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Grupo de Teatro Paiol faz apresentação única no Carlos Gomes

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  Cinco atores e um diretor de uma companhia de teatro estão há 10 dia de estrear a sua peça, mas tudo parece conspirar contra os artistas. Ainda há o contexto da ditadura militar para dificultar ainda mais os ensaios e todas essas pressões externas e internas acabam originando diversas crises no grupo. Esse é o clássico enredo de Um grito parado no ar, do dramaturgo ítalo-brasileiro Gianfrancesco Guarnieri (1934-2006), que agora será apresentado pela Cia de Teatro Paiol, de Cariacica.   Para Hudson Braga, ator e fundador do grupo, apesar de a trama se passar na década de 70, o texto continua atual. “Ainda enfrentamos muitas dificuldades para fazer teatro e viver da nossa arte, sofremos com a falta de apoio e de patrocínio, principalmente. Um grito parado no ar é como se fosse o nosso grito para não deixar esse amor pelo teatro morrer”, diz. O espetáculo será encenado nesta terça-feira (27), às 20h30, no Teatro Carlos Gomes.    O grupo se utiliza da metalinguagem para contar a história dessa peça. As cenas que o grupo fictício pretende encenar são apenas sugeridas, por que sempre aparecem problemas que impendem que elas sejam finalizadas. “Nós interpretamos um grupo engajado que quer a todo custo trabalhar, mas surgem os mais diversos impedimentos, desde a falta de luz até a censura a as torturas do período militar”, explica Hudson.   Essa força de vontade é o ponto em comum entre o Grupo Paiol e a Cia que estão representando. O grupo estreou no final de 2012, com a montagem da peça Revolução de Caranguejos, do autor capixaba Toninho Neves. Um grito parado no ar é o seu segundo trabalho. A companhia não se limita apenas em reunir artistas independentes para criar projetos e vencer editais, o objetivo do Paiol é ser um grupo fixo de estudos e debates de teatro contemporâneo.     “Percebemos muitas iniciativas efêmeras que duram apenas o tempo do edital, nós resolvemos fazer diferente. O elenco e a equipe técnica são sempre fixos e nos reunimos semanalmente para discutir os nossos trabalhos e pensar novos textos”, conta Hudson. Foi numa dessas reuniões que surgiu o texto de Gianfrancesco Guarnieri, que dialogava com a linha de pesquisa do grupo.    “O nosso primeiro espetáculo também abordou a ditadura e depois vivemos os protestos de junho e então o texto de Um grito parado no ar só veio a somar nos nossos debates”, conta. Além disso, o espetáculo foi o primeiro a furar a Censura dos militares, por que se utilizava de metáforas para discutir as questões sociais da época de forma implícita.    Serviço   O espetáculo Um grito Parado no Ar será encenado nesta terça-feira (27), às 20h30, no Teatro Carlos Gomes. Ingressos: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia) 

25/05/2014 / 0 Comments
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Padrão Fifa

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Cali é uma  morena de parar manifestação. Ou, para usar um termo mais condizente com o momento atual, é Padrão Fifa. Além da perfeição de formas e balanceado, Cali ainda esbanja inteligência, e mal saiu o anúncio da Copa no Brasil, percebeu o filão: “Vou avançar o sinal!”; ou para usar uma expressão mais condizente: “Vou pescar meu gringo!”   Cali matriculou-se em aulas de inglês, etiqueta, abordagem. E para não ser confundida com outra turma que também correu pra aprender inglês, começou a colecionar dólares. Ou para usar uma expressão mais condizente, a criar um respaldo financeiro.   Antes mesmo da bola começar a rolar nas arenas Padrão Fifa, promissores turistas internacionais começaram a desfilar pelas praias da moda. Cali atraiu muitas atenções, mas quem levou a Copa foi Frank – alto, bonito, cabelos louros, olhos azuis, educado, carinhoso. Deu até pra moça se sentir em paz com sua consciência – o romance com o gringo não se baseava apenas em interesses financeiros. Ou para usar uma expressão mais condizente, o amor podia até entrar na jogada.   Apaixonado também, o gringo lhe mostra os ingressos já comprados para todos os jogos da seleção alemã e para a final no Maracanã, não importa quais times cheguem lá. E explica: “Dois de cada; você vai comigo”.  E mesmo se as chances da seleção canarinho chegar às finais sejam mínimas, ela pergunta, preocupada: “E se der Brasil e Alemanha?”. Ele gargalha: “Vai ficar mais emocionante, não?”.  Cali se sente a grande vencedora da copa, “Viva o Brasil!”, grita. Ao que ele replica: “Viva a Fifa!”.   Mas apesar de toda a euforia, Frank tropeça em um pequeno contratempo… as casas de câmbio não estão aceitando seus cheques de viagem. É incrível, com tantos turistas do mundo todo chegando,  eles só aceitam dólares! Cali tenta amenizar o vexame, Com certeza é uma crise passageira, o país está preparado para oferecer ao mundo a Copa das Copas, o melhor torneio futebolístico de todos os tempos. Ele gargalha: “Superar a China?”.   Enquanto a situação não se ajeita, Cali vai cobrindo os gastos, feliz por ter sido tão previdente. “Não posso aceitar…”, resmunga ele; “Depois a gente acerta”, gargalha ela. E pensa: “Afinal, estou investindo no meu brilhante futuro. Ou para usar um termo mais condizente com esses tempos de grandes oportunidades: “Fiz um gol Padrão Fifa!”.   No ansiosamente esperado dia do primeiro jogo Cali desperta e não encontra o alemão a seu lado na cama king size do hotel cinco estrelas onde  se hospedam. O tempo passa e, em desespero,  ela rememora todas as previsões negativas para o  evento – greves dos transportes, da polícia, dos professores; fuga do Dirceu; passeatas bloqueando as ruas; arrastões à mão armada ou desarmada…   Não demorou pra morenaça descobrir que Frank escafedeu-se, deixando a astronômica conta do hotel pra ela pagar e com a bolsa esvaziada de suas árduas poupanças. Cheques de viagem e ingressos pra Copa? Tudo falso! Com o coração sangrando de amargura e com todos os outros gringos já comprometidos, Cali entende que seu alemão, sim,  era Padrão Fifa – levou tudo e só deixou as despesas!      

24/05/2014 / 0 Comments
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Acorda, Casão!

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  Pelo andar da carruagem, neste inicio de temporada eleitoral, Paulo Hartung (PMDB) vai dando um banho no governador Renato Casagrande (PSB). Mais pela falta de ânimo do governador em ir para cima dele, do que propriamente pelos argumentos utilizados pelo ex-governador, que acusa o sucessor de ter “quebrado” o Estado. Quando responde aos ataques, o socialista recorre à impessoalidade incapaz de associar às críticas ao ex-governador. Enquanto isso, PH vai avançando a ponto de já ser visível que ele já está mais forte que Renato junto ao eleitorado do interior. Algumas sondagens com lideranças dos municípios revelam que o ex-governador, comendo silenciosamente pelas beiradas, vem ganhando terreno de maneira ameaçadora.   A favor No interior, os prefeitos estão com o governador e os seus opositores, sobretudo os ex-prefeitos, com PH. Mas quais são os prefeitos que está bem com a população? Além do mais, qual é o ex-prefeito que não está pendurado no Tribunal de Contas? E PH tem maioria dos seus conselheiros. Já viram…   Decide O centro da discussão desta eleição vai passar pela Segurança Pública. O problema, para Casagrande, apesar dos robustos investimentos, é que a Secretaria de Segurança continua nas mãos de André Garcia, homem de confiança do prefeito de Vila Velha Rodney Miranda (DEM). Não se pode ignorar que Garcia  foi “importado” de Pernambuco pelo então secretário de Segurança Rodney. O pernambucano, fiel a Rodney, vai costurando a gestão de tal forma que não aparece os desmando no setor do governo de Hartung. Ou alguém já ouviu Garcia tecer alguma crítica à gestão anterior. Nem poderia, fez parte dela.   Decide 2 Para ganhar o jogo, Casagrande vai ter que fazer o confronto do seu governo com o de Paulo Hartung, mas de tal forma que o eleitor entenda de fato as diferenças dos dois governos. Não adianta continuar falando em parábola para uma minoria com alcance político para entender a mensagem das entrelinhas.   Jogo duro Casagrande não está jogando contra um time de perna de pau. Jogo com PH é jogo é clássico. Preciso de jogadores com experiência, que tenham sangue frio para pôr a bola no chão e sair jogando com tranquilidade, sem dar chutão. Não é com essa “garotada sub-20”, que toca a bola de lado no seu governo, que ele vai conseguir vencer este jogo. É jaguatirica copulando com cobra-coral. A pergunta que não quer calar: quando o governador vai desembarcar de seu governo o núcleo hartunguete? Vai esperar eles saírem espontaneamente, adotando a mesma estratégia usada com Elcio Alvares, na Assembleia?   Escolha Enquanto Casagrande empenha-se para ter o PSDB com ele, PH está evitando o PSDB, como também evita o PT. Ambos precisam de reboque. São encostos. Principalmente no primeiro turno. Se não houver necessidade, o ex-governador vai de DEM e emplaca o seu fiel escudeiro Neivaldo Bragato como seu vice. No máximo, no seu comboio cabe o PDT do ex-prefeito da Serra Sérgio Vidigal.   Escolha 2 Enquanto Casagrande patina em busca de partidos, PH, através de Sérgio Vidigal, presidente regional do PDT, tenta seduzir no senador Magno Malta (PR), que nada mais é do que o pêndulo dessa eleição.   Embate O governador Renato Casagrande tem que parar de se ocupar com náufragos e jogar o jogo que tem que ser jogado. Em matéria de política, PH é um jogador profissional. Para ganhar dele, tem que romper a chamada linha do inimigo. Senão o fizer, a vaca vai pró brejo.   Pensamento “A vida eterna era um privilégio dos faraós.” Eduardo Galeano.

24/05/2014 / 0 Comments
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Menos um

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Sexta-feira (23), em um restaurante de Vitória, um grupo de lideranças ligadas ao DEM e ao Pros almoçavam quando o vice-presidente do PSDB e pré-candidato ao governo, Guerino Balestrassi, passou por eles em direção a outro restaurante, mas parou para cumprimentar na volta. Ao ser cutucado sobre o “balança, mas não cai” de sua candidatura, o tucano teria admitido que jogou a toalha. Ele já vinha dando sinais durante a semana de que não dava mais para levar sua candidatura à frente. O curioso é que o presidente regional do partido, César Colnago, continua insistindo na tecla da candidatura própria. É mais um caso de problemas na comunicação entre o que acontece nas Executivas Nacionais e o que chega de informação ao Estado. Parece que como as lideranças estão lá em Brasília, aqui pode se falar tudo que se pensa e recorrer à chancela da nacional. Com Aécio Neves, presidenciável tucano, tem sido assim. É claro que, oficialmente, quem fala pelo partido é o presidente César Colnago, mas os muitos interesses envolvidos na eleição deste ano faz com que as informações sejam desencontradas. Nessa sexta, por exemplo, enquanto um jornal reforçava a declaração de Colnago de que Aécio teria mantido a candidatura de Balestrassi, outro mostrava a iminência do fim do voo próprio do tucano. Mas não é só no PSDB que os desencontros acontecem. No início da semana, a classe política acordou com a expectativa da tal reunião entre Paulo Hartung, Michel Temer e a presidente Dilma, propagada pela Revista Veja. O escritório de Hartung negou o encontro, a imprensa nacional disse que Dilma cancelou a reunião porque estaria gripada. Há quem diga ainda que a reunião aconteceu e que Lelo Coimbra falou por Harutng. O que há de verdade em tudo isso não se sabe ao certo. Há um jogo de disse-me-disse que interessa às lideranças que querem confundir a classe política e o eleitorado. Mas não tem jeito, daqui a menos de 20 dias começa o período de convenções partidárias e aí as verdades começarão a aparecer.

24/05/2014 / 0 Comments
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Arcelor entrega Plano de Controle de Emissões Visíveis ao Iema

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Conforme solicitação da secretária de Estado de Meio Ambiente, Diane Rangel, de janeiro deste ano, a ArcelorMittal entregou, no mês de março, o Plano de Controle de Emissões Visíveis. O documento da secretária solicitava que, em 60 dias, fosse enviado relatório técnico contendo a relação, descrição e identificação fotográfica das fontes que apresentem emissões visíveis de poluentes atmosféricos, bem como um planejamento com cronograma de execução para controle dessa poluição.   A Vale, alvo de requerimento de mesma natureza, até então, não enviou resposta às organizações sociais, como informou o grupo ambientalista SOS Espírito Santo Ambiental, cujo coordenador, Eraylton Moreschi Junior, fomentou o debate sobre as emissões visíveis ao enviar ao Iema, continuamente, imagens da poluição da Ponta de Tubarão, onde se localizam ambas as poluidoras. Os membros do grupo, que apontam no enclausuramento total (Domus) a solução para a poluição por material particulado de origem no local, ainda não tiveram a oportunidade de analisar profundamente a coerência das soluções e a viabilidade dos prazos apontados pela Arcelor.   No documento, a Arcelor lista cada uma de suas fontes emissoras de poluição visível, como já fora divulgado pelo Iema. São elas: máquina de desenfornamento de coque dos fornos da Coqueria Convencional, Chaminés 1 e 2 da Coqueria Convencional, Chaminé principal da Sintetização, Chaminés das Centrais Termelétricas, Pátio da Escória 1 (em frente à Aciaria) e Prédio da Aciaria. Também são apresentados, geralmente, os prazos a serem cumpridos pelas mudanças propostas e o valor de cada uma delas.   O custo total de todas as mudanças que a própria Arcelor julga coerente para diminuir a poluição visível alcança os US$ 92,87 milhões, mas a siderúrgica não estima o percentual de redução de emissões, tampouco garante que elas cessarão ou que, ao menos, terão uma redução significativa com as propostas.   Para reduzir as emissões visíveis do desenfornamento de coque, a empresa declara que já possui filtros de manga. Esse é um sistema de despoeiramente que consiste em três coifas móveis, uma rede de dutos, filtros de mangas e sistema de exaustão. O documento detalha um plano de aumento da capacidade do sistema, que consiste na substituição do atual duto de captação, reforma da casa de filtros existentes, troca das coifas e aumento da vazão de captação na ordem de 50%. Segundo o documento, a implantação do sistema já está em andamento. Mas detalham que a contratação de serviços está planejada para junho desde ano e a fase final só estará pronta para funcionar em dezembro de 2015.   Segundo a empresa, o monitoramento visual das emissões e dos resultados de concentração de particulado, a inspeção dos fornos; identificação, classificação e priorização de fornos e manutenção dos fornos, que são ações rotineiras, estão sendo intensificadas para que seja reduzida a poeira visível das Chaminés 1 e 2 da coqueria convencional. A limpeza e reparo dos regeneradores das baterias de coque, aplicação de solda cerâmica nas paredes refratárias para o reparo de trincas, juntas e furos passantes, aplicação de sílica líquida no interior dos fornos para vedação de microtrincas, reforma anual dos fornos (escopo refratário e mecânico) estão entre as ações preventivas que deverão ser desenvolvidas pela empresa, segundo o que consta no documento.   Já nos carros de carregamento da coqueria, responsáveis pelo processo de enfornamento do carvão nos fornos das baterias de coque, a Arcelor aponta o desgaste natural como motivo da redução da eficiência de selagem e das emissões de poluentes visíveis. A solução apontada, portanto, seria a compra de dois novos carros de carregamento, gasto estimado em US$ 12,1 milhões. Além disso, a siderúrgica declarou que um carro será reformado. A contratação dos serviços, de acordo com o documento, já aconteceu em fevereiro deste ano e, entre o final de 2015 e o início de 2016, os carros, supostamente já adequados, estariam iniciando as novas operações.   Para as reduções de poeira visível provenientes da chaminé principal da sinterização, foi elaborado um plano de ação que, segundo a poluidora, já está sendo desenvolvido e está aguardando autorização do Iema para o início da sua fase 2. A fase zero (reforma dos dutos de entrada, saída e guilhotinas do precipitador eletrostático principal) foi concluída em julho de 2012, e a fase 1 (reforma dos precipitadores eletrostáticos) tem previsão de início para julho deste ano e término em um ano. A fase dois consiste na implantação dos filtros de manga e tem prazo de duração de 36 meses.   Com relação às emissões da aciaria, onde são executadas atividades de refino primário do aço, a Arcelor diz, no relatório, que foram desenvolvidos procedimentos nesse sentido, tais quais os especiais de sopro, checagem dos sistemas de medição de gases e criação de força tarefa específica para eliminação das emissões visíveis. A siderúrgica retratou, ainda, criação de laboratórios, testes de bicos de lança de injeção de oxigênio e novos padrões de sopro, com término previsto entre o final de 2014 e o início de 2015. Também destacou no documento o planejamento de otimização do desempenho dos filtros de despoeiramento com a renovação dos elementos filtrantes e revisão da lógica operacional, com finalização total em dezembro de 2015. Já no pátio de escória 1, onde a escória é recebida, basculada e resfriada, a Arcelor planejou o uso de ventilador com bicos aspersores de spray de água. O cronograma prevê compra do equipamento em junho de 2014 e conclusão em abril de 2015.   O planejamento elaborado pela Arcelor também relata que na central termelétrica há combustão dos gases siderúrgicos BFG, COG, LDG e, também, de alcatrão para produção de vapor e movimentação das turbinas dos geradores de energia elétrica. O relatório afirma que os gases resultantes são expelidos pelas chaminés. Diz, ainda, que o monitoramento é constante e que o uso do alcatrão só ocorre na redução da produção dos altos fornos e na falta de gás de coqueria. No relatório, é apontado que a entrada em operação do alto forno nº 3 disponibilizará mais Gás de Alto Forno (BFG), o que segundo a

24/05/2014 / 0 Comments
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Operação Naufrágio: ação penal está parada há mais de um ano no Supremo

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Passados mais de cinco anos da Operação Naufrágio, a ação penal sobre o maior escândalo do Judiciário estadual segue há mais de um ano intocada nos escaninhos do Supremo Tribunal Federal (STF). Após a confirmação do impedimento dos desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) para julgar o caso, os autos do processo – que foi autuado como a Ação Penal 708 – foram encaminhados para o gabinete da relatora, a ministra Cármen Lúcia. Desde maio do ano passado, o processo que tramita sob segredo de Justiça não teve qualquer movimentação, segundo o sistema processual do STF. O último movimento no processo foi a juntada de uma petição no dia 23 de maio passado, cujo autor ou conteúdo foram divulgados. A partir deste momento, sobram dúvidas em relação ao futuro da ação penal, que está muito longe do julgamento. Atualmente, o processo se encontra em sua fase inicial, ou seja, a Justiça não se pronunciou sequer sobre o recebimento da denúncia. Caso seja recebida, cada um dos denunciados deverá exercer o direito ao contraditório, ou seja, responder as acusações, arrolar suas testemunhas e solicitar a produção de provas. Todos esses ritos previstos dentro do processo legal devem arrastar ainda mais a tramitação do caso, que caminha para a prescrição da maioria dos crimes – isto ocorre quando o Estado perde a possibilidade de punir o acusado. Essa hipótese se torna mais latente no caso dos réus mais velhos – casos dos desembargadores aposentados, como o ex-presidente do TJES, Frederico Guilherme Pimentel, que tem hoje 73 anos. Para eles, o prazo de prescrição cai pela metade, de acordo com o Código de Processo Penal (CPP). Hoje, a demora no julgamento é favorável aos investigados – a maioria deles segue atuando normalmente em suas funções, como os advogados Flávio Cheim Jorge, Pedro Celso Pereira e Gilson Letaif Mansur Filho, bem como os empresários Pedro e Adriano Scopel. Até mesmo os juízes Robson Luiz Albanez e Cristóvão de Souza Pimenta, que figuram entre os denunciados, também retomaram suas atividades. A única exceção fica por conta dos familiares do ex-desembargador Pimentel, que foram alvos do que foi chamado de “ciclo punitivo” com demissões e aposentadorias logo após o escândalo. Se a impunidade é geralmente atribuída à possibilidade de várias manobras por parte dos réus. No caso da Naufrágio, a demora se deve aos próprios ritos da Justiça, que deslocou a competência do julgamento em duas ocasiões. Inicialmente, a ação penal deveria ser julgada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde tramitou o Inquérito 589. Entretanto, a aposentadoria dos desembargadores envolvidos provocou à perda do foro privilegiado dos réus e, consequentemente, a descida dos autos para a justiça capixaba. No âmbito estadual, a investigação também foi deslocada do Ministério Público Federal (MPF) para o Ministério Público Estadual (MPES). No entanto, uma questão de ordem lançada pelo subprocurador-geral da República, Carlos Eduardo de Oliveira Vasconcelos, autor da denúncia – ratificado pelo então chefe do MP capixaba Fernando Zardini – sobre o impedimento da maioria dos desembargadores do TJES paralisou a tramitação da ação em 2011. Na época, o tribunal decidiu pela remessa do questionamento ao STF, que se manifestou favoravelmente ao pedido em abril do ano passado. Desta forma, o Supremo será o terceiro tribunal a responder pelo julgamento da ação penal da Operação Naufrágio. Pelos ritos processuais, os autos do processo deverão ser enviados ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que pode ratificar a denúncia inicial, pedir a realização de novas diligências ou até mesmo elaborar uma nova peça acusatória. Somente após a manifestação do chefe do MPF, a relatora irá preparar seu voto e levar ao plenário, que decidirá se recebe ou não a denúncia. A partir de então, a instrução da ação penal será iniciada, sem qualquer previsão de conclusão. Os denunciados na Naufrágio respondem pelos crimes como formação de quadrilha, peculato e corrupção ativa e passiva. Durante as investigações, foram levantados eventos que incluem a venda de sentenças, loteamento de cartórios extrajudiciais, nepotismo e fraudes em concursos públicos.

24/05/2014 / 0 Comments
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Disputa acirrada por vaga na Assembleia torna tenso o clima entre deputados nas bases

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O plenário da Assembleia reflete uma sensação de tranquilidade e boa relação entre os deputados estaduais. Mas com o início do processo eleitoral no segundo semestre deste ano, o clima entre os parlamentares, pelo menos em suas bases, não deve ser nada amistoso, já que a expectativa é de que na disputa proporcional, a eleição seja acirrada, devido à pulverização dos votos e a incerteza em relação às expectativas dos eleitores no cenário de pressão popular que vive o País, alavancado pelas manifestações de 2013.    Vários deputados vão enfrentar colegas de plenário em seus municípios, deixando a disputa bem mais acirrada do que em 2010. No sul do Estado, o município de Cachoeiro de Itapemirim, que elegeu dois parlamentares – Theodorico Ferraço (DEM) e Glauber Coelho (PSB) – este ano terá mais dois deputados disputando a permanência na Casa para o próximo ano: Rodrigo Coelho (PT) e Marcos Mansur (PSDB).    Os dois ficaram nas suplências de suas coligações na eleição passada, mas agora com mandato na mão, têm outro peso eleitoral e deixam o município dividido. Por isso a estratégia é buscar ampliar suas bases para outros municípios da região e fazer dobradinhas com candidatos a deputado federal para se manter no jogo.    O clima promete esquentar e Ferraço já alfinetou Glauber, que chegou à Assembleia como admirador do demista, disputou a eleição para prefeito com o apoio de Ferraço e agora é adversário. Rodrigo e Mansur devem repetir a polarização nacional de seus partidos.    No norte do Estado, a disputa entre Freitas (PSB) e Paulo Roberto (PMDB), em São Mateus, vai além da disputa proporcional. Os dois duelam na Assembleia na defesa do palanque de seus candidatos ao governo – Renato Casagrande, pelo PSB, e Paulo Hartung, pelo PMDB. Freitas, porém, tem vantagem sobre Paulo Roberto, que entrou na Assembleia em  2013 pela suplência. Além disso, a chapa com nada menos que sete deputados do PMDB, compromete seriamente a reeleição do peemedebista mateense.   Outro município que vai vivenciar a disputa de seus dois deputados estaduais é Colatina, no noroeste. Apesar de o PDT fazer planos para uma ocupação de vaga de vice, ou uma solução caso o ex-prefeito da Serra Sérgio Vidigal (PDT) não dispute a eleição de deputado federal, Josias Da Vitória deve disputar mesmo a tranquila reeleição para a Assembleia.    Já o deputado Genivaldo Lievore (PT), às voltas com seu principal apoiador, o prefeito Leonardo Deptulski (PT) em baixa; e com a incerteza do apoio do bispo emérito da região Dom Décio Sossai Zandonade, que deve diminuir o ritmo de sua atuação política, depois da “aposentadoria” da igreja, terá dificuldades em repetir o desempenho eleitoral.    Linhares também tem disputa por votos de deputado estadual, mas o grande problema dos parlamentares em manterem suas vagas não está no plenário e sim, fora dele. A eleição tida nos meios políticos como certa de Guerino Zanon (PMDB). O ex-prefeito é o fantasma que ronda a matemática dos três deputados que tem base no município. Entre eles, o mais tranquilo é Atayde Armani (DEM), que, embora ainda tenha votação no município, conta hoje com o reforço da comunidade pomerana de Santa Maria de Jetibá e região. A atuação à frente da Comissão de Agricultura da Casa também o deixa independente dos votos linharenses.    Mas para o também ex-prefeito de Linhares e adversário de Zanon, José Carlos Elias (PTB), a manutenção de sua cadeira na Assembleia para a próxima legislatura é um desafio que vai depender muito da escolha da coligação que o deputado, que também é presidente do PTB capixaba, fará para a eleição proporcional.    Outro que tem futuro incerto é o deputado Luiz Durão (PDT). Aliado do prefeito Nozinho Correia, também do PDT, pode ser atingido pelo desempenho aquém do esperado pelo eleitorado local do prefeito, embora muitas lideranças acreditem que o deputado tem voo próprio. Mas o parlamentar também entra nas negociações do PDT para a composição de vice e pode vir a não disputar a eleição proporcional. 

24/05/2014 / 0 Comments
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???Não quero nem pensar na possibilidade de Renato não ganhar esta eleição’

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Rogério Medeiros e Renata Oliveira Fotos: Gustavo Louzada/Porã   No mês passado, o vice-prefeito de Vitória Waguinho Ito (PPS) se desincompatibilizou do cargo de secretário de Assistência Social da prefeitura, atendendo à exigência da legislação eleitoral. Ele, assim como quase todos os vice-prefeitos da Grande Vitória, vai disputar a eleição deste ano.    Waguinho acredita que na Assembleia poderá desempenhar um papel melhor na área que já gostava. Ele diz que já aprendeu muito neste ano e meio de prefeitura. E é com a bandeira da assistência social que vai disputar uma das 30 cadeiras na Assembleia Legislativa.    Locutor de rádios populares e evangélico, vai contar com essa experiência como diferencial para a eleição. Nesta entrevista a Século Diário, ele fala sobre a trajetória no rádio, o início da vida política, no PR, e a vitória na primeira eleição em que participou, a de 2012.    Século Diário – Quando foi escolhido para vice na chapa de Luciano Rezende, não havia muita disputa, porque não se acreditava que a campanha dele seria a vitoriosa. Naquele momento, o senhor era um desconhecido da classe política. Conte um pouco de sua trajetória antes de chegar à prefeitura.   Waguinho Ito – Eu tenho uma história no rádio de mais de 20 anos, que começa na Rádio Tropical, em 1988, através do falecido Antário Filho. Era meu sonho de infância ser radialista. Sempre acompanhei muito os radialistas da época. Jairo Maia, Milton Gomes eram minhas referências do rádio. Minha meta, quando adolescente, era trabalhar em rádio, somente isso. Não pensei em outras coisas.    – Na Tropical você tinha um programa próprio…   –  Sim, eu fazia o programa no horário anterior ao de Antário Filho, se chamava “Só sucessos”, era líder de audiência. Na verdade, Antário era diretor da rádio, quando ele decidiu ser locutor, fez estágio dentro do meu horário, fui eu quem ensinei ele a operar a rádio. Hoje é bem mais fácil, mas na época era muita coisa: cartucho, fita, etc. Ele teve uma dificuldade muito grande para aprender, tanto que eu fui operador dele durante muito tempo, até ele pegar a manha. Tive a oportunidade de fazer todos os programas da rádio, inclusive, o programa Antário Filho, quando ele se afastava ou por férias, ou por disputa eleitoral, mandato.    – Ficou lá quanto tempo?   –  16 anos.    – E dela foi para onde?   – Aí fui convidado para ajudar a montar a Rádio Cor da Vida. Não existia, era um projeto.    – É a Rádio do senador Magno Malta?   –  Sim. Do Magno. Fica no Polo da Glória. Fui convidado em 2005, estava na Tropical, estava bem. Foi um desafio. Ele me convidou para ser o diretor da emissora e perguntou o que eu sabia fazer em rádio. Como sempre fui curioso, aprendi a fazer tudo em rádio, desde a montagem até a parte final. Era produtor musical, técnico, jornalista, sem ter o título, quem fazia as notas da rádio era eu, na época da datilografia. O horóscopo da Rádio Tropical quem fazia era eu. Eu chegava de manhã, sentava naquela Olivetti e pensava: o que vai ser bom para quem é de câncer e inventava. Coisa horrível de falar, não é? (risos).    – Acabou de confessar uma coisa que todo mundo já sabe, mas ninguém admite. Mas ficou quantos anos na Cor da Vida?   –  Fiquei cinco anos. Montei toda a rádio, dei nome a todos os programas que têm lá hoje, exceto um que foi o próprio Magno que deu: “Eles vieram do inferno”. Tirando esse, o restante fui eu. Fiz a programação, a contratação de locutores, a grade artística, a parte comercial. Quando a rádio surgiu em 2005, era uma frequência de Guarpari, 96.5, pegava muito mal. Aí saiu essa concessão, passou a ser 96,9, contratei o técnico que é o mesmo até hoje, o Roni, da Rádio Tropical, colocamos a torre na Fonte Grande. Meu programa era das nove ao meio-dia, consegui o primeiro lugar geral no Ibope. O único programa da emissora a ser líder de audiência era o meu. Fiquei lá sendo coordenador artístico, produtor executivo, locutor e operador e muitas vezes atendia o telefone.    –  E como foi sua ida para a política?   – Eu tive experiência de trabalhar com o Antário Filho, que na época foi deputado estadual, mas nunca me envolvi na política. Apesar de que trabalhando em rádio popular, querendo ou não, você passa a ser um representante do povo. E conversando com o Vandinho Leite [deputado estadual do PSB], que é meu amigo muito antes de ser deputado, vereador, eu comentava com ele que as pessoas faziam cobranças no programa.    –  Qual o nome do programa?    – Alegria, alegria! E o Vandinho me disse: “por que você não se filia a um partido e se candidata?”. A rádio popular é a voz do povo, as pessoas fazem a reclamação e você é o porta-voz, mas no rádio você fica muito limitado, porque você passa a reclamação, mas se o gestor que está do outro lado não quiser fazer, ele não faz. Então, a gente tem de tentar se envolver de outra maneira.    – E aí foi para o PR?    – Fui para o PR a convite do Vandinho, que era o vice-presidente para ser candidato a vereador e estava fazendo um trabalho com as comunidades, com as igrejas para vir candidato a vereador. O trabalho era tão forte que o prefeito Luciano Rezende diz que se não tivesse composto como vice-prefeito seria um dos vereadores mais votados de Vitória, usando também o prestígio que tínhamos no rádio. Com esses 20 e tantos anos de rádio, conquistamos uma credibilidade. Mas aí aconteceu um imprevisto dentro do PR. Na ocasião o presidente do PR de Vitória era o deputado José Esmeraldo. Acabou que o PR não fez coligação com ninguém e ficou sem chapa para competir. Se quisesse ser candidato, teria que ser candidato sozinho.

24/05/2014 / 0 Comments
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Senado deve votar a PEC do Trabalho Escravo nesta terça

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A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 57A/1999, conhecida como PEC do Trabalho Escravo, deve ser votada em sessão do Senado na próxima terça-feira (27). Os líderes partidários buscam acordo sobre a proposição, já que buscam também a votação do projeto de lei que disciplina a expropriação de terras rurais e urbanas em que for constatada a exploração do trabalho escravo, o projeto de lei (PLS) 432/2013.    O PLS é relatado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR) defende que a legislação deve ser bastante dura, mas bastante objetiva, para não se cometer injustiça. Para ele, a ideia é votar a PEC no primeiro turno, depois o projeto de lei, e em seguida a PEC no segundo turno.   Em março deste ano, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), em sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, aceitou mudar o parecer a respeito da PEC do Trabalho Escravo, e acolheu emenda de redação à proposta que permite a expropriação de terras em que se comprove a ocorrência de trabalho análogo ao escravo.     Ao texto da PEC, foi acrescentada a expressão “definido em lei” antes da menção de exploração de trabalho escravo. A mudança foi feita depois de pedido do senador Romero Jucá, que justificou que a emenda de Plenário serviria para “clarificar a legislação”.       Em junho de 2013, para que a proposta fosse aprovada na CCJ sem modificações, foi necessário fazer um acordo que prevê a votação de um projeto para definição do que seria trabalho escravo e outro sobre como seriam os processos de desapropriação. Portanto, é necessário haver um novo dispositivo que determine em que situações há exploração de trabalho análogo ao escravo.    Em princípio o senador Aloysio Nunes resolveu rejeitar a emenda, por considerar que a redação aprovada pela CCJ em junho de 2013 havia eliminado a previsão de expropriação imediata de terras motivada por trabalho escravo, como também condicionava a imposição da pena a seu proprietário à regulamentação da prática por lei específica.   Da forma como vem sendo explorado na atualidade, o trabalho escravo se torna ainda mais cruel do que quando era legalizado. Até 1888, os escravos eram tratados como bens, passados entre parentes, como herança. O trabalho escravo contemporâneo é baseado na humilhação; no cerceamento de liberdade física, moral ou psicológica; na servidão por dívida, que se caracteriza pelo endividamento do trabalhador pelo empregador com cobrança de despesas indevidas; e por condições degradantes de trabalho e jornada exaustiva.        O Espírito Santo tem seis empregadores incluídos no Cadastro de Empregadores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) flagrados explorando mão de obra análoga à escrava, conhecida como Lista Suja, atualizada em janeiro deste ano.  Entraram para a lista a Fazenda Nova Fronteira, em São Mateus; o Complexo Agroindustrial Pindobas Ltda, em Conceição do Castelo, sul do Estado de propriedade do deputado federal Camilo Cola (PMDB); Infinity Itaúnas Agrícolas S/A (Infisa), em Conceição da Barra, no norte; a Fazenda Jurema, em Linhares, também no norte do Estado; Fazenda Córrego dos Cavalos, também em São Mateus, no norte; e a Fazenda Jerusalém, em Alegre, no sul do Estado.

24/05/2014 / 0 Comments
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Setop republica edital da primeira etapa do Sistema BRT

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Atendendo a decisão judicial, a Secretaria Estadual dos Transportes e Obras Públicas (Setop) republicou edital para realização de obras de implantação da primeira etapa do Sistema BRT (vias exclusivas para ônibus) na Região Metropolitana da Grande Vitória. O aviso de republicação foi publicado na edição do Diário Oficial dessa quinta-feira (22).   As obras e viadutos integram a primeira etapa do Portal do Príncipe e o segundo trecho do BRT, o trecho Cauê-Príncipe, com o sub-trecho Avenida Dário Lourenço de Souza na intersecção com a Avenida Nair de Azevedo Silva, continuando pela Avenida Alexandre Buaiz. O prazo para entrega de propostas vai 24 de junho. O valor das obras é de R$ 21,9 milhões.     O trecho Cauê-Príncipe começa na região da Praça do Cauê, no bairro Praia de Santa Helena, e segue em direção ao Centro de Vitória até a região da Ilha do Príncipe. O projeto prevê viadutos sobre a Rua Beresford Martins Moreira e a Avenida Elias Miguel, com acesso ao Terminal Portal do Príncipe   O Portal Sul, ou Portal do Príncipe, é um macroprojeto que visa à melhorias do tráfego na região sul e portuária da cidade, um dos principais acessos à capital e ao Porto de Vitória. As obras são uma parceria entre o governo do Estado, com as obras, e da Prefeitura de Vitória, com as desapropriações.

24/05/2014 / 0 Comments
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