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Documento revela monitoramento da Vale a lideranças no Estado

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Mais um dossiê relevado pelo ex-gerente de Inteligência Corporativa da Vale, André Almeida, aponta monitoramento a lideranças de 23 “áreas de influência” da empresa no Espírito Santo. Estão incluídos na lista seis sindicalistas e lideranças comunitárias de 11 bairros de Vitória e Serra, e ainda uma de Anchieta, sul do Estado, onde a empresa pretendia construir a Companhia Siderúrgica de Ubu (CSU). Também há relatos sobre ações do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e dos movimentos comunitários de Fundão, Colatina e Baixo Guandu.    O documento é intitulado “Avaliação das Áreas de Influência da Vale no Espírito Santo” – locais e/ou regiões sensíveis às ações dos Movimentos Políticos, Sociais e Indígenas (MPSI) –; Complexo de Tubarão 2010. Embora venha à tona somente agora, com a última atualização datada de 2009, informações do denunciante afirmam que os investigados são alvos constantes das ações do setor de Segurança da empresa.   Além do Espírito Santo, o documento indica monitoramento a 25 áreas no Maranhão; 35 no Pará; 10 no Rio de Janeiro; 12 em Minas Gerais, um em Goiás e seis na Bahia. Somando todos os estados, são ao todo 112 áreas investigadas pela Vale no país.    Todos os relatórios apontam tópicos sobre Tipo do Negócio, Ponto, Descrição do Problema (veja tabela abaixo), Principais Lideranças, Município e Outras Informações. A empresa classificava cada área de acordo com seu grau de “Criticidade”, separada pelas cores verde, amarela, laranja e vermelha.   Na Capital do Estado, estão relacionadas na lista da Vale as lideranças comunitárias Solange Flores (Condomínio Atlântica Ville); Waldemar Oliveira (Jardim Camburi); Marilza Celin (Ilha do Boi); Otacílio Coser/Paulo (Ilha do Frade); Manoel Henrique (Mata da Praia) e Dala (Jardim da Penha). Já nos bairros da Serra Nilton Rossi (Bairro de Fátima); Milton (Manoel Plaza); Mary (São Geraldo), Gideão Svensson – atual vereador da Serra pelo PR – (Eurico Salles) e Mauro Natalício (Helio Ferraz).   Em Anchieta, sul do Estado, o nome é do ambientalista Bruno Fernandes da Silva, que presidia o Grupo de Apoio ao Meio Ambiente (Gama), responsável por apontar inúmeras irregularidades na condução do processo de licenciamento ambiental da CSU em Anchieta, denunciado ao Ministério Público do Estado (MPES). Bruno Fernandes não atua mais no Estado.   Em relação aos sindicalistas, o mapeamento indica os nomes de João Batista, do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico do Estado do Espírito Santo (Sindifer); Carlos Alberto Mazzoni, do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sindirodoviários); Alvarenga, do Sindicado dos Seguranças do Estado (Sindseg); Paulo César, do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Sintraconst); Roberto Pereira, do Sindicato dos Metalúrgicos do Estado (Sindimetal) e Kepler Daniel – ArcelorMittal – e Adir Barbosa – Vale, ambos do Sindicato dos Técnicos Industriais de Nível Médio do Estado (Sintec-ES).    São citados ainda Everton Pereira, Andriano Peres, Vanderson Helker, João Milton Moreira, Vinícius Santana, Leonardo Nunes, Emerson Salles, Sônia Maria do Carmo, Maria Aparecida Gomes Pereira, Carlos Henrique Medeiros, Jaqueline dos Santos, Aline Rodriguês, Silvio de Sá, Pedro Ivo Gripe, Marques Felipe da Costa, Marcos Vinícius Almerindo, Valdeir Moreira Barbosa e Wellington Pereira Pinto, do MAB (Cariacica); Evaldo Flegler e Rogério Coffeler (movimento comunitário de Colatina) e Vanilda Soares dos Santos e Carlos Benedito Bicalho (movimento comunitário de Baixo Guandu). Esses teriam relação, segundo o documento, com interdições da ferrovia da Vale. Sobre o MST, é relatada intenção de realizar manifestação no Portocel, porto da Aracruz Celulose (Fibria), em Barra do Riacho, município de Aracruz, com foco nas empresas Aracruz, Portocel e Vale” – não houve registro sobre principais lideranças.      Outra informação apontada pela área de Segurança no relatório se refere ao conflito entre índios e a Aracruz Celulose, que culminou com o processo de autodemarcação do território de 11.009 hectares. A Vale demonstrava preocupação: “no levantamento que fizemos com base no mapa da Funai [Fundação Nacional do Índio], as áreas Guarani e Tupiniquim (Terra Indígenas Comboios e Tupinquim – Caieiras Velhas, Pau Brasil e Irajá” incorporariam trecho da EFVM [Estrada de Ferro Minas Vitória], que atende Portocel”.   De acordo o denunciante, os Movimentos Políticos, Sociais e Indígenas (MPSI) tinham como subprodutos o monitoramento de lideranças, a antecipação de ações, a descoberta de planejamento e até incitação contra outras empresas para retirar o foco da Vale. O que era possível com a manutenção de infiltrados nas entidades, contratados por meio de empresas especializadas, principalmente a Network Inteligência Corporativa.    Nessa sexta-feira (14), Ricardo Ribeiro, advogado e porta-voz do ex-gerente André Ribeiro, solicitou à Justiça que os contratos e convênios firmados com esta e mais 20 empresas (veja quadro abaixo) sejam apresentados pela Vale “objetivando confirmar as atividades de espionagem”.    A Diretoria de Segurança Empresarial atuava também com a realização de “case”, que detalhava investigações realizadas pelo setor, envolvendo empregadores próprios e terceirizados, além de fornecedores. Os trabalhos incluíam filmagens, fotografias e gravações. Outro instrumento utilizado pela empresa era os “mosaicos”, relatórios finais de investigação apresentados à diretoria e à presidência da empresa.    A denúncia do ex-gerente de Inteligência Corporativa, que ganhou a imprensa nacional em abril deste ano, aponta ainda para grampos telefônicos, quebras de sigilo bancário, invasão de privacidade, ameaças, subornos, chantagem e coações.    Áreas de influência – descrição do problema   Contratos (infiltrados) Network Inteligência Corporativa Kroll Associates Brasil Ldta RS&M RH Cadastral (substituta da RS&M) GV Risco Control Risks do Brasil Júlio Sérgio Jardim Monteiro (contrato pessoa física) Gravação do COSE Vitória Contratos Aviação em Carajás Convênios Secretaria de Segurança Pública do Pará e Espírito Santo Sicurezza Gestão de Riscos Corporativos Editora e Distribuidora Ldta  MPM Propaganda Ldta Agência África Sem Parar W.O Engenharia  Casablanca Comunicação e Marketing  Sacramenta Serviços Especializados de Segurança e Vigilância Ldta Estrela Azul – Serviços de Vigilância e Segurança Ltda  RV Produções e Promoções de Eventos Ldta Século XXI Produções e Comunicações Ldta Eyes On The Road Produções e Comunicações Ldta Berlim Produções e Comunicações Ltda    

17/06/2013 / 0 Comments
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Foletto e Balestrassi voltam a se enfrentar em 2014

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Uma disputa que já vem se tornando tradicional no município de Colatina deve se repetir em 2014. Se em 2012 Guerino Balestrassi (PSDB) e Paulo Foletto (PSB) disputaram indiretamente, apoiando os candidatos à prefeitura do município, no ano que vem a disputa será entre os dois, que se enfrentarão por uma vaga na Câmara dos Deputados.   Apesar de ambos terem buscado a ampliação de suas bases, a disputa forte será mesmo em Colatina. O eleitorado ficará novamente dividido entre suas duas maiores lideranças políticas, o que deve acirrar a disputa por uma vaga de deputado federal.   Foletto busca a reeleição e Guerino é uma da apostas do ninho tucano para a disputa proporcional de 2014. Além da vaga na Câmara estará em avaliação o peso eleitoral das duas lideranças e os cenários anteriores podem influir na disputa.   Depois de dois mandatos de prefeito, Guerino Balestrassi saiu em alta da prefeitura em 2008. Mas desde então está sem mandato. Na presidência do Banco de Desenvolvimento do Estado (Bandes), ele conseguiu fortalecer sua movimentação nos meios empresariais, mas não se sabe o reflexo que a gestão de seu sucessor Leonardo Deptulski (PT), sob fogo cruzado, terá na sua disputa.   Foletto tem o apoio palaciano. Do mesmo partido do governador, venceu bem a eleição de 2010 para a Câmara, mas frustrou as expectativas de seu eleitorado ao não se candidatar a prefeito no ano passado. Com a crise na prefeitura, ele pode também pagar um preço alto nas urnas.    PSB e PSDB também traçam estratégias para fortalecer seus candidatos. O PSB, de Foletto, prepara uma chapa forte e tem a reeleição do deputado como prioridade nas proporcionais. Para isso, pode não repetir a chapa de 2010, com PT e PMDB, para evitar que lideranças com peso possam ameaçar a reeleição do deputado.   Já o ninho tucano, que vislumbra a possibilidade de conseguir duas cadeiras na Câmara dos deputados em 2014, monta uma chapa com Balestrassi e outros quatro nomes de peso para reforçar a legenda.    Além do presidente do Bandes, o partido pretende lançar as candidaturas do atual presidente do partido, deputado federal Cesar Colnago, que disputa à reeleição; do ex-prefeito de Vitória Luiz Paulo Vellozo Lucas; do ex-prefeito de Vila Velha Max Filho e ainda busca convencer a ex-deputada federal por seis mandados Rita Camata a entrar no páreo. 

17/06/2013 / 0 Comments
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CPI do Pó Preto: cinco deputados voltam atrás e retiram assinaturas

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O pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Pó Preto sequer foi lido no plenário da Assembleia Legislativa, mas corre o risco de não sair do papel. Desde a última semana, cinco deputados já retiraram suas assinaturas ao requerimento de CPI, de autoria do deputado Gilsinho Lopes (PR). Desta forma, o futuro da investigação sobre os efeitos da poluição do ar na Grande Vitória passa pela necessidade de novas adesões até esta terça-feira (18), quando vence o “prazo” do requerimento. De acordo com informações de bastidores, os novos dissidentes do pedido de CPI foram: Josias Da Vitória, Luiz Durão (ambos do PDT), Marcos Mansur (PSDB), Dary Pagung (PRP) e Jamir Malini (PTN). No início da última semana, os deputados Glauber Coelho (PR) e Cacau Lorenzoni (PP) já haviam retirada a assinatura de apoio à instalação da comissão. Com isso, o requerimento de abertura da CPI do Pó Preto não conta hoje com o número exigido de apoios: dez assinaturas, no mínimo. Esse movimento de retirada de assinatura foi alvo de críticas do próprio autor do pedido de CPI, que apresentou um projeto de resolução para impedir a retirada de apoio após o protocolo do texto. Na última quarta-feira (12), Gilsinho afirmou que este tipo de manobra é mal-vista pela sociedade. Naquela ocasião, o pedido protocolado na última segunda-feira (10) contava somente com dez das 12 assinaturas iniciais, número vulnerável a uma manobra para impedir os trabalhos antes do início, já que bastava a saída de apenas um deputado para inviabilizar a CPI. De acordo com as contas mais recentes, a CPI do Pó Preto conta com o apoio dos deputados Euclério Sampaio (PDT), José Esmeraldo (PR), Marcelo Santos e Hércules Silveira (ambos do PMDB), além do autor do pedido, que mantiveram suas assinaturas. Nos bastidores, circula a informação de que a comissão pode receber o apoio de última hora da deputada Aparecida Denadai (PDT), que está sob licença médica, mas poderia retornar apenas para apoiar os trabalhos. O destino da comissão também passa pela bancada do PT, que não fechou o posicionamento sobre a adesão à abertura das investigações. Na última semana, os cinco parlamentares da sigla se reuniram, mas adiaram a decisão para esta semana. Eles devem se reunir nesta quarta-feira (19). Entretanto, o encontro pode perder o sentido, uma vez que o requerimento de Gilsinho vence nesta terça-feira (18). Caso não consiga o mínimo exigido de assinaturas, o pedido vai ser arquivado pelo presidente da Casa, deputado Theodorico Ferraço (DEM), que adiou a leitura da comissão ao máximo para garantir a possibilidade de manobra, ou seja, pressionar quem já estava dentro a sair e impedir outros apoios. Deputados da GV se omitem Principal alvo da poluição atmosférica dos grandes projetos e dos seus reflexos na saúde da população, a Grande Vitória tem a metade dos representantes na Assembleia. Entretanto, a maioria dos representantes da região não assinou o pedido, entre eles, quatro dos cinco deputados da bancada do PT. Atualmente, os cinco signatários da CPI são da região (Gilsinho, Euclério, Marcelo, José Esmeraldo e Hércules). Entidades da sociedade civil marcaram um protesto para a tarde desta segunda-feira (17) na Assembleia Legislativa para pressionar os deputados para a abertura da CPI. Os principais alvos da manifestação, que vai acontecer antes da sessão ordinária – marcada para as 15 horas –, serão os moradores da Grande Vitória: Lúcia Dornelas, Cláudio Vereza, Roberto Carlos, todos do PT; Luzia Toledo, Sérgio Borges, ambos do PMDB; Janete de Sá (MD) e Elcio Alvares (DEM). De acordo com estudos científicos, citados pelas entidades ambientais locais, as principais fontes emissoras de material particulado total (MPT) da Grande Vitória estão relacionadas aos grandes projetos, sendo que a siderurgia é responsável por 83,41%. Somente a mineradora Vale responde por 60,58% do MPT da região (ou 72,63% do total emitido pelo setor). A correlação entre a poluição e a percepção do incômodo foi confirmada em levantamento realizado na Ilha do Boi, bairro que fica na direção do “pó preto” da Vale. Os resultados obtidos indicam que 98,6% dos entrevistados se sentem incomodados pela presença de poeira em suas residências, desses, 62,3% apresentam nível máximo de incômodo. Entre 2005 a 2010, a poluição teria sido responsável pela internação de 55 mil crianças menores de seis anos, maior índice no País.

17/06/2013 / 0 Comments
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Criação de novos municípios pode ser barrada no Senado

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Antes mesmo da conclusão da votação no Congresso Nacional, o presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM), já determinou o desarquivamento de 12 pedidos de emancipação política de distritos no Estado. Mas o deputado deve ter sua expectativa de conseguir novos colégios eleitorais frustradas.   Isso porque o Projeto de Lei Complementar (PLP) 416/08, que estabelece regras para a criação, a fusão e o desmembramento de municípios, que foi aprovado sem obstáculos na Câmara dos Deputados no início do mês, não deve encontrar a mesma facilidade no Senado.    Na Casa, alguns senadores já se mostram contrários ao projeto e pedem ao governo para pressionar a base para barrar a matéria. Consciente da dificuldade financeira dos municípios atuais e do impacto político e financeiro da proposta, que pode gerar 400 novos municípios no País, a discussão entre os senadores promete se alongar.   Em entrevista ao jornal A Tribuna desta segunda-feira (17), o ex-ministro da Fazenda, senador Francisco Dornelles (PP/RJ), defendeu uma pressão na base governista para evitar a aprovação do projeto. Para os meios políticos, a aprovação na Câmara se deu para atender a interesses dos deputados federais em criar novas bases e enfraquecer adversários que venceram a eleição de 2012.    No Estado, o interesse do presidente da Assembleia na emancipação política do distrito de Itaóca, em Cachoeiro de Itapemirim; e de Itaipava, em Itapemirim, reforça essa ideia. Nos dois municípios, os candidatos apoiados por Ferraço perderam as eleições municipais de outubro passado. Com as emancipações políticas dos dois distritos, o deputado, além de criar novos espaços políticos, tiraria da disputa pelos novos municípios seus adversários, facilitando a conquista dos novos territórios. A emancipação serviria também para enfraquecer os opositores que governam as cidades desmembradas. 

17/06/2013 / 0 Comments
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Um neg??cio da China

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Aldo e Bia foram fazer turismo na China, conhecer a grandiosa muralha, conferir se os chineses realmente comem espetinhos de escorpião. Compraram yuans e levaram apenas o mínimo necessário para a grande aventura – com tudo barato na China, a lista de compras encheu uma das malas. Se o artigo made-in-China está dominando todos os mercados, imagina na fonte!     A preocupação maior era a conhecida poluição do país, mas o casal deu sorte – choveu muito uns dias antes de chegarem e o ar estava limpo. S?? mesmo na China os turistas rezam para chover. Outro receio era a altura do casal, pois Aldo e Bia são muito altos até para os padrões nacionais. Imagina na China! Mas com a grande leva de turistas que hoje invade a terra de Confúcio, de todas as nacionalidades e de todos os tamanhos, eles não atraíram muita atenção em Pequim.     O casal não se ateve ao turismo tradicional e adentrou o norte da China, onde fica a melhor parte da Grande Muralha, que impressiona muito mais.  Um moderno trem-bala os levou China a dentro, onde melhor se observa também como ainda existem pobreza e atraso no país. Na cabine do trem viajava com eles  um casal chinês, arrastando pesadas malas. O homem se sentou calmamente, deixando à esposa a tarefa de alojar os excessos no maleiro acima das poltronas.     Tarefa assás difícil,  pois o tamanho e peso das malas não condiziam com a estatura miúda da idosa senhora. Gentilmente, Aldo se levantou e, não sabendo se comunicar em mandarim, simplesmente pegou um volume… o marido pulou de lá, nervoso e assustado, achando que estava sendo assaltado. Com a linguagem universal dos gestos, Aldo indicou que queria apenas ajudar. Espanto do chinês, um homem ajudando uma mulher!     Mas tudo acabou bem, e a gentileza foi retribuída com muitas curvaturas do marido aliviado. Chegando ao destino, naturalmente Aldo se prontificou a ajudar com a bagagem. O chines então abriu uma das malas, cheia de frutas e legumes, e deu duas maçãs ao exótico casal. Mais selemeleques, e cada um seguiu seu destino. Na estação deveria ter alguém da empresa de turismo esperando por eles e  portando um cartaz escrito Aldo e Bia, como combinado. Mas não havia ninguém!     Desesperados, eles pensaram que haviam sido enganados pelo Peixe Urbano –  estavam sozinhos, perdidos num lugarejo remoto da China, sem falar mandarim! Logo uma chinesa se apresentou, cumprimentando-os em bom inglês, Welcome! Aliviado, Aldo ia perguntar como a jovem os identificou, mas foi s?? olhar em volta para entender: a pessoa mais alta na estação não lhes chegava ao ombro. Riram todos e partiram, rumo ao melhor ponto da melhor muralha do mundo. Um negócio da China!     Mito número um: sim, naquele lugarejo perdido no norte remoto, ficava  a melhor parte da muralha. Mito número dois: sim, eles comem espetos de escorpião! Mito número três: falso, preço bom, na China, só se comprar em dúzias. No útimo dia da viagem, já com  poucos yuans no bolso, eles finalmente acharam um lugar onde o barato existia, de fato.

16/06/2013 / 0 Comments
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Vitória Cine Vídeo 2013 é lançado no Carlos Gomes

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O Festival de Vitória – Vitória Cine Vídeo chega à 20ª edição este ano e inicia suas atividades com exibição de filme inédito e divulgação de regulamento e ficha de inscrição para as mostras competitivas do Festival. O lançamento do festival é nesta segunda-feira (17), às 20h, no Teatro Carlos Gomes, com a comédia nacional Vendo ou Alugo, da diretora Betse de Paula.   O longa-metragem chega ao estado antes mesmo de entrar no circuito comercial brasileiro, em pré-estreia especial para o público capixaba e exibição para convidados. A diretora, depois do filme, participa de um bate-papo com o público, acompanhada de parte do seu elenco de atores.    Na ocasião será feita uma homenagem à atriz Nathalia Timberg, destaque desta produção carioca, que receberá no palco do Theatro o Troféu Marlin Azul e um caderno biográfico de fotos sobre sua carreira.   Vendo ou Alugo levou 12 prêmios no Cine PE deste ano, saindo consagrado. Em seu novo filme, Betse de Paula mergulha no universo carioca, em uma comédia contemporânea sobre o cotidiano de uma família que já foi de classe média alta e hoje vive endividada.    Inscrições O Vitória Cine Vídeo, que este ano será realizado de 28 de outubro a 2 de novembro, abre inscrições nesta segunda-feira para suas mostras competitivas. O prazo se encerra em 1° de agosto. Serão aceitos filmes finalizados em 2012 ou 2013, tanto em formato digital como em 35mm.    Os filmes serão distribuídos pelos curadores entre diversas mostras do festival: a 17ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas e a 3ª Mostra Competitiva Nacional de Longas, além 2ª Mostra Corsária, com filmes de caráter alternativo, e a 3ª Mostra Quatro Estações, de temática LGBT.    Nesta edição, para as Mostras Competitivas Nacionais de Curtas e Longas Metragens serão aceitas inscrições de filmes inéditos no Espírito Santo, ou seja, que não tenham sido exibidos em caráter competitivo, em outros festivais e mostras no Estado.   Já para a Mostra Foco Capixaba mantém-se no regime anterior: não será exigido ineditismo. Com isso, o festival mantém sua vocação de plataforma privilegiada para o lançamento, no Espírito Santo, dos filmes realizados no país, e confirma-se como a maior vitrine para o cinema capixaba aos olhos do Brasil.    O Foco Capixaba segue abrindo o festival,logo na primeira noite, e este ano selecionará até cinco curtas-metragens locais.   Nesta edição também foram criadas novas seções em comemoração aos 20 anos de festival. A Retrospectiva 20 Anos exibirá em sessões diárias uma seleção de filmes das edições anteriores do Festival de Vitória, que marcaram o cinema de curta-metragem brasileiro. Serão trabalhos premiados e sucessos de crítica que são lembrados pelo público até hoje e poderão ser vistos ou revistos.   O Festival de Vitória também apresenta ao público uma mostra temática, promovendo o diálogo entre cultura e esportes. É a Mostra Cinefoot, que exibirá no último dia de festival uma seleção de curtas sobre a maior paixão nacional, o futebol.    A mostra inaugura o intercâmbio do Festival de Vitória com outros eventos brasileiros – nesse caso o Festival de Cinema de Futebol – Cinefoot, baseado no Rio de Janeiro – e já antecipa o clima da Copa do Mundo no Brasil, através da representação do esporte no cinema.

16/06/2013 / 0 Comments
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Operação Derrama: inquérito policial retorna para a Vara Central de Vitória

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Passados três meses do polêmico arquivamento das investigações contra prefeitos e deputados – entre eles, o presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM) –, acusados de participação no esquema de fraudes, o inquérito policial da Operação Derrama retornou à Vara da Central de Inquéritos de Vitória. Sem a presença dos agentes públicos com foro privilegiado, as investigações devem agora se concentrar nas supostas irregularidades cometidas em sete prefeituras, que chegaram a levar dez ex-prefeitos para a cadeira, além de servidores municipais e empresários. De acordo com informações do Tribunal de Justiça do Estado (TJES), os autos do inquérito (0043929-95.2012.8.08.0024) foram devolvidos à Vara na terça-feira (14), após ficarem um período de cinco meses no tribunal. O processo “cresceu” de tamanho, em janeiro deste ano, o juiz Marcelo Menezes Loureiro encaminhou oito volumes para o Tribunal Pleno, então sob relatoria do desembargador Ronaldo Gonçalves de Sousa. No entanto, o inquérito retornou com 26 volumes e uma dezena de pedidos da defesa dos acusados, que deverão ser apreciados pelo mesmo magistrado. No último dia 14 de março, o desembargador homologou o pedido de arquivamento feito pelo procurador-geral de Justiça Eder Pontes da Silva, que decidiu pelo fim das investigações contra os deputados e atuais prefeitos, que surgiram ao longo das apurações conduzidas pelos delegados do Núcleo de Repressão ao Crime Organizado e à Corrupção (Nuroc), da Polícia Civil. Esse foi o capítulo final de uma queda de braço entre o Judiciário e o Ministério Público Estadual (MPE), que expôs publicamente uma indisposição entre a cúpula dos duas instituiçõesois órgãos. Naquela ocasião, o chefe do MPE alegou que as provas obtidas contra o presidente da Assembleia e outras autoridades com foro especial foram obtidas pela polícia de forma ilegal, uma vez que a atribuição de investigá-los seria do órgão ministerial de 2º grau – no caso, a Procuradoria-Geral de Justiça. Além de Ferraço, o procurador-geral decidiu pela exclusão do inquérito do deputado estadual José Carlos Elias (PTB) – ex-prefeito de Linhares –, e dos atuais prefeitos Rogério Feitani (PMN), de Jaguaré; Marcelo Coelho (PDT), de Aracruz; e Jander Nunes Vidal (PSDB), de Marataízes. Na mesma peça, Eder Pontes se manifestou pelo desmembramento das investigações para as promotorias de cada um dos sete municípios envolvidos. Entretanto, a decisão sobre a manutenção do caso na comarca de Vitória – em função dos eventuais crimes terem ocorrido, segundo o Nuroc, a partir da sede da empresa de consultoria CMS, na Capital – deve ficar a cargo do juiz Marcelo Loureiro, que havia determinado a prisão dos ex-prefeitos, em janeiro deste ano. Além do clima de animosidade entre as cúpulas do TJES e do MPE, as investigações também tiveram como pano de fundo a reeleição de Ferraço para o comando da Assembleia. Poucos dias antes da votação, a Policia Civil prendeu a mulher do parlamentar, a ex-prefeita de Itapemirim, Norma Ayub Alves (DEM).  Nos meios políticos, o parecer de Eder Pontes teria sido fundamental para a redenção de Ferraço, que foi reeleito sob protestos de entidades civis e colocou outro ex-prefeito preso em destaque, Edson Magalhães (Guarapari), recentemente nomeado assessor no gabinete do demista. Essa intensa movimentação nos bastidores da Derrama terminou por retirar o foco da classe política do mérito da questão: o suposto esquema de recuperação de créditos tributários indevidos. Os trabalhos da Polícia Civil foram demandados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que identificou indícios de irregularidades nos contratos das prefeituras com a empresa CMS Consultoria, assinados por dispensa de licitação. Em outubro, o plenário do tribunal determinou a suspensão dos pagamentos à empresa em Aracruz, onde foi identificado o pagamento de R$ 8,9 milhões a título de gratificações para servidores municipais. As investigações apontaram que o mesmo expediente havia sido reproduzido em outras seis prefeituras (Anchieta, Guarapari, Itapemirim, Marataízes, Jaguaré e Piúma), que teriam feitos pagamentos na casa de milhões à empresa – os valores estavam em fase de apuração. Além da contratação sem licitação, a empresa era acusada de abastecer um esquema de pagamento de “gratificações” milionárias também nesses municípios pela recuperação de créditos, que não haviam sido homologados (ou seja, poderiam ser revertidos, porém, o pagamento à empresa era feito “à vista”). A Operação Derrama foi dividida em duas fases: na primeira, no final de dezembro de 2012, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas sedes de prefeituras e de prisão contra empresários e servidores envolvidos no esquema; na segunda, no dia 15 seguinte, a polícia cumpriu novos mandados de prisão, entre eles, contra dez ex-prefeitos municipais. Ao todo, a operação policial levou 31 pessoas para a prisão. Os dez ex-prefeitos só foram libertados quase dois meses depois, em decorrência da manifestação do procurador-geral de Justiça capixaba. Neste período, o desembargador Ronaldo Gonçalves manteve as prisões, que também foram confirmadas em decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A única ex-prefeita que teve um período mais curto de detenção foi justamente a mulher de Ferraço, Norma Ayub, que ficou presa por apenas uma semana. Ela também foi liberada após manifestação favorável de Eder Pontes, que pediu a “troca” da prisão por medidas restritivas, como a entrega do passaporte e a proibição de deixar o município.. Entre os ex-prefeitos presos, continuam sob investigação Guerino Zanon (PMDB), de Linhares; Edson Magalhães (sem partido); Ademar Devens (PMDB) e Luiz Carlos Cacá Gonçalves, ambos de Aracruz; Edival Petri (PMDB) e Moacyr Carone Assad (PDT), de Anchieta; e Ananias Francisco Vieira (PDT), de Marataízes; Alcino Cardoso, de Itapemirim; e Valter Luiz Potratz, de Piúma. Também está apurada a participação de servidores municipais (procuradores, ex-secretários e fiscais de renda dos municípios) e dos sócios da empresa CMS, de propriedade de Cláudio Múcio Salazar Pinto e Cláudio Múcio Salazar Pinto Filho. Sobre a apuração da participação dos agentes públicos com foro privilegiado, o procurador-geral de Justiça anunciou, na ocasião do arquivamento do inquérito, o pedido de abertura de uma nova investigação contra eles, já que haveria indícios do envolvimento em crimes. Entretanto, não há notícia sobre o andamento – ou sequer a abertura – do novo

16/06/2013 / 0 Comments
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Arquivada denúncia sobre ‘falsas promessas’ que garantiam o fim dos alagamento em Vila Velha

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O plenário do Tribunal de Contas do Estado (TCE) arquivou, na última semana, uma denúncia do ex-prefeito de Vila Velha, o advogado Vasco Alves de Oliveira Júnior, contra os sucessores por falsas promessas para pôr fim aos alagamentos no município. O relator do caso, conselheiro Rodrigo Chamoun, acompanhou o parecer da área técnica para rejeitar a queixa sob alegação da falta de preenchimentos dos requisitos da denúncia. Na análise preliminar da denúncia, a área técnica indicou o caráter genérico da denúncia feita pelo ex-prefeito, que pedia a apuração dos investimentos anunciados pelo Estado e Prefeitura para mitigar os problemas com a chuva. O Ministério Público Especial de Contas (MPC) também se manifestou pelo arquivamento da demanda, analisada na sessão de julgamento do último dia 4. No texto da representação, protocolada no final de março após fortes chuvas no município, Vasquinho pedia a “ação rigorosa do órgão na apuração dos investimentos feitos” para o combate às inundações. O ex-prefeito afirmava que, mesmo com o anúncio de várias obras, o resultado das chuvas mostrou que até mesmo bairros que não alagavam foram inundados. “Trata-se de verdadeiro ralo de verbas públicas, que só serve para enriquecer as empreiteiras, sem qualquer resultado prático para a solução de tão grave problema”, diz a denúncia. A representação tramitou sob número TC-2769/2013 e aguarda a publicação do acórdão – ainda sem data definida – para o arquivamento em definitivo.

16/06/2013 / 0 Comments
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Carreteiros paralisam as atividades de transporte de madeiras para a Aracruz Celulose (Fibria)

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Cerca de 350 trabalhadores motoristas de carretas e treminhões que prestam serviço para a Aracruz Celulose (atual Fibria) paralisaram as atividades na última quinta-feira (13), por tempo indeterminado. Eles reivindicam melhorias salariais e benefícios. Os trabalhadores são contratados das empresas Julio Simões, Aqces, Garfor e Expresso, responsáveis pelo transporte de eucaliptos para as fábricas de celulose da Fibria, em Aracruz (norte do Estado).   A concentração aconteceu na portaria de descarga de madeira da Aracruz.. Eles exigem aumento real do salário e benefícios, como planos de saúde. Os caminhoneiros também reclamam da jornada de trabalho excessiva.    A empresa recebe os eucaliptos dos caminhões e de barcaças que vêm pelo mar. No entanto, a greve dos carreteiros afeta também o descarregamento das barcaças.      A produção de celulose na fábrica da empresa foi prejudicada pelo movimento dos trabalhadores e nenhum avanço foi conquistado pela categoria.    Precariedade   Não são só os motoristas de carretas que estão insatisfeitos com as condições de trabalho na fábrica da Fibria. Os trabalhadores da própria empresa, que atuam no pátio de madeiras, já denunciaram a precariedade dos equipamentos que operam.    O Sindicato dos Trabalhadores Papeleiros e Químicos do Estado (Sinticel) denunciou, no dia 1 de maio, que uma ponte rolante disparou e os sistemas de segurança não funcionaram. De acordo com a denúncia, as pontes rolantes estão apresentando disparos repentinos, se movimentando sem o comando dos operadores, as portas estão caindo e os freios não funcionam. Além disso, há problemas nos trilhos e nem mesmo a chave de emergência está funcionando.   Em setembro de 2012 o trabalhador Wescley Oliveira ficou preso da cintura para baixo dentro de um equipamento da correia transportadora de toras para a picagem de madeira, no mesmo pátio. Ele teve bacia e pernas esmagadas e esperou por socorro do Corpo de Bombeiros e do Samu por mais de uma hora. Depois de resgatado, foi transferido para o hospital Metropolitano, na Serra, onde passou por cirurgia que durou mais de três horas. 

16/06/2013 / 0 Comments
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Favoritismo de ‘medalhões’ deve deixar só quatro vagas livres para Câmara dos Deputados

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Os meios políticos esperam uma grande renovação da bancada capixaba na Câmara dos Deputados. Muitos nomes de peso que estão de olho na disputa de 2014 devem congestionar o mercado de candidaturas, deixando a eleição ainda mais acirrada. Com uma cadeira a menos e com alguns nomes que não devem disputar a federal, a briga para Câmara será quente em 2014.    Nos meios políticos, alguns nomes são dados como certos para se eleger. Entre os favoritos estão o ex-prefeito da Serra Sérgio Vidigal (PDT), o vice-governador Givaldo Vieira (PT) e o secretário de Esportes Vandinho Leite (PR). Do grupo que busca a reeleição, o mercado político vê Paulo Foletto (PSB), que teria o apoio do Palácio Anchieta e Lauriete (PSC), que além de um público considerável terá o apoio do marido, o senador Magno Malta (PR), mais próximos de um segundo mandato.   Por outro lado, alguns parlamentares terão dificuldade para se reeleger. A deputada federal Rose de Freitas (PMDB) sonha com o Senado, mas para os meios políticos, pode ter dificuldade de se reeleger para a Câmara. O mesmo vale para Lelo Coimbra (PMDB), que conseguiu se manter na Câmara por conta do apoio do ex-governador Paulo Hartung (PMDB), que em 2014 não terá a máquina na mão como em 2010 para eleger o aliado.   No PDT, a mudança deve ser geral. O deputado federal Jorge Silva teve uma atuação um pouco apagada e pode ter muita dificuldade para se reeleger, principalmente porque há possibilidade de o prefeito de São Mateus – base política de Jorge Silva – Amadeu Boroto (PSB) vir a disputar a eleição também.    Sueli Vidigal não deve disputar a reeleição para a Câmara para dar lugar ao marido e deve fazer com ele uma chapa casada, com a deputada disputando uma vaga na Assembleia Legislativa. O deputado Carlos Manato não vai disputar a eleição pelo partido, mas também tem dificuldade em encontrar uma sigla que o acomode.    Dadas essas movimentações, sobrariam quatro vagas para que os demais candidatos busquem acomodação. Dessas, o PSDB quer abocanhar duas. Para isso, vai lançar uma chapa com o deputado César Colnago, o ex-deputado federal Luiz Paulo Vellozo Lucas, o ex-prefeito de Vila Velha, Max Filho, o presidente do Bandes, Guerino Balestrassi. Além do quarteto, o PSDB ainda pode incluir no grupo a ex-deputada federal Rita Camata.    O DEM quer criar condições de lançar o presidente da Assembleia Theodorico Ferraço a federal. O ex-prefeito de Vila Velha, Neucimar Fraga, é outro forte candidato que busca uma vaga na Câmara, mas vem encontrando dificuldade de se acomodar em um novo partido depois de ter deixado o PR.   Os candidatos devem ficar de olho agora nos votos de legenda, mas para isso é preciso acompanhar a movimentação da disputa nacional para saber como ficarão as acomodações nas chapas proporcionais no Estado.

16/06/2013 / 0 Comments
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