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Século Diário

Portal de Notícias

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PT sai prejudicado com reedição da unanimidade na eleição estadual

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Caso avance a reedição do palanque de unanimidade para disputa eleitoral deste ano, quem sairá mais prejudicado será o PT. O ex-prefeito de Vitória, João Coser, corre o risco de perder espaço para a disputa ao Senado, como planeja o PT nacional.     A ideia na cúpula petista é montar uma chapa ao lado do PMDB para isolar o palanque do governador Renato Casagrande, com o objetivo de enfraquecer no Estado o presidenciável socialista, o governador de Pernambuco Eduardo Campos.    A princípio o PMDB tentou emplacar o nome do senador Ricardo Ferraço para a disputa ao governo, mas o nome tem fortes resistências no PT nacional, além de fraco para o embate com Casagrande, o senador tem assumido uma postura oposicionista ao governo Dilma Rousseff, o que dificultaria a presença dele no palanque presidencial no Estado.    Ricardo Ferraço na cabeça de chapa representa ainda outro prejuízo para o PT, já que abre caminho para que o ex-governador Paulo Hartung possa disputar o Senado pela chapa, fechando assim a porta para que Coser possa se candidatar à vaga.    A aproximação de Hartung com Casagrande, porém, representa um risco ainda maior. A nacional do PT não deve permitir a presença do partido no grupo palaciano por conta da estratégia anti-PSB. Já no campo estadual, as manobras do grupo sinalizam a diminuição do espaço do partido. Na composição, Casagrande disputaria a reeleição, Hartung o Senado e o PT poderia no máximo repetir a candidatura à vice-governadoria, mas para manter o grupo unido existe ainda a possibilidade de dar o cargo de expectativa para outro aliado, ficando o PT sem nada.    A movimentação pode forçar o PT capixaba a tomar uma atitude temerária para Coser. Como as lideranças locais relutam em apoiar a candidatura do senador Magno Malta (PR) – que também não confirmou ainda a entrada no pleito –, por questões ideológicas, o caminho da nacional seria forçar Coser a encabeçar palanque próprio para Dilma. O problema que o petista não te musculatura eleitoral suficiente para erguer esse palanque sozinho.    Nesse sentido, a manobra de Coser e seu grupo para garantir a hegemonia no partido e a discussão de uma aliança com o PMDB, além da movimentação interna para construir a candidatura ao Senado podem ter sido em vão e o petista seria obrigado a assumir uma posição que fecharia seu espaço político no grupo palaciano.    Como a Resolução do PT Nacional para as eleições do próximo ano determina entre seus itens a aprovação prévia de uma comissão eleitoral nacional para o fechamento de alianças nos Estados, Coser ficará submetido à determinação do partido para se posicionar  no tabuleiro eleitoral deste ano. 

02/01/2014 / 0 Comments
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MPES abre inquérito para apurar contratações ilegais no Iema

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  O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) acolheu denúncia do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos do Estado do Espírito Santo (Sindipúblicos) e abriu um inquérito civil para apurar as contratações ilegais realizadas pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) em novembro de 2013, por meio de um processo seletivo simplificado.   Para o Sindipúblicos, as leis criadas para as contratações temporárias de 83 funcionários se contrapõem à legislação de estruturação do Iema (Lei 698/2013), que garante que o quadro de servidores do Instituto será composto exclusivamente pelos cargos de provimento efetivo. As leis 713/2013 e 10.118 autorizam a contratação temporária de, respectivamente, 40 vagas para assistente de suporte em desenvolvimento ambiental e recursos hídricos e 35 vagas para agente de desenvolvimento ambiental e recursos hídricos; 3 para analista de suporte em desenvolvimento ambiental e recursos hídricos e 5 para técnicos em desenvolvimento ambiental e recursos hídricos. O sindicato destaca, na representação, que a justificativa por demanda emergencial para as contratações temporárias é contraditória porque o quadro do Iema prevê vagas efetivas para os mesmos cargos. “Criar novas para os mesmos cargos não seria excepcional, tampouco temporário, mas sim permanente”, dise o presidente do Sindipúblicos, Gerson de Jesus. Além disso, foi denunciado pelos servidores do Iema que o concurso público em andamento foi suspenso para que essas contratações fossem realizadas. O objetivo, por trás disso, era garantir que as obras do governo do Estado fossem liberadas neste ano. A fiscalização, reforçam, é uma função exclusiva de servidores efetivos.

02/01/2014 / 0 Comments
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Associações querem fim da quarentena para juízes aposentados na advocacia

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Três entidades nacionais de juízes – Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Associação dos Magistrados do Trabalho (Anamatra) e Associação dos Juízes Federais (Ajufe) –, recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a regra de quarentena para atuação de juízes aposentados ou exonerados no exercício da advocacia. As entidades pediram a suspensão liminar do ato do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que ampliou o alcance do impedimento temporário para três anos, inclusive, para as bancas de advocacia com os ex-magistrados. De acordo com informações do STF, as entidades de classe sustentam na ação de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 310) que a regra da Ordem ofenderia aos preceitos da Constituição Federal, como a garantia da liberdade de exercício de trabalho, ofício ou profissão (artigo 5º, inciso XVII); da livre iniciativa e da valorização do trabalho humano (artigo 170, caput, e inciso VIII); da magistratura (artigo 95) e do devido processo legal substancial (artigo 5º, LIV). Nos autos do processo, as entidades questionam a Ementa 18/2013, que estendeu o impedimento a todo o âmbito territorial alcançado por essas instâncias judiciais de que os magistrados se tiverem afastado e, ainda, a todos os integrantes de sociedades de advogados que possuam ou venham a admitir magistrados aposentados em seu quadro profissional durante o período de quarentena. Essas regras impediriam, por exemplo, um ex-juiz trabalhista de atuar durante o período em todo âmbito da Justiça trabalhista de 1º e 2º grau no Estado, assim como um ex-desembargador estadual não poderia atuar em processos no Tribunal de Justiça capixaba. A mesma vedação seria aplicada aos demais integrantes dos escritórios de advocacia que admitissem os ex-magistrados, situação que não é estranha ao que ocorreu durante a Operação Naufrágio, onde foi revelada a relação das grandes bancas no TJES. As entidades alegam que a regra constitucional, que veda ao juiz “exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou, antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração”, trata-se de norma restritiva de direito. Entretanto, segundo elas, a OAB estendeu a abrangência da vedação, que deveria ser pessoal dos magistrados aposentados ou exonerados, para além da previsão constitucional e, ainda, a todos os advogados brasileiros, quando a eles associados, incorrendo nas já alegadas violações constitucionais. Em outubro passado, o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, suspendeu a decisão liminar que havia afastado os efeitos de norma pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Na decisão, o ministro frisou que o sentido da norma da OAB é impedir que sociedade de advogados sirva como expediente de burla à regra da quarentena. Barbosa frisou que o caráter da quarentena é restrito, uma vez que o juiz aposentado segue fazendo jus a seus proventos, além de estar apto a advogar perante tribunais distintos àquele em que atuou por último. Segundo informações do STF, o relator da ação movida pelas três entidades de magistrados será o ministro Teori Zavascki, que determinou a aplicação do rito especial na tramitação do processo. Em função disso, ele determinou que sejam colhidas informações prévias, em caráter de urgência, do Conselho Federal da OAB, com prazo de cinco dias e, em seguida, seja dada vista dos autos ao advogado-geral da União e ao procurador-geral da República, sucessivamente, também no prazo de cinco dias, para que ambos se manifestem sobre a matéria.

02/01/2014 / 0 Comments
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Sem resposta do MEC, Ufes sugere que candidatos troquem comunicação por outros cursos

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A Administração Central da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) anunciou nesta quinta (2) que os alunos inscritos para o vestibular de 2014 para os cursos de Comunicação Social, nas habilitações Jornalismo e Publicidade e Propaganda, terão que escolher novos cursos para concorrer.  A medida afetará 659 inscritos para os cursos suspensos pelo MEC, em dezembro de 2013.   A oferta de vaga dos cursos foi suspensa após avaliação do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) avaliar com a nota dois, por dois anos consecutivos, os cursos em questão.   O baixo desempenho, segundo a Ufes, se deve a recusa dos alunos fazerem o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). Durante a avaliação, os alunos entregaram a prova em branco como forma de protestar sobre os critérios de avaliação do MEC. Para os alunos, somente a prova do Enade não garante uma avaliação fiel dos cursos.    Na tentativa de minimizar o problema, a administração da Ufes recorreu ao MEC para evitar a suspensão dos cursos e chegou a cobrar uma visita de representantes do órgão à Universidade para atestar as boas condições em que os cursos são desenvolvidos, porém, ainda não teve qualquer resposta do órgão.    De acordo com a Ufes, os alunos deverão optar por outros cursos a partir do desta quinta-feira (2), por meio do site da Comissão Coordenadora do Vestibular (CCV).   “Aqueles que não desejam escolher outro curso receberão de volta a quantia paga pela inscrição, por meio de requerimento a ser preenchido no mesmo endereço eletrônico”, informou a Ufes.   Ainda que sem resposta do MEC, a Administração Central da Ufes informou que mantém os esforços para que a oferta de novas vagas dos cursos suspensos seja restabelecida. “Tão logo o MEC volte a autorizar o ingresso, a Ufes realizará novo processo seletivo especificamente para Comunicação Social/Jornalismo e Comunicação Social/Publicidade Propaganda”, anunciou a administração da Ufes.    Os candidatos inscritos no vestibular 2014 nos cursos suspensos não pagarão novas taxas para se inscrever em novos cursos.

02/01/2014 / 0 Comments
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Casagrande está entre os governadores favoritos para se reeleger em 2014

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Na disputa eleitoral deste ano entre os governadores dos 26 Estados e do Distrito Federal, ao todo 15 estão aptos para disputar a reeleição este ano. Deste total, 12 vão mesmo para a disputa. Entre os candidatos com chance de reeleição, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, é um dos mais bem cotados, ficando atrás apenas do governador do Acre, Tião Viana (PT).    O cenário analisado pela consultoria Arko Advice, de Brasília, aponta o perfil dos governadores candidatos e leva em consideração as últimas pesquisas realizadas nos Estados. O País deve registrar na disputa de 2014 o menor índice de candidaturas de governadores à reeleição desde 1998.    Dos governadores que disputarão a reeleição, os mais bem avaliados são, por  ordem de preferência: Tião Viana, do Acre, com 55% de avaliação positiva. Renato Casagrande (49%), o tucano Beto Richa, do Paraná (45%) e Raimundo Colombo (38%), do PSD, que quer governar Santa Catarina por mais quatro anos.   Na avaliação do cenário capixaba, a consultoria ainda considera a possibilidade de o PT e o PMDB disputarem com o governador Casagrande e, por isso, aponta a perda de força política do socialista.  Mas a sinalização  nos meios políticos de que poderá haver uma recomposição do palanque de unanimidade no palanque do governador fortalece o nome do socialista na disputa.    Embora a tendência seja a de composição, o grupo do ex-governador tenta confundir o mercado, mantendo viva a possibilidade de o PMDB encabeçar uma chapa ao governo ao lado do PT. Desde o início das conversas sobre o processo eleitoral deste ano, o governador Renato Casagrande vem tentando manter o palanque que o elegeu em 2010 e o primeiro passo foi o de declarar neutralidade na disputa presidencial do próximo ano.    O grupo do ex-governador Paulo Hartung, porém, tentou costurar uma estratégia de esvaziamento do palanque palaciano. As conversas com a cúpula do PT, com a presidente Dilma e com o ex-presidente Lula, indicavam que Hartung estaria dentro da estratégia petista adotada em nível nacional de isolar os palanques socialistas nos Estados. Na época, o senador Ricardo Ferraço (PMDB) chegou a declarar que seria impossível manter a unanimidade no Estado.    Mas o governador e seu antecessor já vinham conversando intensamente sobre a composição. Mas há ainda uma aresta a ser aparada. Casagrande é hoje o maior líder político do Estado, conseguiu isso com o êxito nas eleições municipais e com políticas voltadas para o interior que lhe deram capital político e eleitoral.    O ex-governador, porém, tenta criar a imagem nos meios políticos de que estaria dando as cartas do jogo eleitoral nas articulações eleitorais, mas não é bem assim. Sem conseguir esvaziar o palanque de Casagrande e com o índice de aprovação do governador, enfrentá-lo em uma disputa eleitoral seria um risco político, daí a necessidade de compor a chapa com o governador em vez de enfrentá-lo. 

02/01/2014 / 0 Comments
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DER-ES aprova radares que serão fornecidos por consórcio paranaense

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Estado (DER-ES) aprovou, nessa segunda-feira (30), os equipamentos que serão fornecidos pelo consórcio paranaense Velsis X Suprema, vencedor de um dos lotes da nova licitação para a contratação dos serviços de fiscalização eletrônica em vias estaduais. Com isso, a autarquia caminha para a assinatura do primeiro contrato após mais de uma década de atuação de uma mesma empresa, a Perkons SA, também paranaense. De acordo com o aviso publicado no Diário Oficial do Estado, a comissão licitante e a equipe técnica do DER-ES constataram que os equipamentos oferecidos pelo consórcio atendem as características previstas no edital da Concorrência Pública nº 034/2012. A verificação era uma das exigências previstas antes da formalização do contrato, que deve ser feita nas próximas semanas. No final de dezembro, a comissão licitante da autarquia realizou uma visita técnica, obrigatória pelas regras do certame, às instalações das empresas no Paraná e ao serviço de radares em funcionamento no município de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, prestado por uma das empresas do consórcio formado para a licitação no Estado. O edital previa a desclassificação do consórcio, caso os equipamentos ofertados não atendessem aos requisitos mínimos exigidos pelo governo estadual. A licitação para a contratação dos serviços de radares no Espírito Santo foi dividida em dois lotes: o primeiro tem como objeto a fiscalização eletrônica em trechos nos corredores metropolitanos da Grande Vitória, enquanto o segundo prevê a operação dos radares em rodovias estaduais. Apesar da divulgação dos vencedores nas duas categorias, que apresentaram os menores preços, o resultado do lote 1, vencido pela empresa paulista Splice Indústria, Comércio e Serviços Ltda, está sendo alvo de recursos. No primeiro lote, a melhor proposta econômica foi de R$ 12,13 milhões, enquanto o consórcio paranaense apresentou o valor de R$ 9,17 milhões para o lote 2. Ao todo, o edital estipula a instalação de até 449 equipamentos de fiscalização – 225 no lote 1 e 224 no outro –, de vários tipos, desde os radares fixos (pardais), controladores de velocidade (postes) e até equipamentos estáticos (que podem ser deslocados de um trecho para outro na via). A licitação foi aberta em julho deste ano e chegou a ser suspensa pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) após suspeitas de irregularidades. Em virtude da continuidade da licitação, a direção do DER-ES prorrogou a contratação da Perkons, que também participou da atual licitação. A empresa é responsável pelos serviços de fiscalização no Estado desde o ano de 2000. Somente no mais recente contrato, assinado em 2007, ela recebeu cerca de R$ 44 milhões, de acordo com o último aditivo (décimo) assinado em setembro de 2012.

02/01/2014 / 0 Comments
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Governador veta criação de fundo e esfria crise com procuradores do Estado

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O governador Renato Casagrande vetou a previsão de criação de um fundo de reaparelhamento da Procuradoria Geral do Estado (PGE) dentro do texto da Lei do Refis, sancionado nessa segunda-feira (30). A medida aprovada pela Assembleia Legislativa tinha sido criticada pelos procuradores do Estado. O veto parcial esfria a crise entre o governo e a categoria, que já havia rechaçado a proposta de radicalização do movimento com a reabertura de mesa de negociações salariais com o Executivo. De acordo com o texto da Lei Estadual nº 10.161, a limitação no pagamento de honorários advocatícios aos procuradores, entre 5% e 10% do valor da causa, decorrentes das ações judiciais extintas por conta da renegociação acabou sendo mantida. Os valores deverão ser fixados por resolução do Conselho da PGE, como estava previsto no projeto de lei enviado pelo governador ao Legislativo. No entanto, a criação do fundo – uma das emendas sugeridas pelos deputados –, que teria como receitas os valores devidos aos procuradores que não fossem pagos este ano, acabou sendo barrada pelo governador. A aprovação da emenda foi durante criticada pela direção da Associação dos Procuradores do Estado do Espírito Santo (Apes), que entendeu como uma “quebra do compromisso com a categoria”. No final de dezembro, a entidade chegou a convocar uma assembleia geral para deliberar sobre a radicalização do movimento, inclusive, com a cobrança da publicação das exonerações da maior parte dos procuradores em funções de confiança, que assinaram uma carta de renúncia coletiva ao procurador-geral Rodrigo Júdice. Entretanto, a categoria decidiu dar um voto de confiança ao governador Renato Casagrande com o prosseguimento das conversas com o governo. Naquela oportunidade, os procuradores entenderam que a aprovação das emendas no texto original da Lei do Refis foi uma manifestação dos deputados contra a atuação da PGE. Na visão do procurador-geral, a decisão da categoria foi a mais madura e equilibrada no momento, tendo em vista que o serviço é considerado como essencial. Os procuradores cobram a paridade salarial com outros estados da Federação. Eles negam que a insatisfação seja motivada apenas pelo pagamento dos honorários. 

02/01/2014 / 0 Comments
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Fejunes repudia assassinato de jovem negro em Jardim Carapina

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O Fórum Estadual da Juventude Negra (Fejunes) divulgou nota pública repudiando o assassinato do jovem Hearle Nunes Araújo, de 19 anos, morto em Jardim Carapina, na Serra, na segunda-feira (30), com nove tiros disparados por policiais militares.    Segundo informações de pessoas que viram a cena, Hearle teria se assustado ao ver a viatura e os policiais atiraram. O jovem caiu da bicicleta e já no chão foi alvejado por disparos que só cessaram quando os policiais viram que pessoas observavam a ação. Após o assassinato, os moradores da região realizaram um grande protesto cobrando apuração imediata do crime.    O Fejunes salienta que mortes como a de Hearle estão se tornando cada vez mais recorrentes no Estado. A entidade ressalta que, em 2012, a Polícia Militar matou mais no Estado do que a recente tragédia das chuvas – foram registradas até esta quinta-feira (2) 24 mortes.   De acordo com último Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, houve um aumento de 70% das mortes cometidas pela Polícia Militar no Estado. “Temos uma Polícia cada vez mais letal e preparada para exterminar nossa juventude, patrocinada pelos grandes investimentos do governador Renato Casagrande na corporação”, diz a nota.   A entidade alega que a segurança pública no Estado é discutida em gabinetes fechados, sem a participação popular e que as propostas apresentadas pelo Fejunes, visando um controle efetivo da ação policial, são engavetadas sem qualquer justificativa.    O Fejunes conclama a população a se mobilizar contra a violência policial no Estado e reitera a proposta de uma política de segurança pública centrada nos direitos humanos e com ampla participação popular.          A entidade considera urgente a criação de uma Ouvidoria de Polícia independente, sem a influência de policiais, para o recebimento de denúncias. 

02/01/2014 / 0 Comments
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Feliz 2014

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O ano que acaba de nascer é repleto de movimentos. Será um ano curto, do ponto de vista da produtividade, mas politicamente será intenso. A Copa do Mundo vai agitar esse primeiro semestre, evidentemente, e não vai faltar animação e protesto.   Não foi por acaso que as manifestações de 2013 aconteceram em junho e julho, a ideia era justamente que o mundo visse o que estava acontecendo no Brasil, por isso, nada melhor que usar as vitrines da Copa das Confederações para chamar a atenção da mídia internacional.   Este ano, alguma coisa me diz que no período da Copa isso pode acontecer novamente, já que os olhos do mundo estarão no Brasil. Com tanta desigualdade, os gastos com a Copa, que na verdade não seriam suficientes para atender às demandas sociais, mas causam indignação, a tendência é de que haja muita revolta.   Se acontecer vai afetar diretamente o processo eleitoral. Basta ver o período de recuperação das lideranças políticas no pós-protestos deste ano. Tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o governador Renato Casagrande levaram quatro meses para recompor os cerca de 20 pontos que perderam na avaliação de suas gestões. Como a eleição é em outubro, isso pode comprometer o desempenho de quem disputa a reeleição.   Outra expectativa que se cria para o próximo ano é sobre o comparecimento às urnas. Os especialistas esperam um índice de votos nulos e brancos e de abstenções muito grande. Isso porque, apesar de tanto protesto, a classe política tem os mesmo nomes da velha política a oferecer ao eleitor e isso pode causar muita frustração.   No caso do Espírito Santo, especificamente, a possibilidade de reunião da unanimidade com o governador Casagrande e o antecessor Paulo Hartung dividindo o palanque pode frustrar ainda mais o eleitor, que há mais de uma década espera para ver uma disputa eleitoral de verdade no Estado. Pelo jeito não será desta vez ainda.   No mais, o Espírito Santo deve agora se concentrar na recuperação dos municípios devastados pelas chuvas. A palavra reconstrução ganha neste processo eleitoral um sentido literal e que sim vai precisar da união de todos. Mas veja bem, da união de todos, e não da unanimidade política. Fragmentos: 1  – No campo nacional, o cenário eleitoral parece definido com Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos. No Estado, o único nome confirmado é o do governador Renato Casagrande.   2 – Se a unanimidade se repetir mesmo no Estado sobram duas incógnitas: se o senador Magno Malta (PR) vai disputar o governo; o ex-prefeito João Coser vai conseguir manter o PT no grupo do governador ou será obrigado a disputar o governo também? 3 – Mas a situação mais crítica parece ser a do PSDB. Como o partido vai fazer para erguer um palanque para Aécio Neves no Espírito Santo?

01/01/2014 / 0 Comments
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‘Lista suja’ do trabalho escravo tem seis empregadores do Espírito Santo

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O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou a atualização semestral da lista de empregadores envolvidos em trabalho escravo. Foram incluídos os nomes de 108 novos empregadores . Desse total, o estado do Pará apresenta o maior número de empregadores inscritos na lista, totalizando 26,08%, seguido por Mato Grosso (com 11,23%), Goiás (com 8,46%) e Minas Gerais (com 8,12%), mas o Estado também figura a lista com seis estabelecimentos que entraram na lista por submeter seus trabalhadores a condições análogas à de escravo.    No Espírito Santo, segundo o MTE, entraram para a lista a Fazenda Nova Fronteira, em São Mateus; o Complexo Agronid Pindobas Ltda, em Conceição do Castelo; Infinity Itaúnas Agrícolas S/A (INFISA), em Conceição da Barra; a Fazenda Jurema, em Linhares; Fazenda Córrego dos Cavalos, também em São Mateus e a Fazenda Jerusalém, em Alegre.  Segundo o Ministério, os procedimentos de inclusão e exclusão são determinados pela Portaria Interministerial MTE/SDH nº. 2/2011, a qual dispõe que a inclusão do nome do infrator no cadastro ocorrerá após decisão administrativa final relativa ao auto de infração, lavrado em decorrência de ação fiscal, em que tenha havido a identificação de trabalhadores submetidos ao “trabalho escravo”.    Por sua vez, as exclusões derivam do monitoramento, direto ou indireto, pelo período de dois anos da data da inclusão do nome do infrator no cadastro, a fim de verificar a não reincidência na prática do “trabalho escravo”, bem como o pagamento das multas decorrentes dos autos de infração lavrados na ação fiscal.   Ao todo, na atualização semestral do órgão foram incluídos os nomes de 108 novos empregadores, bem como foram reincluídos dois empregadores em razão de determinação judicial e excluídos 17 dezessete empregadores em decorrência do cumprimento dos requisitos administrativos.   Atualmente o cadastro possui 579 nomes de empregadores flagrados na prática de submeter trabalhadores a condições análogas à de escravo, sejam pessoas físicas ou jurídicas.     A lista completa dos empregadores que mantém seus trabalhadores em situações análogas à escravidão está disponível no site do Ministério do Trabalho e Emprego. 

01/01/2014 / 0 Comments
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