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Idaf publica nova portaria para preservar a saúde de animais

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Após a ocorrência da zoonose mormo, que atinge equídeos, o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) tem tomado diversas medidas no sentido de evitar a proliferação da doença e cessar a ocorrência dela no Estado, que era livre de mormo até abril deste ano, quando foi confirmada a primeira contaminação em uma égua do Regimento de Polícia Montada (RPMont) da Polícia Militar.    Ao todo, seis animais do Regimento foram contaminados, sendo dois do plantel do Estado e quatro recém-adquiridos da Coudelaria Souza Leão, em Pernambuco. O RPMont ficou interditado por 83 dias.   Já em agosto deste ano, foi constatada a contaminação de uma égua proveniente de Viana que participava da feira agropecuária GranExpo ES, realizada no Parque de Exposições de Carapina, na Serra, provocando a quarentena do local e o impedimento de saída dos animais até que fossem realizados todos os exames.    A primeira medida posterior à confirmação de contágio de equinos por mormo tomada pelo Idaf foi proibir a participação e aglomeração de equídeos em todos os eventos agropecuários no Estado por 120 dias, com possibilidade de prorrogação. Esta portaria foi publicada em Diário Oficial no dia 20 de agosto.    O ato estabelece também que as aglomerações em eventos já autorizados pelo Idaf são de total responsabilidade da empresa promotora e dos proprietários dos animais. Os responsáveis pelos eventos e os proprietários devem arcar com todos os custos de manutenção e exames dos equídeos, além das despesas com os tratadores e de manutenção do espaço físico em casos de interdição do recinto devido a alguma ocorrência sanitária que determine a restrição de trânsito destes animais.      Já nesta quinta-feira (5), o Idaf publicou uma nova portaria normatizando a emissão da Guia de Transporte de Animais (GTA) por médicos veterinários não vinculados à administração pública em todo o Estado.   De acordo com a portaria, somente poderão emitir GTA de saída de eventos agropecuários os médicos veterinários previamente habilitados pela Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Estado (SFA/ES) e pelo Idaf e que atendam a uma série de exigências. Além disso, o médico veterinário fica obrigado a atender a todas as convocações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Idaf.   Em caso de ocorrência sanitária no recinto do evento pecuário que determine algum tipo de restrição ao trânsito de animais, as GTAs só poderão ser emitidas por médicos veterinários do Idaf. Além disso, a guia de saída dos eventos deve ser feita por meio eletrônico, utilizando o Sistema de Integração Agropecuária (Siapec) ou outro sistema que esteja em vigor na data da emissão da guia.    Em caso de transporte de espécies diferentes de animais, deve ser emitida uma guia para cada animal. 

05/09/2013 / 0 Comments
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Solidariedade não garante reeleição de Manato em 2014

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Como quem se agarra a uma tábua de salvação, o deputado federal Carlos Manato (de saída do PDT) deve embarcar no Solidariedade. O partido, criado pelo sindicalista paulista Paulinho da Força, deve ser regularizado nesta sexta-feira (6) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com essa estratégia que surgiu de última hora, o deputado federal resolve o problema da filiação partidária, mas isso não garante sua reeleição na disputa do próximo ano.   %0

05/09/2013 / 0 Comments
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Neutralidade de Casagrande facilita presença do PPS no palanque da reeleição

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A Executiva Nacional do PPS se reúne na tarde desta quinta-feira (5) para discutir a conjuntura da eleição 2014 no país. Mas antes mesmo do início do encontro o presidente nacional do partido, Roberto Freire, deu seu recado sobre o pleito.    A declaração de Freire sobre a composição eleitoral do próximo ano pode vir ao encontro das movimentações no Estado. Freire alertou que se o governador Renato Casagrande (PSB) abrir seu palanque para a presidente Dilma Rousseff, o PPS não caminhará com o socialista.    Já o presidente do PPS encontrará um partido dividido em relação à disputa do próximo ano. Enquanto o prefeito de Vitória, Luciano Rezende, que contou com o apoio do governo do Estado em sua campanha no ano passado, defende a adesão do PPS ao palanque de Casagrande à reeleição, o prefeito de Cariacica Geraldo Luzia, o Juninho, tem se aproximado cada vez mais do senador Ricardo Ferraço (PMDB), que insinua a possibilidade de se lançar candidato.   Tanto o PMDB quando o PSB, hoje, estão na base de Dilma, mas as movimentações locais podem alterar o quadro no Estado. Casagrande vem adotando a cautela no posicionamento eleitoral do próximo ano, até pela indefinição do cenário nacional. Mas vem tentando defender uma postura neutra em relação à disputa presidencial. Se o partido dele lançar a candidatura do governador de Pernambuco Eduardo Campos, Freire defende a composição.    O governador não assumiu a candidatura de seu correligionário e há movimentos que insinuam sua permanência do no palanque de Dilma. Mas o governador tenta driblar os dois caminhos para justificar a ideia de neutralidade.  O governador tenta manter para o próximo ano a mesma estrutura de base que o elegeu em 2010.    Ao mesmo tempo, observadores acreditam que o perfil partidário de Casagrande vai sobressair a essa discussão à medida que o processo eleitoral começar a se afuniar. Se o partido se definir pela candidatura de Campos, a Casagrande caberá acatar a decisão partidária, mesmo que Dilma recupere a capacidade eleitoral no ano que vem.     Até porque a possibilidade de manutenção da unanimidade fica cada vez mais distante na medida em que o PMDB não quer permanecer no palanque de Casagrande e o PT não tem capital eleitoral para oferecer ao grupo.    Outro fator que pode mudar completamente o jogo também é a possibilidade de o partido atrair para seus quadros o ex-governador de São Paulo José Serra, que obrigará o partido no Estado a erguer um palanque para o presidenciável. Caso isso não aconteça, o partido defende o apoio a Eduardo Campos.               

05/09/2013 / 0 Comments
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PL enviado por Rodney à Câmara pode anular efeitos da lei que substituiu o PDM

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O prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda (DEM), enviou nessa segunda-feira (2) à Câmara de Vereadores o Projeto de Lei (PL) 035 que regulamenta empreendimentos arquitetônicos protocolados na prefeitura até maio de 2012. A medida pode significar a anulação dos avanços conquistados pela sociedade civil organizada no Plano Diretor Municipal (PDM).    “Embora não tenha uma avaliação jurídica sobre essa regulamentação, afinal ela só foi divulgada há dois dias, a previsão até agora é de que ela anula o projeto que regulamentou 13 artigos do PDM em junho deste ano, após acordo firmado entre a sociedade, o Executivo e o setor empresarial”, enfatizou Irene Léia, uma das coordenadoras do Fórum Popular em Defesa de Vila Velha (FPDVV), entidade que denunciou o envio às pressas do projeto à Câmara.    Segundo Irene Léia, a grande dúvida é se os projetos considerados irregulares até a regulamentação dos 13 artigos do PDM também serão licenciados com a proposta. A demanda chegou a ser defendida pelo setor empresarial, que saiu insatisfeito dos debates sobre os padrões urbanísticos de Vila Velha.    “Considerando o elevado número de edificações a serem regularizadas, é possível afirmar que fica quase que sem efeito a lei que versa sobre os 13 artigos do PDM aprovada em junho deste ano e que representou, mesmo que parcialmente, um acordo entre sociedade civil e poder público. Se os projetos que não se enquadrarem na legislação de junho forem licenciados, será um retrocesso”, ressaltou.    Irene adiantou que o Fórum Popular fez apenas uma avaliação prévia do PL devido ao pouco tempo para análise, mas nesta quinta-feira (5), com outras entidades que compõem o Fórum, irá pedir na Câmara mais tempo para avaliar a matéria, a fim de se manifestar sobre o tema.    Entre os avanços que podem ser anulados caso os projetos protocolados até maio não se enquadrem na legislação atual está o maior afastamento entre os prédios. Segundo Irene, pontos relativos ao afastamento das edificações/área de varanda; área total do pavimento térreo e potencial construtivo de regiões já consolidadas também têm alterações previstas no PL. “Se a regularização vai se dar na vigência de uma nova lei, ela deve ser respeitada”, ressaltou Irene.    Em manifestação escrita, a entidade deu um basta à pressão do setor da construção civil sob as decisões da sociedade no município. “Chega da ditadura da construção civil e do setor imobiliário em Vila Velha. Eles não têm o direito de decidir a ocupação do solo no município”, divulgou a entidade.    De acordo com o Fórum, a sociedade civil foi pega de surpresa pelo PL assinado pelo prefeito Rodney Miranda nesta segunda-feira (2) e enviado para votação em regime de urgência ainda nesta quinta-feira (5) na Câmara. O FPDVV convoca todas as entidades que participam dos debates sobre os parâmetros urbanísticos da cidade, assim como das audiências públicas sobre o PDM de Vila Velha, para a sessão que será realizada às 17 horas. A promotora Nícia Regina Sampaio e o promotor Gustavo Senna Miranda anunciaram que enviarão ainda nesta quinta (5) uma notificação ao presidente da Câmara, para que o mesmo se abstenha de encaminhar o projeto para votação antes de prévias audiências públicas. Eles informam que, havendo votação e publicação da lei, o Ministério Público Estadual (MPES) entrará com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Tribunal de Justiça do Estado (TJES). 

05/09/2013 / 0 Comments
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Extinta ação de improbidade contra ex-governador José Ignácio por irregularidade em licitação

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A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) extinguiu uma ação de improbidade administrativa contra o ex-governador José Ignácio Ferreira e mais sete pessoas por supostas fraudes na contratação de uma consultoria para órgãos do governo do Estado. Durante o julgamento, os desembargadores rechaçaram as teses lançadas pelo Ministério Público Estadual (MPE), que levantou a existência de irregularidades na dispensa de licitação e pagamentos do contrato. No acórdão publicado nesta quinta-feira (5), o relator do caso, desembargador substituto Jorge Henrique Valle dos Santos, entendeu que a denúncia não trazia provas da existência de qualquer tipo de irregularidade nas contratações sem licitação, realizadas pela Secretaria da Fazenda (Sefaz) e pela Companhia Espírito-Santense de Saneamento (Cesan), em 2001. O órgão ministerial alegava que a Empresa Brasileira de Assessoria e Consultoria Ltda (Embrasac) não atendia aos requisitos para a contratação, bem como teria sido indicada pelo ex-governador após receber um parecer desfavorável da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Na análise de mérito, o magistrado considerou que a empresa contratada, que também figurava como réu no processo, atendia aos requisitos – índole objetiva e notória especialização – para a inexigibilidade de licitação, uma vez que ela já teria desempenhado os serviços de planejamento tributário e à obtenção de incentivos fiscais para outros entes públicos. “Não havendo prova mínima de que houve frustração do procedimento licitatório e consequente contratação indevida, descabe prosseguir com a demanda, haja vista que, não basta o autor afirmar a existência da relação jurídica que lastreia seu pleito, devendo demonstrar, de logo, o fato concreto que dá azo (ensejo) a sua pretensão”, indicou. O desembargador substituto também rejeitou a tese do órgão ministerial de que teriam ocorrido irregularidades em pagamentos sob alegação de que o mesmo serviço contratado seria oferecido por um valor menor em outras empresas. “O suposto superfaturamento dos contratos objeto de análise fora afirmado sem que qualquer lastro documental (prova) fosse apresentado nesse sentido, o que deve ser avaliado à luz da premissa de que não se pode permitir o tramitar de lides (ações) temerárias”, diz o acórdão. A denúncia original foi ajuizada pelo Ministério Público em janeiro de 2008 e recebida pelo juiz Arion Mergár, da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, somente em março deste ano. Além do ex-governador, foram denunciados os ex-secretários José Carlos da Fonseca Júnior, João Luiz de Menezes Tovar, os ex-diretores da Cesan, João Luiz Paste, Cláudio de Moraes Machado, Robson Sarmento, além dos sócios da empresa (Cristina Lino Moreira e Nilton Mathias dos Santos). Apesar de ter sido apreciado o recurso de João Luiz Paste, os efeitos da decisão da 4ª Câmara Cível do TJES valem para todos os denunciados.

05/09/2013 / 0 Comments
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Orquestra de Câmara francesa faz ???tour??? pelo ES

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Criada em 2002 pelo violinista e regente Nicolas Krauze, a Orquestra de Câmara Nouvelle Europe, de Paris, apresentará cinco concertos no Espírito Santo, na próxima semana, dentro da série Concertos Internacionais, realizada com apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).   Os concertos vão acontecer de terça até sábado, em Domingos Martins, Guarapari, Vitória, Santa Leopoldina e Afonso Cláudio. Com exceção da apresentação na capital, todas as outras serão inteiramente gratuitas.   A orquestra reúne jovens de toda a Europa, residentes em Paris, na França. Em sua maioria, são artistas de altíssima habilidade musical e técnica, que estão iniciando suas carreiras internacionais também como solistas.   Um dos objetivos da Nouvelle Europe é reunir o espírito da prática de solista com o estilo camerístico, dando oportunidade aos músicos de se apresentarem com artistas mundialmente famosos.   Desde a sua criação, já realizou mais de 200 apresentações por toda a Europa, nas mais prestigiadas salas de concertos, além de importantes festivais. Recentemente, a orquestra vem desenvolvendo atividades com três situações diferentes: modalidade de residências, na França; projeto de gravação, já com seis lançamentos de CDs e novas parcerias; bem como grandes turnês na Europa, na Ásia e no Brasil.   As apresentações da Nouvelle Europe são marcadas pela complexidade e pelo virtuosismo com que a orquestra executa as obras, exclusivamente com instrumentos modernos e um repertório atual, com preferência para compositores dos séculos XIX, XX e XXI.   PROGRAMAÇÃO   Terça-feira (10) 19h | Igreja Luterana de Domingos Martins Aberto ao público   Quarta-feira (11) 19h | Auditório Praia de Santa Mônica (Sesc de Guarapari) Aberto ao público   Quinta-feira (12) 20h | Theatro Carlos Gomes (Centro de Vitória) Ingressos: R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira)   Sexta-feira (13) 20h | Igreja Matriz Sagrada Família, em Santa Leopoldina Aberto ao público   Sábado (14) 20h | Centro Cultural José Ribeiro Tristão, em Afonso Cláudio Aberto ao público   PROGRAMA   J.S. Bach: Concerto para Dois Violinos em Ré Menor e Orquestra G. Torelli: Concerto Para Trompete e Orquestra A. Marcello: Adágio para Trompete e Orquestra Bela Bartok: Danças Romenas G. Rossini: Sonata para Cordas n°1 S. Rachmaninov: Vocalise Astor Piazzolla: As Quatro Estações Leroy Anderson: Trumpeter’s lullaby

05/09/2013 / 0 Comments
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Tribunal de Justiça confirma pena de auditor fiscal por crime contra ordem tributária

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A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) manteve, nessa quarta-feira (4), a sentença condenatória contra o auditor fiscal Celso Ferreira de Sousa, acusado pelo Ministério Público Estadual (MPE) de cometer crime funcional contra a ordem tributária. Ele foi condenado à pena de quatro anos, oito meses e 30 dias-multa de reclusão, em regime semiaberto. Em novembro de 2008, o ex-servidor foi preso com notas fiscais durante operação policial contra fraudes em postos fiscais do Estado. De acordo com informações do TJES, o colegiado entendeu pela confirmação da sentença de 1º grau, prolatada em março do ano passado. O relator do recurso, desembargador substituto Fábio Brasil Nery, considerou que o acusado teria retido as terceiras vias de notas fiscais – que deveriam ser encaminhadas para o chefe do posto, no caso de irregularidades – para promover ele próprio uma “investigação paralela e ilegal” nas empresas com algum tipo de irregularidades. “Fiscalização [paralela] essa com fins e interesses que não aqueles estampados em fiscalização programada pelos superiores, e em datas anteriores às de encaminhamento das referidas notas fiscais à chefia”, afirmou o desembargador-substituto, seguido à unanimidade pelos demais membros do colegiado (desembargadores Sérgio Luiz Teixeira Gama, revisor da ação, e Getúlio Marcos Pereira Alves, também substituto). De acordo com a denúncia do MPE, o auditor trabalhava no Posto Fiscal “José do Carmo”, quando foi preso em flagrante com 65 terceiras vias de notas fiscais durante busca e apreensão realizada pelo Grupo Especial de Trabalho de Proteção à Ordem Tributária (GETPOT), em novembro de 2008. Durante a vistoria realizada na casa de Celso Ferreira, foram encontradas 8.701 terceiras e quartas vias de notas fiscais e dossiês de empresas diversas. Após a fiscalização de transportadores de mercadorias que chegam ao Estado, e constatada ou não irregularidade, os auditores fiscais entregam ao caminhoneiro as duas primeiras vias carimbadas. A terceira e quarta são encaminhadas por oficio ao chefe do Posto Fiscal para que providencie diligências nas empresas onde evidências de infrações são encontradas. Esses documentos não poderiam ser retirados de forma alguma do Posto Fiscal, afirma a denúncia. A promotoria alega que as irregularidades cometidas pelo auditor fiscal já estavam sendo investigadas também em processo administrativo da Corregedoria Fazendária, já que ele havia demorado no envio de 18 terceiras vias de notas fiscais à chefia do posto fiscal. Na mesma ação penal, um outro auditoria fiscal – que estava junto com Celso Ferreira no momento da prisão – chegou a ser denunciado, mas foi absolvido pelo juízo de 1º grau por falta de provas. 

05/09/2013 / 0 Comments
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Análise: ‘Aprendiz de Alfaiate’

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Numa época acelerada onde tudo depende de pouco tempo, tanto de produção como de consumo, até as relações humanas parecem entrar nesta lógica. Tudo consumido, tudo consumado, nada resta que não seja descartável.    Alguns padrões de vida no entanto vão contra esta lógica da velocidade. Não seria a mesma lógica do amor? Como apaixonar-se sem o tempo necessário da contemplação e memoria, perder o tempo pensando no outro.   Arthur trabalha num pequeno atelier de costura com Albert (Albert Igual) um antigo alfaiate que lhe conta sobre os tempos da resistência e aventuras de sua época juvenil. Enquanto trabalham possuem um ritmo próprio de fabricação permeado pela palavra e pelas histórias.   Um dia Arthur (Arthur Igual) conhece a Marie-Julie (Lea Sevdoux), uma atriz irreverente e avessa às regras sociais. Investida do nomadismo e da velocidade contemporânea, está sempre viajando e atrasada para suas peças. A relação dos dois se faz então na memória, no palco ensaiando ou na máquina de costura, mas sempre com uma imagem do outro.   Desse modo criam um mundo à parte, fora do tempo e do espaço conhecido (tempo da linha e agulha, espaço cênico) e em seus encontros, assim como lembranças, surgem sempre em locais a ermo, mesmo quando estão no meio de seus respectivos trabalhos, abandonam tudo permanecendo juntos.   Um filme contrastante, onde a velocidade constante da vida contemporânea entra na oficina do alfaiate, onde todo tempo do mundo é banido, onde técnicas artesanais necessitam o tempo de gestação das peças.   A ausência de cores é discutida logo a princípio, onde o jovem alfaiate se pergunta porque a ausência de cores no mundo das roupas masculinas, onde somente os ternos em tons de cinza são utilizados.    Cria-se assim um filme mais íntimo, sobre uma profissão cada dia mais rara e artesanal, assim como o próprio preto-e branco, algo que já não tem sentido num mundo digitalizado, feito de cores artificiais criadas por plugins autômatos próprios de programas de computação.   O ritmo é dado ao mesmo tempo pela suspensão do tempo nos encontros furtivos como pela correria dos tempos atrasados, que no fundo são frutos da mesma sociedade, uma que espera e contempla, mas que não pensa sobre o tempo perdido para realizar ações pré-programadas.   O diretor Louis Garrel estreia no mundo da direção tão familiarizado às formas que aparecem em suas atuações: o mundo da moda (Amores Imaginários, 2010), das belas artes (Um Verão Escaldante, 2011), mas sobretudo uma aura hypster (Os Sonhadores, 2003) onde a própria estética é a coisa mais importante.    Seu filme entretanto não entra nessa lógica, permitindo-se ir de encontro à sociedade e a sua lógica contemporânea. Reflexo disso são seus personagens deslocados.   Um filme curto, que em seus 40 minutos mostra bem a que veio.   Serviço Aprendiz de Alfaiate (Petit tailleur, França, 2010, 43 minutos, 12 anos) Drama.    Cine Metropolis: 16h e 19h10.

05/09/2013 / 0 Comments
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Quatro RPPNs capixabas esperam por legalização de área perante cartórios

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Nesse ano, as criações de quatro Reservas Particulares do Patrimônio Histórico (RPPN) foram publicadas em portarias do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) no Diário Oficial.   Entretanto, o reconhecimento pelo instituto é uma parte do processo de criação das RPPNs, segundo a analista ambiental Silvia Sardemberg, responsável pelos processos de RPPNs no Iema. Após a publicação, os registros ainda precisam ser averbados em cartório, processo que leva em média 60 dias, podendo durar ainda mais.   Devido a essa demora no processo, as quatro reservas reconhecidas pelo Iema ainda não foram efetivamente criadas – o que quer dizer que os proprietários das terras ainda podem voltar atrás na decisão.   Atualmente, existem 38 RPPNs no Estado. Destas, 10 tem reconhecimento federal e 28 tem reconhecimento estadual, sendo que 25 são reconhecidas pelo Iema e três pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf). Essas reservas ocupam uma área de aproximadamente 4.300 ha.   Segundo Silvia, município de Afonso Cláudio, com mais de 10 RPPNs, é o que possui maior concentração dessa unidade de conservação no Estado. Silvia também relata que todas as reservas particulares capixabas, além de abrangerem pelo menos um olho d’água, protegem recursos naturais como encostas e nascentes.    Uma situação única no Estado, segundo a analista ambiental, é a das RPPNs Águas do Caparaó e Cachoeira Alta, que existem na área de amortecimento do Parque Nacional do Caparaó e contribuem para a preservação do bioma local.

05/09/2013 / 0 Comments
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Jogo combinado

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A Vital Engenharia Ambiental Ldta, do Grupo Queiroz Galvão, desde que foi criada, em 2007, abocanhou contratos nada modestos em importantes municípios do Estado, como Vitória, Linhares e Vila Velha. E continua levando milhões em aditivos, para prestação de serviços na área de resíduos sólidos. Em Vila Velha, chegou ainda na gestão de Max Filho (PSDB), garantindo sua permanência na administração de Neucimar Fraga (PV), que fez o último aditivo – o 16º – à empresa em novembro de 2012, por mais um ano. Passado o prazo de cinco anos, teoricamente deveria ter sido feito outro contrato, o que não aconteceu, certamente com base “nas brechas da lei”. Agora, como não tem mais para onde correr, entra outro expediente, o contrato emergencial, que dispensa licitação. É o que os bastidores do setor sinalizam que irá acontecer com o prefeito Rodney Miranda (DEM). A administração municipal irá “barrigar” para manter a Vital Engenharia no circuito. Somente de janeiro a setembro deste ano, a empresa recebeu da gestão Rodney R$ 21,48 milhões – imagine a soma total! Quem se dedica a preservar os interesses da Vital Engenharia é um conhecido aliado do ex-governador Paulo Hartung (PMDB), o advogado Stan Stein, que circulou em cargos de expressão no governo passado e foi vereador em Vitória.    Jogo combinado II Cá entre nós, já deu bastante tempo de fazer o processo bonitinho, como manda o figurino e a lei, não é mesmo?    Azedou Hoje, definitivamente, não convidem para a mesma mesa o governador Renato Casagrande e Guerino Balestrassi (PSDB). O governador continua indignado pelo comportamento do tucano, que saiu do Bandes sem nem olhar pra atrás. Casagrande só ficou sabendo depois.    Atingiu em cheio Vem de Linhares, norte do Estado, a informação de que o ex-prefeito Guerino Zanon (PMDB) reclama do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Diz ele que o órgão atrasa o julgamento de seus processos, impedindo-o de refazer suas condições políticas. Zanon sente o golpe da Operação Derrama, em que integrou o “bolo” dos investigados.   ‘Astro’ O senador Ricardo Ferraço (PMDB) deve mesmo estar impossível com essa exposição nacional – mesmo que, aos olhos de muitos, negativa. Se antes, no cargo de vice-governador, ele já tinha ataque de estrelismo, imagina agora.   ‘Astro II’ Nos corredores do Palácio da Fonte Grande, na época Hartung, os comentários eram de que Ricardo, antes de chegar, “batia” o telefone lá para dentro e o pessoal já sabia o que fazer. Era o momento de limpar a área, esvaziar o elevador, pois ele só subia ao lado de seus seguranças, mais ninguém. Viu como ele é um político “humanitário”?   Não cabe A propósito, essa mania da imprensa local e nacional de, vez ou outra, se referir ao pai do senador, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Theodorico Ferraço (DEM), como um político folclórico, é um equívoco. Ferração é irônico e ardiloso.   Racha A Rádio Corredor informa que há na Casa um movimento entre os servidores, batizado de “Ales Livre”, para tirar Leandro Machado da presidência do Sindicato dos Servidores do Legislativo (Sindilegis). Se unidos já está difícil, rachados, então…   Haja assunto! Por falar em Assembleia, só dá requerimento de sessões solenes e especiais no Expediente da Casa. Outubro vai “bombar”. A campanha eleitoral já começou.   140 toques “PSDB lança hoje Portal Social do Brasil e a ex-deputada federal capixaba Rita Camata estará na coordenação”. (Deputado federal César Colnago – PSDB – no Twitter).   PENSAMENTO: “Toda coerência é, no mínimo, suspeita”. Nelson Rodrigues

04/09/2013 / 0 Comments
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