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Debate para definir Plano Municipal de Saúde de Vitória envolverá moradores da cidade

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Começa na próxima terça-feira (7), em Santo Antônio, Vitória, o debate que irá definir com os moradores o Plano Municipal de Saúde. Segundo a prefeitura, serão feitas seis reuniões com a população. As diretrizes propostas serão levadas para a 8º Conferência Mundial de Saúde.    O primeiro encontro entre a administração municipal e os moradores de Vitória ocorrerá no bairro Santo Antônio (Região 4). Será o começo das chamadas pré-conferências.    De acordo com a secretária municipal de Saúde, Sony de Freitas Itho,  o relatório final da 8ª Conferência Municipal de Saúde vai orientar a elaboração do Plano de Saúde da cidade para os próximos quatro anos.    “Por isso, as pré-conferências se configuram como o momento ideal para que a sociedade apresente suas propostas e sugestões. São espaços democráticos, que contam com a participação de gestores, prestadores de serviços e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”, disse ela.    As pré-conferências serão a oportunidade de a população divulgar a sua avaliação da situação da saúde, propor diretrizes e pontuar as carências do setor na Capital.      Vitória possui seis regiões de saúde. Portanto, serão seis pré-conferências, conforme programação apresentada pela administração.    Serviços:   Região 4 – Santo Antônio Quando: 7 de maio, das 18 às 21h30 Onde: Centro Municipal de Especialidades de Vitória, que fica na avenida Dário Lourenço de Souza, 120, Mário Cypreste   Região 2 – Maruípe Quando: 9 de maio, das 18 às 21h30 Onde: Casa do Cidadão, que fica na avenida Maruípe, nº 2.544, Itararé.   Região III – Centro Quando: 14 de maio, das 18 às 21h30 Onde: Centro Municipal de Especialidades de Vitória, que fica na avenida Dário Lourenço de Souza, 120, Mário Cypreste   Região I – Continental Quando: 15 de maio, das 18 às 21h30 Onde: Escola Municipal de Ensino Fundamental Marechal Mascarenhas de Moraes, que fica na avenida Jerônimo Vervloet, nº 560, Maria Ortiz   Região VI – Forte São João Quando: 21 de maio, das 18 às 21h30 Onde: Escola Técnica e Formação Profissional de Saúde (Etsus), que fica na rua Maria de Lourdes Garcia, nº 474, Ilha de Santa Maria   Região V – São Pedro Quando: 22 de maio, das 18 às 21h30 Onde: Unidade de Saúde Conquista e Nova Palestina, que fica na rodovia Serafim Derenze, s/nº, São Pedro V

03/05/2013 / 0 Comments
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Os primeiros passos e acordes da Legião Urbana

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O ator Thiago Mendonça interpreta Renato Russo, revivendo-o desde a caracterização, os trejeitos e até a voz. Somos Tão Jovens estreia nos cinemas capixabas e conta os primeiros anos de Renato Russo em Brasília e o começo da banda Aborto Elétrico, que deu origem à Legião Urbana.    Recém-chegado do Rio de Janeiro, Renato precisa se adaptar a nova cidade e também a uma doença óssea rara que o deixou de cadeira de rodas por alguns anos. Nesse período de isolamento, ele começa a se interessar por música, mais precisamente pelo punk rock. Após melhorar dos problemas de saúde, ele logo se envolve com a cena musical de Brasília.   Renato adota o sobrenome Russo, aprende a tocar guitarra e não demora muito para montar sua primeira banda também, o Aborto Elétrico. Junto à trajetória do Legião Urbana, o filme também mostra a formação de outras bandas da época, como o Capital Inicial e Os Paralamas do Sucesso.    Thiago Mendonça se entregou totalmente ao papel, todos os números musicais vistos em cena foram gravados ao vivo pelo próprio ator. Para isso, Thiago teve aulas de violão e de canto para viver o artista Renato Russo.    Essa veracidade das cenas dos shows são os pontos altos do filme. Nesses momentos, Mendonça transmite mais autenticidade e energia ao seu personagem e mostra o lado mais fascinante do cantor, que era em cima dos palcos.    Além do esforço musical de Thiago, o filme também contará com músicas inéditas de Renato russo, a partir de letras encontradas em um caderno e nunca musicadas. O filme não pretende questionar o final de carreira de Renato, e não menciona questões como drogas e Aids. O objetivo é mostrar a juventude do músico e o seu início de carreira.    Serviço Somos Tão Jovens (Idem, Brasil, 2013, 104 minutos, 14 anos)    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 5. 13h30, 15h50, 18h10, 20h30. Sala 6. 14h10, 16h30, 18h50, 21h10. Cinesystem Shopping Boulevard Vila Velha: Sala 1. 14h30, 17h, 19h10, 21h30. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 14h, 16h20, 18h40, 21h. Sábado e domingo também 11h40. Sala 4. 13h20, 15h40, 18h, 20h30. Sexta e sábado também 23h. Sala 7. 12h30, 14h50, 17h30, 20h, 22h20. Cine Ritz Guarapari: Sala 1. 17h, 19h10, 21h10.

03/05/2013 / 0 Comments
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MPF denuncia ex-secretário e ex-diretor de autarquia por irregularidade em convênio

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O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) entrou com uma ação de improbidade administrativa contra o ex-secretário de Estado de Desenvolvimento, Márcio Felix Carvalho Bezerra, e o ex-diretor-geral do Instituto de Pesos e Medidas do Estado (Ipem/ES), Alex Mariano, por supostas irregularidade na assinatura de convênio de cessão de servidores no órgão. A procuradoria também pede a anulação do acordo entre o Ipem/ES e o Instituto de Metrologia e Qualidade de Minas Gerais (Ipem/MG), que já perdura, de forma irregular, há quinze anos. Segundo informações do MPF/ES, o ex-secretário e o ex-diretor do órgão assinaram a renovação do convênio mesmo com dois pareceres contrários da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e do Inmetro. A denúncia aponta que a cessão de servidores foi iniciada em 1993 e vem sendo prorrogada por meio de aditivos. O acordo deveria acabar totalmente em junho de 2012, mas foi renovado pela dupla até 2015 sem qualquer justificativa administrativa que precedesse o novo convênio, no entendimento dos procuradores da República. Dessa forma, a renovação do convênio configuraria na prática de ato de improbidade, na medida em que consiste na má utilização de dinheiro público. Uma vez que as despesas dos servidores cedidos pelo Ipem/MG sempre foram custeadas pelo órgão capixaba, assim como os gastos com esses servidores mesmo com a criação de cargos em 2005, quando os profissionais deveriam ser escolhidos por concurso público. No entendimento do MPF/ES, as advertências expressas para que não fosse dada continuidade ao convênio revelam o dolo (culpa) dos acusados em violar os princípios da legalidade, da impessoalidade e da eficiência. Primeiro, porque mantiveram a cessão de pessoal, autorizada somente para o período inicial da criação do Ipem/ES; depois, porque perpetuaram esse vínculo precário dos servidores cedidos, favorecendo-os, em vez de promoverem concurso público; e, por último, decidiram manter o convênio mesmo com todas as ilegalidades do contrato de cessão de pessoal. Atualmente, 28 servidores estão cedidos ao Ipem/ES – e o custo de pessoal é ressarcido à autarquia mineira. Para o MPF/ES, os recursos repassados ao Ipem/MG deveriam ser investidos na criação de quadro próprio, já que a utilização de servidores cedidos contribui para a ausência de adequado quadro especializado, o que é altamente prejudicial à prestação do serviço público de metrologia. A procuradoria também levantou suspeita sobre a atuação de alguns dos servidores cedidos pelo Ipem/MG no Espírito Santo. Na mesma ação, o MPF/ES pediu à Justiça Federal que conceda liminar para anular imediatamente o Convênio nº 001/2012, que renova a cessão de servidores. O órgão pede ainda o afastamento de quatro servidores cedidos ao Ipem/ES, impedindo-os de realizar qualquer serviço em nome da autarquia, por conta das denúncias de corrupção que pesam contra eles. Caso não cumpra as determinações, o MPF/ES quer que seja fixada uma multa diária, cujo valor deve ser definido pela Justiça.

03/05/2013 / 0 Comments
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Indicação de Ciciliotti para TCE pode exigir contrapartidas

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Ganha peso na Assembleia a ideia de que o governador Renato Casagrande deve ingerir no processo de escolha do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. A vaga será aberta no final de maio, com a aposentadoria de Marcos Madureira, mas a indicação do substituto só deve acontecer no segundo semestre. A vaga pertence à Assembleia e no plenário quatro nomes foram colocados como possíveis candidatos: o do líder do governo Sergio Borges (PMDB) seria um dos nomes mais fortes, mas problemas na Justiça dificultam sua indicação. O nome do deputado Claudio Vereza (PT) também foi colocado, mas os problema entre o partido dele e o governo do Estado se agravam a cada dia, complicando sua indicação. Uma vez no Tribunal, Vereza não representaria o interesse do governador. Dary Pagung foi apontado no início do processo como um dos favoritos do governo do Estado, mas o deputado não teria musculatura política para conquistar a vaga. No início do ano, surgiu a possibilidade de o governador indicar o secretário-chefe da Casa Civil, Luiz Carlos Ciciliotti para a vaga. Mas se conseguir emplacar o nome de sua equipe, deve dar à Assembleia uma contrapartida. Com menos chances, corre por fora ainda o deputado Atayde Armani (DEM). Ao sair do secretariado, deixaria aberta uma vaga, que pode ser dada a um dos deputados. Mas não necessariamente na Casa Civil. Um rearranjo na equipe poderia contemplar deputados de acordo com seu perfil. Há ainda o fato de o governador ter se comprometido em recolocar Esmael Almeida na Assembleia. Suplente da coligação PSB-PT-PMDB em 2010, ele assumiu a vaga na Casa, quando Rodrigo Coelho (PT) era o titular da Assistência Social e Direitos Humanos. Com o retorno de Rodrigo ao Legislativo Esmael perdeu a vaga, mas o governador teria garantido seu retorno. Para abrir espaço na equipe, Casagrande pode puxar um deputado do PMDB ou do PT para a equipe, já que o PSB só tem um deputado na Casa e não teria uma boa impressão no mercado político o partido do governador ficar sem representação no Legislativo. Neste sentido ficam visadas pelos deputados as secretarias de Planejamento, de Saneamento e Habitação, Transportes e a Secretaria Extraordinária de Projetos Especiais e Articulação Metropolitana.  

03/05/2013 / 0 Comments
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PDM: Fórum Popular de VV apresenta à Câmara pontos controversos

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O Fórum Popular em Defesa de Vila Velha (FPDVV) usou a Tribuna Popular da Câmara, nessa quinta-feira (2), para explicar aos vereadores a importância de se rever os pontos técnico do Projeto de Lei 009/2013, que propõem alterações em artigos considerados inconstitucionais no atual Plano Diretor Municipal (PDM).   No texto, segundo a entidade, há controvérsias quanto às zonas de Ocupação Restrita (ZOR) e as de Proteção Ambiental e Cultura (ZPAC) nº 3. No caso da ZOR, as áreas confrontam com a bacia de inundação do rio Jucu. São áreas como Jacarenema e a região do Congo, que se o texto atual for mantido, poderão ter o mesmo coeficiente de ocupação que as Zonas de Ocupação Prioritária (ZOP), caracterizada por bairros como Itapuã e Praia da Costa, entre outros.    Essas áreas, segundo Irene Léia Bossois, já sofrem com a ocupação desenfreada que despeja no rio Jucu diariamente esgoto doméstico sem nenhum tratamento. “O projeto da Prefeitura apresenta incompatibilidades quanto ao regime urbanístico das Zonas de Ocupação Restrita. Essas zonas já são consideradas ambientalmente frágeis e deveriam ser protegidas por índices urbanísticos muito mais restritivos do que os atuais”, afirmou Irene Léia.    No caso das Zonas de Proteção Ambiental e Cultural (ZPAC-3) pelo município, a situação também não é diferente. Segundo a entidade, o PL deveria impor critérios mais rígidos para assegurar a preservação de áreas como Morro do Moreno e da região localizada no entorno da Igreja Católica de Ponta da Fruta.    Apresentadas as preocupações do Fórum, os vereadores puderam perguntar e ouvir os esclarecimentos da entidade sobre as suas dúvidas. “Expressamos nossa esperança de que o Executivo Municipal e o Ministério Público venham a sanar estas incongruências com o reenvio do projeto à Câmara”, disse ela.     Ainda que receptivos, houve vereador que defendeu que as alterações propostas pela entidade só deveriam ser discutidas no próximo PDM, como foi o caso do vereador João Artém (PSB). Mas, segundo o Fórum, uma nova discussão sobre o PDM poderia levar até três anos e, até lá, as zonas de uso restrito já estarão comprometidas.    A reação do vereador não surpreende e repete o que já foi dito pelo setor imobiliário. Resistentes às propostas do Fórum, além de defenderem a ocupação das áreas restritas, há projetos esperando licenciamentos para estas regiões. Por isso o setor se mobiliza no sentido de incluir no PL padrões urbanísticos utilizados pela cidade de Vitória.    O Fórum defende que para garantir a eficácia da lei e a qualidade de vida é preciso discutir as questões jurídicas que impedem o licenciamento dos empreendimentos – a partir dos artigos inconstitucionais do PDM -, sem deixar de lado as questões técnicas, para que não seja criado um problema ainda maior para o município.    O texto do PL, segundo o Fórum, é bom para as áreas consolidadas, mas deixa de lado questões técnicas fundamentais para a proteção das zonas mais restritas.    Segundo Irene Léa, a Prefeitura e o Ministério Público deveriam rever o projeto e reapresentá-lo à Câmara somente depois que o mesmo estiver consolidado, plenamente debatido e aprovado com o conjunto da sociedade.   “É que existem, ainda, inúmeros aspectos controversos no PDM, que temos que debater antes de submeter o projeto à avaliação do Legislativo”, disse ela.   Até lá, ressaltou Irene Léia, é preciso ter atenção especial ao modelo de ocupação do solo urbano para que a cidade cresça de forma planejada, regular e dentro de parâmetros urbanísticos modernos, que valorizem a preservação dos recursos naturais e restrinjam a ocupação de áreas preservadas.    Segundo a entidade, um pedido será feito diretamente ao prefeito Rodney Miranda (DEM) para que o projeto seja reapresentado à Câmara já com vários dispositivos alterados.    A entidade informou que foi firmado um compromisso com a Câmara, que se comprometeu a realizar um amplo debate sobre o assunto antes da votação.

03/05/2013 / 0 Comments
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CNJ adia julgamento de revisão de pena aplicada a juiz no Espírito Santo

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O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) adiou novamente o julgamento do pedido de revisão da pena de remoção compulsória aplicada pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJES) ao juiz titular do juizado especial de Guarapari, Roberto Luiz Ferreira Santos. Na sessão dessa terça-feira (30), o conselheiro Guilherme Calmon pediu vistas do recurso do juiz acusado de possuir temperamento desequilibrado e de ter tratado de forma descortês uma promotora de Justiça. Durante a sessão, o conselheiro Silvio Rocha defendeu absolvição do juiz, abrindo divergência ao voto do conselheiro-relator Ney Freitas, que em sessão anterior havia votado pela improcedência do pedido. Silvio Rocha entendeu que a pena imposta ao juiz não atendeu ao princípio da proporcionalidade e que os testemunhos revelam não ter havido tratamento descortês por parte do magistrado após a análise do depoimento de testemunhas do caso. Em seu voto, o conselheiro acrescentou, ainda, que a denúncia foi apresentada por servidores e magistrados que tiveram suas condutas contrariadas quando o juiz assumiu a titularidade do Juizado Especial de Guarapari. Ao assumir a unidade, o juiz Ferreira Santos teria adotado uma postura de moralização do funcionamento do juizado. “Essas pessoas que representaram contra o juiz Roberto tinham conflitos com esse magistrado”, argumentou. No pedido de revisão disciplinar (0004639-71.2012.2.00.0000), o juiz capixaba requer ao CNJ que reveja a pena de remoção compulsória que lhe foi aplicada pelo TJES. No início do julgamento, o relator do caso defendeu a ratificação da condenação pelo tribunal sob alegação de que as provas constantes no PAD demonstrariam que o juiz possui sérios problemas de relacionamento. Apesar dessa divergência no órgão de controle, os conselheiros Jeferson Kravchychyn e Jorge Hélio adiantaram seus votos pela procedência do pleito do juiz. No entanto, o conselheiro Guilherme Calmon, que tomou posse recentemente, pediu vista do processo para uma melhor análise do caso.

03/05/2013 / 0 Comments
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Corregedoria local fixa prazo para conclusão de sindicância no Tribunal de Justiça

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De olho no cumprimento da meta estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o corregedor-geral de Justiça capixaba, desembargador Carlos Henrique Rios do Amaral determinou a conclusão de processos administrativos e disciplinares contra servidores e magistrados até o próximo dia 30. No Ofício-Circular nº 137/2013, publicado no Diário da Justiça, o corregedor fixou a data como limite para a remessa dos autos de sindicâncias abertas até o final do ano passado. O desembargador Rios do Amaral informa que as informações prestadas pelos juízes responsáveis pelas investigações vão ser repassadas para o órgão de controle do Judiciário Nacional. A Meta 5 prevê que os tribunais de todo País devem proceder a elaboração de relatórios e decisões terminativas em pelo menos 80% dos procedimentos instaurados, até o dia 31 de dezembro de 2012, contra servidores do Poder Judiciário, no prazo máximo de 180 dias. “Considerando que o prazo determinado para análise definitiva dos sobreditos procedimentos disciplinares se esgota na data de 08 de julho de 2013, oportunidade em que deverão ser informações ao Colendo Conselho Nacional de Justiça”, justificou o magistrado sobre a necessidade da contagem regressiva para conclusão dos casos. Rios do Amaral destaca que “o deslinde efetivo (concretização) de procedimentos disciplinares, depende, invariavelmente, da celeridade e da conclusão prévia efetivada preambularmente pelas Comissões Processantes e pelo Juiz de Direito com competência para tanto”. As metas de nivelamento do Poder Judiciário foram definidas pela primeira vez no ano de 2009. Naquela época, a ação do CNJ ganhou destaque com a famosa Meta 2, que determinava aos tribunais que identificassem e julgassem os processos judiciais mais antigos. No caso da Meta 5 sobre os processos disciplinares, ela faz parte de um conjunto de 11 metas exclusivas para as corregedorias de Justiça.

03/05/2013 / 0 Comments
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CDPs da região norte não acusaram entradas de acusados de homicídios em março

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O relatório do sistema penitenciário de março de 2013, da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) mostra que, apesar da ocorrência de homicídios em regiões consideradas violentas, o ingresso no sistema penitenciário de detentos acusados desses crimes é discrepante. Um dado que chama a atenção no relatório do sistema penitenciário é o fato de não ter ingressado nenhum preso por homicídio em estabelecimentos prisionais da região norte do Estado. Em contrapartida, a região concentra os municípios com as maiores taxas de homicídios em todo o Estado.    Somente no mês de março, foram mortas, segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), 29 pessoas. Ao mesmo tempo, nenhum preso foi recolhido em unidades daquela região por homicídio. A macrorregião norte tem cinco unidades prisionais, o Centro de Detenção Provisória de Aracruz (CDPA), de São Mateus (CDPSM); a Penitenciária Regional de Linhares (PRL); o Centro de Ressocialização de Linhares (CRL); e a Penitenciária Regional de São Mateus (PRSM). Geralmente, com a desativação das carceragens das delegacias, os detidos são encaminhados para os CDPs, que abrigam presos provisórios. Ainda que duas delas sejam CDPs, ou seja, unidades em que os presos ficam recolhidos enquanto aguardam julgamento, nenhum acusado de homicídio foi encaminhado para essas unidades.    Os dados sugerem duas possibilidades: ou os presos foram encaminhados para outras unidades do Estado, o que é estranho, porque a Lei de Execução Penal (LEP) determina que o preso seja detido o mais próximo de sua residência; ou não houve nenhuma prisão dos autores dos 29 homicídios ocorridos em março.  No mesmo mês, ingressaram em unidades do norte 80 detentos pelos mais diversos delitos: tráfico e associação para o tráfico  lideram o número de ingressos, com 27 detentos. Em seguida, roubo responde por 16 ingressos; furto, por 12; porte ilegal de arma de fogo, por nove e crimes de trânsito por cinco ingressos. Uso de documento falso respondeu por três ingressos; corrupção de menores e estupro de vulnerável, por duas cada delito; e ameaça ou violência doméstica, crime de dano, estupro e execução de alimentos foram responsáveis por um ingresso cada delito.    Na Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV), foram assassinadas 101 pessoas, segundo dados da Sesp, e ingressaram no sistema 117 detentos.    Já no noroeste do Estado, apesar de terem sido assassinadas oito pessoas em março deste ano, 32 pessoas ingressaram no sistema em unidades da região acusadas de homicídio. O noroeste tem seis unidades prisionais, sendo dois CDPs, o de Colatina (CDPCol) e o de São Domingos do Norte (CDPSDN).  Faixa etária   Outro dado que chama a atenção é a faixa etária dos presos. A idade dos presos, somada à baixa escolaridade da maioria deles também é um sintoma da vulnerabilidade desta parcela da população. Considerando que 5.794 presos, ou 38% deles, têm idades entre 18 e 24 anos, é possível constatar que as principais vítimas de homicídios – que também estão nesta faixa etária – e o encarceramento atingem os mesmos grupos.   Quando se amplia a idade até 29 anos – o Estatuto da Juventude consideram jovens pessoas com idades entre 15 e 29 anos – a constatação é que detentos com idades entre 18 e 29 anos chega a 63,4% de toda a população prisional, ou seja, mais da metade dos detentos no sistema são jovens e 53% dos detentos  tinham ensino fundamental incompleto, segundo o relatório de março. 

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Prefeito de Cariacica se complica com equipe no início do mandato

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Com pouco mais de 100 dias de governo, o prefeito de Cariacica, Geraldo Luzia, o Juninho (MD), vive uma crise na prefeitura. Dois secretários deixaram o cargo: Adilson Avelina (Articulação Política) e Meio Ambiente (Antonio Neto). O secretário de Saúde Nilson Mesquita chegou a ensaiar a saída também, mas acabou recuando. Os problemas no início da gestão deixam transparecer que o relacionamento do prefeito com a equipe anda abalada. Os problemas de Juninho chamam a atenção dos meios políticos, porque entre os novos prefeitos eleitos em outubro, a situação mais cômoda era a dele. Foi, proporcionalmente, o segundo mais votado no país em um segundo turno, recebeu uma prefeitura que havia triplicado a arrecadação de ICMS na gestão de seu antecessor Hélder Salomão (PT), gestão da qual foi vice-prefeito, aliás. Hélder e Juninho tiveram problemas no relacionamento no segundo mandato do petista. Na campanha eleitoral do ano passado Hélder tentou fazer como sua sucessora a deputada estadual Lúcia Dornellas (PT), mas na reta final do pleito o prefeito e os petistas diminuíram o ritmo diante do favoritismo de Juninho. Isso permitiu que a chegada dele à prefeitura no início do ano ocorresse de forma menos complicada que os demais prefeitos da Grande Vitória. Juninho montou uma equipe com perfil técnico, com alguns nomes polêmicos, como o do ex-presidente do Banestes Paulo França, denunciado em fraudes na administração de massas falidas e por improbidade em sua passagem pelo banco estadual. Ele assumiu a Companhia de Desenvolvimento da Cidade. Haveria problemas na equipe também ligados à aquisição de terrenos no município e ainda com patrocinadores de campanha. No município, a impressão da classe política é de que apesar do perfil técnico dado à equipe, o prefeito não tem conseguido alcançar as metas estabelecidas na campanha, porque faltaria a ponte entre as atuações técnicas e políticas. Juninho desde que assumiu vem focando sua atuação no fortalecimento político. Aproximou-se do prefeito de Vila Velha Rodney Miranda (DEM), buscou posicionamento na Frente Nacional dos Prefeitos, conseguindo espaço na coordenação de esporte da FNP, e também se movimentou com a nacional do PPS. Depois da formação da MD, emplacou a vice-presidência do novo partido no Estado. Aumentar a musculatura política, porém, sem garantir um bom desempenho à frente da prefeitura de Cariacica, não vai consolidar Juninho como uma liderança de peso no Estado. Ele é prefeito de uma das maiores cidades do Estado, que tem problemas sérios e a tradição de não dar uma segunda chance aos prefeitos que não atendem aos interesses da população. Para garantir uma musculatura política que deseja, Juninho terá que aliar seus movimentos políticos a uma gestão eficiente.

03/05/2013 / 0 Comments
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Bárbara Eugênia amadurece em segundo álbum

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  Rotulada de “fossa nova”, por seu primeiro álbum, Journal de BAD (2010), Bárbara Eugênia foi injustiçada com um termo que reduzia a sua obra. Três anos depois, a carioca residente em São Paulo lança seu segundo trabalho de estúdio, É o que Temos (2013), para se contrapor à imagem melancólica que ficou de seu disco de estreia.    Bárbara apresenta um disco naturalmente mais dinâmico e ousado. A primeira faixa, Coração, revela uma artista mais segura e também mais alegre que quer cantar a vida e bailar, como diz a letra da canção. O álbum tem um som retrô e setentista, confirmado na música seguinte: uma versão do clássico Por Que Brigamos, canção eternizada pela carioca Diana em 1972.   Em Roupa Suja, Bárbara e Pélico fazem uma DR musical. Os dois interpretam um casal que relembram os erros e as dúvidas do passado e lavam a roupa suja. A faixa tem uma levada mais pop e força para ser um possível single. Além disso, a música tem uma forte influência da música brega, com solos de trompete e um clima nostálgico que faz lembrar Caravana Sereia Bloom (2012), da cantora Céu.   O Peso dos Erros é outra prova da confiança de Barbara que canta: “não levo a culpa em mim / ela é toda sua”. No disco, os versos e melodias são indissociáveis. O amadurecimento de Bárbara como artista a princípio é visto nas letras, mas logo se percebe nas composições também, com solos discretos que destacam a voz rouca da cantora.   Novamente, Bárbara explora outros idiomas. O inglês na balada havaiana I Wonder, na dançante You Wish, You Get It e na bucólica Out to the sun; e o francês na misteriosa e densa Jusqu’ à la mort.   O disco também flerta com o rock, a guitarra distorcida se mescla a sensualidade dos versos de Ugabuga Feelings. “Agora / Suando dendê / Comendo pensando em você”, Bárbara canta revelando toda a sua brasilidade nessa canção. O chiado de vinil e uma dose extra de melancolia da voz de Tatá Aeroplano fazem da faixa seguinte, Não Tenho Medo da Chuva, um lamento otimista.    Produzido por Edgar Scandurra e Clayton Martins, do Cidadão Instigado, que também fazem parte da banda da cantora, É o que temos é um álbum diversificado. Percebe-se que Bárbara Eugênia se inspira em muitos estilos, começando nos rock dos anos 70, passando pelo brega e pelas baladas românticas, além da sensualidade do francês Serge Gainsbourg e o folk americano.    Em suas onze canções, Bárbara resume os amores e os desamores de forma mais madura e menos melancólica que o disco anterior. Afinal, a dor não é tão glamorosa assim.

03/05/2013 / 0 Comments
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