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Século Diário

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Levantamento do TSE aponta que mais de 24 mil capixabas estão com os direitos políticos suspensos

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Segundo dados da Justiça Eleitoral, divulgados no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) 24.126 pessoas no Espírito Santo, 0,6% da população, estão com os direitos políticos suspensos. No Brasil, o número chega a 883,2 mil.    Mas está enganado quem pensa que na lista estão apenas políticos com mandato ou quem já esteve na esfera do poder público em algum momento. Embora eles também estejam na lista, deixar de cumprir as obrigações legais também pode levar à perda dos direitos políticos.   A suspensão dos direitos políticos pode ser ocasionada por quatro motivos: incapacidade civil absoluta, condenação criminal transitada em julgado, recusa de cumprir obrigações constitucionais. O motivo mais conhecido, porém, é a condenação por improbidade administrativa.   Embora mais conhecida, a improbidade não é a maior causa das suspensões e sim a condenação criminal, seguida da incapacidade civil absoluta. Em terceiro lugar estão os 76.833 brasileiros alistados no serviço militar.    A improbidade administrativa vem em quarto lugar com 374 casos em todo o país. Quem deixa e cumprir o serviço militar obrigatório também perde os direitos políticos.    Com a suspensão dos direitos políticos, o cidadão não pode votar e ser votado. Também não pode se filiar a nenhum partido político ou exercer cargo público, mesmo que não eletivo, assim como cargo em entidade sindical.  

06/08/2013 / 0 Comments
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Lideranças se reúnem com Dilma e votação dos royalties é adiada

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Após reunião com a presidente Dilma Rousseff, na noite dessa segunda-feira (5), pelo menos dez lideranças da base aliada do governo decidiram adiar para a próxima semana a análise do projeto que destina os recursos dos royalties sobre o petróleo para educação e saúde. Dilma e as lideranças retomam o tema em nova reunião na próxima segunda-feira (12).   As lideranças indicam que o tema requer mais discussão, uma vez que alguns parlamentares divergem da posição do governo de destinar os recursos sobre os royalties para essas duas áreas, como quer a presidente.   As posições do governo, Câmara e Senado são conflitantes. Por exemplo, enquanto o governo defende 100% dos royalties do petróleo para educação, a Câmara quer 75% para educação e 25% para a saúde, mesma posição do Senado.    O principal ponto de disputa sobre o texto diz respeito à aplicação dos recursos do Fundo Social do pré-sal. O governo quer destinar 50% dos rendimentos do fundo para a educação; já a Câmara quer o repasse para a educação de todos os recursos recebidos do fundo do pré-sal. Nesse ponto, o Senado é contrário à proposta da Câmara e a favor da do governo.   Somente os contratos fechados a partir de 3 de dezembro de 2012, segundo a proposta do governo, devem ser destinados à educação. A Câmara, mais uma vez, diverge. Incluiu os contratos já assinados, mas que só começaram a ser explorados a partir de dezembro de 2012. Com relação é esse item, o Senado concorda com a Câmara, mas defende que a medida só valha para o governo federal, deixando estados e municípios de fora da obrigatoriedade.    Em números, fica mais fácil entender as divergências entre as três propostas. Na do governo, seriam repassados em 10 anos R$ 25,8 bilhões para a educação; a proposta da Câmara prevê o repasse de R$ 261,4 bilhões; e a do Senado R$ 97,48, no mesmo período. 

06/08/2013 / 0 Comments
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Deputados cobram do governo informações sobre auditorias na Terceira Ponte

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Os deputados estaduais Gilsinho Lopes (PR) e Euclério Sampaio (PDT) apresentaram, nesta terça-feira (6), dois ofícios solicitando informações ao governo sobre o relatório de uma auditoria privada, contratada pelo Estado, na concessão do Sistema Rodosol. Nos requerimentos, lidos durante o expediente da sessão ordinária, os parlamentares querem saber o resultado da investigação realizada em 2008, durante o governo Paulo Hartung (PMDB). No primeiro requerimento (nº 235/2013), o deputado Euclério Sampaio solicitou uma cópia integral do relatório da auditoria realizada pela Auditoria Geral do Estado (AGE) – hoje Secretaria de Controle e Transparência (Secont) –, então comandado pelo atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Sebastião Carlos Ranna, sobre o pedágio da Terceira Ponte. Já o deputado Gilsinho Lopes cobrou, no requerimento (nº 236/2013), a remessa pelo secretário de Transportes e Obras Públicas, Ney Fábio Damasceno, de uma cópia do estudo encomendado à Fundação Getúlio Vargas (FGV), que participou da auditoria na AGE, para avaliar a situação econômico-financeira do contrato de concessão firmado entre o Estado do Espírito Santo e a Concessionária Rodosol SA. De acordo com a Constituição Estadual, os responsáveis pelas pastas deverão apresentar as informações no prazo máximo de 30 dias, sob pena de crime de responsabilidade. Essa será a primeira vez que os deputados miram os trabalhos realizados dentro da AGE, que terminaram sem a divulgação dos trabalhos. Chama atenção que os trabalhos foram concluídos pouco antes da negociação que excluiu obras previstas no contrato de concessão, arcadas com dinheiro público. Além desse estudo, outras duas auditorias já haviam sido feitas na concessão da Terceira Ponte, em 2003 e 2006 – ambas pelo TCE. Atualmente, o tribunal é responsável por uma nova auditoria no contrato, solicitada pelo governador Renato Casagrande, após as manifestações populares contra a cobrança na ponte. Durante a realização dos trabalhos, o valor do pedágio será reduzido a R$ 0,80, tarifa que cobriria apenas os custos de manutenção.

06/08/2013 / 0 Comments
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Análise: ???Amor Pleno???

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A estética passa a ser o bem mais intercambiável do planeta. Geradas por um racionalismo tecnológico, as regras da beleza apresentam padrões mercadológicos de consumo e atualmente entram numa lógica da automação, onde tudo é passível de reprodução baseado em algoritmos digitais.    Desse modo imagens se multiplicam por paredes e outdoors (paredes criadas para mais imagens) com o mesmo intuito, vender o belo. Cada vez mais raro nessa sociedade imagética alguém conseguir subverter essa regra de beleza e inserir uma sensibilidade natural.     Uma simples história de amor ganha contornos universais quando vista desde outros pontos de vista. Uma ruptura, traições e entregas completas, que permeiam todos os relacionamentos, em Amor pleno são vislumbrados a partir de um olho esteta, preocupado mais com a subjetivação da beleza do que com seu consumo.   Um casal em conflito que tenta permanecer junto. Idiomas e culturas distintas que permeiam memórias e momentos. O atual que recompõe-se e se recria na paixão e no convívio.   Câmera móvel, flutuando em todas as cenas, assim como a imagem, que muitas vezes retorna como um sonho. A narrativa que não prende-se ao linear, mas que flui baseando-se nas imagens, como pequenos núcleos de beleza existentes em cada momento da vida. Um olhar que capta cada movimento belo da existência.   Pessoas solitárias que passam pela vida se movem de um lado ao outro como uma viagem interminável, tecendo redes com a ressignificação do olhar. Desse modo a lembrança que habita não é a mesma realidade visível, há diversas formas de se manifestar, assim como outros pontos de vista.   Várias vozes, pensamentos, varias línguas, mas uma constante busca pelo amor; quando porém o silencio se faz presente, sem palavras que o descreva ou que o restaure, tudo uma questão de tempo e continuidade. O mesmo tempo que precede a existência, que não se registra enquanto vive porque depende da maneira de vivê-lo. Relatividade.   Amores plenos, mas não correspondidos. Que requerem dedicação e entrega, realizar escolhas, deixar uma parte de seu mundo conhecido para entrar no mundo do outro, que pode ser belo e terno, mas será um tempo distinto, um espaço alheio. Esse risco deve-se correr.   A fotografia marcada por um rigor estético em cada imagem é o ponto alto do filme,  buscando a redenção no sublime mesmo que encontrado em pequenas coisas do cotidiano. Auxiliada por escassas mas bem pontuadas músicas, provoca uma catarse estética.   O inexpressivo Ben Affleck encontra seu papel perfeito, de marido calado e ausente, auxiliado pela companheira Olga Kurylenko que participa da composição dos enquadramentos mais belos do filme.   O diretor Terrence Malick (Além da Linha Vermelha, 1998) acostumado a isolar-se da sociedade para buscar imagens oníricas, passa a produzir cada vez mais seguido assemelhando-se dessa vez ao filme anterior (A Árvore da Vida, 2011). A similitude de temas e imagens sugere um desdobramento da história, ou será que ele também parece ter descoberto as regras da beleza?   Serviço Amor Pleno (To the Wonder, EUA, 2012, 112 minutos, 14 anos)    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 16h55.

06/08/2013 / 0 Comments
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Prazos para abertura de nova licitação de ônibus vencem até o final deste mês

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O governo do Estado tem prazo até o final deste mês para a publicação dos editais de concorrência pública para a distribuição das concessões do sistema de transporte coletivo. Mesmo com o prazo de 12 meses, imposto pela Justiça Estadual, as licitações para a regularização das atuais linhas intermunicipais e do sistema Transcol devem sofrer atraso. Até o momento, o governo não realizou nenhuma audiência pública para ouvir a sociedade, sendo que a primeira está marcada apenas para esta quarta-feira (7) – outras três foram agendadas e canceladas. Os prazos iniciais chegaram a ser prorrogados, já que a contagem do limite leva em consideração a data apreciação de recursos pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJES) e não as decisões do juízo de 1º grau, apresentadas entre junho e agosto do ano passado. Apesar desse tempo a mais, a Secretaria de Transporte e Obras Públicas (Setop), responsável pelos preparativos da licitação, não dá sinais para a regularização das atuais concessões, que foram declaradas nulas por falta de concorrência pública. De acordo com levantamento da reportagem, o governo capixaba tem até o próximo dia 26 (primeiro dia útil após o prazo fatal, dia 24, que cai no sábado) para a publicação da concorrência para as linhas intermunicipais, que fazem a ligação entre os municípios do Estado. No caso do Sistema Transcol, o prazo de abertura da licitação – que será a primeira desde a sua implantação há 15 anos – vence naquela mesma semana, no dia 30. No dia 21 de março, o secretário de Transportes, Fábio Ney Damasceno, anunciou a contratação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a elaboração dos estudos técnico e econômico-financeiro para a realização das licitações. A empresa também deve auxiliar o governo durante as audiências públicas, que vão discutir a modelagem dos certames, ou seja, o tipo e as exigências previstas na concorrência. No entanto, os debates com a sociedade ainda não foram iniciados. A audiência pública para discussão do tema havia sido marcada inicialmente para o dia 22 de maio, mas foi desmarcada após um acidente de carro que deixou o Clube Álvares Cabral, local do debate, às escuras. Posteriormente, a audiência foi marcada para o dia 14 e remarcada para o dia 25 de junho. No entanto, os protestos populares pelo fim do pedágio da Terceira Ponte forçaram um novo adiamento. Desta vez, a audiência está marcada para esta quarta-feira (7), no mesmo local. O governo estadual deve realizar outras duas audiências no interior do Estado – uma em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Estado, e em Colatina, região norte – para discutir o tipo de licitação para as linhas intermunicipais. Somente após essas reuniões, o governo deve lançar o edital das concorrências. Não há prazo para a assinatura dos novos contratos de concessão. Na sessão desta segunda-feira (5), o deputado estadual Gilsinho Lopes (PR) denunciou o atraso na publicação das licitações. Segundo o republicano, os prazos estipulados pela Justiça não devem ser cumpridos devido à falta de projetos básicos. 

06/08/2013 / 0 Comments
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Preço da cesta básica registra queda em Vitória no mês de julho

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O preço da cesta básica caiu em julho nas 18 capitais pesquisadas mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Vitória apresentou uma queda de 1,55% no valor dos alimentos.    A última vez em que houve recuo no preço em todas as localidades acompanhadas pelo órgão foi em maio de 2007, quando o levantamento era feito em 16 cidades (não participavam Manaus e Campo Grande).   As retrações mais significativas, além de Vitória, foram registradas em Brasília (-8,86%), Florianópolis (-7,61%), Porto Alegre (-7,06%) e Goiânia (-7%). As menores variações ocorreram em Salvador (-0,18%) e Manaus (-1,82%).   A cidade de São Paulo continuou a ser a capital com o maior valor (R$ 327,44) para os gêneros alimentícios de primeira necessidade, apesar do recuo de 3,82% ocorrido no mês passado no custo da cesta paulistana. A capital do Espírito Santo (Vitória) vem em segundo lugar com R$ 310,73, seguida por Manaus (R$ 310,52) e Porto Alegre (R$ 305,91). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 239,36), Salvador (R$ 259,73) e Campo Grande (R$ 264,87).   Segundo o Dieese, o menor salário pago em julho para atender às despesas de uma família deveria ser R$ 2.750,83, ou seja, 4,06 vezes o mínimo em vigor (R$ 678,00).  Para chegar a esse valor, o Dieese leva em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser capaz de suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.    Em junho, o mínimo necessário era maior e equivalia a R$ 2.860,21, ou 4,22 vezes o piso vigente. Já em julho de 2012, o valor necessário para atender às despesas de uma família chegava a R$ 2.519,97, o que representava 4,05 vezes o mínimo de então (R$ 622,00).   Entre janeiro e julho deste ano, somente em Florianópolis a variação acumulada do preço da cesta básica apresentou queda (-2,08%). Nas demais 17 localidades houve alta, com os maiores aumentos verificados no Nordeste – região que atravessa período de forte seca: Aracaju (17,30%), João Pessoa (15,85%), Salvador (14,36%), Natal (13,34%) e Recife (12,46%). Belo Horizonte (0,89%), Goiânia (2,34%), Curitiba e Brasília (ambas com 3,08%) apresentaram as menores variações acumuladas.

06/08/2013 / 0 Comments
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SPU propõe acordo para evitar demolição de quiosques em Vila Velha

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Em entrevista à Rádio CBN Vitória, o superintendente do Patrimônio da União (SPU) no Estado, Magno Pires, vê com ressalvas a decisão da Justiça Federal de retirar os 46 quiosques da orla de Itaparica, em Vila Velha. Pires aposta numa solução intermediária e de menor impacto entre a prefeitura do município, quiosqueiros, Ministério Público Federal e Justiça Federal (JFES).      Na última semana o MPF no Estado requereu a execução da sentença da Justiça Federal, de fevereiro deste ano, que determinou a desocupação e demolição dos quiosques. Segundo o órgão, os recursos apresentados contra a sentença não têm efeito suspensivo. Nada impede a demolição das estruturas, que foram instaladas na década de 1990 na orla de Vila Velha sem licenciamento ambiental, em desrespeito às normas sanitárias, paisagísticas e estéticas da região.   Já a SPU tenta uma solução negociada para o impasse. Pires afirma que a demolição dos quiosques, como quer o MPF, traria prejuízos aos comerciantes e à população, que ficaria sem o serviço. Ele não julga razoável a decisão da Justiça que determina a demolição e substituição dos quiosques por modelos provisórios.    A proposição que o superintendente apresentou é que prefeitura, quiosqueiros e MPF firmem um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com uma série de medidas a serem tomadas para a adequação dos quiosques às especificações da União para a ocupação de áreas de Marinha. A proposta inclui um prazo de 90 dias para que a prefeitura apresente projeto – que pode ser supervisionado pela SPU – de novos quiosques, além da forma como a ocupação deles vai se dar.    O MPF aponta que as instalações sanitárias da maioria dos quiosques não estão ligadas s à rede de tratamento e lançam os dejetos diretamente na rede pluvial contribuindo para a poluição dos lençóis freáticos, dos rios e do mar. “Além disso, os quiosques foram instalados sem o pagamento de qualquer taxa de utilização, sem a realização de procedimento licitatório (concorrência pública) que garantisse o direito de utilizar a área e sem a realização de consulta pública aos moradores da região para que se manifestassem sobre a utilização comercial dos espaços”.    Magno Pires rebate a argumentação do MPF. Ele garante que os atuais quiosques instalados em Itaparica descartam o esgoto na rede de tratamento. 

06/08/2013 / 0 Comments
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Candidatura de Balestrassi resguarda palanque de Aécio Neves no Espírito Santo

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A candidatura do ex-presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado (Bandes), Guerino Balestrassi (PSDB), ao governo do Estado pode ser uma realidade. Caso se lance candidato na disputa de 2014, Guerino resguarda o espaço político para o presidenciável tucano, o senador por Minas Gerais, Aécio Neves no Espírito Santo.    A expectativa no ninho tucano é de que se a aliança que vem sendo costurada entre PSDB e PMDB não vingar em 2014, o partido tem uma alternativa na majoritária para garantir o palanque presidencial no Estado. Por isso, a posição de Balestrassi é partidária.    Nacionalmente, para os tucanos, a preferência seria a garantia de uma candidatura majoritária no Estado com um nome do PMDB. A costura que envolveria o ex-governador Paulo Hartung ou o senador Ricardo Ferraço na candidatura ao Palácio Anchieta fortaleceria mais o palanque de Aécio.    O PMDB não tem candidato a presidente, o que facilita as movimentações no Estado. Mas se a costura não der certo, o PSDB lança o nome de Balestrassi. Se para Aécio não é a melhor opção, já que Balestrassi nunca foi testado em uma disputa estadual e está sem mandato eletivo desde 2008, quando deixou a prefeitura de Colatina (noroeste do Estado), para os tucanos locais a candidatura é uma excelente ideia.    As pretensões do partido estão voltadas para a disputa proporcional, sobretudo, para a Câmara dos Deputados. A menos que haja uma reviravolta no Supremo Tribunal Federal (STF), a disputa terá nove vagas e o PSDB quer duas.    Para isso, pretende lançar seus principais nomes para a disputa: o deputado federal Cesar Colnago; ex-prefeito de Vitória, Luiz Paulo Vellozo Lucas; o ex-prefeito de Vila Velha, Max Filho e a ex-deputada federal Rita Camata. Para fortalecer a proporcional é importante uma candidatura majoritária que guarneça o projeto do partido. 

06/08/2013 / 0 Comments
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Sopa para o azar

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Como ensina o ditado, o governador Renato Casagrande está dando “sopa para o azar”. Em decisão liminar, publicada nesta segunda-feira (5), o juiz da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, Gustavo Marçal, determinou o bloqueio dos bens do ex-presidente da Delta Construções S/A, Fernando Antônio Cavendish, e de mais cinco servidores do Departamento de Estradas do Rodagem do Estado (DER-ES) por fraudes em obras públicas.    A decisão aperta o cerco da diretoria do DER-ES, que fica impedida de fazer aditivos nos atuais contratos ou tampouco celebrar novos contratos com a empreiteira do contraventor Carlinhos Cachoeira    O juiz afirma que as provas do Ministério Público Estadual (MPE), autor da ação civil pública, são claras. Apontam para “provável ocorrência dos atos de improbidade administrativa” que teriam causado a lesão ao erário, enriquecimento ilícito dos acusados e a violação aos princípios que regem a administração pública.    O promotor do caso, Dilton Depes Tallon Netto, pôs na ponta do lápis os valores dos contratos e aditivos celebrados com a Delta para mostrar o montante do “negócio”: R$ 42 milhões, só com o DER-ES.   O caso em si já é um escândalo, pois envolve contratos milionários da suspeita Delta com o governo do Estado. Porém, o mais intrigante nessa história é o sangue frio do governador Renato Casagrande, que insiste em manter Eduardo Antonio Mannato Gimenes no comando da Diretoria Especial de Obras do DER-ES.   Na ação, o promotor chegou a pedir o afastamento do diretor da autarquia. Para justificar o pedido, Dilton Depes apresentou um argumento bastante plausível. Lembrou que Gimenes responde a oito, isso mesmo, oito processos em ações de improbidade no DER-ES.    Ao reforçar os argumentos que pedem o afastamento do diretor, o promotor deu um conselho valioso que poderia ser aproveitado pelo governador. Lembrou que os gritos das ruas podem fazer reverberar esse tipo de escândalo a qualquer momento.    “Com efeito, neste momento histórico em que a população indignada, sobretudo com as práticas e costumes políticos atuais, ocupa as ruas do país e do Espírito Santo […], ou seja, por serviços públicos de qualidade, contra a corrupção e principalmente pelo direito fundamental à boa governança, a manutenção de alguém que já responde a oito ações de improbidade numa ‘Diretoria de Obras Especiais’ é estar totalmente fora de sintonia com os reclames da cidadania”, ressaltou o promotor.    Apesar da clareza do alerta, o governador não esboçou nenhuma reação no sentido de afastar o diretor. Nessas horas é inevitável não interpretar a decisão do governador como uma manobra “camicase”, tal o risco da operação.    Não custa nada lembrar que Eduardo Antonio Mannato Gimenes é homem de Paulo Hartung. Tanto é que o diretor comandou o DER-ES durante boa parte dos dois mandatos do ex-governador.    Pronto, agora fica mais fácil entender o instinto “camicase” do governador.

05/08/2013 / 0 Comments
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???Problemão???

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O prefeito de Vitória, Luciano Rezende (PPS), é mesmo solidário. Rebocar a deputada estadual Janete de Sá (PMN) neste momento, em que ela virou alvo número um das ruas, por conta de sua postura na votação do projeto de decreto legislativo que propunha o fim do pedágio na Terceira Ponte, só mesmo sendo muito. E olha que nem precisava, pois a fusão entre o PPS e PMN “babou” logo de saída. Fora esse abacaxi de todo tamanho, tem também o fato de Janete não ser “mais essa coca-cola toda” na política capixaba. Está no mandato como suplente, e se não conseguir uma boa coligação, corre o risco de não chegar muito longe na disputa de 2014. O PMN não tem quadros suficientes para reeleger Janete, a saída está realmente nas mãos de Rezende. Se não for o PPS para salvar a reeleição da deputada em uma aliança na proporcional, qual outro partido o fará? Resposta difícil.   Acordo Movimentações em Vila Velha indicam a possibilidade de um casamento político entre o prefeito Rodney Miranda (DEM) e o deputado estadual Euclério Sampaio (PDT), com foco na disputa de 2014. Que irá reverter-se em ocupação de alguns cargos comissionados na administração municipal, já para fortalecer candidatura de Euclério à reeleição. A conferir.   Visibilidade Já na Serra, o prefeito Audifax Barcelos (PSB) volta sua atenção para o secretário municipal de Serviços, Jolhiomar Massariol Nascimento. O socialista pretende prepará-lo como um nome forte para sua linha de sucessão. Projeto pode começar já no ano que vem, em uma disputa para deputado estadual.   Poderosa Outra pasta de influência no município é a de Planejamento Estratégico, comandada por Marinely Santos Magalhães. Ela também foi nome de poder na gestão do ex-prefeito de Vitória João Coser (PT).   Tem mais João Ismael Nardoto, vice-presidente do PV no Estado, que respondia pela secretaria de Meio Ambiente de Viana, também está na Serra. E na mesma pasta.   Contraditório A recente declaração do governador Renato Casagrande na imprensa corporativa, reconhecendo que a Terceira Ponte já foi paga, gerou reação nos militantes do movimento “Não é por 20 centavos, é por direitos” no Facebook. É que o discurso de agora, não “casa” com o de antes.   Contraditório II Logo que os protestos ganharam as ruas, tendo como ícone o pedágio na Terceira Ponte, Casagrande justificou a manutenção do contrato no argumento de que acabar com a cobrança prejudicaria os municípios do interior e quem não utiliza a ponte. Agora, vem ele dizer que os usuários da ponte pagam os custos da construção da Rodovia do Sol. Mas por que, se não a utilizam? – 95% (ou mais) são moradores de Vila Velha e Vitória, usuários apenas da ponte.   Estratégia errada A propósito, estão programados atos populares para quase todos os dias desta semana. O governador vai para a internet novamente, falar do seu “passado democrático” e criminalizar os manifestantes?   Absurdo O prefeito de Conceição da Barra, Jorge Donati (PSDB), resolveu demitir os folcloristas Antônio Conceição e Anizio, que ensinavam folclore nas escolas do município, formando grupos de jovens. Isso em uma cidade que respira folclore. No mínimo lamentável.   140 toques “No fim de semana foi realizado um grande mutirão em todos os pontos da baía, retirando cerca de 107 toneladas de lixo”. (Vereador de Vitória Serjão Magalhães – PSB – no Twitter).   PENSAMENTO: “O mundo não é branco e preto. É mais como preto e cinza”. Graham Greene

05/08/2013 / 0 Comments
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