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Comerciantes reivindicam a revitalização do Mercado da Vila Rubim

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Estará nas mãos do prefeito Luciano Rezende (MD), em poucos dias, a lista de reivindicações dos comerciantes do Mercado da Vila Rubim. O documento, organizado pela Associação Comercial da Vila Rubim (ACVR), foi entregue ao vereador Namy Chequer (PCdoB), que está incumbido de fazer a pauta chegar às mãos do prefeito.    De acordo com a ACVR, é cobrado da Prefeitura de Vitória o aumento de tempo dos semáforos na saída da Vila Rubim, via avenida Elias Miguel, principalmente aos sábados, quando o fluxo de pedestres é maior.  Também fazem parte da pauta a restauração da Ponte Seca, a urbanização com pavimentação e demarcação das vagas de estacionamento, conforme projeto de revitalização apresentado pela própria Associação.    “Para continuidade do projeto arquitetônico já existente, é cobrada a construção de mais dois blocos para completar 100% de área ocupada do Mercado”, registra a associação.    O projeto apresentado pela associação também prevê uma nova proposta para a calçada cidadã, visto que no mercado a calçada é temática e única. O objetivo, segundo a associação, é ter um projeto de adequação do calçamento.   Eles também querem que as caçambas coletoras de lixo permaneçam na região da Ponte Seca, para garantir a atual forma de coleta dos resíduos produzidos pelas peixarias.    Com relação às medidas de segurança, a associação cobra ainda a instalação da 1º Companhia da Polícia Militar, no Centro de Vitória, e a retirada de caminhões abandonados nas ruas adjacentes ao mercado.    Criado na década de 40, o Mercado Vila Rubim é um espaço onde estão reunidas várias lojas de artesanato, artigos de umbanda, casa de ervas medicinais, mercearias de secos e molhados, peixarias, bares, supermercados, entre outros comércios tradicionais. Marcado por um grave incêndio em 1994, o mercado vem conseguiu se recuperar, mas agora luta para revitalizar o espaço maltratado pelo tempo e ilhado pelo avanço das construções na região. 

28/04/2013 / 0 Comments
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Com restrição à Rede, MD se torna saída para os insatisfeitos

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Apesar das movimentações da ex-senadora Marina Silva em Brasília, tentando convencer os ex-colegas de Casa a não aceitarem a restrição de tempo de TV e fundo partidário às novas siglas, a tendência é de que a Rede tenha dificuldades em conseguir viabilizar seu palanque para 2014 com o mesmo espaço das demais siglas. Assim, para quem está insatisfeito e quer evitar qualquer problema futuro referente à fidelidade partidária, a Mobilização Democrática (MD) parece uma alternativa mais viável para a disputa eleitoral do próximo ano. No cenário capixaba para a eleição 2014, a MD é uma sigla bastante atraente, já que além da segurança de que seus filiados terão com o tempo de TV e o fundo partidário, o partido tem o prefeito da Capital, segunda maior vitrine eleitoral. Além de Luciano Rezende em Vitória, o partido também conquistou a prefeitura de Cariacica, com Geraldo Luzia, o Juninho. O desempenho eleitoral dos dois prefeitos transforma-os em importantes eleitores para a próxima disputa. Resta saber se o presidente do partido, Luciano Rezende, vai abrir as portas da MD para todos os insatisfeitos. O número é grande e pode fortalecer o partido, mas a entrada indiscriminada de lideranças pode, também, primeiro atrair lideranças que tragam mais prejuízo do que fortalecimento político , e dificultar a composição de alianças dependendo do peso dos quadros que o partido agregar. Um exemplo dessa corrida aconteceu em 2011, quando Renato Casagrande assumiu o governo. O PSB sempre foi um partido de médio porte no Estado, mas com a conquista do governo, um grande contingente de prefeitos e lideranças do interior buscou abrigo na sigla de Casagrande. O partido, porém, manteve o rigor nas filiações e não se inflou de novos quadros, o que facilitou o processo de alianças para a disputa do ano passado. A configuração nacional também pode influenciar na acomodação das lideranças do Estado. O partido que se afasta do presidenciável tucano, senador Aécio Neves, e se aproxima do ex-governador de São Paulo José Serra, pode seguir um caminho diferente na disputa do próximo ano. Ainda em nome do PPS, o prefeito de Vitória havia antecipado o apoio à reeleição do governador Renato Casagrande, mas pode sofrer influência do cenário nacional de disputa.    

28/04/2013 / 0 Comments
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Por onde anda você?

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  Em regimes de arbítrio, tenham eles a ideologia que tiverem, uma porção lúcida da sociedade se mobiliza para se posicionar contra os abusos e lutar por aquilo que o Ocidente coloca quase no altar dos deuses: a democracia. Pessoas que têm mais de 60 anos, hoje, no Brasil, sabem muito bem o que é isso, ou não. Incluo o não porque a humanidade parece viver com uma maioria silenciosa, que fica esperando para onde a onda vai virar.   Cabe discutir, entretanto, se a maioria silenciosa não acaba sendo massa de manobra de uma minoria que pensa e age. Ou mesmo, na melhor das hipóteses, interpretando de forma livre os estudos socioeconômicos do italiano Vilfredo Pareto no Século XIX, se 80% silenciosos não acabam realizando os projetos de 20% ativos, que respondem por 80% do que tem de ser feito.   Na ditadura brasileira, a tensão social era grande não apenas entre os que defendiam o regime x os que se opunham a ele, mas também dentro dos grupos. A leitura atenta do livro reportagem “Memórias de uma Guerra Suja”, em que o ex-delegado do DOPS Cláudio Guerra conta como agiam os porões do regime militar, é reveladora sobre como agiam os agentes da ditadura mais recente e longa da história brasileira.   Quem não se alinhava também tinha suas diferenças, talvez frutos das próprias idiossincrasias humanas. Há uma composição de Belchior, “A palo seco”, feita em 1973, que parece expressar bem isso: “Se você vier me perguntar por onde andei/No tempo em que você sonhava/De olhos abertos lhe direi/Amigo eu me desesperava./Sei que assim falando pensas/Que esse desespero é moda em 76/Mas ando mesmo descontente/Desesperadamente eu grito em português”.   Naqueles tempos, importar-se poderia representar pagar o preço com a própria vida. O personagem Beto, de “Romance sem palavras”, de Carlos Heitor Cony, é revelador: “Quando penso naquele período, tento me desculpar. Se nada tivesse feito, tudo continuaria como antes, tudo seria como de fato aconteceu. Somente eu seria diferente”.   Não estaríamos nós, cada um de nós em nossos dias, perdendo a grande oportunidade que a vida nos concede de sermos seres diferentes no futuro? Lanço a questão a propósito de “tanta coisa acontecendo e eu, aqui na praça, dando milho aos pombos”. Um grupo de militantes capixabas está preparando um excursão de três ônibus a Brasília para protestar contra o mensalão. Palmas para eles!!! Mas tanta coisa acontecendo…   Por onde anda você, o Comando de Caça aos Corruptos, que lavava as escadarias da Assembleia Legislativa, vestido de dedetizador, e hoje não se importa quando, num grito isolado, um parlamentar mobiliza um terço da Casa e propõe uma CPI para apurar escândalos recentes com dinheiro público no Estado, e nada acontece? Só porque, talvez, quem sabe, não é simpático à pessoa?   Por onde anda você, que lavava as escadarias do Tribunal de Contas, vestido de dedetizador, e hoje não se importa quando, num gesto de independência, seu presidente resolve botar a mão na massa, e nos corruptos, e é bombardeado por todos os lados, porque, no cerne do problema, está um homem-bomba que pode implodir a si mesmo e levar junto um queridinho das massas manipuladas?   Por onde anda você, que lavava as escadarias do náufrago Tribunal de Justiça, vestido de dedetizador, e hoje não se importa quando, num rompante de coragem, seu presidente ousa denunciar personagens intocáveis, demonstrar que o mito tem pés de barro, e é minado em todos os campos por onde pisa, porque isso contraria a suposta unanimidade, burra, de acordo com Nelson Rodrigues?   Por onda anda você, por onde andam os movimentos sociais, que não se importam em perder o bonde da história, que parecem dizer “tô nem aí” porque nada disso já não parece importar, afinal, quem mandou o outro ser um ladrãozinho de sopa? A minha, a sua, a nossa cama está desarrumada e estamos querendo arrumar a casa dos outros.   E, por fim, por onde anda você, que tanto sonhava e que nos vendeu os seus sonhos como sendo nossos, que tinha a grande chance de mudar a sua e a nossa história, mas que aceitou o jogo e o jugo desiguais, que se deixou aprisionar pelos santos de pau oco, e hoje já quase não manda, mas é mandado?   E a turma do porão continua remando. E o canto da senzala continua ecoando.   Por onde anda cada um de nós? Nossas caras pintadas estarão no mesmo picadeiro? Será que a moralidade já não se pode instaurar e teremos de locupletarmo-nos todos, caro Stanislaw Ponte Preta? Se já não há baionetas contra nossas barrigas nem fuzis sobre nossas cabeças, então, estaríamos todos nós anestesiados ou hipnotizados? Um dia isso tudo passa e a dura realidade recairá sobre nós. E, se tudo continuar como sempre foi, pelo menos o EU tem que ser diferente.     José Caldas da Costa é jornalista, escritor, licenciado em Geografia. Escreve neste espaço, como colaborador, nos finais de semana. Contatos: caldasjornalista@gmail.com

27/04/2013 / 0 Comments
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Armação

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  A candidatura do senador Magno Malta (PR) ao governo do Estado está exigindo formulações de diferentes matrizes partidárias para evitar a derrota de Renato Casagrande ainda no primeiro turno. A armação é toda baseada na necessidade de criar condições para colocar o governador numa disputa de segundo turno com melhores condições do que o senador. As chances desse desejado segundo turno estão nas possibilidades de contribuição dos candidatos ao governo do PMDB e do PT. Caso o PMDB tope, a preferência vai para senador Ricardo Ferraço, não sendo ele, o ex-governador e ex-senador Gerson Camata. Já o nome desejado para desempenhar esse mesmo papel no PT é o ex-prefeito de Vitória João Coser – um candidato do PT dividiria, de saída, o palanque da Dilma com o Magno. Uma missão desse porte, em favor da reeleição de Casagrande, tem alto preço político. Nunca se esquecendo de que a eleição presidencial também terá o seu peso na disputa do Estado. Ainda mais com a possibilidade da candidatura do presidente nacional do PSB, governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que muda o rumo das eleições no Estado. Mistura tudo.      Segue… No caso de Coser, que já definiu que não será candidato à Câmara dos Deputados, manifestando-se em favor de uma candidatura ao Senado, já destinada ao ex-governador Paulo Hartung, com esse papel – e se Casagrande obtiver sucesso – terá seu futuro garantido, com certeza.     Arma Enquanto isso, as articulações do senador Magno Malta para aumentar o seu tempo de TV vão de vento em popa. Acostumou-se a ganhar eleição no papo.   Garantia  A candidatura do senador contará, pelo menos, com mais cinco partidos, entre médios e pequenos.    Destino A disputa para o governo do Estado também define o destino do ex-prefeito da Serra Sérgio Vidigal (PDT), na sua luta por poder contra o prefeito Audifax Barcelos, do PSB. Deve ir para o palanque do senador Magno Malta, já que Audifax estará no do governador Renato Casagrande.     Destino II A disputa entre Vidigal e Audifax vai ocorrer mesmo na contenda entre o ex-prefeito e o deputado estadual e secretário de Esportes, Vandinho Leite, pela Câmara dos Deputados.  Por esse resultado vai se conhecer a força de cada um.    Destino III Neste momento, pesquisas internas que medem a disputa entre Vidigal e Vandinho dão o pedetista na frente, mas com pequena vantagem.    Rifado Os desentendimentos dos deputados estaduais com o governo do Estado dão a dimensão do estágio de influência sobre eles do presidente da Casa, deputado Theodorico Ferraço (DEM): quase nenhuma.     Arranhões Em queda livre na imagem com o escândalo da sua mulher, o prefeito de Colatina, Leonardo Batata (PT), pode levar junto a candidatura à reeleição do deputado estadual petista Genivaldo Lievori (PT). Ela é umbilicalmente ligada ao prefeito.      Páreo duro O deputado federal Paulo Folleto (PSB), que andou estrilando contra PT e PMDB, vai pegar um concorrente forte na disputa pelos votos de Colatina, o ex-prefeito do município e atual presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado (Bandes), Guerino Balestrassi (PSDB).   PENSAMENTO: “É preciso uma imensa tristeza para poder fazer uma viagem ao passado”. Flaubert 

27/04/2013 / 0 Comments
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Sem pressão

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Apesar das pressões dos deputados estaduais, sobretudo sobre o secretário de Saúde, Tadeu Marino, as mudanças no secretariado do governador Renato Casagrande não seguem a tendência dessa pressão. Até o momento já foram 13 modificações na equipe, mas todas elas motivadas por insatisfações internas. Embora os deputados se vangloriem pela queda de Henrique Herkenhoff, o que se comenta nos bastidores é que o governador já vinha insatisfeito com a atuação do secretário de Segurança desde o início do governo. Mesmo o escândalo no Instituto Socioeducativo do Estado (Iases), revelado pela Operação Pixote, que levou à queda de Ângelo Roncalli, não foi no calor das críticas vindas da Assembleia. O governador parece adotar uma postura para evitar a ideia de que está cedendo a pressões, como aconteceu com o presidente do Banestes Bruno Pessanha Negris, que teve o nome envolvido no escândalo do Posto Fiscal de Mimoso do Sul. Ele caiu, mas caiu depois de uma esfriada no clima. Em abril do próximo ano, pelo menos cinco membros da equipe de Casagrande devem se desincompatibilizar para disputar a eleição. Marino está na lista do PSB como um dos possíveis candidatos a deputado estadual. Isso deve mudar o rumo das reivindicações. Os deputados deverão passar a cobrar espaço na equipe do governador, mas aí vai começar a contar outros interesses como as acomodações para a disputa eleitoral e a distribuição de lideranças nos palanques.

27/04/2013 / 0 Comments
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De onde veio essa cor?

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  Como no caso do ovo e da galinha, ainda não sabemos o que veio primeiro, as tintas ou as roupas que elas tingem, dando-lhes cores cada vez mais sofisticadas. Muito antes de chegar nas lojas o novo biquini do próximo verão, a indústria da moda já se mobilizou para definir qual cor você vai querer usar. E para 2014 já não há dúvidas, a cor da moda será o Azul Enluarado.     Nada é simples numa indústria que fatura bilhões. É preciso preparar a máquina da moda para as mudanças que a mantêm funcionando, e teremos tecidos, linhas, aviamentos e botões, bijuterias, sapatos e bolsas, complementos e acompanhamentos no novo tom de azul, ou combinando com ele. Numa reação em cadeia, a nova cor vai invadir as lojas e nossas vidas em objetos para o lar, o escritório, o sporte, o lazer, e até o que vamos comer.     As opções não têm fim, ou melhor, o fim está próximo, pois mal nasce a moda já morreu, e os deuses que a manipulam já estão cuidando da cor do próximo inverno, quando o azul enluarado estará tão obsoleto como cinza chumbo. Mas de onde veio esse novo azul que vai colorir o verão de 2014? Ora, as cores, não importa em que tom, vêm de pigmentos, e todas elas já existem na natureza, dirão os apressados. Mas alguém teve que criar a nuance e inventar o óbvio.       Por muito tempo as tintas eram tiradas de plantas, pedras e até animais. Obter a tintura perfeita era um ofício complicado, trabalho de homens com anos de aprendizado, com  noções rudimentares de biologia e química para entender as propriedades dos materiais usados. Foi essa busca por novas cores que deu início à colonização do  nosso solo, onde abundava o pau-brasil. A cor vermelha era difícil de obter naqueles idos, exclusiva das cabeças reinantes.     A planta mais antiga que se conhece para tingir tecidos é o índigo, e seu manuseio exigia profundos conhecimentos desse sofisticado processo. Lá pela metade do século dezoito os alemães começaram a criar o índigo em laboratórios, e logo dominaram o mercado das tintas,  levando as pesquisas químicas para outras áreas, como fotografia, farmácia, explosivos e a borracha sintética. Adeus, Manaus.     As duas guerras mundiais (ou uma em dois capítulos) derrubou o  império alemão, e os  americanos (leia-se Dupon) aproveitaram a brecha para invadir o mercado químico de tintas, apoderando-se das patentes alemãs como espólio de guerra. Hoje a variação de cores é infinita, e afeta todos os setores da economia. A moda soube se beneficiar desse filão inesgotável, bem como de nossa inesgotável vaidade.     Num feito colateral, levas de novas modelos também disputam a chance de ganhar espaço nas passarelas e aposentar as já consagradas. Uma dessas candidatas à fama tem uns olhos azuis incríveis, e Bertan Dupritz, criador de cores  numa grande empresa química, se apaixonou. Muitas noites indormidas depois, Bertan consegue reproduzir sua cor, oscilante entre o azul rapsódia e o castanho glorioso… Ou talvez o lilás  real e o verde infinito…  E voilà, nascem juntas a cor e a musa do próximo verão.

27/04/2013 / 0 Comments
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Plano Estadual de Cultura inicia consulta virtual

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  O Plano Estadual de Cultura do Espírito Santo (PEC-ES) avança mais uma etapa em seu processo de elaboração. A partir desta segunda-feira, 29 de abril, entra no ar a Consulta Virtual das Estratégias e Ações do PEC-ES, plataforma que permitirá à população fazer suas colaborações ao texto pela Internet.   Para participar, o internauta deve acessar este site e se cadastrar no sistema criando um login e uma senha. Feito isso, é possível visualizar todas as estratégias e ações que compõem o documento e fazer comentários, propondo mudanças e adequações para o aperfeiçoamento do conteúdo do plano.    A consulta virtual ficará disponível até às 23h59m do dia 13 de maio, quando será encerrado o prazo para fazer comentários.        As estratégias e ações são o resultado da sistematização das propostas prioritárias que a população capixaba elencou durante as escutas públicas presenciais do PEC-ES – os Seminários Territoriais que foram realizados entre os meses de outubro e novembro de 2012 nas dez microrregiões capixabas, e o Seminário Setorial realizado em fevereiro deste ano em Vitória.    A estratégia responde aos desafios e às potencialidades do setor cultural capixaba. As ações constituem as etapas práticas a serem realizadas, como projetos ou atividades, para consolidar a estratégia. Nessa lógica, para cada estratégia há um conjunto de ações que descrevem o que precisa ser feito para se atingir a demanda colocada pela estratégia.   Na Consulta Virtual, em cada estratégia e ação publicada haverá uma caixa de comentários, onde o internauta poderá dar suas contribuições ao texto. Após o encerramento da consulta, as contribuições serão analisadas de acordo com a pertinência aos temas e poderão ser adicionadas ao documento final do Plano.   O objetivo da Consulta Virtual é apresentar à população capixaba a primeira versão do texto, elaborada a partir das demandas provenientes das escutas públicas presenciais, feitas por representantes dos mais diversos setores culturais.    O próximo passo será a elaboração das metas, uma etapa que constitui em projetar no futuro e quantificar o cumprimento das estratégias e ações.   Assim como os demais estados do país, e por recomendação do Ministério da Cultura, o PEC-ES segue a metodologia de elaboração desenvolvida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).   O PEC-ES é um instrumento de planejamento estratégico para os próximos dez anos, que organiza, regula e orienta a execução da política estadual deste segmento. O Plano, em conjunto com o Fundo Estadual de Cultura e com o Conselho Estadual de Cultura, constitui a base do Sistema Estadual de Cultura.    O documento final do Plano será enviado sob o formato de projeto de lei para ser apreciado e aprovado pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

27/04/2013 / 0 Comments
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Ministério Público define novos membros de Conselho Superior

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O procurador-geral de Justiça, Eder Pontes da Silva, divulgou, nessa sexta-feira (26), o nome dos procuradores eleitos para o próximo biênio (2013/2014) no Conselho Superior do Ministério Público Estadual (MPE). Três entre os cinco nomes mais votados no pleito, realizado no último dia 19, não faziam parte da atual composição do órgão que atua na fiscalização dos atos da própria instituição. Foram eleitos os procuradores José Adalberto Dazzi, Fábio Vello Corrêa (que já faziam parte dos quadros do Conselho e não poderão se reeleger), Célia Lúcia Vaz de Araújo, Domingos Ramos Ferreira e Eliezer Siqueira de Souza, um dos réus na ação penal da Operação Naufrágio – que deverá ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O membro suplente, menos votado, foi o procurador Fernando Franklin da Costa Santos. A votação aconteceu no último dia 19, sendo que todos os promotores e procuradores da ativa são obrigados a comparecer sob pena da perda de um dia de salário, caso a falta seja considerada como injustificada. O colegiado também é formado por mais dois membros natos (no caso, o procurador-geral Eder Pontes, e a corregedora-geral da instituição, Maria da Penha de Mattos Saudino). O Conselho Superior do MPE tem a competência prioritária de orientar, disciplinar e fiscalizar a execução dos princípios e das funções institucionais, além de controlar e avaliar os resultados obtidos. No entanto, o colegiado também possui uma grande importância na condução de investigações, já que ele dá a palavra final sobre os pedidos de arquivamento ou ampliação do prazo legal das apurações.

27/04/2013 / 0 Comments
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Casagrande vai ao STF contra leis sobre aviso a consumidor antes do corte de serviços

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O governador Renato Casagrande ajuizou, no início dessa semana, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4943) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra duas leis estaduais que defendem o interesse dos consumidores na relação com as concessionárias de serviços públicos que atuam no Espírito Santo. O socialista alega que as leis violam a “competência legislativa”, ao obrigar a notificação dos consumidores antes do corte dos serviços, sob pena de multa por descumprimento. De acordo com informações do STF, o governador pediu a concessão de medida liminar para suspender os efeitos das leis estaduais (nº 5.790/ 1998 e nº 9.626/2011), que obrigam as concessionárias a comunicarem, com antecedência mínima de 48 horas, o corte de fornecimento por falta de pagamento em débitos superiores a 15 dias. As leis estaduais contestadas também preveem que as concessionárias de serviços públicos – como por exemplo, dos serviços de fornecimento de luz e água – poderão responder na Justiça pelas perdas e danos causados aos consumidores, além de serem obrigados ao pagamento de multa. A lei mais recente estipula até mesmo que as multas de natureza administrativa podem ter seu valor dobrado em caso de reincidência. No processo, Casagrande argumentou que o pedido atende a todos os requisitos legais, como a plausibilidade de direito (fumus boni iuris) e perigo da demora (periculum in mora). No mérito, o chefe do Executivo estadual pede que a legislação seja declarada inconstitucional, na medida em que “viola a competência legislativa de outros entes da federação” (quais sejam, a União Federal e os Municípios) para regulamentar a prestação dos serviços públicos que estão sob sua égide. A ação será relatada pelo ministro Marco Aurélio, que está com os autos conclusos para despacho desde terça-feira (23). Não há data para a apreciação do pedido liminar e de mérito do caso.

27/04/2013 / 0 Comments
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Cais das Artes: Iopes tem 15 dias para esclarecer irregularidades em edital

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O Instituto de Obras Públicas do Estado (Iopes) tem 15 dias para explicar as irregularidades apontadas no processo de licitação que prevê a contratação da empresa que concluirá as obras do Cais das Artes, em Vitória. A decisão é do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que determinou também a paralisação do processo de celebração do contrato com a vencedora do certame, até o julgamento do mérito da ação movida pelo Ministério Público de Contas (MPC).   A medida é um desdobramento do pedido de suspensão da concorrência para a retomada das obras do empreendimento feito pelo MPC. A representação nº TC-2385/2013, do Ministério Público de Contas, aponta que o Iopes, em seu edital, ofende a regra do sigilo das propostas e representa risco de combinação de preço. O documento afirma ainda que o edital possibilita fraude à licitação, visto que há identificação dos licitantes, antes mesmo da fase de apresentação das propostas. Como está, alerta o MPC, “a maior prejudicada pela conduta desleal e desonesta de conchavo entre os participantes é a própria Administração, que irá contratar a altos custos, havendo violação aos princípios da competitividade e moralidade, prejudicando o interesse público”.   Com a determinação do TCE, portanto, fica suspensa a celebração do convênio com a construtora Andrade Valadares, vencedora da licitação, até o julgamento do mérito da ação.    Entre os pontos que deverão ser explicados pelo Iopes estão a falta de informação clara e transparente para os concorrentes e para a sociedade; a exorbitância de exigências, que segundo o MPC restringe a competitividade do processo licitatório, e a ausência de informações no site do Iopes sobre o projeto e o orçamento básico da obra.    A paralisação das obras do Cais das artes já dura mais de um ano e soma gastos que ultrapassam os R$ 177 milhões. Em fevereiro deste ano, o Iopes chegou a inabilitar as empresas concorrentes no referido edital: o Consórcio Avec-Topus e Normandia Engenharia Ltda. Na ocasião, o órgão deu oito dias para a apresentação de uma nova documentação pelas empresas, mas o prazo já venceu e nenhuma comunicação foi feita pelo órgão. 

27/04/2013 / 0 Comments
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