Skip to content

Século Diário

Portal de Notícias

Além da ponte

Sem categoria

Independente do projeto de decreto legislativo que propõe o fim da cobrança do pedágio na Terceira Ponte ser aprovado na sessão desta quarta-feira (10) – se é que haverá quórum para votação -, o grupo de mais de 100 ou 200 manifestantes, não se sabe ao certo, sai vitorioso desse embate com o governo, que começou nas ruas faz quase um mês e acampou dentro do legislativo estadual há mais de uma semana.    Nesta quarta faz nove dias que grupo se mantém entrincheirado, pacificamente, com a missão de pressionar a Assembleia a aprovar o projeto que “libera as cancelas” dos pedágios da Terceira Ponte.   São vários os indícios que confirmam a vitória desse valente grupo. As mais de 200 horas de ocupação já foram suficientes para deixar governo e classe política à beira de um colapso. Os homens que se dizem representantes do povo descobriram que não estão preparados para lidar com essa tal de democracia. Eles se sentiram na verdade cada vez mais apartados do povo. E isso, em ano pré-eleitoral, deixa qualquer político desnorteado.    Talvez por isso o que se viu nos últimos dias foi um festival de “caneladas” por parte do governo. Foram incontáveis as declarações inoportunas do governador Renato Casagrande (PSB) e de seus assessores que só serviram para desgastar ainda mais a imagem do governo perante a opinião pública. Imagine uma pesquisa de popularidade com Casagrande a essa altura. Quantos pontos ele teria despencado?   Depois do desespero das primeiras 24 horas de ocupação da Assembleia e da surpresa perante à decisão da bancada do PT que se pôs a favor do projeto, o governo passou a articular manobras para esvaziar a votação e, por tabela, o movimento de ocupação.   A estratégia era previsível. Tanto que era possível acompanhá-la, passo a passo, por meio da imprensa corporativa, que se encarregou, como de costume, de dar os recados “cifrados” do governo.    Primeiro o governo tentou criminalizar os protestos de rua e os manifestantes que ocupam a Assembleia. Em seguida, quis mostrar que não havia mais rusgas entre os chefes da Justiça, Pedro Valls Feu Rosa, e do Ministério Público, Eder Pontes. Firmar o armistício entre as duas instituições foi importante para provar que o governo não estava sozinho.    Na mesma movimentação o governo, que até então punha as duas mãos no fogo em nome da Rodosol, mudou o discurso e admitiu realizar uma auditoria no contrato e rever a tarifa. Era a oportunidade de chamar o Tribunal de Contas para reforçar o time “ilibados”, que já tinha o TJES e o MPES.    Em seguida, Casagrande articulou a quarta instituição para completar a frente, a Assembleia, que veio dividida, mas veio. Animado com solicitude de Gildevan Fernandes (PV), facilmente convencido a fazer o “trabalho sujo”, o governo percebeu que com um pouco mais de empenho era possível trazer outros deputados para o seu lado. Era só uma questão de tempo. Dito e feito.    A carta dos 15, mais do que condicionar a desocupação imediata da Casa à retomada das atividades parlamentares, tinha o claro objetivo de mostrar “aos rebeldes” que a “brincadeira” havia acabado. Era o sinal de que Assembleia, ou parte dela, estava pronta para se alinhar às demais instituições.    Nas últimas 24 horas, promotores e juízes, a mando de seus respectivos chefes, trabalharam como há muito não se via. Que bom seria se essas duas instituições fossem sempre assim.    Num piscar de olhos, com o aval do governo, o MPES propôs e a Justiça determinou a redução imediata da tarifa do pedágio da Terceira Ponte. Toda a manobra foi feita a toque de caixa para esvaziar ainda mais o projeto de Euclério e o movimento de ocupação.    Toda essa manobra do governo e das instituições comprova que o movimento de ocupação saiu vitorioso, mais uma vez, independente do placar desta quarta.    Os manifestantes podem deixar a Assembleia amanhã (9) de cabeça erguida para tomar novamente as ruas, de onde eles vieram. Nesses dias, eles puderam sentir como ninguém, que a pulsação que vem do asfalto é forte o bastante para levá-los muito além da ponte. 

09/07/2013 / 0 Comments
read more

Corda bamba

Sem categoria

Os 15 deputados estaduais que consentiram com a manobra em favor dos interesses do governo do Estado e da Rodosol, afirmando em carta que só votarão o projeto de decreto legislativo que suspende o pedágio da Terceira Ponte quando os manifestantes desocuparem a Assembleia Legislativa, assumiram o risco. Mesmo que ninguém saiba ao certo como as mobilizações populares e seus desdobramentos irão influir nas eleições de 2014, inevitavelmente, a questão será lembrada. Se não pelos próprios eleitores – alguns parlamentares estão confiantes na memória curta -, por seus concorrentes. Pois quem está afinado com o clamor das ruas, obviamente, não vai abrir mão de capitalizar, pelo contrário, fará questão de cobrar. Com outro detalhe significante: ano que vem a disputa será mais acirrada, com três cadeiras a menos. Gildevan Fernandes (PV) arrumou companhia para dividir as “porradas”. Agora estão todos no mesmo barco.   Corda bamba II Outra coisa: a conta não vai chegar somente para os deputados da Grande Vitória. Os do interior estão certos do contrário. Enganam-se.   Corda bamba III Nunca é demais repetir: Gildevan; Elcio Alvares (DEM); Cacau Lorenzoni (PP); Dary Pagung (PRP); Freitas (PSB); Luiza Toledo (PMDB); Da Vitória (PDT); José Carlos Elias (PTB); Jamir Malini (PTN) – estes assinaram a carta. Apoiaram o documento: Sérgio Borges (PMDB), Glauber Coelho (PR), Sandro Locutor (PV), Aparecida Denadai (PDT), Marcelo Santos (PMDB) e Luiz Durão (PDT). Anote ai.    Me engana… Pior de tudo é o governo do Estado dizer que não tem nada a ver com a manobra. Oras, quem não sabe que Renato Casagrande e sua equipe estão há dias quebrando a cabeça para encontrar uma solução, com articulações a todo vapor? Pois encontraram. A população pensa, ok?   Orgulho O jornalista capixaba José Casado, que assina junto com Roberto Kaz as reportagens publicadas em O Globo sobre o escândalo da espionagem dos EUA ao Brasil, participou do processo de fundação de Século Diário e foi também seu colunista. Ter contribuído para o jornal, para nós, é um orgulho.   Demanda antiga O deputado estadual Rodrigo Coelho (PT) quer ressuscitar o assunto eleições diretas nas escolas públicas do Estado. No governo Paulo Hartung, projeto nesse sentido foi barrado por interesses do próprio peemedebista em manter os cargos de direção nas escolas por indicação política – muitos atuam como cabo eleitoral. E agora, com Renato Casagrande, cola?    Dramatizou Em Alegre, sul do Estado, o prefeito Paulo Lemos (PMDB) “jogou a toalha”. Em entrevista ao jornal do município A Palavra, disse que só não larga a prefeitura por questão de honra. Mas já?   Dramatizou II Lemos jura que está desiludido por conta dos problemas herdados do prefeito anterior. Do outro lado estão manifestantes com pauta de reivindicações e a Câmara de Vereadores querendo abrir CPI para investigar a gestão atual. Sei não.   Deitam e rolam Mais uma multa às empresas das famosas quentinhas dos presídios capixabas, por descumprimento de contrato. Desta vez, aplicada à Viesa Alimentação Ltda ME – não é a primeira! Mas nem por isso ela deixa de reinar o setor junto com MS Quintino e Bic Soluções Ldta ME.    140 toques “Aroso’? Deputados (11) ‘concentrados’ no Hotel Senac. Ordens do ‘Mestre’?” (Roberto Beling – articulador da Rede Sustentabilidade no Estado – no Twitter).   PENSAMENTO: “A política é quase tão excitante como a guerra, e não menos perigosa. Na guerra só podemos morrer uma vez, mas na política diversas vezes”. Winston Churchill

09/07/2013 / 0 Comments
read more

E a popularidade?

Sem categoria

No auge dos protestos em todo o país, os jornais deram destaque para a queda de 30 pontos na aprovação da presidente Dilma Rousseff, segundo pesquisa do Instituto DataFolha. Evidentemente, como está à frente do governo o desgaste da presidente deveria mesmo ser mais acentuado. Dilma que até o final de maio venceria a disputa à reeleição sem dificuldades, agora tem um cenário bem diferente pela frente.    Mas, como o movimento não é contra o governo especificamente e mostra rejeição à classe política como um todo, as principais lideranças no campo político para o próximo ano estão em risco. Para evitar o desgaste, os presidenciáveis Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (Rede) evitam se expor.    O PSDB intensifica a oposição tentando fazer o eleitorado acreditar que o problema é com o PT, mas para isso colocou na linha de frente o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e não seu presidenciável, o senador por Minas Gerais, Aécio Neves.    No Espírito Santo, ainda não se sabe exatamente qual o tamanho do estrago no prestígio eleitoral das lideranças políticas foi feito com o início dos protestos. Assim como Dilma, Renato Casagrande à frente do Palácio Anchieta não tem como se preservar e tem buscado um caminho que pode complicar sua reeleição.    No âmago da questão está o pedágio da Terceira Ponte, uma discussão que afeta diretamente os moradores da Grande Vitória, onde estão cerca de 60% dos votos. Ao defender a manutenção da cobrança, a imagem do governador pode piorar ainda mais.   Mas não vai sobrar só para ele. A falta de atenção às políticas públicas, uma situação que dominou todo o governo passado, também complica a vida do ex-governador Paulo Hartung e de seu aliado, o senador Ricardo Ferraço, ambos do PMDB. Eles tentam se preservar não ingerindo na discussão e deixando o desgaste todo para Casagrande. Se vai funcionar, é que não se sabe. Quando o processo eleitoral do próximo ano chegar é que saberemos o tamanho do prejuízo no capital político das lideranças e se houve tempo de recuperação até a disputa eleitoral.      Fragmentos:   1 – O deputado Euclério Sampaio (PDT) apresentou uma opção interessante para o governo em relação ao contrato da Rodosol. Como tudo nesse Estado vira precatório, por que não?   2 – Chamou a atenção na denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra nove partidos o fato de a maioria não incentivar a participação feminina no processo político. E a representação só cai.   3 – A situação do deputado Gildevan Fernandes (PV) parece complicada para a disputa eleitoral do próximo ano. Contas rejeitadas, campanha contra na internet. Vai ficar difícil para o verde se manter na Assembleia. 

09/07/2013 / 0 Comments
read more

Antes tarde do que nunca

Sem categoria

Nesta quarta-feira (10) está programada a greve geral convocada pelas entidades sindicais em todo o País. Antes tarde do que nunca. A coluna vem reclamando do posicionamento do movimento sindical, que está demorando para ir para a rua e vem com um viés interessante: a necessidade de o trabalhador ter condições de igualdade no processo eleitoral.    Foi difícil o movimento entender o quanto esse momento é importante. Foi preciso que a sociedade desse o primeiro passo, seguida pela presidente da República, Dilma Rousseff, que levantou a lebre da reforma política, com pontos fundamentais, que deveriam estar na cabeça da pauta de reivindicação do movimento há muito tempo.    A questão do financiamento público de campanha é um dos pontos mais relevantes não só para a classe trabalhadora, mas para toda a sociedade, para que finalmente possa haver igualdade de condições nas disputas e um maior controle dos gastos durante e após as campanhas.    Se bem que na prática o sistema hoje também é público, já que as empresas financiam seus candidatos e deixam de pagar imposto. Mas, o que se vê é um aprisionamento da classe político aos interesses do capital. Basta ver como se divide o congresso com suas bancadas ruralistas, da indústria, comercio, evangélica, entre outros.    Essas bancadas dominam as discussões no Congresso, fazem as leis visando a atender os interesses de seus financiadores em detrimento do interesse público. Essa lógica é que sustenta esse sistema de corrupção que tantos malefícios trazem ao desenvolvimento do país e da população.    Outro ponto que não pode ficar de fora das discussões nesse momento é o fim do imposto sindical. É justamente esse mecanismo que emperra os sindicatos. À custa de 60% – porque o restante vai para o governo – de um dia de trabalho do trabalhador se criam verdadeiras carreiras no sindicalismo. Enquanto isso, a classe trabalhadora continua à mercê dos acordos de gabinete entre direção sindical e patrão. E quem discorda, muitas vezes, não tem direito sequer de disputar a direção do sindicato. A oposição é excluída, também com acordos de bastidores, que mudam estatutos ou perseguem os opositores no chão da fábrica.    Não basta ir para a rua. O momento político no Brasil mostra que o movimento sindical está perdendo o bonde da história. Precisa haver uma avaliação interna da postura dos representantes dos trabalhadores, promover a luta de classe e fazer a capacitação das lideranças políticas para disputar dentro do espaço institucional os direitos da classe trabalhadora.    O momento é este e a hora é esta!

09/07/2013 / 0 Comments
read more

Taufner vai relatar auditoria no contrato da Rodosol no TCE

Sem categoria

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovou, na sessão desta terça-feira (9), a realização de uma auditoria no Contrato de Concessão nº 01/1998, referente ao Sistema Rodovia do Sol, que envolve a Terceira Ponte e a Rodovia ES-060. O relator designado para o caso foi o conselheiro Domingos Taufner. A auditoria foi solicitada pelo governador Renato Casagrande em resposta às manifestações populares contra a manutenção do acordo entre o Estado e a concessionária Rodosol S/A. De acordo com informações do TCE, a Agência Reguladora de Saneamento Básico e Infraestrutura Viária do Espírito Santo (Arsi), a Procuradoria Geral do Estado (PGE) e a Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont) deverão encaminhar, no prazo de até dez dias, toda a documentação necessária para o início da auditoria. Além dos órgãos estaduais, o relator também vai pedir informações à Justiça e Assembleia Legislativa sobre as ações judiciais relacionadas ao contrato, bem como a remessa da cópia do relatório final da CPI da Rodosol, finalizada em maio de 2004. O Ministério Público Estadual (MPE) também foi comunicado para que, caso queira, formule em até dez dias quesitos a serem apreciados pela auditoria. No voto, o conselheiro Domingos Taufner afirmou que pertence ao Tribunal de Contas, como órgão de controle externo, a competência para fiscalizar procedimentos licitatórios e contratos envolvendo concessões de qualquer natureza. Para dar celeridade aos trabalhos, foi anunciada a utilização de uma força-tarefa de servidores do TCE para a conclusão das apurações no prazo de 90 dias – a partir do recebimento de toda a documentação solicitada. A assessoria do TCE explicou que o critério para a designação do relator da auditoria atende à distribuição das atribuições de cada conselheiro no biênio. Domingos Taufner é o relator da Agência Reguladora de Saneamento Básico e Infraestrutura Viária do Espírito Santo (Arsi) nos exercícios de 2012 e 2013, por isso atuará no referido caso. A definição de relatoria é feita a cada biênio, por meio de sorteio entre grupos de gestores. Segundo o tribunal, os trabalhos vão seguir às normas internacionais de auditoria.

09/07/2013 / 0 Comments
read more

Entidades ambientalistas protocolam manifesto na Assembleia

Sem categoria

O grupo SOS Espírito Santo Ambiental protocolou na tarde desta terça-feira na Assembleia Legislativa, manifesto das associações ambientalistas da capital que cobram maior rigor do governo e da Casa para os problemas ambientais capixabas, sobretudo a questão da poluição atmosférica.   O manifesto foi produzido durante a manifestação do último dia 28 de julho, quando o Bloco Ambiental juntou-se à grande manifestação para reivindicar, dentre vários outros pontos, a abertura da CPI do Pó Preto.   Inclusive, ao final, expressam indignação com relação à truculência policial com que foram tratados os manifestantes nesse dia e evidenciam que os policiais que o fizeram não estão preparados para tal abordagem.   Na carta, os manifestantes criticaram a interferência direta do governo na casa do legislativo, que deveria atuar como a casa do povo, no sentido de impedir a abertura de CPIs.   A bancada do PT na Assembleia, liderada pelo deputado Claudio Vereza, optou por não apoiar a CPI do Pó Preto, acreditando que audiências públicas seriam mais eficazes nesse sentido.   Os deputados Josias Da Vitória, Luiz Durão (ambos do PDT), Marcos Mansur (PSDB), Dary Pagung (PRP) e Jamir Malini (PTN) retiraram suas assinaturas do pedido de abertura da comissão, que foi arquivado após não atingir o número mínimo de adesão ao projeto.   As entidades acusam o governador Renato Casagrande de utilizar a aprovação da 8ª usina de pelotização da Vale como instrumento de “barganha” política, uma vez que atuou em favor de interesses partidários e em total desrespeito à população que, nas audiências públicas do empreendimento, foi contrária à implantação.   Os militantes também apontam que a responsabilidade da conivência governamental com os empreendimentos poluidores está, sobretudo, nas mãos dos que receberam doações de campanha dessas empresas e se negam a agir com transparência, escondendo os temas que são debatidos a portas fechadas em seus gabinetes.   As entidades declaram-se contra a instalação da 8ª usina e também manifestam seu descontentamento com a política de realização de audiências públicas.   Ao invés disso, cobram soluções técnicas, científicas e medidas políticas mais eficazes e prometem seguir com o empenho pela abertura da CPI do Pó Preto, que tinha como objetivo investigar a ineficácia do poder público na apuração das causas e efeitos da poluição atmosférica na Grande Vitória.   Outras críticas feitas pelos ambientalistas na carta são referentes à massiva construção de portos no litoral capixaba, ao descaso com que é tratada a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) que, só no governo Casagrande, já passou pelas mãos de três diferentes dirigentes; ao sucateamento do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e à inoperância do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) que, segundo eles, tem atuado como mera instância de concessão de licenciamentos ambientais a empreendimentos poluidores.   Também é apontado na carta o descontentamento com o Projeto de Lei nº 99/2013, a Política Estadual de Recursos Hídricos, que tirará a atribuição da implantação dessa política do Iema para uma agência que ainda será criada. É apontado que a tendência brasileira para tal gestão é fundir a questão ambiental à questão hídrica, e o Estado está indo justamente à contramão.   A carta foi protocolada com destino ao deputado Theodorico Ferraço (DEM), entregue nas mãos do deputado Gilsinho Lopes (PR) e, especialmente, ao deputado Cláudio Vereza (PT), com a sugestão especial de uma reflexão de toda a bancada petista sobre a decisão de desapoio à CPI.   Amanhã, o documento será protocolado no Palácio da Fonte Grande, sede do governo do Estado, direcionada ao governador, e na Seama.   Assinam as reivindicações o Grupo SOS Espírito Santo Ambiental, o Movimento Pó Preto Vitória ES, o Movimento ES Salve o Código Florestal Brasileiro, a Associação dos Amigos da Praia de Camburi (AAPC), a Associação dos Amigos do Parque da Fonte Grande (AAPFG), a Associação Capixaba de Proteção ao Meio Ambiente (Acapema), a Associação Nacional dos Amigos do Meio Ambiente (Anama) e a Família de Assistência a Saúde do Meio Ambiente (Fasma).

09/07/2013 / 0 Comments
read more
09062013_terceira_ponte_arqS_20200308-083923_1.jpg

Nova tarifa do pedágio da Terceira Ponte deve ser anunciada até sexta

Sem categoria

O valor de R$ 1,90 que o motorista (veículo de passeio) paga hoje para cruzar os 3,3 km da Terceira Ponte deverá ser reduzido até esta sexta-feira (12). A decisão liminar é da 2º Vara da Fazenda Pública Estadual de Vitória, que acatou a ação do Ministério Público Estadual (MPES) e determinou a redução imediata da tarifa.   A magistrada determinou que Agência Reguladora de Saneamento Básico e Infraestrutura Viária do Espírito Santo (Arsi), após a notificação, informe em 24 horas a nova tarifa, que deverá ser mantida até o final da auditoria, que será realizada pelo Tribunal de Contas do Estado.   Segundo a juíza Heloisa Cariello, autora da decisão, o prazo poderá ser antecipado. A magistrada afirma que a nova tarifa será estabelecida a partir do valor gasto com a conservação, manutenção e fluxo de carros na Terceira Ponte.    A promotora Sandra Lengruber, durante coletiva de imprensa convocada pelo MPES nesta segunda, disse desconfiar que a Arsi já tenha essa conta pronta. “Já havíamos solicitado estes valores. Creio que até o final da semana esse valor já tenha sido repassado à Rodosol, que deverá acatá-lo imediatamente”, frisou a promotora do Centro de Apoio de Defesa do Consumidor do MPES.   A Justiça fixa, ainda, multa diária de R$ 100 mil à concessionária em caso de descumprimento da determinação. A Rodosol pode recorrer da decisão.    A tarifa reduzida, de acordo com a decisão, deverá ser mantida até a conclusão da auditoria contábil, financeira e econômica, que deve durar 90 dias, segundo previsão do TCE.    “Creio que a decisão vai restabelecer o equilíbrio em torno da discussão sobre a Terceira Ponte”, disse o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes.   Segundo Pontes, o órgão jamais foi a favor da suspensão do contrato, visto que o MPES não age sobre pressão e que existe uma ordem jurídica que precisa ser respeitada. Desta forma, afirmou, o contrato será discutido juridicamente através da realização da auditoria com a participação da sociedade civil.    A promotora Sandra Lengruber completou que o MPES entendeu que a extinção da cobrança do pedágio na Terceira Ponte acarretaria em multa vultosa (R$ 550 milhões, segundo o governo), que recairia sobre a população de todo o Estado.   Sandra Lengruber recomendou aos usuários da ponte que recolham seus recibos de pagamento do pedágio a partir desta terça-feira (9). “Caso caiba à população o crédito, isso será ressarcido através de uma ação individual e possivelmente até conjunta. Se o caso for contrário e a Rodosol tiver crédito, ela terá seu contrato estendido durante o período em que houve a redução. Isso será decidido após a auditoria”, ressaltou.    Já sobre a participação popular na auditoria, o MPES informou que isso ainda não foi disciplinado, mas o órgão pensa em duas opções: a OAB-ES poderá disciplinar essa participação ou isso poderá ser definido a partir de  uma comissão constituída pela população. 

09/07/2013 / 0 Comments
read more
28112012_desembargador_amaral_divulTJE_20200308-083923_1.jpg

Novo concurso público para cartórios no Estado pode distribuir 121 vagas

Sem categoria

O corregedor-geral de Justiça capixaba, desembargador Carlos Henrique Rios do Amaral, divulgou, nesta terça-feira (9), a relação de cartórios vagos – e sub judice – no Espírito Santo. De acordo com o Ofício Circular nº 159/52013, publicado no Diário da Justiça, um total de 172 cartórios estão sendo ocupados por tabeliães interinos. No entanto, apenas 121 serventias poderão ser distribuídas no próximo concurso público para ingresso na atividade notarial, que deve ser aberto até o final deste mês. A divulgação também incluiu os casos das serventias cujas vacâncias estão sob discussão na Justiça. Ao todo, 51 cartórios devem ficar de fora do próximo concurso – caso os processos não sejam analisados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em sua maioria, até a deflagração da próxima seleção (clique aqui e veja a lista completa dos cartórios vagos no Estado). Segundo o desembargador, a divulgação atende a uma norma do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que obriga a divulgação da relação de cartórios vagos. No caso do TJ capixaba, a lista deve contribuir para a elaboração das serventias a serem distribuídas no novo concurso. No final de maio, a banca designada para a seleção confirmou a contratação do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/UnB), órgão ligado à Universidade de Brasília, para a realização do certame. Na última reunião da banca, o presidente do grupo, desembargador José Paulo Calmon Nogueira da Gama, anunciou que já solicitou a remessa da minuta do edital de abertura das provas, bem como o cronograma de trabalho – desde o lançamento da seleção, passando pelo prazo de inscrição dos interessados até a divulgação do resultado final. O último concurso para cartórios foi iniciado em 2006, mas acabou sendo concluído apenas três anos depois. Apesar disso, o certame segue como alvo de polêmicas no próprio TJ capixaba. O Tribunal Pleno analisa processos ajuizados por candidatos aprovados naquele certame, que não tiveram a possibilidade de escolha das serventias. O grupo pede que o tribunal faça uma nova sessão para distribuição dos cartórios vagos, medida que reduzir o número de vagas neste novo concurso. A realização do novo concurso faz parte de uma determinação do Conselho, que no final de março deste ano deu um prazo de três meses para que os TJs de todo País dessem início ao preenchimento das vacâncias nos cartórios.

09/07/2013 / 0 Comments
read more
050713_pedagio_jose_rabel_20200308-083923_1.jpg

Deputados denunciam ‘cortina de fumaça’ para manter cobrança do pedágio

Sem categoria

Sem quórum para votações, a sessão desta terça-feira (9) na Assembleia Legislativa ficou por conta das reclamações dos deputados favoráveis ao projeto que põe fim à cobrança do pedágio da Terceira Ponte. Os deputados favoráveis à “cancela-livre” criticaram o esvaziamento do plenário. Para Euclério Sampaio (PDT), autor do projeto, as justificativas são uma “cortina de fumaça” para disfarçar uma manobra palaciana para derrubar a matéria. Os deputados se revezaram na tribuna da Casa para criticar a reunião de 15 parlamentares em um hotel de Vitória na tarde desta segunda-feira (8).     Desse encontro, saiu uma carta, já encaminhada à Mesa Diretora, na qual esses 15 parlamentares avisam que não retornarão à Casa enquanto o legislativo não for desocupado. De outro lado, os apoiadores do projeto acreditam que a matéria será votada na manhã desta quarta-feira (10), como está previsto no acordo firmado entre os deputados e os manifestantes.   Se os deputados cobraram a presença dos colegas para a sessão da manhã desta quarta, os manifestantes tentarão reforçar a movimentação para garantir que o projeto seja votado. Os ocupantes estão convidando todos os parlamentares para um encontro às 8 horas desta quarta. O intuito do encontro é conhecer melhor a posição de cada deputado.    Mesmo com o anúncio de uma liminar da Justiça determinando a redução da cobrança da tarifa do pedágio, deputados e manifestantes apoiadores do projeto permanecem firmes. Para o deputado Euclério Sampaio (PDT), autor da matéria, a decisão da Justiça reforça a necessidade de se aprovar o projeto.    Na discussão sobre a segurança da Casa, levantada pelo grupo dos 15 deputados que condicionam a retomada das atividades à desocupação, o segundo secretário da Mesa Diretora, deputado Roberto Carlos (PT), destacou o clima de tranquilidade na Assembleia para deputados, servidores e manifestantes. O petista destacou também que no antigo prédio da Assembleia, na Cidade Alta, sequer existiam vidros entre o plenário  e o público.    Ele foi acompanhado por outros parlamentares que consideraram o prédio seguro para dar andamento às atividades parlamentares.   A expectativa agora fica por conta do cumprimento da parte dos deputados da Mesa Diretora do acordo firmando com os manifestantes, que desocuparam a presidência da Casa, no último dia 5, e se mudaram para o restaurante da Assembleia. O acordo garantiria que o projeto de Euclério retornaria à pauta de votação da sessão desta quarta-feira (10), quando expira o prazo do deputado Gildevan Fernandes (PV), que pediu vista da matéria na histórica sessão do último dia 2. 

09/07/2013 / 0 Comments
read more

Audiência pública discute desassoreamento do rio Jacaraípe

Sem categoria

Após a realização da primeira audiência pública sem a participação de representantes da Prefeitura da Serra, o vereador Gideão Svensson (PR) convocou uma segunda reunião para discutir o desassoreamento do rio Jacaraípe. A reunião acontecerá na próxima quinta-feira (11), no Centro de Vivência em São Patrício, na praça Vitória, às 19 horas.    Mesmo com a greve geral marcada para a mesma data, o compromisso será mantido porque o foco da audiência são as populações vizinhas ao rio, que participaram efetivamente dos encontros. Segundo o vereador, mais de 200 pessoas estiveram na audiência de realizada em junho.   Desta vez, a Prefeitura da Serra já confirmou a participação na reunião. O secretário de Turismo, Flávio Serri, representa o prefeito Audufax Barcelos (PSB) na reunião, que lamentou não ter comparecido no primeiro encontro, por conflito de agenda.   As obras estão paradas desde abril de 2012, quando uma medida do Executivo barrou a participação da empresa Tracomal no processo. A Prefeitura da Serra alegou que a empresa está em fase de recuperação judicial. A Tracomal moveu uma ação no Tribunal de Contas contra a Prefeitura e, por isso, o processo licitatório está parado.   Uma liminar do Tribunal de Contas de maio desse ano determinou que o edital de licitação deveria ser revogado ou republicado, mas a Prefeitura da Serra ainda não se posicionou. Há expectativa de que o secretário apresente uma posição sobre a licitação na audiência pública da próxima quinta-feira.   O vereador apontou, inclusive, que informações extra-oficiais dão conta de que o processo está sendo analisado na Coordenadoria de Governo do prefeito.   As verbas do Executivo municipal e do governo federal fazem parte da segunda parte do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC II, que, somadas, beiram os R$ 15 milhões, foram liberadas à época, mas até então não foram efetivadas para uso.   O vereador considera que é importante esclarecer à população por que a licitação segue paralisada.   Além de alagar o entorno e prejudicar os bens materiais dos moradores ribeirinhos, a poluição no rio também prejudica os pescadores, que não dispõem mais da abundância de peixes. O vereador sugere, entre outras medidas, a vigilância do trecho por agentes ambientais.

09/07/2013 / 0 Comments
read more

Paginação dos conteúdos

Anterior 1 … 4.314 4.315 4.316 … 4.870 Seguinte
Royal Elementor Kit Theme by WP Royal.