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Século Diário

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Centro de Vitória terá posto avançado 24h da Guarda municipal

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Um posto avançado da Guarda Municipal já tem aprovação da Câmara Municipal para funcionar na Câmara de Vitória. Proposto pelo vereador Vinícius Simões (MD), o projeto aguarda agora sanção do prefeito municipal para garantir o suporte necessário aos cidadãos da região em tempo integral.    Motivado pelos assaltos, arrombamentos, furtos e roubos constantes na região, o Posto Avançado da Guarda Municipal Comunitária (PAGM) terá a função de realizar patrulhamento preventivo permanente no território, agindo junto à comunidade com o objetivo de diminuir a criminalidade, mediar conflitos, executar a fiscalização das áreas públicas, evitando também a depredação da região.    “A iniciativa pode se tornar um novo referencial da segurança a ser adotado pelo município de Vitória”, diz o vereador.    “Segundo ele, a violência no Centro de Vitória tem tomado proporções que extrapolam qualquer tipo de controle”, ressalta.   A proposta defende que o posto seja implantado inicialmente no Centro de Vitória, mas que a Secretaria de Segurança municipal avalie a sua implantação em outros locais também.    Sendo o Centro de Vitória, uma região peculiar, o vereador afirma que a iniciativa irá beneficiar moradores e também o setor turístico. Só no ano passado, 50 mil pessoas visitaram a região e o objetivo é tornar a região, detentora de um comércio tradicional, parques, museus, teatros e praças. 

10/05/2013 / 0 Comments
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Delegados anunciam paralisações semanais a partir do dia 20

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Os delegados de Polícia Civil do Estado devem realizar paralisações uma vez por semana, conforme deliberação ocorrida em assembleia realizada na quarta-feira (8) pelo reconhecimento da carreira jurídica para o cargo. Inicialmente, as paralisações devem acontecer todas as segundas-feiras.    De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Delegados do Estado (Sindelpo), delegado Rodolpho Laterza, a categoria só quer o reconhecimento de carreira jurídica, sem que haja reajuste na remuneração. “O reconhecimento não altera nenhum prejuízo orçamentário ou financeiro para o Estado”, diz ele.   Laterza acrescenta que todos os estados da região Sudeste já reconheceram a carreira jurídica de delegado e que basta que o governo envie a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) à Assembleia Legislativa e faça articulação política para o reconhecimento.    O delegado diz ainda que o reconhecimento da carreira jurídica vai trazer mais segurança às investigações, além de outras prerrogativas para a categoria. Laterza frisa, ainda, que a paralisação não vai causar prejuízos à sociedade.    Os delegados alegam que, apesar de o governador Renato Casagrande (PSB) ter recebido parecer favorável da Procuradoria Geral do Estado (PGE), ainda não enviou o projeto da PEC para a Assembleia. Laterza acrescentou que, caso o governo continue protelando o envio da PEC para o legislativo, os delegados podem tomar medidas mais drásticas, como o aumento gradativo das paralisações.   

10/05/2013 / 0 Comments
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Estudantes da Ufes são denunciados por fraude em processo seletivo

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O monitor de Cálculo I, Ramon Aleixo da Silva, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por fraudar o processo seletivo para o curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). De acordo com o órgão, a ação tinha o objetivo de beneficiar o aluno José Lucas Moulaes Figueiredo, que tentava se transferir do curso de Tecnologia Mecânica para Engenharia Mecânica.    De acordo com o órgão, Ramon fez a prova de recepção de curso no lugar de José Lucas, no dia 27 de maio de 2012, e a fraude foi descoberta um dia depois. O órgão informou que um dos fiscais da prova, embora não soubesse o nome do monitor, o reconheceu durante no dia da prova.    “O fiscal reconheceu Ramon e confirmou que ele havia feito a prova identificando-se como José Lucas. Então, ele procurou a presidente da Comissão Especial do Processo Seletivo de Vagas Surgidas e contou o que havia ocorrido”, disse o MPF.    O cadastro de matrícula dos estudantes também foi utilizado para garantir a identificação dos estudantes e a caligrafia também foi analisada.    Segundo o MPF, foram verificadas discrepâncias nítidas entre a letra de José Lucas e a assinatura na lista de presença e no cartão de respostas do processo seletivo. Foi constatado também, semelhanças entre as mesmas assinaturas e a escrita de Ramon.   Apesar de negarem o fato, o exame grafotécnico feito pela Policia Federal comprovou a fraude dos alunos.    “O laudo foi enfático ao concluir que “as assinaturas questionadas não partiram do punho de José Lucas Moulaes Figueiredo, sendo, portanto, inautênticas”. Segundo o documento, “os lançamentos questionados foram produzidos por Ramon Aleixo da Silva, sem qualquer esforço de imitação da escrita de José Lucas”.    O monitor, segundo o MPF, foi acusado de falsidade ideológica. Já José Lucas participou do delito encomendando e ajustando a fraude com Ramon.    Como a pena mínima dos crimes é igual a um ano, o MPF/ES propôs, em princípio, a suspensão condicional do processo pelo prazo de dois anos, na forma prevista no artigo 89 da Lei nº 9.099/95 – desde que cumpridas às condições estabelecidas, dentre as quais a de que não estejam sendo processados ou já condenados por outros crimes.   Os denunciados podem ou não aceitar a suspensão condicional do processo.    Caso aceitem, deverão prestar serviço comunitário à Ufes ou a alguma entidade durante seis meses, por oito horas semanais; não poderão se ausentar do Estado por mais de 15 dias, sem autorização do juiz; deverão comparecer a juízo, trimestralmente, para informar e justificar suas atividades; e vão pagar quatro salários mínimos a uma entidade de cunho social a ser definida pela Justiça.

10/05/2013 / 0 Comments
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Olhos nos olhos, quero ver o que você diz

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Quando se olha no olho de Violeta – personagem de Alessandra Negrini –, o que se enxerga é uma expressão de ausência. Essa foi a ideia do diretor Karim Aïnouz, no filme O Abismo Prateado, baseado na música Olhos nos Olhos, de Chico Buarque.   O cineasta apresenta ao público a história da dentista Violeta: uma mulher de 40 anos, casada e que tem um filho adolescente. O enredo se desenvolve a partir da ação do dublador Djalma (Otto Jr.), marido de Violeta, ao deixar um recado na caixa postal do celular dela.   A mensagem é de abandono. Assim irrompe o imbróglio no cotidiano da dentista, que tenta compreender a situação percorrendo as cariocas ruas da cidade do Rio de Janeiro. São 24 horas em que a personagem tenta digerir o fim de seu casamento de 14 anos.   A intenção de Karim, nessa produção audiovisual, é falar de amor. Sem ter a preocupação de relatar conflitos sociais e políticos. O filme ainda conta com a fotografia de Mauro Pinheiro Jr. e no roteiro, o diretor tem a companhia de Beatriz Bracher, escritora.   A trilha sonora do longa-metragem é um fator que chama a atenção. Com uma mescla que vai de Claudinho e Buchecha e passa por Simply Red – além da novíssima música brasileira representada por Bárbara Eugênia: com a versão da canção de Chico.   Barbára é responsável por dar o tom na sensação de falta, de perda, que se faz presente em Violeta: “Quando você me deixou, meu bem, Me disse pra ser feliz e passar bem. Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci, Mas depois, como era de costume, obedeci”.   Diretor de cinema e artista visual, Karim Aïnouz nasceu em Fortaleza, Ceará. Ganhou notoriedade no circuito cinematográfico ao lançar Madame Satã, em 2002. E ainda tem em seu currículo filmes como O Céu de Suely (2006) e Viajo Porque Preciso Volto Porque Te Amo (2010).   O Abismo Prateado deu ao cineasta cearense o prêmio de melhor direção no Festival Rio de 2011, além de ser reconhecido no Festival de Havana – com os prêmios de melhor atriz, fotografia e som.   Serviço O Abismo Prateado (Idem, Brasil, 2011, 83 minutos, 14 anos)    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 19h15.

10/05/2013 / 0 Comments
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Hospital faz acordo com MPT e reverte multa em troca de transplantes auditivos

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Deficientes auditivos inscritos na fila de transplante coclear da Secretaria Estadual de Saúde terão direito a implantes auditivos. A medida é resultado de um acordo judicial entre o Ministério Público do Trabalho (MPT-ES) e o Vitória Apart Hospital, que vai permitir o atendimento gratuito dos pacientes.    O acordo põe fim à execução de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinado pelo hospital com o MPT pelo não cumprimento da cota de pessoas com deficiência ou reabilitadas da Previdência Social em seu quadro de trabalhadores, de acordo com o artigo 93 da Lei 8.213/91.   Por não cumprir a regra, o hospital pagará R$ 900 mil de multa que serão, a partir do acordo, revertidos para o pagamento dos implantes para pessoas com deficiência auditiva.    A previsão é de que sejam realizados quatro procedimentos por ano pelo hospital. As pessoas que receberão os implantes serão encaminhados pela Secretaria da de Estado da Saúde (Sesa), que já foi oficiada para apresentar a lista de espera de pacientes ao hospital.   O valor de cada procedimento é de R$ 64.615,00, sendo R$ 7.015 pela cirurgia, R$ 45,6 mil pela prótese e R$ 12 mil pelo acompanhamento do paciente por um ano pela equipe multidisciplinar do Vitória Apart Hospital.    O implante coclear é um equipamento eletrônico usado para recuperação auditiva de indivíduos com formas de perda auditiva profunda. Envolve, além do processo cirúrgico, uma completa avaliação pré-operatória e um monitoramento multidisciplinar com médicos otorrinolaringologistas, fonoaudiólogas e psicólogos.    Ele funciona de forma computadorizado implantado cirurgicamente no ouvido do paciente que estimula o nervo da audição através de pequenos eletrodos que são colocados dentro da cóclea para que o nervo leve esses sinais para o cérebro.    Considerado como o recurso mais avançado existente no mundo para o tratamento já existe há alguns anos e hoje, mais de 150.000 pessoas no mundo já usam o utilizam. No Brasil, cerca de 2 mil pessoas já usam o aparelho.   De acordo com o MPT-ES, 14 pessoas serão beneficiadas pelo acordo. 

10/05/2013 / 0 Comments
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TST reforça que hospitais do Estado devem adequar instalações destinadas a funcionários

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O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou agravo regimental interposto pelo governo do Estado contra decisão do colegiado que determina que o Estado deve fornecer alimentação em hospitais da rede pública a trabalhadores das empresas terceirizadas, assim como fornece a servidores públicos e pacientes nos estabelecimentos.    A decisão partiu de uma Ação Civil Pública impetrada pelo Ministério Público do Trabalho no Estado (MPT-ES) pleiteando que o Estado se adequasse aos parâmetros da Norma Regulamentadora 24 (NR-24), da portaria nº 3.214 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), propiciando melhores condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho para os terceirizados.    Em 2007, o MPT ajuizou a ação a partir de denúncias de 40 trabalhadores terceirizados da área de limpeza da empresa Maxpetro Serviços Industriais Ltda., por não terem acesso ao refeitório, faziam as refeições nos fundos do Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória, em Vitória. O local também servia como depósito de material de trabalho.    Trabalhadores terceirizados da empresa Visel Vigilância e Segurança Ltda. também faziam refeições em locais inadequados, segundo a denúncia. Eles utilizavam o próprio posto de trabalho, uma guarita, ou o vestiário geral do hospital, localizado em uma espécie de porão, com pouca ventilação e iluminação, para a realização das refeições.    Em 2009, o colegiado sentenciou o Estado a reformar as instalações em que os trabalhadores fazem as refeições no prazo de 18 meses, além de aplicar multa por não fornecer alimentação aos terceirizados, que tinham de levar comida de casa, em R$ 200 mil, revertidos ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).     Além disso, o Estado foi condenado ao pagamento de e indenização por danos morais coletivos, em razão da discriminação dos trabalhadores de empresas terceirizadas, em face dos demais funcionários, no acesso ao refeitório durante o período de intervalo para refeição e descanso.   No entanto, o Estado impetrou o agravo regimental – que teve provimento negado – alegando risco iminente ao interesse público, visto que recebe milhares de demandas na área de saúde e necessita criar vagas todos os dias para internar pacientes ou tratá-los. Existem hospitais onde a ampliação dos refeitórios ou suas adequações à NR-24, da portaria nº 3.214/MTE, implicaria na diminuição do número de leitos.    Na decisão, o presidente do TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula argumenta que, “apesar de decorridos quatro anos do termo final do prazo de 18 meses destinado ao cumprimento da obrigação de fazer, limitou-se a alegar insuficiência de prazo, sem especificar, efetivamente, quais ações estão em prática em cada unidade da rede hospitalar, para dar cumprimento ao comando judicial”.   O ministro também afirma que alegação de que a reforma dos hospitais é dirigida apenas aos servidores terceirizados, minoria absoluta de trabalhadores, é discriminatória, “uma vez que a previsão Constitucional de redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança (artigo 7.º, XXII) é assegurada a todos,indistintamente”.     

10/05/2013 / 0 Comments
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Justiça recebe ação popular contra incentivos fiscais para o setor de embalagens

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A Justiça estadual vai examinar a legalidade dos incentivos fiscais concedidos pelo governo capixaba ao setor de embalagens (plástico e papeis). Esse é o quarto segmento industrial que faz parte dos contratos de competitividade (Compete-ES) a ter os benefícios contestados judicialmente. A nova ação popular, movida pelo estudante de Direito Sérgio Marinho de Medeiros Neto, estima uma lesão aos cofres públicos de R$ 95 milhões nos últimos cinco anos. Pela primeira vez, o atual governador Renato Casagrande aparece entre os requeridos no processo, que pede a concessão de medida liminar para suspender a vigência dos incentivos até o final do processo. Além do socialista, o ex-governador Paulo Hartung (PMDB) foi denunciado por ter dado vazão aos benefícios fiscais, que teriam causado prejuízos não só ao Estado do Espírito Santo, mas também aos 78 municípios capixabas e até mesmo outros estados da Federação. Na ação popular (0016048-12.2013.8.08.0024), o estudante de Direito sustenta que todas as renúncias fiscais decorrentes dos incentivos foram feitas de forma ilegal. Por ano, o próprio governo admite que o setor de embalagens deixa de arrecadar um valor próximo a R$ 19 milhões. “Essa renúncia não possui compensação que a justifique. Na verdade, significa que o prejuízo ao erário se renova a cada dia”, diz um dos trechos da denúncia. O estudante aponta que o decreto que permitiu os benefícios e os contratos de competitividade assinados entre o governo e as entidades do setor – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Estado (Sindiplast) e Sindicato da Indústria de Papel e Celulose do Estado (Sindipapel) – não teriam respaldo legal. “É pacífico no Supremo Tribunal Federal (STF) que a concessão unilateral de benefício fiscal é nula”, observou. Assim como alegou nos processos envolvendo os setores atacadista, metalmecânico e moveleira (contestados em ações populares anteriores), Sérgio Marinho aponta que os incentivos ao setor de embalagens não foram respaldados por lei específica ou aprovação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Durante o governo Hartung, o benefício garantiu ao setor a possibilidade das empresas ficarem com um crédito presumido de 5% nas operações, valor que resultou na renúncia de receitas. Esse crédito foi ampliado para 7% pela atual administração, que renovou os contratos de competitividade por mais 12 anos. Com isso, os atuais incentivos têm validade até o final de 2024. “Além da lesão financeira com a redução da base de cálculo e carga tributária sem lei específica, foi lesada a moralidade e a legalidade, verifica-se prejuízo ao erário do Estado e dos demais Estados da Federação, pois foram concedidos créditos presumidos e ainda foi permitida a confecção de notas fiscais com valores de débitos que serão estornados. Possibilitando, assim, simulação e fraude em prejuízo ao erário dos demais Estados”, explica o autor da ação. No processo, Sérgio Marinho pede que o Ministério Público Estadual (MPE) investigue eventuais irregularidades nos atos de governo, bem como o cumprimento das obrigações estabelecidas pelos contratos: “O Ministério Público poderá decidir por medidas mais amplas, diante de ser facilmente verificada que a própria renúncia fiscal foi concedida de maneira ilegal, causando gigantescos prejuízos à arrecadação”. O estudante também pediu a inclusão dos 78 municípios capixaba como partes interessadas no processo. Constam na ação popular, além do atual governador e do antecessor, o atual secretário da Fazenda, Maurício Duque, os ex-secretários José Teófilo de Oliveira (Fazenda) e Cristina Vellozo Santos (Desenvolvimento), bem como os presidentes do Sindiplast (Leonardo Souza Rogério de Castro) e do Sindipapel (José Bráulio Bassini). As pessoas jurídicas das duas entidades também figuram como réus no processo, que está tramitando na 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual.

10/05/2013 / 0 Comments
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Posição do PT em 2014 depende da cúpula e não de equipe de Dilma

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Dois ministros do governo Dilma Rousseff foram procurados por atores políticos do Estado para discutir a eleição de 2014. O ex-governador Paulo Hartung (PMDB) conversou com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o governador Renato Casagrande (PSB) com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Mas o caminho não é o mais adequado sobre o processo eleitoral, já que quem tem comandado as conversas da disputa nacional e as articulações nos Estados é o presidente nacional do PT, Rui Falcão. Os ministros ouviram o governador e o ex-governador, mas não prometeram nada, até porque não podem. Apesar de terem acesso a Dilma e influência no governo, eles não vão influir no processo eleitoral, porque o tema passa por outro caminho. O governador de tem convencer não só a presidente Dilma Rousseff, mas também a cúpula petista de sua proposta para o próximo ano. Mas para convencê-los, a ideia de erguer um palanque independente e da importância do respeito das nacionais às articulações locais não será um discurso eficiente. Nacionalmente, o governador enfrenta a possibilidade de o presidente do PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, lançar sua candidatura a presidente, o que quebraria a trinca PSB-PT-PMDB. Em nível estadual, o palanque independente não é interessante para a presidente em um estado cuja sua principal concorrente, a ex-senadora Marina Silva, tem capital político elevado. O governador e seu antecessor tentam desestimular o governo federal a apostar na candidatura do senador Magno Malta (PR), que promete um palanque dedicado à presidente Dilma Rousseff. Com um capital de 1,2 milhão de votos na eleição de 2010, o senador ameaça a reeleição de Casagrande, mas a dificuldade do cenário nacional e a intenção de manter o sistema de unanimidade política no Estado impedem o governador de oferecer ao governo federal um palanque forte e exclusivo. A possibilidade de o PT e o PMDB lançarem um palanque alternativo, caso o PSB rache com o governo federal, também não é interessante para o projeto de reeleição da presidente. O PT ensaiou lançar candidatura própria para evitar uma aliança com Malta, mas o nome do partido a ser colocado, o do ex-prefeito de Vitória João Coser, não teria uma força de captação de votos suficiente para comandar o palanque majoritário. Já os nomes do PMDB, o do ex-governador Paulo Hartung e do senador Ricardo Ferraço, não teriam a simpatia do governo federal.

10/05/2013 / 0 Comments
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E o passado?

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Primeiro foi o ex-governador Paulo Hartung que buscou interlocução com o ministro da Saúde Alexandre Padilha. Agora, foi a vez de o governador Renato Casagrande tentar uma aproximação com a presidente Dilma Rousseff por intermédio do ministro da Educação Aloizio Mercadante. O assunto é o mesmo: tentar convencer a presidente de que os dois querem se comprometer com o palanque do PT em 2014. Mas, o PT nacional parece ter assistido àquele filme “Eu sei o que você fez no verão passado” e vai ser muito difícil Dilma e a cúpula petista acreditarem que eles terão compromisso com o partido em uma disputa presidencial tão complicada como a que se desenha para o próximo ano. Essa tentativa de aproximação com o governo federal visa a esvaziar o palanque do senador Magno Malta (PR). O que se diz no cenário nacional, quando o assunto é disputa no Espírito Santo é de que Dilma tem compromisso apenas com o senador do PR, já que ele correu o País no segundo turno para acalmar os ânimos do eleitorado evangélico, resistente aos pontos polêmicos da campanha de Dilma em 2010. Já Casagrande que recebeu o apoio do PT no Estado em 2010, disse ser cabo eleitoral de Dilma no primeiro turno, mas na nova fase, resolveu deixar o Estado. Uma vez, governador eleito, não quis se comprometer com a disputa presidencial. Paulo Hartung fez isso em 2002 e 2006 com Lula. Em 2010, depois de pressionado pelo PT nacional, tirou foto com Dilma em frente ao Palácio Anchieta, mas a contragosto. Não pediu voto para a petista e também se ausentou da disputa no segundo turno. Com quê argumentos, então, os dois querem convencer a presidente de que este ano será diferente? Esse argumento de que é preciso respeitar as movimentações locais, beira ao absurdo. O projeto nacional é claramente mais importante para o PT e para qualquer partido que tenha candidato a presidente, do que as movimentações nos Estados. Casagrande tem dito ao mercado que pretende se manter neutro na disputa. Isso só piora a possibilidade de aproximação com o PT, que precisa de palanques dedicados para garantir a reeleição de Dilma e isso, querendo ou não o Palácio Anchieta, só Magno Malta está oferecendo. Fragmentos: 1 – Ainda sem solução para o lobby das empresas exploradoras do petróleo no Estado, o projeto da Mesa Diretora de taxar o serviço continua parado na Ordem do Dia da Assembleia Legislativa. 2 – Para atender todos os aliados, dando espaço para todos os presidenciáveis, o governador poderia adotar um palanque giratório, para evitar conflito em lideranças. 3 – Aí o governo diz que a indicação de Norma Ayub (DEM) não teve conotação política. Foi o atendimento a um pedido do presidente da Assembleia, Theodorico Ferraço (DEM). Mas isso não seria uma conotação política?

10/05/2013 / 0 Comments
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Festival de TV e Cinema de Muqui abre inscrições

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  Estão abertas até o dia 31 de maio as inscrições de curtas-metragens, séries de TV e Web TV para a 2ª Edição do Festival de TV e Cinema Independente de Muqui (Fecim), que traz como tema Eu sou Cinema, eu sou TV – Você na tela! Uma aventura cinematográfica no interior do Espírito Santo. A novidade desta edição é a criação de duas novas mostras: a “Festeen”, para filmes feitos por jovens em câmeras digitais amadoras ou celulares, e uma mostra exclusiva de séries e web séries de TV.    O 2º Fecim coloca como pano de fundo o sítio histórico de Muqui e as histórias de personagens inusitados da pequena cidade, conferindo valor à memória da população e ao interesse de sua representação e identificação na TV ou no cinema.    Com esta abordagem, o Festival busca discutir o gênero documentário, invadindo os campos do jornalismo, dos programas do reality-show e, inclusive, as relações em redes sociais, em que personagens comuns da “vida real” buscam e criam sua identidade “virtual”.   O evento é organizado pelo Grupo Cultural ETC, coletivo de jovens realizadores da cidade, produzido pelo Instituto Parceiros do Bem e apoiado pela Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo.    O regulamento completo e outras informações podem ser obtidos no site oficial do festival ou pelo e-mail: contato.fecim@gmail.com. A previsão é de que o Fecim seja realizado entre os dias 5 e 8 de setembro deste ano.

10/05/2013 / 0 Comments
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