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Filmes em cartaz

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Programação dos cinemas de Vila Velha, Vitória e Guarapari de 01 a 07 de novembro   ESTREIAS   Os Belos Dias (Le beaux jours, França, 2013, 95 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Marion Vernoux. Com Fanny Ardant, Laurent Lafitte, Patrick Chesnais. Caroline, recentemente aposentada, pensa no que fazer com seu tempo livre. Na sua busca por coisas para preencher este tempo, ela irá descobrir que o vazio existente é muito maior do que ela imaginava e uma reviravolta irá mudar o seu destino.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 19h10.    Thor 2 – O Mundo Sombrio (Thor – The Dark World, EUA, 2013, 111 minutos, 12 anos) Aventura. Direção de Patty Jenkins. Com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston. Segundo filme da franquia baseada nos quadrinhos da Marvel. Com exibição em 3D.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 1 (3D). 14h e 18h40. DUBLADO. 16h20 e 21h (LEG). Sala 3. 3h20, 15h40, 18h, 20h20. Sala 4 (3D). 16h e 20h40. DUBLADO. 13h40 e 18h20 (LEG). Sala 7. 14h40, 17h, 19h20, 21h40. DUBLADO.  Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 2. 14h15, 16h45, 19h15, 21h45. DUBLADO. Sala 3 (3D). 14h30, 17h, 19h30. DUBLADO. 22h (LEG). Sala 6 (3D). 14h, 16h30, 19h, 21h30. DUBLADO.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 13h, 15h40, 18h20, 21h. DUBLADO. Sala 2. 14h, 16h40, 19h20, 22h. Sala 5 (3D). 12h30, 15h10, 17h50, 20h30. DUBLADO. Sala 6 (3D). 13h30, 16h10, 18h50, 21h30.  Cine Ritz Guarapari: Sala 3 (3D). 17h e 19h. DUBLADO. 21h15 (LEG).    O Renascimento do Parto (Idem, Brasil, 2013, 90 minutos, 10 anos) Documentário. Direção de Eduardo Chauvet e Érica de Paula. Um retrato da grave realidade obstétrica mundial e brasileira.    Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3. Terça 14h.   SESSÃO LUMIÈRE   Leolo (Leolo, Canadá, 1992, 107 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Jean-Claude Lauzon. Com Maxime Collin, Ginette Reno, Julien Guiomar, Pierre Borgault, Gilbert Sicotte. Leo Lauzon, o Leólo, mora com a família disfuncional num cortiço em Quebec. Ele usa as aventuras de um livro para escapar da realidade.   Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. Terça 21h.    SESSÃO PERFIL   Crônica de um Amor Louco (Storie di Ordinaria Folia, França/Itália, 1981, 101 minutos, 16 anos) Drama. Direção de Marco Ferreri. Com Ben Gazzara, Ornella Muti, Susan Tyrrell, Roy Brocksmith. Serking é um poeta alcoólatra e rebelde que vaga pelo submundo de Los Angeles. Seus textos estão repletos de sexo e degradação. Um dia, ele conhece uma prostituta linda e autodestrutiva chamada Cass. E os dois iniciam um romance de proporções trágicas.   Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 17h e 21h10.    CONTINUAÇÃO   O Capital (Le capital, França, 2012, 113 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Costa-Gavras. Com Gad Elmaleh, Gabriel Byrne, Natacha Régnier, Celine Sallette, Lya Kebede. O dono de uma gigante do mercado financeiro europeu tenta desesperadamente manter o seu poder, enquanto uma companhia americana tenta comprar a empresa.   Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 21h. Terça não haverá sessão.    Terra Firme (Terraferma, Itália/França, 2011, 88 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Emanuele Crialese. Com Filippo Pucillo, Donatella Finocchiaro, Mimmo Cuticchio, Claudio Santamaria. Família siciliana tem que lidar com a chegada de um grupo de imigrantes a sua ilha.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 17h10.    O Conselheiro do Crime (The Counselor, EUA/Reino Unido, 2013, 117 minutos, 16 anos) Suspense. Direção de Ridley Scott. Com Brad Pitt, Michael Fassbender, Javier Bardem, Cameron Diaz, Penelope Cruz. Advogado envolve-se com tráfico de drogas.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 6. 18h50 e 21h20. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 8. 14h50, 17h20, 19h50, 22h20.    Meu Passado me Condena (Idem, Brasil, 2013, 100 minutos, 12 anos) Comédia. Direção de Julia Rezende. Com Fábio Porchat, Miá Mello. Com apenas um mês de namoro, Fábio e Miá resolvem se casar e passar a lua de mel em um cruzeiro até a Europa. O problema é que na viagem eles encontram seus respectivos ex-namorados, Julia e Tiago, agora casados e também em lua de mel.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 2. 15h, 17h10, 19h20, 21h30. Sala 5. 14h20, 16h30, 18h40, 20h50. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 4. 14h10, 16h40, 19h10, 21h40. Sala 5. 13h40, 16h10, 18h40, 21h10. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3. 15h50, 18h, 20h10, 22h10. Sala 4. 14h20, 16h30, 18h40, 20h50.    Serra Pelada (Idem, Brasil, 2013, 104 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Heitor Dhalia. Com Wagner Moura, Juliano Cazarré, Julio Andrade, Sophie Charlotte. Joaquim e Javier chegam à Floresta Amazônica contaminados pela febre dourada do maior garimpo a céu aberto do mundo. Os dois se tornam amigos, mas a dureza da mineração e a ganância dos homens destruirão essa amizade.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 6. 13h30. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 2. 19h10 e 21h40. Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 19h.  Cine Ritz Guarapari: Sala 2. 19h10 e 21h30.   Os Suspeitos (Prisoners, EUA, 2013, 146 minutos, 16 anos) Policial. Direção de Denis Villeneuve. Com Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal, Melissa Leo, Viola Davis, Paul Dano. Homem sequestra quem ele suspeita estar ligado ao desaparecimento de sua filha.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 6. 15h50. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 1. 21h50. DUBLADO.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 7. 21h20.    Tese Sobre um Homicídio (Tesis sobre um homicídio, Argentina, 2013, 106 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Hernán Goldfrid. Com Ricardo Darín, Alberto Ammann, Calu Rivero. Roberto Bermudez é um especialista em direito criminal cuja vida se torna um caos quando ele se convence de que um de seus melhores alunos cometeu um assassinato brutal.   Cinemark – Shopping Vitória: Sala 7. Terça e quinta 19h10.    Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses (Dragon Ball Z – Battle of God, Japão, 2013, 85 minutos, 10 anos) Animação. Direção de Mashiro Hosoda. Depois da batalha de Majin Buu, o universo está em equilíbrio, mantido pelas ações simultâneas do Deus da Criação e do Deus da Destruição.  Mas o universo começa a entrar em colapso com a possibilidade de uma luta entre Goku e o Deus da Destruição.    Cine Ritz Guarapari: Sala

01/11/2013 / 0 Comments
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Novos tempos

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Como já se especulava nos bastidores, Domingos Taufner vai comandar o Tribunal de Contas do Estado no biênio 2014-2015. Na tarde chuvosa desta quinta-feira (31), os conselheiros, por quatro votos a um, confirmaram o nome de Taufner na presidência da Corte de Contas. O atual presidente, Carlos Ranna, mesmo antes da votação, já sabia que a derrota seria iminente, mas fez questão de manter seu nome na disputa.   A escolha de Taufner pode inaugurar um novo ciclo no tribunal. Servidor púbico há mais de três décadas, o novo presidente tem perfil rigorosamente técnico. Antes de ser empossado conselheiro no TCE, em janeiro do ano passado, já havia sido procurador-geral do Ministério Público de Contas; auditor fiscal da Prefeitura da Capital, além de ter presidido o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores de Vitória. Taufner também é professor universitário.    Na carreira política, Taufner teve passagem pelo PT. Foi vereador por Vila Velha em dois mandatos (1989/1996). É lembrado nos meios políticos como um homem ponderado, equilibrado e discreto. Talvez essas qualidades sejam fundamentais para o novo presidente impor um processo de reconstrução no tribunal, que até agora não aconteceu de fato.   A Corte, que na Era Hartung ficou conhecido pela alcunha de “Tribunal do Faz de Conta”, se prestou a ser regida pelo batuta do ex-governador, que sempre soube que esse quadrante do arranjo político tinha função estratégica. Os conselheiros, a um comando de Hartung, podiam perseguir os algozes do Palácio Anchieta ou simplesmente poupar seus aliados.    O governador Renato Casagrande, para equilibrar a influência de Hartung no tribunal, trabalhou para ter seus próprios aliados na Corte. O ex-deputado estadual Rodrigo Chamoun, o último empossado, embora fosse do partido do governador, ao sentar-se na cadeira de conselheiro, em março do ano passado, mostrou que continuava fiel ao ex-governador, somando-se, portanto, ao grupo hartunguete que já incluía Sérgio Aboudib e José Antônio Pimentel.    Ranna, que também chegou ao tribunal pelas mãos de Hartung, teve uma postura diferente. Depois de aprovar as contas do ex-governador, o atual presidente se sentiu desobrigado em se manter no jogo. Atento às demandas das ruas, passou a imprimir uma gestão mais independente e focada na reconstrução da imagem do tribunal.   Hartung, porém, interpretou a independência de Ranna como ameaça, e mobilizou seus aliados para frear as pretensões do atual presidente de se reeleger no comando da instituição.    O protagonismo de Ranna na Operação Derrama – que levou 11 ex-prefeitos para a cadeia -, se por um lado deu popularidade ao presidente e recuperou a imagem da Corte de Contas, foi a deixa que os comandados de Hartung precisavam para barrar a reeleição de Ranna.    Sem contar que a postura de Ranna deixou muita gente influente insatisfeita. Caso do presidente da Assembleia Theodorico Ferraço (DEM) que, ao lado de sua mulher, a ex-prefeita Norma Ayub, foi alvo das denúncias da Derrama.    Embora Ranna se esforce hoje para se tornar desvinculado do grupo de Hartung, dos cinco atuais conselheiros Taufner é o único realmente independente. O novo futuro presidente sabe que o tribunal não é só instrumentalizado para fiscalizar as contas de prefeitos, governador e dos ordenadores de despesas do Estado.    Com Lei da Ficha Limpa, o TCE, na condição corte colegiada, pode barrar os candidatos ficha-sujas do processo eleitoral, o que confere à corte um papel salutar no fortalecimento da democracia.   Ranna, no discurso após a votação desta tarde, destacou a importância da instituição se manter independente. “Sem amarras políticas, sem omissão ou submissão, uma instituição sem donos, soberana, importantíssima na estrutura de um Estado Democrático de Direito”.    Num “pé de ouvido” com jornalistas, ele confidenciou que existe o risco de ingerência externa no tribunal.    Esse alerta deve ser analisado com atenção por Taufner, que terá que por à prova toda sua habilidade técnica e política para devolver ao tribunal sua função primária, que é fiscalizar com rigor o uso do dinheiro público e mostrar que a instituição não quer mais ser rotulada como a corte do “faz de conta”.

31/10/2013 / 0 Comments
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Cegos, surdos e mudos

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Desde abril deste ano, quando vieram à tona as denúncias de espionagem e infiltrações a jornalistas, funcionários e movimentos sociais pela Vale, a classe política do Estado se calou. Apesar da mineradora está aqui do nosso lado e causar tantos outros problemas à população capixaba, ninguém manifestou indignação, muito menos cobrou respostas, mesmo diante do escândalo que ganhou o País e, mais do que isso, revelou graves fatos no Espírito Santo. O silêncio dos políticos, assim como o da Vale, é revelador: no caso deles, o rabo continua preso. Já no caso da mineradora, é porque deve.   Essa omissão dos parlamentares ficou ainda mais evidente com a audiência pública que ocorreu no Senado na última quinta-feira (24), com a presença do ex-gerente da mineradora que revelou as denúncias, André Almeida. A não ser a senadora Ana Rita (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa e, portanto, quem convocou o debate, nenhum outro representante da bancada capixaba passou por lá – de outros estados, sim. Ao todo, representam o Estado dez deputados federais e três senadores.   Nem mesmo o relator da CPI da Espionagem, senador Ricardo Ferraço (PMDB), que vive na mídia esbravejando contra a espionagem dos EUA e do Canadá ao governo brasileiro. A prática é a mesma, mudando apenas o espião e o alvo, mas desse assunto Ferraço não quer saber.   Justiça seja feita, provavelmente a deputada federal Iriny Lopes (PT) participaria do debate, mas estava de licença médica.    Também ao contrário de outros estados, os movimentos sociais daqui não se mobilizaram para participar da audiência. Militantes capixabas foram investigados pela empresa: o artista plástico Filipe Borba; Gustavo De Biase (PSB) e Valdinei Tavares. Fora isso, uma lista de lideranças constantemente monitoradas foi divulgada. A maioria não se manifestou e os conselhos fingiram que não tinham nada com isso. Notas públicas sobre o caso, então, nem pensar. Diante de tentativa de intimidação da empresa ao advogado de Almeida, Ricardo Almeida, que é do Espírito Santo, igualmente não disse nada a seccional capixaba dos Advogados do Brasil (OAB-ES). E olha que o presidente da instituição, Homero Mafra, tem conhecimento da queixa-crime apresentada pela Vale contra Ribeiro. Não foi por falta de aviso.   O deputado estadual Euclério Sampaio (PDT), que havia proposto uma CPI para apurar a espionagem da Vale, a não ser em um ocasião específica, lá atrás, não falou mais nada. Mergulhou. Outro que fez barulho logo que o escândalo explodiu, Gilsinho Lopes (PR), também deixou o assunto morrer.    Já os deputados do PT, cinco ao todo, nem com o gancho da correligionária Ana Rita ousaram dar pitaco.  Foram protagonistas do vexame da Assembleia Legislativa em não criar a CPI para investigar a poluição do ar, fecharam os olhos para a espionagem e continuam de olhos vendados. Os demais nem dá para contar.   Do caso envolvendo o lobby entre a empresa do ex-governador biônico do Estado Arthur Gerhardt Santos, nem se fala. O contrato milionário firmado entre a Sereng e a Vale, com irregularidades de todo curso, com o objetivo de facilitar os licenciamentos ambientais dos empreendimentos da empresa no Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), passou batido pela classe política. Quem vai mexer com os interesses do empresariado?   O histórico da Vale por aqui já deveria ser suficiente para constantes manifestações em relação aos impactos social e ambiental registrados na Grande Vitória, que se agravam a cada dia, sem qualquer ação do governo do Estado para minimizá-los. Pelo contrário, o próprio governo é quem garante todas as expansões dos projetos poluidores, em tempo recorde.   É que por aqui, quando se tratam dos grandes projetos, todo mundo vira cego, surdo e mudo.    Por essas e outras, que a Vale acha que está acima do bem e do mal. Acha não, tem absoluta certeza. Manaira Medeiros é mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local e especialista em Gestão e Educação Ambiental Fale com a autora: manaira@seculodiario.com

31/10/2013 / 0 Comments
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Gostinho

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Em sua passagem por Brasília nessa quarta-feira (30), o delegado de Delitos de Trânsito, Fabiano Contarato, “debutou” no Senado. Quem o levou até lá foi o senador Magno Malta, presidente do PR, partido escolhido pelo delegado após intensas movimentações de bastidores no Estado. O gostinho de pisar na Casa, pela primeira vez como filiado e cotado a candidato da única vaga que será aberta na Casa no próximo ano, certamente aguçou o desejo de Contarato. O delegado foi citado por Magno na sessão que apresentou o projeto de alteração do Código Brasileiro de Trânsito e concedeu entrevistas no plenário. Tudo como manda o figurino. Se tinha ainda alguma dúvida, portanto, saiu de lá provavelmente disposto a entrar nessa empreitada. Só que tem um porém, a candidatura de Contarato depende de Magno encarar também a disputa ao governo do Estado. E, até agora, o senador demonstrou apenas proximidade com esse projeto, não bateu o martelo. Não seria então a hora de fazer o inverso? Contarato precisa levar Magno ao Palácio Anchieta. Quem sabe assim não aguça de vez e a história desempaca. O tempo voa.   Carreira solo Diante da indefinição das alianças em torno da candidatura à reeleição de Renato Casagrande, o PCdoB resolveu caminhar sozinho na disputa proporcional de 2014. Os comunistas acham que têm um bom número de candidatos à Assembleia e gente nova com poder de fogo, como Cirilo de Tarso, ex-PSD, quem eles consideram capaz de receber 20 mil votos – para terror do deputado estadual Genivaldo Lievore (PT).   Carreira solo II O PCdoB está confiante ainda com a candidatura de deputado estadual do médico Luiz Carlos Peruchi, ex-prefeito de João Neiva. O desejo dos comunistas, vale o registro, é permanecer com Casagrande.   Estratégico Por que diachos a Frente Parlamentar Ambientalista da Assembleia Legislativa convidou o presidente da Findes, Marcos Guerra, para a audiência pública sobre a poluição do ar dessa quarta-feira (30), destinada aos movimentos sociais?   Resposta fácil… Para equilibra os lados. E Guerra fez isso direitinho, enchendo a bola da Vale e da ArcelorMittal.   Direto e reto A propósito, o advogado Nelson Aguiar jogou lama no ventilador e disparou contra o Termo de Compromisso Ambiental (TAC) assinado entre o Ministério Público do Estado (MPES) e a Vale, com condições impostas pela própria mineradora. Acordo é pura figuração.    Direto e reto II Outro que acertou na veia foi Sandoval Zigoni Junior, da Associação de Moradores da Mata da Praia, ao indicar interferência de Otacílio Coser, do Grupo Coimex, para impedir participação dos moradores do bairro no debate sobre a poluição do ar. Não causa surpresa, relação entre empresariado, Iema e poluidoras é coisa antiga.   Apoio “Resgatar um PT democrático, militante e socialista, este é o objetivo que nos move, que nos faz valorizar e construir o PT todos os dias”. É com esta frase que a deputada federal Iriny Lopes pede votos, nas redes sociais, para a senadora Ana Rita. A disputa do Processo de Eleições Diretas (PEC) do partido será no próximo dia 10.    Ação e reação Por falar na senadora, em nota, ela disparou contra o presidente do PT no Estado, José Roberto Dudé, por conta de declarações prestadas por ele ao jornal A Tribuna. Dudé, como se sabe, defende os interesses do ex-prefeito João Coser dentro do partido.   140 toques “#Toquerendo saber qual será o argumento dos #USA para espionar o #Vaticano. Combate ao terrorismo não vai colar”. (Senador Ricardo Ferraço – PMDB – no Twitter). Nota da coluna: e eu quero saber quando o senador vai se posicionar sobre a espionagem da Vale.   PENSAMENTO: “Quando cheguei ao Congresso, achava que dava para fazer o bem. Hoje, o que acho que dá para fazer é evitar o mal”. Roberto Campos

31/10/2013 / 0 Comments
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Sérgio Mielniczenko

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Conheci o Sérgio em Los Angeles, quando estava montando a Tribuna FM. Fui ao seu estúdio no Consulado Brasileiro e vi ele fazendo seu programa Brazilian Hour. A Folha de S.Paulo fez mês passado uma matéria grande com ele e seu programa, que já está no ar há 35 anos.   Na ocasião, Sérgio se empolgou com o projeto da Tribuna, por ser uma tentativa de fazer um rádio diferente. Quis fazer um intercâmbio, coisa que não foi pra frente, pois saí abruptamente da empresa.   O seu programa, levado ao ar uma vez por semana, entrevista todo artista que passa em Los Angeles. E não são poucos. Sérgio, ás vezes, tem de seleciona-los. Não entrevista qualquer um, somente nomes da MPB. A gente aqui reproduziria essas entrevistas, sempre acompanhadas pelas músicas.   Hoje seu programa está disponível em aplicativos de celulares e na internet, onde você pode acessar no www.brazilianhour.org. Além disso, houve progresso na audiência. O programa é um dos mais ouvidos entre os 5 mil da famosa rede Live365.   Sérgio é de São Paulo e está na América desde 1977. Foi para Los Angeles estudar Rádio e TV e conseguiu um emprego no consulado do Brasil, que na época recebeu uma proposta de uma estação de rádio para produzir um programa de música brasileira.   Sérgio Mielniczenko estava no lugar certo, na hora certa. Isso não acontece com frequência na vida das pessoas. Ele pegou a oportunidade e não a largou mais.   PARABÓLICAS   Trabalhando na Rádio Capixaba há mais de três décadas, Jorge Luís da Silva se acidentou (caiu do telhado) mas está se recuperando para gáudio de seus amigos   E a Rádio Transamérica FM, xodó de Alfredo Chaves, continua bombando, sob os cuidados zelosos de seu proprietário Fernando Parteline   Comandando um horário nobre e com exacerbada audiência na Difusora, o veterano radialista Alcenir Coutinho é nome conhecido em Colatina e arredores   Edson Cardoso faz acontecer na Rádio Comunitária de Irupi, segundo ouvintes de lá. Edson tem muita experiência com rádio.   MENSAGEM FINAL   Tudo que é novo incomoda. A vida nos pega desprevenidos e nos obriga a caminhar para o desconhecido mesmo quando não queremos, quando não precisamos. Paulo Coelho   TRADUÇÃO DO DIA  

31/10/2013 / 0 Comments
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Retrocesso

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Uma palavra que ganhou destaque nos noticiários e que é facilmente visitada pela classe política no Espírito Santo há mais de uma década é “retrocesso”. Parece ser o recurso retórico preferido quando acabam as propostas e não se tem mais o que afirmar para o futuro.    Em todas as disputas, sejam eleitorais ou internas nas instituições, em algum momento, a palavra acaba aparecendo. Eleição no Tribunal de Contas… “temos que ter cuidado com o retrocesso”. Eleição municipal… “é preciso evitar o retrocesso”. O recurso retórico sempre joga para o outro lado uma ameaça que mantém o eleitorado atento. Mas atento a quê?    Enquanto o público se preocupa com o “retrocesso”, evita discutir as propostas de mudança necessárias à evolução do cenário político e administrativo do Estado. O problema é que ninguém na classe política tem o selo “retrocesso” carimbado na testa. É uma palavra solta, pega quem quiser.    Os inventores desse recurso, porém, não vêm a público para dizer com todas as letras: o retrocesso é representado por fulano, por causa disso e disso, porque isso levaria o eleitor a uma escolha. Poderia ele pesquisar e avaliar por conta própria se realmente a figura carimbada representa algum perigo ao processo democrático.    A estratégia se assemelha, dadas todas as devidas promoções, à política do terror, que há anos vem elegendo e reelegendo os presidentes norte-americanos. O importante é que o retrocesso, ou o crime organizado, no caso do Espírito Santo, seja jogado para o outro lado, mantendo a lógica maniqueísta.    O problema é que quando se cria um sistema de unanimidade, colocando todo mundo no mesmo balaio, fica difícil manter esse discurso. Afinal, todos estão juntos. Não há como estabelecer diferenciação entre bem e mal nesse contexto. Logo, é preciso um novo discurso, já que mesmo desfeita a unanimidade, haverá a memória dos tempos de união.    Fragmentos:   1 – Os projetos com os orçamentos de pátio e pista do aeroporto de Vitória serão entregues ao Tribunal de Contas da União (TCU) no próximo dia 15 de novembro. Será que agora vai?   2 – Após a entrega dos orçamentos, o TCU terá três sessões antes do recesso para analisar o processo referente ao aeroporto de Vitória. Estão marcadas sessões no dia 20 e 27 de novembro e 4 de dezembro para analisar o processo.    3 – A Assembleia Legislativa quer começar a discussão sobre a emancipação de novos municípios no Estado. A hora para essa questão vir à tona não poderia ser pior. 

31/10/2013 / 0 Comments
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Representantes da sociedade civil rejeitam intervenções no Porto de Vitória

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O projeto de “Revitalização do Porto de Vitória” voltou a ser debatido nesta quinta-feira (31). Desta vez, o debate ocorreu na Assembleia Legislativa durante audiência pública convocada pela deputada Luzia Toledo (PMDB), presidente da Comissão de Cultura da Casa, que também se disse contrária a proposta dos galpões darem lugar às faixas do BRT e ao projeto de reestruturação do porto. O debate contou com a participação dos representantes do Conselho Estadual de Cultura (CEC), que também se posicionaram contra a intervenção da Codesa.    Outros segmentos da sociedade civil organizada engrossaram o coro dos que tentam impedir a destruição dos armazéns. Para os membros do Conselho Estadual de Cultura que compareceram em peso ao debate, os armazéns fazem parte da cena histórica e afetiva dos moradores de Vitória.   Segundo a conselheira Viviane Pimentel (foto), que faz parte da Câmara de Patrimônio Histórico, Bens Móveis e Acervos, a sociedade está lutando pela preservação de um conjunto de paisagem, não apenas pelos armazéns do Porto de Vitória.     “Estamos tratando de todos os galpões. Mais que isso, estamos tratando de um conjunto de paisagem que se estende à linha d'água ao Penedo e mais à direita ao Moxuara. Essa é uma paisagem cultura e típica de Vitória e não podemos reduzir a importância deste debate a cinco galpões. Estamos falando de algo muito maior”, disse Viviane Pimentel.    Ela ainda recordou de una notificação enviada à Codesa em 2011, sobre o processo de tombamento dos galpões do Porto. Na ocasião, disse a conselheira, a Codesa deveria se anuir ou impugnar o tombamento, o que não foi feito. Sem respostas, ela cobra que depois de dois anos de silêncio sobre o caso, a Secretaria Estadual de Cultura (Secult) promova o tombamento compulsório das estruturas. .    “Essa é uma vontade que a sociedade expressou há mais de três décadas e ai vemos que quando o interesse cultural fica à frente do econômico, as coisas se arrastam. Eu entendo que a Secretaria de Cultura deveria cumprir a lei e incluir os galpões na lista de imóveis tombados, já que a Codesa ultrapassou seu prazo em praticamente dois anos”, cobrou Viviane Pimentel.    Sob aplausos, Viviane alertou que a área de expansão do porto será utilizada como pátio de automóveis e de contêineres, afastando ainda mais a população do mar. “Vitória é uma ilha e como tal, precisa voltar seu desenvolvimento para esta estrutura que temos de graça. A expansão do porto servirá por apenas 15 anos de atividades ampliadas, depois o porto se muda para outro local, como já foi divulgado pela Codesa, e nós ficaremos com o ônus de uma paisagem dilapidada”, alertou a conselheira.      O superitendente de projetos da Codesa, Marcos Zanotti Bresciani (foto), adotou um discurso mais aberto ao diálogo, mas não conseguiu fugir das definições de desenvolvimento defendidas para ampliar o porto e refutadas pela sociedade civil organizada.    A Codesa justificou a intervenções – demolição de dois armazéns, doação dos outros três para passagem do BRT, aumento da sua área de estocagem e construção do seu novo prédio – basendo-se na arrecadação financeira do porto e na tentativa de fazer do Espírito Santo, de fato, a bola da vez “como dizem por ai”.   Na prática, afirmou Bressani, a revitalização proposta pela Codesa irá ampliar a capacidade de carga, reduzir custos, o seguro, e o valor dos serviços de praticagem e rebocagem, além de reduzir o tempo de espera dos navios. “Isso faz parte do desenvolvimento do setor portuário e não há como ser evitado, visto que o porto é vivo”.    Ele defendeu ainda que a retirada dos armazéns irá proporcionar uma vista direta para o porto e para as embarcações, assim como proporcionará mais ventilação.   A secretária estadual de Transporte e Obras Públicas em exercício, Luciene Becacici que também expôs o projeto do Sistema BRT durante a audiência, defendeu as intervenções nos galpões.  Ela também vislumbra a aproximação da população com o mar, por meio dos projetos de mobilidade previsto pelo Estado e pelo uso dos três armazéns da Codesa para rolagem do BRT.     Apesar das alegações, os discursos foram rejeitados pela população presente ao debate. Os deputados Cláudio Vereza (PT) e Luzia Toledo (PMDB) também rejeitaram as intervenções apresentadas pela Codesa e pelo Estado.    “Sinceramente não gostei nem do projeto [BRT], nem do outro [revitalização do porto] e já que ambos os projetos estão no começo… Não é igual Tubarão que é irremediável, precisamos conversar mais sobre isso”, disso Vereza.    A presidente do Rotary Internacional, Marlene Webber, cobrou que as docas sejam revitalizadas e ocupadas com atividades culturais, empregando a população e valorizando a história da cidade, fazendo coro à reivindicação de grande parte da população do Centro de Vitória.    Também compartilham da mesma ideia o conselheiro cultutal Fraga Ferri e Pedro Padilha. Eles afirmaram que a modernidade proposta pela Codesa está na contramão do que é sustentável, digno e em acordo com os anseios da sociedade.    O conselheiro do CEC, Wilson Coelho (foto), um dos últimos a falar no debate, avaliou: “Por um lado o debate foi positivo porque ampliou o alcance das informações, porém, por outro foi ruim. Tomamos decisões todos os dias no conselho e todo dia somos agredidos pela empresa que defende o projeto como se fosse certo. Queremos agora a posição da Secult sobre o tombamento”, cobrou ele, deixando claro que o Conselho, que apesar das belas apresentações, reprova a intervenção no Porto de Vitória.   A audiência foi encerrada com a aprovação de um novo debate – ainda sem data -, mas desta vez, dentro de um dos galpões da Codesa, conforme proposto pelo conselheiro do CEC, o médico naturalista e ambientalista, Marcos Ortiz.    A Secut não enviou representante ao debate. Já a gerente de Memória e Patrimônio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), Christiane Gimenes, se posicionou contrária à instalação das faixas para o BRT no local. “Isso vai fazer com que perdemos um espaço de

31/10/2013 / 0 Comments
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Reintegração de posse continua valendo para terras do Grupo Simão em Montanha

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O mandado de reintegração de posse expedido no último dia 22 e vencido dois dias depois para a fazenda Floresta Reserva, do Grupo Simão, em Montanha (extremo norte do Estado), continua valendo mesmo sem uma reunião oficial sobre o caso. Desde o dia 14, 130 famílias ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) ocupam a fazenda, onde instauraram o acampamento Sirlândia.   A indicação para a reunião foi tirada da audiência da última terça-feira (29), quando estiveram presentes o presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), Davi Diniz de Carvalho; o superintendente do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), José Cândido Rezende; e a subsecretária de movimentos sociais da Casa Civil do Estado, Leonor Araújo.    A reunião já deveria ter sido realizada entre o defensor público agrário Bruno Pereira Nascimento; o juiz Antonio Facchetti Filho; os comandantes da Polícia Militar; o tenente-coronel Wilton e o tenente-coronel Wallace; e a direção estadual do MST, mas ainda não aconteceu por incompatibilidade com os horários do juiz. Enquanto isso, a situação das famílias continua sem solução e a reintegração de posse está autorizada, inclusive aos fins de semana, feriados e fora do “horário convencional”.   A luta do MST se estende às fazendas Tailândia e Conquista, também do Grupo Simão, que não podem ser declaradas improdutivas, devido ao estado de calamidade pública decretado em Montanha. Por isso, os processos de vistoria dessas áreas estão arquivados. Muitas vezes, a decretação de um estado de calamidade é usada justamente com o intuito de frear os processos de reforma agrária, já que nada pode ser feito, nesse caso, às terras que se enquadram no limite declarado.    O defensor público aguarda a disponibilização dos processos de vistoria das duas fazendas para entrar com um pedido de cassação do decreto de calamidade pública, que foi instaurado por conta da seca. O MST defende que a seca na região é constante, e não um evento sazonal, o que não justifica o decreto de tal situação. Garante ainda a entidade que as famílias permanecerão no local.   A formação do acampamento Sirlândia se deu como uma reação do movimento à inércia do governo estadual e dos órgãos responsáveis, que não cumpriram com promessas anteriores.   Entre agosto e outubro de 2012, foi feita uma ocupação na mesma área e a saída foi pacífica após as promessas. Entretanto, diante do não cumprimento dos acordos firmados, as famílias voltaram à região.    O governo havia prometido entregar cestas básicas às famílias acampadas; o Incra a fazer vistorias em oito fazendas improdutivas na região de Montanha, igualmente pertencentes ao Grupo Simão, das quais apenas duas foram vistoriadas; e o Idaf que contaria e documentaria as cabeças de gado do Grupo Simão, o que, segundo a coordenação estadual do movimento, só foi feito em partes e com documentos adulterados, com dados que não condizem com a realidade.    Ao contrário da ocupação anterior, quando deixaram as terras intactas, os trabalhadores acampados já começaram a realizar plantios para consumo próprio.

31/10/2013 / 0 Comments
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Palanque de Casagrande tem maioria na bancada capixaba

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Assim como na Assembleia Legislativa, onde a maioria do plenário defende a permanecia no palanque do governador Renato Casagrande, na bancada federal, a maioria dos parlamentares também apoia a manutenção da aliança que elegeu o socialista em 2010. Mesmo com as mudanças ocorridas no grupo e com a possibilidade de dois ex-membros da aliança virem a disputar o governo em 2014, dos que sobram, a maioria é a favor de Casagrande.    O senador Ricardo Ferraço (PMDB) tem o apoio dos peemedebistas Lelo Coimbra e Camilo Cola, já a deputada Rose de Freitas faz parte dos chamados peemedebistas históricos, que defendem a permanência no grupo do governador Renato Casagrande.    O governador também contaria com o apoio do deputado de seu partido, Paulo Foletto (PSB) e dos dois deputados dissidentes do PDT: Jorge Silva (Pros) e Carlos Manato (SDD). A deputada Iriny Lopes e a senadora Ana Rita, fazem parte do grupo dentro do PT que defende a manutenção da aliança com o PSB de Casagrande, apesar da candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos a presidente.   Apenas uma decisão da nacional poderia tirar os petistas do palanque de Casagrande no Espírito Santo. O PT, por decisão da nacional, pode ser obrigado a fazer aliança ou com o PMDB de Ricardo Ferraço, ou mesmo com o PR do senador Magno Malta (PR), que também pode se candidatar a governador no próximo ano.    Mas a discussão que é consenso dentro do PT hoje, além da prioridade em reeleger Dilma, é a preferência pelo palanque socialista. Já Malta, de certo mesmo, tem o apoio da deputada Lauriete (PSC). Apesar de ser cotado a ele o apoio da deputada federal Sueli Vidigal (PDT), o partido do ex-prefeito da Serra Sérgio Vidigal vem sendo assediado por todos os nomes envolvidos no processo, logo, o apoio pode ficar em qualquer um dos palanques.    Já o deputado César Colnago (PSDB) foi eleito em 2010 fora da base aliada de Casagrande, no palanque do também tucano Luiz Paulo Vellozo Lucas. Para 2014, o partido tenta viabilizar a candidatura de Guerino Balestrassi, por isso, partidariamente, ele está fora da discussão dos apoios dos três nomes colocados, embora haja nos meios políticos a impressão de que haverá um apoio informal ao PMDB, por causa da presença de aliados do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) no ninho tucano.

31/10/2013 / 0 Comments
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Kit higiene ‘desaparece’ constantemente das unidades prisionais capixabas

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Não é somente a alimentação dos presos do sistema penitenciário do Estado que se mostra deficiente. Por orientação do Ministério da Justiça, o Estado é responsável pelo fornecimento de itens básicos de higiene aos presos, como sabonete, pasta e escova de dente, desodorante e papel higiênico. O problema é que o tal kit higiene -previsto na Lei de Execução Penal (LEP) – constantemente “desaparece” das unidades prisionais.    Seja por atraso em contratação de empresa para fornecimento de itens do kit ou por atrasos nas entregas, os presos chegam a ficar longos períodos sem recebimento de materiais básicos de higiene.    A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) contrata, por meio de licitação na modalidade menor preço, empresas que fornecem itens para o kit higiene separadamente, ou seja, é feita uma licitação para cada material que compõe o kit higiene. Isso acaba por atrasar a montagem dos kits e, consequentemente, a entrega.    Os kits deveriam ser entregues quinzenalmente aos presos do sistema penitenciário, no entanto, os atrasos acabam por estender o intervalo sem recebimento. Os  familiares dos presos, por força de lei, não podem levar materiais de asseio para as unidades prisionais, mas alguns diretores acabam autorizando a entra extra-oficial desses produtos.    No Complexo Penitenciário do Xuri, em Vila Velha, até poucos meses, os familiares levavam materiais de asseio pessoal para detentos quando faltavam itens do kit higiene. Os produtos ficavam separados por preso e eram entregues à medida que iam acabando.    Além disso, na Penitenciária de Segurança Máxima II (PSMA II), em Viana, até bem pouco tempo não tinha nenhum item do kit higiene para distribuir aos presos.    A falta de itens de higiene pessoal acaba por facilitar a atuação de um comércio clandestino desses itens, provocando o endividamento dos detentos. Em declaração dada à revista CartaCapital desta semana, o coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Douglas de Melo Martins, afirma que essa prática fomenta o crime organizado, já que deixa o preso endividado e com obrigações com grupos criminosos, que cobram mensalidade de quem saiu, facilitando a reincidência. 

31/10/2013 / 0 Comments
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