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Século Diário

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???Megacaixa-preta???

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Soou muito estranho a decisão do presidente da Assembleia Legislativa de enviar os casos da concessão da Rodosol e do Pó Preto da Ponta de Tubarão para o Ministério Público Estadual investigar.    O anúncio aconteceu justamente nesta segunda-feira (1), quando os deputados aprovaram, pressionados pelo clamor das ruas, o regime de urgência para votar, possivelmente nesta terça (2), o projeto de decreto legislativo de autoria do deputado Euclério Sampaio (PDT), que pede o fim do contrato entre o governo do Estado e a concessionária Rodosol, que explora as praças de pedágio da Terceira Ponte e da Rodovia do Sol (ES-060).    Na iminência do projeto ser aprovado, não por coincidência, Ferraço já se antecipou para dizer que a Assembleia já se debruçou em cima dos dois casos (Pó Preto e Rodosol) e não tem mais competência para continuar. Em outras palavras: “Vamos passar a bola pra frente e parar de procurar pelo em ovo”.    Ao anunciar que está deixando os casos para o MPES, Ferraço tenta dissuadir os deputados que estão propensos a aprovar o projeto de Euclério, que isso seria uma grande bobagem. Inclusive ele também já alertou que dificilmente o projeto avançaria por questões constitucionais. Palavras dele: “(…) os vários projetos propostos pelos parlamentares sobre o tema que, em virtude do sistema jurídico-constitucional, não foram deliberados”.   Ele quer convencer que o melhor agora seria deixar tudo com Eder Pontes, que trabalha para fortalecer a imagem do MPES de carona na PEC 37. Para Ferraço, essa seria uma estratégia sensata para dar uma resposta à fúria das ruas, já que os casos do Pó Preto e da Rodosol fazem parte da pauta de reivindicação dos manifestantes.    Com os casos não mãos do MPES, Ferraço poderia dizer à opinião pública que a Assembleia não se omitiu, mas fez o mais sensato: encaminhou os casos para quem entende. “Logo, logo chega o recesso parlamentar, o calor das ruas esfria e os deputados podem voltar a trabalhar sem pressão”. Esse seria o cenário perfeito para o presidente da Ales.   No discurso institucional publicado no site da Ales, ele mostra que as duas instituições estão emanadas. Ele diz que “o Legislativo é a caixa de ressonância da sociedade e o MPES é o patrono da defesa dos direitos difusos e coletivos e promove amparo jurídico às causas públicas e de interesse da sociedade capixaba”. Que bonito!   Faltou explicar à população que o MP capixaba tem sido a “megacaixa-preta” capaz de “esconder” casos grandes num piscar de olhos, como a Operação Derrama, que ele e sua mulher, a ex-prefeita de Itapemirim Norma Ayub, conhecem tão bem.   Fazer “sumir” mais duas caixas-pretas não seria missão tão desafiadora para o MPES de Eder Pontes. 

01/07/2013 / 0 Comments
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Nome aos ???bois???

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O “Bloco Ambiental” do protesto dessa sexta-feira (28) tirou o sono dos parlamentares que foram omissos no pedido de instalação da CPI do Pó Preto na Assembleia Legislativa, que não pôde ser efetivada por conta de articulações do governo do Estado e lobby da Vale. A manobra para evitar a investigação sobre a poluição do ar no Estado, problema que cai na conta também da ArcelorMittal, foi consolidada antes da população ir às ruas, com uma lista extensa de reivindicações. Mas ficou registrada na memória dos capixabas e – espero! – não cairá no esquecimento até a disputa de 2014. Todos estão em péssimos lençóis, principalmente os deputados estaduais Cláudio Vereza (PT) e o presidente da Comissão de Meio Ambiente, Gildevan Fernandes (PV). Vereza, porque marcou trajetória como referência dos movimentos sociais e da luta ambiental do Estado; Gildevan por além de não ter cumprido seu papel à frente da Comissão, ainda ter tido a ousadia de interferir no processo contra a abertura da CPI, culminando com a retirada de assinaturas. As ruas mostram a irresponsabilidade de cada deputado. Tamanha omissão em um assunto tão sério não poderia mesmo passar batido por este novo momento do país. Agora estão na boca do povo – que ótimo!   Nome aos ‘bois’ II É sempre válido reforçar. Deputados omissos (não assinaram ou retiraram assinatura): além de Vereza – mais a bancada do PT – e Gildevan, Da Vitória e Luiz Durão, ambos do PDT; Marcos Mansur (PSDB), Dary Pagung (PRP), Jamir Malini (PTN), Cacau Lorenzoni (PP) e Glauber Coelho (PR). Guarde bem, porque ano que vem tem reeleição.    Nome aos ‘bois’ III Deputados que assinaram: Euclério Sampaio (PDT); José Esmeraldo (PR), Marcelo Santos e Hércules Silveira, ambos do PMDB; além do autor da proposta, Gilsinho Lopes (PR).    Nome aos ‘bois’ IV Outra questão pertinente levantada pelo “Bloco Ambiental”: atuação do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema). Também não desce na garganta.    Atrasada Por que a Polícia Militar demorou tanto para decidir acompanhar os manifestantes nos trajetos dos protestos, como fez nessa sexta-feira (28)?    Atrasado Por que o governador Renato Casagrande demorou tanto a demonstrar interesse pelo diálogo?    Firmes e fortes A propósito, o clima de terror não funcionou. “Cuidado com a rua, que a rua te pega”…   Na cola O deputado estadual Euclério Sampaio (PDT) estabeleceu sua própria “pauta positiva” na Assembleia Legislativa. Depois do fim da cobrança do pedágio na Terceira Ponte, fez indicação ao governo para construção de ciclovias em todas as rodovias estaduais. Duas reivindicações das mobilizações populares do Estado.    Lamentável O Complexo Agroindustrial Pindobas, do megaempresário Camilo Cola, deputado federal pelo PMDB, continua na Lista Suja do trabalho escravo. Incrível que esse tipo de absurdo ainda exista.   140 toques “Casagrande pode botar as barbas de molho: se na média, governadores perderam 30 pontos, com certeza no ES o tombo foi maior”. (Articulador da Rede Sustentabilidade – Roberto Beling – no Twitter).   PENSAMENTO: “Aceitar, já não está ao alcance da vontade, porque é o sentimento que protesta. É a dor que se impõe”. Cândido Nicola

01/07/2013 / 0 Comments
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Também no Brasil

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Quando o mundo árabe começou a sentir as revoltas populares, começando no Cairo, deram o nome de “primavera árabe”. Na verdade, o Irã foi o precursor com o “movimento verde”. Depois chegou à Síria e agora está na Turquia. Mas não foram só os árabes, Moscou também entrou na onda.   Na realidade, esses movimentos têm princípios e razões diferentes. Cada país com sua “bronca”. Até seus atos de violência são diferentes. Só que aqui no Brasil, como nesses países citados, uma nova classe é que se apresenta para o combate à classe das redes sociais.   Essa classe não é propriamente o povo de Lula e nem da Dilma, muitos de Morsi, do Bashar AL Assad ou do Erdogan. São estudantes, profissionais liberais, intelectuais e funcionários públicos.   E não para aí. Na emergente China e na velha e falida Europa (principalmente Grécia, Espanha e Portugal) existem passeatas que não chegam a ser movimentos como os do Brasil e dos países árabes. Sim, existe a grande onda de protestos e manifestações mundo afora.   Esses países foram beneficiados com a explosão feliz da globalização de 12 anos atrás, só que também enfrentaram o arcaico processo político das autoridades do poder. E aí, as redes sociais serviram de instrumento, usadas á serviço de uma informação que a classes emergentes não podiam ter.   Bom, nessa epopeia de protestos, dois países se assemelham: Brasil e Turquia. Nas duas capitais (Brasília e Ancara) seus governantes apelaram e apelam para força. Tanto lá como aqui a classe média, que está sob inflação, faz com que qualquer probleminha, como uma simples praça em Istambul e um pequeno aumento nas passagens em São Paulo cause revolta popular.   Mais uma vez, a comunicação esteve presente e à frente destes movimentos. Tanto nos países árabes, Europa e América do Sul (Argentina e Brasil) as redes sociais (Facebook e Twitter) foram usadas para conclamar, reunir e mostrar tudo. Televisão, jornal e rádio apenas comprovaram ou comprovam. Enfim é um movimento contra o poder, onde até algumas redes de TV foram alvos de protestos. As coisas mudaram.   PARABÓLICAS   A Aerp (Associação de Emissoras de Rádio do Paraná) faz uma vídeo-conferência com o tema “Programação de Rádio”. A Sertes deveria copiar   Gostaríamos que o TRE liberasse o email como forma oficial de trafegar programas eleitorais dos partidos nas eleições do ano que vem.   Não foi visto nenhum cartaz tipo “filma nós Globo” nos protestos de rua das capitais, só em estádios.   O vice-prefeito de Vitória Waguinho Ito parece que voltou às origens. Não deve ter gostado de política e faz programa de rádio numa FM da capital.   MENSAGEM FINAL   Somos infelizes por aquilo que nos falta, mas não felizes pelas coisas que possuímos; dormir não representa felicidade, mas não dormir é insuportável. Voltaire

01/07/2013 / 0 Comments
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Cenário nebuloso

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As articulações da classe política para a disputa de 2014 vinham em um ritmo acelerado, mas houve uma manifestação no meio do caminho, que pode mudar completamente o cenário do ano que vem. Uma das mudanças mais sentidas até aqui foi a queda vertiginosa da popularidade da presidente Dilma Rousseff.    Se antes havia uma tendência de que os partidos estivessem junto com a presidente em sua campanha à reeleição, agora a coisa fica diferente. Mesmo ganhando em todas as projeções, Dilma não fecha a fatura no primeiro turno e ainda falta muito tempo para o início do processo eleitoral, o que pode mexer ainda mais no cenário eleitoral.   Outro elemento que cria expectativa para 2014 é a possibilidade de uma reforma política mexer na estrutura eleitoral já para o próximo ano. Se fala em voto avulso, voto facultativo, voto distrital e voto em lista. Todos esses elementos mudariam completamente a estrutura do que é feito hoje nas disputas proporcionais.    Por isso, as movimentações para as trocas de partido podem ser ineficazes, já que visam às coligações que ofereçam a melhor acomodação. Muita gente pode mudar de partido sem necessidade, mas é preciso trabalhar com a realidade atual, e a realidade atual é um sistema proporcional e um calendário já publicado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determina que as trocas de partido devem acontecer até um ano antes da disputa. Não dá para esperar muito.   Para piorar a situação, a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) impetrada pelo governo do Estado contra a redução das vagas na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas adormece no Supremo Tribunal Federal (STF) e a última movimentação foi do dia 5 de junho.    Então não se sabe se teremos nove ou 10 vagas de deputado federal, se teremos 30 ou 27 vagas de deputado estadual. A conta que já é complicada, fica ainda mais com o aumento do quociente eleitoral.    Enfim, as movimentações intensas do primeiro semestre podem ter sido um esforço inútil, já que o segundo semestre parece ser de expectativa. A esperança da classe política é de que, com o fim da Copa das Confederações, a temperatura da rua abaixe e as coisas voltem ao ritmo anterior. Mas será que isso é possível?     Fragmentos:   1 – A greve geral marcada para a manhã desta segunda-feira (1) foi furada, vamos ver se a movimentação marcada pelas centrais sindicais para o próximo dia 11 vai vingar.   2 – No calor dos protestos, movimento sindical, assim como os partidos políticos, foi rejeitado pela população. Mas, aparentemente, há uma apuração das manifestações, o que pode abrir caminho para uma retomada de espaço, perdido pelo movimento sindical. 3 – Os protestos deixam de ocupar apenas as vias urbanas, as estradas que cortam o Espírito Santo registram, desde o início da manhã, filas quilométricas. 

01/07/2013 / 0 Comments
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Ferraço ???empurra??? Pó Preto e Rodosol para o Ministério Público

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O presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM), anunciou nesta segunda-feira (1) que encaminhou os casos do Pó Preto e da Rodosol para o Ministério Público Estadual (MPES). O deputado alegou que a Assembleia já esgotou as competências legais pata tratar dos dois assuntos.    Ferraço encaminhou dois ofícios – um do Pó Preto e o outro da Rodosol (os dois links com a íntegra dos documentos não abrem no site da Assembleia) ao procurador-geral de Justiça, Eder Pontes. Segundo Ferraço, o MPES tem condições de “dar continuidade ao processo de investigação, que foge à competência da Ales”.   A proposta de “empurrar” os dois casos para o MPES no momento em que os deputados se movimentam pressionados pelo clamor das ruas cheira a manobra.    O anúncio de Ferraço ocorreu justamente na sessão desta segunda, quando os deputados aprovaram o regime de urgência para a votação do Projeto de Decreto Legislativo 069/2013, que prevê a suspensão do contrato entre o governo do Estado a e a concessionária Rodosol, que explora os pedágios da Terceira Ponte e ES-060.   No texto publicado no site da Assembleia, os trechos extraídos do ofício dão a entender que Ferraço está articulando uma estratégia para evitar que o projeto entre na pauta de votação desta terça.    Ao adiantar que a Assembleia não tem competência para investigar os dois casos, Ferraço tenta convencer os deputados e a opinião pública que o Pó Preto e a Rodosol estariam em boas mãos com o MPES.    Quanto à Rodosol, ele disse que a Assembleia já esgotou o tema, que passou por três CPIs (1994, 1995 e 2003). O deputado do DEM acrescentou também que a Assembleia já fez “inúmeros estudos técnicos com especialista de tráfego urbano e análises econômico-financeiras do contrato de concessão”.    Com relação ao Pó Preto, ele recorre à mesma argumentação. Ferraço admite que há uma insatisfação da sociedade com a poluição causada pelas grandes empresas. Mas destaca que a Assembleia “não se furtou ao debate, questionando os diretores e gerentes dessas corporações e sugerindo medidas administrativas que resolvam o problema”. Entretanto, quem acompanhou ou acompanha a discussão sabe que a Assembleia tem agido com parcimônia em relação às poluidoras. 

01/07/2013 / 0 Comments
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PT consolida espaço político com nova vitória na Associação de Jardim da Penha

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A eleição da Associação de Moradores de Jardim da Penha (Amjap), realizada nesse sábado (29), apesar de repetir a liderança do PT na composição da diretoria, apresentou algumas surpresas. A primeira foi o comparecimento, que apesar de baixo para o número demoradores do bairro, dobrou em relação à eleição anterior. Mais de 1,3 mil pessoas foram às urnas e consolidaram o favoritismo do PT no bairro.    A chapa 1, composta por membros da situação, conseguiu 654 votos, ficando com seis coordenações na nova direção da Associação. Uma diminuição se comparada à eleição anterior, quando o partido conseguiu sete diretorias.    A vitória desse ano chama a atenção não só porque o partido mantém um controle da Associação que se estende por mais de duas décadas, mas porque se consolida sem o aparato político da prefeitura. Além disso, a eleição deste ano foi diferente, já que disputaram quatro chapas. Na eleição passada, apenas dois grupos concorreram.    A chapa dois, formada por membros do PSDB, MD (PPS) e PMDB, tendo como puxador Glauber Teixeira, aliado do presidente da Câmara de Vitória, Fabrício Gandini, conseguiu duas coordenações, obtendo 281 votos. O grupo esperava mais, mas não contava com a organização da chapa 4, formada por membros do Psol.      O grupo se organizou e fez um forte trabalho por mala direta, que deu resultado. A chapa quatro conseguiu 254 votos e ficou também com duas coordenações. A chapa três, ligada ao PSD do secretário de Transportes de Vitória, Max da Mata, ficou com 144 votos e tem uma cadeira na nova direção.    O exercício eleitoral mostrou que o PT continua garantindo seu espaço no bairro, mas grupos ligados ao PSDB, PMDB, MD e Psol também dividem a popularidade em um dos maiores bairros de Vitória. Da disputa pela Amjap, os meios políticos começam a observar as lideranças e movimentações que se desenham para o ano eleitoral seguinte. 

01/07/2013 / 0 Comments
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Debandada: 30 se desfiliam do PR serrano de uma só vez

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Desde que assumiu a presidência municipal do PR serrano, em maio passado, o vereador Gideão Svensson já registrou 30 pedidos de desfiliação partidária. Os pedidos aceleraram nos últimos dias e o motivo parece ser o mesmo. Os dissidentes, seguindo a linha dos republicados mandatários, não concordam com a possível candidatura do senador Magno Malta ao governo do Estado em 2014, e sinalizam que querem se manter na base de apoio ao governador Renato Casagrande (PSB).   A debandada parece que ganhou força com a saída da liderança de maior expressão do PR na Serra, o secretário de Esportes do Estado, Vandinho Leite, que pediu aval do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para migrar de partido. Como é deputado estadual licenciado, ele teme que o mandato seja requerido pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) ou pelo suplente da coligação. O presidente do PR no Estado, senador Magno Malta, no entanto, liberou os republicanos insatisfeitos para que deixem o partido, se comprometendo a não pedir os mandatos.    A expectativa era de que também o ex-presidente municipal do PR serrano e atual Secretário de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer do município, Flávio Serri, pedisse a desfiliação, porém isso não aconteceu. Ele ainda não procurou a nova executiva para se desligar do partido.   Reunião    Para consolidar nos meios políticos do município a mudança no comando do partido, o vereador Gideão Svensson já se reuniu com o prefeito Audifax Barcelos (PSB) para apresentar a nova executiva e delinear os novos rumos do partido, já que a sigla foi fundamental na composição do atual governo municipal.   O Partido da República (PR) abriu mão de lançar qualquer um dos seus filiados como candidato a prefeito nas eleições passadas e, em segundo momento, se absteve da vice-prefeitura para acomodar a vinda do Partido dos Trabalhadores (PT) para a base aliada.   O republicano destacou no encontro a intenção do se manter na base aliada do prefeito Audifax, conforme acordos partidários do último pleito, ocupando desta forma seus espaços governamentais pactuados.     Desfiliados   Confira a lista dos 30 nomes que deixaram o PR. Gilmar Nascimento Santos, Geraldo Magella Alves de Freitas, Rodolfo Daniel Braga, Dirlene Alves Ramos Barros, Rubem Oliveira da Silva, Alex Shander Silva, Marcio Leandro dos Reis Santana, Salvador Francisco de Oliveira, Sergio dos Santos, Luiz Benício Leite, Juscelino Cunha Santos, Gilmar Pereira da Silva, Jefferson Fernandes, Márcio Paulo Barros da Silva, Emerson Luiz Silva Amorim, Solange de Almeida Silva, José Laurindo Nascimento, Elton Batista dos Santos, Helio de Oliveira Rodrigues, Edgar Pereira da Costa, Valdiney Gonzaga Santos, Katia Cilene da Silva Mota, Fábio de Souza Rosa, Jovercy Missias Gomes, Sirlei Rodrigues Almeida, Adenai Teles de Souza, Edmar de Souza Pereira, Vera Lucia da Silva Pereira, Jairo Granier.

01/07/2013 / 0 Comments
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Protesto de caminhoneiros interdita parcialmente BRs 101 e 262

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Os caminhoneiros de todo o País iniciaram às 5 horas desta segunda-feira (1) uma paralisação reivindicatória em busca de melhorias nas condições de trabalho e na infraestrutura das estradas. No Estado estão paradas a BR-262, em Viana e a BR-101 sul Estado, na altura do município de Rio Novo do Sul.    Nas rodovias em que há paralisações, os caminhões não trafegam em nenhum dos sentidos, somente carros, ambulâncias e motos passam, ainda assim, em uma pista, no sistema siga e pare.   Na manhã desta segunda-feira três veículos que transportavam alimentação dos presos do Complexo de Xuri e de Viana ficaram retidos no congestionamento, na altura do bairro Areinha, em Viana. Depois de negociação entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e os caminhoneiros, os veículos foram liberados para passar.   A expectativa é que a paralisação dos caminhoneiros termine na quinta-feira (4) às 6 horas.    A categoria pleiteia subsídio no preço do óleo diesel, para baratear os custos; isenção para caminhões do pagamento de pedágios em todas as rodovias do País; criação da Secretaria do Transporte Rodoviário e de Cargas, vinculada à Presidência da República; e votação e sanção do projeto de lei que aprimora a lei 12.629/12, a Lei do Motorista, e define soluções para o Cartão-Frete; o Código de Identificação da Operação de Transporte (Ciot); e a concorrência desleal exercida por transportadores ilegais.   

01/07/2013 / 0 Comments
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Manifestantes voltam às ruas de Vitória nesta quinta-feira

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Nas redes sociais já circula a convocação para o próximo protesto. Os manifestantes pretendem voltar às ruas nesta quinta-feira, 4 de julho. Nas contas do movimento “Não é por R$ 0,20”, o protesto desta quinta será o quarto – na verdade, o sexto desde que a onda de protestos teve início no Estado, no último dia 17 de junho.    Como tem se repetido nos últimos protestos, os manifestantes se concentram na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), no final da tarde, e saem no início da noite em marcha pela Reta da Penha rumo à praça do pedágio da Terceira Ponte. Lá se encontram com os grupos que vêm de Vila Velha. Ainda não foi divulgado o roteiro da marcha a partir da Terceira Ponte.   Ao todo, 42 pautas locais mobilizam os manifestantes. O tema mobilidade urbana, por exemplo, um dos mais recorrentes, tem 16 na pauta. Destaques para o projeto “Tarifa Zero”; reativação do transporte aquaviário; enumeração dos pontos de ônibus da Grande Vitória; fim do pedágio da Terceira Ponte e Rodovia do So; suspensão imediata do contrato da Rodosol com o governo; debate público sobre mobilidade urbana; e transparência nas planilhas de gastos e investimentos de Ceturb.   Com relação à educação, os manifestantes pedem atenção à criação da Universidade Estadual do Espírito Santo; inclusão do Projeto Mais Educação Integral; pré-Ifes em todas as escolas públicas; priorização da  educação destinando verbas para melhoria da infraestrutura e valorização dos professores e 30% do orçamento estadual para educação.   Há ainda pautas sobre meio ambiente, que criticam o Pó Preto da Ponta de Tubarão; a ampliação das usinas de pelotização da Vale; construção dos portos no Estado, sem que tenha sido realizada ampla discussão com a população sobre o assunto.   No que diz respeito à saúde, a pauta pede prioridade de investimentos nos serviços públicos básicos. Eles também criticam a “Rede Abraço”.   Entre os pontos considerados prioritários, completam a pauta o combate a criminalização dos movimentos sociais; punição imediata aos autores de crime de tortura em presídios e delegacias; e implementação de políticas públicas de juventude pelo fim do extermínio da juventude.   Além do ato, os manifestantes marcaram uma assembleia geral para avaliar o movimento. A reunião, que é aberta, acontece no próximo sábado (6), às 14h, no estacionamento do Tancredão, em Vitória,    De acordo com o movimento, o debate dará prosseguimento às pautas nacionais do movimento. Quem não puder comparecer, deverá enviar email com a sugestão de pauta para protestoes@hotmail.com

01/07/2013 / 0 Comments
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Associação rejeita proposta da Vale sobre passivo ambiental

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A proposta da Vale para retirada do passivo ambiental da Ponta de Tubarão, na Praia de Camburi, em Vitória, foi rechaçada pela Associação dos Amigos da Praia de Camburi (AAPC). A empresa pretende aterrar a área.    O plano foi apresentado na manhã desta segunda-feira (1º), em decorrência do fim do prazo de 90 dias estabelecido em acordo entre a AAPC, o Ministério Público do Estado (MPES), o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e a Vale.   O aterro oconsiste no despejo de areia limpa na área, com prazo de execução de 32 meses – a praia ficaria interditada por 14 meses. A área tem 110 mil metros quadrados, com 170 mil metros cúbicos de minério e areia.   A mineradora também apresentou um estudo, feito por uma empresa terceirizada, que levou em consideração os dados de acompanhamento do passivo da própria Vale desde o ano de 1993. Com esse estudo, a Vale quis mostrar que a vida marinha já está ambientada ao minério depositado na região.   Mas, como bem considerou Paulo Pedrosa, presidente da AAPC, o minério não é inerte e prejudica a vida marinha. A situação mais crítica é a dos animais, sobretudo os ouriços, que ficam completamente encobertos pelo material escuro e brilhante. Além disso, a integração dos cidadãos com a praia também é uma problemática, uma vez que é impossível frequentar a Ponta de Tubarão e não sair com resquícios de minério grudado no corpo.   Por isso mesmo, o plano de aterro apresentado pela Vale foi recusado pela associação. Para a AAPC, o projeto nada mais é do que uma maquiagem do real problema ambiental provocado pelas pelotas e pó de minério, já em avançado estado de degradação.   A entidade luta há mais de quatro anos pela despoluição da área e não cessará suas reivindicações enquanto a Vale não se comprometa a fazer a dragagem do minério acumulado desde a década de 1970, como informa Pedrosa.   As reivindicações da associação são de conhecimento da mineradora desde o ano de 2009, quando lhes foi entregue um documento que, dentre várias outras medidas, exigia a limpeza da areia e a despoluição da praia no que se refere ao minério da empresa.   Em 30 dias, será feita uma nova reunião para que a AAPC, o MP e a Vale entrem em acordo. Na ocasião, associação apresentará uma defesa com estudos que contestam a versão da Vale e reivindicará audiências públicas a respeito da obra.        

01/07/2013 / 0 Comments
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