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Século Diário

Portal de Notícias

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Vidas amargas

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Quem viu, e gostou, de Ryan Gosling na pele de um mocinho de ares delicados porém de expedientes pouco diplomáticos no ótimo Drive (2011), tem um motivo a mais para conferir O Lugar Onde Tudo Termina. Aqui Gosling é Luke, um motoqueiro rebelde do Globo da Morte de um circo itinerante.    Corpo tatuado e madeixas descoloridas, Luke vê sua vida mudar quando descobre que tem um filho. Quem lhe revela é a mulher por quem é apaixonado, uma garçonete que, agora, é casada com outro, um homem ao estilo bom moço. Luke se sente compelido a abandonar a vida errante para criar o filho.   Quando resolve assaltar bancos para sustentar a mulher e o filho, outro personagem entra em sua vida. É o policial Avery. A vida dos dois se cruza num ponto interessante: ambos têm filhos recém-nascidos, ainda que, outro ponto, atuem em lados opostos da ordem.     O filme cresce ainda mais quando, anos depois, se cruzam também os filhos de Luke e Avery, dois adolescentes problemáticos, cada a sua maneira. A trilha sonora ainda traz músicas Mike Patton, o vocalista do Faith No More.    Serviço O Lugar Onde Tudo Termina (The Place Beyond the Pines, EUA, 2012, 140 minutos, 16 anos)    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 20h55. Terça não haverá sessão.

05/07/2013 / 0 Comments
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Lideranças políticas no Estado devem chegar desgastadas em 2014

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O momento político que não parece estar sendo assimilado pela classe política pode trazer prejuízos eleitorais para as lideranças na disputa do próximo ano. Para o professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Victor Gentilli, como as manifestações questionam a legitimidade dos representantes partidários de uma forma geral, pode haver um grande número de votos nulos na eleição do próximo ano.    Em entrevista a Século Diário, que vai ao ar neste sábado (6), o professor faz uma avaliação do movimento, que para ele se difere de outros que acontecem no mundo inteiro. Este, para Gentilli, é o primeiro movimento desde a revolução francesa que não visa a tomada do poder ou derrubada de um governante.   Para Gentilli, as manifestações se dão porque a classe média, que ganhou poder de consumo, quer mais e quer que as instituições políticas realmente representem a vontade popular.    Professor do curso de Comunicação Social da Ufes, ele também analisa a conturbada relação entre imprensa e movimentos sociais, que não é restrita ao momento atual. A rejeição dos movimentos à cobertura de parte da mídia se dá pela escolha da agenda dos meios de comunicação, que não atende a esse grupo.    Segundo Gentilli, a crise dos meios de comunicação ocorre pela introdução do que chama de “marquetagem nos veículos”. Ao adotarem uma cobertura que entendem ser o que a população quer, os veículos acabam fazendo o contrário. Agora a população mais esclarecida cobra um posicionamento diferente da imprensa. 

05/07/2013 / 0 Comments
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Assembleia ocupada: grupo avalia que protesto dessa quinta fortaleceu movimento

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O grupo que ocupa a Assembleia Legislativa desde a última terça-feira (2) foi obrigado acompanhar das o protesto dessa quinta-feira (4) das janelas do prédio do legislativo estadual.     O chamado “quarto grande ato de protesto” – puxado pelo movimento “Não é por R$ 0,20 centavos” (o sétimo, no geral) – reuniu, segundo a polícia, cerca de 3 mil manifestantes nas ruas de Vitória. O grupo que ocupa a Assembleia avaliou como positivo o protesto, mas registrou que houve execesso da polícia. De acordo com o grupo, a ação da polícia foi tão truculenta, que eles sentiram os efeitos nocivos da fumaça do gás lacrimogêneo de dentro do prédio da Assembleia.   “Ontem foi muito tenso. Aqui dentro muita gente se exaltou com tamanha violência. Daqui deu pra ver e também receber notícias ao vivo da ação desmedida. Tivemos relatos de abuso de autoridade, gente cercada pelos dois lados da ponte à mercê das bombas e teve bomba sendo atirada de lá para cá, uma caiu bem embaixo da nossa janela”, disse um dos manifestantes indoor.    Eles acreditam que o movimento saiu do ato mais fortalecido devido ao apoio dado aos acampados. “Apesar da repressão, conseguimos garantir a entrada das pessoas acampadas aqui na porta. Ou seja, aumentamos o número de acampados. Isso oxigena o movimento. O ato foi positivo também por garantir essa mobilização, por garantir que mantivéssemos a pauta. A mobilização está forte dentro e fora da Casa”, disse outro manifestante acampado.    Para o final de semana, garantem os manifestantes que já se mudaram para o restaurante desativado da Casa, a expectativa é conseguir com os deputados o acesso livre à Assembleia, para que possam ser realizados debates sobre transporte, juventude, segurança, entre outros pontos que constam na pauta das mobilizações das ruas.    Eles confirmaram que deixaram a sala da presidência da Assembleia nesta sexta-feira (5). No novo espaço, admitiram, há mais infraestrutura para acomodar as mais de 80 pessoas desde a última terça. A mudança é resultado de um acordo entre manifestantes e deputados para garantir o andamento dos trabalhos legislativos.    O grupo destacou pediu garantias aos deputados para que não houvesse violência por parte da polícia dentro e fora da Casa. “Infelizmente não temos como cobrar dos deputados que a ação da polícia seja mais amena, porque eles não têm essa competência. Mas fizemos apelos para que a pressão fosse menor. Essa decisão, porém, vem de cima, como vimos”, disse outro acampado.    Sem revelar os nomes, os manifestantes afirmam que todas as decisões sobre a ocupação vêm sendo tomadas em conjunto, com a participação de todos os acampados e que por isso, não há a necessidade da divulgação dos nomes dos interlocutores que conversam com a imprensa. Sobre a permanência na Casa, os acampados afirmam que só sairão após votação do projeto de decreto legislativo que põe fim à cobrança do pedágio na Terceira Ponte. 

05/07/2013 / 0 Comments
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Filmes em cartaz

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Programação dos cinemas de Vila Velha, Vitória e Guarapari de 05 de julho a 11 de julho.    PRÉ-ESTREIAS   O Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger, EUA, 2013, 149 minutos, 14 anos) Ação. Direção de Gore Verbinski. Com Armie Hammer, Johnny Depp, Tom Wolkinson, Ruth Wilson.  O índio Tonto, um espírito guerreiro, conta como o xerife John Reid se tornou um lendário justiceiro.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 2. 20h40. DUBLADO.  Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 2. 21h50. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 7. 22h25.   ESTREIAS   O Lugar Onde Tudo Termina (The Place Beyond the Pines, EUA, 2012, 140 minutos, 16 anos) Policial. Direção de Derek Cianfrance. Com Bradley Cooper, Ryan Gosling, Rose Byrne, Eva Mendes. Piloto de moto passa a assaltar bancos para poder sustentar sua mulher e filho recém-nascido.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 20h55. Terça não haverá sessão.   Adeus Minha Rainha (Les adieux à la reine, França/Espanha, 2012, 100 minutos,14 anos) Drama. Direção de Benoît Jacquot. Com Léa Seydoux, Diane Kruger, Virgine Ledoyen, Noémie Lvovsky. 1789. Às vésperas da Revolução Francesa, aqueles que vivem no palácio de Versalhes continuam levando vidas despreocupadas e negligentes, longe da crescente agitação em Paris.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 19h05.   Confissões de um Jovem Apaixonado (Confession of a Child of the Century, Reino Unido, 2011, 120 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Sylvie Verheyde. Com Pete Doherty, Charlotte Gainsbourg, Lily Cole. Durante as guerras napoleônicas, Octave namora Elise – até que testemunha sua infidelidade. O desespero o conduz à decadência.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 16h55.    A Espuma dos Dias (L’ecume dês jours, França, 2013, 125 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Michel Gondry. Com Audrey Tautou, Omar Sy, Romains Duris, Gad Elmaleh. Chloë sofre de uma doença incomum, causada por uma flor que cresce em seus pulmões.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 16h50 e 19h05.   Meu Malvado Favorito 2 (Despicable Me 2, EUA, 2013, 98 minutos, Livre) Animação. Direção de Pierre Coffin e Chris Renaud. Gru, as meninas e os minions retornam com um grupo de novos personagens.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 1 (3D). 13h, 15h, 17h10, 1h20, 21h30. DUBLADO. Sala 7. 14h, 16h10, 18h30, 20h50. DUBLADO. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 3 (3D). 14h30, 17h, 19h30, 21h40. DUBLADO.   Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 11h, 13h20, 18h20. DUBLADO. Sala 4. 11h40, 14h, 16h20, 18h50, 21h10. DUBLADO. Sala 5 (3D). 12h20, 14h40, 17h, 19h20, 21h50. DUBLADO.  Cine Ritz Guarapari: Sala 2. 15h30, 17h15, 19h10. DUBLADO. Sala 3 (3D). 15h e 17h. DUBLADO.    Truque de Mestre (Now You See Me, EUA, 2013, 115 minutos, 12 anos) Suspense. Direção de Louis Leterrier. Com Morgan Freeman, Mark Ruffalo, Jesse Eisenberg, Michael Caine, Woody Harrelson. Agentes do FBI procuram um grupo de ilusionistas que assalta bancos durante suas apresentações e premia a plateia com o dinheiro.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 3. 14h, 16h30, 18h50, 21h10. DUBLADO.  Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 1. 16h30 e 19h10. DUBLADO. 21h55 (LEG). Cinemark – Shopping Vitória: Sala 2. 13h30, 16h, 18h40, 21h20.    SESSÃO CULT   Thérèse D. (Thérèse Desqueyroux, França, 2012, 110 mintos, 14 anos) Drama. Direção de Claude Miller. Com Audrey Tautou, Gilles Lellouche, Anaïs Demoustier. Mulher infeliz no casamento tenta quebrar as pressões sociais e os costumes suburbanos.    Cinemark – Shopping Vitória: Sala 7. Quinta 20h.     CONTINUAÇÃO   Vizinhos e Vizinhas (Voisins Voisines, França, 2005, 90 minutos, Livre) Comédia. Direção de Malik Chibane. Com Anémone, Frédéric Diefenthal, Jackie Berrover. No subúrbio de Paris, moradores de um prédio recebem um novo morador, cantor de rap, que precisa compor algo para manter contrato com sua gravadora. Ele busca inspiração na nova moradia.   Cine Metropolis: 17h e 18h50. Quarta não haverá sessão.   Angele e Tony (Angèle et Tony, França, 2010, 87 minutos, Livre) Drama. Direção de Alix Delaporte. Com Clotilde Hesmes, Grégory Gadebois. Em um pequeno porto de pesca na Normandia, Angele entra na vida de Tony. Um anúncio os coloca no mesmo caminho. Ela é rude e nada sabe sobre o amor; suas tentativas de seduzi-lo são rejeitadas. Mas não assim, não tão rápido – Tony não pode acreditar que ela está ali pra ele.   Cine Metropolis: 20h30. Quarta não haverá sessão.   Reality – A Grande Ilusão (Reality, Itália/França, 2012, 116 minutos, 16 anos) Comédia. Direção de Matteo Garrone. Com Aniello Arena, Loredana Simioli, Nando Paone. Luciano é um homem fanfarrão e com muito talento para comédia que, a pedido dos filhos, se inscreve num reality show. A partir daí, sua vida se transforma.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 21h20.   Todo Mundo em Pânico 5 (Scary Movie 5, EUA, 2013, 86 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Malcolm D. Lee. Com Sarah Hyland, Ashley Tisdale, Lindsay Lohan, Charlie Sheen, Mike Tyson. Quinta parte da série de paródias Todo mundo em pânico.    Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 1. 1h40. DUBLADO. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 8. 15h e 19h30. DUBLADO. Cine Ritz Guarapari: Sala 1. 19h15 e 21h10. DUBLADO.   Guerra Mundial Z (World War Z, EUA, 2012, 116 minutos, 12 anos) Ação. Direção de Marc Forster. Com Brad Pitt, Brian Cranston, Mireille Enos. Dez anos depois dos estranhos acontecimentos, um representante da ONU escreve um relato, com entrevistas de sobreviventes, sobre a guerra contra os zumbis.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 4 (3D). 20h30. Sala 5. 13h50, 16h20, 18h50, 21h20. DUBLADO. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 6. 14h20, 16h50, 19h20. DUBLADO. 22h (LEG). Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 15h40 e 20h40. Sala 3 (3D). 13h50 e 19h10, 22h.   Cine Ritz Guarapari: Sala 3 (3D). 19h. DUBLADO. 21h30 (LEG).   Minha Mãe é uma Peça – O Filme (Idem, Brasil, 2013, 95 minutos, 12 anos) Comédia. Direção de André Pellenz. Com Paulo Gustavo, Ingrid Guimarães. Adaptação da peça homônima, onde Dona Hermínia, uma mulher de meia-idade e recém-separada, só sabe cuidar da vida dos filhos e fofocar.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 2. 14h40, 16h40, 18h40. Sala 6. 13h20, 15h30, 17h30, 19h30, 21h30.  Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 4. 13h40, 15h40, 17h40, 19h40, 21h45. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 6. 12h, 14h10, 16h10,

05/07/2013 / 0 Comments
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Um tiro só

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Além do pedágio da Terceira Ponte, outro assunto inclui a Rodosol no topo da lista de reivindicações das mobilizações populares no Estado: o financiamento de campanhas. Na lista de sócios das empresas que administram a concessionária, figura a “nata” da elite capixaba. Alguns nomes que estão na boca do povo nas ruas: os empreiteiros Wilmar Barroso Filho (dono da Arariboia, aquela mesma das obras do posto fantasma de Mimoso do Sul, um dos maiores escândalos do governo Paulo Hartung) e Américo Madeira (dono da A. Madeira, uma das principais empresas do rol de empresas com vultosos contratos públicos com o Estado), além do bilionário Fernando Camargo (segundo maior dono de afiliados da Rede Globo – atrás somente da própria emissora carioca) e da Família Coser (Grupo Coimex). Os manifestantes miraram em um alvo e acabaram acertando outro. Tudo com tiro só. Na mesma Depois das derrapadas, que não foram poucas, o governador Renato Casagrande mudou seu porta-voz no assunto protestos. Saíram do circuito o comandante-geral da PM, coronel Edmilson dos Santos, e o secretário de Estado de Segurança, André Garcia, e entrou o comandante do Comando de Polícia Ostensiva Especializada (CPOE), coronel Henrique de Castro Cunha. Mas já “desandou”. Na mesma II É que Cunha não demorou nada e entrou no discurso de Edmilson, que revoltou ainda mais os manifestantes. Espalhar o “clima de terror” para esvaziar o movimento é estratégia furada. Distância Nem o desenrolar das mobilizações populares tira o vice-governador Givaldo Vieira (PT) do interior do Estado, onde faz oba-oba já tem tempo. Não cita um “a” sobre os atos, não participa de reuniões…só tem olhos para a cadeira da Câmara dos Deputados. Cada um com suas prioridades. Gancho Na carona da discussão sobre a reforma política, a Câmara de Vitória aprovou em primeiro turno o fim do voto secreto na Casa na sessão dessa quarta-feira (3). Vale para qualquer tipo de matéria, inclusive relacionada à cassação de mandato. O presidente da Câmara, Fabrício Gandini (PPS), autor da proposta, busca um gancho com o clamor das ruas. Ele e a torcida do Flamengo. Gancho II Na mesma linha ocorre a convocação do presidente do PSB de Vitória, vereador Serjão Magalhães, para reunião na próxima segunda-feira (8). Objetivo é debater as manifestações sociais realizadas na Capital, entender a voz das ruas e se inserir no contexto. Tem jeito? Débito Como a coluna antecipou, o prefeito de Vila Velha Rodney Miranda (DEM) está diante da primeira greve de sua administração. E logo dos professores das escolas municipais, a quem o demista prometeu mundos e fundos durante a campanha eleitoral. Com direito a Carta de Compromisso e tudo mais. Promessa é dívida, hein, Rodney! Sacudiu Tem novidade no mercado político de São Mateus, norte do Estado. O ex-prefeito do município Rui Baromeu saiu do PMDB, onde era considerado um histórico do partido, para migrar ao PSDB, comandado por lá pelo ex-deputado estadual Carlinhos Lyrio. Tal movimentação indica que Baromeu, há muito tempo distante da política, tem novos projetos eleitorais. Não para 2014, mas sim 2016. Costuras começam cedo. Sacudiu II A mexida vai de encontro ao cenário formado em São Mateus, com o atual prefeito Amadeu Boroto (PSB) interessado em disputar a Câmara dos Deputados, e depois fazer seu sucessor o deputado federal Jorge Silva (PDT), que tem a região como reduto eleitoral. Portanto, no próximo ano, Baromeu já deverá posar com um candidato a deputado federal da região a tiracolo, para começar a “bater” de frente com Boroto. Sacudiu III Reflete ainda no município ao lado, de Conceição da Barra. Baromeu é um dos que defende a candidatura do prefeito Jorge Donati (PSDB) a deputado estadual em 2014. 140 toques “Ao colocar um deputado de sua base para pedir vistas e não permitir a votação do projeto, Casagrande assumiu a paternidade da crise”. (Roberto Beling – articulador da Rede Sustentabilidade – no Twitter). PENSAMENTO: “A única coisa que mete medo em político é o povo nas ruas”. Ulysses Guimarães

04/07/2013 / 0 Comments
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Inovações

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Várias emissoras de televisão, do nível da CNN, estão usando “drones” em reportagens. Criado pelo governo americano para localizar terroristas em seus habitat e depois atirar, tudo por controle remoto à distância, o aparelho agora esta sendo comercializado pelas grandes emissoras de TV do mundo, desde que disponham do dinheiro para comprá-lo.   Eles já vêm adaptados por câmeras super potentes, girando a 180 graus, sendo que alguns usam mais de uma. Esse recurso é excelente para cobrir manifestações de rua, como as que acontecem na Síria, Turquia e Brasil. Essas ações já estão sendo chamadas de “coberturas quentes.   Nessas coberturas, o repórter não precisa ir para o “olho do furacão” e levar spray de pimenta na cara. O drone pode fazer este papel, já que tem uma aproximação de 100%. “Não se sabe se eles, os “drones”, irão tomar o trabalho dos repórteres. Mas isso é outra história, ou melhor, o capítulo seguinte.   Na realidade, o drone é um aparelho de aeromodelismo e custa barato. O que precisa fazer é colocar seu uso dentro de leis específicas, regularizá-lo, caso contrário qualquer cidadão pode ter um e achar no direito de voar, filmar e ver coisa alheia.   Notícias dão conta que o Folha TV (Grupo Folha SP) já utilizou drone, fazendo imagens da baderna paulista nos protestos. A TV Folha foi pioneira na cobertura, deixando a Globo e sua ultratecnologia para trás.   Se o drone já esta ao alcance das empresas de comunicação e em breve do povo, imagine então o que os americanos já não devem ter de mais moderno na sua eterna guerra contra o terrorismo?   PARABÓLICAS   Atende pelo nome de Rondi dos Santos o encarregado da manutenção técnica da Rede Super FM. Tem como ídolo Carlinhos Gambi   Luciani Rocha, que faz o horário da tarde na Novo Tempo FM de Nova Venécia diz ter um blog, que não conseguimos acessar   Ouvindo nosso contemporâneo Adelson Álvares (que já também vereador) na Rádio ES, notamos que está muito animado na sua apresentação. Bom!!   A FM Universitária tem para perto de 40 programas em sua grade. Achamos que tanto programa assim não ajuda na sedimentação de ouvintes.   MENSAGEM FINAL   O verdadeiro professor defende os alunos contra sua própria influência de mestre. Louisa May Alcott

04/07/2013 / 0 Comments
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Silêncio ensurdecedor

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Há um incômodo silêncio da classe política capixaba sobre os rumos do movimento das ruas. Acuado, o mercado político busca uma forma de tentar evitar desgastes. No Estado, o foco das insatisfações virou a Terceira Ponte. Por mais que haja esse discurso terrorista de combate ao vandalismo, a população apoia o fim do pedágio.    Esse é o tipo de bandeira que a população não vai ser contra. Daí a preocupação dos deputados em buscar alguém que não é da Grande Vitória para relatar e se prevalecer do prazo regimental do projeto de decreto legislativo, justamente para evitar que um deputado da região metropolitana tenha de dar explicações na hora de pedir votos.   A sensação é de que há um compasso de espera das lideranças. A reação do movimento das ruas no início das movimentações de evitar a partidarização dos protestos deixou claro que qualquer declaração não pensada pode se voltar contra as lideranças. Quem tentar se apropriar do discurso das ruas pode ficar falando sozinho.    O momento político não está sendo entendido pelas lideranças políticas e quando não se entende algo é melhor ficar quieto do que falar o que não deve. Euclério Sampaio (PDT) levantou a bola para o lado dos manifestantes e irritou toda a classe política.    O projeto dele, aliado a uma série de irresponsabilidades do Executivo e do Legislativo, levarou a um impasse na Casa. Euclério soube encampar o discurso das ruas, mas talvez nem ele soubesse o desfecho de ter colocado esses dois jeitos de se fazer política: o da rua e o tradicional em choque.     Os deputados estão diante de um impasse: ou apoiam o projeto de Euclério e acabam legitimando o capital político do deputado que sempre foi indesejado no plenário, mas acalmam as vozes das ruas, ou mantém a parceria com o governo do Estado.    O problema é que, desgastado, o Palácio Anchieta pode não conseguir garantir o sucesso da parceria com os parlamentares em 2014. Já ir contra as vozes das ruas pode ser uma escolha fatal. Por isso, a classe política hoje e só ouvidos. Mas, talvez esteja ouvindo apenas ruídos.      Fragmentos:   1 – Tem deputado achando que Euclério Sampaio está jogando para a plateia. Pode ser, mas se o clamor das ruas não fosse verbalizado por ele, seria verbalizado de alguma outra forma.   2 – Gustavo De Biase não é caroneiro da ocupação da Assembleia que acontece esta semana. Ele faz parte desse movimento desde 2011, quando participou das negociações do passe livre para os estudantes.    3 – O prédio da Assembleia Legislativa está em um estado de conservação tão deplorável que vai ser difícil saber o que foi ato de vandalismo e o que já estava quebrado.

04/07/2013 / 0 Comments
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Terceira Ponte vira praça de guerra no protesto de quinta-feira

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(Com informações de Henrique Alves e Apoena Medeiros)   A sétima edição da série de protestos que vêm tomando as ruas de Vitória desde o último dia 17 acabou em lamentáveis cenas de violência. Após os manifestantes tentarem depredar as cabines da praça de pedágio da Terceira Ponte, o Batalhão de Missões Especiais (BME) entrou em ação para proteger os patrimônio da concessionária Rodosol, um dos principais alvos dos protestos.     Com o efetivo reforçado, a polícia se preparou para o enfrentamento. A estratégia era mostrar aos manifestantes que não seriam tolerados ataques às cabines do pedágio da Rodosol. No momento em que os primeiros grupos tentavam retirar os tapumes que protegiam as cabines, as tropas do BME agiram. Policiais pareciam brotar de todos os lados, lançando bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral sobre os manifestantes. A ação truculenta transformou os acessos à Terceira Ponte numa verdadeira praça de guerra.    O último recurso dos manifestantes era fugir dos efeitos do gás lacrimogêneo. Quem correu em direção a Vitória acabou caindo numa espécie de “arapuca” armada pela polícia. As pessoas eram tocadas como gados em direção à praça do Cauê. A ação de varredura da polícia prosseguiu mesmo após a dispersão dos manifestantes.    Nas imediações da rua Duckla de Aguiar, quatro policiais tentaram retirar à força o equipamento do cinegrafista Apoena Medeiros, da Agência Porã/Século Diário, que teve que se abraçar à câmera para preservá-la. Depois da ação truculenta, os policiais acabaram liberando o fotógrafo, que tentava convencê-los o tempo todo que estava trabalhando.    Se a situação de quem correu em direção a Vitória foi de pânico, os manifestantes que tentaram voltar para Vila Velha pela Terceira Ponte viveram uma verdadeira noite de terror. O BME foi para cima dos manifestantes com violência. Apesar do grupo não ser superior a 150 pessoas e não demonstrar resistência, a polícia fazia uso indiscriminado de bombas de gás lacrimogêneo.   O clima de terror da travessia para Vila Velha se tornou ainda mais assustador quando a iluminação do vão central da ponte foi apagada e os policiais se aproximaram dos manifestantes.    Se a estratégia da polícia era traumatizar os manifestantes, conseguiu. Muitas pessoas saíram do protesto assustadas com a truculência da polícia. A ação violenta recebeu o apoio prévio do governo do Estado, que desde o protesto da última sexta (28) vem alertando a população “de bem” para ficar fora das ruas. Na declarações públicas, o governador Renato Casagrande tem afirmado que “aquele movimento bonito” – referindo-se à marcha dos 100 mil (20/07) – está dando lugar à ação irresponsável de vândalos e baderneiros, que estão dando um caráter negativo aos protestos.    Esse discurso, na semana passada, recebeu apoio do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Justiça, que assinaram nota conjunta com o governo repudiando os atos de vandalismo e prevenindo que a polícia agiria com rigor para manter a ordem.    Foi o que aconteceu nesta noite. Quem esteve nas ruas percebeu que a polícia estava “liberada” para adotar uma postura mais violenta. Tolerância zero: menos negociação e mais ação.    Como nos outros seis protestos, o desta quinta-feira começou pacificamente. Um grupo pequeno (cerca de 300 pessoas) saiu da Ufes e seguiu em marcha pela Reta da Penha. Ao longo do trajeto rumo à Terceira Ponte – onde os manifestantes se juntariam ao grupo vindo de Vila Velha -, mais pessoas foram engrossando a marcha. A PM estimava três mil no protesto, mas a Secretaria de Segurança falava em 1,2 mil pessoas.   Havia uma polêmica sobre a trajeto a seguir a partir do encontro na praça do pedágio da Terceira Ponte. Um grupo queria seguir para a Assembleia enquanto outro insistia em permanecer na praça do pedágio. Os manifestantes acabaram se dividindo, mas no final, todos se juntaram em frente à Assembleia num ato de solidariedade ao grupo que ocupa o prédio do legislativo estadual desde a noite da última terça-feira (2), quando o deputado Gildevan Fernandes (PV) pediu vista e obstruiu a votação do projeto de decreto legislativo do deputado Euclério Sampaio (PDT), que propõe o fim da cobrança do pedágio na Terceira Ponte.    Depois de manifestar e receber apoio do grupo que ocupa a Assembleia, o protesto retornou à praça do pedágio, quando teve início o confronto com a polícia.    Até às 23 horas desta quinta, a Sesp informou que pelo menos três pessoas foram detidas. Os motivos das prisões não foram divulgados.    A tráfego de veículos na Terceira Ponte foi liberado por volta das 22h30. As cancelas estão liberadas. Segundo a Sesp, pelo menos cinco cabines foram danificadas. 

04/07/2013 / 0 Comments
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IBGE: menos da metade dos 78 municípios capixabas tem unidades de conservação

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A Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra o quanto os municípios capixabas ainda precisam evoluir para se tornarem ambientalmente sustentáveis. Dos 78 municípios, apenas 44 têm secretaria municipal exclusiva de meio ambiente.    A Munic também aponta que 24 municípios têm secretaria municipal de meio ambiente em conjunto com outras políticas; oito têm setor subordinado à outra secretaria; um com setor subordinado diretamente à chefia do executivo e um órgão da administração indireta.    A pesquisa também aponta que somente 34 municípios têm unidade de conservação municipal. Em todo o País, as unidades de conservação municipais existem em 24,4% dos municípios.    No Estado, as poucas unidades de conservação municipais existentes correm risco constante de prejuízo por conta de grandes empreendimentos. No sul do Estado, por exemplo, Área de Proteção Ambiental (APA) Guanandy, unidade de conservação que abriga o Monte Aghá, em Itapemirim, é ameaçada tanto por empreendimentos portuários previstos para o município, quanto pela possível autorização de extração de rochas em lavra da Villa Rica Mineração em um maciço rochoso ao lado do bem natural tombado.    Os processos de licenças prévia e de instalação à mineradora estão em análise no Conselho Estadual de Cultura (CEC). Por considerar que atividade irá afetar diretamente a unidade paisagística que sustenta a composição estética do Monte Aghá, a Câmara de Patrimônio Ecológico, Natural e Paisagístico do Conselho emitiu parecer técnico científico contrário à concessão da licença, assinado pelos conselheiros Alessandro Montenegro Bayer, Marco Ortiz e Thalismar Matias Gonçalves.    A área onde a Vila Rica pretende extrair rocha faz parte do conjunto paisagístico onde se insere o Monte Aghá, que por possuir características similares, é denominado Monte Aghá Pequeno. Aponta o parecer técnico que essa Unidade Paisagística estabelece toda a composição estética do bem tombado, “sendo a vizinhança do mesmo tão importante, ou em certos casos até mais importante que o elemento topográfico tombado”. Portanto, qualquer ruptura na morfologia e topografia, seja no entorno ou vizinhança, significará a total descaracterização estética do Monte Aghá.

04/07/2013 / 0 Comments
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Justiça inicia julgamento de recurso de donos de postos de combustíveis

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A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) começou a julgar nesta quarta-feira (3) o recurso de um dos seis empresários e um gerente de posto de combustíveis. Eles foram condenados pelo juiz Gustavo Grillo Ferreira, da 7ª Vara Criminal de Vitória, por formação de quadrilha por prática de crimes contra a ordem econômica, abuso de poder econômico e formação de cartel de preços de combustíveis.   Relator da apelação criminal, o desembargador-substituto Fernando Estevam Bravin Ruy manteve a condenação do empresário Marcos Antônio Oliveira, porém, reduziu sua pena de quatro anos e seis meses de reclusão, em regime semiaberto, para três anos de reclusão, em regime aberto, substituídos por duas penas restritivas de direito a serem definidas pelo juiz das execuções penais.   Ao recurso do Ministério Público Estadual contra a absolvição dos empresários Rui Poncio e Anderson Emannuel Pizzaia Bazílio de Souza, Bravin negou provimento. O processo volta à pauta na próxima sessão, pois o desembargador Adalto Dias Tristão, revisor do voto do relator, pediu vista dos autos.   Pelo Juízo de primeiro grau, foram condenados os empresários Antonio Edmar Bourguignon, Alex Oliveira Bourguignon, Rogério Bastos de Oliveira, Márcio Pires Pinheiro, Deoclides Antonio Bastos de Oliveira e Marcos Antônio Oliveira e o gerente de posto Vicente Henriques Nogueira.   A pena mais severa foi para Marcos Antonio Oliveira, condenado a quatro anos e seis meses de reclusão, em regime semiaberto, por exercer uma função de elemento de ligação entre o grupo. Aos demais condenados foi imputada a pena de três anos e quatro meses de reclusão, substituída a pena privativa de liberdade por duas restritivas de direitos, cujo cumprimento ficará a critério do Juízo de Execuções Penais.   Antonio Edmar, Alex, Rogério, Márcio e Deoclides infringiram o art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/90, por duas vezes, na forma do art. 71 do Código Penal, e o art. 288 do Código Penal, na forma do art. 69 do mesmo diploma. A pena de Marco Antonio foi maior porque infringiu o art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/90, por três vezes.   Os empresários condenados são responsáveis por 30 postos de gasolina na Grande Vitória e foram flagrados, em escutas telefônicas autorizadas, judicialmente, combinando preços entre dezembro de 2006 e janeiro de 2007.

04/07/2013 / 0 Comments
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