Programação dos cinemas de Vila Velha, Vitória e Guarapari de 27 de setembro a 03 de outubro. ESTREIAS Nota de Rodapé (Hearat Shulayim, Israel, 2011, 103 minutos, 12 anos) Drama. Direção de Joseph Cedar. Com Shlomo Bar-Aba, Lior Ashkenazi, Aliza Rosen. Pai e filho são professores que dedicam a vida ao estudo do Talmude, livro sagrado dos judeus. Mas os dois têm uma relação complicada, pois o pai nunca teve seu trabalho reconhecido no meio acadêmico. Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 19h15. Las Acacias (Las Acacias, Argentina, 2012, 85 minutos, 12 anos) Drama. Direção de Pablo Giorgelli. Com Germán de Silva, Hebe Duarte e Nayra Calle Mamani. Rubén é um motorista de caminhão solitário que percorre há anos a estrada entre Assunção e Buenos Aires. Mas dessa vez a viagem será diferente, com a companhia de Jacinta, que embarca de carona com seu bebê de oito meses. Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 19h20. Uma Noite (Una noche, Reino Unido/Cuba/Estados Unidos, 2012, 90 minutos, 18 anos) Drama. Direção de Lucy Mulloy. Com Dariel Arrechaga, Anailín de la Rúa de la Torre, Javier Núñez Florián. Cansados de viver na pobreza, os jovens Raul e Elio desejam fugir de Cuba. Depois de ser acusado de agredir um turista, a fuga do país parece ser a única solução para Raul. Para isso ele precisa da ajuda do amigo Elio. Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 21h15. Os Pequenos Riachos (Les Petits Ruisseaux, França, 2010, 94 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Pascal Rabaté. Com Bulle Ogier, Daniel Prevost, Helène Vincent. Emile, septuagenário e viúvo, tem uma aposentadoria suave. Ele pesca regularmente com outro aposentado, Edmond. Mas um dia, Edmond, depois de lhe ter revelado que tinha uma vida amorosa e sexual secreta, morre. Emile, para não afundar, tenta reencontrar gosto nas coisas. Vem os desejos esquecidos da juventude… Cine Metropolis: 18h25. Sexta não haverá sessão. A Branca de Neve (Blanche Neige, França, 2010, 90 minutos, 12 anos) Musical. Direção de Angelin Preliocaj. Branca de Neve foi um sucesso mundial e ainda está em execução em todo o mundo. Para a arte, Angelin Preljocaj transformou seu teatro em estúdio de cinema. Ele instalou sua companhia e passou dos espetáculos para a produção cinematográfica, oferecendo uma versão cinematográfica desta peça. Cine Metropolis: 20h10. R.I.P.D – Agentes do Além (R.I.P.D, EUA, 2013, 96 minutos, 12 anos) Ação. Direção de Robert Schwentke. Com Ryan Reynolds, Jeff Bridges. Um policial morto recentemente se junta a uma equipe de policiais mortos-vivos, que trabalha para o Departamento Descanse em Paz, para tentar encontrar o homem que o assassinou. Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 1 (3D). 14h20, 16h40, 18h50. DUBLADO. 21h (LEG). Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 6 (3D). 13h45, 15h45, 19h45, 21h45. DUBLADO. 17h45 (LEG). Cinemark – Shopping Vitória: Sala 6 (3D). 13h, 15h20, 20h. DUBLADO. 17h40 e 22h20 (LEG). Cine Ritz Guarapari: Sala 3 (3D). 19h. DUBLADO. 21h10 (LEG). Família do Bagulho (We’re the Millers, EUA, 2013, 110 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Rawson Marshall Thurber. Com Jennifer Aniston, Emma Roberts, Jason Sudeikis e Thomas Lennon. Traficante de maconha precisa forjar uma família falsa para fechar um grande negócio. Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 3. 14h10, 16h30, 19h, 21h20. DUBLADO. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 1. 14h10, 16h40, 19h10. DUBLADO. 21h40 (LEG). Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 13h50, 16h30, 19h10, 21h40. DUBLADO. O Tempo e o Vento (Idem, Brasil, 2012, 115 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Jayme Monjardim. Com Fernanda Montenegro, Thiago Lacerda, Marjorie Estiano, Cléo Pires. Baseado na obra de Érico Verissimo, conta a história da família Terra Cambará durante dois séculos. Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 5. 15h40, 18h20, 21h. Sábado e domingo também 13h10. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 2. 13h55, 16h35, 19h15, 21h55. DUBLADO. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 2. 15h50, 18h45, 21h45. Sábado e domingo também 13h05. CONTINUAÇÃO As Bem-Armadas (The Heat, EUA, 2013, 117 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Paul Feig. Com Sandra Bullock, Melissa McCarthy, Taran Killam, Kaitlin Olson. Uma agente do FBI e uma policial de Boston são colocadas para trabalhar juntas, na tentativa de prender um poderoso traficante. Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 2. 16h10 e 21h10. DUBLADO. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3. 13h10 e 15h40. DUBLADO. Sábado 15h40. DUBLADO. Domingo 13h10. DUBLADO. 18h20 e 21h10 (LEG). Sexta 18h20 (LEG). Domingo 21h10 (LEG). Terça e quinta não haverá sessão legendada. A Família (Malavita, EUA/França, 2013, 111 minutos, 16 anos) Policial. Direção de Luc Besson. Com Robert De Niro, Tommy Lee Jones, Michelle Pfeiffer, Dianna Agron. Família de mafiosos é mandada para a França como parte do programa de proteção de testemunhas. No entanto, a adaptação não é nada fácil, já que velhos hábitos são difíceis de esquecer. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 5. Sexta e sábado 23h. Elysium (Elysium, EUA, 2013, 109 minutos, 16 anos) Ficção Científica. Direção de Neill Blomkamp. Com Matt Damon, Jodie Foster, Alice Braga, Wagner Moura, Diego Luna. No ano 2154, os ricos vivem na exclusiva estação espacial Elysium e a Terra se tornou uma grande favela. Vítima de um acidente industrial que o deixou doente, um trabalhador tenta chegar a Elysium para se curar, usando falsa identidade. Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 7. 14h30, 16h50, 19h10, 21h30. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 3. 14h20, 16h50, 19h20. DUBLADO. 21h50 (LEG). Cinemark – Shopping Vitória: Sala 4. 13h30, 16h10, 18h50, 21h30. Sexta e sábado também 23h55. Além do Arco-Irís (Au bout du conte, França, 2013, 90 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Agnès Jaoui. Com Agnés Jaoui, Arthur Dupont, Jean-Pierre Bacri. Aos 24 anos, Laura ainda espera pelo príncipe encantado. Quando conhece Sandro em uma festa, acredita que é o homem de seus sonhos. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 5. Terça e quinta 20h50. Augustine (Augustine, França, 2012, 102 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Alice Winocour. Com Vincent Lindon, Stéphanie Sokolinski, Chiara Mastroianni. Professor deseja estudar uma doença misteriosa, a histeria, e pega a jovem Augustine como cobaia. Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 17h15. Mulheres do Cairo (Femmes du
Segredo de Estado
Nem os meios mais cruéis – pau de arara, choque elétrico, afogamento – usados nos tempos da ditadura militar para extrair confissões de perseguidos políticos dificilmente fariam o governo do Espírito Santo entregar os nomes das empresas que recebem incentivos fiscais do Estado, tampouco os valores repassados a cada uma delas. Esse parece ser um segredo de Estado trancado a sete chaves. O juiz Manoel Cruz Doval, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual, entendeu como legítima a demanda ajuizada, no final do ano passado, por um profissional liberal que exigia a lista com os nomes das empresas e os valores repassados pelo governo do Estado nos anos de 2010 e 2011 – respectivamente, último ano do governo Paulo Hartung e primeiro do governo Renato Casagrande. Apesar do juiz já ter ratificado a obrigatoriedade do Estado em fornecer a tal lista, o relator do processo no Tribunal, desembargador Fábio Clem de Oliveira, manteve a “caixa-preta” lacrada e suspendeu a divulgação dos dados, contrariando a decisão do juiz de piso. Clem ignorou os argumentos do juiz que disse, com todas as letras, que o acesso às informações era assegurado na Constituição. Reparem num trecho da decisão: “(…) a omissão na publicação das informações viola os princípios da moralidade e da publicidade e, ainda as normas do Conselho [Nacional de Política Fazendária (Confaz)]”. O próprio presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Pedro Valls Feu Rosa, à ocasião da Operação Lee Oswald, em abril de 2012, havia se manifestado a favor da transparência das informações. O chefe da Corte estadual chegou a dizer que “sigilo fiscal protegia a bandalheira”. O termo usado pelo desembargador não poderia ser mais acertado. O fato de o governo do Estado estar empenhado em esconder com tanta obsessão uma informação, abre precedente para se imaginar que há algo de podre no ar. A quem interessa manter em sigilo tais informações? Seria a lista “secreta” uma “lista suja”? As empresas beneficiadas seriam também generosas doadoras de campanha? A revelação dos nomes causaria um problemão para o governo, porque se descobriria que não há isonomia no valor das renúncias? O fato é que a decisão de abrir ou não a lista não é facultativa. O artigo 145 da Constituição Estadual prevê que os poderes públicos estadual e municipal têm o prazo de 180 dias após o encerramento do exercício financeiro para divulgar as informações sobre incentivos fiscais e ponto final. No caso, o prazo estourou faz tempo. Na próxima terça-feira (1º), a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) inicia o julgamento dos recursos do governo do Estado contra a decisão que mandou escancarar a “caixa-preta” dos incentivos fiscais. O colegiado terá a oportunidade de romper os velcros que selam a “caixa-preta” dos incentivos e mostrar à sociedade que a verdadeira Justiça se pauta nos princípios da moralidade e publicidade das informações, como reza a Constituição. É aguardar pra ver.
Mera sensação de conquista
Cada vez são mais frequentes as manifestações de apoio à candidatura à reeleição do governador Renato Casagrande (PSB), como registra hoje A Tribuna nas declarações do presidente estadual do PT, José Roberto Dudé, reafirmando o desejo do seu partido em estar com Casagrande na próxima disputa eleitoral. A afirmação enfraquece a notícia que circulava sobre a possibilidade de o ex-prefeito de Vitória, João Coser, estar de olho na vaga ao governo, como ele mesmo aventou há pouco dias. Mal foram criados os partidos Solidariedade e os Pros, seus dirigentes no Estado, que são dois macacos velhos – o deputado federal Carlos Manato e o Capitão Assumpção -, já manifestaram apoio a Casagrande. A bancada de deputado estadual do PMDB também caminha nessa direção, embora não esteja descartada a possibilidade de o ex-governador Paulo Hartung fazer o senador Ricardo Ferraço candidato ao governo. Mas não é só por aí que Casagrande vai se reeleger. Confira os motivos a seguir… Realidade Essa realidade eleitoral está aí e soma-se às manifestações favoráveis do PPS, PV, PP. Mas não quer dizer com isso que Casagrande está reeleito. Erros Casagrande acumula erros que vão desde a imperícia em lidar com as redes sociais, até o sacrifício de pagar o pato pelos deslizes do governo anterior, como também assumindo a responsabilidade sobre as desastrosas gestões de Hartung nas áreas da Segurança, Saúde e Educação, bem como a série de corrupção legada e de violações no sistema prisional e no Iases. Imagem Enquanto Casagrande agia em proveito de PH, ele armava para tornar a imagem de Casagrande a de um despreparado gestor público. Passou a fazer palestras dentro e fora do Estado como se tivesse sido um notável gestor para o Estado. Destruição Encarregou-se da difusão dessa figura de mau gestor de Casagrande. Uma bem montada e eficaz “central de boatos” de PH, com a qual o grupo do ex-governador já arrebentou com muita gente. Essa central não e de agora. Já funciona há muito tempo. Já fez até bodas de prata. Destruição II Quando se vê o ex-prefeito de Linhares Guerino Zanon (PMDB), numa reunião com a bancada de deputado estaduais do PMDB, vocalizando o mantra do mau gestor para cima de Casagrande, num cenário daquele, passa a convicção da sua absoluta eficácia. Unanimidade Mas dificilmente haverá confrontos entre PH e Casagrande. Pois o desejo de ambos passa pelo projeto de unanimidade, aquele em que eles podem se sentar à mesa e decidir o próximo governador, senador, etc. Temer Quem podia evitar essa possibilidade do Espírito Santo ter mais um governador produzido em mesa de negociação seria a o senador Magno Malta (PR), com uma candidatura ao governo. Mas, ao julgar pelas suas manifestações mais recentes, Malta está cada vez mais se distanciando do Espírito Santo. Registro Como habitualmente os escorregos de PH passam incólume pela imprensa local, vale comentar nota recente em A Gazeta, que fala da mudança dele de um escritório na Avenida Nossa Senhora da Penha, em Vitória, para outro em Vila Velha, unicamente para livrá-lo da ponte. Registro II PH não está fazendo outra coisa que não seja saltar fora do escritório que dividia com o seu secretário da Fazenda, José Teófilo, numa empresa chamada Éconos, toda enrolada na corrupção de Presidente Kennedy. Está largando as broncas para Teófilo. Afinal, alguém precisa sempre pagar o pato em seu lugar. PENSAMENTO: “Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados”. Millor Fernandes
Lapidários das letras
Parei para pensar no revisor. Esses mesmos, de livros, revistas, jornais. Acho que os revisores, na sua maioria, sejam homens ou mulheres, devem ser bons escritores. Muitos devem ter escritos alguns livros. Eles ficam caçando erros, às vezes erros bobos, como uma simples crase, mas que dá diferença na interpretação da frase ou do trecho do texto. Mas será que eles absorvem o conteúdo da história? E quando acham um erro crasso, devem ficar sem jeito de “acertar” sem falar com o autor. Uns tem autorização, acredito. Para ser revisor é primordial que tenha gosto pela leitura. Há revisores de livros que já devem ter trabalhado em pelo menos uma centena de obras. Então o revisor é um intelectual que encara um trabalho qualquer, desses sem emoção? Eu tenho um colega que é um exímio revisor. É também um escritor. Gosto de conversar com ele. Tem assunto sempre. É ele que, quando dá, revisa meus textos para uma revista que escrevo. Dou o maior valor, pois sem o revisor, muitas vezes encontro palavras truncadas, falta de esses, palavras pela metade nos textos que escrevo. Não chegam a comprometer a ideia, mas são perceptíveis, e isso é chato. O bom revisor é aquele que revisa o texto, segundo eles podem passar erros na revisão, e ainda conseguem analisar o que foi escrito, elogiando quando o artigo ou a história merece. PARABÓLICAS Geruza Marin, Juarez Marquette e Mauro Nelson são nomes de valor da Cidade FM de Cachoeiro. Álvaro Moura foi destaque nas comemorações dos 85 anos de A Gazeta, por conta dos cadernos especiais do evento Os estúdios da Cultura FM de Castelo são revestidos de mármore, bem a cara do produto local. Café Lindemberg também começou pelas rádios do grupo quando iniciou sua carreira na Gazeta. Hoje é o diretor-geral do grupo. MENSAGEM FINAL (PARA OS MINISTROS DO MENSALÃO) O juiz é condenado quando o criminoso é absolvido. Publilius Syrus
Dança das cadeiras
Chegando à reta final para as trocas de partido visando à eleição do próximo ano, o aval do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a criação do Solidariedade e do Pros (Partido Republicano da Ordem Social) é uma luz no fim do túnel para as lideranças que buscam uma melhor acomodação para a disputa proporcional do próximo ano. O peso das chapas compostas por partidos tradicionais e redução das vagas vai tornar a eleição ainda mais acirrada. Basta ver a instabilidade no PMDB sobre o assunto, o partido vem tentando costurar uma candidatura própria ao governo sem considerar a bancada de sete deputados na Assembleia Legislativa. Dependendo da composição que for fechada o desempenho dos deputados peemedebistas que buscam a reeleição pode ficar bastante prejudicado. O PT também tem uma chapa complicada. Tem cinco deputados precisa de uma composição leve para manter seu tamanho na Casa. Nesse ponto o governador Renato Casagrande sai na frente, já que o PSB tem dois deputados apenas e se torna atrativo para as outras siglas. No mercado político, PMDB e PT são as moças feias do baile. Ninguém quer chamá-las para dançar. O bloco formado por cinco partidos – PSL, PTdoB, PRB, PTC e PHS – parece ter percebido primeiro a fórmula para escapar das coligações pesadas. Uniu partidos estrelas de primeira grandeza para formar uma coligação de peso médio, boa votação, que pode abocanhar algumas cadeiras na Assembleia. Talvez não quatro, como projetam, mas algumas. Com o Solidariedade e o Pros abre-se uma brecha para que as lideranças busquem uma acomodação melhor para a disputa. O problema é saber como se posicionarão as demais peças do tabuleiro. Estar em um partido novo pode ser um risco, como mostrou o PSD em 2012, mas pode ser uma saída para escapar das chapas pesadas, mas é preciso saber também como irão se comportar esses novos partidos na hora das composições. Fragmentos: 1 – O PSDB parece ter mudado de estratégia para o próximo ano. Em vez de colocar quatro lideranças para disputa de federal, vai investir em conseguir duas cadeiras qualificadas na Assembleia Legislativa. 2 – No caso de Max Filho disputar a eleição de deputado estadual é uma medida mais do que acertada. Mas Luiz Paulo Vellozo Lucas não disputar a vaga de deputado federal, não sei não. 3 – O deputado federal Cesar Colnago, que contou com a candidatura de Max Filho em 2010 para conseguir a cadeira, vai disputar sozinho para a reeleição à Câmara?
MPE pede desativação de antenas de telefonia próximas de áreas críticas
O Ministério Público Estadual (MPE) expediu, nessa quarta-feira (24), duas notas recomendatórias com o objetivo de pedir a desativação das antenas de telefonia celular instaladas próximas de áreas consideradas críticas em Vitória. Na correspondência enviada às quatro principais operadoras de telefonia, os representantes do órgão ministerial pedem a desativação e a retirada das antenas localizadas em um raio de 50 metros de hospitais, clínicas, escolas, creches e asilos no prazo de 180 dias. Segundo informações da assessoria de comunicação do MPE, a medida visa ao cumprimento do inciso I do artigo 3º da Lei Federal nº 11.934/09, que diz que os locais são considerados áreas críticas, de possíveis danos futuros a saúde humana, devido à exposição a campos eletromagnéticos. No texto da recomendação, os promotores destacam que a Constituição Federal garante ao cidadão o “direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado”. Além das operadoras de telefonia, o Ministério Público também notificou a Prefeitura de Vitória para que adote as providências necessárias à criação de instrumentos legais para aprovar, licenciar e/ou fiscalizar a instalação de estações de rádio base e estruturas similares. A notificação determina ainda a desativação e retirada, em todo o território do município, de antenas e estações de rádio base (ERB) localizadas em áreas consideradas críticas. Na mesma terça-feira, os promotores do Centro de Apoio de Defesa do Meio Ambiente (Caoa) e do Centro de Apoio de Defesa Consumidor (CADC), que atuam nesta área, se reuniram com representantes do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) e das operadoras de telefonia Oi, Tim, Vivo e Claro para discutir o cumprimento das recomendações. Tanto a prefeitura, quanto as empresas de telefonia têm prazo de 15 dias úteis para informar ao órgão ministerial as providências adotadas.
TJES nega pedido de trancamento de ação penal do Caso Lineart
A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) negou, nessa quarta-feira (25), o pedido de trancamento da ação penal movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra o ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Carlos Gratz, e mais cinco pessoas por desvio de verbas públicas no Caso Lineart. No habeas corpus (0013741-60.2013.8.08.0000), o ex-assessor parlamentar Célio Pereira da Cunha, um dos denunciados, alegava ter havido quebra ilegal do sigilo bancário dos envolvidos, porém, os desembargadores entenderam que a prova utilizada era lícita. De acordo com informações do TJES, o relator do processo, desembargador substituto Getúlio Marcos Pereira Neves, considerou que não houve sequer a quebra de sigilo, uma vez que as informações trazidas no processo foram encaminhadas pela Receita Federal. O voto do relator foi seguido à unanimidade pelo colegiado. Desta forma, a ação penal (0035441-25.2010.8.08.0024) vai continuar tramitando na 8ª Vara Criminal da Capital. “Pela leitura dos fundamentos utilizados, é possível perceber que na Ação Penal movida em face do paciente não houve de fato procedimento de quebra de sigilo bancário, mas, tão somente, o colhimento das informações relativas à empresa onde o mesmo compunha o quadro societário e que por sua vez estaria relacionada com desvios de verbas de Assembleia Legislativa pelo órgão administrativo fiscalizador, a saber, a Receita Federal, o que afasta a alegação de utilização de provas ilícitas ventiladas na inicial”, avaliou o magistrado. Nos autos do processo ainda constam que os dados foram fornecidos pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales). “Esta apuração constituiu, simplesmente, em ver quais cheques e de quais valores foram emitidos pela Assembleia Legislativa e em favor de quem. E lembre-se: as contas da ALES são públicas”, registrou o desembargador substituto Getúlio Marcos Pereira Neves. De acordo com a denúncia, o ex-presidente da Assembleia teria comandado um esquema de desvio de verbas públicas durante sua gestão. A ação penal faz parte um conjunto de 58 processos criminais, de acordo com os dados do TJES, que versam sobre denúncias de fraudes na chamada Era Gratz. Além do ex-parlamentar e do ex-diretor-geral do órgão, André Nogueira, foram denunciados neste caso os ex-deputados Juca Alves, Nasser Youssef e Juca Gama (que extinta a punibilidade após sua morte), além do ex-assessor Célio da Cunha (que trabalhava no gabinete de Juca Alves) e um dos sócios da Lineart, César Augusto Cruz Nogueira – irmão de André. Em julho de 2011, a juíza da 8ª Vara Criminal de Vitória, Cláudia Vieira de Oliveira Araújo, condenou o ex-deputado José Carlos Gratz e o ex-diretor André Nogueira a 25 anos de prisão por fraudes em repasses para a editora. Na sentença ainda em fase de recurso, a magistrada avaliou que o desvio de dinheiro público foi efetivado pela “simulação de pagamentos” a entidades e associações. Segundo as investigações, a Lineart recebeu cerca de R$ 4,1 milhões da Assembleia entre os anos de 1999 e 2002. Foi revelado durante a apuração que a maior parte desse dinheiro entrou na conta de familiares de Nogueira e foram utilizados para a compra de imóveis, automóveis e embarcações, que deveriam ser confiscados após a decisão.
Vereadores da Serra derrubam projeto que propunha a identificação de veículos oficiais
Os vereadores da Câmara Municipal de Serra rejeitaram, na sessão desta quarta (25), o Projeto de Resolução 18/2013, que trata da regulamentação do uso do veículo oficial da Câmara Municipal da Serra. A medida estabeleceria que carro usado pelos vereadores fosse adesivado com o brasão da Câmara e número do gabinete do qual está vinculado o parlamentar, mas foi rejeitado por 16 votos a cinco. Segundo o autor do PL, o vereador Gideão Svensson (PR), a proposta tinha por objetivo evitar o uso irregular do veículo por servidores fora do expediente de serviço, já que a identificação dos carros facilitaria o reconhecimento dos automóveis pela população que poderia, assim, ajudar o poder público no processo de fiscalização. “A identificação dos carros oficiais contribui com a transparência e aperfeiçoa as regras que disciplinam o uso do patrimônio público, o que por sua vez inibe a utilização indevida dos veículos. Eu esperava que a proposta fosse aprovada, mas como não foi, vou adesivar meu carro”, afirmou o parlamentar. Contra a votação votaram os vereadores Neidia Maura (PR), Raul Cezar Nunes (PDT), David Duarte (PDT), Aécio Leite (PT), Rodrigo Caldeira (PDT), Marcos Tongo (PTdoB), Alexandre Xambinho (PTdoB), Luiz Carlos Moreira (PMDB), Auredir Pimentel (PDT), Jorjão (DEM), Aldair Xavier (PTB), Zé Raimundo (PSL), Antonio Boy (PSB), Tio Paulinho (PV), Basílio da Saúde (PP), Miguel da Policlínica (PTC). Votaram a favor da identificação dos veículos o autor do PL e os vereadores Bruno Lamas (PSB), Nacib Haddad (PDT), Gilmar (PT) e Pastor Ricardo (PRB). O vereador Toninho Silva (DEM) estava ausente na sessão. Apesar da derrubada do projeto, Gideão se manteve na defesa de seu projeto. Segundo ele, todos os vereadores deveriam divulgar em qual veículo circulam, assim como a quilometragem rodada pelos veículos. Em seu site, ele afirmou que irá continuar divulgando estes dados na tentativa de dar transparência ao uso do veículo e de fomentar essa cobrança entre a população. “O nosso site é um Portal Transparência, onde cada cidadão poderá ver o percurso feito pelo nosso veículo. A identificação visual dos veículos pretendia assegurar maior controle social e dar transparência às ações da Câmara Municipal”, afirmou o autor da proposta. Segundo ele, a identificação é necessária para evitar uso indevido, principalmente nos finais de semana, quando alguns carros oficiais não permanecem na garagem da Câmara. Se o PL fosse aprovado, a identificação se tornaria obrigatória, por meio de adesivo nas portas dianteiras e na parte traseira do veículo com número do gabinete do vereador responsável pelo carro. Pela proposta, a Casa deverá disponibilizar em seu portal o telefone da Ouvidoria e um link para que a população possa efetuar as denúncias através da internet, inclusive com disponibilidade de anexar provas como fotos e filmagens.
Paulo Renato Fonseca Júnior deixa Secretaria de Turismo de Vitória
Paulo Renato Fonseca Júnior não é mais o secretário de Turismo de Vitória. Ele se afastou do cargo na noite dessa quarta-feira (25). Fonseca Júnior alegou que seu afastamento servirá para não atrapalhar o trabalho da Procuradoria do município, que analisa um processo contra o ex-secretário. A acusação é de que Fonseca Júnior seria proprietário de uma empresa que fornecia passagens aéreas para a prefeitura sem licitação. A denúncia publicada no jornal A Gazeta desta quinta-feira (26) afirma que a empresa Etérea Viagens e Turismo fornece passagens aéreas e outros serviços à Prefeitura de Vitória desde 2010, quando se chamava Casanova Turismo. A empresa teria como um dos sócios o então secretário. Fonseca Júnior teria alterado o contrato social da empresa na Junta Comercial e na Receita Federal e não responderia mais pela empresa. Ainda segundo a reportagem, o estatuto dos servidores do município, veda os servidores de participarem como gerente de empresa prestadora de serviço à prefeitura, mas não impede participação como acionista.
Greve dos Bancários completa uma semana com 250 agências fechadas no Estado
A greve dos bancários no Estado completou uma semana nesta quinta-feira (26) com 250 agências fechadas, sendo 95 no interior e 155 na Grande Vitória. Além disso, também estão fechados sete departamentos da Caixa Econômica Federal, banco que, na região metropolitana, teve 34 agências fechadas, o que corresponde a 97,14% das unidades da região. O Sindicato dos Bancários do Estado considera que a adesão em massa dos trabalhadores da Caixa mostra o nível de insatisfação com as condições de trabalho, imposição de metas sobrecarga de trabalho e sistema operacional lento. Ainda na Grande Vitória estão fechadas 47 agências do Banestes, 37 do Banco do Brasil, o prédio do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), do Centro de Processamento de Dados do Banestes, além do Pio XII, do Banco do Brasil. No interior, estão sem funcionar 31 agências da Caixa Econômica, sete do Banestes, 40 do Banco do Brasil e quatro do Banco do Nordeste. Entre os bancos privados, 50 agências estão fechadas em todo o Estado, sendo 11 do Santander, 16 do Bradesco, 15 do Itaú, seis do HSBC, uma do Banco Mercantil do Brasil e uma do Safra. Ainda nesta quinta-feira o Comando Nacional dos Bancários vai realizar um balanço da primeira semana do movimento em reunião em São Paulo. Os bancários reivindicam reajuste de 11,93%, que corresponde a 5% de aumento geral mais inflação projetada de 6,6%; Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mais R$ 5.553,15; piso salarial de R$ 2.860,21, que é o piso do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese); auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche ou babá no valor de R$ 678 ao mês para cada, equivalente ao salário mínimo. Além disso, pleiteiam o fim das metas abusivas, do assédio moral que adoece os bancários e das demissões, além de mais contratações; aumento da inclusão bancária; combate às terceirizações, especialmente ao Projeto de Lei (PL) 4330/04 que precariza as condições de trabalho, e aplicação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que proíbe as dispensas imotivadas.