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Século Diário

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TJES decide que tributos do porto de Praia Mole pertencem a Vitória

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A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) decidiu manter, nessa terça-feira (20), a decisão pelo reconhecimento do município de Vitória como o local de recolhimentos dos tributos devidos nas operações realizadas no Porto de Praia Mole. O empreendimento está situado em uma área de disputa territorial entre os municípios de Vitória e Serra, que teve o recurso negado pelo colegiado. Durante o julgamento, o relator do caso, desembargador Carlos Simões Fonseca, manteve o entendimento das decisões anteriores – tanto no juízo de 1º grau quanto no próprio TJES – que reconheceu o destino do Impostos Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) gerados no porto operado pela mineradora Vale. O magistrado seguiu a linha de pensamento adotada em decisão de março, que levou em consideração os limites dos municípios capixabas previstos na Lei Estadual nº 1.919/63. “Dispõe a referida lei que a linha divisória começa na foz do Rio Santa Maria na baía de Vitória e segue por esta até encontrar o paralelo que passa pela ponta de Carabebus, no Oceano Atlântico. Das conclusões, extrai-se que o Porto de Praia Mole encontra-se no município de Vitória, de modo que a prestação de serviços de navegação ali realizados pertencem exclusivamente àquela municipalidade”, diz o voto, citando a manifestação da colega Eliana Junqueira Munhós Ferreira durante a análise de outro recurso sobre o tema. Na tramitação dos casos no 1º grau, o juízo da Vara da Fazenda Pública Municipal da Capital julgou procedente duas ações de consignação de pagamento ajuizadas pelo município de Vitória em face das empresas Auremar Serviços Marítimos Ltda e Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais SA (Usiminas). Um dos efeitos daquelas sentenças foi a declaração da competência do município de Vitória para tributar os fatos geradores de impostos no terminal marítimo. Ainda cabe recurso por parte do município da Serra.

21/08/2013 / 0 Comments
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Mesmo com explicações do governador, segue impasse sobre fundo

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Segue emperrada na Assembleia a votação o projeto de Lei Complementar 34/2013, que institui o Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEADM). A expectativa era de que a matéria fosse aprovada nesta quarta-feira (21), mas foi o deputado estadual Euclério Sampaio (PDT) quem pediu prazo para emissão de parecer da Comissão de Segurança Pública. O projeto que estava há cerca de duas semanas tramitando na casa em Regime de Urgência causou muita polêmica no plenário, já que os deputados desconfiavam que a criação do fundo tiraria uma ferramenta política importante das mãos deles, que é a intermediação da transferência de recursos do governo para suas bases municipais. Na semana passada, a pedido da maioria dos deputados do plenário, o deputado Marcelo Santos (PMDB), que havia pedido prazo regimental na Comissão de Infraestrutura da Casa, solicitou à Mesa Diretora que o projeto fosse baixado de pauta para que o governo pudesse esclarecer as dúvidas dos parlamentares. Na noite dessa segunda-feira (19), em reunião com os deputados, o governador Renato Casagrande explicou os objetivos do projeto e aproveitou para acalmar os ânimos dos deputados preocupados com suas visibilidades nas bases eleitorais. Cinco emendas foram apresentadas ao projeto. Uma delas, de autoria do próprio Governo, institui que a transferência de recursos será efetuada pelo Banestes. A emenda teve origem de uma dúvida que os deputados tiveram e, após reunião com o governador Renato Casagrande (PSB), na última segunda-feira (19), o Executivo propôs a emenda. Outra emenda, proposta pelo deputado Sandro Locutor (PV), determina que os municípios poderão destinar até 5% do orçamento para elaboração de projeto técnico. Os deputados Genivaldo Lievore (PT), Marcelo Santos (PMDB) e Dr. Hércules (PMDB) também propuseram emendas. A matéria ainda será analisada pelas comissões de Segurança, Assistência Social, Agricultura, Meio Ambiente e Finanças e retornará à Comissão de Justiça para análise das emendas, antes de ser votada pelo Plenário. Esperava-se que as arestas tivessem sido aparadas no encontro dessa segunda e que o projeto fosse aprovado nesta quarta (21). Mas, apesar da aprovação nas comissões de Infraestrutura, Educação, Turismo, Cultura e Saúde, várias emendas foram apresentadas ao projeto. Com o pedido de prazo regimental de Euclério, a discussão deve voltar à pauta apenas na próxima quarta-feira (28). A justificativa do projeto garante que o fundo visa a compensar as perdas de recursos federais, como a arrecadação de ICMS. Mas para os deputados o fundo tira de suas mãos uma importante ferramenta política. Já para o governador Renato Casagrande, que precisa construir seu palanque de reeleição para o próximo ano, o fundo vai permitir uma aproximação maior com os prefeitos, principalmente os das cidades com menos de 20 mil habitantes, que são dependentes do governo e maioria no Estado. Com o apoio dos prefeitos, Casagrande pode construir de forma mais sólida as bases de seu palanque. Além disso, não ficaria refém da atuação dos deputados nesses colégios eleitorais e sim os deputados do governador como puxador de votos.

21/08/2013 / 0 Comments
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Nova decoração

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Nos bastidores da Assembleia, corre forte o comentário de que em 2015 haverá nova decoração na maioria dos gabinetes da Casa. As dificuldades apontadas pelos meios políticos para a disputa do próximo ano possam trazer uma renovação de mais da metade do plenário. Os deputados sabem disso, daí essa inquietação no Legislativo, principalmente em relação ao Executivo. A redução do número de vagas, o escândalo da “Derrama” no início do ano, a posição de metade da Casa em relação ao fim da cobrança do pedágio na Terceira Ponte, entre outros pontos, trazem muita preocupação aos deputados. O embalo do sentimento de mudança que surgiu nas eleições municipais e deve ganhar força na disputa do próximo ano, aliado à insatisfação da população com o desempenho da classe política em geral, aumentam o risco de reeleição de muitos parlamentares. Isso sem falar no contingente de ex-prefeitos, ex-deputados e vereadores que estão de olho em uma das 27 vagas da Assembleia no ano que vem. Se o governador Renato Casagrande tem ainda um tempo, curto é verdade, para tentar dar uma resposta à população sobre seu governo, os deputados não dispõem dos mesmos mecanismos. Daí o desespero em relação ao Fundo de Desenvolvimento dos Municípios. Sem a interlocução entre a base e o Executivo, restará aos deputados o papel de fiscalização da aplicação dos recursos do Estado e a elaboração de leis, que em sua maioria barradas por terem vício de iniciativa ou serem inconstitucionais. Nem uma coisa nem outra dá visibilidade necessária para angariar os votos para a reeleição. A irritabilidade no plenário é visível. Deputado quer emenda aplicada, quer tirar foto ao lado do governador em inauguração de obra ou em ordem de serviço, quer barganhar cargo para seus cabos eleitorais. Uma fórmula que deu certo durante muito tempo, mas que pela mudança do perfil do eleitorado pode não ser a escolha mais acertada.  De qualquer forma, há muito pouco tempo para a Assembleia mudar sua postura, ganhar o respeito de parte da mídia que sempre a tratou como a “Geni dos poderes” e ter uma atuação crítica em relação ao governo e aos problemas do Estado. Fragmentos: 1 – É desnecessária a movimentação do deputado Carlos Manato de tomar o PP de cima para baixo. Ele teria espaço garantido para sua disputa à reeleição no próximo ano e, agora, já entra com metade do partido torcendo o nariz para ele. 2 – Os vereadores dos principais municípios da Grande Vitória observam com interesse os movimentos para a disputa eleitoral do próximo ano. Com o desgaste dos atuais deputados estaduais pode sobrar vaga para todos os lados.   3 – Uma estratégia que vem sendo muito utilizada pelos nobres edis é a aproximação cada vez mais forte com as lideranças de bairro, que podem ser grandes indutores de votos em 2014.

21/08/2013 / 0 Comments
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Sessão que definiu procedimento para eleição de conselheiro pode ser anulada

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Theodorico Ferraço (DEM), vai analisar o pedido de nulidade da sessão da Comissão de Finanças que iniciou os procedimentos para escolha do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Na sessão desta quarta-feira (21), o deputado Cláudio Vereza (PT) apresentou uma questão de ordem com o objetivo de anular a decisão do presidente interino, Atayde Armani (DEM), prorrogando o prazo de análise dos currículos dos 22 candidatos à vaga. Na solicitação, o petista questionou a aplicação do dispositivo (artigo 305 e 306) do Regimento Interno da Casa, que veda o retorno de parlamentar antes do fim do prazo de licença médica. De acordo com Vereza, o demista teria se licenciado no último dia 05 de agosto pelo prazo de 30 dias. O deputado quer saber se Armani poderia presidir a sessão do colegiado, realizada nessa segunda-feira (19). Durante a sessão desta quarta, Ferraço avaliou o questionamento como pertinente e declarou que vai apresentar uma resposta oficial da Mesa Diretora até a próxima segunda-feira (26). O presidente da Casa informou que vai solicitar informações ao setor de Recursos Humanos sobre a existência de alguma solicitação feita pelo presidente interino da Comissão de retorno às atividades parlamentares. Caso a questão de ordem seja acolhida, a sessão do colegiado será anulada bem como a escolha do relator – ou relatores, como sugerem os demais membros da Comissão – dos procedimentos para a escolha do novo conselheiro. Na sessão anterior, Atayde Armani tomou para si a análise dos currículos de todos os 22 candidatos aberta com a aposentadoria do conselheiro Marcos Madureira. A medida foi criticada até mesmo pelo presidente da Casa sob alegação de que os documentos já teriam sido analisados por uma comissão interna da Mesa Diretora. No entanto, o deputado Atayde Armani – que assumiu a presidência da Comissão no lugar do deputado Sérgio Borges (PMDB), um dos candidatos na disputa – alegou que era necessário um novo exame dos documentos. Por conta do novo prazo, os membros da Mesa e lideranças partidárias na Casa decidiram, em reunião nessa terça-feira (20), formalizar junto ao colegiado um pedido de urgência no andamento dos procedimentos preparatórios. A intenção é de que os procedimentos sejam concluídos em até 60 dias. A Comissão de Finanças será responsável também pela definição do cronograma das sabatinas com os candidatos aptos para a disputa. Somente depois da conclusão da análise dos currículos e da realização de sabatinas com os concorrentes, o processo de escolha segue para o plenário da Casa, onde haverá a eleição propriamente dita do sucessor do conselheiro aposentado.

21/08/2013 / 0 Comments
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Torturômetro registra denúncia de agressões na Penitenciária Feminina de Colatina

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Uma denúncia protocolada pelo Conselho da Comunidade de Colatina (noroeste do Estado) zerou o Torturômetro nesta terça-feira (20). Representantes do conselho compareceram ao Núcleo das Comissões do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) e relataram a ocorrência de tratamento degradante na Penitenciária Feminina de Colatina. Esta foi a terceira vez que o Torturômetro do TJES foi zerado em uma semana.    Os conselheiros verificaram sinais de tortura em seis internas da penitenciária. As agressões teriam sido praticadas por agentes da ala masculina do presídio.    Antes de formalizar a denúncia, os conselheiros já haviam alertado a Comissão de Combate e Prevenção à Tortura do TJES sobre a possibilidade de ocorrência de agressões na unidade. A suspeita foi confirmada após entrevistas com as internas. Uma delas, ao ser conduzida para a entrevista, reconheceu no corredor um dos agentes que teria praticado a tortura.    O Torturômetro é um instrumento criado pelo TJES para monitorar a ocorrência de tortura no Estado. A última vez que foi zerado foi na última sexta-feira (16) após relato de que policiais civis teriam praticado atos de tortura física e psicológica em Itapuã, Vila Velha, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão.    Já no dia 13 de agosto um homem detido por força da Lei Maria da Penha no Centro de Triagem de Viana (CTV) denunciou que foi agredido por cinco agentes penitenciários,  que o espancaram. Ele disse também que foi levado para uma sala maior no presídio e atingido por spray de pimenta nos olhos e agredido novamente por mais sete agentes.   O denunciante também relatou que após as agressões foi algemado pelas mãos e pés  e deixado de um dia para o outro. Ele denunciou, ainda, que no dia seguinte ao que chegou ao CTV, um agricultor, também detido por força da Lei Maria da Penha, foi encaminhado ao mesmo presídio e espancado.    Ele disse que o homem foi levado para a sala de isolamento e torturado, sendo que seus gritos eram ouvidos à distância até silenciarem. O denunciante contou que o homem morreu e os agentes disseram que o agricultor falecera no hospital, embora os indícios apontavam que a morte teria ocorrido ainda no presídio      

21/08/2013 / 0 Comments
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CinemaEstreias da semana

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  Com o israelense A Banda, do diretor Eran Kolirin, o Cine Jardins estreia na próxima terça-feira (27) o projeto Sessão Lumière. A iniciativa orienta-se pelo nobre objetivo de resgatar a exibição de bons filmes de diversos países, especialmente aqueles encontraram dificuldade para entrar no mercado brasileiro. A Sessão Lumière será realizada de 15 em 15 dias e, o melhor, com entrada franca.   Também integram a programação: Antes da Chuva (1994), Paisagem na Neblina (1988), Amor e Sedução (1990), A Viagem do Capitão Tornado (1990), Mediterrâneo (1991), Asas do Desejo (1987), Delicatessen (1991), O Marido da Cabeleireira (1990) e Leolo (1992).   Em Simplesmente Uma Mulher o franco-argelino Rachid Bouchareb propõe uma visão das relações entre norte-americanos e árabes. A comédia romântica argentina Amor em Trânsito tece encontros e desencontros no contexto da dura crise econômica do país, uma década atrás.   Os filmes entram em cartaz a partir desta sexta-feira (23).   ESTREIAS   Simplesmente Uma Mulher (Just Like a Woman, França/EUA/Inglaterra, 2012, 90 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Rachid Bouchareb. Com Sienna Miller, Sayed Badreya, Golshifteh Farahani, Roschdy Zem. Depois de terminar um relacionamento, Marilyn decide participar de um concurso de dança do ventre com a sua melhor amiga. As duas embarcam em uma viagem de autoconhecimento e transformação.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 21h20.   Amor em Trânsito (Amor en tránsito, Argentina, 2009, 91 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Lucas Blanco. Com Sabrina Garciarena, Verônica Pelaccini, Lucas Crespi. Com tudo preparado para ir para Barcelona e encontrar seu namorado, Mercedes encontra Ariel, que acaba se transformando em uma companhia muito agradável. Paralelo a isso, Juan chega à Argentina depois de muitos anos fora em busca de uma mulher, mas acaba conhecendo Micaela.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 21h20. Terça não haverá sessão.   As Horas Vulgares (Idem, Brasil, 2011, 124 minutos, 16 anos) Drama. Direção de Rodrigo de Oliveira e Vitor Graize. Com João Gabriel Vasconcellos, Romulo Braga, Higor Campagnaro, Tayana Dantas. Na noite vazia de Vitória, Théo e Lauro se reencontram. Entre a cumplicidade desta noite e a lembrança de noites passadas com velhos amigos, bebidas e jazz, eles irão confrontar a realidade e o desencanto.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 19h05.   Sem Dor, Sem Ganho (Pain and Gain, EUA, 2013, 129 minutos, 18 anos) Ação. Direção de Michael Bay. Com Mark Wahlberg, Dwayne Johnson, Ed Harris, Rebel Wilson. Dupla de fisiculturistas da Flórida acaba envolvida em um esquema de extorsão e sequestro.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 2. 16h, 18h40, 21h20. Sábado e domingo também 13h20. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 8. 19h20 e 21h50. Sexta e sábado também 0h20.   Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos (The Mortal Instruments – City of Bones, EUA/Alemanha, 2013, 130 minutos, 12 anos) Ação. Direção de Harald Zwart. Com Jonathan Rhys Meyers, Lily Collins, Jamie Campbell Bower, Lena Headey. Na tentativa de salvar a mãe, sequestrada por um demônio, a jovem Clary Fray descobre a verdade sobre seu passado e sua linhagem.   Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 7. 15h50, 18h30, 21h10. DUBLADO. Sábado e domingo também 13h10. DUBLADO. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 1. 14h, 16h40, 19h20, 22h. DUBLADO. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 2. 13h50, 16h40, 19h50, 22h40. Sala 5. 12h20, 15h10, 18h10, 21h. DUBLADO. Sexta e sábado também 23h50. DUBLADO.   SESSÃO LUMIÈRE   A Banda (Bikur Ha-Tizmoret, Israel/França/EUA, 2008, 87 minutos, 12 anos) Drama. Direção de Eran Kolirin. Com Sasson Gabai, Ronit Elkabetz, Saleh Bakri. Banda formada por policiais egípcios viaja a Israel para tocar na inauguração de um centro de artes. No meio no caminho, no entando, eles acabam de se perdendo.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. Terça 21h.

21/08/2013 / 0 Comments
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Marcus Vicente deve anunciar saída do PP após intervenção de cima para baixo

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O atual presidente do Partido Progressista (PP) no Estado, o ex-deputado federal Marcus Vicente, deve anunciar a saída da sigla na reunião marcada para a próxima terça-feira (27) junto à cúpula do partido em Brasília. No encontro, o progressista deverá formalizar a desfiliação após a intervenção do presidente nacional da sigla, senador Ciro Nogueira (PI), que entregou o comando regional para o deputado federal Carlos Mannato (recém-saído do PDT). Inicialmente, a pauta da reunião é a formalização da decisão pela troca de comando, porém, Vicente deve expor seu descontentamento com a mudança nos rumos do PP capixaba. Vicente avaliou a atitude da Executiva Nacional como “autoritária” e “antidemocrática” por ter sido feito à revelia da Executiva regional e demais lideranças do partido no Estado. Detalhe, ironicamente Vicente é suplente de Mannato na Câmara. O ex-parlamentar pontuou que a intervenção ocorreu após um momento de reorganização e pacificação interna do comando estadual, que teve um princípio de crise após a saída do ex-presidente regional Nilton Baiano – condenado em processo judicial à perda dos direitos políticos. Vicente não antecipou qual será o seu destino político, mas ele sequer cogita ficar de fora da vida partidária. Nos bastidores, a troca de comando no PP teria sido impulsionada pelo fato de Mannato contribuir para o aumento da bancada da sigla no Congresso Nacional. Apesar das declarações de Manato ao jornal A Tribuna, de que lhe foi oferecida a vice-presidência ou uma secretaria na Executiva regional, o deputado teria negociado com o comando nacional para assumir o controle do partido no Estado. Mannato deixou o PDT após atritos com o presidente regional da sigla, o ex-prefeito da Serra, Sérvio Vidigal. O motivo da briga seria o apoio irrestrito de Vidigal à candidatura de sua mulher, a deputada federal Sueli Vidigal, em detrimento às demais candidaturas do partido. No PP, Mannato terá não apenas o apoio na disputa à reeleição, mas também deve comandar as negociações para a composição do partido no cenário eleitoral de 2014.

21/08/2013 / 0 Comments
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Engraxate ‘vira’ vândalo e amarga quatro dias de prisão nas masmorras juvenis

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  Há um mês, mais precisamente no dia 19 de julho, o engraxate, que vamos “batizar” de Renato abreviou o dia de labuta naquela sexta-feira, como muitas outras pessoas que trabalham no Centro de Vitória. Motivo: todos queriam assistir ao protesto. Afinal, os enfrentamentos entre políciais e manifestantes despertavam mais curiosidade do que medo.    Com o jovem de 16 anos não foi diferente. Ele pôs sua caixa de engraxate no ombro e rumou para a Praça Oito, onde se podia ter uma visão privilegiada do confronto. De uma hora pra outra, Renato e outros transeuntes passaram da condição de expectadores para manifestantes. “De repente, um bando de gente veio correndo na minha direção e a polícia atrás, disparando balas de borracha e lançado bombas. Pensei, não vou correr para mostrar pra polícia que não estava no meio da confusão. Afinal, manifestante corre, não fica parado”.    O engraxate instintivamente ainda usou o recurso de levantar as mãos, em sinal de trégua. Não adiantou. Quando se deu conta estava algemado pelos pés e mãos engalfinhado com outras pessoas (manifestantes ou não) no “cofre” da viatura policial.    Sem ter oportunidade de explicar que não tinha nada a ver com o ato que começara na manhã do dia 19 com ataques ao Palácio Anchieta e se estendia tarde adentro, Renato foi encaminhado para o Departamento de Polícia Judiciária de Vitória.    “Lá no DPJ eu fiquei da tarde de sexta [19] até o sábado [20] algemado ora dentro, ora fora da cela, sem contato com a família e sem alimentação”, contou.   Renato, que é de Mantena, Minas Gerais, está morando no Estado há um ano. Ele conta que já morou na rua, mas que hoje divide um quarto e cozinha com a companheira de 17 anos. “Nem pude falar com minha esposa ou minha sogra para dizer o que estava acontecendo. Elas estavam preocupadas, me procurando”.    As violações no DPJ não se restringiram à falta de comunicação com a família. “Apesar de ser apresentado na delegacia como manifestante, o tratamento que recebi foi de bandido. Nunca pensei que passaria um dia por isso. Morei na rua, passei necessidade, mas nunca me envolvi com o crime. Tanto que não tenho passagem pela polícia. Nunca havia entrado numa unidade de adolescentes”.   Antes de deixar o DPJ de Vitória, o adolescente foi obrigado a assinar uma Nota de Culpa das mãos do delegado Danilo Bahiense, convocado para comandar a “baciada de flagrantes” forçados. Na nota, o adolescente aparece com 18 anos e é acusado de depredação de patrimônio público e privado, formação de quadrilha, entre outros artigos que não foram explicados a ele. Além da data errada, outros dados também estavam incorretos, como filiação e local de nascimento. Mas isso era o que menos importava para a autoridade policial. O importante era fazer as prisões.    “Na nota, o ano do meu nascimento aparece 1994, mas eu nasci em 1997”. Além da nota de culpa, o mandado de intimação e o alvará de liberação também contêm erros. Cada documento traz informações distintas sobre a qualificação do adolescente, dando a impressão de que a documentação foi feita às pressas, sem rigor algum. Detalhe, o adolescente portava documento no momento da apreensão.    Se as primeiras 24 horas que passou no DPJ de Vitória foram traumatizantes, o pior ainda estaria por vir. “No Iases [na verdade na Unidade de Atendimento Inicial (Unai), em Maruípe, Vitória] fui jogado numa cela que só cabia oito, mas tinha quase 30 menores. Cheguei, e fui logo avisando que respeitaria todo mundo, mas que exigiria ser tratado com respeito. Ninguém mexeu comigo. Já outros dois meninos que foram presos na manifestação, vamos dizer assim, sem preconceito, mas com cara de playboy, como dizem, passaram um sufoco. Ali na cela havia um monte de gente misturada, bandido com pessoas que não tinha nada a ver com o crime, como no meu caso e acho que no dos outros dois rapazes. Eles só não foram zoados porque foram humildes. Tiveram sorte”.    Renato só seria solto na segunda-feira (22). Nesse período em que ficou na Unai, o adolescente não pode se comunicar com a família e acabou ficando esquecido. Ele conta que outros dois jovens apreendidos com ele foram soltos ainda no sábado (20). “Acho que a família tinha dinheiro para pagar advogados”, suspeita.    O engraxate não teve a mesma sorte, e ficou quatro dias preso. “O que aconteceu foi uma coisa horrível que eu não quero passar nunca mais. É uma pressão psicológica que não sei te descrever. Quando os outros dois foram soltos na madrugada do dia 20 eu fiquei ainda mais assustado. Nesses dias que fiquei preso vi muita coisa acontecendo ali. Agente espancando menor, brigas e menor indo para o hospital”, desabafou.    O adolescente só seria solto na segunda-feira (22), após um agente socioeducativo questionar se ele já tinha passagem pela Unai. “Ele começou a conversar comigo e quando falei que nunca tinha estado lá ele me deu mais atenção. Acabei contando toda a minha história de como fui parar lá e eu acho que ele viu que não era para eu estar ali. Foi ai que me encaminhou para uma assistente social e então fui solto”.    Dias depois de reconquistar a liberdade, Renato viveria um novo drama. O Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas (Nuroc) intimava o adolescente a comparecer ao órgão no dia 26 de agosto. “Muitos dos meus clientes são advogados que transitam pelo fórum. Mostrei o papel [a intimação] a um deles e pedi orientação. Ele explicou que o caso não era da área dele, mas que iria conversar com outro colega para me ajudar”.      O advogado André Moreira, que tem acompanhado outros casos de manifestantes presos no protesto do dia 19, passou a orientar o adolescente. De acordo com Moreira, a prisão, em tese, se mostra arbitrária, visto que o jovem foi preso sem motivação.    Além disso, ressaltou Moreira, em um caso de apreensão

21/08/2013 / 0 Comments
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Antissocial

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O governo Renato Casagrande não aprendeu absolutamente nada com as lições que ecoam das ruas há exatos dois meses. Pois não bastaram a criminalização dos protestos, o terrorismo e as prisões arbitrárias e aleatórias, que resultaram em medidas cautelares, inclusive a quem nem de protesto participou. Agora, a estratégia é ameaçar e intimidar manifestantes, a maioria estudantes, para ver se assim eles param de dar trabalho ao governo, exigindo seus direitos. Nada mais apropriado, então, do que colocar o Nuroc no meio, mesmo à revelia dos delegados – eles sabem que não estão ali para isso. Repare o nome: Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas. Como não temer? O secretário de Estado de Segurança, André Garcia, eleito por Casagrande uma das “estrelas” de sua gestão, sabe muito bem disso. Ele quer as “cabeças” das mobilizações e não vai medir esforços. Os protestos colocam à prova sua tropa despreparada. A “escola” dele é forte e tem como “mestre” o ex-secretário e atual prefeito de Vila Velha Rodney Miranda (DEM), “nosso” Rambo. Está na cartilha que aprendeu: não importa os meios, mas sim o fim. Para um governo socialista, que tenta insistentemente imprimir esta marca, nunca é demais lembrar: “os fatos são teimosos”.    Ameaça Por falar em Rodney, o prefeito criou a comissão interna que dará o passo inicial para a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM). Primeiro contratará uma empresa para elaborar o projeto de lei que será enviado à Câmara de Vereadores, para então ser aprovado o novo PDM. E não se iluda, vai ser todo voltado ao empresariado. Pior que está, fica!   Investigada O prefeito de Viana, Gilson Daniel (PV), contratou a Emec Obras e Serviços Ldta, por pregão presencial, para cuidar das áreas públicas do município, pelo valor de R$ 4,18 milhões. Vou refrescar a memória do leitor: a Emec foi citada nas operações Lee Oswald e Moeda de Troca, por supostas fraudes em contratos na gestão do ex-prefeito Reginaldo Quinta (PTB).    Investigada II Sediada no município da Serra, a empresa que também aparece na lista de doadoras de campanhas de políticos do Estado, “papou” bastante dinheiro na administração de Sérgio Vidigal (PDT). Está na mira do Tribunal de Contas e do Ministério Público Estadual (MPES).   Só pensam naquilo Começou a temporada de caça aos votos. Pauta da sessão desta terça-feira (20) na Assembleia Legislativa: votação de apenas um projeto relevante. No mais, 16 requerimentos dos deputados estaduais para conceder título de cidadão espírito-santense aos seus “escolhidos”. Daqui a pouco ganham fôlego as sessões solenes e especiais. Até ano que vem, o foco será este.    Deboche Comentário mais do que infeliz do deputado estadual Gildevan Fernandes (PV), na sessão desta terça-feira (20). “Engraçado, eu pedi vista de um projeto do governo, e o governo não mandou ninguém invadir a Assembleia Legislativa”. Recado direto aos manifestantes.    Ufa! Finalmente chegou ao fim a novela dos rebeldes do PR. Essa deu pano pra manga, hein.    De sobra Deve ter gente já preocupado com a entrega do relatório da CPMI que apurou a violência contra a mulher no País para o  presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Joaquim Barbosa. Vai que ele resolve abraçar a causa? Motivos não faltam.    Bom filho O conceituado jornalista Rosental Alves, que é capixaba, passou esses dias por Vitória para visitar a família. Ele iniciou sua carreira profissional no Estado e depois atuou nos principais veículos do país, principalmente o Jornal do Brasil. Há anos nos Estados Unidos, Rosental é diretor do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas, destinado a jornalistas da América Latina e Caribe. Tudo na internet.    Veja o absurdo… O Vice-Consulado Honorário da Itália, na Praia do Suá, em Vitória, só atende a cinco pessoas por dia para emissão de passaporte. Isso mesmo, cinco pessoas. Gente de todo o Estado vem para a Capital, até dorme na entrada e, mesmo assim, bate com a cara na porta. Que critério é esse? 140 toques “Assembleia dos trabalhadores da Garoto. Na luta por uma participaçao nos lucros que de fato atenda à categoria”. (Linda Moraes – Sindialimentação – no Twitter).   PENSAMENTO: “Há duas razões para qualquer coisa: a boa razão e a razão verdadeira”. Winston Churchill

20/08/2013 / 0 Comments
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A reboque

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No próximo dia 30 de agosto é o dia nacional em defesa da pauta dos trabalhadores. Mas curiosamente, quem vem convocando os trabalhadores para a rua não é o movimento sindical e sim esse movimento social que tomou as ruas desde o final do primeiro semestre deste ano.    Em julho passado, o Movimento Sindical tentou dar uma demonstração de força convocando uma grande manifestação, com uma paralisação de todos os setores, mas como não havia transporte, porque ele também aderiu à paralisação, não houve aglomeração de trabalhadores e o movimento se transformou em um grande fiasco.    Agora novamente o movimento sindical mergulha a cabeça em um buraco, como avestruz, e deixa de cumprir sua função de encabeçar as convocatórias para o Dia Nacional de Luta e para o Grito dos Excluídos, que acontecerá no próximo 7 de Setembro.    Esse descompasso do movimento sindical com a pauta da rua é mais um reflexos de tudo aquilo que a coluna vem alertando neste espaço há muito tempo. Nem mesmo o PT, que é o partido que surgiu em meio às demandas da classe trabalhadora, chamando para o debate, consegue atrair a atenção do movimento. O que está faltando então?   A verdade é que mergulhados nos interesses próprios, os diretores de muitos sindicatos e das centrais se focam apenas na manutenção do poder e esquecem suas funções mobilizadoras. Assim abrem espaço para que outros movimentos ocupem essas lacunas, tomando das mãos do movimento as rédeas dessa articulação.    Enquanto os movimentos sociais crescem e se articulam, o movimento sindical míngua, perde representatividade e deixa de cumprir não só sua função mobilizadora, mas também política. O resultado disso é o desempenho dos políticos oriundos do movimento.    A gente vê os quadros políticos que têm origem no movimento sindical e que não acrescentam nada ao movimento. É hora de o trabalhador entender que essa representação deve ser completa e não apenas cartorial. O movimento sindical deve gerar políticas que acrescentem substância à disputa de classe em favor do trabalhador.    É hora de acordar!

20/08/2013 / 0 Comments
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