Skip to content

Século Diário

Portal de Notícias

Mais Médicos: CRM-ES recusa a emissão de registro para médicos com diploma estrangeiro

Sem categoria

O Conselho Regional de Medicina do Estado (CRM-ES) negou registro de médicos com diploma estrangeiro que chegam ao Estado por meio do programa federal Mais Médicos. A negativa da emissão do documento deve perdurar até apreciação de Ação Civil Pública que a entidade moveu contra o governo federal, o que deve atrasar ainda mais o início dos trabalhos desses profissionais.   Os médicos com diploma estrangeiro foram recebidos pelo secretário de Estado de Saúde, Tadeu Marino, nesta segunda-feira (16) e conheceram as ações desenvolvidas pela rede estadual que fazem interface com os municípios, onde eles trabalharão realizando atendimentos básicos.    Na primeira fase do programa Mais Médicos três profissionais com diploma estrangeiro foram destacados para o Estado: o capixaba formado na Bolívia, Sandro Alberto da Cunha; e os espanhóis Juan Rubio e Javier Oliva. Juan foi designado para atuar em Vitória e Javier em Viana. O capixaba Sandro, especializado em Saúde da Família na Espanha, vai atuar na Serra.     O jornal O Globo deste domingo (15) deu destaque à negativa de emissão de registros de médicos com diploma estrangeiro que vão atuar no programa federal. O Espírito Santo e o Amazonas se recusam a fornecer o registro provisório enquanto não houver decisão judicial.    O presidente do CRM-ES, Aluízio Faria de Souza, em entrevista ao Globo questionou a constitucionalidade da Medida Provisória 621, que criou o programa federal, classificando-a como demagógica e eleitoreira. O conselho negou emissão de registro aos dois profissionais    A Advocacia Geral da União, em contrapartida, defende a procedência do programa, afastando a legitimidade do Conselho Federal de Medicina (CFM) para questionar judicialmente o Mais Médicos. Já foram ajuizadas 66 ações questionando o Mais Médicos, sendo que 28 tratam de concessão do registro provisório, interpostas por CRMs de 24 estados.    A AGU já obteve vitória em 14 estados, restando a apreciação em outros dez, incluindo o Espírito Santo. Apesar de as ações serem ajuizadas na Justiça Federal nos estados, o entendimento geral tem sido contra o pleito dos conselhos, o que pode acontecer também no Estado.                

16/09/2013 / 0 Comments
read more

Nacional deve apurar denúncia de quitação de mensalidades do PT capixaba

Sem categoria

A denúncia de que um grupo do PT capixaba teria financiado a quitação com o comitê financeiro do partido para que filiados fiquem aptos a votar no Processo de Eleição Direta (PED), que acontecerá no próximo 10 de novembro, está repercutindo fortemente dentro do partido e coloca o Espírito Santo no centro da discussão.    O número de novos filiados ao partido já vinha causando discussão desde o ano passado, quando houve esforço de lideranças do PT para aumentar suas bases, visando a eleição interna deste ano. No último dia 30 de agosto terminou o prazo para a quitação com o comitê eleitoral.    A denúncia que chegou até a cúpula petista é de que em cidades do Espírito Santo há indícios de irregularidades. Pessoas ligadas à direção da chapa favorita à reeleição teriam pago as mensalidades dos militantes em cidades como Cariacica e Colatina.    Nacionalmente, o grupo que comanda o partido não é o mesmo que comanda o PT capixaba. O grupo do presidente nacional do partido, Rui Falcão (Construindo um Novo Brasil), é minoria no Estado. O grupo majoritário no Estado é o do ex-prefeito de Vitória João Coser, que nacionalmente tem como candidato o ex-líder do governo na Câmara, deputado federal Paulo Teixeira (SP).    A denúncia partiu do candidato da Articulação de Esquerda, Valter Pomar, que destaca o aumento de 322% no número de filiados ao PT em todo o País. Em relação ao Espírito Santo Pomar, Pomar denuncia que em Cariacica e Colatina a média era de 10 eleitores fazendo pagamentos das anuidades, mas nos últimos três dias a média subiu para dois mil por dia, liberando os militantes para votar em 10 de novembro.   O grupo de Rui Falcão desmentiu a denúncia dizendo que é normal o aumento na quitação com a comissão eleitoral nos dias que antecedem o fim do prazo. De qualquer forma a denúncia deve dar combustível às chapas no Estado para levarem a polêmica para os debates entre os candidatos. 

16/09/2013 / 0 Comments
read more
16092013_projeto_cisternas_romeroSecom02.jpg

Governo suspende convênio com empresa investigada na Operação Esopo

Sem categoria

O presidente da Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas do Estado (Aderes), Pedro Gilson Rigo, oficializou, nesta segunda-feira (16) a suspensão do termo de parceria com a empresa Instituto Mundial de Desenvolvimento e Cidadania (IMDC), investigada por fraudes em convênios na Operação Esopo. O convênio previa a construção de 10,6 mil cisternas em 34 municípios capixabas. A execução do projeto, anunciado com entusiasmo pelo governador Renato Casagrande no mês passado, está suspensa até segunda ordem. De acordo com a Portaria nº 003/2013, publicada no Diário Oficial, os efeitos da suspensão começam a vigorar a partir desta segunda. O acordo para a realização do projeto Cisternas no Espírito Santo foi assinado no último dia 15 de julho, tendo como objeto a construção de 10.634 cisternas em municípios do semiárido capixaba e regiões em processo de desertificação no Estado. O custo do projeto foi estimado em R$ 26.983.692,90, com prazo de execução de um ano. Pelo contrato, a empresa IMDC seria responsável pela a capacitação e inclusão produtiva de 650 pedreiros e ajudantes das regiões beneficiados, que receberiam a formação como empreendedor individual e um “kit pedreiro” para o exercício da profissão após a construção das cisternas. Figurava como responsável pelo projeto, o presidente da organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), Deivson Oliveira Vidal, investigado pela Polícia Federal como suposto chefe da quadrilha que fraudava convênios do Ministério do Trabalho e Emprego. A Operação Esopo foi deflagrada na última segunda-feira (9) com o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão após a revelação do esquema de fraudes em licitações do ministério, que teria causado um prejuízo de quase R$ 400 milhões aos cofres públicos, segundo balanço da PF. As investigações apontam indícios de fraudes em licitações de prestações de serviços, de produção de eventos turísticos até a construção de cisternas, justamente a natureza do convênio existente no Espírito Santo. A medida do governo estadual segue a linha adotada pelos governos após a repercussão das denúncias contra a IMDC, que mantinha convênios em vários estados com o governo federal. No último sábado (14), o ministro do Trabalho, Manoel Dias, suspendeu pelo prazo de 30 dias o repasse de recursos para convênios da pasta, até que sejam concluídos os levantamentos que identificarão a situação de cada contrato. O escândalo também provocou a queda do secretário nacional de Políticas Pública e Emprego do Ministério, o ex-prefeito da Serra, Sérgio Vidigal (PDT), que também estaria sendo investigado pela polícia. Na última quinta-feira (12), o pedetista chegou a ser nomeado para a comissão que apuraria as denúncias, mas acabou entregando o cargo no dia seguinte. Sob xeque O projeto Cisternas também fazia parte do rol de convênios do governo federal, tanto que a solenidade de assinatura da parceria com 34 municípios, no Palácio Anchieta, contou com a participação do secretário nacional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Água – “Água para Todos”, que tem o objetivo de democratizar o acesso à água em áreas rurais para o consumo humano e para a produção agrícola e alimentar. Pela fórmula da parceria, a aquisição dos materiais para a construção das cisternas seria feita pelo município beneficiado com o objetivo de gerar receitas para a economia local. Já a Aderes seria responsável pela realização, em parceria com as câmaras de dirigentes locais, de reuniões com os comerciantes do setor de material de construção visando prepará-los para participação dos processos licitatórios.

16/09/2013 / 0 Comments
read more

Quartas no Theatro traz pré-lançamento da banda Mango

Sem categoria

Em meio a várias jam sessions, a banda Mango surgiu no final de 2008, com um trabalho autoral que transita por estilos como rock and roll, alternativo, folk, blues e ragtime. De lá para cá, apresentou pela Grande Vitória e pelo interior do Estado dezenas de shows.    Na próxima quarta-feira (18), o grupo fará o pré-lançamento de seu primeiro EP, Mango Music, dentro do projeto Quartas no Theatro, no Teatro Carlos Gomes, em Vitória.   Como o ecletismo musical fundamenta suas composições, o grupo dividirá a apresentação em duas partes. A primeira será essencialmente elétrica, com toda a potência exigida por essa linguagem musical. A segunda fará uma incursão pela música folk, utlizando instrumentos acústicos, como violões e viola.    Além do EP, também serão lançados o segundo videoclipe do grupo e três vídeos ao vivo, gravados durante um show de fevereiro de 2013.   Formada por Victor Hugo (voz e piano), Gil Mello (vocal e guitarra), Arthur Benincá (guitarra), Giovanni Giacomim (contrabaixo) e Rafael Borges (bateria), a banda Mango mescla sonoridades distintas com uma linguagem setentista e músicas compostas em inglês, explorando ora riffs de guitarra marcantes, ora canções com melodias suaves, ao violão e piano.   Para os integrantes do grupo, a opção por um trabalho autoral tem sido uma proposta desafiadora, uma vez que é muito difícil conseguir espaço para apresentações em casas especializadas, pois, em um mercado restrito, fazer show com um repertório inédito é arriscado.   Atualmente, a banda vem conseguindo mais oportunidades de se apresentar para um público maior e diversificado, em eventos como a edição Vila Velha do festival Grito Rock; o show de lançamento de Guilty Beat, segundo CD da banda Ócio; e a segunda edição do festival Tarde no Bairro (realizado pelo Assédio Coletivo).   O Mango também foi o único grupo capixaba a integrar a trilha sonora da série Overdose, realizada pela MTV em parceria com a produtora Quase, com as músicas Shababba, Rusty e Jerk.   Serviço O Quartas no Theatro com a banda Mango acontece nesta quarta-feira (18), às 19h, no Teatro Carlos Gomes. Praça Costa Pereira, Centro, Vitória. Ingressos: R$ 1 (meia) e R$ 2 (inteira). À venda na bilheteria do teatro, no dia do evento, a partir das 14h. Informações: (27) 3132-8396.

16/09/2013 / 0 Comments
read more

A gangue de Hollywood

Sem categoria

A jornalista Nancy Jo Sales fez a reportagem “The Suspects Wore Louboutins” (Os suspeitos usavam Loubotins) para a revista Vanity Fair. Seu tema foi a história que ficou famosa de uma gangue de jovens adolescentes, que se formou nos arredores de Hollywood. A gangue, que ficou conhecida como Bling Ring, reunia, principalmente: Rachel Lee, Nick Prugo, Alexis Neiers, Diana Tamayo e Courtney Ames, dentre alguns outros.   Rachel Lee foi a cabeça principal da gangue, que se especializou em roubar objetos em casas de celebridades de Hollywood. Dentre as vítimas dos jovens estão: Paris Hilton, Lindsay Lohan, Audrina Patridge, Orlando Bloom, dentre outros. Estes jovens fascinados por celebridades faziam parte do Valley, em Los Angeles.    Nick Prugo, cabeça fraca, conhece Rachel Lee no colégio. Os dois se juntam para praticar alguns roubos, e logo depois, outras pessoas entram no “jogo”. Rachel sempre destemida, Nick sempre assustado. O retrato que se constroi com esses jovens, durante a leitura do livro Bling Ring, que reúne esta história, e compila a reportagem de Nancy Jo Sales para a Vanity Fair, e que virou filme agora, pelas mãos de Sofia Coppola, é de uma juventude vazia e alienada, que vê nas celebridades, fonte de fascínio de um estilo de vida que seria a única verdade, ou a única vida verdadeira.   Os roubos ocorreram entre 2008 e 2009. A gangue se valia do descuido das celebridades alvo, para então invadirem suas casas, e pegarem objetos de marca ou de valor. Chanel, Roberto Cavalli, Dolce & Gabbana, Versace, Louis Vuitton, Gutti, Prada … os roubos relatados e reunidos pelo trabalho de Nancy Jo Sales, pela gangue Bling Ring, são a imagem mais medíocre e espetacular da importância dos rótulos e da aparência. A casa de Paris Hilton, um monumento à vaidade, fotos da mesma por todos os lados, e os jovens dentro da casa dela vendo aquilo tudo e extasiados no closet desta celebridade contemporânea, que é um dos novos tipos de famosos de hoje: ou seja, aquela pessoa que é conhecida não por um ofício ou feito, mas por ser apenas celebridade, no caso de Paris, produzida por ser herdeira de uma fortuna.   Sofia Coppola comprou a história e fez o filme Bling Ring. Realmente, esta história é fascinante, é o exemplo extremo do que é a vida em Hollywood. Os jovens do Valley, e a vida fácil que é vendida nos tabloides, a invasão de privacidade e os realities shows, a fama pelo trabalho ao lado da fama profissional sem ofício, e o sonho dourado de jovens que se exibem para fotos fazendo caras e bocas, que não é muito difícil de ver em twitters e facebooks da vida. O fenômeno contemporâneo de celebrização por si mesma, que se torna o objetivo de muitas pessoas, a cultura pop que tem em Hollywood sua maior expressão. Toda a vaidade e exibicionismo naturais dos jovens ganham um sentido patológico na gangue Bling Ring.   O que a história da gangue de Hollywood, a Bling Ring, nos ensina, é o seguinte: como a influência desta nova cultura de invasão está disseminada, muitas celebridades, embora se mostrem muitas vezes, tem seu último espaço de refúgio também invadidos, e foi isto que fez a Bling Ring: invadiram o espaço privado destas celebridades, como se fossem um espaço deles, numa mistura explosiva de fascínio, alienação e crime.   Fica claro que tais jovens viviam pelas aparências. A busca de roupas e joias, o materialismo das It Girls, todo este caldo cultural contemporâneo, que está tomando um rumo nebuloso. A gangue Bling Ring fica então famosa por roubar famosos. Alexis Neiers ganha seu próprio reality show, eles acabam presos, mas ganham notoriedade, conseguem, através do crime, renome na fonte: o site TMZ vai atrás deles, a Vanity Fair, Hollywood ganha seus algozes, fãs que roubam ídolos, jovens que são um retrato fiel da classe abastada ou mediana dos arredores de Hollywood, pois, estar perto de Hollywood, é estar mergulhado neste mundo ideal das celebridades até a medula, e no caso da gangue Bling Ring, tal mergulho foi intenso, e que, agora, virou filme e tudo.    Não há mais escapatória: os jovens da Bling Ring estão famosos, uma história incrível que reúne de forma extrema o resultado de uma juventude alienada e que busca aventura pelo estilo de vida dos ricos e famosos, e que, por não terem outra alternativa para isso, partem para os furtos nas casas de seus símbolos, um modo de homenagem pela apropriação indevida, pelo crime glamourizado num parque de glamour, ou seja, a casa das celebridades de Hollywood.   Vivemos a cultura do exibicionismo e da vaidade, nunca as pessoas se exploram tanto, e se isso não tem uma medida ou um motivo, cai no vazio patológico de um desespero de reality show, num show do Truman concretizado, onde a invasão se torna método de notícia, e muitos acabam tentando manter tudo isso, mas de forma errada, e quando se perde a medida, temos a caricatura contemporânea: celebridades instantâneas, que depois, se não tiverem algo a oferecer, somem no ar, e ficam gritando pelos cantos atrás de novos quinze minutos de fama. E, na Bling Ring, por mais incrível que isso pareça, o objetivo não era ficar famoso, era ter os objetos dos famosos, o que virou uma bomba de efeito imprevisível.    A fama chega à Bling Ring, e é bom estar preparado, estas celebridades do furto de casas de famosos de Hollywood juntaram tudo, e agora, num pacote completo, plasmaram a cultura de Hollywood e seu significado disseminado: exibição vazia e fortuna, invasão de privacidade, bebedeiras e drogas, marcas caras, carrões de luxo, casas espetaculares, ou seja, o materialismo total de um mundo que não mais se sustenta, o capital junto com o estilo de vida que a Bling Ring roubou, literalmente, e agora virou filme. A Bling Ring está na História de Hollywood, querendo ou não.   Gustavo Bastos, filósofo e escritor.   Blog: http://poesiaeconhecimento.blogspot.com

15/09/2013 / 0 Comments
read more

Lenha na fogueira

Sem categoria

É interessante como esse povo político gosta de ser enrolado pelo ex-governador Paulo Hartung (PMDB): ele foi no ex-prefeito da Serra Sérgio Vidigal e fez a cena que seria o próximo a integrar o PDT. Como de hábito, deu ciência ao governador Renato Casagrande. Antes que a plateia de incautos políticos digerisse a jogada, ele pousava, ao lado vice-presidente Michel Temer (PMDB), na companhia do senador Ricardo Ferraço (PMDB), como ungido para garantir o palanque da presidente Dilma Rousseff no Estado. Ditou até a chapa: Ferraço para o governo, ele para o Senado e o vice ficaria com o PT. Para confundir ainda mais, surge na imprensa corporativa mostrando-se afinado com Casagrande. Como habitualmente ninguém confia nas suas estripulias, pela sua multiplicidade, vai inibindo os demais, como se fosse gás de pimenta nos olhos.   Vítimas  Entre elas encontra-se o próprio governador Renato Casagrande. À essa altura do jogo, é obrigado a sustentar sua candidatura dentro das ofertas de PH. A mais interessante seria a que casa sua candidatura ao governo com a dele para o Senado.    Vítimas II Mas a que preço? Em política, poder costuma ter preço. No bom sentido, é claro. O governador já conhece os preços de PH. É só olhar a maciça presença de hartuguetes no seu governo. Algo que me diz que Casagrande já deve imaginar o seu custo.   Humilhante Há um comentário a fazer quanto o tratamento dispensado ao PT. Quando fala da fórmula que inclui o PT, oferecendo a vice para segurar o palanque de Dilma, ele trata o PT como um partido em declínio, precisando de reboque.   Humilhante II O pior de tudo é que o PT não reage ao ser incluído numa jogada contrariando seus próprios interesses. Não há no partido quem não esteja interessado em ir com a candidatura do governador Renato Casagrande. Não só por segurança política, mas por se tratar também de alinhamento ideológico, embora hoje não tão presente como antes.    E o PMDB?  Que segurança PH tem para tratar de sucessão em nome do partido? Já foi o tempo em que o presidente regional da sigla, deputado federal Lelo Coimbra, comandava o PMDB em nome dos interesses dele, quando não se ouvias as vozes dos insatisfeitos.    E o PMDB II?  A caneta de PH não tem mais tinta. Agora é no papo, na formulação. O que, convenhamos, ele sabe fazer bem. Mas são outros tempos, não mais como governador. Pelo que Hartung que fazer com o palanque da Dilma, a dificuldade será a própria presidente. Ela já viu o ex-governador descumprir o compromisso em apoiá-la.    E o PSDB?  Hartung instigou o PSDB a lançar um candidato ao governo. O ninho tucano foi na dele e promete ser a sua próxima vítima. Pois PSDB não dá liga com PT. A não ser como refugio, no caso das fórmulas aventadas acima falharem.    PENSAMENTO: “A vida copia a arte”. Jean Cocteau   

15/09/2013 / 0 Comments
read more
16092013_audiencia_po_preto_reinaldo_carvalho_ales.jpg

Reportagem especialTudo azul

Sem categoria

Texto: Henrique Alves Fotos: Reinaldo Carvalho/Ales   O deputado estadual Cláudio Vereza (PT) foi acometido por dois pequenos lapsos na audiência pública sobre o pó preto realizada quarta-feira (11) no plenário da Assembleia Legislativa. Pequenos, mas significativos. Um aconteceu ao prólogo; o outro, ao epílogo.    “Eu, com toda a experiência de plenário, me esqueci de falar de que se trata esta audiência”, refez-se, um tanto sem graça, o próprio proponente da coisa. Quando lembrou da mancada, Vereza já tinha dado entrevista para TV, já tinha iniciado a audiência destacando a peculiar data em que caíra, lembrando antes da ruína das Torres Gêmeas em 2001, os 40 anos do golpe militar no Chile, já tinha apresentado a mesa.   Só após as breves palavras do deputado Hércules Silveira (PMDB) – divulgando dados tétricos como os R$ 21 milhões gastos no Espírito Santo apenas com internações no Sistema Único de Saúde (SUS) por doenças respiratória e, por fim, se desculpando pela ausência em razão de outro compromisso – alguma coisa acudiu Vereza de que todos estavam ali àquela hora por alguma razão. Ok. Acontece.   Quatro horas depois, outro lapso. Todos os componentes da mesa – a secretária de Estado de Meio Ambiente, Diane Rangel; o diretor-presidente do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), Tarcísio Foëger; o gerente de Meio Ambiente da Vale Romildo Fracalossi; e gerente de Meio Ambiente da ArcelorMittal, Guilherme Correa de Abreu – tinham tecidos suas considerações finais.   Vereza então encaminhou: “Creio que nós podemos terminar por aqui…”. Já passava das 22h, a audiência já extrapolara seu teto. Mas outro deputado presente, Gilsinho Lopes (PR), interveio. “Deputado”. “Pois, não”. “Só o representante da SOS Ambiental tá querendo a palavra”. “Ah, sim, desculpa. Bem lembrado, Gilsinho”.    Faltavam as últimas palavras do único representante da sociedade civil naquela pomposa mesa, Marcos Delmaestro, membro da SOS Espírito Santo Ambiental. Delmaestro não perdeu a oportunidade: “Eu acho que essa Casa identificou o que o povo falou aqui referente à CPI do Pó Preto. Nós queremos a instalação dessa CPI. Nós queremos a transparência, nós queremos o diálogo”.    Aí Vereza, após outras ponderações às quais retormaremos mais adiante, finalmente pôde encerrar os trabalhos. Beleza, acontece.   Entre um lapso e outro, não foi muito difícil entender por que a mineradora Vale e a siderúrgica ArcelorMittal, os grandes verdugos dos pulmões capixabas, confirmaram presença na audiência pública em questão. O debate iniciou-se às 18h e concluiu-se poucos depois das 22h. A Vale e a Arcelor atuaram muito bem.   A secretária Diane Rangel iniciou efetivamente a audiência com a palestra “Histórico dos 13 anos de Monitoramente e Plano Estratégico de Qualidade do Ar”. Quando Vereza apresentou a secretária, festejou: “Alegria, Diane, você presente”, completando que ao primeiro contato ela atendera ao convite.   A generosa disponibilidade da secretária explica-se pela sua palestra. E sua palestra explicou a generosa disponibilidade.   Com pouco mais de um minuto, ela mandou: “Às vezes, falar da poluição em Vitória é uma coisa muito difícil”. Ô. Dificílimo. Mas um bem-ajambrado sistema de apresentação em slide socorreu-a.    Foram 22 minutos de: apresentação da evolução do crescimento de Vitória (representada, no telão, por mapa verde e azul com tracinhos vermelhos); evolução da população de Vitória e da Grande Vitória; uma cronologia da implantação do Complexo de Tubarão, permeada com o advento de ações e normas em níveis estadual e federal; apresentando ações, cerca de seis, de monitoramento da qualidade do ar.   Finalmente, ela se mostrou uma otimista: “Ou seja, nós viemos num crescendo de controle ambiental. E sempre observando o quê? A melhoria contínua”.    Um minuto depois, chamou Tarcísio Foëger para tomar parte na sua exposição. Propôs um jogral: “Eu gostaria, Tarcísio, que depois a gente fizesse um jogral: eu falo e você complementa”.   O homem do Iema não se fez de rogado e entrou na brincadeira:   “Todas as formas destacadas de controle da poluição são as melhores que se têm no mercado. Cada equipamento citado aí é o equipamento adequado para o controle devido para aquele tipo de fonte: a gente tem chaminés, pátio de estocagem. Os métodos e os equipamentos exigidos para a Vale e para a Arcelor são os exigidos em qualquer lugar do país e do mundo”, declamou.   A secretária devolveu: “A gente tem uma situação muito singular: nós somos talvez o único lugar do mundo em que se tem duas empresas de grande porte situadas muito próximas à área de ocupação residencial. Isso não acontece em outros lugares do mundo”.    Diane prosseguiu, perguntando: “Como podemos avançar?”. Óbvio que se referia às ações de monitoramento, que, a julgar pelo “avançar”, ocupavam um bom patamar. Aí revelou-se no telão o famigerado Inventário de Fontes da Grande Vitória 2009/2010 realizado pelo Iema.    “E aí temos o resultado do inventário. Esse inventário foi muito questionado pela academia e por alguns órgãos, porque os resultados são diferentes de qualquer outro lugar, tanto que a gente vai refazer, atualizar esse inventário agora”.    Segundo o estudo, a poluição cabia à ressuspensão de vias (provocada pela movimentação de veículos), com 68,2% da culpa. A Vale apareceu com 15,8%; a ArcelorMittal, 6,1%; o veículo, cerca de 3%. Por que diabos os resultados desse inventário “são diferentes de qualquer outro lugar”?   Enfim, ela passou o microfone ao colega de jogral. Tarcísio declamou por sete minutos. “As exigências que o Iema realiza em seus licenciamentos ambientais em nada devem a nenhum órgão ambiental do país. E as exigências que nós fazemos às indústrias existentes no estado são sempre as melhores tecnologias vigentes no mercado. Ok?”, disse, a certa altura.   Em meia hora de jogral, ficou devidamente explicado porque a Vale e a Arcelor acolheram o convite para a audiência na Assembleia.    A cada ponderação questionável, não se ouvia quaisquer burburinhos ou mesmo aquele solitário e silencioso risinho irônico que se veria em outro contexto – se audiência fosse realizada em qualquer outro lugar que não ali.  

15/09/2013 / 0 Comments
read more
120613_angelo_roncalli_arthur_monteiro_ag_senad_20200308-090445_1.jpg

Escândalo das quentinhas: Justiça recebe ações de improbidade contra Roncalli

Sem categoria

O juiz da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, Gustavo Marçal da Silva e Silva, recebeu, nessa sexta-feira (13) duas ações de improbidade administrativa contra o ex-secretário estadual de Justiça, Ângelo Roncalli de Ramos Barros, por fraudes no fornecimento de alimentação para o sistema prisional. Além do ex-secretário, figuram como réus nos processos os sócios de duas empresas (MS Quintino ME e Viesa Alimentação Ltda ME), que forneciam os alimentos de forma superfaturada e até mesmo estragados para os presos. Nas decisões, o magistrado indicou a existência de provas documentais das supostas irregularidades cometidas pelo então secretário de Justiça na contratação dos serviços de alimentação para os detentos de duas unidades prisionais – Centro de Detenção Provisória Feminina e Unidade Semiaberta Masculina, ambas em Vila Velha –, no ano de 2011. O total dos contratos sob suspeição ultrapassa R$ 2,9 milhões, de acordo com a denúncia ajuizada pelo Ministério Público Estadual (MPE). O juiz Gustavo Marçal destacou que as licitações chegaram a ser suspensas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) após suspeitas de fraudes, mas, ao invés de regularizar a situação, o ex-secretário fez a contratação dos serviços de forma emergencial, sem a realização de licitação. “Dessa maneira, é preciso, portanto, analisar com mais cuidado o que é possível com a instrução probatória, se realmente houve a prática de ato de improbidade, ainda mais considerando que essa ação envolve uma grande quantia de verba pública”, avaliou. No início deste ano, a Justiça já havia determinado a indisponibilidade dos bens de todos os denunciados, num total de até R$ 25 milhões. Naquela ocasião, o juiz Jorge Henrique Valle dos Santos, da mesma Vara, entendeu que a medida era necessária em uma eventual reparação do Estado após o julgamento final da acusação de enriquecimento ilícito do ex-secretário e dos quatro empresários envolvidos (Ederson Christian Alves de Oliveira e Giovani Batista Gimenes, da Viesa; e as irmãs Marli e Mariza dos Santos Quintino, da MS Quintino). Entenda os casos Na primeira ação de improbidade (0044416-65.2012.8.08.0024), o promotor de Justiça, Dilton Depes Tallon Neto, que assina as duas denúncias, acusa o ex-secretário Ângelo Roncalli de ter cometidos várias irregularidades durante a realização do Pregão Eletrônico nº 022/2011, que terminou com a contratação da Viesa Alimentação. O promotor narra que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) chegou a determinar que o ex-secretário se abstivesse de homologar a contratação, mas a decisão não teria sido observada. Apesar das recomendações apresentadas também pela Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont), o ex-secretário optou pela efetivação da contratação de forma emergencial, ou seja, sem a realização da licitação, com o mesmo objeto do pregão suspenso pelo TCE. Pelos termos do contrato emergencial nº 033/2011, assinado em agosto daquele ano, a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) desembolsou R$ 1,75 milhão para a Viesa Alimentação, no prazo de seis meses. O valor era quase 30% superior à melhor proposta apresentada no pregão suspenso, no qual a Viesa foi apenas à sexta colocada. Para o Ministério Público, a conduta dos denunciados pode ser enquadrada na Lei de Improbidade Administrativa, além de possibilitar a ocorrência de dano moral coletivo. Na segunda ação de improbidade (0044987-36.2012.8.08.0024), o promotor denuncia a existência de irregularidades, desta vez, na contratação emergencial da MS Quintino por R$ 1,14 milhão, em novembro de 2011.  Neste caso, o ex-secretário Ângelo Roncalli teria repetido o mesmo expediente ao validar a contratação emergencial após a suspensão do Pregão Eletrônico nº 023/2011, que também foi alvo de denúncias de fraudes no Tribunal de Contas. A única diferença entre os casos é que a urgência justificada para a contratação da MS Quintino teria ocorrido após as internas do CDP Feminino terem consumido “marmitex estragados”, porém, a contratação da empresa ocorreu apenas cinco meses depois – na véspera do encerramento do vínculo com a então detentora do contrato. Chama atenção que tanto a MS Quintino, quanto a Viesa, foram multadas em diversas ocasiões por falhas na prestação dos serviços, desde a mudança de cardápio até o fornecimento de alimentação estragada para os detentos. Fraudes no Iases O ex-secretário de Justiça, Ângelo Roncalli, também responde a dois outros processos: uma ação penal por supostos crimes cometidos na contratação da Viesa, e outra ação de improbidade administrativa por fraudes em contratos do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Estado (Iases) com entidades privadas, revelados na Operação Pixote. Este último escândalo, em agosto do ano passado, provou a queda de Ângelo Roncalli do cargo que ocupava desde a gestão Paulo Hartung (PMDB). As investigações da Operação Pixote revelaram um engenhoso esquema de corrupção entre o Iases e a Associação Capixaba de Desenvolvimento e Inclusão Social (Acadis). Na ocasião, 13 pessoas foram presas, entre elas o diretor-técnico do Iases, Antônio Haddad Tápias, demitido do cargo efetivo que ocupava no mês passado, e a ex-diretora-presidente do instituto, Silvana Gallina. Ao todo, o ex-secretário e mais 19 pessoas foram denunciados e tiveram os bens bloqueados pela Justiça. Entre as irregularidades apontadas estão: contratos aditivos e superfaturados; vinculação da Acadis com o Iases; contratação, pela Acadis, de empresas com contratos irregulares; favorecimento da Acadis por meio desses contratos; lavagem de dinheiro; desvio de verbas públicas no fornecimento de alimentação para os internos; contratação irregular de Gerardo Mondrágon como o responsável pela gestão da Acadis, já que ele era apenas o consultor; além de crimes pela dispensa de licitação. O prejuízo aos cofres públicos pode chegar a quase R$ 45 milhões, valor recebido pela entidade entre 2008 e 2012. 

15/09/2013 / 0 Comments
read more

Bloco firma protocolo de intenções e chama a atenção do PSB

Sem categoria

O secretário-geral do PSB no Estado, Carlos Rafael, participou do encontro do lançamento do projeto “Renova Espírito Santo”,  do bloco formado por PSL, PTdoB, PRB, PTC e PHS. O grupo se reuniu nesse sábado (14) na Assembleia Legislativa para a assinatura de um protocolo de intenções para a eleição do próximo ano. A presença do secretário-geral do PSB mostra que o partido do governador está acompanhando as movimentações do bloco, o que pode reforçar a base de reeleição de Casagrande. Com a possibilidade de desmontagem do palanque de unanimidade montado em 2010 para a eleição de Casagrande, o governador teria que compor um novo arco de aliança. A assinatura de um protocolo de intenções, mantém unido o grupo que visa a construir um palanque proporcional forte para a disputa do próximo ano, visando a conquistar quatro vagas na Assembleia e duas na Câmara dos Deputados. Além do PSB, o encontro chamou a atenção de interessados na disputa proporcional do próximo ano e contou com a presença de vários vereadores, lideranças comunitárias, pastores, vice-prefeita de Linhares Eliana Dadalto, ex-prefeito de Marechal Elias Kieffer. Nomes com potencial para a disputa de 2014. O bloco foi formado no mês passado e a intenção é fugir das chamadas coligações pesadas. Só para se ter uma ideia, o PMDB pode ter de sete a oito deputados estaduais disputando a reeleição. O PT terá cinco deputados  e o PDT, quatro. Por isso, com uma coligação sem grandes puxadores de votos, o grupo aumenta suas chances na disputa.

15/09/2013 / 0 Comments
read more

Vale está na lista das 500 maiores poluidoras no mundo

Sem categoria

A Vale está na lista das 500 maiores poluidoras do mundo. A informação consta no documento da Carbon Disclosure Project (CDP), organização independente que monitora as principais empresas envolvidas no aquecimento global, e foi divulgada pelo site UOL nessa quinta-feira (12).    A colocação não é surpresa, sobretudo, para os ambientalistas capixabas. Vitória é uma das capitais com maior índice de alergias no país, muitas delas causadas pelo famoso pó preto, uma combinação do pó de minério da companhia com partes do carvão da vizinha ArcelorMittal.   O ONG SOS Espírito Santo Ambiental trava uma luta contra a Vale e a Arcelor, fotografando diariamente as chaminés das companhias, que exalam gases tóxicos, como o dióxido de enxofre, em uma fumaça de coloração escura. As imagens são enviadas mensalmente ao Ministério Público Estadual (MPE), que nunca tomou uma providência sobre o caso.   Além do pó preto que contamina a atmosfera da Grande Vitória, outro problema é o derramamento de pó e pelotas de minério, feito e admitido pela própria companhia, na Ponta de Tubarão entre os anos de 1969 e 1984. A Vale tem insistido para que seja feito um aterro do material e, inclusive, apresentou estudos que favorecem essa opção – os documentos chegam a declarar que a vida marinha se adaptou à contaminação. Mas nessa semana, a companhia foi questionada pela Associação dos Amigos da Praia de Camburi (AAPC), que preparou um parecer sobre esses estudos apontando erros e falhas na verificação. A AAPC afirma e comprova que a dragagem do material, ao contrário do que a Vale quer, é a melhor opção.   A Vale também é alvo de denúncias sobre trabalho escravo nas minas de extração do minério de ferro no estado do Maranhão.   A mineradora divide espaço, entre as poluidoras brasileiras com a Petrobras, responsável por crimes ambientais envolvendo extração e transporte do petróleo em todo o território brasileiro.   No Estado, a subsidiária Transpetro foi responsável por quatro vazamentos na região do Terminal Norte Capixaba (TNC), em São Mateus, em 2009, que resultaram na contaminação do mar e comprometeram ambientes especialmente protegidos e o equilíbrio ambiental da região, além de colocar em risco espécies ameaçadas de extinção. O Ministério Público Federal (MPF) condenou a empresa à época a pagar R$ 50 milhões de compensação ambiental referente aos danos morais e materiais causados.   Já no último mês de agosto, o MPF proibiu que o Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) renovasse a Licença de Operação (LO) do TNC. O Iema havia emitido uma LO em 2005, com validade até 2014, sem o cumprimento da condicionante da criação da Unidade de Conservação (UC) Ambiental no distrito de Barra Nova, em substituição à UC que foi suprimida para a construção do terminal. O MPF interpretou que a única e exclusiva intenção da supressão da UC foi favorecer a Petrobras.     As 50 maiores poluidoras do grupo de 500 maiores companhias cotadas na Bolsa de Valores atuam, principalmente, nos setores de petróleo, mineração, energia, cimento e metalurgia e são responsáveis por liberar na atmosfera quase 75% das emissões de gases de efeito estufa de todo o planeta. Mais de 2,5 bilhões de toneladas métricas de CO2 foram emitidos desde 2009, um aumento de cerca de 1,7% que corresponde à poluição de mais de 8,5 milhões de caminhões nas ruas.   No início do ano passado, a Vale também foi eleita a pior empresa do mundo pelo Public Eye Award, prêmio organizado pela ONG Suíça Declaração de Berna, em contraponto ao Fórum Econômico de Davos, e bancada pela primeira vez pelo Greenpeace. O prêmio é conhecido como o “Nobel” da vergonha corporativa mundial e contou, em 2012, com a participação de 88 mil pessoas, das quais mais de 25 mil votaram na mineradora.

15/09/2013 / 0 Comments
read more

Paginação dos conteúdos

Anterior 1 … 4.211 4.212 4.213 … 4.870 Seguinte
Royal Elementor Kit Theme by WP Royal.