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Século Diário

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  Em meio às articulações eleitorais que seguem a todo vapor no Estado, o presidente regional do PDT, Sérgio Vidigal, parece ainda seu pouso definido. O ex-prefeito da Serra caminhava para o palanque do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) junto com o PT, seguindo a orientação da nacional do partido, mas com as movimentações que ameaçam a aliança e colocam gás na candidatura do governador Renato Casagrande, há tentativas de acordo por parte da chapa palaciana. Cobiçado pelos socialistas para a vaga de vice, Vidigal esbarrava em um empecilho, seu adversário político Audifax Barcelos (PSB), com quem pretende duelar mais uma vez na disputa municipal de 2016. Até então, com aquela história de neutralidade de Casagrande, o coordenador da campanha de Eduardo Campos (PSB) no Estado seria Audifax, o que fortaleceria o prefeito. Agora, porém, a história pode ter mudado de rumo. Com a aliança PSB-PSDB, que significa Casagrande assumir de vez o palanque de Campos, quem coordenará a campanha do presidenciável socialista será o próprio governador. O quadro atual abre nova perspectiva de negociação. Cabe a Vidigal bater o martelo.   Na boa Aos 45 minutos do segundo tempo, Vidigal é a única liderança de peso no Estado em condição de escolher seu destino e do partido que comanda. Situação pra lá de favorável.   Indicativo No PMDB, não poderia ter sinais mais evidentes de divisão em relação à candidatura de Hartung do que as manifestações de duas das suas principais lideranças, o senador Ricardo Ferraço e o histórico Gerson Camata, em favor de Casagrande.   ‘Baixa’ A Rádio Corredor comenta que a navalha do governador em cargos de sua gestão deve começar pelo PT. Será? Fora de alcance O prefeito de Baixo Guandu, Neto Barros (PCdoB), precisa melhorar sua comunicação. Há queixas de que ele não atende celular, nem tem secretária.   Praxe A prestação de contas do governo Casagrande referentes a 2013 chegou à Assembleia Legislativa e será encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado. O parecer prévio retorna à Casa depois, para votação.   Estrangeiro Do naturalista Marco Ortiz, idealizador e diretor do espetáculo O Auto de Frei Pedro Palácios, “cortado” pela Prefeitura de Vila Velha: “o prefeito Rodney Miranda (DEM) não tem nenhuma identidade e compromisso com a cultura local. Só está preocupado em gastar dinheiro com encontro de delegados e para calar as críticas do Bloco Surpresa à sua administração”.    Estrangeiro II Ortiz está coberto de razão. O Auto, que começou a ser encenado em Vila Velha na década de 80, enfrenta dificuldades para se reinserir na programação cultural da cidade. Este ano, recebeu apoio após muita insistência, mesmo assim, por meio de edital. Agora acabou.   Credo O Twitter do deputado estadual Marcelo Santos (PMDB) desandou ou a ideia era repetir 19 vezes a mensagem sobre a inauguração do Shopping Moxuara em Cariacica?    Histórias da terra O ex-deputado federal e jornalista Fernando Gabeira vem mais uma vez ao Estado. Vai fazer nova reportagem para seu programa de TV na Globo News. Desta vez, com os pomeranos de Pancas e Santa Maria de Jetibá.   140 toques “E o PSDB, que fez até programa de TV espinafrando o governo do Casagrande, como um partido bipolar, mudou o discurso e se realinhou ao governo”. (Ex-vereador de Vila Velha João Batista Babá – PT – no Twitter).   PENSAMENTO: “Em tudo que digo, finjo que só penso na felicidade de meus súditos”. Frederico II

06/05/2014 / 0 Comments
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Erro estratégico

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O ex-governador Paulo Hartung (PMDB) parece ter traçado uma estratégia inteligente para a disputa eleitoral deste ano. Mas nem sempre uma estratégia inteligente é exitosa. Foi o que aconteceu com o peemedebista. Olhando de perto não há grandes novidades em relação às movimentações dele em pleitos passados.    O ex-governador acreditava que conseguiria convencer o mercado político, com a ajuda das pesquisas eleitorais, de sua dupla influência no cenário, tanto na disputa presidencial quanto no movimento das peças na disputa estadual. Mas esqueceu-se de dois detalhes: não tem mais a caneta na mão e as articulações fechadas por cima.   Era para ter aprendido com o pleito de 2010, mas não entendeu que a situação é diferente de 2002 e 2006. Enquanto o governador Renato Casagrande protelava o posicionamento cozinhando e tentava manter a unanimidade, Hartung deixava em expectativa PT, PSDB e segurava o DEM como um campo de atuação dele.    Aí entraram em campo as nacionais. E Casagrande rapidamente entendeu que o caminho hoje era outro, seus olhos foram abertos pelo seu presidenciável, Eduardo Campos. Hartung vê agora o PSDB escapar por entre os dedos, com a visão de Aécio Neves de que o importante agora é a união da oposição para evitar que Dilma vença no primeiro turno.    Hartung evitava o posicionamento pró-Dilma por causa da fragilidade da candidatura da presidente. Agora tem de lidar com a fragilidade de sua própria candidatura. Afinal, o que tem Paulo Hartung hoje? Um PMDB dividido, com alguns nomes de peso defendendo uma tese plausível. A questão não é não ter candidatura ao governo, é ter uma candidatura fragilizada, como se encontra hoje a de Hartung.    Tem um PT desconfiado, que já prepara um plano de emergência diante da iminência de desembarque de Hartung do palanque de Dilma. Tem o PDT de Vidigal, que não tem outra saída agora senão ficar onde está. E tem o DEM, que no Espírito Santo não é exatamente uma potência partidária.    Fragmentos:   1 – Na sessão ordinária dessa segunda-feira (5), o deputado Paulo Roberto (PMDB) foi à tribuna defender as pesquisas que apontam vantagem de Paulo Hartung na corrida eleitoral, mas nos bastidores, o clima entre os deputados era de desconfiança em relação aos números.   2 – Há tanta insegurança nos dados das pesquisas realizadas no Estado, que mais uma vez a tendência é de que os candidatos busquem institutos de fora para avaliar quais suas reais chances nas disputas.    3 – Nos bastidores circula que Hartung está tentando aos 45 minutos do segundo tempo se aproximar de Aécio, mas é aquela história: amigos, amigos, negócios à parte.

06/05/2014 / 0 Comments
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Sem memória

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O 1º de Maio foi marcado por um discurso panfletário que pouco contribuiu para o engrandecimento da contribuição dada pelo movimento sindical para a construção do sistema político que se pratica hoje no Brasil. Nem mesmo a presidente Dilma Rousseff, eleita pelo Partido dos Trabalhadores, pareceu lembrar a contribuição dos fundadores do partido para democracia que ela comanda hoje.    Dá até para entender a falta de memória de Dilma, primeiro porque ela não era histórica do PT, veio do PDT, mas teve sua importantíssima participação no movimento popular e na luta armada contra a ditadura. Quem deveria fechar essa lacuna deixada por Dilma é justamente o movimento sindical, mas voltado apenas para o que acontece em volta do umbigo de seus dirigentes perdeu mais uma oportunidade de mostrar a força de mobilização política que o trabalhador tem.   Pior que isso, abriu espaço para pessoas como Paulinho da Força, aliado à oposição, que é hoje congrega as forças de direita do País, fazer discurso eleitoral, transformando o dia de luta em palanque para ele seus aliados, como o presidenciável Aécio Neves (PSDB). Enfim, o 1º de Maio sofreu uma deturpação completa de seu objetivo.    Quem perde com isso é a juventude que mais uma vez deixou de conhecer o passado do movimento, de saber como foram forjadas as diretrizes da democracia que se pratica no país. Sem esse conhecimento, fica prejudicada a mobilização popular de hoje, não se criam novas formas de luta por igualdade nem entre os trabalhadores, nem na sociedade em geral.    Como por exemplo, se o movimento se engajasse na luta pelo financiamento público de campanha, que traria um novo perfil para o Parlamento. Mas o que se vê são dirigentes sindicais que aproveitam a posição de representantes de classe para articular suas próprias campanhas, dentro do sistema injusto de disputa eleitoral que se tem disponível.    A prática de se mobilizar o trabalhador no 1º de Maio acabou, deu lugar a shows musicais e discursos de pré-candidatos, mas essa prática de desmobilização não acontece só uma vez por ano. O movimento sindical e popular acabou com as plenárias, com os fóruns de discussão e em alguns casos até com as assembleias, as discussões agora são de gabinete, indo contra tudo aquilo que se lutou contra no passado.    É um contrassenso!  

06/05/2014 / 0 Comments
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A influência do grupo no consumo individual

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Nas sociedades atuais os indivíduos fazem parte de vários e diferentes grupos sociais, sendo o alvo deste artigo.   Já parou algum dia para pensar que os grupos sociais nos quais está inserido influenciam também em seu comportamento de consumo? A começar pela influência advinda do grupo familiar de origem. Para essa reflexão é necessário responder: Como os seus pais e irmãos consomem? Refletem, planejam e se organizam antes de consumirem ou consomem primeiro e depois avaliam se era ou não necessário, se cabia ou não em seu orçamento, se era o momento oportuno ou se poderia aguardar? São previdentes ou imprevidentes em relação à forma como usam o dinheiro? Prezam pela formação de reservas ou não?   Lembrando que, o ambiente de origem, tem grande influência para a formação dos valores, costumes, hábitos e posturas individuais, fica mais fácil para entender que a forma como consumimos segue um padrão de repetição, que nem sempre é o correto e/ou sustentável.   Após esta avaliação observe o seu comportamento de consumo. Identifica algum comportamento reproduzido de seu núcleo familiar? Com certeza achará comportamentos repetidos positivos e também outros negativos. Nada que não possa ser modificado ou melhorado em prol da saúde e sustentabilidade financeira.   Somos seres sociais, integramos grupos específicos e cumulativos, em todas as fases da vida. Seja na família, na comunidade, na escola, no trabalho, na religião, nas amizades e, todos eles influenciam para o nosso comportamento de consumo.   Quando estamos em grupo e vemos um dos membros consumindo, parece que “automaticamente” desperta a intenção de consumo nos outros membros. Então podemos apontar que: a ação de consumo de um membro do/no grupo tende a despertar a intenção de consumo nos demais, o que pode gerar a motivação e a repetição da ação de consumo, movido pelo impulso, geralmente com compras/gastos desnecessários.   Quanto ao consumo por reação, do tipo: fulano comprou um sapato novo e despertou em você o desejo pelo consumo. Isso é um exemplo de consumo por reação, influenciado pelo status, pela emoção e culminando no impulso. Quando a compra ocorre com esta motivação e culmina no impulso, tende a gerar posteriormente um sentimento como o que o de uma recaída, carregado de arrependimento, de culpa e de frustração.   Os indivíduos aprendem com o ambiente onde se desenvolvem, mas também o transformam com suas ações. Assim, entendemos que somos influenciados e que influenciamos, uns aos outros, através do nosso comportamento, postura e atitudes.   Somos espelhos. Visualizamos e refletimos imagens e comportamentos a todo o momento. O desafio é: como agir coletivamente contagiando os grupos sociais para a adoção de um comportamento de consumo consciente, que supra a necessidade, realize sonhos, dê prazer e que acima de tudo, seja sustentável.   Pensar sistemicamente e agir individualmente.   Ivana Medeiros Zon, Assistente Social, especialista em Saúde da Família e em Saúde Pública,Educadora Financeira, membro da ABEF – Associação Brasileira de Educação Financeira, palestrante, consultora, colunista do Portal EduFin www.edufin.com.br https://sites.google.com/site/saudefinanceiraivanamzon/

06/05/2014 / 0 Comments
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Supremo marca julgamento de disputa por royalties de petróleo

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O Supremo Tribunal Federal (STF) deve iniciar, no próximo dia 28, o julgamento das ações questionando a legislação dos royalties de petróleo. A informação foi divulgada nesta terça-feira (6) pelo jornal Valor Econômico após manifestação da ministra Cármen Lúcia, relatora das ações sobre o assunto. Um dos processos foi ajuizado pelo governador Renato Casagrande, que reivindica o direito dos Estados produtores sobre o critério da partilha de royalties. De acordo com a publicação, a relator soube da data através do presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa. O caso é um dos mais importantes em tramitação no STF, já que envolve diretamente as receitas dos Estados produtores, caso do Espírito Santo. O julgamento deve acontecer uma semana depois do julgamento dos planos econômicos, marcado para ser retomado em 21 de maio. Além do processo ajuizado pelo governador capixaba, o STF examina ações propostas pelos governos de São Paulo e do Rio de Janeiro, além da Assembleia Legislativa fluminense. No ano passado, a ministra Cármen Lúcia concedeu liminar a favor do Rio para suspender a eficácia da lei dos royalties do petróleo até o julgamento do mérito do caso pelo plenário da Corte. Os estados produtores temem perder receita com a nova legislação. Somente o Rio alegou que perderia até R$ 4 bilhões anuais com a entrada em vigor da nova legislação. Na Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin 4846), Casagrande sustenta que a legislação fere o princípio federativo e que os royalties servem como uma “retribuição financeira” às unidades federadas afetadas pela atividade econômica. O governador chegou a citar a exploração de mármores e granitos no município de Cachoeiro do Itapemirim (sul do Estado), cujos royalties das atividades são exclusivos dos locais relacionados diretamente à extração e beneficiamento das rochas. Ele também citou os impactos ambientais pela exploração do petróleo. Em outubro do ano passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot Monteiro de Barros, deu parecer favorável à manutenção das atuais regras de distribuição dos royalties de petróleo, que inclui também os não produtores. O chefe do Ministério Público Federal (MPF) considerou que os recursos provenientes do petróleo “são uma riqueza de toda a nação, que, por acaso geológico, não aquinhoam de maneira igualitária todos os componentes da Federação” e devem servir para a redução das desigualdades regionais.

06/05/2014 / 0 Comments
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Casagrande anuncia candidatura e assume palanque de Eduardo Campos

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  O governador Renato Casagrande reuniu a imprensa em um hotel de Vitória, na tarde desta terça-feira (6), para anunciar sua candidatura à reeleição. Ele anunciou ainda o alinhamento com o projeto nacional do PSB, assumindo em definitivo a candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República.    Apesar de afirmar que não vai excluir nenhum partido das conversas eleitorais, o posicionamento de Casagrande encerra os diálogos com o PT e PMDB. ''Aquele conceito de unidade não existe mais'', cravou o governador. O recado vai diretamente para os dois partidos que na eleição de 2010 compunham a base da aliança. Hoje o PT tem o projeto nacional de reeleição da presidente Dilma Rousseff e o PMDB, apesar de dividido, deve lançar candidatura própria ao governo com o ex-governador Paulo Hartung.    Casagrande também falou do futuro do PT e PMDB no seu governo. Foi incisivo sobre os cargos ocupados hoje pelos dois partidos. Afirmando que agora o governador é candidato e como a base de sua campanha será o trabalho realizado nos quatro anos de mandato, devem permanecer no governo aqueles que concordam com seu jeito de governar e afirmou que os partidos devem se posicionar, se não se posicionarem, o governo o fará.   Sobre as movimentações com o PSDB, o governador afirmou que as conversas se intensificam agora que ele está oficializando a pré-candidatura, mas não quis direcionar o assunto para o ninho tucano. Nos meios políticos, porém, a parceria entre PSDB e PSB, que fora costurada pelos presidenciáveis Eduardo Campos e Aécio Neves, no último 1º de Maio em São Paulo, segue a todo vapor.   Quanto aos ataques do programa do PSDB ao seu governo, Casagrande disse que não viu as críticas, mas que as conversas entre PSDB e PSB nunca foram interrompidas.    O socialista analisou também os desdobramentos da decisão com relação à permanência de Elcio Alvares na posição de líder do governo na Assembleia. O deputado do DEM já admitiu sua simpatia pela candidatura do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) e afirmou que deixaria o cargo para apoiar o peemedebista. Casagrande, porém, disse que ainda confia em seu líder, mas que ele deve avaliar se tem condição ou não de continuar no posto.    Já em relação ao vice Givaldo Vieira (PT), o governador lembrou que ele tem mandato e por isso não há que se discutir sua posição no governo. Questionado sobre um possível afastamento para se dedicar à campanha, Casagrande disse que não havia pensado nisso. Caso ele se afaste, Givaldo passaria a governar o Estado até as eleições, mas para isso teria que desistir da candidatura de deputado federal.   Casagrande mostrou durante a coletiva muita segurança sobre a movimentação eleitoral que agora vai se acelerar. Ele argumentou, porém, que até aquele momento tentara manter a unidade que ajudou a construir desde 2002, quando era parlamentar. O governador disse não entender por que o modelo que sustentou os oito anos do governo anterior não deveria continuar a existir em sua gestão.    Questionado se haveria mágoa na disputa polarizada com Paulo Hartung, o governador afirmou que “não existe mágoa em política”, mas chamou o antecessor para a disputa, que deve seguir a tendência da comparação das duas gestões. O governador aproveitou a ocasião para agradecer ao senador Ricardo Ferraço (PMDB) pelo posicionamento em relação à manutenção da unidade, afirmando que foi uma decisão madura.   A fala de Casagrande foi interrompida pela ligação do presidenciável socialista, causando curiosidade à imprensa. A posição de Casagrande em favor de Campos muda o jogo e coloca a classe política diante de uma escolha, já que assumindo o palanque de Casagrande, assumirá também a candidatura presidencial do PSB. 

06/05/2014 / 0 Comments
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ES: apenas 10 cidades cumpriram metas para acabar com lixões

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A quatro meses para que os municípios brasileiros cumpram com o compromisso de acabar com os lixões, de acordo com o estabelecido na Lei nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), apenas dez das 78 cidades do Estado cumpriram com pelo menos uma das ações estabelecidas nos Termos de Compromisso Ambiental (TCA) firmados com o Ministério Público do Estado (MPES), para garantir acesso a recursos destinados à gestão do lixo.   Em abril, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pediu, em audiência no Senado, que o prazo para elaboração dos planos municipais de gestão de resíduos sólidos fosse prorrogado por mais um ano e, também, que as prefeituras tivessem mais três anos, a partir da finalização do plano municipal, para acabar com os lixões. Entretanto, o pedido não foi acatado. A CNM alertou que, se o prazo não for cumprido, os municípios serão penalizados, podendo ser impedidos de captar recursos federais para o setor e até sofrerem pena sob a lei de crime ambiental, prevista na Constituição.   No Sistema de Acompanhamento dos TCAs, aparecem como municípios que possuem ações classificadas como “cumpridas” Boa Esperança (3), Colatina (14), Conceição da Barra (4), Jaguaré (5), Montanha (5), Mucurici (3), Nova Venécia (4), Pinheiros (5), Sooretama (3) e Vila Pavão (1). As informações podem ser acessadas nos sites do MPES, da Associação dos Municípios do Estado (Amunes), do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) ou do Ministério Público do Trabalho no Estado (MPT-ES).   No cenário estadual, chama a atenção o município de Brejetuba, que já possui todas as 45 ações estabelecidas no TCA pendentes de validação por parte do MPES, aguardando a certificação do cumprimento. Os municípios de Fundão, Guarapari, Itapemirim, Marataízes, Marechal Floriano e Piúma sequer possuem atividades cumpridas aguardando validação por parte do MPES, sendo que a maioria delas está vencida.   Ao todo, 70 municípios assinaram os termos com o MPES. Entre os oito que faltam para completar o quadro estão Vitória, Vila Velha, Serra, Viana, Santa Leopoldina, Vargem Alta, Linhares e Aracruz. Os quatro primeiros, da Região Metropolitana da Grande Vitória, assinaram os Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) em 2011, quando se comprometeram a entregar um Plano Municipal de Resíduos Sólidos no ano seguinte – o que não aconteceu. Agora, esses municípios caminham no sentido de adequar sua gestão de resíduos à política nacional.   Já o município de Aracruz, segundo o MPES, não precisava assinar o TCA referente à recuperação de lixões porque não há registros em seu território dos chamados “lixões” a céu aberto. Jefferson Valente Muniz, promotor do município de Santa Leopoldina, esclareceu que o município da região serrana do Estado não assinou o termo porque também não possui lixões em seus territórios. O MPES informou que o município de Linhares assinou recentemente o TCA, mas ainda não consta no sistema de acompanhamento; e o município de Vargem Alta está em vias de assinar o termo.   Reportagem do jornal O Globo dessa segunda-feira (5) alerta que a realidade é semelhante em todo o país. Segundo o jornal, ao menos 2 mil lixões ainda recebem resíduos sólidos em todo o país, segundo estimativa da CNM, e um estudo feito pela Associação Brasileira de Limpeza Públicas e Resíduos Especiais (Abrelpe) detectou que 40% de todo o lixo produzido no Brasil não têm destinação adequada.   A reportagem também destaca que a PNRS prevê que as cidades desenvolvam planos de gestão do lixo em que os catadores sejam incluídos de forma digna no sistema de coleta seletiva por meio de cooperativas, mas muitos deles ainda estão expostos à decomposição dos resíduos sólidos, sendo acometidos por vazamento do chorume, gases poluentes e insetos transmissores de doenças, que surgem como consequência do acúmulo do lixo e também poluem os lençóis freáticos. Muitos deles também trabalham em meio a tratores, caminhões de lixo e outros equipamentos pesados.

06/05/2014 / 0 Comments
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Encontro de tucanos capixabas com Aécio busca pacificar PSDB estadual

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A reunião entre os tucanos capixabas e o presidenciável Aécio Neves, que estava marcada para esta terça-feira (6), foi adiada para amanhã (7). A conversa reunirá Luiz Paulo Vellozo Lucas, o deputado federal e presidente regional da legenda, César Colnago, e o pré-candidato do PSDB ao governo, Guerino Balestrassi.    As conversas de bastidores antecipam que a pauta com o presidenciável mineiro tem três pontos-chave, nesta ordem: pacificar o “climão” que se instalou no PSDB capixaba; discutir as composições para as proporcionais a partir da aproximação do PSB e PSDB; e encontrar uma saída honrosa para o (provável ex) pré-candidato tucano ao governo, Guerino Balestrassi.    Pauta à parte, a articulação entre Aécio Neves e o também presidenciável Eduardo Campos (PSB) já é ponto pacífico. Não há mais o que discutir. Basta, a partir de agora, afinar as estratégias e estudar os desdobramentos da parceria. No Estado, a união coloca os tucanos capixabas no palanque de Renato Casagrande (PSB).   Os pontos um e três da pauta estão interligados e são os mais delicados para os tucanos capixabas. Aécio quer pacificar o clima craido após Guerino Balestrassi iniciar sua movimentação como pré-candidato apoiado por Colnago, que causou mal-estar dentro do PSDB. Com os tucanos migrando para o palanque de Casagrande, fica inviabilizada a candidatura de Balestrassi que, mais uma vez, deve morrer na praia.    Esse clima pesado dentro do PSDB capixaba se formou com os ataques incisivos que Balestrassi fez ao governo de Renato Casagrande. Os ataques ficaram mais explícitos durante os dois programas do partido, nos quais o pré-candidato ao governo não economizou palavras para criticar o governo socialista. O tom foi tão pesado que a Justiça Eleitoral acatou a contestação do PSB e tirou o programa do ar.    Dos bastidores tucanos veio a informação de que o “linchamento” ao socialista não era consenso no partido. A aliança entre PSB e PSDB, consequentemente, põe Colnago e Balestrassi numa sai justa. Aécio deve pedir ao presidente regional do PSDB que ajude o partido a pavimentar a aliança PSB-PSDB no Estado.    Colnago, embora a contragosto, já que sempre conquistou os degraus na política com a ajuda do ex-governador Paulo Hartung (PMDB), com quem gostaria de caminhar novamente, terá que rever sua posição e compor com o PSB de Casagrande. Não lhe resta outra saída.    O caso de Balestrassi é mais complicado. Franco-atirador – alguns dizem que por orientação de Hartung -, Balestrassi ficou sem clima (e espaço) para compor o palanque tucano no Estado. Essa é justamente a equação que Aécio pretende solucionar amanhã (7) com os tucanos capixabas: encontrar uma saída honrosa para o ex-prefeito de Colatina. Afinal, reconhecem, Balestrassi se colocou à disposição do partido e aceitou a missão de ser o pré-candidato do PSDB ao governo.    Proporcionais   A acomodação das candidaturas proporcionais é outro ponto da pauta. Uma das preocupações do partido é manter pelo menos uma cadeira na Câmara dos Deputados, garantido a reeleição de Colnago.   Não será difícil encontrar uma acomodação no palanque de Casagrande para os candidatos tucanos. Já se fala em uma aliança com o próprio PSB, que tem como puxadores de votos o deputado estadual Vandinho Leite e o deputado federal Paulo Foletto, que fortaleceriam a candidatura de Colnago e também do ex-prefeito de Vila Velha Max Filho à Câmara dos Deputados, o que poderia dobrar a representação do PSDB na bancada capixaba.    Na corrida à Assembleia não há grandes preocupações. O PSDB tem condições de sair sozinho. A expectativa é que o partido despeje mais de 40 candidatos na disputa e conquiste de duas a três cadeiras no Legislativo estadual. 

06/05/2014 / 0 Comments
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Trabalhadores paralisam as atividades em empreiteira da Samarco

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Os trabalhadores da empresa Tec Lit Ltda, empresa que atua na área da Samarco, em Anchieta, sul do Estado, deflagraram greve nesta segunda-feira (5) cobrando o cumprimento de cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e melhores condições de trabalho.    O protesto dos trabalhadores teve início em 24 de abril, quando decidiram, por conta própria, paralisar as atividades devido à suspensão do plano de saúde. Os operários, então, pediram apoio e informaram a situação ao Sindicato dos Metalúrgicos do Estado (Sindimetal) que organizou uma assembleia no dia seguinte ao manifesto.    Nesta assembleia os trabalhadores votaram pela continuidade do movimento, ainda em protesto pela suspensão do plano. Na última quarta-feira (30) o edital da greve foi lançado pontuando as cláusulas descumpridas pela empresa do CCT. Nesta segunda, a greve foi deflagrada oficialmente.    Além de descumprir as clausulas da convenção, a empresa também descumpriu a Norma Regulamentadora 24 (NR24) não fornecendo condições de uso adequadas para vestiários e banheiros de acordo com o número de trabalhadores. A empresa também não tem fornecido ferramentas de trabalho e alguns operários estão em desvio de função. Segundo o Sindimetal, a também está violando a NR5, que diz respeito à formação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).     Os trabalhadores aguardam contato da empresa no sentido de negociar os termos descumpridos do CCT e solucionar os problemas apontados, regularizando a situação da categoria. 

06/05/2014 / 0 Comments
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Defensoria Pública abre consulta pública para construção do Plano de Atuação Institucional

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A Defensoria Pública Estadual iniciou, nesta terça-feira (6), uma consulta pública para a construção do Plano de Atuação Institucional do órgão. O Plano será construído a partir de propostas feitas pelos defensores públicos, servidores, cidadãos, sociedade civil e autoridades, que serão colhidas por meio eletrônico e discussões presenciais.   As propostas podem ser feitas através do site institucional da Defensoria Pública www.defensoria.es.gov.br; pelo e-mail planoanualdeatuacao@dp.es.gov.br; e por telefone, através do Disque Defensoria 129.    O Plano de Atuação é um documento que estabelece metas a serem atingidas pela Defensoria Pública. O objetivo é criar um conjunto de ações integradas que irão orientar a conduta institucional, promovendo a melhoria contínua no atendimento aos capixabas. “Estamos reforçando nosso compromisso como um órgão democrático que incentiva a construção coletiva”, afirma Gilmar Alves Batista, defensor público geral.   O material coletado será analisado pelo defensor geral, que estudará a viabilidade e a possibilidade de inclusão das propostas no Plano de Atuação. Em seguida o documento será submetido ao Conselho Superior.   Batista explica que a participação da sociedade é importante para fortalecer uma gestão transparente. “Quando disponibilizamos o planejamento institucional para participação popular, garantimos aos capixabas a publicidade deste modelo de gestão que está sendo construído. O Plano de Atuação irá consolidar a Defensoria Pública como ente autônomo, essencial à justiça e a todos os cidadãos”.

06/05/2014 / 0 Comments
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