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Século Diário

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Iopes requer Licença Ambiental de Regularização (LAR) ao Iema para retomar obras do Cais das Artes

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Com o objetivo de retomar as obras do Complexo Cultural Cais das Artes, em Vitória, o o Instituto de Obras Públicas do Estado (Iopes) requereu ao Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) uma Licença Ambiental de Regularização (LAR).  A medida, segundo o Iema, deverá suprir o vencimento da Licença de Instalação (LI) concedida em fevereiro de 2009 e com validade de quatro anos.      De acordo com o órgão, o Iopes já requereu uma nova Licença de Instalação (LI), considerando o vencimento, mas o novo requerimento ainda está em análise no Iema.    ” A licença de regularização requerida pelo Iopes é para evitar que um empreendimento atue de maneira irregular. Dessa forma, quando vence o prazo da Licença de Instalação é emitida a Licença Ambiental de Regularização (LAR). Isso, para o caso de o empreendedor solicitar novamente uma licença ambiental para dar continuidade às obras”, explicou a assessoria do órgão.     Mesmo assim, não foi divulgada a data para emissão da nova licença que garantirá a retomada das obras de forma regular.    O projeto que inclui um teatro para 1,3 mil pessoas, um museu, uma biblioteca, um café e um auditório com 225 lugares começou a ser executado em outubro de 2010. Orçado em mais de R$ 115 milhões, tinha a inauguração prevista para o segundo semestre de 2012. Mas a empreiteira que executava a obra faliu e o contrato foi rescindido.    Em julho de 2012, o governo chegou a anunciar que o valor da obra ficaria R$ 43 milhões mais caro e passou por uma série de apontamentos sobre irregularidades nos processos de licitação, entre elas, a de ofender o sigilo das propostas apresentadas representando risco de combinação de preço, violando assim o princípio da competitividade e moralidade.    Em maio deste ano, a contratação da nova empresa responsável pelo serviço foi publicada no Diário Oficial para que as obras fossem retomadas em 30 dias.   O prazo para conclusão da obra, segundo o governo, está previsto para dezembro de 2014.

26/07/2013 / 0 Comments
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Governo do Estado abre licitação para contratação de serviços de radares

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Estado (DER-ES) anunciou, na última semana, a abertura de concorrência para a contratação de empresa para a prestação dos serviços de fiscalização eletrônica das vias estaduais. O edital da nova licitação prevê gastos na ordem de R$ 32,28 milhões nos próximos 12 meses. Esse valor é próximo ao pago nos últimos cinco anos à atual detentora do contrato, a empresa paranaense Perkons SA, que chegou a ser investigada pela suposta participação em uma “máfia dos radares” no País. O aviso de abertura da concorrência (nº 034/2013) é assinado pela diretora-geral do órgão, Tereza Maria Sepulcri Netto Casotti. O objeto da licitação abrange todas as etapas da fiscalização eletrônica, desde a instalação e manutenção dos equipamentos até o processamento das imagens captadas e a emissão das notificações (multas) após a validação pelas autoridades de trânsito competentes. A licitação foi dividida em dois lotes, com valores de R$ 18,32 milhões e R$ 14,05 milhões. Em ambos os casos, o prazo de execução previsto é de 365 dias. Esses valores são superiores aos gastos com o atual contrato nº 01/2007, que vence em setembro deste ano. A paranaense Perkons atua há mais de uma década no Estado. A primeira contratação ocorreu no ano de 2000 e desde então vem sendo mantida por meio de aditivos contratuais – somente o mais recente vínculo teve dez modificações. Entre o início de 2009 e julho deste ano, a empresa recebeu R$ 31,93 milhões do órgão de estradas, de acordo com dados do Portal da Transparência do governo estadual. Apesar dos elevados gastos com o contrato, a atuação da empresa passou a ser alvo de questionamentos após a veiculação de uma reportagem, em março de 2011, no programa Fantástico, da Rede Globo. A empresa foi acusada de participação na chamada “máfia dos radares”. Por conta da repercussão da notícia, a Comissão de Infraestrutura da Assembleia Legislativa chegou a investigar o contrato da Perkons e o DER-ES. Durante os trabalhos, a diretora-geral do órgão e um diretor da empresa paranaense chegaram a ser ouvidos pelos deputados. Na época, a comissão concluiu pela irregularidade na aplicação de mais de mil multas por radares instalados no município de Domingos Martins (região serrana do Estado) e sugeriu a não-renovação do contrato. Em abril daquele ano, a direção do DER-ES cancelou as multas aplicadas naquele trecho, mas o vínculo com a Perkons acabou sendo estendido. De acordo com informações do site do DER-ES, o Estado possui atualmente 172 faixas monitoradas por 98 equipamentos de radar. São empregados dois tipos de equipamentos: fixo (com ou sem mostrador de velocidade) e o detect. Eles atuam no controle de velocidade, avanço de semáforo e paradas sobre faixas de pedestre nas rodovias estaduais, inclusive, nos perímetros urbanos.

26/07/2013 / 0 Comments
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Fejunes envia à Sesp proposta de criação de ouvidoria de polícia

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O Fórum Estadual da Juventude Negra (Fejunes) encaminhou Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) a minuta da lei de criação de uma ouvidoria de polícia autônoma e independente. Segundo a proposta, o órgão seria responsável por receber denúncias de crimes, abusos, irregularidades e arbitrariedades cometidas por policiais civis e militares.    A entidade alega que, apesar de já existir uma espécie de ouvidoria, mas o modelo dela não atende à população, já que ela fica invisibilizada e não garante independência na atuação do ouvidor.   A proposta do Fejunes é que o ouvidor seja nomeado pelo governador do Estado, a partir de uma lista tríplice encaminhada pelo Conselho Estadual de Direitos Humanos (CEDH) e que tenha mandato de dois anos.    A expectativa do Fórum é que o governador Renato Casagrande acolha a proposta da entidade e convide outros setores para discutir a fim de garantir a implementação após amplo processo de diálogo.    De acordo com o texto da proposta encaminhada para a Sesp, a ouvidoria teria atribuição de receber denúncias, reclamações e representações sobre atos considerados arbitrários, desonestos, indecorosos, ilegais, irregulares ou que violem os direitos humanos individuais ou coletivos, praticados por servidores civis e militares.    Além disso, também seria atribuição da ouvidoria receber sugestões sobre o funcionamento dos serviços policiais; e sugestões de servidores civis e militares da Sesp sobre o funcionamento dos serviços policiais, bem como denúncias a respeito de atos irregulares praticados na execução desses serviços, inclusive por superiores hierárquicos.   Além de receber as denúncias da população e dos próprios policiais, a ouvidoria também teria a atribuição de verificar a pertinência das denúncias, reclamações e representações, propondo aos órgãos competentes da administração a instauração de sindicâncias, inquéritos e outras medidas destinadas à apuração das responsabilidades administrativas, civis e criminais, comunicando o Ministério Público quando houver indício ou suspeita de crime.  

26/07/2013 / 0 Comments
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Auditoria em contrato da Rodosol vai examinar aditivos feitos no governo Hartung

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) vai investigar a legalidade da negociação para a retirada de obras previstas no contrato de concessão da Rodosol durante o governo Paulo Hartung (PMDB). Esse foi um dos oito pontos sugeridos pelo Ministério Público Especial de Contas (MPC) para a auditoria no acordo, que foram acolhidos nessa quinta-feira (25). A investigação sobre os aditivos realizados no governo passado fota cobrada por representantes da classe política. De acordo com informações do TCE, os quesitos serão encaminhados para a Comissão de Auditoria, que deve iniciar os trabalhos até o final deste mês. A inclusão dos episódios ocorridos no governo Hartung amplia o prisma das investigações, até então resumidas aos fatos relativos à assinatura do contrato, no final de 1998, e a composição da tarifa do pedágio da Terceira Ponte. Dos quase 15 anos de vigência do Contrato de Concessão nº 01/1998, o ex-governador foi responsável por oito anos de gestão do acordo. Neste período, foram assinados três dos quatro aditivos firmados ao contrato. Entre as principais modificações no acordo original está a retirada da obrigatoriedade de construção do Canal Bigossi e a ligação das novas vias à Rodovia Carlos Lindenberg e ao Fórum de Vila Velha. As obras, que deveriam ser executadas pela Concessionária Rodosol SA, acabaram sendo custeadas pelo poder público sob justificativa de manter congelado o valor do pedágio na ponte, em R$ 1,50 (entre 2005 e 2006). Esse valor foi considerado como elevado pelo senador Magno Malta (PR) e pelo ex-governador Max Mauro (PTB), que cobraram publicamente a extensão das investigações contra os atos no governo do peemedebista. Consta no acordo original que a Rodosol deveria investir um total de R$ 148,26 milhões na duplicação da ES-060 (Rodovia do Sol), cujo custeio foi incluído na cobrança da ponte. No entanto, a retirada das obras provocou uma redução de 24,24%, além de 3% da outorga do governo (isto é, o valor que o governo recebia como participação). Baseada nesses dados, o “custo” para a empresa foi de R$ 36 milhões, enquanto o Estado já gastou quase R$ 100 milhões apenas nas obras do canal e da Alça da Terceira Ponte – também assumida pelo ex-governador. Além do exame da legalidade da negociação, o MPC também sugeriu a inclusão no plano de auditoria da análise das despesas realizadas com a construção da Terceira Ponte para revelar o real valor da obra; análise de todos os procedimentos licitatórios relacionadas à concessão; levantamento do real custo efetivo de manutenção da ponte e de todo o sistema Rodovia do Sol; exame da evolução histórica dos componentes que integram o preço da tarifa do pedágio com ênfase no valor dos investimentos realizados pela concessionária; a legalidade da inclusão no contrato da dívida remanescente do Estado com a Organização de Rodovias Ltda (ORL), estimado em R$ 11 milhões.

26/07/2013 / 0 Comments
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Drama ressalta a coragem das idéias de Hannah Arendt

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Em maio de 1960, agentes da Mossad, o serviço secreto de Israel, capturaram Adolf Eichmann na Argentina. Um dos grandes organizadores do Holocausto, o tenente-coronel da SS fora pego por tropas americanas ao final da Segunda Grande Guerra, mas logrou fuga em 1946.    Em abril daquele ano, Eichmann foi julgado em Israel, num espetáculoso processo: jornais do mundo inteiro enviaram repórteres para cobrir o evento. A prestigiada revista norte-americana The New Yorker enviou a filósofa alemã de origem judaica Hannah Arendt, então há anos radicada nos Estados Unidos, após fugir por anos da perseguição nazista.    Cinebiografia de uma das mais influentes pensadoras do século passado, Hannah Arendt gira em torno do julgamento de Eichmann. O filme é dirigido por Margarethe Von Trotta, uma das figuras de proa do Novo Cinema Alemão, movimentou que também revelou cineastas como Wim Wenders.   A visão de Arendt do julgamento originou o livro Eichmann em Jerusalém, uma de suas grandes obras, e um conceito, polêmico, sobre “a banalidade do mal”. A filósofa não analisou Eichmann como homem orientado por anseios diabólicos, mas como um burocrata cumpridor de ordens.    A análise atraiu a revolta de vários amigos, controvérsia também devidamente explorada pelo filme.   Serviço Hannah Arendt (Hannah Arendt, Alemanha/Luxemburgo/França, 2012, 113 minutos, 16 anos)    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 19h e 21h15.

26/07/2013 / 0 Comments
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Filmes em cartaz

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Programação dos cinemas de Vila Velha, Vitória e Guarapari de 26 de julho a 1° de agosto.    ESTREIAS   Ferrugem e Osso (De rouille et d’os, França/Bélgica, 2012, 120 minutos, 16 anos) Drama. Direção de Jacques Audiard. Com Marion Cotillard, Matthias Schoenaerts, Armand Verdure, Céline Sallette. Ao deixar a Bélgica para viver com a irmã no vilarejo de Antibes, na França, Alain se envolve com uma treinadora de baleias que sofreu um terrível acidente.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 19h.   Hannah Arendt (Hannah Arendt, Alemanha/Luxemburgo/França, 2012, 113 minutos, 16 anos) Drama. Direção de Margarethe von Trotta. Com Barbara Sukowa, Axel Milberg, Janet McTeer, Klaus Pohl. Biografia da filósofa e cientista política alemã Hannah Arendt, focada em seu relato do julgamento do tenente-coronel nazista Adolf Eichmann, por crimes de guerra.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 19h e 21h15. 35 Doses de Rum (35 Rhums, França/Alemanha, 2008, 100 minutos, 12 anos) Drama. Direção de Claire Denis. Com Djédjé Apali, Grégoire Colin. Um operador de trem trabalha nos subúrbios de Paris e vive com uma estudante.   Cine Metropolis: 16h30 e 20h. Segunda 16h30.   Berlim 1885, A Divisão da África (Berlin 1885, La Ruée sur L´Afrique, França, 2010, 84 minutos, Livre) Documentário. Direção de Joel Calmettes. 1885. Durante quatro meses lideranças do mundo ocidental determinaram o futuro do continente africano. A mesa de negociações foi cenário de disputa de poder e cenas de comédia humana. Mas os verdadeiros fatos continuam falando mais alto que os discursos de boas intenções.   Cine Metropolis: 18h20. Segunda não haverá sessão.   Wolverine – Imortal (The Wolverine, EUA, 2013, 126 minutos, 14 anos) Ação. Direção de James Mangold. Com Hugh Jackman. No segundo episódio da franquia protagonizada pelo herói mutante, Wolverine viaja ao Japão para treinar com um mestre samurai.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 1 (3D). 13h15, 16h, 18h45. DUBLADO. 21h30 (LEG). Sala 7. 13h, 15h40, 18h20, 21h10. DUBLADO.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3. 12h10, 15h10, 18h10, 21h10. Sala 5 (3D). 13h10 e 19h10. DUBLADO. 16h10 e 22h10 (LEG). Cine Ritz Guarapari: Sala 3 (3D). 16h40 e 19h20. DUBLADO. 21h40 (LEG).   CONTINUAÇÃO   Os Amantes Passageiros (Los amantes pasajeros, Espanha, 2013, 89 minutos, 16 anos) Comédia. Direção de Pedro Almodóvar. Com Javier Cámara, Antonio de la Torre. Grupo de personagens vive uma situação de risco em um voo para a Cidade do México. O desespero diante da situação causa uma catarse generalizada, mas ela passa a ser a melhor ideia para esquecer o perigo iminente.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 21h15.   Renoir (Renoir, França, 2012, 111 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Gilles Bourdos. Com Michel Bouquet, Christa Theret, Vincent Rottiers, Thomas Doret. Côte d’Azur, França, 1915. O pintor Pierre Auguste Renoir sofre com a perda da esposa e com as dores da velhice. Mas quando a jovem Andrée aparece e passa a ser sua modelo, sua vida ganha novo sentido.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 16h50.   O Concurso (Idem, Brasil, 2013, 87 minutos, 12 anos) Comédia. Direção de Pedro Vasconcelos. Com Danton Mello, Fábio Porchat, Rodrigo Pandolfo, Anderson Di Rizzi. Quatro finalistas para uma vaga de juiz federal se conhecem no credenciamento e ficam amigos. Mas no fim de semana antes da prova, situações hilárias e inimagináveis acontecem.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 6. 13h20, 15h20, 17h20, 19h20, 21h20. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 11h30, 13h30, 15h50, 18h, 20h10, 22h30.   Turbo (Turbo, EUA, 2012, 96 minutos, Livre) Animação. Direção de David Soren. Um caracol de jardim sonha em se tornar o caracol mais rápido do mundo, mas ele sofre um estranho acidente e percebe que talvez nunca consiga realizar seu desejo.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 5. 16h e 18h10. DUBLADO. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 5 (3D). 11h. DUBLADO. Sala 7. 12h40 e 15h. DUBLADO. Cine Ritz Guarapari: Sala 1. 15h e 17h. DUBLADO.    Antes da Meia-Noite (Before Midnight, EUA, 2013, 108 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Richard Linklater. Com Ethan Hawke, Julie Delpy. Depois do último encontro em Paris, Celine e Jesse se encontram novamente por acaso na Grécia. Continuação de Antes do Amanhecer (1995) e Antes do pôr-do-sol (2004).    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 17h.   O Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger, EUA, 2013, 149 minutos, 14 anos) Ação. Direção de Gore Verbinski. Com Armie Hammer, Johnny Depp, Tom Wolkinson, Ruth Wilson.  O índio Tonto, um espírito guerreiro, conta como o xerife John Reid se tornou um lendário justiceiro.    Cine Ritz Guarapari: Sala 1. 21h30. DUBLADO.   Homem de Aço (Man of Steel, EUA, 2013, 143 minutos, 12 anos) Ação. Direção de Zack Snyder. Com Henry Cavill, Amy Adams, Russell Crowe, Diane Lane.  Nova aventura do Superman, o homem de aço.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 4 (3D). 15h, 18h, 21h. Sala 5. 13h10. DUBLADO.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 2. 11h50, 14h50, 17h50, 20h50.   Cine Ritz Guarapari: Sala 1. 19h. DUBLADO.    Meu Malvado Favorito 2 (Despicable Me 2, EUA, 2013, 98 minutos, Livre) Animação. Direção de Pierre Coffin e Chris Renaud. Gru, as meninas e os minions retornam com um grupo de novos personagens.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 3. 14h, 16h10, 18h30, 20h50. DUBLADO.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 6 (3D). 12h20, 14h40, 17h, 19h20, 21h40. DUBLADO. Sala 8. 11h20, 13h40, 16h, 18h20. DULBADO. Cine Ritz Guarapari: Sala 2. 15h10 e 17h10. DUBLADO.    Truque de Mestre (Now You See Me, EUA, 2013, 115 minutos, 12 anos) Suspense. Direção de Louis Leterrier. Com Morgan Freeman, Mark Ruffalo, Jesse Eisenberg, Michael Caine, Woody Harrelson. Agentes do FBI procuram um grupo de ilusionistas que assalta bancos durante suas apresentações e premia a plateia com o dinheiro.    Cinemark – Shopping Vitória: Sala 7. 17h20, 19h50, 22h20.   Guerra Mundial Z (World War Z, EUA, 2012, 116 minutos, 12 anos) Ação. Direção de Marc Forster. Com Brad Pitt, Brian Cranston, Mireille Enos. Dez anos depois dos estranhos acontecimentos, um representante da ONU escreve um relato, com entrevistas de sobreviventes, sobre a guerra contra os

26/07/2013 / 0 Comments
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O aborto da década

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O megastar Eike Batista saiu outra vez na capa da revista Exame, agora como o patrocinador do maior mico empresarial de 2013.   Na exegese de projetos megalomaníacos do empreendedor em áreas da infraestrutura do Brasil, a revista relaciona os seus principais erros. Seriam sete, mas o maior foi ter iniciado quase simultaneamente meia dúzia de projetos básicos que exigiam investimentos de longo prazo, estando quase todos sem nenhuma receita – a não ser o que se conseguiu amealhar em bolsas de valores junto a crédulos&idiotas que agora arcam com um dos maiores abortos da história econômica brasileira. Maior do que a quebra do Banco Nacional, o afundamento da Varig, o escândalo da Encol e por aí vamos até o Império.   A revista compara Eike ao Visconde de Mauá, que quebrou no fim do século XIX – quebrou mas antes fez (ferrovias e portos). Eike não quebrou e ainda pode terminar o que começou, mas não mais como dono absoluto e, sim, como sócio menor – do governo, provavelmente, pois seus projetos (minas, portos, usinas elétricas, indústria naval, exploração de petróleo) são de interesse nacional.   Entretanto, como o governo federal está mais preocupado em administrar sua crise de credibilidade, até agora não apareceu ninguém capaz de colocar ordem nas coisas, até mesmo porque Eike, um cara “difícil”, continua se achando o rei do século XXI.   É impossível não ver nessa crise empresarial a figura do menino mimado que quis ser maior do que o pai, o “grande” Eliezer Batista, como é chamado o dinamizador da Cia Vale do Rio Doce. Eliezer, que mora perto do céu, na Pedra Azul capixaba, teve sucesso porque contava com o respaldo do Tesouro Nacional. Além disso, sua estratégia se concentrou na busca da eficiência nas operações de mineração, ferrovia, portos e navegação. Amigo de João Goulart, de que foi ministro, ele nunca perdeu o foco ( como se diz hoje) e alcançou o auge em meados dos anos 1960, sob o regime militar.     O mínimo que se pode dizer de Eike é que, na sua ousadia sem limites, ele sujou a barra do pai e, de quebra, comprometeu a credibilidade do “grande” Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para o qual deve 10,2 bilhões de reais. Também deixou mal na parada o Banco BTG Pactual, que se aproximou para “salvar” as empresas em dificuldade e acabou “sartando de banda”, como fazem os  autênticos amigos da onça. Eike Batista e André Esteves já não se pactuam como antes. Ambos se merecem.     Dá pena ver o último (o único, praticamente) gênio do capitalismo brasileiro dar com os burros n’água dessa forma tão infantil-adolescente, mas um “tycoon” de verdade sempre pode renascer das cinzas.   Para quem chegou a ser apresentado pela revista Forbes como a sétima fortuna do mundo, não se pode duvidar que Eike disponha de reservas monetárias pessoais suficientes para dar o verdadeiro pulo do gato. Imagine-se com um bilhão de dólares espalhados por paraísos financeiros, de Berlim às Bahamas, passando por Berna e Buenos Aires. É isso aí, bicho!

25/07/2013 / 0 Comments
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Antes e depois dos protestos

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De junho para cá, já faz quase dois meses que os protestos tomaram as ruas das principais cidades do país. No Espírito Santo, os primeiros manifestantes, cerca de 30 mil, puseram os pés nas ruas no dia 17 de junho. No dia 20, três dias depois, uma marcha histórica levou 100 mil para as ruas da Capital capixaba e o Espírito Santo foi outro a partir daquele momento.   A pesquisa CNI/Ibope, divulgada nesta quinta-feira (25), aferiu o quanto a poeira que levantou do asfalto afetou a imagem dos principais governantes do país. A presidente Dilma, como já revelaram outras pesquisas, continua absorvendo o impacto mais forte das ruas, na posição de chefe-maior do país.    No comparativo de junho, a presidente tinha 55% de bom/ótimo e agora só tem 31%. A queda, afirmam os analistas, traduz a insatisfação das ruas. Esse fenômeno fica claro quando se analisa os dados do Rio de Janeiro. Entre os governadores, sem dúvida, Sérgio Cabral (PMDB) tem sido o principal alvo dos manifestantes. O resultado aparece na avaliação do governador fluminense, que é considerado bom/ótimo na opinião de apenas 12% da população.    Enquanto alguns sentem o gosto amargo do asfalto, outros, caso do governador de Pernambuco Eduardo Campos, desfrutam de posição confortável na pesquisa CNI/Ibope. O presidenciável do PSB tem 58% de bom/ótimo. O índice é quase seis vezes superior ao do colega fluminense e exatamente o dobro do governador capixaba Renato Casagrande.    Aliás, outro socialista, o governador de Fortaleza Cid Gomes, também detém a terceira melhor avaliação de bom/ótimo (40).    Casagrande, que tem 29% de bom/ótimo, se consideramos a média geral que foi 28% nesse quesito, está regular. Entretanto, em relação ao aproveitamento de Cid e Campos está bem abaixo do aceitável.    A pesquisa traz leituras interessantes para o xadrez político de 2014. Dilma, quando analisar os dados da pesquisa, vai constatar que sua maior reprovação é no RJ e ES, respectivamente, 19% e 21% de bom/ótimo.    Esse baixo índice deve ser mais em decorrência da mudança no sistema de partilha dos royalties do petróleo – que afetaria drasticamente esses dois estados -, do que necessariamente da insatisfação das ruas. Não que a rua também não tenha pesado, mas as iminentes perdas com os royalties podem ter sido mais decisivas para a impopularidade.   Talvez em função disso, somente 34% dos capixabas (a segundo pior marca) aprovam a maneira da presidente governar. Isso também pode explicar por que só 37% confiam na presidente. Quesito que Casagrande também não vai muito bem. Menos da metade dos capixabas (46%) confia no governador Renato Casagrande.   Se Casagrande analisar a pesquisa poderá tirar algumas conclusões: mesmo que Eduardo Campos desista de disputar as eleições para presidente, o PSB, olhando pelos números, teria dificuldade para construir um palanque para Dilma no Estado. Ela, por sua vez, talvez se sentiria mais confortável e segura no palanque do senador Magno Malta (PR), caso ele se lance. O republicano, indiscutivelmente, tem bom trânsito nas classes mais populares, justamente a faixa que Dilma tem melhor aceitação no Nordeste do país, mas não aqui.   Segundo ponto, se o governador pernambucano encampar o projeto de concorrer à presidência, Casagrande, que recentemente declarou que o colega “ainda” não estava preparado, precisará rever seus conceitos. Hoje já existe uma adesão muito grande dentro do PSB à candidatura de Campos, projeto que é rejeitado por Casagrande, que sempre defendeu a manutenção da aliança com o governo federal. Resta saber se ele ainda manterá essa posição quando se deparar com uma nova queda de popularidade da presidente.    O terceiro aprendizado que Casagrande pode tirar dos dados do CNI/Ibope é com relação às manifestações de rua. O governador, depois dos violentos confrontos da última sexta (19), vem intensificando o discurso da criminalização dos movimentos. De acordo com a pesquisa, porém, metade da população é a favor dos protestos, e outros 39% também aprovam as manifestações desde que não haja violência. Somados, esse índice representa quase 90% dos entrevistados.    Um quarto ponto que o governador deveria olhar com carinho, é o que diz respeito à qualidade do serviço público. Embora o dado da pesquisa não detalhe esse quesito por estado, no geral, ele bate com a pauta das ruas.    Segurança, saúde e transporte públicos foram considerados os piores serviços públicos em termos de qualidade. O dado que confirma a má qualidade dos serviços pergunta ao entrevistado se o governador e sua equipe utilizam mal/ou muito mal os recursos públicos. Pasmem, 76% dos capixabas reprovaram o governo e seu secretariado nesse quesito.    A própria percepção da população, não precisava nem de pesquisa para chegar a essa conclusão, reprova a qualidade dos serviços públicos – nada melhor que o usuário para avaliar a qualidade do serviço no dia a dia.   A população que enfrenta filas nos postos de saúde, nos hospitais, sofre um trauma diário com a violência iminente das ruas e paga caro para se espremer no transporte público sabe, melhor que ninguém, em quais áreas o governo vai mal. 

25/07/2013 / 0 Comments
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Água e vinho

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A Assembleia Legislativa retoma seus trabalhos na próxima semana, dividida em dois blocos: G15 e o G11, resultado da votação que arquivou o projeto de decreto legislativo que propunha o fim do pedágio na Terceira Ponte, com toda aquela polêmica. Pelo menos hipoteticamente, esse é o clima. Há aqueles que negam, mas mesmo admitindo-se a possibilidade dos onze deputados que votaram contra o governo permaneceram na base, como é o desejo ardente da bancada do PT, a convivência dentro da Casa não será mais a mesma. Entre os mais “chegados” de Renato Casagrande, os comentários são de que a tendência é o governo atender aos pedidos dos parlamentares seguindo a linha de conduta do secretário chefe da Casa Civil, Luiz Ciciliotti. Ou seja, alijando os integrantes do G11 – os petistas não aceitam. Com outro detalhe para colocar lenha nessa fogueira: os deputados já estão em clima de eleição e correm atrás de votos. O momento serve para agravar ainda mais essa relação. Mais provável os dois grupos ficarem igual à água e o vinho: nada de misturas.    Saia-justa Não está mesmo fácil para o governador Renato Casagrande. Recebeu queixar até no seu momento oba-oba, a entrega de 18 ambulâncias para a rede estadual, solenidade realizada na Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nessa terça-feira (23). Dirigentes do Sindisaúde pararam o governador logo na chegada. Ele até tentou ignorar, mas não teve jeito. Foi obrigado a ouvir.   Tiroteio A propósito, tudo que Casagrande comenta nas redes sociais se volta contra ele. Ao anunciar todo-todo a entrega dessas mesmas ambulâncias, recebeu de volta inúmeras críticas sobre a saúde pública do Estado. Teve um que ainda soltou essa: “podia colocar as ambulâncias para socorrer os manifestantes. Essas balas de borracha machucam”.    Linha de frente Comentários de bastidores envolvem um trio e tanto no protesto realizado na rua Chapot Presvot, Praia do Canto, nessa terça-feira (23). A marqueteira Bethe Rodrigues, o ex-secretário Haroldo Corrêa Rocha e o vereador de Vitória Serjão Magalhães (PSB) estariam entre os moradores insatisfeitos com a obra da prefeitura que irá mudar o trânsito na área. Outros políticos que também moram por ali não aderiram ao movimento.   Linha de frente II Já houve até quem apelidasse o trio de “bonde dos ressentidos”. Bethe Rodrigues pela derrota de Iriny Lopes (PT) à prefeitura; Haroldo era vice na chapa do tucano Luiz Paulo Vellozo Lucas, e Serjão ficou só na intenção, não passou da fase de pré-candidato.    Forcinha O deputado estadual Gilsinho Lopes (PR) aproveita o recesso parlamentar para dar gás na candidatura a prefeito do Gil da Saúde, também do PR, em Pedro Canário. A eleição extemporânea do município é no dia 4 de agosto. Gil da Saúde, por enquanto, está no comando da prefeitura, como presidente da Câmara de Vereadores.   Obstáculo Por lá, o divisor de águas é o ex-prefeito Wilson Fiorot (PSB). Candidatura do socialista está na dependência do Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TER-ES) para ser liberada.    Abrigo O ex-prefeito de Santa Maria de Jetibá Hilário Roepke (PMDB), o Gatinha, foi nomeado para o cargo em comissão de assessor especial nível IV, na Secretaria de Estado do Governo. Mais um ex-prefeito empregado.    Mais um O secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, ex-prefeito da Serra Sérgio Vidigal (PDT), ganhou perfis falsos nas redes sociais. O autor da farsa coloca fotos, responde a mensagens e tudo que tem direito.    140 toques “E agora, ficando claro que parte do vandalismo é praticado por agentes policiais, como fica o discurso daqueles que legitimavam esses atos???”. (Roberto Beling – articulador da Rede Sustentabilidade – no Twitter).   PENSAMENTO: “Perigo e prazer dão no mesmo galho”. Provérbio escocês

25/07/2013 / 0 Comments
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O andor é de barro

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Essa conversa de que o governador Renato Casagrande vai alijar do seu convívio político os deputados que votaram a favor do fim do pedágio é conversa para boi dormir. Numa Assembleia de 30 deputados, como a nossa, bastam cinco ou seis deputados para obstruí-la por longo tempo.   O regime no país é presidencialista. Mas na prática ele é mesmo parlamentarista, obrigando governos e prefeituras a lidar com deputados e vereadores. E não será diferente com o governador Casagrande. Ainda mais quando se está a caminho do fim do mandato e ainda por cima candidato à reeleição. Haveria quem pudesse dizer que a atual Assembleia é mansa e temerária o suficiente para não tomar posição contra o governo. Não creio mais nisso, não. Principalmente depois desse episódio do pedágio da Terceira Ponte. É possível também que esse instrumento da obstrução já teria sido imaginado por ocasião da enorme pressão que receberam os deputados que abraçaram a proposta do deputado Euclério Sampaio (PDT) de acabar com o pedágio da Terceira Ponte. Só um Gilsinho Lopes (PR), mais um José Esmeraldo (sem partido) e um Euclério Sampaio (PDT) já seriam suficiente para parar à Assembleia. Imagina mais três ou quatro junto com eles?  É o tal do pau que dá em Chico, dá também em Francisco.   E nunca ignorando que o atual presidente da Assembleia, o demista Theodorico Ferraço, numa situação dessa natureza, treteiro como ele só, vai tirar o melhor proveito da situação.  Duvido que o governador Casagrande leve adiante essa ideia, com o presidente da Assembleia na tocaia. Ainda mais quando se encaminhas para torna-se realidade a candidatura do filho dele, o senador Ricardo Ferraço (PMDB), ao governo do Estado. O somatório, deputados rebeldes mais o pai do Ricardo, cada um puxando a corda para o seu lado, mais indo na mesma direção, qual seja, o governador Renato Casagrande, é dose. É melhor ele desistir do isolamento dos deputados do fim do pedágio enquanto é tempo. É fria, Casão!

25/07/2013 / 0 Comments
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