral o intimou a apresentar uma série de documentos: certidão criminal para fins eleitorais em 1º e 2º grau, comprovação de alfabetização, certidão de filiação partidária e certidão de quitação eleitoral. A defesa de Wanderley encaminhou a documentação na última quarta-feira (21), um dia após o prazo final. No caso da certidão de quitação eleitoral, há uma ressalva, uma vez que, de acordo com o documento, ele não está quite – a argumentação do advogado é de que o período de suspensão dos direitos políticos do candidato se encerrou no último dia 15 de julho e a certidão está incorreta. Há também pedidos de impugnação de Wanderley feitos pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e pela coligação “O Trabalho Não Para”, representada pelo candidato governista Zé Valério (PSD), que foi secretário municipal na gestão do atual prefeito, Sérgio Fonseca (PSD). Ex-presidente da Câmara de Vereadores, Wanderley foi condenado por improbidade administrativa em 2016 e chegou a ser preso em 2020. Questionado sobre o assunto, Wanderley disse que o registro da candidatura é “o menor dos problemas”. “Minha sentença venceu em 15 de julho de 2024. Agora, eu não tenho problema com isso, não. Se chegar na última hora e não liberarem a minha candidatura, eu coloco o meu filho, que tem o mesmo nome que o meu, é só trocar o CPF. Meus eleitores me conhecem. A preferência que eu tenho de voto nas pesquisas não muda, não”, afirma. Além desses, o ex-vereador Mitter Mayer (PP) também se registrou na disputa majoritária de Jerônimo Monteiro, sem coligação. Em 2022, foi o quarto candidato a deputado estadual mais votado no município. Século Diário tentou contato com Thiago Bernardo, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. Cinco pré-candidatos a prefeito se articulam em Jerônimo Monteiro Ex-vereador Mitter Mayer confirmou nesse fim de semana que pretende encarar a disputa este ano https://www.seculodiario.com.br/politica/cinco-pre-candidatos-a-prefeito-se-articulam-em-jeronimo-monteiro

23/08/2024 / 0 Comments
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Coser abre comitê e tenta chegar ao segundo turno em Vitória

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Campanha e plano de governo podem representar avanços, se calçados com militância disposta a buscar as ruas A inauguração do comitê de campanha de João Coser neste sábado (24), na Avenida Vitória, anunciada como uma “grande festa”, é o esforço do PT para dar uma arrancada na campanha à prefeitura, a pouco mais de um mês da votação de 6 de outubro. Trata-se de mais um esforço para motivar a militância, a fim de superar a mornidão da campanha até agora e garantir o segundo turno. Hoje na posição de principal adversário do prefeito, Lorenzo Pazolini (Republicanos), Coser tem sido alvo de sucessivas ações, como registrado novamente nesta nesta sexta (23), quando a Justiça Eleitoral determinou a suspensão da divulgação de uma publicação em suas redes sociais, no qual ele aponta crescimento em uma pesquisa de intenção de votos. Esse é um horizonte que, à primeira vista, parece distante quando comparado com os números favoráveis a Pazolini. Para observadores do cenário político, para superar a barreira e chegar ao segundo turno, João Coser teria que subir pelo menos 10 pontos. O último levantamento da Futura, divulgado nesta semana, mostra o prefeito com 44,3% e João Coser com 15,3%, na espontânea. Na projeção de segundo turno, Pazolini teria 60,3% e João Coser 31%. As diferenças, para lideranças do bloco do deputado e ex-prefeito, poderão ser reduzidas por meio de um esforço coletivo, que envolva todos os candidatos a vereador, dirigentes partidários e simpatizantes, a fim de gerar uma movimentação com maior sintonia. O quadro eleitoral aponta para um distanciamento do governador Renato Casagrande (PSB), mesmo procedimento adotado nas eleições à Presidência da República em 2022, quando preferiu a neutralidade no primeiro turno. Mais do que isso, naquela época, chegou a ocorrer o conhecido voto “Casanaro”, com Casagrande para governador e Jair Bolsonaro (PL) para presidente. Esse é o cenário, apesar de Casagrande ter afirmado que apoia João Coser e, também, Luiz Paulo Vellozo Lucas, candidato do PSDB. Gesto de todo insuficiente para superar o ritmo de entrega do prefeito Pazolini. “Vitória merece o melhor”, a chamada da campanha e do plano de governo pode representar um avanço, se calçada com uma militância disposta a buscar as ruas e centros de força coletiva dos movimentos sociais e entidades de classe, atividade na qual os candidatos a vereador podem desempenhar papel importante. Por enquanto, os vereadores Karla Coser (PT) e Luiz Paulo Amorim (PV), que buscam a reeleição, e os candidatos Raniery Ferreira, Professor Jocelino e Professor Aguinaldo, todos do PT, são apontados como os nomes que têm puxado a militância de forma mais intensa. Sobre a ação na Justiça, Coser afirma: “Fica claro que meu concorrente tem acompanhado cada publicação em minhas redes sociais no objetivo de judicializar tudo aquilo que for possível. Faz parte do jogo. Mas isso não vai me impedir de continuar fazendo uma campanha leve, pra cima, dialogando com a cidade, apresentando proposições, ao invés de calar aqueles que estão em desacordo com minhas ideias”. Recentemente, o Republicanos ingressou com diversas ações na Justiça Eleitoral contra João Coser por materiais produzidos em sua pré-campanha, alegando que ele faz críticas à gestão. Na época, o petista também questionou a conduta adotada pela legenda.

23/08/2024 / 1 Comment
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Expresso: guerra judicial nas eleições

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Programa mostra candidaturas a prefeito ameaçadas na Justiça em municípios de norte a sul do Estado

23/08/2024 / 0 Comments
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Há ‘uma mão obscura’ visando parar processo de vereador, acusa advogado

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José Carlos Rodrigues afirma que Léo do IAPI “continua com a prática do suposto crime até hoje” “O que se pode falar é que estão escandalosamente sendo adiadas essas audiências. Tem uma ‘mão obscura’ ali”. A afirmação é do advogado José Carlos Rodrigues, autor de denúncia acatada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), ao comentar o adiamento, para 9 de outubro, da audiência que vai ouvir o vereador de Cariacica Léo Alexandre Coutinho de Almeida, o Léo do IAPI (Podemos), prevista para esta sexta-feira (23). Candidato à reeleição, o vereador responde a processo por falsidade ideológica e corrupção eleitoral, como desdobramento de inquérito policial, que indicia o vereador por oferecimento de vantagens a eleitores para obtenção de consultas e exames no Posto de Saúde do bairro Alto Laje, em troca de votos. O suposto crime teria ocorrido durante a campanha eleitoral de 2016, “sendo praticado até hoje”, segundo o advogado. “No despacho do juiz para transferir a audiência, ele fala que o cartório deixou de intimar o acusado. Ora, isso é a coisa mais elementar na Justiça, o acusado tem que estar presente, pois sempre é o primeiro a ser intimado”, afirma. Ele destaca que abriu o processo e “constatou que o encarregado das intimações não achou nenhuma testemunha do Ministério Público, sendo que uma delas, Patrícia de Almeida Dias, que é minha filha, mora no mesmo lugar desde que nasceu, há quase 50 anos. Mesmo assim, fiz questão de levá-la para tomar ciência, em cartório”. As outras testemunhas são Claudete Moreira da Costa e Sander Cosmo Ruela. O advogado José Carlos Rodrigues explica: “Na época em que houve esse problema, a Patrícia era quem ligava para as pessoas para notificar sobre autorizações de exames médicos. O vereador foi ao posto de saúde e queria pegar os documentos e entregá-los pessoalmente para angariar votos”. “Como a Patrícia se negou a entregar as autorizações e levou ao conhecimento de chefias”, diz José Carlos, “ela foi substituída na função por outra pessoa indicada pelo vereador, que continua fazendo isso, todo mundo em Alto Laje sabe”. Léo do IAPI teve o mandato cassado em 2016 por denúncia de troca de votos por atendimento em unidade de saúde pública. Entrou com recurso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) e recuperou o mandato. Em maio deste ano, em ação por fraude à cota de gênero contra partidos, foi absolvido no processo que cassou os mandatos de Juarez do Salão (PMN), Juquinha (PMN), César Lucas (PV), Marcelo Zonta (Cidadania) e Mário Durval (Cidadania). Depoimento de vereador denunciado por corrupção é adiado para outubro – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/politica/vereador-de-cariacica-denunciado-porcorrupcao-eleitoral-depoe-na-justica

23/08/2024 / 0 Comments
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Julgamento sobre insalubridade é retirado da pauta do Supremo

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Pedido de vistas do ministro Flávio Dino é “resultado da mobilização da categoria”, avalia Evani dos Santos

23/08/2024 / 0 Comments
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Chega ao fim greve dos trabalhadores do asseio e conservação

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Sindilimpe decidiu aguardar o desdobramento do dissídio coletivo, instaurado pelo TRT 

23/08/2024 / 0 Comments
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‘Eleições municipais vão ser um grande teste para o governo Lula’

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Ueber de Oliveira analisa influência do presidente e desafios para a esquerda capixaba A esquerda capixaba nas eleições de 2024 é o tema principal do programa Política ES desta semana. O convidado para comentar o assunto é Ueber José de Oliveira, doutor em Ciências Sociais e professor do Departamento de História da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Ueber fala sobre a importância e particularidades das eleições municipais; comenta a possível influência de Lula no pleito deste ano; aponta limitações que a esquerda e a extrema direita podem encontrar no processo eleitoral; analisa o as chances das esquerdas nos maiores municípios da Grande Vitória; e indica qual considera a principal novidade de renovação da esquerda nas eleições 2024. —- * Inscreva-se no canal do Século Diário no YouTube e ative o sininho para acompanhar as novidades. ** Se quiser ouvir este e outros programas em podcast, siga os canais do Século Diário no Spotify e outras plataformas. 

22/08/2024 / 0 Comments
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Confronto aberto

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Oposição a Renato Casagrande, PL de Magno Malta vai encarar o PSB em 24 municípios

22/08/2024 / 0 Comments
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CrowdStrike – parte 3

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O que ocorre é uma dissolução de responsabilidades No Brasil, como já dito nesta coluna, o impacto da falha de segurança da CrowdStrike foi menor. Primeiro, o baixo acesso do Brasil e de outros países da América Latina aos serviços da CrowdStrike se deve a este ser caro, tendo um custo de até dez vezes do que o de um antivírus normal. Portanto, grande parte da história de atuação da CrowdStrike se deu nos Estados Unidos, com prestações de serviços ao governo norte-americano. Por sua vez, a CrowdStrike ficou conhecida por ter agido na detecção de ataques de grupos cibercriminosos da China e da Rússia. No Brasil, o baixo impacto da falha global da CrowdStrike, então, foi devido à presença de outras empresas de segurança cibernética que atuam por aqui. O mercado brasileiro tem a presença de marcas como a IBM, ISH, Logicalis, Accenture, estas sendo as mais consolidadas. Por conseguinte, o nível de digitalização do Brasil em comparação a países desenvolvidos como os Estados Unidos ainda é baixo, com grande parte dos negócios fora do mercado de nuvem, por exemplo. Portanto, há uma baixa adesão a serviços de proteção para redes corporativas e provedores de nuvem aqui no Brasil, sendo esta a especialidade da CrowdStrike. O colapso provocado pela CrowdStrike foi de tal dimensão, que trabalhadores de aeroportos tiveram que recorrer a práticas analógicas de registro, tal como a emissão de bilhetes de modo manual. O grau de dependência civilizatória em relação à tecnologia traz também, em seu bojo, a discussão sobre as responsabilidades implicadas tanto nesta dependência, como em seu agravamento, que é a concentração do mercado de tecnologia, o que dificulta uma relação madura entre civilização e o sistema de internet global. A questão da transferência de responsabilidades em relação a este sistema veio à tona com a falha global da CrowdStrike, uma vez que a pergunta que surgiu foi a de quem era a responsabilidade pelos danos produzidos a partir de uma “falha do sistema”. Ou seja, nos acostumamos com este eixo no qual as responsabilidades individuais, pessoais, empresariais e institucionais podem ser subsumidas num todo chamado sistema, em que um erro com efeito cascata é responsabilidade do …sistema? Sim, estamos diante de um dilema da infantilização civilizatória da divisão do trabalho, de tarefas e etc, que surgiu desde a primeira revolução industrial, quando a cadeia de produção foi dividida e o trabalho, em consequência, também, substituindo o antigo artesão, que dominava todas as etapas de uma dada produção, por especialistas que dominam fragmentos de conhecimento aplicado ao mundo do trabalho e da produção de uma dada mercadoria. Por conseguinte, isto reflete no consumo desta produção, nos bens e seus usos, e que passam por um grau de ignorância e, portanto, dependência de socorro, a cada problema surgido deste dito “sistema”. A necessidade de uma abordagem geoestratégica para uma avaliação da extensão e profundidade do fenômeno tecnológico da digitalização em escala planetária se torna evidente, portanto, na crítica desta vulnerabilidade como algo que expõe toda a mágica da aceleração da realidade mediante este chamado regime de informação que, se sofre qualquer falha, pode ruir numa fração de segundos, colocando o rei nu, isto é, todo o sistema da internet global. A civilização coloca seus dados dentro deste sistema que, por outro lado, pode colapsar com qualquer vento que sopre de um lapso, falha, erro. Esta pulverização geográfica, isto é, o derretimento do espaço e da distância pela comunicação remota instantânea, plantou uma metacidade deslocalizada, desterritorializada, em que vira um regime de informação que domina os destinos da civilização, que é este governo concentrado por big techs. Por conseguinte, o que ocorre é uma dissolução de responsabilidades, que leva a qualquer falha ser dada ao “sistema”, tirando a autonomia civilizatória de soluções e a infantilizando num campo em que ela, a civilização, ao invés de criar complexidade, se acostuma a este cercadinho de palha das big techs, bem vulnerável ao sopro de um lobo mau que pode ser um hacker ou um lapso acionado automaticamente. O fato deste cercadinho de palha, desta metacidade pretensamente mágica e acelerada, ter sido colapsada tão facilmente pela falha da CrowdStrike, coloca novamente a discussão sobre a resiliência do sistema, a desvantagem de sua simplificação, e a necessidade de novos players no mercado para a sua complexificação e robustez, uma vez que, neste caso, plataformas alternativas, da filosofia de software livre, como a Linux, não foram atingidas por este colapso da CrowdStrike. Se quisermos ir mais longe, e o diagnóstico sobre a dependência, infantilização, imbricamento, vulnerabilidade, entre civilização e sistema, tiver ainda uma esperança em relação ao que pode ser uma utopia do software livre e de um sistema de internet global de nova geração resiliente e com players criativos e diversos, dando fim à concentração do sistema, seja via medidas semelhantes às antitruste que foi aplicada à Standard Oil, por exemplo, ou combate de monopólios e duopólios, recuperando a livre concorrência como num liberalismo de laissez-faire em sua versão de iniciativas digitais e tecnológicas, temos uma perspectiva de superação desta fase do sistema para uma outra fase, se possível, do software livre, de código aberto, e etc. No entanto, se diante do diagnóstico, for preponderante o prognóstico baseado no niilismo e no pessimismo antropológico, estaremos diante de um sistema condenado, diante do qual se possa apenas prever a sua implosão por entropia, autofagia, megaconcentração, um sistema afeito ao colapso, potencialmente autodestrutivo, tomado por hackers, bandidos e robôs, uma terra de ninguém, abandonada. O colapso final do sistema seria a produção de cidades fantasmas em que bots falam com bots indefinidamente. Um sistema capturado e zumbificado pela deep web, por psicopatia, crimes sexuais, financeiros, de crackers virtuais, incels, ressentidos, párias, vingativos de toda espécie, de chans cheios de avatares distorcidos que cometem bizarrices, alimentados num povoado de teorias conspiratórias, de fake news, com fóruns que viram cidades virtuais tomadas pela bandidagem e por uma grande maioria de bots, na criação de um simulacro dominado por fantasmagorias tecnológicas em ruínas abandonadas e

22/08/2024 / 0 Comments
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