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Século Diário

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Balestrassi sai do Bandes pela porta dos fundos em momento conturbado do governo

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A saída “sem aviso prévio” de Guerino Balestrassi da presidência Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) pegou o governador Renato Casagrande de surpresa. Afinal, o tucano usou o cargo como trampolim eleitoral nestes dois anos e meio em que esteve à frente da instituição.    Embora Casagrande tenha entregado ao ex-prefeito de Colatina uma das instituições mais estratégicas do governo – mais valioso do que muita secretaria de Estado -, em termos de visibilidade pessoal, Balestrassi não soube reconhecer a gentileza, e saiu pela porta dos fundos. O anúncio acontece num momento de crise no governo, com a iminência de dois partidos vitais da base (PT e PMDB) pularem do barco.    Prova de que a saída foi deselegante e inesperada está no fato de Balestrassi ter comunicado primeiro ao conselho do banco antes de informar seu desligamento ao governador. Ele admitiu ter pedido uma reunião com Casagrande para informá-lo formalmente da decisão, mas deixou claro que sua posição é irreversível. Para justificar a saída, declarou a jornal A Gazeta (30/07): “Quem quer ser candidato a alguma coisa não deve estar dentro da máquina”, vaticinou.    É muito cômodo para Balestrassi dizer isso agora, depois de ter deitado e rolado à custa do prestígio e do caixa do Bandes nas eleições de 2012.    Fazendo o papel de crítico oportunista, o tucano acrescentou ao mesmo jornal que “aquela estrutura de botar todo mundo junto não cabe mais”, se referindo ao arranjo da unanimidade, marca do governo Hartung, que foi reeditado pelo governador Renato Casagrande.   Balestrassi, seguindo a estratégia de dar mais asa à família tucana, não afirma categoricamente, mas também não nega que seja o candidato do PSDB ao governo. Como ainda é cedo para o partido fazer tal projeção, a intenção é jogar a ideia no ar para criar um fato e mostrar que os tucanos capixabas têm bala na agulha para as eleições do próximo ano.    Não é segredo para ninguém que o ex-governador Paulo Hartung (PMDB), amigo pessoal do presidenciável tucano, o senador Aécio Neves, é quem vai dar a palavra final sobre o posicionamento das peças no xadrez político de 2014, tanto do PMDB quanto do PSDB.   Nesse xadrez, Hartung pode usar Balestrassi para marcar território, deixando para decidir no último minuto qual seria a configuração mais estratégica para o PMDB e PSDB, que devem estar juntos no Estado em 2014.    Outro tucano de peso, o ex-prefeito de Vitória Luiz Paulo Vellozo Lucas, há duas semanas, seguiu o mesmo caminho do colega Balestrassi. Depois de pedir guarida ao governador Casagrande, que também o acolheu prontamente no Bandes, Luiz Paulo também saiu abruptamente da instituição. Alegou que fora convocado para coordenar a campanha de Aécio em Brasília. Também acabou saindo correndo sem dizer obrigado.

30/07/2013 / 0 Comments
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O mundo cinza e opressor de ???Fahrenheit, 451???

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Uma história por trás do poder, censura e alienação, frutos de uma sociedade vigiada e teleguiada, onde livros são proibidos, prometendo uma ameaça à felicidade do homem. Essa é a história contada no próximo espetáculo do Quartas no Theatro, Fahrenheit, 451, da Companhia de Teatro Urgente. O espetáculo será apresentado nesta quarta-feira (31) no Teatro Carlos Gomes, em Vitória.   Inspirado no romance de Ray Bradbury e na adaptação para cinema de François Truffaut, o romance apresenta um futuro onde as opiniões próprias são consideradas hedonistas e antissociais e o pensamento crítico é suprimido.    A versão apresentada pela Cia Urgente de Teatro foi apresentada no ano de 2010, em seis cidades do Espírito Santo por meio do projeto Circulação Cultural da Secult, além de ganhar prêmios e homenagens.    Serviço Fahrenheit, 451 será apresentado nesta quarta-feira (31), às 19h, no Teatro Carlos Gomes. Praça Costa Pereira, Centro, Vitória. Ingresso: R$ 2 (inteira). 

30/07/2013 / 0 Comments
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TRE mantém registro de candidatura de Fiorot para as eleições de Pedro Canário

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O pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) aprovou, por unanimidade, o registro de candidatura de Antônio Wilson Fiorot (PSB), candidato à prefeitura do município de Pedro Canário, no norte do Estado. A eleição suplementar acontece no município neste domingo.    A candidatura de Fiorot teve registro deferido pelo juízo do município, mas a coligação “Pedro Canário não pode Parar”, formada pelos partidos PR, PT, PP, PRB, PSC, PRTB, PHS e PTB, entrou com pedido de impugnação da candidatura do ex-prefeito na instância superior. A justificativa para o recurso foi que a desincompatibilização do cargo e a apresentação de documentos foram feitas fora do prazo.    Além disso, o recurso argumentava que Fiorot foi o agente causador  do novo pleito eleitoral de Pedro Canário.   A relatora do recurso, juíza eleitoral Rachel Durão Correia Lima, esclareceu em seu voto, a respeito da desincompatibilização, que o TRE já tem jurisprudência firmada de que “a dispensa de desincompatibilização quando a municipalidade em que se exerce o cargo público é diversa daquela para a qual se pretende concorrer ao pleito”. Sobre as certidões fora do prazo, a relatora explicou que também há jurisprudência na Corte que garante a aceitação dos documentos antes da sentença final do juiz.    Sobre o fato de Fiorot ter sido causador da nova eleição, a juíza ressaltou que o que causou a inelegibilidade dele na eleição de 2012 foi o decreto legislativo, fruto de decisão da Câmara de Pedro Canário. Mas como esse decreto foi declarado ilegal pela justiça comum e, posteriormente, anulado pela própria Câmara, portanto, não possui mais efeito eleitoral de inelegibilidade a incidir.

30/07/2013 / 0 Comments
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Análise: ???Ferrugem e Osso???

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Num mundo hedonista e com recursos intermináveis o consumo é a maior causa de felicidade do cidadão. Entretanto a permanência num estado constante de excitação é causa das maiores taxas de depressão de toda história, nunca se tomou tanto antidepressivo (mais consumo) e nunca se gastou tanto com médicos e terapias de autoajuda.    Da célebre “há males que vem para o bem”, o sacrifício volta aos poucos ao centro da discussão, sendo proposto novamente como um caminho. Da austeridade europeia à humildade papal espetacularizada nas grandes mídias este caminho é fendido no meio do sistema de consumo, esperando sua adesão pelos consumidores céticos.   Ferrugem e Osso vai tocar justamente na ferida da dor e do sofrimento como elemento justificante da vida. Ali (Matthias Schoenaerts) sobrevive com seu filho Sam até que conseguem abrigo na casa de sua irmã. Consegue um emprego de segurança e conhece a Stephanie (Marion Cotillard) que é treinadoras de baleias num show aquático.    Depois do primeiro encontro decepcionante não há motivos para o reencontro. Ela porém sofre um acidente com as baleias e tem as pernas amputadas. Desapegando-se de qualquer pretensão de viver (impedida do prazer de andar e do prazer estético) liga para Ali. Uma relação de sacrifício se forma e isso pode salvar-lhes a vida.   A temática sofrida e crua da história é desenvolvida de forma tão poética e singela, que não vemos outro modo do destino manifestar-se. Somente por este acaso podem restaurar suas vidas.    As imagens desfocadas, subaquáticas (que fazem a ligação do sofrer dela e do dele) acompanhadas de tons instrumentais criam uma plasticidade na dor, instaurando o último recurso estético. A partir daí tudo é corte, dilapidado na vida dela. Ele ainda terá que enfrentar outra provação, dessa vez ele tem o poder de mudar a fatalidade.   A água que lava e purifica é o eixo central, sempre aparecendo para a redenção dos protagonistas tão sujos do cotidiano. O sangue, a ferrugem, a sujeira, tudo é acúmulo, a ruína decorrente deles é inevitável. Um caminho suave, sem atritos, sem registros é a chave do porvir, mesmo tendo-se que abrir mão de diversos padrões sociais.   O diretor Jacques Audiard (De Tanto Bater Meu Coração Parou, 2005) novamente discute a redenção, os encontros furtivos e o sacrifício como forma de amor. Assim como Calvino propôs, a leveza passa ser uma forma sublime de expressão.   Serviço Ferrugem e Osso (De rouille et d’os, França/Bélgica, 2012, 120 minutos, 16 anos)    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 19h.

30/07/2013 / 0 Comments
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Nova fase

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O protesto do último dia 19 foi marcado por uma forte repressão da polícia aos manifestantes. Os arredores do Palácio Anchieta, alvo do ato, virou uma verdadeira praça de guerra. A estratégia da polícia foi dar campo aos manifestantes para depois reprimi-los com violência.   Quem participou ou acompanhou os protestos daquela sexta-feira percebeu claramente que a polícia armou uma espécie de arapuca: primeiro atraiu e depois fez um ataque covarde aos manifestantes. A estratégia era dar corda para os ataques evoluírem para depois reprimir os manifestantes com o máximo rigor. Na justificativa para tanta truculência ficaria a resposta: a polícia não agiu, mas apenas reagiu aos ataques.   O discurso dos interlocutores do Palácio Anchieta e do próprio governador Renato Casagrande procurou exaltar os atos de vandalismo como objeto fim do protesto, tentando convencer a população de que o movimento cívico, que marcou as manifestações em todo o país, havia se descaracterizado, dando lugar a destruição gratuita e irresponsável ao patrimônio histórico e cultural do Estado.    A segunda parte da estratégia da polícia foi prender o número máximo de pessoas que se encontravam pelas ruas ou até mesmo dentro dos ônibus que circulavam pelo Centro da Capital capixaba. Naquele momento, não importavam os motivos da prisão, mas apenas exibir à opinião pública que o Estado não era omisso e estava cumprindo sua função de restabelecer a ordem pública.    Nos dias que se seguiram, o governador Renato Casagrande e representantes de instituições como a Ordem dos Advogados do Brasil no Espírito Santo e o Ministério Público Estadual repudiaram as ações de depredação do patrimônio público. Até o ex-governador Paulo Hartung, que andava desaparecido, deu o ar da graça para manifestar sua tristeza, lamentando os ataques ao Palácio Anchieta. Ele lembrou que a sede do governo estadual foi restaurada na sua gestão (2003 – 2010). Disse que lhe cortou o coração assistir os ataques à sede do governo. Doí também, principalmente no bolso do contribuinte, saber que o ex-governador “enterrou” R$ 25 milhões nas obras do “Posto Fantasma” de Mimoso do Sul, que nunca saiu do papel.    Mas, voltando às ruas, com a ajuda da imprensa corporativa, o governo conseguiu alcançar seu objetivo. Parte da população, passou a repudiar os protestos e se pôr do lado do governo, que já havia conquistado pontinhos importantes com a população quando mexeu os pauzinhos para reduzir de R$ 1,90 para R$ 0.80 o valor da tarifa do pedágio na Terceira Ponte.    As prisões, embora arbitrárias – prova disso foi que todos os 35 presos foram libertados -, serviram para o governo mostrar aos manifestantes que as forças policiais não aturariam mais a ação ativista classificada como criminosa.    Esse conjunto de ações, inegavelmente, arrefeceu os movimentos populares, dando a impressão de que a onda de protestos fosse, pouco a pouco, perdendo força até esvair-se por completo.    O movimento “Não é por 20”, porém, deu a volta por cima. Um evento na rede social Facebook convoca a população para participar de um seminário no próximo sábado. A proposta do movimento é discutir a série de protestos que começou no dia 17 de junho e não parou mais, alcançando seu clímax com a ocupação da Assembleia Legislativa por 12 dias.    Mas eles querem mais, porque já perceberam que podem mais. No evento do sábado, os manifestantes pretendem criar um regimento interno do seminário e organizar grupos temáticos que discutirão os mais variados assuntos: de cultura ao combate ao racismo, passando por questões como direitos humanos e mobilidade urbana.    A equipe de mobilização do evento se comprometeu a convidar o governador Renato Casagrande  e os prefeitos da Grande Vitória para o seminário   Eles ainda não sabem se o governador e os prefeitos aceitarão o convite, mas de uma coisa eles tem certeza: os protestos não vão e não podem parar. Tanto que a próxima manifestação, sexto ato do “Não é por 20”, volta às ruas o dia 6 de agosto.    Se a estratégia do governo era minar o movimento, parece que não deu certo.

29/07/2013 / 0 Comments
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Vai que cola

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O presidente do PSDB no Estado, deputado federal César Colnago, até tentou, mas está difícil convencer o mercado político dessa história de o partido ter candidato ao governo em 2014. E com nome já definido: o presidente do Bandes, Guerino Balestrassi. Primeiro que o ninho tucano, ao contrário do que “vende” Colnago, não está com essa bola toda. Segundo, não faz sentido, se pensarmos nas articulações que ganham corpo no Estado, que não oferecem outra alternativa ao PSDB do que fechar com o PMDB, comandado pelo ex-governador Paulo Hartung e que tem a intenção de ir para a disputa com o senador Ricardo Ferraço, desembarcando da parceria com o PSB e PT. “Comprar” a ideia de Colnago representa afirmar que o partido irá para a eleição sozinho – repetir a aliança com o PPS em 2010 não é possível, o prefeito de Vitória, Luciano Rezende já anunciou apoio à reeleição do governador Renato Casagrande, por mais de uma vez. Mas, considerando as fortes relações estabelecidas no Estado entre Hartung e o senador e presidenciável Aécio Neves – outro dia mesmo houve um oba-oba danado após reunião entre os dois no Rio de Janeiro –, é mais provável que essa aliança seja costurada, de cima para baixo, sem direito a muito pitaco do PSDB. Até lá, qualquer notícia ventilada por Colnago terá como objetivo criar um fato novo, para conseguir aumentar a “banca” do ninho tucano no jogo político. Sabe aquele ditado, “come sardinha e arrota caviar”? Então…     Tem mais… A própria parceria que começa a se materializar em alguns estados, entre PSB-PSDB, com objetivo de isolar o PT, no Espírito Santo esbarra nesse cenário de proximidade que já existe – e como! – entre Hartung e o PSDB. Muito mais fácil do que Casagrande trabalhar esse campo.    Beco sem saída O problema é que de todo jeito fica ruim para o ninho tucano. O PMDB tem muitos candidatos fortes, os demais servirão apenas como trampolim.    Não desistiu O deputado estadual Euclério Sampaio (PDT), autor do projeto de decreto legislativo que propunha o fim do pedágio na Terceira Ponte, arquivado na Assembleia Legislativa, confirmou presença, pelo Facebook, no seminário que será realizado pelos movimentos sociais que tomaram as ruas no Estado. O debate acontece no Museu do Negro, Centro de Vitória, sábado próximo (3).   Caminho A propósito, estão certos os militantes em debater os próximos passos do movimento com atividades culturais e criação de grupos de trabalhos específicos, antes de tomar as ruas novamente. É preciso cercar-se de garantias para não cair em outras armadilhas do governo do Estado.    Caminho II Como disse certa vez Valmir Noventa, dirigente estadual do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), experiente nessa área: “qualquer luta para ter respaldo, avanço ou conquista, precisar ganhar a opinião pública, cair nos braços da sociedade”. Fica o registro.   Em mãos A senadora Ana Rita (PT), relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investigou a violência contra a mulher no Brasil, fará entrega do relatório final da CPMI a autoridades públicas do Estado, no próximo dia 9, na Assembleia Legislativa. No Estado, são mais de 33 recomendações ao governo, Defensoria, Ministério Público e Judiciário.    Vai encarar? Pergunta que não quer calar: o deputado estadual Gildevan Fernandes (PV) irá prestigiar a solenidade? Após manobra consolidada pelo senador Ricardo Ferraço, foi retirado do relatório a indicação de investigação sobre o arquivamento da denúncia de crime sexual supostamente cometido por Gildevan. A servidora municipal de Pinheiros Débora Cardoso denunciou o deputado à Comissão. Ele era prefeito na época dos fatos.   Gaveta O projeto do deputado estadual Cláudio Vereza (PT), que obriga empresas potencialmente poluidoras a contratarem um responsável técnico em meio ambiente para minimizar os impactos de suas atividades, está na Procuradoria da Casa desde 8 de março. Por que será?   Nas redes “Que foi nos organizando que nós desorganizamos, e que é desorganizando que vamos nos organizar”. (Movimento não é por 20 centavos, é por direitos ES – no Facebook).   PENSAMENTO: “Liberdade é apenas outra palavra para definir que nada temos a perder”. Kris Kristofferson

29/07/2013 / 0 Comments
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Rádio na internet

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Qual a saída? Emissora de rádio com áudio via receptores de rádios (radinhos, rádio de carro, fones, etc.) ou rádio pela Internet, que também pode ser ouvida em carro, fones de ouvido, etc.?   Hoje tem emissoras comerciais, ou seja, rádio de verdade sendo ouvida também na Internet por mais de um milhão e meio de ouvintes. E tem mais, com todo esse universo, rádios assim podem segmentar a audiência para mercado específico   O ouvinte de rádio ainda é maior do que o da internet. É uma média de 70 mil ouvintes por minuto, mas esse dado tende a ser alterado pela internet. Tem rádio comercial que se lançou na internet, se associou a um site famoso e obteve, de cara, 500 mil acessos em 90 dias. Quer dizer, 500 novos ouvintes, mais que na Internet   A Jovem Pan, precursora de novidades no plano de rádio e no plano da web, montou uma TV, onde registra todas as manifestações de seus apresentadores em estúdio. Com isso filma com qualidade e disponibiliza nos sites. Mensalmente tem uma média de sete milhões de page views.   A rádio web 89FM, especializada em rock, desde seu lançamento registrou média de dois milhões de internautas. Notando que dava muito certo na net, resolveram ir para o canal convencional de rádio, com o mesmo nome. Hoje ela tem em média 130 mil ouvintes por minuto, que é uma boa audiência para uma emissora comercial. E ficou na net também.   As coisas mudam muito rápido. As rádios podem ir para internet, pode ser que um dia acabem no plano convencional de sintonia, mas, mesmo na internet, elas nunca irão perder seu charme de rádio.   PARABÓLICAS   Dery Santos, ex Rádio Vitoria, agora é próspero fazendeiro na Bahia, sempre postando no Face, cumprimentando os amigos   Quase que os estudantes, que ocuparam por 12 dias a Assembleia, usaram a televisão da casa para protestar   Wallace Menezes comanda um programa de samba na Gazeta AM aos domingos. Desde que Chico Banha se foi, ninguém ainda o substituiu   Enquanto isso a FM intitulada Mais, de Aracruz e Fundão, vai colocando sua programação em dia.   MENSAGEM FINAL   Herege não é aquele que arde na fogueira e sim aquele que a acende. William Shakespeare

29/07/2013 / 0 Comments
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Lesão eleitoral

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Nada pior para as pretensões de reeleição do governador Renato Casagrande do que a vinda ao Estado do secretário-geral do seu partido, Carlos Siqueira. Atrapalhou Casagrande em tudo. Porque ele entrou até no jogo dos candidatos a deputados estaduais interessados no afastamento do presidente do partido, Macaciel Breda.   Que além de ser concorrente, Macaciel é ainda acusado de facilitar o governador na busca de coligações prejudiciais. Os candidatos a deputado estadual querem coligação apenas com pequenos partidos. Pegar legenda em lugar de coligar com os grandes, cedendo legenda.      Não sendo coligação com os pequenos partidos, a preferência recairia disputar com a própria legenda. Fariam tranquilamente cinco deputados estaduais. Para quem tem apenas um (Freitas). Não deixa de ser um bom resultado. Além de permitir acesso isolado aos prefeitos do partido. E hoje o PSB tem 26 prefeitos. Uma base eleitoral e tanto.   Agora quem vai pagar essa conta dos candidatos a deputado estadual, não vai ser outro que não seja o governador Casagrande. Pois quando se negocia para o governo junta-se as demais disputas proporcionais. E a de estadual tem um peso enorme no resultado final.   A saída de Macaciel da presidência é o preço. A entrada do deputado federal Paulo Foletto coroa esse desejo dos estaduais em evitar uma coligação que seja ruim para eles.    Embora o caso do Foletto seja igual ao do Macaciel. Ele também é candidato. Só que a federal. Mas ele está sendo guindado ao cargo na qualidade de socialista puro-sangue no interesse dos demais puro-sangue que estão na condição de pré-candidatos à Assembleia Legislativa. E Foletto andou até botando o pé na porta para que o secretário de Esportes, Vandinho Leite, não entrasse no partido para concorrer a um mandato de deputado federal.   Mas estrago mesmo foi feito em cima da candidatura do governador Casagrande quando o secretário-geral do PSB nacional despachou o PT. Pegou pesado. Desancou o PT e a Dilma, de tal forma, que vai ser difícil juntar os cacos para eleição de governador no Estado.   E o mais grave: deu uma demonstração que à reeleição do Casagrande tem que ser entendida como suporte à candidatura à Presidência da República, do governador de Pernambuco, Eduardo Campos.   Segura mais essa, Casão! A eleição nem bem chegou e já estão pousando como vitoriosos.

29/07/2013 / 0 Comments
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MP de Contas pede a devolução de salários pagos a mais a ex-prefeito

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O Ministério Público Especial de Contas (MPC) entrou, nesta segunda-feira (19), com uma representação contra o ex-prefeito da Serra, Sérgio Vidigal (PDT), pelo recebimento indevido de quatro meses de salários como médico do município sem ter ido trabalhar. Na denúncia formulada junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), o chefe do órgão ministerial, Luis Henrique Anastácio da Silva, pede a restituição de R$ 16.841,19 ao erário serrano.   De acordo com apurações realizadas pelo MPC, o ex-prefeito da Serra – que é médico psiquiatra do município – foi cedido ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em 25 de janeiro deste ano, mas o ato de nomeação no órgão federal só foi publicado no último dia 12 de junho. Neste intervalo, Vidigal teria recebido os valores de forma irregular. “A realidade é que o servidor ficou aproximadamente quatro meses recebendo seus vencimentos sem qualquer suporte legal”, afirma o procurador de Contas.   Na representação, o chefe do MPC afirma que os valores indevidamente ainda não foram ressarcidos pelo MTE, de acordo com informações obtidas junto à Prefeitura da Serra. A atual administração garante que enviou quatro ofícios reivindicando os valores pagos ao ex-prefeito nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril. Luiz Henrique Anastácio também critica a postura de Vidigal, que não teria retornado às funções no município durante o lapso temporal entre a cessão e a nomeação no cargo de Secretário de Políticas Públicas de Emprego, no Ministério.   “A conduta do responsável inclina-se a conspurcar a boa fé, pois, verificando o impasse, deveria ter informado imediatamente o município cedente com o fito de retornar a sua ocupação habitual até efetiva nomeação, suspendendo, assim, a execução do convênio. É o que se espera, em alusão aos princípios da legalidade, moralidade e probidade administrativa”, diz a representação.   Na época em que o caso veio à tona, no final de maio, o ex-prefeito afirmou à reportagem de Século Diário que não agiu de má-fé. Vidigal explicou que foi requisitado pelo Ministério do Trabalho, sendo que o impasse entre a prefeitura e o MTE não passaria por ele. Na oportunidade, semanas antes da nomeação, o pedetista afirmou que a troca de ministros – saiu Brizola Neto e entrou Manoel Dias – poderia ter atrapalhado o processo.

29/07/2013 / 0 Comments
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Praia de Santa Mônica tem problemas de infraestrutura e saúde urbana

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Na praia de Santa Mônica, em Guarapari, é possível presenciar o descaso do poder público com questões ambientais que vão desde a falha recuperação da restinga até o despejo de esgoto não tratado.   A denúncia é de Ivo Sant’Anna, ex-presidente do Conselho Popular de Vitória e morador de Guarapari. Ele classifica como “abandonada” a região entre a divisa com a cidade vizinha de Vila Velha e o pedágio da Rodosol. O morador conta que o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) determinou que a Prefeitura de Guarapari fizesse a recuperação da restinga da praia de Santa Mônica, atividade que foi repassada a uma ONG.   Assim, foi plantada na praia uma espécie conhecida como “verônica branca” que, segundo Ivo, serve de esconderijo de drogas e armas. Além disso, a falta de limpeza nos matagais provoca a proliferação de animais que transmitem doenças, como ratos, baratas e mosquitos. Segundo ele, agora, o Iema não aprova a retirada da vegetação, que oferece riscos aos moradores e banhistas.   Também há problemas com a construção da orla da praia, como aponta o morador do município. Quiosques inacabados e um calçadão descrito como “uma colcha de retalhos” completam a paisagem desastrosa, construída gradual e vagarosamente por funcionários que trabalham de forma esporádica no local.   Outro problema é o esgoto que polui a baía de Santa Mônica, que chega ao mar pelos rios Perocão, onde são despejados os dejetos da região da Praia do Morro e Una, que recebe esgoto da região do parque Thermas Internacional e dos vários loteamentos que existem nas proximidades.   Sobre esse assunto, Ivo diz ter entrado em contato com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan), que respondeu que não há projetos para a despoluição dos rios, sequer para o tratamento do esgoto. Os projetos da Cesan só se concentram no abastecimento de água da região.   O rio Perocão, já com tal nível de poluição, sofrerá ainda mais interferências caso haja a construção do Empreendimento Residencial e Turístico Três Praias, projeto feito para a região homônima, polêmica pelas várias construções que já tentaram adentrá-la, marcadas por forte resistência da sociedade civil.   No próprio Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (Eia/Rima) do projeto, admite-se que o rio Perocão pode ser indiretamente afetado pela água que circula pelo empreendimento e desemboca nele. A movimentação de terra nas obras civis e o lançamento de resíduos sólidos domiciliares são os passivos apontados como causa da interferência nos recursos hídricos da obra. O empreendimento ainda não está licenciado pelo Iema e sua primeira audiência pública está marcada para o próximo dia 5 de agosto.

29/07/2013 / 0 Comments
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