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Próximo passo

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  Tudo bem, já sabemos de cor e salteado que a questão dos cartórios vagos e sub judice do Estado é de se espantar. E que todos os anos, o Tribunal de Justiça do Estado (TJES) divulga a lista de interinos, como acaba de fazer o corregedor-geral de Justiça, Carlos Henrique Rios do Amaral. Hoje já são 169 os cartórios nessa situação no Estado, sendo que 120 já poderiam ser distribuídos imediatamente para concurso público, o que deveria ser a forma correta de definir os tabeliães. Sabemos também que são muitos os interesses em jogo, afinal, tratam-se de verdadeiros bilhetes premiados, com faturamento mensal muitas vezes na casa do milhão, de causar inveja a qualquer mortal. O que não sabemos ainda, de maneira oficial, é quais os critérios que definem o comando dos cartórios. E, principalmente, o que falta para os concursos públicos saírem de vez do campo da teoria para a prática. Quando chegaremos afinal ao próximo passo?   Arranhões A deputada federal Rose de Freitas (PMDB) até que fez um bom discurso durante a eleição à presidência da Câmara nessa segunda-feira (4), que consolidou o favorito no cargo, Henrique Alves (PMDB-RN), mas sai da disputa mal. Fez movimento contrário ao que foi decidido pelo próprio partido, colocou-se como oposição, e vai pagar o preço.    Arranhões II O desenrolar do processo terá respingos lá e cá, com riscos de perder prestígio com o governo federal e ver prejudicado seu projeto de reeleição. Lembrando que Rose já perdeu força na disputa municipal de outubro, quando não conseguiu eleger muitos de seus prefeitos.    Aliás… Será mesmo que oito parlamentares do total de dez da bancada capixaba votaram em Rose? Diz eles que sim, mas…vai saber.    Disfarce Na tentativa de vender um “peixe” que não condiz com o clima pesado no plenário da Assembleia Legislativa, registrado durante a sessão de abertura dos trabalhos, nessa segunda-feira (4), o site da Casa estampou uma foto “só sorrisos” da nova Mesa Diretora – Theodorico Ferraço (DEM) Roberto Carlos (PT) e Solange Lube (PMDB). Quem vê até pensa…   Queimou largada O vereador de Vitória Reinaldo Bolão (PT) cobra esclarecimentos da prefeitura sobre a nomeação do vereador licenciado Max da Mata na Secretaria de Transportes, Trânsito e Infraestrutura Urbana (Setran). O petista constatou que Max já respondia pela pasta, inclusive em entrevistas na imprensa, antes mesmo de ser publicado o ato que o colocou no cargo. Empolgação demais?   Positivo A jornalista Carminha Corrêa vai assumir a direção de Comunicação da Câmara de Vitória. Tem bom histórico na imprensa capixaba.   Positivo II Para não dizer que a gestão do prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda (DEM), não marca sequer um ponto, a escolha do subsecretário de Cultura, o jornalista José Roberto Santos Neves, também foi uma boa pedida.    Exagero Em Nova Venécia, pelo visto, tudo é motivo de festa e holofotes. Nessa segunda-feira (4), houve solenidade de abertura do ano letivo escolar. Oi?   140 toques “A instalação do Superporto vai acarretar impactos ambientais em Ponta da Fruta, Interlagos e Barra do Jucu. Devia ficar em Praia Mole”. (Deputada federal Iriny Lopes – PT – no Twitter).   PENSAMENTO: “Os fatos não deixam de existir só por serem ignorados”. J.Sádaba

05/02/2013 / 0 Comments
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Poder isolado

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A ausência do governador Renato Casagrande, do presidente do Tribunal de Justiça, Pedro Valls Feu Rosa, e do presidente do Tribunal de Contas, Sebastião Carlos Ranna, na sessão de instalação dos trabalhos na Assembleia Legislativa, foi simbólica. Assim como também foi sintomática a presença do procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, na solenidade. Fora ele, nenhuma autoridade acompanhou o evento, indicando uma tendência de isolamento da Assembleia. Há um cuidado na classe política em relação à complicada situação de Theodorico Ferraço (DEM). Há também a ideia de que Ferraço dificilmente perde sua cadeira de deputado estadual, de presidente da Assembleia, mas o problema é que agora o desgaste não será apenas para ele, mas para todo o Poder Legislativo. E mais, o governador Renato Casagrande foi colocado no posto de cabo eleitoral de Ferraço. É verdade que foi a contragosto, mas ele acabou entrando nesse jogo político. Agora, desestabilizar Ferraço não é interessante para o Executivo. Mas isso não quer dizer que Casagrande vai tentar fortalecer Ferraço, muito pelo contrário. Com o desgaste do presidente da Assembleia, o governador deve manter uma distância segura de Ferraço. Os deputados também já perceberam que não terão à frente do poder o Ferração que pretendiam ter. Um deputado forte, com capacidade política de colocar a Assembleia de igual para igual com os demais poderes. Ferraço está calado, cabisbaixo, é uma fera ferida. É claro que sua capacidade de recuperação política, reconhecida no Espírito Santo, não pode ser descartada. Mas hoje o recado enviado à classe política é que a Assembleia está isolada do arranjo político. E isso deve ter um peso muito grande para a disputa eleitoral de 2014, quando os deputados estarão em disputa pela reeleição. Fragmentos: 1 –  Helder Salomão (PT) toma posse na Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos nesta quinta-feira (7), às 11 horas, no Palácio Anchieta. Logo, a exoneração do atual secretário Rodrigo Coelho (PT) deve sair nesta quarta. 2 – Dando sequência à dança das cadeiras, Esmael Almeida (PMDB) deve se despedir da Casa, para dar lugar a Rodrigo Coelho. Olmir Castiglioni (PSDB) também está chegando à Assembleia. 3 – E por falar em Castiglioni, quando Marcos Mansur tomou posse, o PSDB fez uma grande festa, mas não se vê a mesma empolgação com a chegada de Olmir Castiglioni à Casa. Por quê?

05/02/2013 / 0 Comments
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Macaco, olha o teu rabo!

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Muitos companheiros me abordam questionando sobre o fato de a coluna falar muito do pessoal da CUT. Isso trouxe surpresa porque muitos desses companheiros estavam no processo de ascensão do movimento sindical quanto a gente colocava até a vida em risco para garantir a democracia, a participação social no movimento. Numa época em que a polícia reprimia o movimento. Tudo era clandestino. Enfrentávamos todo esse aparato para garantir a liberdade do momento em geral. O que mais a gente debatia era a democracia interna. Fundamental para o bom funcionamento de uma entidade, como o respeito às divergências. Isto posto, causa surpresa os companheiros fazerem esses questionamentos, até porque é do conhecimento de toda a sociedade que qualquer cidadão que tenha sua mente virada para a esquerda em resumo, quem é simpático ao PT ou a CUT, que quem participa do movimento não pode fazer coisa errada, porque invariavelmente será questionado. A coluna priva por combater as instituições de esquerda que estão destoando de sua ideologia de origem. O que foi conquistado não pode ser colocado em risco por condutas pessoais, que venha a atrapalhar o movimento com um todo. Quem está hoje à frente dos movimentos tem que ter em mente que é necessário aprimorar o que foi conquistado. A coluna não pode se calar quando vê que há um movimento de direções com ações retrógradas. O perfil de algumas direções é totalmente voltada para o capital, estão esquecendo a função principal do sindicato e do movimento sindical, que é a garantira das melhorias da qualidade de vida, não só da classe trabalhadora, mas de toda a sociedade. Em vez de questionar a coluna, alguns dirigentes, alguns membros do movimento devem fazer uma auto-crítica e dar a mão à palmatória. Não adianta dar uma de macaco que senta sobre o próprio rabo e fala do rabo do outro. A coluna priva pela manutenção de melhoria das ações que busquem as ações por isso bate nas instituições que têm a obrigação de fazer essa defesa. As outras têm a função delas de fazer o contrário. O objetivo é fortalecer o movimento e isso inclui crítica, não só elogios.    

05/02/2013 / 0 Comments
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MUG é a grande campeã do Carnaval de Vitória 2013

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    A Mocidade Unida da Glória (MUG) confirmou seu favoritismo, alcançado após os desfiles do segundo dia do Grupo Especial, no sábado (2), e é a grande campeã do Carnaval de Vitória 2013.   Com o enredo Oui Voilá le France! Mocidade singra os mares de Dunkerque. Merci beacoup!, a agremiação canela-verde levou o título, com 297,1 pontos. A Independente de Boa Vista, também favorita, ficou em segundo lugar, com 296,6 pontos.    Em terceiro lugar, ficou a Unidos de Jucutuquara, com 295,4. A Pega no Samba, com 295,3 pontos, foi a quarta colocada e a Unidos da Piedade, com 291,3, a quinta. A Unidos de Barreiros foi a campeã do Grupo de Acesso. Já a Tradição Serrana, última colocada, caiu para o Grupo de Acesso.    A apuração aconteceu no Ginásio do Álvares Cabral, que ficou cheio e bem dividido entre as torcidas da MUG e da Boa Vista. De acordo com o presidente da Liga Espirito-Santense das Escolas de Samba (Lieses), Rogério Sarmento, no próximo ano haverá um novo modelo para o desfile no Sambão do Povo.   “O Grupo Especial será dividido em Especial A e Especial B, além do Grupo de Acesso. Este novo modelo foi amplamente discutido e aprovado por todas as agremiações”, revelou.   Com isso, em 2014, a escola Tradição Serrana desfila no Grupo de Acesso e a Barreiros, no Especial B, que terá ainda a Independentes de São Torquato, Novo Império, Andaraí e Imperatriz do Forte. Essas escolas vão desfilar na sexta-feira, enquanto as demais, no sábado.    Sarmento agradeceu ao prefeito Luciano Rezende pelo apoio, bem como a todo o seu secretariado, nas pessoas dos secretários de Cultura, Alexandre Lima, e Turismo, Paulo Renato, presentes na apuração.   Além do troféu, as escolas também recebem uma premiação em dinheiro. A MUG, campeã do Grupo Especial, leva R$ 20 mil. A Boa Vista receberá R$ 15 mil e a Jucutuquara, R$ 10 mil. A Barreiros, vencedora do Grupo de Acesso, receberá R$ 5 mil.

05/02/2013 / 0 Comments
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Empresa que explorava rotativo deve R$ 700 mil à prefeitura de Vitória

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A empresa Covit, que explorava o serviço de estacionamento rotativo em Vitória, não poderá concorrer à licitação do novo sistema de estacionamento na Capital. Segundo o secretário de Transporte, Trânsito e Infraestrutura, Max da Mata, a empresa deve aos cofres públicos do município cerca de R$ 700 mil (sem correção), referente aos repasses dos últimos três anos que deveriam ser feitos à prefeitura.  Apesar da dívida, o vereador Ronaldo Bolão (PT) protocolou nesta terça-feira (5) um requerimento na prefeitura pedindo informações sobre o cancelamento do contrato com a empresa Covit.    Direcionado ao prefeito de Vitória, Luciano Resende (PPS), o requerimento é um desdobramento da audiência realizada nessa segunda (4), para discutir o novo modelo de estacionamento na Capital. Na audiência, o vereador afirma que faltaram informações técnicas e financeiras sobre o novo modelo de estacionamento proposto para a cidade. Bolão também comentou sobre a dívida que teria sido deixada pela Covit. “Se há uma dívida é obrigação da Procuradoria do Município cobrar, porém entre o cancelamento do antigo contrato e o processo de licitação, o município perderá arrecadação. É preciso que seja apresentada uma alternativa. Se a licitação demorar seis meses, como ficaremos? Além disso, se antes o rotativo previa duas horas de estacionamento, hoje a mobilidade foi prejudicada no Centro de Vitória. O motorista deixa o carro parado até mais de 24 horas na mesma vaga”, reclamou Bolão. Ele ainda acrescentou que a falta de rotatividade das vagas prejudica o comércio no Centro.    Segundo o secretário Max da Mata, além da dívida deixada pela empresa, impede a renovação do contrato com a Covit um despacho da Procuradoria indicando a não renovação do contrato por motivos administrativos e jurídicos.  “A defesa do vereador [Bolão] com a empresa é estranha, sobretudo, sem conhecer o contrato com a prefeitura, sobretudo, porque a dívida foi feita durante o governo dele [João Coser, que também é do PT]. Além da dívida, a empresa move uma ação contra o município reivindicando o pagamento de R$ 3,5 milhões”, revelou Max da Mata.    Segundo ele, a cobrança judicial impetrada pela Covit diz respeito a um reajuste no valor do rotativo – com correção – , mas que não foi autorizado pela prefeitura. “Aceitar uma renovação de contrato, é o mesmo que compactuar com a ideia de um aumento. Todos os motivos para não renovação do contrato estão disponíveis no processo e podem ser acessados pelo vereador”, explicou Max da Mata.    Ele justificou  que o modelo utilizado pela Covit é ultrapassado e permite a apropriação do serviço por flanelinhas e que já requereu a execução do pagamento da dívida pela Covit ao município.  “Parte dos recursos devem ser investidos nos bairros e nas áreas de transporte ou segurança pública”, ressaltou.    O secretário explicou que a audiência pública sobre o estacionamento rotativo foi apenas “conceitual” e que todas as pesquisas de referência para a implantação do novo modelo serão realizadas a partir do debate realizado nesta segunda (4). Ele não comentou o que será feito no intervalo de tempo para controlar o estacionamento na cidade até que uma nova licitação do serviço seja realizada.    Quanto ao domínio dos flanelinhas das áreas de estacionamento da região Central, o secretário afirmou que os flanelinhas sempre atuaram no Centro. “Não é porque deixou de ter o rotativo que eles estão lá. Na época do rotativo eles já vendiam cartelas superfaturadas, o que queremos é justamente implantar um novo serviço mais eficiente”, ressaltou.    Nomeação   Em seu requerimento de informação protocolado na prefeitura, o vereador Bolão também cobrou informações sobre a nomeação do secretário Max da Mata. O vereador quer saber por que Max da Mata se manifestou sobre questões ligadas à Secretaria de Transportes, Trânsito e Infraestrutura, antes mesmo de sua nomeação, no dia 7 de janeiro.    O petista cobra ainda a cópia integral de todo processo e procedimento licitatório que teve como vencedora a empresa Covit; que seja informado qual o valor arrecadado pelo estacionamento rotativo, número de multas aplicadas com seus respectivos valores desde o início da vigência; o saldo disponível em conta da prefeitura em relação ao repasse que era realizado pelo serviço do rotativo na Capital e a cópia integral em todos os formatos disponíveis (áudio, vídeo, arquivos) da ata da audiência pública realizada na data de 04/02/2013, onde se discutiu o regulamento que precede a concorrência publica que definirá o novo sistema de estacionamento em Vitória.

05/02/2013 / 0 Comments
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Respira Vitória: poluição causa danos à saúde mesmo dentro dos padrões

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Na reunião desta terça-feira (5) do Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) Respira Vitória, a primeira do ano após o recesso da Câmara de Vereadores de Vitória (CMV), os três palestrantes convidados confirmaram algo já presente na maioria dos discursos sobre a poluição do ar e seus malefícios à saúde humana: mesmo dentro dos padrões estabelecidos pelas leis existentes, ainda é grande o impacto negativo dos poluentes para as pessoas.   Outro consenso no encontro foi a necessidade de mais estudos específicos sobre a área, em especial sobre as fontes de cada tipo dentre as partículas causadoras de malefícios à saúde. Assim, seria possível finalmente definir, de modo oficial, qual é a fonte real da poluição, para além do “empurra-empurra” atual da questão – empresas poluentes se eximem da responsabilidade, o poder público continua inoperante na fiscalização e punição e a população, em meio ao imbróglio, segue sofrendo.   Uma das primeiras frases do último palestrante do dia, o médico pneumologista da Ufes Valderio Dettoni, define bem a questão: “Não existe poluição segura ou inofensiva”. Segundo ele, vários estudos já realizados provam que pode-se encontrar problemas graves de saúde mesmo dentro dos padrões considerados de “segurança”.   O professor apresentou algumas pesquisas provando a relação direta entre a alta concentração de poluentes atmosféricos e os impactos na saúde, relacionando com muitas doenças, como pulmonares, cardíacas, cânceres e asma, e, inclusive, com o aumento da mortalidade.    Mesmo assim, Valderio Dettoni critica os que pensam que apenas quando a poluição causa doenças de modo direto é que a população deve se preocupar com os efeitos. “Não é preciso que as pessoas morram para que falemos de saúde”, frisa. Para ele, apenas o fato de a poluição afetar diretamente o bem-estar das pessoas deve ser tema de grande preocupação.   Já Dione Miranda, da Secretaria Municipal de Saúde de Vitória, também palestrante do encontro, trouxe dados do programa Vigiar, de acompanhamento dos riscos oriundos da poluição do ar à saúde humana.   Para ela, ainda são necessários muitos dados para suprir as limitações das análises, motivadas principalmente pela falta de dados e pela baixa frequência de sua coleta.   Outra palestrante da reunião, Maria de Fátima Dettoni, da Secretaria de Estado da Saúde, frisou a necessidade de identificar as fontes para analisar e definir as responsabilidades pelos malefícios. Isso acontece pela falta de estudos concretos, em Vitória, sobre as fontes dos poluentes. Para os especialistas, sabe-se apenas que as principais são os complexos industriais e a alta concentração de veículos automotivos.   As pesquisas feitas, em geral, tratam sem especificidade do tema, o que em geral torna-se argumento para as grandes empresas poluidoras, que se consideram isentas das responsabilidades sobre os malefícios das emissões.   Além disso, Maria de Fátima afirmou que é preciso mais do que apenas estudos, frisando a necessidade de atualização do inventário de emissões da Grande Vitória.    Hoje, há grande expectativa sobre os rumos que a nova gestão da Prefeitura de Vitória, cuja Secretaria de Meio Ambiente é comandada por Cleber Guerra (PSB), vai dar para a Lei de Controle da Poluição do Ar, de autoria do vereador Namy Chequer (PCdoB). A lei foi aprovada em maio de 2011, mas até agora não foi colocada em prática. Com ela, seria possível para a população da Capital acompanhar os índices de emissões de poluentes.   O GTI Respira Vitória foi criado a partir do Seminário Respira Vitória, realizado em junho de 2012, por iniciativa do vereador Serjão Magalhães (PSB), presidente reeleito da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, e está em período de apresentação de dados técnicos para ser criada uma legislação mais rígida para assegura a qualidade do ar da GV.  

05/02/2013 / 0 Comments
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Associação de Procuradores da República divulga nota de apoio a Eder Pontes

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Depois das entidades locais e nacionais ligadas ao Ministério Público dos estados, a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) divulgou nesta terça-feira (5) uma nota de apoio à atuação do procurador-geral de Justiça, Eder Pontes da Silva, durante a Operação Derrama. No texto, a entidade adere ao discurso de que o chefe do órgão ministerial estaria sofrendo uma sabotagem por parte das demais instituições. Segundo o texto reproduzido no site do Ministério Público Federal no Estado (MPF-ES), a ANPR lamenta a aparente violação das prerrogativas processuais e o desrespeito ao papel constitucional do Ministério Público no caso. Esse trecho faz menção direta aos argumentos levantados por Eder Pontes de que ainda não teria recebido os autos do processo. Essa é a terceira entidade de classe do MP que se manifesta a favor do chefe do Ministério Público Estadual (MPES), muito embora o teor das críticas de setores do Poder Judiciário, Polícia Civil e sociedade civil sejam muito mais amplos, como o fato de Eder Pontes se esquivar da análise do mérito das acusações – a exemplo do silêncio sobre a participação do presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM), no esquema de fraudes na recuperação de créditos tributários. “É motivo de preocupação para toda a sociedade quando os princípios do devido processo legal ausentam-se da persecução penal e quando o amplo acesso aos autos e todos seus elementos – direito expressamente garantido por lei -, é restringido aos membros do MP, dificultando o cumprimento de seu papel constitucional de titular da ação penal”, narra um dos trechos da nota. Ao final do texto, os procuradores da República afirmam que “confiam na responsabilidade e discernimento das instituições estaduais para chegar a um entendimento”, alimentando uma suposta crise (como ventila a mídia corporativa), que seria propagada pelos dois lados. De um lado, o Ministério Público desqualifica o trabalho das instituições envolvidas nas investigações, enquanto do outro lado surge desconfiança sobre o trabalho de Eder Pontes. Antes da entidade de procuradores da República, as direções da Associação Espírito-Santense do Ministério Público (AESMP) e do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG) se manifestam em apoio ao chefe do MP capixaba.   Os sistemáticos pedidos de apoio de Pontes às instituições de classe, mostram que o procurador-geral tenta se respaldar das quixas veladas que o acusavam de blindar o presidente da Assembleia, Theodorico Ferraço, e os ex-prefeitos envolvidos no esquema de cobrança ilegal de tributos instalado em oito prefeituras capixabas. 

05/02/2013 / 0 Comments
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Comitiva capixaba busca inspiração em modelo prisional de sucesso adotado em MG

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Uma comitiva formada pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJES), desembargador Pedro Valls Feu Rosa; pelo presidente da Comissão de Enfrentamento e Combate à Tortura, desembargador Willian Silva; pelo supervisor das Varas de Execuções Penais, desembargador João Paulo Calmon Nogueira da Gama; juiz Marcelo Loureiro, coordenador das Varas de Execuções Penais; pelo secretário de Estado de Justiça, André Albuquerque Garcia; além de representantes dos agentes penitenciários do Estado, visitou a unidade da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), localizada no município de Itaúna, em Minas Gerais.    O modelo mineiro, implementado há 15 anos, é exemplo em ressocialização de presos dentro e fora do País. Só em Minas Gerais são 35 unidades geridas pela Apac, em uma rede que está prestes a ser ampliada naquele Estado. A taxa de reincidência dos apenados da Apac é de 8,2%, enquanto a do País é de 80%.      Pedro Valls produziu artigo, publicado no site do TJES, em que detalha a visita do grupo à unidade de Minas Gerais e faz o desafio para que o modelo – ou algo inspirado nele – seja implantado no Estado.    A Apac tem o objetivo de promover a humanização das prisões. Enquanto no sistema convencional o custo por detento é de quatro a cinco salários mínimos, na Apac o custo cai para 1,5 salários.   O modelo adotado pela Apac preza pela ressocialização do apenado e para a profissionalização dele através da realização de trabalhos e capacitação. No método da Apac, o próprio reeducando é responsável pela recuperação e recebe assistência médica, psicológica, espiritual e jurídica.    Os detentos em regime fechado da unidade de Itaúna que não terminaram o ensino médio são obrigados a estudar, além de participar de cursos profissionalizantes. Ao serem beneficiados pelo regime semi-aberto, eles colocam em prática o que aprenderam, seja dentro do sistema ou em empresas parceiras.    Nas unidades que utilizam o método há mais regras de disciplina do que qualquer outro presídio – com horários para trabalho e estudo – mas os próprios detentos ficam em poder das chaves das celas e são eles que escoltam os outros até o Fórum para audiências.    São também eles que preparam a própria alimentação, e fazem as refeições com talheres normais.    Os detentos também executam trabalhos nas unidades da Apac. Eles produzem peças para carros – que são vendidas para montadoras e artigos de vestuário como sandálias e roupas.    Os custos das unidades da Apac também impressionam por serem menores do que uma prisão comum. Enquanto para a construção de um presídio regular com vaga para 320 presos o governo gasta, em média, R$ 32 milhões, uma unidade da Apac com 200 vagas custa R$ 2,2 milhões.    No artigo, o desembargador propõe uma reflexão. “Não seria a hora de pensarmos em soluções locais para nossos problemas? Até aqui temos importado a ideia de prisões imensas, desumanizadas, caríssimas – nosso sonho é ver chegar ao Brasil a primeira ‘Supermax’, símbolo do sistema penitenciário norte-americano”.   Pedro Valls continua dizendo que a ideia das prisões “Supermax” não tem dado certo no Brasil, nos Estados Unidos ou na Europa. “Quer se fale em custos ou índices de reincidência, a ideia brasileira [da prisão humanizada] é claramente superior. Há que ser estimulada, refinada e reproduzida pelo Brasil afora – talvez pelo mundo, pois desconheço uma única prisão de qualquer outro país que possa apresentar números tão vistosos após 15 anos de funcionamento”.   Os números aos quais o desembargador se refere no artigo são os de evasão, fuga, custo por preso, de construção de unidades e de reincidência. Nos 15 anos de funcionamento do modelo da Apac houve 37.881 saídas sem escolta policial, sendo apenas oito evasões. Em 10 anos não há fuga da unidade de Itaúna – que não tem muro nos fundos do terreno.

05/02/2013 / 0 Comments
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Assembleia e governo avançam no acordo para pagamento dos 11.98%

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O clima na Assembleia Legislativa, na sessão ordinária desta terça-feira (5), foi bem diferente da solenidade de instalação dos trabalhos, na tarde dessa segunda-feira (4). O presidente da Casa, Theodorico Ferraço (DEM), parecia bem mais à vontade na condução dos trabalhos. O motivo foi o avanço nas negociações entre a Assembleia Legislativa e o governo do Estado na busca de um entendimento sobre o polêmico pagamento do retroativo dos 11.98% de reposição salarial aos funcionários do Legislativo, relativos a planos econômicos do governo federal na década de 1990. O governador recebeu o presidente da Assembleia e a deputada Luzia Toledo (PMDB), presidente da Comissão dos 11.98%, criada no ano passado para intermediar as negociações. A comissão já havia se reunido com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Pedro Valls Feu Rosa, para discutir o assunto. Também já havia concluído os cálculos atualizados, com a juada do Tribunal de Contas do Estado, órgão auxiliar da Assembleia. Faltava a cessão de dois auditores do Estado para acompanhar o caso e buscar formas legais de encontrar um entendimento para o impasse. O governador garantiu aos deputados que marcaria uma reunião o mais rápido possível com o Procurador Geral do Estado, Rodrigo Júdice, para que o governo possa fazer sua parte na busca do entendimento. Caso o governo resolva o problema e autorize o pagamento, Ferraço politicamente sai fortalecido em meio a um momento de desgaste político. O demista foi eleito presidente da Casa com o apoio dos servidores da Assembleia, já que defendia essa bandeira. Conseguindo o pagamento do direito aos servidores sairá muito fortalecido não só com os servidores e deputados, mas também no mercado político. O avanço das negociações por parte do governo pode ser interpretado como uma manifestação de apoio do Palácio Anchieta à gestão de Ferraço, que procura um fato novo de peso para afastar o fantasma da Derrama.

05/02/2013 / 0 Comments
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Saudações e despedidas na primeira sessão ordinária

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Os discursos dos deputados estaduais na primeira sessão ordinária da Assembleia Legislativa no retorno do recesso, nesta terça-feira (5), foram marcados por saudações e despedidas. Euclério Sampaio (PDT) e Esmael Almeida (PMDB) foram os destaques da tribuna da Casa. Euclério Sampaio,  que tomou posse na Casa ainda em dezembro, na suplência de Marcelo Coelho (PDT), eleito para a prefeitura de Aracruz, ainda não havia feito pronunciamentos. Nesta terça, ele ocupou a tribuna para dizer que adotará uma postura independente. Disse também que tem projetos e demandas de eleitores que podem ajudar o governo e que quer ser “respeitado em tempo e à hora”. Já o deputado Esmael Almeida fez na sessão seu discurso de despedida. O deputado vai deixar a Assembleia para o retorno de Rodrigo Coelho (PT), que deve tomar posse nos próximos dias. Esmael fez um discurso rápido, mas foi aparteado por vários parlamentares que lhe prestaram homenagem. O filho do deputado, o vereador de Vitória Davi Esmael (PSB), foi ao plenário para também homenagear o pai. Ele entregou a Esmael um quadro com fotos do deputado no plenário da Casa. Defesa O deputado José Esmeraldo (PR) usou o seu tempo na tribuna da Casa para defender o prefeito afastado de São Gabriel da Palha, no noroeste do Estado, Henrique Vargas (PRP). Vargas deixou a Assembleia para assumir a prefeitura, mas foi afastado do cargo por denúncia de crime eleitoral. O então deputado teria usado funcionários de seu gabinete na Assembleia para fazer campanha eleitoral. O presidente da Casa, Theodorico Ferraço (DEM), comentou o discurso de Esmerado dizendo que o caso de Vargas está nas mãos de um desembargador honrado que vai fazer Justiça.

05/02/2013 / 0 Comments
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