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Psol aposta no legislativo para ganhar força na Serra

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Presidente municipal do partido e pré-candidato a vereador, Thiago Peixoto fala da estratégia nas eleições  Presidente do Partido Socialismo e Liberdade (Psol) na Serra, o médico Thiago Peixoto é um dos pré-candidatos a vereador do partido, município mais populoso do Espírito Santo. Em entrevista ao Política ES, ele fala sobre o posicionamento do partido em relação às eleições majoritárias, em que o partido não terá candidatura própria. Também aponta a estratégia do Psol para o legislativo municipal, que concorre em federação com a Rede Sustentabilidade. —- * Inscreva-se no canal do Século Diário no YouTube e ative o sininho para acompanhar as novidades. ** Se quiser ouvir este e outros programas em podcast, siga os canais do Século Diário no Spotify e Google Podcasts.

18/07/2024 / 0 Comments
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Max Filho faz convenção do PSDB: ‘vou apoiar aqueles em quem acredito’

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Ex-prefeito assina o convite junto com Maurício Gorza, o pré-candidato do partido em Vila Velha “O Maurício será o candidato a prefeito pelo PSDB em Vila Velha”, confirmou nesta quinta-feira (18) o ex-prefeito Max Filho, em resposta a perguntas formuladas por Século Diário sobre a convenção que ele conduz neste domingo (21), às 9 horas, no Centro Técnico Vasco Coutinho. O convite é assinado também pelo ex-vereador Maurício Gorza, alçado à condição de presidente da comissão provisória do partido e nome para disputar a majoritária. Apesar de Maurício não ter densidade eleitoral para concorrer com nomes já colocados no mercado, como o atual prefeito, Arnaldinho Borgo (Podemos), Max Filho mantém o controle da legenda, em situação desfavorável desde o rompimento com a direção estadual, liderada pelo deputado estadual Vandinho Leite, apoiador de Arnaldinho, de quem é adversário. “A relação com a estadual está serenada”, acentua Max Filho, e enfatiza: “Eu não serei candidato, mas vou apoiar aqueles em quem acredito”, afirma o ex-prefeito ao comentar sobre como ficam as alianças com candidaturas já colocadas no mercado, sem detalhar nomes. Mas reforça: “Eu não me desincompatibilizei do cargo efetivo e, portanto, não participarei da disputa”. As divergências internas do PSDB se tornaram mais acirradas em 2018, chegando a 2020 com o rompimento entre quadros importantes do partido, sendo necessária a intermediação da direção nacional. Em abril deste ano, o deputado federal Marconi Perillo, presidente da sigla, tentou arrumar a situação: substituiu o comando em Vila Velha, e passou o poder ao grupo de Max Filho. O controle do diretório municipal estava com o grupo do deputado Vandinho Leite desde agosto de 2023, com a formação de uma comissão provisória composta por seus aliados Marcos Giovanni Correa Felix, presidente; Pablo Rigamonte Correa, tesoureiro; Peterson Morozewsky Bento, secretário; e Sueli dos Santos Guimarães e Thiago Teixeira da Silva, membros. Questionado se esses movimentos significam que estará fora da política ou se tem planos para 2026, para retornar à Câmara Federal, Max deixou resposta no ar: “2026 ainda está muito longe”. O ex-prefeito assumiu mandato de deputado federal em 1º de janeiro de 2015, em decorrência da renúncia do titular, César Colnago, eleito vice-governador, e renunciou ao mandato para assumir a Prefeitura de Vila Velha, em 1º de janeiro de 2017. Em 2020, perdeu a reeleição para Arnaldinho Borgo e, em 2022, candidatou-se para retornar à Câmara, mas não se elegeu. No início das movimentações eleitorais deste ano, Max sinalizava disputar novamente a prefeitura, mas recuou por motivos familiares.

18/07/2024 / 0 Comments
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​Servidores estaduais farão vigília na porta do Palácio da Fonte Grande

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Vigília será durante reunião entre representantes da Casa Civil, Seger e Sindipúblicos  Os servidores públicos estaduais irão fazer uma vigília em frente ao Palácio da Fonte Grande, no Centro de Vitória, na tarde do dia 31 de julho. A decisão foi tomada em assembleia realizada nesta quinta-feira (18). A data foi escolhida por ser o dia da reunião entre a Secretaria da Casa Civil, a Secretaria Estadual de Gestão e Recursos Humanos (Seger) e o Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Espírito Santo (Sindipúblicos). A reunião estava prevista para essa segunda-feira (15), mas foi desmarcada, sob alegação de uma agenda do secretário da Casa Civil, Junior Abreu, com o governador Renato Casagrande (PSB). O presidente do Sindipúblicos, Iran Milanez, informa que, na assembleia desta quinta, os servidores decidiram manter o estado de greve, decretado em 16 de maio, e fazer ações de mobilização até o dia 31. Porém, não entrou em detalhes sobre o tipo de ação e a data, pois a ideia é “pegar o governo de surpresa”. No dia 10 de julho, os servidores realizaram um protesto no Centro de Vitória para pressionar o governo estadual a dar uma resposta à pauta de reivindicações. A ação mobilizou 300 servidores, segundo o Sindipúblicos, número que incluiu a participação de profissionais do interior, que paralisaram seus serviços e acompanharam a manifestação de rua por meio de transmissão pela internet. No encontro no Palácio da Fonte Grande, a pauta será as reivindicações dos trabalhadores, que são recomposição escalonada das perdas salariais, que chegam a 14,3%; reestruturação das carreiras extintas em vacância; auxílio-alimentação digno; revisão de planos de cargos e salários dos funcionários da ativa; e redução das disparidades salariais entre os níveis de escolaridades. O reajuste de 4,5%, aprovado no início de maio por unanimidade e em regime de urgência, é considerado insuficiente diante das perdas salariais. Outras pautas dos servidores do Poder Executivo incluem: pagamento dos precatórios da trimestralidade; reestruturação das carreiras técnicas do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases), sem a unificação de cargos aprovada recentemente; e revogação da modificação da Lei do Teletrabalho e da lei do novo licenciamento ambiental. “O Governo do Estado continua devendo respostas em relação às nossas reivindicações. A gestão estadual tem condições financeiras de implementar todas elas. Vamos continuar as mobilizações”, diz Iran Milanez. Na última sexta-feira (12), os servidores também marcaram presença na audiência pública sobre o orçamento estadual de 2025, que aconteceu no auditório do Sicredi de Viana, na região metropolitana do Estado. No dia 17 de junho os trabalhadores chegaram a se reunir com o secretário da Casa Civil para tratar da pauta da categoria. O gestor afirmou que iria mediar o diálogo entre os trabalhadores e a gestão, em parceria com a Seger. A reunião foi uma reivindicação dos servidores. Secretário da Casa Civil inicia diálogo com servidores públicos estaduais – Século Diário Junior Abreu garantiu que atuará junto com a Seger para avançar na pauta do funcionalismo estadual https://www.seculodiario.com.br/direitos/secretaria-da-casa-civil-inicia-dialogo-com-servidores-publicos-estaduais Servidores estaduais decidirão sobre greve após governo desmarcar reunião – Século Diário Presidente do Sindipúblicos, Iran Caetano, afirma que a deflagração do movimento está amparada pela lei https://www.seculodiario.com.br/direitos/servidores-estaduais-decidirao-sobre-greve-apos-governo-desmarcar-reuniao Protesto em Vitória e ações no interior mobilizam 300 servidores estaduais – Século Diário Funcionalismo pressiona governo por resposta a reivindicações; reunião acontece semana que vem https://www.seculodiario.com.br/direitos/protesto-em-vitoria-e-acoes-no-interior-mobilizam-300-servidores-estaduais

18/07/2024 / 1 Comment
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Espírito Santo ocupa 13º lugar em ranking de casos de racismo

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Anuário mostra que casos aumentaram, apesar de o Estado ter caído no ranking no último ano O Espírito Santo responde pelo 13º lugar no ranking de casos de racismo no Brasil no ano de 2023, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública nesta quinta-feira (18). A taxa é de 3,6, correspondente a cada grupo de 100 mil habitantes. Em números absolutos, foram 137 casos. Os casos de injúria racial não foram disponibilizados, por isso não constam no levantamento. Os estados que estão à frente do Espírito Santo são Rio Grande do Sul (26,3), Paraná (14), Sergipe (13,2), Goiás (8,1), Rio Grande do Norte (6,2), Acre (5,9), Rondônia (5,6), Rio de Janeiro (5,5), São Paulo (5,2), Amapá (4,6), Santa Catarina (4,5), Bahia (3,9) e Ceará (3,9). Comparado a 2022, o Espírito Santo caiu seis colocações no ranking, pois nesse ano, sua posição era de 6º lugar, com uma taxa de 3,1 a cada 100 mil habitantes, o que em números absolutos corresponde a 120 casos. As unidades federativas que estavam à frente do Espírito Santo em 2022 eram Rio Grande do Sul (23,2), Rondônia (5,8), Sergipe (5,3), Amapá (4,5) e Acre (3,4). Ao comparar tanto a taxa a cada 100 mil habitantes quanto os números absolutos nos dois últimos anos, é perceptível que, apesar de o Espírito Santo ter saído da 6ª posição para a 13ª de 2022 para 2023, os casos de racismo no Estado não diminuíram nem estabilizaram, muito pelo contrário, aumentaram. O que fez o Espírito Santo descer de posição foi o aumento brusco de casos de racismo em outros estados, que estavam com índices abaixo dos registrados no Espírito Santo em 2022. O maior deles foi o Paraná, que saltou de 220 casos em 2022 para 1,6 mil no ano seguinte, fazendo com que a taxa a cada 100 mil habitantes se elevasse de 1,9 para 14. Em seguida, vem Goiás, cujos casos de racismo saíram de 186 para 569, sendo as taxas, respectivamente, 2,6 e 8,1. O Rio Grande do Norte saltou de 46 casos para 205, elevando a taxa a cada 100 mil habitantes de 1,4 para 6,2. O Rio de Janeiro registrou 322 casos em 2022, com taxa de 2. No ano seguinte, foram 890 casos e taxa de 5,5 a cada 100 mil habitantes. No Ceará, os números absolutos subiram de 170 para 347, fazendo com que a taxa aumentasse exatos 2 pontos, saindo de 1,9 para 3,9. Em Santa Catarina, os registros de racismo foram 229 em 2022 e 342 em 2023. A taxa subiu de 3 para 4,5. Por fim, a Bahia informou no Anuário a ocorrência de 361 casos em 2022 e 552 no ano posterior. A taxa a cada 100 mil, que era de 2,6, foi para 3,9. Acusados de crime de racismo contra professor da Ufes são condenados Gustavo Forde foi alvo, em 2019,  de comentários racistas em entrevista à imprensa sobre protagonismo negro https://www.seculodiario.com.br/justica/acusados-de-cometer-racismo-contra-professor-da-ufes-sao-condenados Advogado denuncia racismo institucional em abordagem da PM Felipe Ferreira afirma que jovem negro foi agredido em São Mateus. Na OAB-ES, outro caso gera polêmica https://www.seculodiario.com.br/direitos/advogado-denuncia-racismo-institucional-em-abordagem-da-pm-em-sao-mateus Apesar do racismo e machismo, mulheres negras se destacam na história do ES Mulheres negras em todo o Espírito Santo deram e ainda dão contribuições importantes em diversas áreas https://www.seculodiario.com.br/direitos/existe-muita-historia-a-ser-relatada-sobre-mulheres-negras-desbravadoras

18/07/2024 / 0 Comments
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Projeto de proteção a entregadores por aplicativo avança na Assembleia

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Sindicato vai se debruçar sobre o PL, que prevê produção de dados sobre violência e garantia de direitos O Sintappes, sindicato que representa os motoristas de aplicativo no Espírito Santo, vai analisar o Projeto de Lei (PL) 79/2024, de autoria da deputada estadual Iriny Lopes (PT), que “institui a Política Estadual de Prevenção à Violência Física, Psicológica, Patrimonial e Moral contra Entregadores de Aplicativo em Serviço”. A princípio, afirma o presidente da entidade, Gessé Gomes de Souza, a proposta “parece perfeita”. Contudo, pontua, é preciso estudá-la mais a fundo para, caso se mantenha essa percepção, mobilizar a categoria para sua aprovação. O PL, que foi protocolado em fevereiro e agora se encontra em análise na Procuradoria Geral da Assembleia, prevê a produção de dados estatísticos sobre os casos de violência, veiculação de informações sobre os direitos dos entregadores e os canais de denúncia nas plataformas dos aplicativos, além da afixação de cartazes com esse mesmo conteúdo nos prédios comerciais, edifícios de apartamentos, condomínios horizontais e verticais, e outros estabelecimentos particulares ou públicos no Estado. Para Gessé, a proposta é uma forma de fazer “o Estado conseguir perceber uma atividade que precisa de atenção no campo da segurança no cotidiano do trabalho”. Ele acredita que a produção de dados estatísticos possibilita a criação de políticas de combate à violência contra entregadores de aplicativo. Os números a serem levantados, conforme consta no projeto, serão disponibilizados permanentemente por de sítio eletrônico, na forma de relatório. Na justificativa, Iriny aponta que, em 2021, eram cerca de 1,5 milhão de trabalhadores atuando em plataformas digitais no país, o que representava cerca de 1,6% do total de ocupados no período. Entre os meses de agosto e novembro de 2022, esse número já tinha aumentado para cerca de 1,7 milhão de pessoas. A parlamentar também destaca as condições precárias de trabalho, como jornadas que ultrapassam as 10 horas diárias, de 6 a 7 dias por semana; insuficiência do tempo e das condições destinados ao descanso, às refeições e às necessidades fisiológicas; despesas envolvidas nessa prestação de serviço a cargo dos trabalhadores, como combustível, manutenção do veículo e alimentação; exposição ao sol e às chuvas; enfrentamento cotidiano de “um trânsito caótico e perigoso”; exposição a assaltos e outras questões relacionadas à segurança; ausência de locais adequados para pausa e descanso; e condições impróprias dos espaços reservados aos entregadores por parte dos estabelecimentos demandantes, como restaurantes, lanchonetes e farmácias, enquanto aguardam a mercadoria a ser entregue. “Além disso, no momento da entrega do produto ao cliente, não é incomum os entregadores enfrentarem atitudes preconceituosas, discriminatórias e até mesmo humilhantes por parte dos clientes e de outras pessoas, como os porteiros dos condomínios; os aplicativos não preveem qualquer tipo de auxílio ou outro benefício aos trabalhadores que estão fora do regime CLT; em tais ocorrências, inclusive, os entregadores podem ser penalizados com bloqueios”, diz o texto. Na proposta, a deputada afirma que, embora o debate da regulamentação do trabalho seja de competência do Congresso Nacional, “é muito importante que todos os entes federados se envolvam no debate que diz respeito a milhares de trabalhadores e trabalhadoras em situação de vulnerabilidade e desproteção. Neste sentido, o projeto de lei, nos limites da competência estadual, visa por luz ao debate da exposição aos vários tipos de violência a que estão expostos, em especial os entregadores e as entregadoras em serviço”. Os trabalhadores já vêm se mobilizando por políticas de segurança para a categoria. Eles chegaram a se reunir com o secretário estadual de Segurança Pública, Eugênio Ricas, em fevereiro deste ano, por ocasião do desaparecimento do motorista Jonata de Souza Oliveira, encontrado morto dias depois. O gestor informou que o governo estuda a criação de um botão do pânico para motoristas de aplicativo, mas a proposta se encontra em análise na PGE. Os trabalhadores aprovam a ideia desde que seja para motoristas de todas plataformas.  O Sintappes também defende a instalação de câmeras nos veículos durante o período noturno e em tempo real. Segundo Gessé, as câmeras seriam uma ação de prevenção, enquanto o botão do pânico, embora considerem uma iniciativa importante, seria algo mais voltado para a necessidade de o motorista buscar ajuda ao sofrer a violência. A entidade sugeriu isso a Sesp, mas não obteve retorno.  Espírito Santo estuda criação de botão do pânico para motoristas de aplicativo Afirmação foi feita pelo secretário Eugênio Ricas durante reunião com sindicato e familiares de motorista desaparecido https://www.seculodiario.com.br/seguranca/espirito-santo-estuda-criacao-de-botao-do-panico-para-motoristas-de-aplicativo

18/07/2024 / 0 Comments
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Importação de carros cria gargalo no Porto de Vitória e gera críticas

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Tales Machado, do Centrorochas, cobra medidas que atendam a todos os setores da economia capixaba Engrossando o coro de vários segmentos do setor, o presidente do Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas), Tales Machado, aponta que lotação de veículos importados da China no Porto de Vitória cria gargalos prejudiciais especialmente à movimentação das áreas de café e rochas ornamentais. “Ninguém aqui é contra a importação de veículos, mas a autoridade portuária precisa equilibrar as necessidades de todos os setores”, diz o empresário. Acrescenta que, “no passado, os carros importados eram desembarcados no lado de Vitória, onde cegonhas aguardavam para transportá-los. Agora, o porto está lotado de carros estacionados, o que gera receita, mas o porto deveria ser um fator de desenvolvimento para todos”. A questão afeta o comércio internacional capixaba, que tem expressado insatisfação com os serviços prestados no Porto de Vitória, especialmente no terminal de contêineres. Para o presidente do Centrorochas, “o contêiner é crucial não só para o Espírito Santo e o Brasil, mas para todas as grandes operações de comércio. Na privatização do porto, o tempo de carregamento com os navios de cabotagem era de 57 horas, mas agora está em 114 horas. A demora causa filas e omissões no transporte, prejudicando a programação e o ciclo financeiro das empresas. Recentemente, tivemos três omissões que causaram grandes prejuízos”. Tales Machado também mencionou a necessidade urgente de expandir a área de operação do Terminal Portuário de Vila Velha (TVV). “O TVV está imprensado na área de contêineres e precisa de mais espaço. Na Feira do Mármore deste ano, fui informado de que as negociações estavam quase concluídas, mas até agora, nada foi resolvido. Fotos recentes mostram o porto completamente lotado. A área portuária deve permitir um fluxo rápido de mercadorias, e não servir como estacionamento”. Questão antiga Não é de hoje que a logística de transporte e escoamento de produtos no Espírito Santo é criticada por não explorar todo o seu potencial, afirmam especialistas. As malhas rodoviária e ferroviária são apontadas como insuficientes para atender aos portos capixabas tanto na exportação quanto na importação – “situação grave num Estado cujo grau de abertura da economia fechou em 42% no ano passado, índice bem maior que a média nacional, que foi de 27%”.  Em 2023, enquanto o Brasil registrou queda de -4,32% no comércio exterior, no Espírito Santo essa atividade cresceu +3,75%, alcançando a cifra de US$ 19,3 bilhões – foram US$ 9,5 bilhões exportados (crescimento de +4,17% sobre 2022) e US$ 9,8 bilhões importados (incremento de +3,34% ante 2022). O dado consta na Resenha da Balança Comercial Preliminar, do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), e o valor é o maior da série histórica anual. As críticas colocam em evidência a necessidade de “uma gestão mais equilibrada e eficaz no Porto de Vitória, para evitar prejuízos a setores vitais da economia capixaba”. O cenário remete ao período de 2021/2022, quando a antiga Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) foi vendida, passando à condição de primeira autoridade portuária do país privatizada. A mudança- foi precedida de manifestações contrárias de especialistas e de entidades representativas do setor, como os operadores portuários e sindicatos de trabalhadores.

18/07/2024 / 0 Comments
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Geninho define pescador como vice e marca convenção em Itapemirim

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Pré-candidato do PDT terá Ciel Mota compondo a chapa, em aliança com o MDB Redes sociais O Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) de Itapemirim, no litoral sul do Estado, marcaram uma convenção partidária conjunta para o próximo dia 3 de agosto, às 18h30, no Columbia Clube, localizado na Vila de Itapemirim. A chapa que representará as duas siglas na disputa majoritária do município terá o dentista Geninho Bechara (PDT) como candidato a prefeito e o pescador Ciel Mota (MDB) como vice. Geninho foi apresentado oficialmente como pré-candidato do PDT em Itapemirim em janeiro deste ano, e busca desde então se viabilizar para disputar as eleições de outubro. O anúncio de Ciel Mota como pré-candidato a vice-prefeito foi feito na última sexta-feira (12), e, de acordo com Bechara, a escolha se deu em sintonia com representantes dos pescadores da cidade. “Ciel Mota é um pescador raiz, que vive no mar há 40 anos. A gente vem nesse grupo de renovação, e o meu nome saiu por meio do grupo da pesca de Itapemirim. Logo em seguida, o vice foi definido para ser um representante da pesca. Eu tenho muita gratidão pelos pescadores”, explica o dentista. Novato na política, apesar de ser sobrinho do ex-prefeito Jorge Bechara (já falecido), Geninho filiou-se ao PDT em dezembro de 2023. Segundo informações de bastidores, pesquisas qualitativas contratadas por seu grupo político apontaram que ele teria a preferência dos eleitores dentro do cenário atual. “Sinto que minha pré-candidatura se destaca como uma verdadeira renovação, trazendo a mudança que Itapemirim tanto necessita. Tenho percebido uma recepção calorosa às minhas propostas, especialmente nas áreas de uso consciente dos royalties, agricultura, setor pesqueiro e desenvolvimento industrial. Estas são áreas cruciais, e os eleitores claramente buscam uma liderança comprometida em promover um desenvolvimento sustentável e melhorias concretas na qualidade de vida da comunidade”, discursa Geninho. Ciel Mota também nunca foi eleito para cargo político, mas se candidatou a vereador em 2016 pelo então Partido Republicano Brasileiro (PRB), que depois se tornaria o Republicanos, uma das principais siglas de direita em atividade no Brasil atualmente. “A gente tem passado muita decepção na política com os candidatos que tem ajudado e apoiado. Eu não queria nem participar mais. Porém, a gente vê que o Geninho é um cara novo, sério, e nós decidimos chamar o Geninho e apostar na luta dele por um Itapemirim melhor. Nós levantamos a bandeira com um grupo de amigos aqui da pesca e estamos aí nessa caminhada, com fé e dedicação, e com esperança de que vamos voltar a sorrir em Itapemirim”, comenta Ciel. Cenário eleitoral Além de Geninho, o atual prefeito, Doutor Antonio (União), também já tem um vice definido para a sua chapa: o policial militar e empresário Ernane Silva (sem partido). Já o Partido Socialismo e Liberdade (Psol) terá uma chapa “puro-sangue”, liderada pela artesã Claudia Carvalho, tendo o professor Jésus Gomes como pré-candidato a vice-prefeito. Alex Wingler (Podemos), ex-secretário de Saúde de Cachoeiro de Itapemirim, tem dialogado com o ex-prefeito Thiago Peçanha (PSB), que, apesar de estar inelegível, ainda tem muita influência política no município. Wingler tem a pretensão de estabelecer uma chapa forte e unificada de oposição em Itapemirim. Os outros pré-candidatos são o presidente da Câmara de Vereadores Paulinho da Graúna (Republicanos); o vereador João Bechara (PSDB); e o empresário bolsonarista Vinicius Viana (PL).  Ex-prefeito tenta emplacar irmãos na disputa pela Prefeitura de Itapemirim Cassado em 2022, Thiago Peçanha mantém influência no município e se articula com outros pré-candidatos https://www.seculodiario.com.br/politica/ex-prefeito-tenta-emplacar-irmaos-na-disputa-pela-prefeitura-de-itapemirim PDT lança pré-candidatura no sul e diz que ‘dialoga’ com Vidigal – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/politica/pdt-lanca-pre-candidatura-no-sul-e-diz-que-dialoga-com-vidigal

17/07/2024 / 0 Comments
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Tumulto prolongado

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PV e PCdoB e a nova cartada contra o palanque de Célia Tavares à Prefeitura de Cariacica Redes Sociais Homologada pela Nacional do PT em maio, a pré-candidatura da professora Célia Tavares à Prefeitura de Cariacica já está nas ruas, no contato direto com o eleitor, e impulsionada pelo ex-prefeito e deputado federal Helder Salomão. Sinais de que os ruídos internos que prevaleceram por meses entre os partidos da Federação Brasil da Esperança foram superados, certo? Pois é…não! Um manifesto publicado nesta quarta-feira (17) por 14 pré-candidatos à Câmara de Vereadores do PV e PCdoB, mantém o nome do ex-vereador Heliomar Novais (PV) como concorrente ao palanque, no esforço de levar a disputa interna para a convenção municipal. Esse movimento é capitaneado pelo vereador cassado César Lucas, presidente municipal do PV e aliado da primeira fileira do prefeito, Euclério Sampaio (MDB), que constrói uma frente ampla no município, para ser reeleito em clima de unanimidade. O impasse prolongado tenta enfraquecer as movimentações de Célia, que foi ao segundo turno contra Euclério em 2020, além de jogar a convenção da federação para início de agosto, reta final das definições. A prevalecer esse cenário, porém, a palavra final não sairá das articulações locais, e sim das nacionais das legendas. Neste caso, difícil crer que Célia perderia a vez, hein?! AdesõesO documento inclui 11 nomes do PV: o próprio César Lucas, Rosália Alves Queiroz, Elisvan Alonso de Oliveira, Lucas da Cunha, Alessandra Soares da Silva, Angela Gabriela da Silva, Valdir Eclides da Silva, Simone Neves da Silva, Vitor Amorim, Lays Dias e Marcelo Mendes Brunck. Adesões IINo PCdoB, fazem parte do bloco o presidente do diretório municipal, Nelson Baby, e Rafael de Azevedo Tapias e Camila Carvalho Amorim do Prado. Campo inimigoAs lideranças partidárias e Heliomar se reuniram nesta quarta para ajustar os ponteiros. Consolidado o palanque de Célia, de todo jeito, ela não deverá contar com esse bloco de candidatos, que representa a maior fatia da federação. No PV, o apoio a Euclério já está definido. No PCdoB, falta sacramentar. Bonde lotadoA frente ampla montada pelo prefeito, que vai junto à convenção neste domingo (21), às 9h, no Matrix Hall, reúne nada menos do que 15 partidos. Junto com o MDB, estão o PSB, de Renato Casagrande, e o PP, Republicanos, Podemos, União Brasil, PDT, PSD, PSDB/Cidadania, Novo, PMB, Agir, PRD e Solidariedade. Sem recuoEm Vitória, acabou de vez a esperança para nichos do eleitorado de esquerda que sonhavam com a união de João Coser (PT) e Camila Valadão (Psol) logo no primeiro turno. A deputada realiza convenção neste domingo (21), às 9 horas, na Câmara de Vitória, para oficializar seu palanque, sob as bençãos da Nacional. ChapaO vice será um quadro da Rede Sustentabilidade, que é federada com o Psol. O nome tem sido mantido sob mistério, mas, se pensar na Rede em Vitória, o nome que vem rápido é Laís Garcia, que já disputou eleição e fecharia uma chapa completa de representação feminina. Hoje ela integra, no entanto, a gestão de Casagrande, que apoia Coser e Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB). Veremos quais cotações surgem até lá… CirculandoAinda na Capital, os pré-candidatos a prefeito não saem das feiras de bairros, para os afagos ao eleitorado. O prefeito, Lorenzo Pazolini (Republicanos), está em todas, ora com um cotado a vice, Arildemo Teixeira (Novo), ora com outro, o presidente da Câmara Municipal, Leandro Piquet (PP). No mesmo foco tem mirado Luiz Paulo. TrioA propósito, essa alternância de Arildemo e Piquet nas andanças de Pazolini, chama atenção. E cadê a ex-presidente da Federação das Indústrias (Findes), Cris Samorini (PP), a terceira cotada? A conferir! Nas redes“Da Ufes à Assembleia, passando pela Câmara, e agora, rumo à Prefeitura A estudante, que ousou ser liderança na Universidade Federal, fez história ao se tornar a primeira mulher negra eleita vereadora em Vitória. Com uma trajetória marcada por lutas e conquistas, foi a deputada mais votada da história do Estado. Agora, queremos mais um passo importante: a primeira prefeita de Vitória!”. Camila Valadão e o start oficial na campanha eleitoral. FALE COM A COLUNA: medeirosmanaira@gmail.com Obstáculos internos PT de Cariacica avança com palanque de Célia Tavares em oposição a Euclério, mas os ruídos persistem https://www.seculodiario.com.br/socioeconomicas/obstaculos-internos

17/07/2024 / 0 Comments
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Camila Valadão vai à convenção no domingo e aposta no voto das mulheres

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Evento da deputada, que garantiu paridade de gênero no secretariado, consolidará palanque do Psol  Com a campanha focada em três eixos principais, diversidade, movimento negro e política de gênero, a deputada estadual Camila Valadão entra neste domingo (21) como candidata oficial à Prefeitura de Vitória pelo Psol, federado com a Rede de Sustentabilidade, na convenção organizada por seu partido, com possibilidade de alcançar fatia significativa do eleitorado: as mulheres, que no Estado, formam 53,38% dos quase três milhões aptos a votar em 6 de outubro. A convenção será realizada na Câmara de Vitória, a partir das 9 horas, ocasião em que será anunciado o nome da vaga de vice na chapa majoritária. “A posição será da Rede, mas vamos apresentar no domingo apenas”, informou nesta quarta-feira a presidente do Psol no Estado, Ane Halama.  Com o evento, que terá as presenças da presidente nacional da legenda, Paula Coradi, e da deputada federal Sâmia Bomfim (SP), a deputada se consolida no cenário, fechando dois palanques de esquerda na Capital, junto com o deputado estadual e ex-prefeito João Coser (PT). Entre as estratégias de campanha, não à toa mais focada no identitarismo, Camila anunciou que, se eleita, metade do secretariado será composto por mulheres. O anúncio foi feito no segundo encontro para a construção do plano de governo, promovido pela pré-candidata em pontos estratégicos de Vitória. “Na minha gestão, o secretariado será paritário do ponto de vista de gênero. Pelo menos 50% das posições do secretariado de Vitória serão ocupadas por mulheres. Também vamos garantir a representação em critérios raciais e de pessoas com deficiência”, afirmou a deputada, exaltando “compromisso assumido em sua trajetória política de combate ao machismo e na promoção do protagonismo feminino na administração pública”. Ela considera que “será uma grande diferença para nossa cidade, trazendo mais diversidade e inclusão para as decisões políticas. Decisões como essa reforçam a importância da representatividade e equidade nos espaços políticos. E esse é um dos compromissos do nosso projeto político para Vitória”, destacou. Camila ressalta que os encontros têm o objetivo de identificar as necessidades de cada região e coletar sugestões dos moradores para a construção de “Outra Vitória Possível”. O objetivo é que as ideias apresentadas por moradores sejam incorporadas ao plano de governo que será apresentado durante a campanha. “A terceira etapa do projeto será a sistematização das propostas recolhidas em um programa de governo sólido, demonstrando as reais necessidades dos moradores”, explica.

17/07/2024 / 1 Comment
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​Internet e sistemas complexos III

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O design da internet é um sistema complexo O rewilding se refere à restauração de ecossistemas saudáveis, no sentido da criação de biodiversidade, já que visa o ecossistema inteiro, com a abertura de espaço para redes alimentares complexas, pois aqui temos a perspectiva do todo ao invés das partes. Tal qual temos redes de computadores, no ecossistema existem interações multifacetadas e generativas. No caso aqui, vamos falar do rewilding aplicado à internet, em que há uma mudança de pensamento linear para um pensamento sistêmico. No rewilding, a criação de espaços promove ecossistemas complexos e auto-organizados, e se pratica a gestão conhecida pelos bons gestores, isto é, contratam os melhores e, por sua vez, fornecem os meios deles prosperarem. Por fim, os gestores saem do caminho deles, sendo aqui uma filosofia de trabalho oposta ao do comando e do controle. Entender o rewilding aplicado à internet é conceber uma estrutura e um plano, e aqui se supera a ideia de controle, com novos meios de correção de problemas. Aqui se deve saber que acabar com os monopólios e duopólios da internet não se restringe a uma operação feita intelectualmente ou somente por meios racionais, mas sim sendo encarado também como uma questão emocional. Será com o rewilding que se mudará a percepção de domínio das big techs para uma nova visão positiva referida a iniciativas independentes na internet, encarando com otimismo dinâmico este desafio de mudança deste cenário. O aspecto emocional aqui, portanto, se refere a esta mudança subjetiva e intersubjetiva de percepção e sensação. A percepção de uma internet mais variada e aberta, em que usuários tinham blogs, visitavam mais sites no varejo, e podiam ainda programar computadores para a criação de jogos básicos, sendo superada por um controle de algumas mídias sociais e aplicativos de mensagens, dividiu gerações em que uma tem esta primeira memória e a outra nunca conheceu esta internet mais difusa e distribuída. Portanto, o rewilding, como esta mudança emocional de percepção, é um trabalho em andamento. Não se trata, contudo, da restauração literal de algo que existiu na primeira versão da internet para usuários civis, mas de retomada de uma resiliência do sistema, em seu todo. Esta retomada poderá gerar complexidade através da restauração da autonomia de iniciativas dentro deste sistema, permitindo que a partir da multiplicação de players na internet, esta mudança ganhe escala e a internet tenha novamente abertura e uma estrutura resiliente. Esta retomada, como não é um retorno, não se refere às interfaces antigas da internet, como o FTP e o Gopher, por exemplo, e nem mesmo de servidores de e-mails corporativos ou de organizações, pois a ideia não é combater soluções prontas e práticas como o G-Suite, mas entender quais recursos da internet podem estar disponíveis sem a mediação e controle das big techs. Alguns recursos dinâmicos que persistiram podem ser aproveitados, tal como temos o ressurgimento de feeds RSS, que servem como boletins informativos por e-mail e blogs, o que evita o risco de se expor a falhas ao depender de um único aplicativo para hospedagem de conversas. Por sua vez, temos novos sistemas que se expandem como o Fediverse e também o Bluesky, este que possui possibilidade de escolha algorítmica e moderação combinável. A internet se tornou possível como um sistema geral ligado em rede, para o acesso de todas as pessoas, e isso possibilitou o seu crescimento inicial. Por sua vez, este gerenciamento centralizado pelas big techs pegou esta estrutura pronta e a modificou para seus interesses. Contudo, o design da internet é um sistema complexo, com interações abertas, e sua simplificação em setores fechados diminui a resiliência do sistema e a sua inovação. Por fim, as big techs entregam o seu serviço a seus usuários, por um lado, ao passo que lhes retiram a autonomia, por outro. (continua) Obs: 1 – O protocolo FTP surgiu no MIT (Massachusetts Institute of Technology) no início dos anos 1970, tendo como desenvolvedor Abhay Bhushan. Ele funciona como um protocolo de rede para a transmissão de arquivos entre computadores, é uma aplicação para download e upload de arquivos em conexões do tipo cliente/servidor. O FTP é um dos protocolos mais simples e antigos para uso de transferência de dados. 2 – O Gopher Protocol é um protocolo de rede desenvolvido nos anos 1990, como uma alternativa ao WWW (World Wide Web), criado por uma equipe da Universidade de Minnesota, sendo muito utilizado antes do surgimento do HTTP e do HTML. O Gopher Protocol tem uma forma simples de navegação com menus hierárquicos para acesso de documentos de texto. Portanto, este protocolo armazena apenas textos simples, sem suporte para recursos multimídia, como imagens, áudios e vídeos, sem interatividade avançada como formulários e scripts. O Gopher Protocol foi amplamente utilizado nos anos 1990 para compartilhamento de informações na internet, também sendo utilizado em universidades, instituições acadêmicas, com vastas coleções de documentos e recursos educacionais. 3 – Fediverse (este será tematizado em texto futuro aqui na coluna). Gustavo Bastos, filósofo e escritor.Blog: http://poesiaeconhecimento.blogspot.com

17/07/2024 / 0 Comments
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