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Século Diário

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Prefeitura de Vitória está aberta ao debate ambiental

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A Secretaria de Meio Ambiente de Vitória (Semmam) confirmou que há um grupo de estudos da Câmara Municipal acerca do tema, mas que não há prazos para divulgação de resultados. Os moradores de Jardim Camburi que estiveram presentes na reunião do chamado Gabinete Itinerante, do prefeito de Vitória Luciano Rezende (PPS), nessa segunda-feira (15), cobraram mais uma vez da prefeitura ações para o passivo ambiental da Praia de Camburi, e para conter a poluição do ar.   O passivo existe na área norte da praia e é composto de pó e pelotas de minério descartadas pela Vale na década de 70. No último dia 2 de abril, em reunião realizada entre a mineradora, a Associação dos Amigos da Praia de Camburi (AAPC), a Associação dos Moradores da Ilha do Boi, o Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) e o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), foi acordado que a empresa terá 90 dias, desde aquela data, para retirar o minério acumulado na área.    A Vale também foi condenada pela Justiça Federal a arcar com as despesas de estudos sobre a qualidade do ar, da água e do solo da Grande Vitória, que serão feitos por uma empresa de São Paulo.    O tema é recorrente desde as primeiras ações do gabinete itinerante, que aconteceram em dezembro de 2012. A proposta do prefeito de já discutir e estudar a questão mostra um avanço com relação à gestão anterior, que não se mostrou aberta a discutir a situação.   Em 2011, o então prefeito João Coser (PT) vetou o Projeto de Lei n°458/2009, de autoria do vereador Namy Chequer (PCdoB), que previa a instituição do Programa Municipal de Controle de Poluição do Ar, alegando que o assunto é muito complexo e o município não possuía profissionais com conhecimento técnico na área.   Em janeiro deste ano, o secretário de meio ambiente da prefeitura, Cléber Guerra, e o vereador Namy Chequer tiveram uma reunião para discutir a implementação da lei. Entretanto, com o surgimento do grupo de estudos, o tema não foi mais debatido.

17/04/2013 / 0 Comments
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Cinema: estreias da semana

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    Clássico da literatura infanto-juvenil brasileira, Meu Pé de Laranja Lima ganha mais uma versão cinematográfica. A primeira foi lançada em 1970 por Aurélio Teixeira. Agora, por Marcos Bernstein, roteirista de Central do Brasil (1998).   Diretor considerado um tanto água-com-açúcar, Lasse Hallström (Sempre Ao Seu Lado, 2010; Um Lugar Para Recomeçar, 2005) está de volta com o romance Um Porto Seguro. O pretensioso, e genial, Tony Stark está de volta em Homem de Ferro 3   O drama familiar do escritor russo Leon Tolstói foi transferido para um teatro cenográfico na adaptação cinematográfica Anna Karenina. A questão da identidade é debatida na produção argentina O Último Elvis.   Os filmes entram em cartaz a partir desta sexta-feira (17).   PRÉ-ESTREIA   Homem de Ferro 3 (Iron Man 3, EUA, 2013, 130 minutos, 12 anos) Ação. Direção de Shane Black. Com Robert Downey Jr. Terceira aventura do empresário milionário Tony Stark.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 1 (3D). Quinta 23h59. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3 (3D). 0h. Sala 5 (3D). 0h. Sala 6 (3D). 0h.   ESTREIAS   Anna Karenina (Anna Karenina, Reino Unido, 2012, 95 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Joe Wright. Com Keira Knightley, Jude Law, Aaron Johnson, Kelly Macdonald. Baseado no romance de Leon Tolstói. Anna, uma jovem presa em um casamento sem amor, mantém um relacionamento com o Conde Vronsky.   Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 19h. Sexta não haverá sessão.   O Último Elvis (El último Elvis, Argentina, 2012, 91 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Armando Bo. Com John Mclnerny, Griselda Siciliani, Margarita Lopez. Um trágico acidente faz com que um imitador do cantor Elvis Presley reavalie suas prioridades.   Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 19h30.   Meu pé de Laranja Lima (Idem, Brasil, 2012, 97 minutos, 10 anos) Infantil. Direção de Marcos Bernstein. Com João Guilherme de Ávila, José de Abreu, Caco Ciocler e Emiliano Queiroz. Versão cinematográfica do clássico infanto-juvenil de José Mauro de Vasconcelos.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 2. 14h, 16h10, 18h20, 20h30. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 8. 12h50, 17h10, 19h30, 21h50.   Um Porto Seguro (Safe Haven, EUA, 2013, 115 minutos, 12 anos) Romance. Direção de Lasse Hallström. Com Josh Duhamel, Julianne Hough, Cobie Smulders, David Lyons. Uma jovem com passado misterioso chega à cidade de Southport. No local, ela se envolve com um viúvo, e acaba sendo obrigada a enfrentar o obscuro segredo que a persegue.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 5. 13h50, 16h10, 18h30, 21h. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 13h40, 16h10, 18h45, 21h20.   O Acordo (Snitch, EUA, 2013, 112 minutos, 14 anos) Ação. Direção de Ric Roman Waugh. Com Dwayne Johnson, Susan Sarandon, Benjamin Bratt, Nadine Velazquez. Na tentativa de salvar o filho, preso ao ser vítima de uma armadilha, um pai se disfarça para participar de uma investigação do departamento de narcóticos do FBI.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 4. 16h30, 18h50, 21h20. DUBLADO. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 7. 13h20, 18h, 20h30. DUBLADO. Sexta e sábado também 23h. DUBLADO. Terça e quinta 13h20 e 20h30.

17/04/2013 / 0 Comments
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Casagrande recorre de decisão para não abrir ‘caixa-preta’ de incentivos da Era Hartung

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O governador Renato Casagrande e o Estado do Espírito Santo estão recorrendo de decisão que determinou a abertura da “caixa-preta” dos incentivos fiscais concedidos na Era Hartung. Os dois recursos deram entrada no Tribunal de Justiça do Estado (TJES) nessa terça-feira (16). O desembargador Fábio Clem de Oliveira vai decidir sobre o pedido de efeito suspensivo da liminar que obriga a divulgação em até 30 dias da lista dos incentivos fiscais concedidos pelo governo nos anos de 2010 e 2011. De acordo com informações do TJES, os recursos vão ser analisados pela 1ª Câmara Cível do tribunal. A notícia do recurso contra a decisão prolatada nos autos da ação popular movida pelo profissional liberal, Álvaro Luiz Souza Santos, indica o posicionamento da atual gestão sobre a política de incentivos fiscais, deflagrada na gestão do antecessor, o ex-governador Paulo Hartung (PMDB). Apesar de o atual governador e da pessoa jurídica do Estado do Espírito Santo figurarem como réus distintos no processo, o recurso de Casagrande contra a ação sinaliza o posicionamento do socialista em relação à transparência aos benefícios. O governador é defendido no processo pelo advogado Carlos Augusto de Andrade Jenier, que é membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, instância ligada ao Ministério da Fazenda. Na ação popular, Álvaro Santos apontou o descumprimento do artigo 145 da Constituição Estadual, que prevê a divulgação dos benefícios concedidos em até 180 dias após o fim do exercício financeiro. Em análise liminar, o juiz da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, Arion Mergár, entendeu que o prazo estabelecido para publicação das informações se esgotaram sem que o Poder Público cumprisse a obrigação. Na decisão do dia 18 de março, o magistrado chegou a fixar multa diária no valor de R$ 10 mil em caso de desobediência, além da possibilidade de “responsabilização pela resistência no fornecimento das informações”. Arion Mergár também determinou a juntada das cópias de todos os processos administrativos que resultaram na concessão de incentivos fiscais nos exercícios de 2010 e 2011. Outro detalhe importante no ajuizamento dos recursos é quanto ao prazo para cumprimento da divulgação. A contagem do prazo fixado na sentença é válida desde a citação do governador Casagrande, ocorrida no último dia 20. Caso a decisão inicial não seja modificada, o governo capixaba terá que divulgar os incentivos até o próximo sábado (20).

17/04/2013 / 0 Comments
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Cesan usa e abusa de aditivos para manter contratos com a Delta Construções

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Transformada em “bunker hartunguete” na atual gestão estadual, a direção da Companhia Espírito-Santense de Saneamento (Cesan) está mantendo o contrato com a empreiteira carioca Delta Construções S/A por força de aditivos. Mesmo sendo considerada como “inidônea” para atuar no governo federal, a empresa faturou cerca de R$ 20 milhões, desde o início de 2012 até o momento, na companhia presidida pelo ex-secretário do governo Hartung, Neivaldo Bragato. Desde outubro de 2009, a empresa carioca é responsável pela execução dos serviços de manutenção e melhorias operacionais nas redes e reservatórios de distribuição nos municípios de Cariacica, Viana e Vila Velha – todos na região da Grande Vitória. O contrato original (261/2008) que deveria vigorar por três anos, acabou sendo mantido por força de sucessivos termos aditivos – em sua maioria, assinados pelo atual administração da empresa de economia mista estatal. De acordo com levantamento da reportagem em dados do Portal da Transparência da Cesan, a empresa carioca recebeu R$ 16,04 milhões no ano de 2012. Esse valor não inclui o mês de março, cujos dados financeiros não estão disponibilizados no sistema. Levando em consideração uma média mensal de pagamentos, a Delta pode ter faturado entre R$ 17,5 milhões e R$ 18 milhões em todo ano passado. Esses gastos já fazem parte dos mais recentes aditivos firmados pelo atual diretor-presidente Neivaldo Bragato. O contrato que venceria em outubro de 2011, foi prorrogado até o final daquele ano. Logo em seguida, o acordo foi estendido até o dia 30 de novembro de 2012. O quinto e último aditivo na trajetória da Delta prorrogou a contratação por apenas dois meses, mas uma disputa na Justiça estadual em função da nova licitação para os serviços permite a manutenção dos serviços com a empresa carioca. Segundo dados fornecidos pela própria companhia, a Delta faturou R$ 2,94 milhões apenas no mês de fevereiro último. A tendência é de que empresa se mantenha até a conclusão do imbróglio judicial, que está longe de acabar. Nessa terça-feira (16), o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Manoel Cruz Doval, revogou uma medida liminar que impedia a continuidade da Concorrência Pública nº 028/2012. Em dezembro do ano passado, a juíza Marianne Judice de Mattos havia suspendido o certame após queixa de uma das empresas que participam da disputa. A direção da Cesan e as demais concorrentes chegaram a entrar com recursos no Tribunal de Justiça do Estado (TJES), mas que acabaram perdendo a eficácia devido à reviravolta no caso. Entretanto, a nova decisão ainda cabe recurso, o que deve ocorrer nos próximos dias. A estimativa é de que a Delta tenha faturado algo em torno de R$ 50 milhões desde o início do contrato com a Cesan. Somente o acordo original previa gastos na ordem de R$ 26,29 milhões, desconsiderando os termos aditivos para reajustamento do preço contratado – caso das três primeiras mudanças no acordo. Valores que situa o contrato junto com a Cesan como o mais rentável da empresa carioca em solo capixaba. A empreiteira Delta também presta serviços de reforma de estradas para o Departamento estadual de Estradas de Rodagem (DER-ES), outro reduto de apoiadores do antigo governo. Segundo dados do Portal da Transparência do governo do Estado, a empresa recebeu R$ R$ 14,07 milhões do início de 2012 até o fechamento desta reportagem. As relações da empresa carioca e o mundo político foram alvo de investigação na mal fadada CPI do Cachoeira, encerrado no final do ano passado sem pedir o indiciamento de qualquer investigado. Durante os trabalhos, os membros da CPI flagraram um esquema de empresas fantasmas que “lavavam” o dinheiro da Delta e seriam encarregadas de alimentar um sistema de propina a agentes públicos em todo País. No Espírito Santo, duas empresas fantasmas foram localizadas, sendo que uma delas (a Garra Transportadora) teria servido como uma das principais lavanderias da Delta. Mesmo assim, as investigações não chegaram a fechar o círculo do dinheiro da empresa carioca no Estado, como revelou um dos principais membros da CPI, senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) em entrevista exclusiva à Século Diário.

17/04/2013 / 0 Comments
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Entidades cobram ações sociais do governo em regiões vulneráveis

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O Estatuto da Juventude – previsto no Projeto de Lei Complementar (PLC) n° 98/2011 – foi aprovado no Senado nessa terça-feira (16). O instrumento representa um avanço na garantia de direitos da parcela da população com idades entre 15 e 29 anos, principalmente para aqueles em situação de vulnerabilidade social.    O coordenador do Fórum Estadual da Juventude Negra (Fejunes) e conselheiro do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Luiz Inácio Silva da Rocha conta que, a partir da implementação do Estatuto, os jovens passam a ser considerados sujeitos de direito. “É um avanço que reproduz em níveis nacionais as políticas públicas para promoção da dignidade. As crianças e adolescentes já têm um estatuto, assim como outras minorias”.     Ainda assim, Luiz Inácio afirma que há muito o que fazer para efetivamente garantir a autonomia e dignidade da juventude em situação vulnerável. Tomando como exemplo as ações do Estado Presente, programa do governo do Estado que articula diversas secretarias para atuação em áreas vulneráveis, ele observa que há uma disparidade entre os investimentos no que o governo chama de repressão qualificada (armamento, munição, frotas e viaturas) e as ações sociais.  É justamente a faixa etária inserida no Estatuto da Juventude que mais sofre os reflexos da violência. De acordo com o Mapa da Violência 2012 – a Cor dos Homicídios no Brasil, o Espírito Santo a taxa de homicídios de jovens negros em 2010 foi de 140,2 mortes por grupo de 100 mil habitantes. A taxa dentre os jovens brancos foi de 29,1 homicídios por 100 mil.    Considerando que o extermínio de jovens negros ocorre primordialmente nas regiões de maior vulnerabilidade social, fica claro onde o investimento em ações sociais que promovam a autonomia, dignidade e participação devem ocorrer.      O militante de direitos humanos participou de uma reunião  com gestores do programa Estado Presente – depois de muita pressão de movimentos sociais para que a participação deles fosse aprovada – e conta que chamou a proporção que, apesar de o governo do Estado afirmar que o programa trata da chamada proteção social, há uma desproporção entre os investimentos destinados a essa área e aqueles feitos no aparelhamento dos instrumentos de repressão e criminalização.    Dessa forma, ele conta, a política de juventude no Estado, principalmente para aqueles que residem em áreas vulneráveis, é resumida ao aumento do controle e da repressão, em detrimento das políticas públicas que garantam a autonomia, a emancipação e a participação dos jovens, pontos preconizados pelo Estatuto.    Ele propõe o aprofundamento dos debates em torno das ações e pontua que os movimentos sociais têm compromisso contra qualquer medida que tenha como pano de fundo a extensão do estado penal em detrimento de políticas que possam efetivamente apontar para a superação das diversas opressões e desigualdades sociais presentes.  

17/04/2013 / 0 Comments
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Coser precisa do comando do partido para garantir movimentação em 2014

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Antes de fechar a movimentação com o governador Renato Casagrande (PSB), garantindo a permanência do PT no palanque palaciano com a vaga de vice e liberando a vaga ao Senado para o ex-governador Paulo Hartung (PMDB), o ex-prefeito de Vitória, João Coser, terá que consolidar seu grupo como majoritário dentro do partido. A movimentação do ex-prefeito no final do ano passado, filiando um grande contingente de novos petistas para garantir a maioria no Processo de Eleição Direta (PED), que acontece em novembro para definir a nova direção petista no Estado esbarra em outras movimentações no partido. A movimentação de 2014 parece não agradar os dois principais prefeitos do partido, Carlos Casteglione, de Cachoeiro de Itapemirim e Leonardo Deptulski, de Colatina, que ficaram satisfeitos com a atuação do governador Renato Casagrande em seus municípios na eleição de 2014. Coser não contaria mais com o apoio dos dois prefeitos para garantir a eleição para a presidência do PT. Além disso, haveria outros interessados na vaga de vice-governador, além de Coser. A deputada federal Iriny Lopes, da corrente Articulação de Esquerda e o diretor do BNDES, Guilherme Lacerda, da Construindo um Novo Brasil (CNB), também devem colocar os nomes à disposição do PT para analise dos correligionários. Outro problema a ser resolvido antes de fechar com o governador Renato Casagrande é o fato de a senadora Ana Rita Esgário ter o interesse em levar para dentro do partido a discussão sobre o seu credenciamento em disputar a vaga no Senado na eleição do próximo ano. Até novembro, quando acontece a eleição para a presidência do PT no Estado essas discussões devem perpassar o posicionamento do partido na disputa eleitoral do ano que vem. Outro fator que influi é a conjuntura nacional. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, do governador Renato Casagrande, pode se lançar a presidência da República e há uma grande chance de a resolução do PT nacional para a eleição do próximo ano restringir o arco de alianças para sustentar o palanque de reeleição da presidente Dilma Rousseff.

17/04/2013 / 0 Comments
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Palacianos tentam esvaziar candidatura de Magno Malta ao governo

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O processo eleitoral será deflagrado apenas no segundo semestre do próximo ano, mas no Estado a discussão sobre a disputa ao governo do Estado já está a pleno vapor com a colocação de dois palanques na disputa. O governador Renato Casagrande (PSB)  tenta manter o sistema de unanimidade política criado no Estado no governo que o antecedeu e pelo qual ele foi eleito em 2010. O grupo em 2010 tinha 16 partidos, incluindo o PR do senador Magno Malta. Mas o início das articulações para o próximo ano, com a costura do republicano em nível nacional para viabilizar sua candidatura ao governo do Estado, desarticula a sustentação do palanque de consenso de Casagrande, forçando o governador a travar uma disputa eleitoral, da qual a classe política capixaba está desacostumada no Estado. Neste sentido, os palacianos reagiram à possibilidade de Malta disputar a eleição ao governo. Primeiro, com a ameaça dos republicanos presentes na ampla base do governador de debandada do partido, caso o senador não recue. A movimentação incluiu até o pedetista Sérgio Vidigal, aliado de Malta. Havia uma expectativa nos meios políticos de que Vidigal declarasse apoio irrestrito ao senador, devido à antiga relação entre as duas lideranças. Ao mesmo tempo em que tenta descapitalizar Malta esvaziando seu palanque, o governo tenta reforçar sua vitrine. A liberação pela Justiça do leilão da BR-101 foi comemorado pelo governo do Estado, e o governador Renato Casagrande foi à mídia para falar dos benefícios da ação. Mas como o PR controla o Dnit, o senador reivindica a autoria da movimentação que liberou a privatização da BR. Outro movimento entendido como resposta do senador à pressão do mercado para que ele desista da disputa foi a reunião com o ministro dos Transportes, César Borges, com a presença do prefeito e de vereadores de Pedro Canário. Para os interlocutores, a iniciativa buscou transparecer a acessibilidade de Malta ao governo federal. Uma acessibilidade que Casagrande não teria a ministros e até à presidente Dilma Rousseff. Já o governo do Estado vem sofrendo consecutivas derrotas em Brasília no que se refere a recursos federais, o que pode ser usado na campanha. Interlocutores palacianos entendem que a iniciativa de tentar minar a candidatura do senador está no fato de o governo entender o risco potencial de enfrentá-lo na campanha. Mesmo esvaziado, a popularidade do senador representa uma ameaça à reeleição de Casagrande.

17/04/2013 / 0 Comments
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Procurador-geral oficializa mudanças no Fundo do MPE

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O procurador-geral de Justiça Eder Pontes da Silva publicou, nesta quarta-feira (17), as novas regras do Fundo do Ministério Público Estadual (Funemp). O Ato nº 007/2013, publicado no Diário Oficial, já inclui o aumento da taxação aos usuários de cartórios do Estado – aprovado pela Assembleia Legislativa – entre as receitas do “orçamento paralelo” da instituição. Segundo o texto, os recursos financeiros do fundo serão destinados para a execução de programas, realização de reformas e ampliação de prédios, contratação de estagiários, capacitação de recursos humanos, além da aquisição de equipamento de uso exclusivo do Ministério Público. O ato não trata do pagamento de diárias e outras vantagens econômicas para promotores e procuradores de Justiça. Apesar de ter sido criado no ano de 2006, o Funemp deve começar a “funcionar” somente a partir do próximo ano, quando entra em vigor a mudança na taxação sobre os atos cartorários. Em março último, os deputados estaduais aprovaram a elevação da chamada taxa de fiscalização de 15% para 20% do valor dos emolumentos, a ser pagos exclusivamente pelos usuários dos serviços. Esses 5% a mais na taxação deverá ser destinada ao fundo do MP capixaba. As verbas do Funemp serão fiscalizadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), independentemente das contas da própria instituição. Para tanto, a gestão do fundo é feita por um grupo coordenador, composto por seis membros e servidores do MPE. Nessa quarta-feira, Eder Pontes designou a procuradora Elda Macia Moraes Spedo, atual subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, para presidir o grupo. O texto do regulamento do Funemp prevê que o ordenador de despesas continua sendo o chefe do Ministério Público, isto é, o agente responsável pelas contas no TCE. Contudo, procurador-geral pode delegar, segundo a mesma norma, essa competência ao presidente do grupo coordenador. O ato veda qualquer remuneração aos membros que atuam na gestão do fundo.

17/04/2013 / 0 Comments
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Confira o que está no forno da música brasileira

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Do Amor | Piracema   O quarteto carioca Do Amor está preparando o lançamento do segundo álbum, Piracema, para os próximos meses. Quanto à turnê de divulgação do novo disco ainda não há previsão, já que metade da banda está se apresentando com Caetano Veloso, na turnê de Abraçaço.   Os músicos, no entanto, já estão se movimentaram e lançaram o primeiro single oficial de Piracema. A música escolhida é a balada que dá nome ao álbum.    Emicida   Emicida é uma figura conhecidíssima na cena do hip hop, já lançou duas mixtapes, dois EPs, alguns clipes e vem fazendo shows por todo Brasil. Apesar do vasto repertório, o rapper ainda não tem um álbum gravado, mas ele anuncia que a espera está perto de acabar e que o disco sai este ano.    Enquanto trabalha nas gravações de seu primeiro álbum, Emicida soltou mais um clipe da sua última mixtape, Emicídio. A faixa contemplada foi Rinha (Já Ouviu Falar?), o vídeo tem direção de Lucas Gandini e é uma retrospectiva da carreira do rapper que agora se prepara para uma nova fase.   Letuce   Apesar da recente notícia da separação do casal responsável pelo Letuce, Letícia Novaes e Lucas Vasconcellos, a banda continua na ativa e já anuncia um terceiro disco em breve.    Para provar que a parceria musical vai bem, obrigado, a dupla lançou o clipe de Freud Sits Here, uma das faixas do ótimo Manja Perene (2012).   Rodrigo Amarante | Cavalo   Há dois anos em processo de produção do primeiro disco solo, Rodrigo Amarante solta mais uma música do novo álbum intitulado Cavalo. Tardei é a segunda canção que o músico divulga, a primeira foi Maná.   Amarante também revelou que o aguardado disco sai em maio.   Cansei de Ser Sexy | Planta   O grupo Cansei De Ser Sexy divulgou a inédita Hangover, primeiro single de seu próximo disco, Planta. O disco está sendo produzido por Dave Sitek, responsável por alguns trabalhos do Jane's Addiction e Yeah Yeah Yeahs. O lançamento do quarto disco do CSS está marcado para o dia 11 de junho.   Black Alien | Babylon By Gus – Vol. II   O ex-Planet Hemp Gustavo Black Alien, anunciou em um vídeo do seu canal do Youtube esta de volta na cena e que prepara o lançamento de uma música do seu segundo álbum de estúdio, Babylon By Gus – Vol. II. No final do vídeo aparece um teaser do novo single. O disco deve ser liberado em junho para audição na internet.

17/04/2013 / 0 Comments
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Itinerância de resultado

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  A audiência pública realizada na noite dessa segunda-feira (16) com os moradores de Jardim Camburi mostrou que o gabinete itinerante do prefeito Luciano Rezende (PPS) funciona.    Antes mesmo de assumir a prefeitura de Vitória, em dezembro do ano passado, Luciano realizou uma primeira audiência com a comunidade de Camburi e ouviu que uma das principais demandas dos moradores se referia à falta de segurança.    O bairro mais populoso de Vitória, que faz limite com a Serra, tem sido alvo da ação de criminosos. Na ocasião, depoimentos emocionados de pessoas que moram ou mantêm comércios há anos no bairro davam conta de que o Estado abandonara Jardim Camburi. Prova viva desse abandono foi a desativação do Destacamento da Polícia Militar (DPM) há mais de um ano.    Inconformados com o descaso do Estado, os moradores se articularam por meio da Associação Comunitária de Jardim Camburi para cobrar do poder público uma solução para o problema. Foram organizados protestos, passeatas e as demandas dos moradores acabaram ganhando o noticiário.    A acertada ideia do gabinete itinerante mostrou que o poder público pode e deve se aproximar o máximo possível da sociedade, para poder ouvi-la de perto, sem intermediários.   Foi o que fez Luciano Rezende. Na audiência pública dessa segunda, o prefeito já apresentou uma solução para a demanda da comunidade: cedeu um terreno da prefeitura para a construção do DPM, que também irá abrigar a Guarda Municipal e a 4ª Companhia da Polícia Militar.   Graças à iniciativa do prefeito, a comunidade de Jardim Camburi dá um importante passo no enfrentamento da violência, que vem atormentado moradores e visitantes do bairro.    Para não deixar a demanda esfriar, o prefeito já agendou para esta quinta-feira (18) uma reunião com representantes da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) para definir com os moradores os detalhes sobre a construção do DPM.   O prefeito já adiantou que o cronograma de obras não depende apenas da prefeitura, já que o projeto deve ser executado em parceria com o governo do Estado.    Entretanto, ao anunciar a cessão da área para obra, o prefeito transferiu a pressão para o governo do Estado, que dificilmente ousará “enrolar” a comunidade.    Vale registrar esta primeira ação de resultado do gabinete itinerante da Prefeitura de Vitória. Moradores de outras regiões da cidade, inspirados no protagonismo da comunidade de Jardim Camburi, já devem estar se articulando para apresentar suas demandas ao prefeito Luciano Rezende, que inaugura um novo modelo de gestão participativa na cidade. Modelo que deveria ser copiado pelos outros municípios capixabas. 

16/04/2013 / 0 Comments
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