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Texto sobre PL 009, que substitui artigos inconstitucionais do PDM, de Vila Velha, será definido nesta quinta-feira (27)

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O texto final do PL 009/2013 que irá substituir 13 artigos inconstitucionais do Plano Diretor Municipal (PDM) de Vila Velha será definido a partir do debate que ocorrerá na próxima quinta-feira (27). A reunião, promete ser acalorada, por envolver sociedade civil organizada, setor imobiliário, prefeitura e os vereadores vilavelhenses.    No último dia 21, um novo texto foi apresentado pelo executivo e deverá ser ele o ponto de partida para o debate na próxima quinta (27).    De acordo com o Fórum Popular em Defesa de Vila Velha (FPDVV), o texto, assinado pelo prefeito municipal Rodney Miranda (DEM), no último dia 21, acata em parte as propostas apresentadas pela sociedade. Mas, também traz algumas alterações em áreas já consolidadas, como é o caso do afastamento entre as edificações.    Segundo a entidade, a área técnica no FPDVV irá analisar a proposta para avaliar os efeitos das alterações registradas no texto.    A data da reunião foi marcada a partir de duas reuniões realizadas com o Ministério Público Estadual (MPES). A primeira com a sociedade civil organizada na última semana e, a segunda realizada nesta segunda-feira (24), com os vereadores de Vila Velha.    De acordo com o Fórum, a entidade irá se reunir nesta quarta-feira (26), para discutir o novo texto e preparar sua participação na reunião desta quinta-feira (28), às 9h no Ministério Público Estadual (MPES), em Vila Velha.    A entidade declarou que tem o objetivo de fazer cumprir o artigo 225, da Constituição Federal que dispõe sobre o direito a todo cidadão a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e a coletividade o dever de defendê-los e de preservá-lo para as presentes e futuras gerações.   

25/06/2013 / 0 Comments
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Não é por 0,20′ volta às ruas na sexta com pauta ampliada

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O movimento “Não é por 0,20 centavos” confirmou que sairá às ruas de Vitória na próxima sexta-feira (28). A mobilização para protesto via redes sociais começou nesta terça-feira (25) e já conta com 2,5 mil confirmações. O foco do movimento é a democratização da mídia, mas a pauta traz um rosário de reivindicações, que vai da mobilidade urbana à corrupção.    As manifestantes elegeram como destino a sede da Rede Gazeta. A Prefeitura de Vitória, porém, também está no roteiro da marcha. Até às 19 horas desta terça (25), cerca de 3,5 mil pessoas já haviam confirmado presença no protesto.   O “Não é por 0,20”, por meio de nota publicada em seu perfil no Facebook, afirma que a mídia local é conhecida por criminalizar os movimentos sociais, desqualificando importantes lutas, como o aumento das tarifas dos transportes públicos; a reforma agrária; e as péssimas condições da educação e saúde.    Eles denunciaram que há um conluio entre a mídia empresarial privada, as empresas de ônibus, o governo do Estado e os prefeitos. Eles alegam que as empresas de comunicação recebem publicidade em troca de coberturas direcionadas.   Segundo a nota, foi por esse viés que a mídia local tem, por exemplo, repercutido conflitos sobre as tarifas do transporte público, em 2011, e a ocupação de terras envolvendo índios, quilombolas e a ex-Aracruz Celulose (Fibria), no norte do Estado.   “A mídia privada brasileira, em geral, e a Rede Gazeta e A tribuna no ES vêm historicamente criminalizando a organização política da população, passeatas e protestos. Seja por reforma agrária, redução do preço da passagem, aumento salarial de professores e outros trabalhadores, lutas de melhoria por saúde e educação etc”, afirma mais um trecho do comunicado.    Para o movimento, os jornais também deixaram de fora de sua cobertura a investigação sobre o apartamento superfaturado de [ex-governador] Paulo Hartung, doado por empreiteiras, os desdobramentos das operações Naufrágio e Derrama, a falta de transparência na Ceturb, as falcatruas nas licitações do Transcol, o verdadeiro preço de custo do valor da passagem, entre outros temas polêmicos no Estado.    “Associadas [as empresas de comunicação] ao que há de mais conservador em nosso Estado, os políticos que aparecem em suas colunas sociais são os mesmos que vão para as páginas policiais.    Eles questionaram também o porquê “a investigação da Vale sobre os movimentos sociais e os grampos efetuados pelo ex-secretário de Segurança e atual prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda” nunca foram divulgados e nem tampouco questionaram o vínculo dos políticos eleitos com ajuda do patrocínio de grandes empresas ligadas à ONG ES em Ação, que atua como representante da sociedade civil organizada nos debates relativos ao futuro do Espírito Santo.    Eles questionam ainda por que A Gazeta e A Tribuna nunca questionaram os incentivos fiscais concedidos às grandes empresas do Estado, que tiravam dinheiro da saúde e educação.   Na ampla pauta eles incluem ainda as denúncias de trabalho escravo na fazenda do deputado federal Camilo Cola (PMDB) e o suposto envolvimento do empresário na morte do jornalista José Roberto Jeveaux na ditadura militar.    Há espaço ainda para o pedágio da Terceira Ponte; os futuros pedágios da BR 101, que está sendo privatizada; os impactos ambientais dos grandes empreendimentos; entre outras demandas.    O ato desta sexta-feira (28), ressaltou o grupo, também é em repúdio aos vândalos que depredam o Espírito Santo há anos.    Já no sábado (29), será realizada uma assembléia aberta, às 14h, na Ufes (próximo ao Cine Metrópolis) para fazer um balanço do protesto, discutir o andamento das pautas do movimento e marcar o próximo ato.

25/06/2013 / 0 Comments
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Quatro chapas disputam eleição da Associação de Jardim da Penha

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Neste sábado (29), a comunidade de Jardim da Penha vai às urnas para escolher os novos representantes na Associação de Moradores, a AMJAP. Além da coordenação de um dos bairros mais populosos da Capital, a disputa pela associação chama a atenção pelo caráter político. Vereadores e lideranças partidárias participam direta e indiretamente da escolha.    A chapa 1 é formada por aliados do vereador Marcelão do PT –  partido que comanda a associação há cerca de 20 anos. Apesar da longa dinastia, o PT não deve conseguir maioria na disputa, que é proporcional. A expectativa é de que a nova direção seja bastante equilibrada com membros da quatro chapas que concorrem na eleição.    A chapa que aparece com mais força na disputa é 2, encabeçada por Glauber Teixeira. A chapa é apoiado pelo presidente da Câmara de Vereadores de Vitória, Fabrício Gandini (PPS). A juventude do PSDB também apoia o grupo. O vereador Davi Esmael (PMDB) também está com a chapa.    O vereador não é liderança comunitária do bairro, mas é ligado à Igreja Batista que fica na região e pode levar o apoio dos evangélicos para a disputa. No início deste ano, elegeu seu candidato no comando da Associação de Jardim Camburi. Na ocasião, o vereador já havia dito que a estratégia do PPS era conquistar outras associações. Jardim da Penha estava nesta lista.    A chapa três é ligada ao PSB e tem mais concentração no entorno de Pontal de Camburi, mas como a Igreja Batista fica na região, o eleitorado local pode ficar dividido. Os integrantes do grupo são ligados ao PSD do secretário de Transporte de Vitória, Max da Mata.   A surpresa da disputa é o fato de o vereador Luiz Emanuel (PSDB), que sempre foi muito ativo nas movimentações da eleição da associação, ter se declarado neutro na disputa deste ano.   Completa o cenário eleitoral da AMJAP a chapa 4, que tem como integrante a ex-deputada estadual Brice Bragato (Psol).   A disputa pela Associação de Moradores de Jardim da Penha sempre desperta o interesse da classe política porque serve de exercício de mobilização das forças políticas do município. Embora a expectativa de comparecimento às urnas seja pequena, a movimentação de lideranças nas ruas durante a eleição garante a visibilidade para os pleitos do ano seguinte, como também estreita os laços das lideranças com a comunidade. 

25/06/2013 / 0 Comments
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PEC do Trabalho Escravo pode ir à votação na CCJ do Senado nesta quarta-feira

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deve votar nesta quarta-feira (26) sem alterações o parecer aprovado pela Câmara dos Deputados sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 57-A/1999, a PEC do Trabalho Escravo. A norma permite a expropriação de terras rurais e urbanas em que seja constatada a exploração de trabalho análogo à escravidão para fins de reforma agrária ou de habitação popular.    A recomendação de votação do parecer sem alterações foi feita pelo relator da matéria, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) para evitar que a matéria retorne à Câmara. Na Casa, a PEC ficou 11 anos em tramitação e enfrentou resistência de parlamentares ligados ao agronegócio. No total, a matéria tramita no Congresso Nacional há 14 anos.   A senadora Ana Rita Esgário (PT-ES) defendeu a aprovação da PEC do Trabalho Escravo em audiência pública da Subcomissão Permanente para Enfrentamento do Tráfico Nacional e Internacional de Pessoas e Combate ao Trabalho Escravo em maio deste ano.    Na ocasião, ela fez um apelo ao senador Aloysio Nunes para que não fizesse modificação no texto da PEC, já que a matéria teria de retornar à Câmara, o que poderia atrasar ainda mais a aprovação. Ela argumentou que as modificações podem ser feitas após a regulamentação.     Durante a audiência, a senadora também atribuiu a demora de mais de uma década para a aprovação da matéria à pressão daqueles que não têm interesse na regulamentação.    Mesmo com os sucessivos flagrantes de exploração de mão de obra, há quem se oponha a essa ideia com o subterfúgio que em teoria, os trabalhadores teriam o poder de escolha. Ou, ainda, que a realidade encontrada no trabalho degradante poderia ser melhor do que aquela do desemprego. No entanto, nos moldes como se configura atualmente, a exploração do trabalho escravo é ainda pior do que o praticado no passado.    Da forma como vem sendo explorado na atualidade, o trabalho escravo se torna ainda mais cruel do que quando era legalizado. Até 1888, os escravos eram tratados como bens, passados entre parentes, como herança. O trabalho escravo contemporâneo é baseado na humilhação; no cerceamento de liberdade física, moral ou psicológica; na servidão por dívida, que se caracteriza pelo endividamento do trabalhador pelo empregador com cobrança de despesas indevidas; por condições degradantes de trabalho e jornada exaustiva. 

25/06/2013 / 0 Comments
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Ofes vai ao Leste Europeu

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Nas próximas quarta (26) e quinta-feira (27), a Orquestra Filarmônica do Espírito Santo (Ofes) estará no Teatro Carlos Gomes para mais um apresentação das séries Pré-estreia e Concertos Sinfônicos. Com o tema Outras Fronteiras: Leste Europeu, a Ofes apresentará obras dos compositores tchecos Dvorak, Smetana e Fibich.   O destaque da noite será o célebre Concerto para Violoncelo, escrito por Dvorak, que se tornou referência para o instrumento. A interpretação ficará por conta do violoncelista Raiff Dantas Barreto (foto), primeiro violoncelista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e um dos principais violoncelistas brasileiros.   Outra presença de destaque da noite será a do consagrado maestro brasileiro André Cardoso, membro da Academia Brasileira de Música e regente da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que conduzirá a Ofes nessas apresentações.   Serviço O concerto Outras Fronteiras: Leste Europeu será apresentado nestas quarta (26) e quinta-feira (27), às 20h, no Teatro Carlos Gomes. Praça Costa Pereira, Centro, Vitória. Ingressos: R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia). Vendas na bilheteria do teatro. Informações: 3132-8396.

25/06/2013 / 0 Comments
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Projeto propõe concurso para próxima vaga de conselheiro do TCE

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O deputado estadual Euclério Sampaio (PDT) começou nessa segunda-feira (24) a colher assinaturas de apoio a uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para que a próxima vaga a ser aberta no Tribunal de Contas do Estado (TCES) não dependa de indicação da Assembleia ou do governo do Estado, mas que a vaga seja preenchida por meio de concurso público.   Os deputados José Esmeraldo (de saída do PR) e Aparecida Denadai (PDT) assinaram a proposta. Há indícios de que o deputado Cláudio Vereza (PT), que é candidato a conselheiro na vaga que está em disputa, também assine. No passado, Vereza apoiava dentro do PT a instituição do concurso para a escolha de conselheiro do Tribunal de Contas.    Para tentar convencer os colegas a aderirem ao projeto, o deputado Euclério Sampaio recorreu a uma proposta apresentada pelo governador Renato Casagrande, quando era senador. Trata-se da PEC 15/07, que exigia  que os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) disputassem a vaga por meio de concurso público de provas e títulos.    Na época, Casagrande alegava na justificativa da matéria que a fiscalização exercida pelos tribunais de contas carece de isenção e independência em razão da influência do Executivo sobre essas instituições. O projeto está tramitando na Comissão de Justiça do Senado, em conjunto com a PEC 90/2007, do senador Flavio Torres (PDT-CE), mas a última movimentação da matéria foi em 2011.    Como o processo de escolha de conselheiro do Tribunal para a vaga aberta em maio com a aposentadoria de Marcos Madureira já foi deflagrado. A ideia de concurso público só valerá para a próxima vaga a ser aberta no Tribunal.    Quanto à escolha atual, a comissão de análise da documentação dos 22 candidatos inscritos até a última sexta-feira (21) deverá ser concluída em 10 dias. A partir daí os nomes serão encaminhados para a tramitação normal na Casa, que termina com uma sabatina do plenário para a escolha e indicação dos deputados à vaga de conselheiro. 

25/06/2013 / 0 Comments
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LDO é aprovada na Comissão de Finanças com 36 emendas

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Mesmo com vários questionamentos sobre ausência da divulgação de eventuais compensações às renúncias fiscais do Estado – que deve chegar a R$ 2,7 bilhões até 2016 -, a Comissão de Finanças da Assembleia aprovou nessa segunda-feira (24) o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2014 (PL 141/2013).   O deputado Euclério Sampaio, que teceu críticas ao projeto, acredita que mesmo com as 36 emendas aprovadas pela Comissão, o governo do Estado não terá problemas em aprová-lo nos moldes que deseja. O deputado aponta o comportamento do plenário, resistente a cobrar do governo respostas sobre as denúncias envolvendo as renúncias fiscais.    A LDO, que deve ser aprovada antes do recesso parlamentar, segue agora para a avaliação do plenário da Assembleia e servirá de base para a elaboração Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014. Euclério não compareceu à reunião da Comissão de Finanças porque estava envolvido na elaboração de dois projetos de lei, um que acaba com a cobrança do pedágio na Terceira Ponte e outro que estabelece concurso público para as vagas de conselheiro do Tribunal de Contas.    O deputado, porém, já sabia que não teria êxito em tentar questionar os pontos da matéria referente a LDO. Ele também acredita que em plenário não haverá grandes manifestações por parte dos colegas sobre o assunto.    “Os deputados acabam aprovando tudo que o governo manda. Por isso esse recado das ruas é tão importante, para mostrar que a população não está satisfeita com isso. Infelizmente tem muita gente dizendo que apoia o movimento, mas nos bastidores age de forma contrária ao que está sendo pedido nas ruas”, revelou o deputado     Na mensagem que acompanha a peça, o governo afirma que “o equilíbrio das finanças públicas e a adoção da prática de orçamento equilibrado continuam como pilares fundamentais no processo de revitalização, expansão e melhoria dos serviços públicos”. Euclério Sampaio, quando analisou a matéria, afirmou que o texto não indica os dados precisos sobre o faturamento e a arrecadação dos setores contemplados pelos benefícios fiscais do governo capixaba.   O projeto recebeu 68 emendas dos deputados estaduais, das quais 36 foram acatadas pela Comissão de Finanças. A LDO foi encaminhada à Asembleia no dia 8  de maio passado. Confira aqui o texto da lei.

25/06/2013 / 0 Comments
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Primeiros resultados

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A manifestação da última quinta-feira (20), que levou mais de 100 mil às ruas de Vitória, foi criticada por alguns pela ausência de foco. A profusão de demandas, alertavam os observadores, poderia guinar o movimento para o vazio. Essa mesma crítica se estendia aos protestos que se espalhavam por todo o país, mas, aos poucos, as muitas reivindicações que estampavam os cartazes dos manifestantes vão ganhando forma e se transformando em pautas mais concretas.    Na Grande Vitória, a discussão sobre mobilidade urbana vai ganhando contornos mais delineados.   A segunda-feira (24), que amanheceu chuvosa e cinzenta, se transformou em um pesadelo para os capixabas que tentavam cruzar a Terceira Ponte em ambos os sentidos. A partir da meia-noite de hoje (24), a Rodosol, que suspendera a cobrança do pedágio após o protesto da última quinta, voltou a cobrar a tarifa manualmente. A redução do número de cabines em funcionamento e a inoperância do serviço de cobrança automático provocaram congestionamentos gigantescos em Vitória e Vila Velha, com reflexos por toda a região metropolitana.   O caos desta segunda-feira pôs novamente em xeque a cobrança do pedágio e a baixa qualidade do serviço oferecido pela concessionária Rodosol, que detém a exploração do sistema deste 1998.   Reportagem publicada hoje (24) em Século Diário revelou que o ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Enivaldo dos Anjos, peleja na Justiça desde 2006 para provar que a concessionária não cumpre o contrato celebrado com o governo do Estado. No último dia 21, Enivaldo recorreu da decisão do juiz da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, Gustavo Marçal da Silva e Silva, que extinguiu a ação popular do ex-conselheiro por prescrição de prazo.   Entre outras irregularidades cometidas pela Rodosol, Enivaldo exige na ação a nulidade do artigo que desobriga a concessionária de garantir a qualidade do serviço.  “É exatamente esta omissão criminosa em desfavor da sociedade capixaba que se quer reprimir”, diz um trecho da ação.   Também nesta segunda, o deputado Euclério Sampaio (PDT) apresentou na Assembleia um Projeto de Decreto Legislativo que propõe o fim da cobrança do pedágio na Terceira Ponte. “É inadmissível que persista a cobrança de pedágio dentro do perímetro urbano da região metropolitana da Grande Vitória”, criticou.   Assim como Euclério, Enivaldo também defende o encerramento imediato do contrato com a Rodosol. O ex-conselheiro, no entanto, propõe que o governo do Estado, por meio do  Departamento de Estrada de Rodagem (DER-ES), assuma a gestão da Terceira Ponte. Ele acredita que a tarifa poderia ser reduzida em até 60% caso o sistema passasse a ser administrado pelo DER. Nas contas de Enivaldo, a tarifa cairia dos atuais R$ 1,90 para cerca de R$ 0,75 (tarifa para carros de passeio).   No início da noite desta segunda, o Movimento Ponte Livre (MPL), grupo gestado na manifestação dos 100 mil, voltou às ruas para protestar. Mesmo debaixo de uma fina garoa cerca de 500 pessoas ocuparam a praça de pedágio da Terceira Ponte. O MPL, assim como o deputado do PDT e o ex-conselheiro, pede o fim do contrato com o Rodosol. Além disso, como o nome do movimento sugere, querem o fim da cobrança do pedágio.   A manifestação dos 100 mil, o caos no trânsito nesta segunda, a ação popular de Enivaldo, a proposta de Euclério e o protesto do MPL, juntos, exerceram uma forte pressão sobre os deputados.   Para se ter uma ideia, a proposta de Euclério para desonerar o usuário do pagamento da tarifa do pedágio da Terceira Ponte vem sendo martelada pelo deputado desde 2003, ainda no seu primeiro mandato, mas todas elas foram rejeitadas pela Procuradoria da Assembleia ou vetadas pelo Executivo estadual.    Hoje, no entanto, com o clamor das ruas reverberando no prédio da Assembleia, já havia deputado prometendo apoio à proposta. Até o presidente da Assembleia, Theodorico Ferraço (DEM), que não é muito afeito a Euclério ou ao que venha dele, já avisou que “tá junto” com o pedetista. Sinal dos tempos. 

24/06/2013 / 0 Comments
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Atentem

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“A influência que as emissoras de rádio do interior do Brasil possuem e a penetração delas nos rincões do país são outras ferramentas que serão utilizadas pela equipe de pré-campanha do senador Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República” – DO TWITTER   Essa é umas das estratégias de campanha do senador mineiro. Ele vai usar a força da lei, com as propagandas partidárias obrigatórias e investir nas rádios, principalmente as emissoras que atingem o interior, os rincões distantes.   Sabe-se que o governo distribui rádios comunitárias a torto e a direto, justamente favorecendo este tipo de população. O esquema do Aécio não é ruim, é para combater a candidata do governo. E utilizam o rádio para tal.   O motivo desta citação deste artigo é para, mais uma vez, provar a força e a utilidade do veículo rádio, perante os outros, inclusive a Internet. Nenhum tem o poder de chegar nesses “cantinhos” do Brasil.  O rádio tem. Dizem que a TV com seus debates faz candidato ganhar uma eleição. Nada! O rádio tem seu papel de suma importância no contexto, claro.   Mas nada disso terá o valor devido, se os que fazem rádio continuarem fazendo o radio mal feito (FMs), e o governo claudicando no tocante a implantar o sistema digital no veículo.   Todo país com as dimensões do Brasil possui um sistema de linha de rádio que é tido como de segurança nacional. O nosso não sei como está.   PARABÓLICAS   O rádio continua cada dia mais órfão. Agora foi a vez de deixar o rádio Hugo Borges, grande radialista.   Eliana Gorritti tem a nota máxima na apresentação de um dos jornais da TV Gazeta. Uma boa pedida.   Leozinho Gonçalves é um dos responsáveis diretos do áudio dos jornais da Record News ES.   O “pole position” Wilson Caulit, o cariaciquense, está fazendo falta ao jornalismo esportivo capixaba. Volta Caulit!   MENSAGEM FINAL   Nenhuma decisão sensata pode ser tomada sem que se leve em conta o mundo não apenas como ele é, mas como ele virá a ser. Isaac Asimov

24/06/2013 / 0 Comments
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Sempre depois

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O governador Renato Casagrande e seu secretário de Transportes, Fábio Damasceno, devem ter sido os primeiros a saber que a Rodosol voltaria com o pedágio nesta segunda-feira (24). Sem a cobrança automática e com número menor de cabines, a previsão era óbvia, caos total. E foi o que aconteceu, provocando um enorme engarrafamento tanto em Vitória como em Vila Velha. Somente depois de muitas horas perdidas e insatisfação generalizada, o governo então resolveu agir, divulgando uma nota da Agência Reguladora de Saneamento Básico e Infraestrutura Viária do Estado (Arsi), que liberou o pagamento nos horários de pico. Tudo assim, no supetão, sem qualquer planejamento, sem informar aos usuários da ponte…com o conhecimento que têm sobre o nó da mobilidade urbana, chega a ser estranho Casagrande e Damasceno não terem se antecipado. De todo modo, ajudaram um bocado a Rodosol a cumprir seu objetivo de colocar a população contra os movimentos populares. Estratégia cai como uma luva para o atual momento. A concessionária não deixou de ser alvo.    Deu o troco  Outra constatação interessante: as papa-filas disponibilizadas pela Rodosol para antecipar o pagamento antes de chegar às cabines, nesta segunda-feira (26) – logo nesta segunda! – não foram vistas.    Outra… Mesmo com o pedágio liberado em três horários, o engarrafamento irá continuar.   Desabafo No Twitter, o ex-deputado federal Capitão Assumção (PSB), que deixou cargo no governo outro dia, demonstra o sentimento de muitos: “Governo capixaba omisso! Esse pedágio manual é o cúmulo! É muita subserviência a um empresariado explorador! Reage, sociedade! Querem prender os bandidos? Prendam os políticos que dão cobertura à quadrilha chamada RODOSOL!”.    Sem reviravolta Apesar das especulações, por conta dos protestos e números de inscritos, informações da Rádio Corredor não apontam mudanças na indicação do próximo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Na disputa pela vaga, que pertence à Assembleia, continua favorito o deputado estadual Sérgio Borges (PMDB).   Segue… Interessante nessa história é o nome do também deputado Paulo Roberto, que entra para dividir os votos com o seu correligionário. Paulo Roberto, sabemos, é conhecido por suas relações com o ex-governador Paulo Hartung. Ele cumpre tarefas.   Foco Em Anchieta, sul do Estado, a batata continua assando para a presidente da Câmara de Vereadores, Dalva da Matta (PDT). A população volta às ruas nesta terça-feira (25) e quer cassar o mandato da pedetista, por conta das acusações judiciais que pesam contra ela. Aliás, já tem tempo que os moradores do municípios estão engasgados com Dalva.    Chave de ouro O tricampeão mundial de Kickboxing, Laécio Nunes, despediu-se dos ringues no evento WGP K1 #12, realizado nesse sábado (22) em Vila Velha. Com tudo que tem direito, homenagens e comemoração. Saudações da coluna.   A propósito… Por lá estiveram o vereador de Vitória Serjão Magalhães (PSB) e o deputado estadual Dary Pagung (PRP).   140 toques “Já passou a hora dos trabalhadores da segurança pública cruzarem os braços”. (Capitão Assumção – PSB – no Twitter).   PENSAMENTO: “A maioria dos políticos usa o social para esconder o antisocial”. Roberto Macedo

24/06/2013 / 0 Comments
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