Skip to content

Século Diário

Portal de Notícias

28082012_hartung_arquiv_20200308-075600_1.jpg

Associação divulga nota de apoio a promotor que denunciou ex-governador

Sem categoria

Depois da divulgação de críticas da classe política em função da inclusão do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) entre os réus em ação de improbidade, a Associação Espírito-Santense do Ministério Público (Aesmp) divulgou nota de apoio à atuação do promotor de Justiça Dilton Depes Tallon Netto, que atuou no processo que apura irregularidades nas obras de posto fiscal, em Mimoso do Sul, onde foram gastos R$ 25 milhões em projeto que não saiu da fase de terraplanagem. A nota divulgada nos dois principais jornais impressos do Estado é assinada pelo presidente da entidade, o promotor Marcello Souza Queiroz. O texto rechaçou as insinuações do ex-governador [em entrevistas concedidas logo após a divulgação da ação] de que os membros do do órgão ministerial teriam atuado de forma “covarde e irresponsável” no exercício de suas atribuições. “A Associação informa possuir plena convicção de que o promotor Dilton Depes obrou em prol da população, zelando e guardando pelos direitos inerentes à sociedade capixaba, de forma impessoal, pois estão todos igualmente submetidos à lei. A atuação obedeceu ao comando legal e o entendimento dos tribunais, que não exigem oitiva dos investigados durante as apurações, pois esse exercício de defesa é garantido durante o processo judicial”, afirmou o dirigente. A manifestação da entidade de classe vai de encontro às manifestações da classe política e dos próprios investigados, que saíram em defesa do ex-governador. Até mesmo o governo Renato Casagrande fez declarações à imprensa em contrariedade à ação proposta pelo representante do Ministério Público Estadual (MPE). De acordo com a denúncia, o ex-governador e mais sete pessoas de seu governo – entre eles, os ex-secretários da Fazenda, José Teófilo, atual sócio de Hartung; Neivaldo Bragato e Bruno Negris – são acusados de terem cometido supostas irregularidades nas obras do posto fiscal, que consumiu cerca de R$ 24,9 milhões em verbas públicas entre o valor das desapropriações e obras tocadas pela empreiteira Araribóia. As obras foram iniciadas em setembro de 2005, porém, a fase de terraplanagem só foi concluída em julho de 2009 – um mês depois de Hartung ter baixado um decreto acabando com seis postos fiscais, entre eles o de Mimoso do Sul. Mesmo assim, o então governador autorizou uma licitação para a conclusão das obras no valor de R$ 2,9 milhões, encerradas em janeiro de 2010. Sobre a responsabilização dos envolvidos, o promotor destacou a “concorrência direta” do ex-governador e dos ex-secretários da Fazenda nos atos que resultaram em prejuízo milionário aos cofres públicos. “Não restam dúvidas de que a decisão de se realizar o investimento para em seguida extinguir o Posto Fiscal e depois ainda prosseguir na obra, não foi fruto de uma desastrada ação isolada de uma Secretaria, servidor ou órgão governamental, mas sim produto de uma gravíssima culpa, negligência, na inobservância de deveres objetivos de conduta na aplicação de recursos públicos pelo governo da época”, observou  Dilton Depes. Entre os pedidos da ação, o representante do MPE solicitou o bloqueio dos bens de Hartung e dos outros sete denunciados até o limite de R$ 427,59 milhões – valor dado à causa. Além da condenação de todos os envolvidos ao ressarcimento do erário e o pagamento de multa civil. Os autos da ação de improbidade já estão conclusos para despacho dos juízes da vara.

19/03/2013 / 0 Comments
read more

Governador defende entendimento entre estados sobre royalties

Sem categoria

O governador Renato Casagrande elogiou a decisão da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia, que concedeu na noite dessa segunda-feira (18) liminar na ação movida pelo governo do Rio de Janeiro, suspendendo dispositivos que preveem novas regras de distribuição dos royalties do petróleo contidas na Lei 12.734/2012. Ao chegar ao Senado na manhã desta terça-feira (19), para mais uma rodada de discussão sobre a unificação das alíquotas interestaduais do ICMS, o governador Renato Casagrande, em entrevista ao Valor Econômico, falou com cautela sobre o assunto. Casagrande classificou a medida como equilibrada, resgatando o pacto federativo, mas afirmou que os estados produtores não podem ser “arrogantes”. Ele disse que está aberto a um entendimento com os demais entes da federação, desde que os contratos atuais de exploração sejam preservados.  Apesar da liminar ser favorável ao Rio, tem efeito também sobre o Espírito Santo, embora a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adim) capixaba ainda não tenha sido analisada.  Casagrande disse que é cedo para comemoração, já que não se trata de uma decisão definitiva, mas destacou que a liminar reforça a expectativa do Rio, do Espírito Santo e de São Paulo por uma decisão de mérito do STF favorável aos produtores. O Espírito Santo foi o primeiro a ingressar com uma ação no Supremo contra a derrubada dos vetos presidenciais pelo Congresso Nacional à nova lei de partilha dos royalties na última sexta-feira (15). O Rio de Janeiro ingressou com outra ação em seguida. Ainda na sexta-feira, o estado de São Paulo e a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro também acionaram o Supremo, questionando a constitucionalidade da nova lei. Mais uma vez, Casagrande evitou comentar a movimentação do presidente de seu partido e presidenciável em 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que defende a busca de acordo entre União, estados e municípios produtores e demais unidades da federação. Para os meios políticos, a proposta de Campos é eleitoreira, e Casagrande, apesar de ter declarado que vai trabalhar pelo fortalecimento do pernambucano no Espírito Santo, não está disposto a fazer palanque com a questão dos royalties. O assunto movimentou o encontro no Senado com seis governadores para discutir o ICMS. Se Casagrande rasgou elogios à decisão da ministra, o governador do Piauí, Wilson Martins, considerou “lamentável” a liminar da ministra Cármen Lúcia. “Não acho justo os estados produtores ficarem com tudo. Tem que dividir o bolo, um pouquinho. Isso é republicano. A decisão do Congresso foi absolutamente constitucional. Nunca se viu uma votação tão expressiva para derrubada de um veto. É lamentável neste momento se judicializar a questão”, disse Martins à Agência Brasil. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, avaliou que a decisão do Congresso em aprovar uma nova distribuição dos royalties ocorreu dentro dos princípios legais. “Na minha opinião, a decisão do Congresso não foi inconstitucional. Acho que ela [a liminar] é equivocada. Mas quem dá a última palavra é o Supremo”, ponderou.  

19/03/2013 / 0 Comments
read more

Encontro vai unir pais e filhos separados pela hanseníase

Sem categoria

Pessoas com hanseníase no Estado vão finalmente ter a oportunifdade de reencontrar seus pais. Na próxima sexta-feira (22), pais e filhos participam do Encontro Estadual do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase. O evento, que acontece em Cariacica, faz parte de uma série de ações que estão sendo desenvolvidas para unir familiares de pessoas com hanseníase em todo o País.   Segundo o oordenador nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníaseo, Artur Custódio, o isolamento compulsório de pacientes com hanseníase durou de 1949 a 1986. “Em 1986, os antigos hospitais colônias foram transformados em hospitais gerais. Os muros foram derrubados, os portões abertos, mas a luta pelo reencontro destas famílias continua”, afirma Custódio.   Além das pessoas que sofreram alienação parental, representantes da coordenação nacional do movimento e do governo estadual do Espírito Santo participarão do evento. Além de promover o reencontro das famílias, a iniciativa irá  debater temas relacionados às estratégias para o enfrentamento do preconceito ainda associado à doença e questões relacionadas à prevenção e ao diagnóstico também estarão em debate. Segundo Custódio, é fundamental o fomento da cidadania das pessoas que foram separadas de seus familiares e também a reivindicação de seus direitos. Ele explicou que uma das principais demandas atuais é a extensão das medidas reparatórias concedidas pela lei federal nº 11.520 às pessoas segregadas e entregues compulsoriamente à adoção. A lei federal 11.520, de 18 de setembro de 2007, dispõe sobre a concessão de pensão especial às pessoas atingidas pela hanseníase que foram submetidas ao isolamento compulsório. A indenização prevista pela lei corresponde à pensão vitalícia de R$ 750 mensais, garantia de fornecimento de próteses e realização de intervenções cirúrgicas e assistência à saúde por meio do SUS. Porém, as medidas reparatórias não se estendem aos filhos das pessoas segregadas nos antigos leprosários, que foram entregues compulsoriamente à adoção. O movimento quer ajuda da presidente Dilma Rousseff para rever essa lei. Desde 2010, o Conselho Nacional de Saúde recomenda a aprovação de uma medida provisória que estenda às ações de reparação e indenização aos filhos separados dos pais durante a fase do isolamento compulsório de pacientes com hanseníase. Serviço Encontro Estadual do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase Local: Cariacica Data: Sexta-feira, 22 de março Hora: das 8h às 17h Local: Hospital Pedro Fontes/ BR 101, Km 9,Rodovia do Contorno – Itanhenga-Cariacica – ES  

19/03/2013 / 0 Comments
read more
18032013_hartung_sincades_div0_20200308-075600_1.jpg

Justiça suspende repasses de verbas para Instituto Sincades

Sem categoria

A Justiça capixaba determinou uma intervenção no Instituto Sincades, fundo criado no governo Paulo Hartung (PMDB) que prevê um percentual dos incentivos fiscais destinados ao setor atacadista. Nas transações comerciais os empresários beneficiados recebiam como incentivo a redução de 12% para apenas 1% da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Deste percentual eles destinavam um décimo ao fundo privado de investimento em cultura, criado ao arrepio da legislação. Pela complexidade da questão, o juiz da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, Arion Mergár, acatou nessa segunda-feira (18) o pedido de liminar para suspender os repasses de dinheiro público ao instituto. “Sendo assim, o periculum in mora [do latim, perigo na demora] se encontra na medida em que a transferência de valores oriundos da redução na cobrança do ICMS para conta particular do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Espírito Santo (Sincades) pode, a princípio, gerar um prejuízo aos cofres públicos, lesão que pode ultrapassar as barreiras deste Estado e interferir no equilíbrio financeiro de outros Estados da Federação”, avaliou. Na ação popular (024.13.004509-9), o estudante de Direito Sérgio Marinho de Medeiros Neto pede a nulidade dos incentivos fiscais concedidos ao setor. Entretanto, o magistrado interveio apenas na parte referente às atividade do instituto. O fundo foi criado em agosto de 2008 para cuidar da contrapartida dos benefícios concedidos pelo então governador Paulo Hartung, que também figura no processo. Na decisão, o juiz Arion Mergár determinou o depósito judicial, em conta aberta com esta finalidade, “de todo e qualquer repasse de verbas provenientes do convênio firmado entre o Estado do Espírito Santo e o Instituto Sincades”. A sentença também fixou multa diária no valor de R$ 10 mil a ser pago pelo gestor encarregado pelos repasses no caso de descumprimento da liminar. Sobre o exame da legalidade dos benefícios fiscais, o juiz Arion Mergár determinou a remessa de cópia de toda documentação sobre o convênio entre o Estado e o Sincades para o Ministério Público Federal (MPF), pois se trata de matéria pertinente à Justiça Federal, já que, entre outras coisas, as transações comerciais – em sua maioria, interestaduais – ameaçam os cofres de outros Estados em função da chamada “guerra fiscal”, como observou o magistrado. “Para que isenções de ICMS surjam validamente é preciso que os Estados e o Distrito Federal celebrem entre si convênios, para se transformarem em direito interno de cada uma destas pessoas políticas, que deverão ser por elas ratificados. O instrumento idôneo da ratificação, longe de ser o decreto do governador, é o decreto legislativo (estadual ou distrital, conforme o caso)”, observou. Mas o fundo privado foi criado por Hartung sem a autorização da Assembleia Legislativa ou com a ciência do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A medida provoca uma renúncia fiscal na ordem de R$ 620 milhões por ano . Esta é a primeira ação movida contra os deferimentos fiscais concedidos durante a gestão do peemedebista. Apenas o setor atacadista é beneficiado com incentivos desde o ano de 2003, ainda que de forma individual à época. Já o sindicato da categoria, criado no ano de 2007, passou a ser contemplado em agosto do ano seguinte – quando foi criado o Instituto Sincades. Neste período, o setor registrou um crescimento de 62% no faturamento do setor – passou de R$ 10,8 bilhões em 2008, para uma previsão de R$ 17,6 bilhões para o ano passado, segundo dados do Relatório de Atividades do instituto. Fato que criou uma verdadeira corrida de novas empresas atacadistas que se inscreveram para atuar no setor. Hoje, o setor abriga 630 empresas em vários segmentos (medicamentos, autopeças, higiene e alimentos). Em 1999, o Espírito Santo tinha apenas 15 empresas no segmento. Considerando o período desde a instituição dos primeiros benefícios concedidos ao setor (deferidos de forma individual no primeiro ano do governo de Hartung, em 2003), o crescimento foi de quase 400%, saltando de 156 empresas para o patamar atual. Em termos de comparação, o número de negócios registrados até o final de 2008 (ano de assinatura dos incentivos que estenderam as benesses para todas as empresas do setor) era de 344, quase metade do volume de negócios registrados hoje. O autor da ação popular chegou a pedir o bloqueio dos bens do Sincades, o Instituto Sincades (e de seu presidente, Idalberto Luiz Moro), além de uma intervenção judicial na organização do fundo, mas o juiz negou o pedido sob alegação da falta de elementos suficientes para o dimensionamento dos pleitos que poderão voltar a ser analisados após a fase de defesa prévia. O estudante de Direito, Sérgio Neto, também pediu a inclusão como parte (litisconsortes passivos) no processo do ex-governador Paulo Hartung, do ex-subsecretário de Desenvolvimento do Estado, Luis Carlos Menegatti e do ex-secretário de Finanças, Bruno Pessanha Negris (atual presidente do Banestes), que autorizaram os atos sob suspeição. Pedido no qual não há ainda a manifestação do juiz. Na decisão, o magistrado determinou a citação de todos os requeridos. Esse “ambiente favorável” criado para o setor rendeu todas as homenagens do Sincades ao ex-governador Paulo Hartung, que venceu o troféu “Elo de Liderança”, concedido na grande solenidade anual do sindicato, no final de 2010 (último da gestão do peemedebista). Nos autos da ação popular, o estudante revela uma outra faceta dessa liderança. “Na hipótese, verificamos que parte dos impostos está [sendo] destinada ilegal e imoralmente a uma entidade privada”, afirma Sérgio Neto. Alvo de críticas de entidades culturais e artistas locais, o Instituto Sincades não apresenta a prestação de contas dos valores repassados, porém, a ação estima que o dano ao erário possa chegar a R$ 30 milhões: “Os pedidos desta ação estão voltados para impedir a dilapidação da verba de imposto que está sendo entregue por vinculação ilegalmente à iniciativa privada. […] Ademais, o governo não está demonstrando a compensação da renúncia de receita com vantagens superiores aos R$ 620 milhões. Tampouco está demonstrado que o ‘acordo de competitividade’ esteja sendo respeito em suas cláusulas”, esclarece um trecho da decisão.

19/03/2013 / 0 Comments
read more
03102012_elcio_alvares_nerte_20200308-075600_1.jpg

Eleitos com apoio da Maranata se calam diante de denúncias

Sem categoria

Ao realizar um evento público que reuniu 150 mil pessoas na Praça do Papa, em Vitória, há uma semana, a Igreja Maranata tentou dar uma resposta por meio da mobilização dos fieis contra as denúncias de desvio de recursos oriundo do pagamento de dízimos, além disso, deu uma demonstração de seu poder político. E relação às denúncias, a demonstração de força foi frustrada dois dias depois com a prisão de pastores, líderes da igreja. Mas do ponto de vista político, a situação da Maranata vem causando algumas leituras pelos observadores do processo eleitoral. A possibilidade de a igreja ter de devolver um total de R$ 762 mil por recursos públicos destinados à Fundação Manoel dos Passos Barros, que pertence à Igreja Maranata, por meio de emendas parlamentares, revela a ligação da instituição religiosa com a classe política. Algumas figuras muito ligadas à Maranata, porém, não têm se posicionado em defesa dos pastores detidos, o que pode complicar suas candidaturas no próximo ano. O principal agente político identificado com a Maranata é o deputado estadual Elcio Alvares (DEM), que deve seus dois últimos mandatos na Assembleia aos fiéis da Maranata. Elcio, porém, não se pronunciou sobre a denúncia de desvio das emendas parlamentares. Também não se posicionou em defesa da igreja em meio à crise. Outro parlamentar que tem como base eleitoral a Igreja Maranata, é o deputado federal Carlos Manato (PDT), que também não se pronunciou sobre o assunto. Ele não destinou emendas e verbas para a igreja, mas esperava-se nos meios políticos uma defesa inflamada da instituição. Até porque, assim como Élcio, Manato também deve seus últimos dois mandatos de deputado federal à igreja. O ex-deputado Geovani Silva é outro nome ligado à Maranata. Chegou à Assembleia Legislativa em 2003 pelo apoio da base eleitoral da igreja, mesmo sem conseguir se reeleger em 2006, continuou a ter o apoio do grupo. Geovani se disse surpreso com a denúncia, mas também não saiu em defesa da igreja. A deputada Aparecida Denadai (PDT), uma das deputadas que destinaram emendas à Maranata, se disse surpresa com a denúncia. Ela e Geovani disseram que a fiscalização tem de ser feita pela Secretaria de Saúde do Estado. Aparecida não depende eleitoralmente apenas da igreja, Maranata, como no caso de Geovani. O ex-deputado federal Jurandy Loureiro (PSC), que é ligado à Assembleia de Deus, mas também tem votos na Maranata. Também não quis se pronunciar sobre a crise na igreja.   Eleitos com o apoio da Igreja, os deputados e ex-deputados que não partiram para a defesa da Maranata vão ter de enfrentar a ira dos fieis, que pela movimentação do evento de 45 anos de aniversário estão unidos em torno da igreja, mesmo diante das graves denúncias. Como os candidatos vão se apresentar para essa nova etapa de convencimento é que não se sabe.  

19/03/2013 / 0 Comments
read more
09122012_casagrande_hartung_arquivo_s_20200308-075600_1.jpg

Casagrande e Hartung afinam discurso para manutenção da unanimidade

Sem categoria

As declarações de apoio mútuo, via imprensa, do governador Renato Casagrande (PSB) e do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) mostram que ambos estão afinados no discurso e dispostos a manter o sistema político que dará sustentação à reeleição do socialista. A união dos dois mantém coesa também a base dependente política e economicamente do grupo. Desgastado por denúncias e com capital eleitoral esvaziado, Hartung não é uma ameaça ao palanque do socialista. Por outro lado, totalmente incluído no grupo político do ex-governador, Casagrande também não é uma ameaça ao projeto político de seu antecessor. Por isso, os dois não teriam motivos para o racha. Assim, Casagrande agora protege Hartung e, consequentemente, o palanque em que se elegeu em 2010, evitando desequilíbrios para a disputa do próximo ano. Já Hartung encontra em Casagrande um nome com densidade para levar à frente o projeto do grupo. Isto porque outras lideranças ligadas a Hartung não teriam o mesmo peso. Ricardo Ferraço (PMDB) não dá sinais de que pretende entrar no jogo do próximo ano; Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), depois da derrota do ano passado na disputa municipal, também está fora. O ex-prefeito de Vitória, João Coser (PT), trabalha no sentido de se viabilizar para o Senado, mas vai depender da conjuntura política, para o governo do Estado não teria condições. E o próprio Hartung também reconhece o risco que seria disputar a eleição no próximo ano, principalmente, com a possibilidade de ter de vir a enfrentar o senador Magno Malta (PR). Malta não depende do aporte financeiro que a unidade do grupo representa para a maioria da classe política e que é o principal elemento de ligação dos partidos e candidatos que fazem parte do bloco. O senador consegue seu financiamento sem precisar se integrar à base palaciana. Por isso, é difícil controlá-lo e com o potencial eleitoral que o senador tem, Hartung em desgaste de prestígio não seria um candidato em condições de bater o republicano. Casagrande, disputando a reeleição tem mais condições de enfrentar o palanque de Malta. Mas para o restante da classe política o acerto de discurso entre Hartung e Casagrande significa melhor posicionamento político para a disputa do próximo ano, principalmente para quem vai disputar reeleição para a Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. O mercado político já entendeu que se antes Hartung dominava as articulações eleitorais, ele agora divide o posto com o governador Casagrande. Como o sistema econômico que financia as campanhas orbita em torno desse sistema de unanimidade política, a base de Casagrande se mantém unida para se beneficiar também do sistema econômico.  

19/03/2013 / 0 Comments
read more
190313_OGrandeCircoInfimo_GrupoZ_LuaraMonteiro_01.jpg

Grupo Z de Teatro comemora 15 anos com retrospectiva

Sem categoria

  O Grupo Z de Teatro começou em 1996 em Vitória como uma companhia de teatro de rua. Formavam-no artistas que viam no coletivo o caminho para a realização de um trabalho importante e admirável. Quinze anos se passaram e o grupo conseguiu manter-se unido e dedicado a se consolidar na cena dramática do estado com peças sempre criativas.    Para comemorar esse período de muitas dificuldades e superações, o Grupo Z preparou uma temporada de quatro espetáculos em Vitória, o lançamento de um site e de um livro sobre sua história. Na próxima quinta-feira (21) será apresentada a primeira peça, O Grande Circo Ínfimo (fotos), na sede do grupo no Centro de Vitória.    “A rua nos proporcionou muita vivência e aprendizado, e isso realmente moldou o grupo e o transformou no que é hoje”, explica o diretor e ator Fernando Marques. Ele também conta que foi um pouco difícil chegar aos quatro espetáculos que serão apresentados durante o aniversário de 15 anos. “Pensamos muito e escolhemos essas peças porque elas representam da melhor maneira a fase atual do grupo”, diz.   Durante a programação serão encenadas, além de O Grande Circo Ínfimo, no mês de março, as peças Quatro Intérpretes para Cinco Peças, em abril, Insone, em novembro, e Olhos de Ver, em dezembro. No final do ano também será publicado o livro sobre o grupo, de autoria do escritor e dramaturgo Saulo Ribeiro.   A peça que inaugura a temporada é sobre uma companhia de circo em decadência que mora em uma hospedaria também esquecida em uma velha rua. A trupe se dispersou depois de perceber que não podia competir com as novas formas de entretenimento. Alguns insistem em se manter o que eram, outros procuram novos caminhos. A história questiona qual o lugar do teatro nos dias de hoje.    Esse mesmo espetáculo foi selecionado para a 16ª edição do Palco Giratório Sesc, marcando a primeira vez de uma companhia teatral capixaba no projeto. O grupo Z realizará 31 apresentações em 28 cidades de 13 Estados, a começar por Fortaleza (CE), em abril e seguirá viajando o país até setembro.   “É uma satisfação enorme conseguir manter um grupo de teatro coeso e atuante durante 15 anos”, diz Fernando, que está muito feliz com a nova temporada do grupo e a oportunidade de se apresentar no Palco Giratório.    “Apesar de todas as dificuldades em se fazer arte profissional no Brasil, ao longo dos anos conseguimos reconhecimento dentro do estado e também formamos um público que está presente em todas as nossas apresentações”, conta.   Essa nova temporada de quatro espetáculos que fazem uma retrospectiva do Z está sendo realizada por meio do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2012, que fomenta o desenvolvimento de atividades teatrais, incentivando a criação e a circulação de espetáculos.    Para Marques, hoje é mais fácil conseguir apoio porque o número de leis de inventivo e de programas e editais de cultura aumentaram muito durante os 15 anos do grupo. Mas ainda assim, “estamos longe de termos uma política de cultura que seja continuada e consistente”, pondera.    Serviço O Grupo Z de Teatro começa sua retrospectiva com O Grande Circo Ínfimo, que será apresentado de quinta (21) a domingo (24), às 20h, na sede do grupo. R. Professor Baltazar, 152, Centro, Vitória. Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Informações: (27) 3022-2324.

19/03/2013 / 0 Comments
read more
19032013_chuvas_pedestres_facebook.jpg

Chuvas fortes devem persistir até esta quarta-feira

Sem categoria

 A chuva que iniciou na noite desta segunda-feira (18) e persiste durante esta terça-feira (19) vem provocando transtornos para os moradores que tentam se locomover, principalmente nos municípios da Grande Vitória. Os alagamentos se multiplicam por toda a região metropolitana obstruindo vias causando transtornos e estragos. Entre 19 horas de segunda e 8 horas desta terça-feira (19) choveu 170 milímetros no Estado, o dobro do esperado para o mês de março. No fim da manhã, o acumulado chegou a 190 milímetros.   Durante a madrugada foram registrados alagamentos e quedas de árvores em Vitória, Vila Velha, Serra e Guarapari. No interior do Estado árvores também caíram e obstruíram vias em Cachoeiro de Itapemirim, na região sul e Marechal Floriano, na região serrana.    A forte chuva que atinge o Estado nesta terça-feira está sendo considerada atípica e deve persistir nesta quarta-feira (20). As vias de acesso à Terceira Ponte, em Via Velha, principalmente as avenidas Francelina Carneiro Setúbal, Antônio Ataíde, Luciano das Neves estão obstruídas pela água, impossibilitando o trânsito de carros. Nas imediações da Avenida São Paulo, também em Vila Velha uma árvore caiu impedindo o acesso de carros à Terceira Ponte.    Nas imediações do Terminal de Vila Velha a inundação impediu que os ônibus circulassem pelo local na manhã desta terça-feira. A chegada a Vila Velha pela Terceira Ponte também foi prejudicada por conta do alagamento.    A prefeitura de Vila Velha solicitou apoio do exército para o resgate de moradores da região do bairro Cobilândia, que são fortemente atingidos pela chuva.   De acordo com o relatório mais recente da Defesa Civil Estadual são 28 desabrigados e 96 desalojados – que estão na casa de parentes ou amigos – na Grande Vitória. No interior do Estado não há registro de pessoas afetadas. Por conta da possibilidade de continuidade das chuvas a Defesa Civil de Vila Velha optou por ativar um abrigo que funciona na escola municipal João de Medeiros Calmon, no bairro Parque das Gaivotas.   O exército está ajudando com remoção de escombros e abertura de caminhos, com o auxilio de quatro caminhões com altura de um metro e quatro equipes. Até o momento a água não passou deste nível. Inicialmente foi feito o atendimento de pessoas em hospitais, depois o resgate de moradores ilhados de Vila Velha.   O acesso a Vitória por vila Velha pela Segunda Ponte também está comprometido por conta de pontos de alagamento na Avenida Carlos Lindenberg.    Na noite desta segunda-feira foram registradas rajadas de vento de 40 km/h na estação meteorológica da Ufes e de mais de 50 km/h na região do aeroporto Eurico Salles. Na Terceira Ponte as rajadas chegaram a 90 km/h   A orientação da Guarda Civil de Vila Velha é que os condutores evitem sair de carro nesta terça-feira, optando pelo transporte coletivo, que consegue vencer os alagamentos. Além disso, a sugestão é para que aqueles que têm possibilidade evitem deixar as residências nesta terça.    No quilômetro 265 da BR-101, na Serra, a via está obstruída nos dois sentidos, só sendo possível o trânsito pelas vias laterais.    Já a prefeitura de Cariacica montou um gabinete itinerante na manhã desta terça-feira na sede da Secretaria de Serviços de Transito (Semset) do município. De lá o prefeito Juninho deve coordenar as ações envolvendo as ocorrências de chuvas. A decisão faz parte das ações do Comitê de Prevenção de Desastres Naturais do município.    No município, o rio Bubu transbordou em alguns pontos inundando bairros do entorno.  O Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) recebeu alertas reportando riscos de deslizamento e inundação na região da Grande Vitória, Alfredo e Anchieta, no sul do Estado, que foram repassados para as defesas civis dos municípios para que fossem tomadas as providências. A previsão do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) é que as chuvas sigam moderadas durante esta terça-feira. As condições de chuva volumosa podem persistir até a manhã desta quarta-feira (20).       Veja fotos da chuva na Grande Vitória

19/03/2013 / 0 Comments
read more

Subserviência ou rabo preso?

Sem categoria

  Na tarde da última quarta-feira (13), portanto, após o término da sessão da Assembleia Legislativa, Século Diário publicava uma reportagem sobre a ação do Ministério Público denunciando que R$ 25 milhões teriam sido jogados pelo ralo na construção do posto fiscal de Mimoso do Sul, que nunca saiu da fase de terraplanagem.   Do dia do “furo” para cá, os outros jornais do Estado, como não podia ser diferente, também entraram no caso e noticiaram o teor da ação de improbidade administrativa do promotor Dilton Depes contra o ex-governador Paulo Hartung e companhia.    Na sexta-feira (15), Hartung usou os jornais para fazer sua defesa. Nas edições do fim de semana, foi a vez do governador Renato Casagrande sair em defesa do antecessor. Entre outras argumentações para desqualificar a denúncia de Depes, ele chegou a dizer que o Ministério Público, no caso o promotor, havia “passado de todos os limites”.    Pois bem. Hoje, segunda-feira (18), primeira sessão da Assembleia após o caso vir à tona, havia uma expectativa muito grande para saber como os deputados tratariam a questão. Mesmo porque, para quem não se recorda, foi o deputado Gilsinho Lopes (PR) que levantou a polêmica do posto de Mimoso após ler reportagem no jornal A Tribuna – primeiro veículo a denunciar o escândalo em setembro de 2012.    O republicano chegou a exigir a convocação do então secretário de Fazenda José Teófilo à Assembleia para explicar o desperdício do dinheiro público enterrado numa obra inconclusa que sangrou R$ 25 milhões dos cofres do Estado.    Estranhamente, Gilsinho não se pronunciou sobre o caso nesta segunda-feira. Ficou até parecendo que não foi ele quem fez denúncia na Casa a partir da reportagem publicada em A Tribuna. Na época, ele parecia tão indignado… O que será que houve?    Quem acabou quebrando a “lei do silêncio”, para variar, foi o deputado Euclério Sampaio (PDT). Justiça seja feita, um dos únicos que tinha coragem de questionar o então governador Paulo Hartung na Assembleia.   O pedetista lembrou aos colegas que em 2007 já havia pedido informações sobre a vergonhosa obra, mas que nunca fora atendido pelo governo Hartung. Pudera! Afinal, o que eles iriam dizer ao deputado?    O incômodo registro de Euclério, ao questionar as obras, fez muitos deputados se virarem na cadeira à procura de uma posição que os tornassem imperceptíveis. Na verdade, eles não sabiam muito bem o que fazer ou dizer. Até que Gildevan Fernandes (PV), que muito deve a Hartung, criou coragem e saiu em defesa do ex-governador. O ex-prefeito de Pinheiros disse que denúncia de improbidade não significa culpa.    Não era bem esse discurso que a população esperava de um “representante da sociedade”. A exemplo de Euclério, que cobrou explicações, esperava-se que os deputados saíssem em defesa dos interesses do cidadãos e não do ex-governador. Se Hartung necessita de defesa, que contrate um bom advogado. O deputado deveria estar ali para defender os interesses do povo.   A obrigação dos deputados é zelar pelo dinheiro público. Eles deveriam ter se inspirado nas palavras do promotor para questionar o ex-governador e seus aliados: “Enquanto os cidadãos do Estado do Espírito Santo padeciam nos superlotados chãos dos corredores dos hospitais públicos pela ausência de leitos hospitalares, a criminalidade assumia proporções assustadoras como decorrência, dentre outras causas, da falta de investimento em segurança pública e recomposição do reduzido quadro de policiais civis e militares, presos eram encarcerados em contêineres (celas metálicas) face à inexistência de vagas nos presídios do Estado, o nível da educação pública Estadual não conseguia situar-se sequer dentro do já baixo índice médio nacional, em consequência também, dentre outros fatores, dos baixos salários dos profissionais da educação, os requeridos torraram cerca de vinte e cinco milhões de reais numa obra sem qualquer relevância para a população”, disse o promotor na ação.    Mas seria muito otimismo esperar que os deputados cobrassem a apuração rigorosa dos fatos denunciados e pedissem a punição dos responsáveis. Depois os deputados levantam a voz, sem razão, para pedir mais respeito à Assembleia.    O respeito se conquista naturalmente quando se trabalha com ética, compromisso e honestidade, características que, infelizmente, estão em falta na Casa, que está dividida entre a subserviência e o rabo preso, salvo raríssimas exceções.  

18/03/2013 / 0 Comments
read more

Ensaiado

Sem categoria

  Não demorou nada e o discurso do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) contra a inclusão de seu nome na denúncia do promotor Dilton Depes já foi encampado pelo governador Renato Casagrande. Notas bem ensaiadas, numa clara tentativa de reforçar a tese apresentada por Hartung de perseguido político e vítima, voltando sempre naquela velha história do combate ao crime organizado. Mas a principal justificativa de Hartung, ecoada agora por Casagrande, não é tão simples como eles querem que pareça. O entendimento sobre a responsabilidade de governadores em casos de corrupção é, no mínimo, controverso. Alegar que simplesmente não era o ordenador de despesas, não encerra o assunto. A participação de Hartung foi considerada direta, ele não garantiu apenas crédito suplementar de R$ 4 milhões para as obras do posto fiscal em Mimoso do Sul, que nunca saiu do papel, mas também recursos quando o mesmo já havia sido extinto, em 2010. Além do mais, o caso envolve pessoas da absoluta confiança de Hartung. Mesmo que fosse hábito do ex-governador assinar tudo de olhos fechados, ainda assim ele precisaria ser investigado, como precisa agora. E Casagrande, mais uma vez, entra numa barca furada. Que coisa…   Ensaiado II Em 2009, o hoje presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, levantou a questão em uma ação que tramita no Superior Tribunal de Justiça envolvendo o senador Valdir Raupp de Matos (PMDB/RO), quando ele era governador de Rondônia. Barbosa pontuou que essa mesma alegação não era suficiente para arquivar o processo, seguindo jurisprudência firmada pelo Supremo: para aceitação de denúncias e abertura de ação penal basta a existência de indícios, aplicando-se o princípio in dubio pro societatem (na dúvida, a favor da sociedade).   Ensaiado III Raupp havia assinado convênio com o Ministério do Planejamento e Orçamento, se comprometendo a aplicar os recursos repassados (R$ 21,176 milhões) exclusivamente no Planafloro, mas o dinheiro fora desviado para outros fins. Barbosa defendeu que isto teria ocorrido sob ordens do então governador. O senador veio com a mesma ladainha de que não era o ordenador de despesas e jogou a batata quente para cima do seu secretário da Fazenda na época.    Ensaiado IV Ao sair em defesa de Hartung, o governador Casagrande também já deixa seu recado sobre os citados na denúncia que estão no seu governo. Não vai tomar nenhuma providência em relação a Bruno Pessanha Negris (atual presidente do Banestes); o ex-secretário de Transportes e Obras Públicas, Neivaldo Bragato (atual presidente da Cesan); o ex-diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-ES), Eduardo Antônio Mannato Gimenes – que ainda ocupa cargo de direção no órgão, e Marcos Antônio Bragatto (atual consultor do Executivo na Secretaria da Fazenda).    ‘Coincidência’ A mídia corporativa, para variar, sempre entra em campo para socorrer Hartung. Nesta segunda-feira (18), o jornal A Gazeta tratou de relembrar do ex-presidente da Assembleia Legislativa José Carlos Gratz. Matéria de página inteira, atrás dela, a defesa ao ex-governador. Cheira à encomenda.    Cadê? Expectativa agora é por um pronunciamento do deputado estadual Gilsinho Lopes (PR), que puxou a polêmica do posto fiscal lá atrás. Estamos no aguardo.    No ar O governo do Estado fez aditivo ao contrato que mantém com a Sociedade de Taxi Aéreo Weston Ltda, para “prestação de serviços de locação de aeronaves de asa fixa com tripulação e comissária”. O valor total passa a R$ 1.396.875,00. O povo quer “rodar” mais e mais o Estado. Que diga o vice-governador Givaldo Vieira (PT), que aproveita para fazer sua candidatura a deputado federal.    Pegando fogo Cassinho Ayres, que protocolou na sexta-feira (15) o pedido de impugnação da convenção do PSDB em Vitória, apontando várias irregularidades na escolha da chapa única, comunica que solicitou nesta segunda-feira (18) a relação dos eleitos no diretório municipal e foi surpreendido com a resposta de que não existe essa lista. E questiona: os filiados votaram em quem então? A ata, diz ele, também não está no partido. O presidente eleito, Aloísio Ramaldes, não garantiu que foi tudo certo, dentro da lei? Cachimbo da paz passa longe do ninho tucano.   Cerco fechado Na sequência do oba-oba que a classe política ama fazer para a poluidora Vale, fica o registro. O Valor Econômico divulgou que o governo da Argentina proibiu a empresa de demitir qualquer operário envolvido com o projeto Potássio Rio Colorado. Motivo: a Vale desistiu do empreendimento e saiu demitindo todo mundo, cinco mil pessoas. A poluidora só tem moleza mesmo por aqui. E quanta moleza!   140 toques “Amanhã [terça-feira, 19] teremos outro debate na Comissão de Assuntos Econômicos sobre a proposta do governo de uma alíquota única para o ICMS”. (Senador Ricardo Ferraço – PMDB – no Twitter).   PENSAMENTO: “Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê lhe poder”. Abraham Lincoln 

18/03/2013 / 0 Comments
read more

Paginação dos conteúdos

Anterior 1 … 4.487 4.488 4.489 … 4.870 Seguinte
Royal Elementor Kit Theme by WP Royal.