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Século Diário

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Juiz mantém bloqueio de bens de acusados em escândalo das quentinhas na Sejus

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O juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Gustavo Marçal da Silva e Silva, manteve, nessa sexta-feira (20), a indisponibilidade dos bens do ex-secretário de Estado de Justiça Ângelo Roncalli e das sócias da MS Quintino, denunciados por fraudes na compra de marmitas para o sistema prisional. Na decisão, o magistrado negou o recurso apresentado pela defesa das empresárias para reverter o bloqueio. Pedido semelhante já havia sido negado pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJES). No texto, o juiz manteve o entendimento do titular da Vara, Jorge Henrique Valle dos Santos, que acolheu no final do ano passado o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para determinar a indisponibilidade de bens de todos os denunciados até o limite de R$ 10,34 milhões, valor dado à causa. A decisão acontece pouco menos de uma semana após o recebimento da denúncia pelo mesmo juiz. Um outro recurso, movido pela defesa do ex-secretário Ângelo Roncalli, segue em análise pelo desembargador Álvaro Bourguignon, da 2ª Câmara Cível do tribunal. No último dia 11, o magistrado negou o pedido de efeito suspensivo contra a decisão de 1º grau, porém, o mérito do recurso deve ser apreciado pelo restante do colegiado. A denúncia foi ajuizada pelo promotor de Justiça, Dilton Depes Tallon Neto, no final de novembro último. O representante do MPES narra supostas irregularidades na contratação emergencial da MS Quintino para o fornecimento de alimentação para o Centro de Detenção Provisória Feminino de Vila Velha, ao custo de R$ 1,14 milhão pelo prazo de seis meses, em novembro de 2011. Além do ex-secretário, figuram no processo as empresárias Marli e Mariza dos Santos Quintino, além da pessoa jurídica da empresa. O promotor sustenta que a alegação de urgência na contratação teria ocorrido após as internas teriam consumido “marmitex estragados”, porém, o acordo com a MS Quintino só foi formalizado cinco meses depois, na véspera do encerramento do vínculo com a antiga detentora do contrato, de acordo com o promotor. Ele cita que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) constatou irregularidades na contratação, mas as determinações não foram atendidas pelo então secretário de Justiça.

21/09/2013 / 0 Comments
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Fora do palanque governista, Paulo Hartung articula novo grupo político

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Até abril de 2010, a classe política tinha como material de trabalho uma lista de lideranças que estariam na “fila” para a disputa ao Palácio Anchieta. Naquele momento, se comentava que Ricardo Ferraço (PMDB) seria o sucessor do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) por quatro anos, quando deixaria o governo para disputar o Senado, dando a vez ao ex-prefeito de Vitória João Coser (PT).    Mas a composição fechada na disputa presidencial entre PT, PMDB e PSB mudou o cabeça de chapa ao governo do Estado naquele ano, interrompendo a fila sucessória. Ricardo teve de disputar o Senado e Coser perdeu a chance de ser o cabeça de chapa em 2014. Mas os movimentos do ex-governador parecem reunir os aliados para a formação de um novo grupo, desta vez longe do palanque de Renato Casagrande.   O posicionamento das peças nesse tabuleiro são ainda indefinidas, mas o que é apresentado ao mercado político é uma chapa alternativa ao governo do Estado, com PMDB e PT. Ricardo Ferraço vem se movimentando no sentido de ser o candidato do grupo ao governo o Estado, com Hartung no Senado, e Coser na vice.   Falta resolver a questão da aliança com o PT devido às insatisfações da Nacional com Hartung, por conta da falta de compromisso com o partido em eleições passadas. Já o grupo de Hartung vem investindo em lustrar a imagem, passando uma ideia de excelência em gestão, o discurso que o grupo deve usar na disputa do próximo ano e que fica explícito nas palestras e artigos do ex-governador que vêm sendo publicados no Estado.   Nesta movimentação não haveria lugar para o governador Renato Casagrande, apesar de todas as concessões feitas ao grupo pelo governo atual. Mesmo blindado e sem ser responsabilizado pelos gargalos encontrados, além ocupar vários espaços do governo com aliados, o ex-governador não parece nada disposto a caminhar com Casagrande em 2014.    A possível candidatura a presidente do governador de Pernambuco Eduardo Campos, presidente nacional do PSB de Casagrande, serviu de subterfúgio para que Hartung se afastasse do grupo do governador e deixasse dividida a classe política. 

21/09/2013 / 0 Comments
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Fíbria não comparece a audiência pública sobre o eucalipto

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A Fíbria (Aracruz Celulose) não compareceu à audiência pública convocada pela Câmara Municipal de Ecoporanga para a manhã dessa sexta-feira (20) sobre o plantio do eucalipto no município. A impressão que alguns dos presentes tiveram foi de que a empresa, que já tem pontos negativos, não quis se expor à correta argumentação dos que se sentem prejudicados pelo eucalipto.   Autarquias públicas como o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) foram representadas na reunião que contou com a participação, também, dos movimentos sociais do campo, em especial a Via Campesina.   A região do extremo norte capixaba tem problemas permanentes com a monocultura do eucalipto, que provoca o fenômeno chamado “deserto verde”. A Aracruz Celulose e a Suzano Papel e Celulose arrendaram, juntas, mais de 23 mil hectares nos municípios de Montanha, Pinheiros, Ponto Belo e Mucurici.   Desde o começo dessa semana, Ecoporanga tem uma uma lei que regulamenta o plantio do eucalipto, determinando que somente áreas degradadas poderão receber a monocultura e definindo padrões de percentagem para as áreas de plantio.   Assim, propriedades com maior extensão terão uma porcentagem cada vez menor disponibilizada ao eucalipto: propriedades de até 300 hectares poderão ter 50% de sua área ocupada; de 300 a 500 hectares poderão ter até 30%; de 500 a 1000 hectares, 15%, e assim regressivamente.   Caso de mesma ordem aconteceu, também, em Montanha, onde a votação de um projeto de lei que aumentava a área do plantio de eucalipto de 15 para 25% terminou com vitória para os mais de 500 militantes da Via Campesina, contrários ao PL, que conseguiram suspender a sessão. Posteriormente, o projeto foi retirado da pauta da Câmara de Vereadores. 

21/09/2013 / 0 Comments
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Associações de pesca serão coautoras em ação contra Transpetro

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Pescadores reunidos em associações de São Mateus, no norte do Estado, irão se juntar ao Ministério Público Federal (MPF) como coautores nas ações contra a Transpetro, subsidiária da Petrobras. Decisão foi tomada em reunião realizada nessa sexta-feira (20).   A Procuradoria quer que a Transpetro seja condenada a compensar, no valor de R$ 50 milhões, os danos ambientais e sociais causados pelos sucessivos vazamentos de petróleo na região do Terminal Norte Capixaba (TNC), situado no distrito de Barra Nova.   Segundo o procurador da República Leandro Mitidieri, os pescadores pedirão a suspensão de suas ações na Justiça Estadual para aderir às ações federais, o que devolverá a eles esperança de os pedidos de reparação surtirem efeito. Mitidier lembra que os pescadores estão decepcionados com os empreendimentos que envolvem muito dinheiro, mas não dão retorno à população local e ainda prejudicam a pesca, causam danos materiais, poluem o meio ambiente e contaminam pessoas e animais.   A coautoria integrará a Associação de Pescadores Artesanais e Assemelhados de Campo Grande de Barra Nova (Apesca); Associação de Catadores de Caranguejo do Nativo, Gameleira e Ponta (ACCANGAP); Associação dos Pescadores, Moradores e Marisqueiros do Distrito de Barra Nova Sul (APMMDBNS), e das Colônias de Pescadores Z-13 e Z-6 “Caboclo Bernardo”.   A partir da decisão, o pedido de liminar do MPF para que a Transpetro atualize e adéque seu Plano de Emergência Individual poderá ser julgado, segundo decisão da juíza federal Marianna Carvalho Bellotti, do último dia 12. A juíza também determinou que o Instituto Estadual e Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) preste informações sobre o andamento do Plano. A Transpetro demonstrou não ter não tem um plano de contenção eficaz em caso de vazamento nos dutos que encaminham o petróleo extraído em terra até o TNC para abastecimento de navios. O MPF/ES pediu, em caráter liminar, na ação civil pública de número 0000320-64.2012.4.02.5003, ajuizada em 10 de maio de 2012, que a Transpetro atualize e adéque, obrigatoriamente, seu Plano de Emergência Individual.   O MP também  requereu que a empresa seja multada em R$ 5 milhões e tenha sua Licença de Operação (LO) suspensa – o que teria como consequência a paralisação dos trabalhos do TNC –, caso o novo plano não seja apresentado em tempo hábil. E ainda que a empresa indenize os moradores das comunidades locais afetadas pelos vazamentos.   A Transpetro foi responsável por quatro vazamentos na região do Terminal Norte Capixaba, que resultaram na contaminação do mar e comprometeram ambientes especialmente protegidos e o equilíbrio ambiental da região, além de colocar em risco espécies ameaçadas de extinção.   No último mês de agosto, o MPF proibiu que o Iema renovasse a Licença de Operação (LO) do TNC. O Iema havia emitido uma LO em 2005, com validade até 2014, sem o cumprimento da condicionante da criação da Unidade de Conservação (UC) Ambiental no distrito de Barra Nova, em substituição à UC que foi suprimida para a construção do terminal. O MPF interpretou que a única e exclusiva intenção da supressão da UC foi favorecer a Petrobras.   Além desses casos, são comuns os relatos de desalojamento de comunidades camponesas, assédio moral para a construção de empreendimentos relacionados ao setor do petróleo e gás, além da poluição de recursos hídricos e do solo.   Incidentes   O primeiro da série de quatro vazamentos ocorreu em abril de 2009, no momento do abastecimento do navio Blu Star, com vazamento de petróleo bruto que contaminou a água e a areia da Praia de Barra Nova, localizada em frente ao TNC. Não foi possível precisar a quantidade de petróleo derramada no mar, mas um relatório do Iema comprovou a contaminação da água e do solo. Na ocasião, a Transpetro foi multada em R$ 200 mil pelo instituto.   Sete meses depois, em novembro de 2009, um novo acidente, de grandes proporções, resultou num vazamento de aproximadamente dois mil litros de petróleo. O acidente, a quatro quilômetros da costa, envolveu o navio-tanque Pirajuí. Durante sobrevoo de helicóptero pela área do acidente, não se verificou a existência de embarcações para cercar a mancha e recolher o petróleo. A praia atingida, em Linhares, é considerada de preservação permanente, já que é local de reprodução de tartarugas ameaçadas de extinção. Os técnicos do Iema classificaram como grande o impacto causado ao meio ambiente e destacaram que a empresa nem sequer tinha licença para a operação de descarregamento de petróleo. A Transpetro foi multada em R$ 6,2 milhões.   Recentemente, em junho de 2011, novo vazamento: de acordo com a empresa, foram despejados no mar entre 500 e mil litros de petróleo. Novamente a Transpetro não atuou de forma satisfatória em relação à instalação de barreiras de contenção. O Iema, então, ressaltando que era a terceira vez em três anos que a Transpetro cometia o mesmo tipo de infração, multou a empresa em R$ 750 mil. Mas seis meses depois, em dezembro de 2011, houve novo vazamento, embora em menores proporções e desta vez de água oleosa. Novamente, a contenção não foi feita de modo satisfatório.

21/09/2013 / 0 Comments
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Estado vai construir 18 novos Centros de Referência da Assistência Social

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O Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS/ES) publicou resolução no Diário Oficial dessa sexta-feira (20) que aprova a construção de 18 Centros de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) em todo o Estado.    A construção das unidades vai ser feita com base na demanda apresentada pela realidade dos serviços de proteção social especial de média complexidade existente no Estado.    Todas as regiões do Estado vão ser contempladas com um Creas. Na Grande Vitória, Cariacica e Serra devem receber uma unidade; no norte, Aracruz, São Mateus, Mucurici, Pedro Canário e Ponto Belo; no noroeste, Nova Venécia, Barra de São Francisco; na serrana, Afonso Cláudio, Santa Maria de Jetibá, Brejetuba e Santa Teresa; no Caparaó, Guaçuí; e na região sul, Anchieta, Castelo, Mimoso do Sul e Muqui.    O Creas é uma unidade pública que oferta serviços especializados e continuados a famílias e indivíduos em situação de ameaça ou violação de direitos, como violência física, psicológica, sexual, tráfico de pessoas ou cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto.    A oferta de atenção especializada e continuada deve ter como foco a família e a situação vivenciada. Essa atenção especializada tem como foco o acesso da família a direitos socioassistenciais, por meio da potencialização de recursos e capacidade de proteção.   O Creas deve, ainda, buscar a construção de um espaço de acolhida e escuta qualificada, fortalecendo vínculos familiares e comunitários, priorizando a reconstrução de suas relações familiares. Dentro de seu contexto social, deve focar no fortalecimento dos recursos para a superação da situação apresentada.       

21/09/2013 / 0 Comments
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Gestão compartilhada

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Nesta sexta-feira (20), o prefeito Luciano Rezende (PPS) pôs em prática a segunda edição do Gabinete Online. A iniciativa de usar as redes sociais para envolver a população nos problemas da cidade é bem-vinda.    Na correria do dia a dia, muitas vezes, os compromissos profissionais e a própria dificuldade de locomoção (olha a mobilidade aí) impedem que o cidadão tenha uma participação mais efetivas nos fóruns presenciais.   Promover essa discussão virtualmente é uma alternativa moderna, funcional e eficiente para fortalecer este canal democrático de interlocução entre poder público e população.    Mobilidade urbana, problema que afeta diretamente todos moradores da cidade, é o tema que dá sequencia ao Gabinete Online realizado no final de agosto. No debate de estreia da ferramenta (HangOut, do Google), Luciano abordou junto com outros especialistas o tema “Governança democrática”.    A iniciativa, devido à sua incipiência, ainda “não pegou”. Não deu tempo. Mas, aos poucos, a população deve se apropriar com mais propriedade dessa nova ferramenta para dar seus “palpites” na administração.    A experiência desta sexta, que abordou um tema muito presente no dia a dia da população, confirmou que a ideia é positiva. As primeiras participações postadas na página do Gabinete Online mostram que a população tem muito a contribuir.   Os internautas fazem queixas, apontam problemas, mas também apresentam soluções. Um dos cidadãos pede mais ciclovias e ciclofaixas; outro reclama da qualidade do transporte público e cobra melhorias; áreas exclusivas de embarque e desembarque em locais de grande movimentação é a sugestão de outro internauta. E por aí vai…   É claro que a responsabilidade do prefeito aumenta quando ele decide abrir a gestão. A partir do momento em que ele provoca a discussão, a demanda ganha forma e força, e automaticamente se cria uma expectativa nos “novos cogestores” da cidade, que vão passar a cobrar mais efetivamente do prefeito.   Luciano, que antes mesmo de assumir a prefeitura já havia acertado com os Gabinetes Itinerantes (que serão mantidos), inaugura um novo canal de interlocução com os moradores de Vitória.    Se essa era a proposta, o convite está lançado. As portas do gabinete da prefeitura foram abertas para a população. Nada mais justo. Afinal, a maior interessada em construir uma cidade melhor para se viver não poderia ficar de fora do governo.

20/09/2013 / 0 Comments
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Reforço

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Com a liberação do deputado estadual Sandro Locutor para deixar o PV e migrar para o PPS do prefeito de Vitória Luciano Rezende, a temporada de especulações para a disputa proporcional do próximo ano ganha fôlego. Um dos poucos deputados que o mercado político considera hoje com chances reais de reeleição, Locutor não só aumentará seus espaços políticos e garantias na disputa, como “puxará” os demais candidatos da chapa, principalmente o vice-prefeito Waguinho Ito, aposta do partido na eleição à Assembleia Legislativa, mas que foi eleito a reboque do prefeito, não tem bagagem própria. Na mesma carona vai o ex-vice-prefeito de Vila Velha no segundo mandato de Max Filho (PSDB), Marco Antônio Paladini. Já Carlos Von, uma das lideranças novas mais cobiçadas do momento por seu desempenho na eleição extemporânea de Guarapari, continua sendo o sonho de consumo o PPS, mas ainda não bateu o martelo. O motivo é simples: dependendo da coligação, o partido só deverá fazer duas cadeiras na Casa. No mata-mata e com o gás que Luciano já coloca em Waguinho, quem vier atrás sobra.    Rota de colisão O ex-governador Paulo Hartung (PMDB), que roda pelo Estado fazendo palestras para provar que é um gestor “invejável”, esta semana resolveu “bicar” em Santa Maria de Jetibá, município que é base eleitoral da deputada federal Rose de Freitas (PMDB). Hartung aparece com pinta de candidato já tem tempo, numa composição ao Senado. Rose quer a mesma cadeira. Se juntar os dois, é capaz de dar choque.    Respingo Armando Fontoura, presidente estadual da Juventude do PSDB, participa em Brasília, nesta sábado (21), da eleição da Executiva Nacional, que tem ao todo 11 candidatos. Na “ala jovem”, também prevalece a disputa interna José Serra X Aécio Neves.   Não representam Por falar nisso, a Diretoria Executiva da Juventude do PSDB em Vila Velha informa que Vitor Otoni e Windson Miranda, que teriam sido os responsáveis por conduzir a reunião partidária realizada na primeira etapa do condomínio Atlântico Sul, em Coqueiral de Itaparica, não estão autorizados a falar em nome do diretório. Será aberto procedimento interno para apurar o ocorrido, garante o presidente da JPSDB, Ricardo Aguilar.   Não representam II Assim como os insatisfeitos, a Diretoria concorda que se trata de um movimento irregular de pré-campanha, mas afirma não ser conivente. Realizar este tipo de encontro contraria ainda o regimento interno do condomínio. Os moradores elaboram um abaixo-assinado e ameaçam recorrer ao MPES. Já sobre a presença do filho do deputado federal César Colnago, presidente regional da sigla…nada!   ‘Preção’ Dois atos no Diário Oficial do Estado merecem atenção. Um deles, publicado nessa quinta-feira (19), anuncia contratação da empresa Rio Negro & Solimões para show da dupla durante a festa de 123 anos de emancipação política de Guarapari. Valor: R$ 130 mil. Já nesta sexta-feira (20)…   ‘Precinho’ Outro ato idêntico, porém para a festa de Irupi, informa a mesma contratação por R$ 98 mil. No primeiro caso, é a prefeitura que paga; no segundo a Secretaria de Estado de Cultura (Secult). Por que é muito mais caro tocar em Guarapari mesmo?   Exterior O prefeito de Vitória, Luciano Rezende (PPS) participará do IV Congresso Mundial de Líderes Locais e Regionais, entre os dias 1º e 4 de outubro, na cidade de Rabat, em Marrocos. Ele foi designado pelo presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), José Fortunati, e irá compor mesa sobre as cidades médias.    Nas redes A divulgação com exclusividade por Século Diário da correição instalada na 1ª Vara da Infância e da Juventude da Serra teve ampla repercussão nas redes sociais. A matéria foi reproduzida no Facebook e Twitter, com diversas mensagens de indignação dos internautas.     140 toques “Só no ES para escola ser demolida e ter parte de sua área cedida para passar uma rua. Slogan de governo: menos escolas, mais automóveis”. (Roberto Beling – articulador da Rede Sustentabilidade – no Twitter).   PENSAMENTO: “A sorte favorece os bravos”. Terêncio

20/09/2013 / 0 Comments
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Que vergonha!

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Esta semana assistiu a um verdadeiro show de covardia do prefeito “Juninho” – Será que foi por atitudes como essas que ele ficou conhecido assim, no diminutivo? Juninho se mostrou pequeno e inferior frente seu eleitorado, quando voltou atrás na sua decisão, sucumbindo à chantagem política de uma minoria de vereadores fundamentalistas evangélicos de Cariacica.   São muitos os juninhos que estão por aí! Até bem intencionados, porém mal-assessorados, medrosos e incapazes. Sem a autoridade necessária para o cargo, fazem o papel ridículo ao parecerem avançados e modernos, como aconteceu com a proposta da criação do Conselho Municipal de Enfrentamento Discriminação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT e Promoção de Direitos, que foi aprovada por ampla maioria na câmara, chegou a ser sancionada, Juninho foi aplaudido por todas as entidades sérias e democráticas do Estado, para depois, com o rabo entre as pernas, voltar atrás. Que vergonha!   Mas se a eleição de Juninho foi um equivoco, estamos todos nós, os LGBTs principalmente, também desarticulados para esse confronto político. Nossos poucos candidatos precisam de mais apoio. Nossas causas estão carecendo de um envolvimento maior. Cada gay, lésbica, bissexual, transexual, travestis e mesmo simpatizante, precisa com urgência tomar a bandeira do arco- íris e partir para a luta, há várias frentes esperando por ações. Precisamos de mais militantes nas escolas, em casa, nas igrejas, no bairro, no clube, em fim, em todos os lugares.   Somos muitos e temos de aproveitar bem o nosso voto, para escolher e apoiar nossos candidatos, dando a eles a oportunidade de um mandato a nosso favor. A autenticidade de nosso movimento libertário está vinculada diretamente a nossa coragem. Chega de armários e chega de acomodações. Tem de ser olho por olho e dente por dente, no melhor estilo do bateu levou.   Preste bem atenção, você está sendo convocado a se posicionar no seu dia a dia, vá as ruas e se manifeste, diga sim a você mesmo, e diga não a covardia e a violência homofóbica.    Denuncie, o disk 100 está ai para isso, e na hora de votar, escolha candidatos envolvidos com a nossa causa. Temos direitos sim, mas eles só chegarão até nós se lutarmos por eles. Não tenha vergonha de ser quem é, os criminosos homofóbicos são eles, os doentes psicóticos são eles. Usufrua a sua cidadania, a sua liberdade de se expressar, e cuidado com seu voto. Não eleja mais os “juninhos”, pequenos e covardes da política.   Luiz Felipe Rocha da Palma (Phil Palma) é publicitário. Nas “horas vagas” (às quartas) comanda o programa “Praia do Phil” pela rádio Universitária FM, onde defende os LGBTs e denuncia a homofobia. Fale com o autor: philpublicitario@gmail.com

20/09/2013 / 0 Comments
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Medo do povo

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  O Espírito Santo é um estado peculiar mesmo quando o assunto é democracia. Aqui oposição é tratada como crime organizado, unanimidade é tratada como harmonia e crítica é coisa de quem torce para que a coisa dê errado. A classe política se sente acima do bem e do mal e não deve ser criticada.    Mas não é assim. Se os políticos de hoje se acham melhores do que os do passado, basta uma rápida olhada na lista de ações na Justiça, que boa parte responde. É verdade que quando o assunto é improbidade, a coluna sempre tem uma certa cautela, já que esse tipo de ação nem sempre acontece por má-fé do gestor.    Sem entrar no mérito das acusações da candidata a conselheira do Tribunal de Contas Marilene Ferreira na sabatina da última quarta-feira (18), que causou uma reação naquele momento e começa a ecoar em outras casas legislativas, o episódio serviu para mostrar qual o tratamento dado pelos legisladores diante do enfrentamento à críticas.    Tirando as acusações a dois deputados, o restante do discurso mostrou o grau de indignação da população com a falta de comprometimento da classe política. É claro, ela exagerou ao generalizar a coisa, mas o recado foi dado. E como reagiram os deputados? Mostraram destempero, mágoa com a situação. Mas se estão em um Parlamento, deveriam entender que o embate é válido.    A impressão que se tem é de que enquanto a indignação fica restrita às rodinhas de amigos em praças e ruas, fica tudo bem. Tudo se resolve pela obrigação do voto e as estratégias de campanha. O problema é que a crítica está se qualificando, buscando voz nas brechas conseguidas quase a fórceps e dentro do próprio ambiente de discussão da classe política. Dentro da casa do povo, nas audiências públicas e aí não dá para fazer de conta que não está ouvindo.   Na era da interatividade, não adianta mais achar que o discurso unilateral é suficiente para a manutenção do poder. Há uma cobrança mais incisiva e constante que mais cedo ou mais tarde vai se transformar em uma peneira na qual só ficarão aqueles que aprenderem que critica serve para reflexão. Deve ser ouvida e internalizada. Reprimir com a proibição da fala remete a um tempo nefasto que não cabe mais no estado democrático de direito.   Fragmentos:   1 – A impressão do mercado político é de que há uma investida na candidatura de João Coser a presidente do PT. Se ele é favorito para  quê tanto cuidado?   2 – Faltam 15 dias para o fim do prazo de filiações partidárias para aqueles que pretendem disputar as eleições do próximo ano. Sem a Rede a coisa vai ficar mais apertada.   3 – Quem quiser escapar da temida infidelidade partidária, o caminho é o Solidariedade, uma espécie de PDT II, que tem como estrela máxima o controverso Paulinho da Força. 

20/09/2013 / 0 Comments
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Audiência pública vai discutir instalação de tanques em Paul

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A instalação de tanques de estocagem de combustíveis e de soda cáustica na região da Grande Paul, impactando também os bairros de Argolas, Morro do Atalaia e comunidades vizinhas, será discutida em audiência pública no próximo dia 1 de outubro. Para subsidiar os trabalhos, representantes da Frente Parlamentar Ambientalista da Casa fizeram uma visita ao Morro Atalaia na última quinta-feira (19). Os deputados discutiram com os moradores o incômodo e os riscos do empreendimento.    Na região, conforme divulgado pela Assembleia Legislativa, os moradores ressaltam a falta de diálogo entre a sociedade e a empresa Liquiport, que já iniciou a instalação de novos tanques na região   “A empresa só veio no bairro por pressão que fizemos, mas ao chegar aqui, apresentou o projeto e não quis nem saber qual era a opinião da população”, contou Antônio Carlos Wanzer, 55 anos, que mora próximo aos tanques da Liquiport.    Wanzer também destacou que os tanques foram construídos muito próximos das residências e que a obra representa uma “bomba-relógio” sobre a cabeça dos moradores e que varias residências foram danificadas durante as execuções das obras.   Morador do bairro há 50 anos, o senhor José das Graças Silva espera que os tanques sejam retirados rapidamente. “Esta área era linda, cheia de vida, com uma vista maravilhosa. Perdemos tudo isso e não temos mais segurança e qualidade de vida”, enfatizou.   De acordo com o deputado Roberto Carlos (PT), que esteve no local, além da vista completamente perdida, o risco de incêndio apavora a comunidade que vive na região.    Ainda sim, a Liquiport possui licença para de instalação do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema). De acordo com os moradores, a empresa não realizou Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) exigidos pela legislação.

20/09/2013 / 0 Comments
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