Skip to content

Século Diário

Portal de Notícias

Fantástico

Sem categoria

O Fantástico, da Rede Globo, anunciou mudança, diz que ia e vinha e na pesquisa de audiência, caiu. Na realidade mudou-se apenas abertura, vinhetas, pois o conteúdo continuou o mesmo.   Lembro-me da proposta inicial deste programa, uma revista dominical. Ora, teriam então fatos da semana, entrevistas, gols da rodada, clipes musicais e algumas coisas da casa, como trechos de novela, etc.   Com o tempo foi ficando chato. Até que ultimamente, antes dessa tal mudança, o programa se arriscou numas reportagens investigativas. Mas todas elas não tiveram resultado prático nas denúncias. De que adianta mostrar, dedurar e nada ser resolvido?   Deram uma pausa nessas reportagens nesse “novo” Fantástico. Mas continua chato. Aquelas tomadas de reunião de redação, pra isso? Não interessa a ninguém o que eles fazem lá, interessa o resultado na tela.   O Tadeu Schmidt , não por ser parente do Oscar Mão Santa, mas foi uma grata surpresa, modificou alguma coisa. Mas parece que se responsabilizou de tal maneira nessa nova fase que também está ficando chato. Salva apenas os gols e o Bola Murcha e Bola Cheia.   Pois bem, a Globo precisa acordar para o obvio. Galvão Bueno já deu, Gloria Maria também. Manoel Carlos idem, muito chato, fora as coisas que não deram certo, como Fátima Bernardes e Zeca Camargo fazendo programas próprios.   PARABÓLICAS   A Cor da Vida a FM do senador  Magno Malta tem lá seus marmanjos na locução, mas tem também suas gatas para embelezar e animar.   A FM Ativa de Jaguaré tem sua programação que faz jus ao nome da emissora. É pra lá de balançada.   Guarnã Coutinho já é considerado patrimônio da Assembleia Legislativa. Sem ele a televisão não anda.   A Radio Colina, de Guarapari tem chamada para o facebook logo de cara quando se abre o site da rádio   MENSAGEM FINAL   Algumas pessoas nunca exageram, elas se lembram além do real. Audrey Snead

12/05/2014 / 0 Comments
read more

Sentiu o golpe

Sem categoria

A carta de apoio dos prefeitos do Estado à reeleição do governador Renato Casagrande foi um golpe pesado nas articulações do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) para criar um palanque de enfrentamento ao socialista. Tanto que a reação também foi pesada. A tentativa de desqualificar o prefeito de Viana, Gilson Daniel (PV), organizador do evento, foi um exemplo disso.    Mas não deu certo e outros oito prefeitos aderiram ao movimento, deixando a situação ainda mais complicada para o lado de Hartung. Daniel mostrou habilidade para a condução do processo de articulação. Depois tentou-se desqualificar o documento em si, alegando que parte dos que assinaram a carta vão trair Casagrande. Mas, não importa! O efeito do movimento já foi devastador, com a influência necessária na classe política. Ficou a impressão de que a unanimidade segue firme e forte, o único que não faz parte dela, ironicamente, é o ex-governador, que a criou.    A movimentação é mais um elemento que demonstra o desequilíbrio de forças entre os dois palanques. Com a máquina na mão e o apoio de grande parte das forças políticas, Casagrande disputa a reeleição com vantagem. Hartung tenta reunir as forças auxiliares para manter seu palanque. Mas não tem a caneta.   Hartung tenta o apoio do PT, PSDB e DEM, mas terá de fazer uma escolha, com os três não poderá ficar. Sem falar que PT e PSDB precisam resolver internamente para onde vão. De qualquer forma, equilíbrio ainda não há entre os dois palanques.   A eleição será difícil, independentemente de quem apoiar quem. As armas de cada um estão sendo usadas e a classe política está no meio deste primeiro embate entre Casagrande e Hartung.   Fragmentos:   1 – O secretário-geral do PMDB do Estado, Chico Donato, foi ao Twitter comentar sobre as interpretações da nota “regular” nas pesquisas. “Inventaram nas empresas de pesquisa novo conceito para Regular”, disse o peemedebista.   2 – Na verdade o conceito sempre existiu, algumas empresas no Estado é que não interpretavam a avaliação do eleitor. Regular é um conceito bem subjetivo e sempre mereceu uma análise mais atenta. Como se usa isso, aí é outra discussão.    3 – Entre os cargos realmente bons do PT no governo do Estado, 20 são de primeira e segunda gerência e 100 são cargos bons, com remuneração acima de oito mil. Mas, no atacado, não dá para saber ao certo quantos cargos o partido têm na estrutura do governo.

12/05/2014 / 0 Comments
read more
12052014_casagrande_nanicos_facebook_casagrande.gif

Dez partidos declaram apoio à reeleição de Casagrande

Sem categoria

  Lideranças  de dez partidos do Estado lotaram o auditório do Hotel Quality, em Vitória, na noite desta segunda-feira (12), para oficializar o apoio à reeleição do governador Renato Casagrande (PSB). O local é o mesmo em que o governador anunciou a candidatura à reeleição há uma semana. O espaço foi pequeno para acolher as lideranças de todas as agremiações. O evento foi uma clara demonstração de força política do socialista, que se prepara para enfrentar uma disputa polarizada com o ex-governador Paulo Hartung (PMDB).   Declararam apoio ao governador PV, PP, PHS, PTdoB, PTN, PSDC, PSL, PRTB, PTC e PMN. Internamente, o PP tem resistência, mas a maioria defende o apoio. O PRB deixou o bloco, mas por problemas na acomodação proporcional.   O bloco que começou com oito partidos foi formado no ano passado. E desde o início mantinha conversas com Casagrande. A tendência de se juntar ao palanque governista aumentou depois que o PV, do ex-prefeito de Vila Velha Neucimar Fraga, entrou para o bloco. O grupo que pode conseguir duas vagas na bancada federal tem a estratégia de lançar candidatos com pesos eleitorais parecidos, garantindo o equilíbrio da chapa.     Na estadual, os partidos devem lançar cerca de 180 candidatos a deputado estadual, divididos em duas pernas. Para o governador, a possibilidade de ter um batalhão de cabos eleitorais é vantajosa, mas os integrantes do bloco vão cobrar espaço no governo como contrapartida.   Para os meios políticos, a declaração de apoio dos partidos fortalece ainda mais o governador na disputa polarizada contra Hartung. Na semana passada, 55 prefeitos anunciaram o apoio à reeleição de Casagrande. No fim de semana, mais oito prefeitos aderiram ao movimento de apoio ao socialista.   Hartung tenta atrair o PSDB para seu palanque, o que também levaria a reboque o DEM. Mas terá de abrir mão do PT, já que nacionalmente os partidos tiraram resoluções impedindo DEM e PSDB de fazerem qualquer coligação com o PT.

12/05/2014 / 0 Comments
read more
09062013_terceira_ponte_arqS_20200308-112138_1.jpg

Assembleia cancela audiência pública sobre auditoria da Terceira Ponte

Sem categoria

A Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa cancelou a audiência pública, marcada para esta terça-feira (13), que iria debater o relatório preliminar da auditoria feita pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre o contrato de concessão da Terceira Ponte. O cancelamento gerou críticas de parlamentares e do presidente da Casa, deputado Theodorico Ferraço (DEM), que anunciou o estudo de medidas legais após o encontro ser frustrado pela ausência dos principais convidados. Durante a sessão desta segunda-feira (12), o demista anunciou que a comissão recebeu ofícios da concessionária Rodosol e do presidente do TCE, conselheiro Domingos Augusto Taufner, declinando a participação no encontro. A empresa alegou que o seu corpo técnico está dedicado à elaboração da resposta à citação da corte, que deu prazo de 30 dias para a apresentação da defesa da concessionária. Já o tribunal, alegou que a participação de conselheiros e auditores seria “inconveniente”, uma vez que eles poderiam ser impedidos de participação do julgamento da auditoria – que está ainda em fase inicial. Apesar da coerência nas duas respostas, o presidente da Casa rebelou-se contra as manifestações. Theodorico leu um ato da presidência em que pede à Procuradoria da Assembleia que estude possíveis medidas para garantir a realização do debate, que acabou sendo cogitado nos bastidores como um possível palanque para os deputados favoráveis ao fim do pedágio. Mesma insatisfação exposta pelos dois principais “defensores” do endurecimento das medidas contra a empresa: Euclério Sampaio (PDT) e Paulo Roberto Ferreira (PMDB). Cada um à sua maneira, os deputados se revezaram nos microfones da Casa para criticar o cancelamento da audiência, aprovado pelos membros da Comissão de Finanças durante a manhã desta segunda. Euclério anunciou que vai pedir a votação em regime de urgência do projeto de Decreto Legislativo (PDL 008/2014), de autoria do pedetista, que proíbe a cobrança na ponte e na praça do pedágio na Rodovia do Sol (ES-060). O o pedágio na ES-060 foi mantido pelo governador Renato Casagrande. Ele alegou que a cobrança  garantiria uma fonte de receita à concessionária, que deve seguir com a manutenção da ponte até a conclusão da auditoria. O deputado Paulo Roberto preferiu enfatizar o que classificou de “fatos estranhos”, numa alusão aos boatos de uma eventual manobra política para beneficiar os acionistas da ponte. O peemedebista classificou a posição do Tribunal de Contas como lamentável. “Há alguma coisa estranha no ar. A Rodosol fala que não foi ouvida. Quando a Assembleia dá a oportunidade do contraditório, ela se nega”, afirmou o parlamentar, que preferiu ignorar a denúncia feita pelo jornal ES Hoje – reproduzida por Século Diário, sobre os pagamentos feitos pelos donos da ponte à empresa de consultoria do ex-governador Paulo Hartung (PMDB), no qual se coloca como aliado de primeira hora em plenário. Com o cancelamento da audiência pública, que teria o objetivo de dar subsídios para a votação do PDL 008/2014, os meios políticos não descartam uma nova investida dos deputados contra a manutenção do contrato de concessão. Além da proposta apresentado por Euclério, tramita um projeto de Lei (PL 103/2014), da Mesa Diretora, que proíbe a cobrança do pedágio na Terceira Ponte. A matéria condiciona a instituição de qualquer tipo de pedágio a previa autorização do Legislativo. Na justificativa, os deputados alegam dar segurança jurídica à decisão de Casagrande pela suspensão da cobrança, por prazo indeterminado. “Vale ressaltar que o próprio governador, quando entrevistado e questionado pela imprensa capixaba sobre a segurança jurídica de sua iniciativa, não deu garantias de que a suspensão esteja juridicamente respaldada a favor do governo. Diante desta situação, a Mesa Diretora, preocupada com a possibilidade de uma futura decisão judicial reverter a suspensão do pedágio e onerar ainda mais o Estado, resolveu se antecipar a esta possibilidade e proibir, de vez, a cobrança de pedágio na Terceira Ponte”, indicam os membros da Mesa Diretora. No entanto, a nobre intenção dos parlamentares pode esbarrar em uma nova tentativa de colocar à empresa contra a parede, além de servir como palanque aos deputados às vésperas do período eleitoral. Além de Euclério, outros parlamentares tentam pegar carona do “fim do pedágio”, assunto que está na pauta das redes sociais no Estado e deveria ser um dos “problemas” de Casagrande na campanha – que conseguiu minimizar os efeito negativos ao suspender a cobrança.

12/05/2014 / 0 Comments
read more

MPES denuncia loteamento clandestino em Governador Lindenberg

Sem categoria

O Ministério Público Estadual (MPES) denunciou três pessoas pela construção de um loteamento clandestino na localidade conhecida como Vila do Capim, no município de Governador Lindenberg, na região noroeste do Estado. Na ação, a promotoria pede a regularização do loteamento com fins urbanos, que teria sido feito sem a autorização da Prefeitura local e sem o devido registro no Cartório de Registro de Imóveis. De acordo com informações do MPES, foram denunciados Reinaldo de Oliveira, José Prando Zoppi, Andressa Rodrigues das Neves, além do município de Governador Lindenberg, que também figura na ação civil pública ambiental, de nº 0004694-83.2014.8.08.0014. O processo foi ajuizado na última sexta-feira (9) e está sendo apreciado pelo juízo da Vara da Fazenda Pública de Colatina, município vizinho. Segundo as apurações, os representantes do MPES teriam constado que o o loteamento encontra-se em total desacordo com disposições contidas na Lei do Parcelamento do Solo, em especial no que diz respeito à implantação de infraestrutura básica de água, esgoto, drenagem pluvial e energia elétrica, bem como abertura de “vias”, divisão em lotes não registrados e venda dos lotes. Entre os pedidos da ação, o Ministério Público solicita que os responsáveis pelo empreendimento cessem imediatamente a realização de qualquer ato que implique na alienação dos lotes, seja a efetivação de vendas, promessas de vendas, reservas, publicidade, cobrança e recebimento de prestações dos adquirentes de lotes situados no imóvel, até a comprovação de sua completa regularização. Não há informações sobre a apreciação do pedido de antecipação de tutela.

12/05/2014 / 0 Comments
read more

Justiça determina que Estado instale e estruture Defensoria Pública em Mantenópolis

Sem categoria

O Ministério Público do Estado (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Mantenópolis, na região noroeste, recebeu decisão favorável da Justiça na ação civil pública (ACP), com pedido liminar de obrigação de fazer, ao requerer do Estado a instalação e estruturação da Defensoria Pública no município. No prazo de 60 dias, deve ser provida estrutura mínima de natureza física, pessoal e logística, para prestar a efetiva assistência jurídica e judiciária à população que necessita do serviço, no mínimo por dois dias na semana, na comarca de Mantenópolis.    A decisão, proferida na última terça-feira (7), aponta também que, em 90 dias, o atendimento deve ser estendido para três dias e, em seis meses, a assistência jurídica e judiciária deve ser oferecida também em regime de plantão. O não atendimento às determinações implicará no pagamento de multa diária no valor de R$ 7 mil, em favor do Fundo de Aparelhamento da Defensoria Pública (Fadepes).   Na ACP, o MPES apontou que, há 20 anos, desde a publicação do decreto que regulamenta a Defensoria Pública do Estado do Espírito Santo em 1994, Mantenópolis nunca contou com os serviços do órgão. Diante dessa ausência, a assistência judiciária é prestada pela denominada “Advocacia Social Municipal”, que disponibiliza dois advogados sociais prestando serviços numa jornada de quatro horas por dia e recebendo vencimentos irrisórios.   Em Mantenópolis, o índice de processos judiciais que tramitam com o benefício da gratuidade judiciária atinge mais de 80% dos processos distribuídos e processados.

12/05/2014 / 0 Comments
read more
12052014_hartung_blog_PH.gif

Tucanos freiam articulações de olho nas decisões da nacional

Sem categoria

As movimentações do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) de aproximação com o candidato tucano a presidência, em Brasília,  surtiram efeito, pelo menos no que diz respeito à ida do partido para o palanque do governador Renato Casagrande. Os tucanos frearam bruscamente a movimentação que vinha em nível acelerado desde o encontro dos presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), no último 1º de Maio.   A tendência hoje no PSDB é de que o grupo caminhe para o palanque de Hartung, mas as resistências ainda são grandes e devem trazer muita discussão interna. As conversas aqui no Estado, porém, não devem bater o martelo sobre o caminho do partido no Espírito Santo. Tudo vai depender da necessidade de articulação dos palanques nacionais.    Os presidenciáveis articularam uma movimentação informal no sentido de evitar a eleição da presidente Dilma Rousseff (PT) em primeiro turno. As críticas da ex-senadora Marina Silva (Rede) na semana passada aos tucanos trouxe incertezas sobre a aliança, mas no Estado, as lideranças não acreditam que isso possa trazer problemas para as costuras entre os dois palanques.    Pesou mais as argumentações de Hartung de que o palanque de Casagrande não se afina com as ideias defendidas pelo PSDB em nível nacional. Neste sentido, a movimentação anterior do grupo do ex-prefeito de Vitória, Luiz Paulo Vellozo Lucas, que reproduzia a articulação nacional, se enfraqueceu.    Outra jogada certeira do ex-governador foi propor a vice para o DEM, que além de atender à parceria nacional entre os dois partidos, garante a manutenção da política de grupo que defende. Uma movimentação articulada no ano passado com a filiação do aliado do ex-governador, Neivaldo Bragato, no partido.    Com a aproximação cada vez mais clara entre Hartung e o ninho tucano, a situação do PT capixaba fica mais complicada. Os petistas oscilavam entre o palanque de neutralidade do governador Renato Casagrande e a candidatura de Hartung. Assim que assumiu o interesse de disputar a eleição, o ex-governador se reuniu com os petistas, mas diferentemente do que pensavam, Hartung não aderiu ao palanque petista.    Paralelamente, o governador Renato Casagrande assumiu a candidatura de Eduardo Campos, o que inviabiliza a permanência dos petistas no palanque palaciano. Com a aproximação de Hartung e o PSDB, a porta com o PMDB também fica fechada. Assim, os petistas correm o sério risco de ter de disputar sozinhos uma eleição para a qual não se prepararam para exercer o papel de protagonistas.

12/05/2014 / 0 Comments
read more
120514_cortador_de_cana_div_mpt_es.jpg

MPT firma acordo com usina de cana para fiscalizar cadeia produtiva

Sem categoria

O Ministério Público do Trabalho no Estado (MPT-ES) firmou compromisso com a Usina Paineiras S/A, de beneficiamento de cana de açúcar, para que a empresa só adquira matéria prima de fornecedores que cumpram a legislação trabalhista. A iniciativa partiu do próprio MPT, visando regular a cadeia produtiva neste ramo de atividade em que é comum a ocorrência de exploração de mão de obra análoga à escrava.    Para que o acordo entre o órgão e a empresa seja cumprido, Cooperativa Agrícola dos Fornecedores de Cana LTDA (Coafocana), que congrega os fornecedores de cana da Usina Paineiras, vai ajudar a fazer a verificação nas frentes de trabalho do registro dos empregados, inclusive dos não cooperados. O fornecedor flagrado em condições irregulares será descredenciado pela cooperativa.   O acordo ainda prevê que a Usina Paineiras só comprará cana-de-açúcar de fornecedores previamente credenciados pela Coafocana da comprovação do registro dos empregados que trabalharam no corte. O fornecedor também deverá declarar, formalmente, o cumprimento das normas de segurança do trabalho.    A ação pode ser considerada um marco, já que demonstra a possibilidade do controle da legislação trabalhista na relação entre indústrias e fornecedores.    Esta fiscalização da cadeia produtiva por parte da própria empresa pode evitar que a contratante se envolva em casos de exploração de mão de obra, como aconteceu com a Cobra D’água, empresa capixaba do ramo de vestuário, que esteve envolvida em um episódio de exploração flagrado pelo MPT em Campinas, São Paulo, em 2011.    Na ocasião, os fiscais flagraram trabalhadores em situação análoga ao trabalho escravo numa oficina de costura, no município de Americana, também em São Paulo Esta oficina fora contratada pela empresa terceirizada pela Cobra D’água para a confecção das peças.     O MPT propõe diversas ações de iniciativa própria, sem a necessidade de judicialização, para regularizar tanto a cadeia produtiva quanto as relações de trabalho. Nesta terça-feira (12), o órgão lança uma campanha em parceria com as empresas de ônibus do Estado para evitar mortes e acidentes nas garagens.    Em 2013, foram três mortes em garagens de ônibus. Os acidentes acontecem, geralmente, porque os locais são escuros, os ônibus não têm sinalização sonora ou o ambiente é precário.       

12/05/2014 / 0 Comments
read more
06012014_sergio_bizzotto_gut_20200308-112138_1.jpg

Tribunal anuncia plano de redistribuição da força de trabalho nos juízos de 1ºgrau

Sem categoria

O Tribunal de Justiça do Estado (TJES) vai elaborar um plano de reestruturação da força de trabalho nas comarcas e varas de 1º grau. Nesta segunda-feira (12), o presidente da corte, desembargador Sérgio Bizzotto, anunciou a criação de uma comissão que vai identificar as unidades com menor carga de novos processos. Essas comarcas e varas poderão sofrer uma redução no número de servidores e até mesmo serem extintas pela administração do tribunal. De acordo com o Ato Normativo nº 087/2014, o grupo de trabalho – formado por quatro juízes – terá o prazo de vinte dias para apresentar uma proposta de reestruturação das unidades judiciárias no Espírito Santo. O documento servirá para o desenvolvimento do estudo para a implementação da política nacional de priorização ao 1º grau, conforme determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Hoje, o órgão de controle tem como meta a redução da desigualdade da força de trabalho entre as varas e os tribunais de 2º grau. Entre as metas do grupo está a identificação das comarcas com apenas uma unidade judiciária – as chamadas varas únicas, que pertenciam à antiga primeira entrância – com distribuição de novos processos inferior a 1,2 mil casos por ano. Segundo o tribunal, oito comarcas se enquadram nesta condição: Santa Leopoldina, Itarana, Apiacá, Atílio Vivacqua, Marilândia, Rio Bananal, São José do Calçado e Itaguaçu. A partir de agora, elas estão em “processo de reestruturação, objetivando a otimização dos recursos humanos e orçamentários”. Além disso, o presidente do TJES também suspendeu a realização de qualquer ato de remoção, promoção ou permuta de servidores em quatro varas únicas sem juiz titular (Laranja da Terra, Dores do Rio Preto, Ibitirama e Alto Rio Novo), que tiveram demanda inferior a 1,2 mil novos processos por ano. Nessas quatro comarcas, os magistrados serão designados pela presidência do tribunal. Também foram suspensos qualquer tipo de projeto para construção ou ampliação dos fóruns nos municípios. O grupo de trabalho vai analisar ainda a manutenção de 26 varas em 11 municípios dentro da estrutura da justiça estadual, sendo dez apenas no juízo da Capital. De acordo com o ato de Bizzotto, as unidades serão consideradas em “processo de revisão de competência”, ou seja, poderão até mesmo ser incorporadas em outras varas. Essas unidades teriam registrado uma média inferior a 50% do grupo de varas com a mesma competência – isto é, cuidam do mesmo tipo de processo. Entre as unidades que estão ameaçadas figuram cinco varas criminais de Vitória (2ª, 3ª, 7ª, 8ª e 9ª varas), além da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, que foi criada para julgar somente ações populares e de improbidade ma Grande Vitória. A relação inclui ainda duas varas da Fazenda Pública em Cachoeiro de Itapemirim (região sul capixaba), três varas cível de Colatina (na região norte) e dois juizados especiais cível de Guarapari. Segundo o presidente do tribunal, o grupo de trabalho vai contar com a participação de um representante da Associação de Magistrados do Estado (Amages). Em março, o presidente da entidade, juiz Sérgio Ricardo de Souza, criticou a divisão de servidores entre as varas de 1ª instância. Na época, ele citou a comarca de Ibitirama para demonstrar o problema de distribuição de pessoal. Apesar de defender um “choque de gestão”, o magistrado evitou criticar a divisão de servidores entre o 1ª e 2º grau de jurisdição. De acordo com informações do CNJ, com base em dados de 2012 (mesmo período do estudo Justiça em Números), o tribunal capixaba tinha 841 servidores lotados na 2ª instância contra 2.642 servidores distribuídos pelas comarcas do Estado. Já o estoque de processos em tramitação no tribunal era de 8.445 (pouco mais de 10 ações por cada servidor), enquanto na 1º instância era de 701.035 (265 ações por servidor). Pelo mesmo estudo, a produtividade dos servidores de 1º grau foi quase cinco vezes maior do que os funcionários do TJES (102 processos nas comarcas contra 23 no tribunal).

12/05/2014 / 0 Comments
read more

Amunes: Estado pode ser o primeiro a ser adequar à Política de Resíduos Sólidos

Sem categoria

Embora o Sistema de Acompanhamento dos Termos de Ajustamento de Conduta (TCAs) estabelecidos com os municípios capixabas para a gestão dos resíduos sólidos no Espírito Santo aponte que a maioria ainda está atrasada no cumprimento das atividades, a Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes) tem uma visão otimista do processo. Segundo a entidade, “dificilmente algum estado vai finalizar todos os Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos antes do Estado”.   A Amunes aponta que essas diferenças nas efetivações das ações entre os municípios acontecem por conta das características de cada um deles ou das prioridades que as equipes dão para cada etapa do trabalho. A entidade garante que não há discrepância entre os municípios na elaboração de suas políticas municipais e ressalta que as prefeituras estão desenvolvendo ações no sentido de adequar os municípios aos TCAs e, consequentemente, à Lei nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).   Os TCAs possuem, basicamente, a mesma estrutura. As ações são relacionadas à entrega de documentos pertinentes à adequação à lei, como a apresentação de Termo de Referência para a elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, e ao desenvolvimento de ações que tenham como norte o tratamento adequado dos resíduos sólidos e a recuperação dos lixões. Os Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos são fundamentais para que os municípios possam ter acesso à verba disponibilizada pela PNRS.   De acordo com a Amunes, o Estado está em posição de vanguarda porque a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) assumiu o compromisso de elaborar os Planos Municipais de Saneamento Básico, que contemplam os Planos de Resíduos Sólidos, por meio de uma parceria com os municípios. Já o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema),diz a Amunes, mapeou 104 áreas que passarão por um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), que está previsto no TCA de Recuperação de Lixões, e contempla etapas de diagnóstico, sondagem, situação do lençol freático, drenagem, possibilidades de contaminação e impacto no entorno de cada área, a serem cumpridas até que o terreno seja considerado recuperado do ponto de vista ambiental.   Os TCAs de coleta seletiva e dos resíduos sólidos foram elaborados pelo Ministério Público do Estado (MPES) em parceria com a Amunes e são instrumentos de adequação das prefeituras à PNRS, que entrou em vigor em agosto de 2010. Quase três anos depois, o Espírito Santo pouco avançou na implantação dessas medidas. A prioridade da destinação da verba é para os municípios que optarem por soluções consorciadas intermunicipais para a gestão dos resíduos sólidos, incluídas a elaboração e implementação de plano intermunicipal, e implantarem a coleta seletiva com a participação de cooperativas ou outras formas de associação de catadores formadas por pessoas físicas de baixa renda.   O Artigo 18 da PNRS prevê que o acesso a recursos da União, destinados a empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos, se dará apenas por meio da elaboração de um plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos. Estados e municípios, como a própria legislação prevê, tinham dois anos após a publicação da lei, de agosto de 2010, para implementá-la.    Em abril, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pediu, em audiência no Senado, que o prazo para elaboração dos planos municipais de gestão de resíduos sólidos fosse prorrogado por mais um ano e, também, que as prefeituras tivessem mais três anos, a partir da finalização do plano municipal, para acabar com os lixões. Entretanto, o pedido não foi acatado. Assim, o prazo para a erradicação dos lixões permanece, mas o bloqueio de recursos federais para os municípios que não estiverem dentro do prazo, uma medida considerada muito radical, foi prorrogado de janeiro deste ano para dezembro de 2015.

12/05/2014 / 0 Comments
read more

Paginação dos conteúdos

Anterior 1 … 3.848 3.849 3.850 … 4.870 Seguinte
Royal Elementor Kit Theme by WP Royal.