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Século Diário

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Contradições das lideranças do PT revelam falta de projeto político

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A partir de julho deste ano será deflagrado o Processo de Eleição Direta (PED) para a escolha dos novos dirigentes do PT. No Espírito Santo, a conjuntura eleitoral de 2014 é um dos pontos que certamente será incluído nos debates para a escolha do novo presidente. Para o ex-deputado José Otávio Baioco, a forma como o partido está sendo conduzida hoje se tornou personalista.    Em entrevista a Século Diário neste fim de semana, Baioco fala da militância e da representatividade de sua corrente, a Articulação de Esquerda, que tem uma senadora, Ana Rita Esgario, uma deputada federal, Iriny Lopes, e um deputado estadual, Cláudio Vereza. E explica por que mesmo com maior expressão para fora do partido, a corrente não consegue retomar o comando do PT.    Baioco critica a forma imediatista como a política partidária vem sendo conduzida, privilegiando as coligações, que algumas vezes se afastam do arco ideológico do partido em função dos acordos regionais, o que vai de encontro ao projeto nacional do PT.    O ex-deputado explica também como o PT no Espírito Santo deixou de ser um partido de militância para se tornar um partido de eleitores e como a falta de acompanhamento e orientação da Estadual nos municípios do interior tem desmotivado as lideranças locais, que reclamam da falta de espaço de debate.    Participando do mandato da senadora Ana Rita, Baioco afirma que seu trabalho é para dentro do partido, não tendo aspirações eleitorais, e que pretende intensificar o trabalho no interior e com os movimentos sociais. A entrevista com José Otávio Baioco vai ao ar neste sábado (2).

01/02/2013 / 0 Comments
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Em ???Amor???, Michael Haneke aborda o inevitável fim da vida

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A nova obra do diretor Michael Haneke, Amor, não tem nenhum pudor ao falar de velhice e de morte. O drama, que acompanha a rotina de um casal de professores de música que já passarem dos 80 anos, estreia este final de semana no Cine Metropolis e no Cine Jardins.   Georges (Jean-Louis Trintignant) e Anne (Emmanuelle Riva) levam a vida entretidos com pequenas atividades, cuidam da casa, fazem compras, vão ao teatro, são atenciosos e pacientes com as manias uns dos outros. Tudo vai bem até que Anne é abalada por um derrame, que deixa sequelas e vai degradando seu corpo e sua mente pouco a pouco. A partir de então, amor que os une é posto à prova.   Apesar do enredo sentimental, o diretor não abandona seu estilo visceral de contar histórias. A câmera está sempre estática e nunca deixa o apartamento do casal realçando a cumplicidade entre eles e o seu isolamento do resto do mundo.   A câmera incômoda de Haneke é implacável em mostrar como a personagem Anne, antes uma mulher carismática e uma exímia pianista, vai se apagando e perdendo a memória e a capacidade de se comunicar.    O longa é um drama duro e intimista, que segue a mesma linha do filme anterior do diretor, A Fita Branca (2011), vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Amor, por sua vez, foi indicado ao Oscar 2013 em cinco categorias, e foi vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes e do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro.    Serviço Amor (Amour, Áustria/França/Alemanha, 2012, 127 minutos, 16 anos)    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 16h35 e 19h. Cine Metropolis: 14h10, 18h30, 20h50.

01/02/2013 / 0 Comments
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Regra do CNJ complica ainda mais situação de Theodorico Ferraço na Justiça

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O risco assumido pelos deputados estaduais ao reeleger Theodorico Ferraço (DEM) para a presidencia da Casa é grande, já que o parlamentar coleciona processos de improbidade no Tribunal de Justiça (TJES). A situação do deputado ficou ainda mais complicada com a meta estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos Tribunais de Justiça de identificar e julgar todos os processos de improbidade até 31 de dezembro deste ano. O deputado responde a nove ações neste sentido apenas no Tribunal de Justiça. Embora tenha conseguido emplacar na Assembleia a Emenda 85, que impede que juízes de primeira instância julguem ex-prefeitos e deputados, blindando a si mesmo das decisões de primeiro grau, os processos contra ele no Tribunal de Justiça podem entrar na lista de processos a serem julgados até dezembro. Isso pressiona não só a Ferraço, mas todos os que têm processos no tribunal por improbidade. Ao aprovar a emenda, Ferraço se livrou de um julgamento possivelmente político por um juiz, mas ao levar a questão diretamente para o TJES, esse julgamento cai direto em um colegiado. Basta uma condenação para que a ficha do agente político fique suja, tirando-o do páreo. No Tribunal de Justiça, o mérito dessa Emenda ainda será avaliada e uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) tramita no Supremo Tribunal de Federal (STF), ou seja, a questão ainda não está pacificada. Caso Ferraço seja condenado em algum de seus processos na Justiça, ele não perde automaticamente o mandato, aliás, como presidente da Assembleia, essa possibilidade ficará ainda mais difícil de acontecer. Mas a condenação tiraria Ferraço da disputa eleitoral de 2014. Para garantir a reeleição à Assembleia, Ferraço conduziu um jogo político com o Palácio Anchieta que se estende desde 2001, quando o então presidente da Casa, Rodrigo Chamoun (PSB), deixou o cargo para assumir a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas (TCES). Ferraço, então vice-presidente, assumiu o cargo e convocou uma eleição para um mandato-tampão. Depois de bater na mesa com o governo para conseguir a vaga, Ferraço se elegeu para a presidência da Casa e passou a articular uma PEC para lhe garantir a reeleição. A PEC começou a circular no ano passado pouco antes do início do processo eleitoral, mas o governo do Estado conseguiu deixar para depois da eleição municipal a discussão. Depois da eleição, porém, o perfil de Ferraço havia mudado devido ao seu desempenho no apoio aos aliados. Em vez de esbravejar pela imprensa contra o governo do Estado, Ferraço passou a discutir mais delicadamente sua recondução à Mesa. Com isso, conseguiu costurar sua eleição. O processo foi colocado em risco em meados do mês passado, com a denúncia de participação do deputado em um escândalo de fraude em recuperação de créditos em oito prefeituras, que levou para a prisão 10 ex-prefeitos, incluindo a mulher de Ferraço, a ex-prefeita de Itapemirim Norma Ayub (DEM). A polêmica gerada pela Operação Derrama, que desbaratou o esquema, colocou em risco a reeleição de Ferraço e um substituto teria sido procurado pelo governador Renato Casagrande para o caso de Ferraço não conseguir se livrar da acusação. Mas o parecer do procurador Geral de Justiça, Eder Pontes, determinando a soltura da mulher de Ferraço e levantando suspeitas sobre o inquérito, garantiu a reeleição do deputado.

01/02/2013 / 0 Comments
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Número de homicídios em janeiro foi 3,5% superior ao do mesmo período de 2012

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O mês de janeiro de 2013 já é mais violento do que o de 2012 no Estado. O número de homicídios registrados nos primeiros 31 dias deste ano já ultrapassa o de mortes violentas no comparativo com o mesmo mês de 2012. São 146 homicídios contra 141 no ano passado, um aumento de 3,5%. Com base nesses números, a taxa estimada de homicídios para 2013 é de taxa 50 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes, superior à registrada em 2012, que foi de 48 homicídios por 100 mil.    Enquanto Vila Velha, Vitória e Cariacica apresentaram queda, embora  pouco acentuada no número de mortes no primeiro mês de 2013, outros municípios como Linhares, São Mateus, Aracruz e Conceição da Barra, todos na região norte, registraram aumento no número de homicídios desproporcional ao do resto do Estado. Destaque para Conceição da Barra. No município de pouco mais de 28 mil habitantes foram registrados quatro homicídios em janeiro deste ano. Se a média for mantida, até o fim do ano serão 47 homicídios.     O número isolado de 47 mortes violentas em um ano não causa muito impacto quando se toma como exemplo de comparação o município da Serra, que registrou 36 homicídios só em janeiro. Mas proporcionalmente à população, aumentam muito as chances de uma pessoa ser assassinada em Conceição da Barra. Projetando a taxa para Conceição da Barra para 2013, o número chega a impressionantes 165 homicídios por 100 mil, sendo que a  Organização das Nações Unidas (ONU) considera acima 50 mortes por 100 mil situação de países que estão em guerra civil.     Linhares que também foi bem violenta em janeiro, ainda sim registrou uma taxa bem menor à de Conceição da Barra, embora em relação ao ano passado tenha subido mais que o dobro. Linhares registrou cinco homicídios no primeiro mês de 2012 contra 11 deste ano. Projetando a taxa de mortes para 2013, o número deve ficar em torno de 91 por 100 mil habitantes.    Situação mais dramática é registrada em Aracruz, que supera Linhares em taxa de homicídios. Foram dois homicídios registrados no primeiro mês de 2012, contra sete em 2013. Se continuar nesse ritmo, o município, que tem pouco mais de 81 mil habitantes (IBGE, 2010), fechará 2013 com uma taxa anual de 100 homicídios por 100 mil habitantes.    Em São Mateus, vizinho de Conceição da Barra – o município com maior taxa -, a violência também é preocupante. Só em janeiro, oito pessoas foram assassinadas no município, duas a mais que no mesmo período de 2012.    Na Grande Vitória, Serra segue dominando as estatísticas. Em janeiro deste ano, 36 pessoas perderam suas vidas para a violência na Serra. Em 2012 foram 31, ou seja, um aumento de 16%. Exceção de Vitória, que vem registrando redução das mortes – 9 este ano contra 12 do ano passado -, Vila Velha, Cariacica e Guarapari registraram pequena desaceleração dos homicídios, que ainda não pode ser interpretada como uma tendência de queda. Vila Velha registrou duas mortes a menos em relação a 2012, enquanto Cariacica, Viana e Guarapari tiveram redução de apenas uma morte este ano. 

01/02/2013 / 0 Comments
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Filmes em cartaz

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Programação dos cinemas de Vila Velha, Vitória e Guarapari de 01 a 07 de fevereiro.    ESTREIA   Amor (Amour, Áustria/França/Alemanha, 2012, 127 minutos, 16 anos) Drama. Direção de Michael Haneke. Com Jean-Louis Trintignant, Emmanuelle Riva, Isabelle Huppert e William Schimell. Os desafios de um casal octogenário para lidar com a idade, a família e o relacionamento a dois.    Cine Metropolis: 14h10, 18h30, 20h50.   O Som ao Redor (Idem, Brasil, 2013, 131 minutos, 16 anos) Drama. Direção de Kleber Mendonça Filho. Com Gustavo Jahn, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Irma Brown, JW Solha. Com a chegada da milícia, rua de classe média na zona sul do Recife sofre transformações.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 18h45. Quarta não haverá sessão.   Inatividade Paranormal (A Haunted House, EUA, 2013, 12 anos, 86 minutos) Comédia. Direção de Michael Tiddes. Com Marlon Wayans, Nick Swardson, Alanna Ubach, Essence Atkins. O casal Malcolm e Keisha acaba de se mudar para uma nova casa, mas logo descobrem que mais alguém mora no lugar, um demônio que possui a esposa de Malcolm e transforma a vida sexual do casal num inferno.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 4. 17h20, 19h20, 21h20. DUBLADO. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 2. 13h20, 15h40, 18h10, 20h20.    Caça aos Gângsteres (Gangster Squad, EUA, 2011, 16 anos, 114 minutos) Policial. Direção de Ruben Fleischer. Com Ryan Gosling, Emma Stone, Sean Penn, Josh Brolin. A luta do Departamento de Polícia de Los Angeles para manter a costa leste livre da máfia durante os anos 40 e 50.    Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3. 16h50, 19h30, 22h.    O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, EUA, 2012, 12 anos, 122 minutos) Comédia. Direção de David O. Russel. Com Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert DeNiro, Julia Stiles, Chris Tucker. Após uma temporada internado em um sanatório, Pat tenta reconstruir sua vida ao voltar a morar com seus pais.     Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 3. 13h20, 16h, 18h30, 21h.   Os Miseráveis (Les Misérables, Reino Unido, 2012, 12 anos, 157 minutos) Musical. Direção de Tom Hooper. Com Hugh Jackman, Anne Hathaway, Russel Crowe, Helena Bonham Carter, Geoffrey Rush. Adaptação para o cinema do musical baseado na obra do francês Victor Hugo.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 7. 14h, 17h10, 20h30. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 7. 13h45, 17h15, 20h50.   SESSÃO CULT   Para Roma, Com Amor (To Rome With Love, Espanha/Itália/EUA, 2012, 104 minutos, 12 anos) Comédia. Direção de Woody Allen. Com Jesse Eisenberg, Penélope Cruz, Alec Baldwin, Ellen Page, Woody Allen. Italianos e estrangeiros vivem encontros e desencontros amorosos rodeados pelas belas paisagens de Roma.    Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. Terça e quinta 21h.   CONTINUAÇÃO   Lincoln (Lincoln, EUA/Índia, 2012, 145 minutos, 12 anos) Drama. Direção de Steven Spielberg. Com Daniel Day-Lewis, Joseph Gordon-Levitt, Tommy Lee Jones, Sally Field. Durante a Guerra Civil Americana, Abraham Lincoln lidera a vitória do norte do país.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 6. 17h50 e 20h50.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 4. 13h, 16h10, 19h20, 22h30. Terça 13h e 16h10.   Infância Clandestina (Infância Clandestina, Argentina/Brasil/Espanha, 2011, 112 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Benjamín Ávila. Com Natália Oreiro, Teo Gutierrez, Enerto Alterio, Cesar Troncoso. Argentina, 1979, o menino Juan vive na clandestinidade da mesma maneira que seus pais e tio.    Cine Metropolis: 16h30.   O Resgate (Stolen, EUA, 2012, 96 minutos, 14 anos) Ação. Direção de Simon West. Com Nicolas Cage, Josh Lucas, Danny Huston. Ex-ladrão procura pela filha que foi sequestrada e trancada no porta malas de um táxi.    Cine Ritz Guarapari: Sala 1. 21h30. DUBLADO.   João e Maria – Caçadores de Bruxas (Hansel & Gretel – Witch Hunters, EUA, 2012, 100 minutos, 14 anos) Comédia. Direção de Tommy Wircola. Com Gemma Arterton, Jeremy Renner, Peter Stormare. Quinze anos depois do incidente envolvendo a casa de doces, João e Maria tornaram-se caçadores de bruxas.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 1 (3D). 13h30, 15h30, 17h30. DUBLADO. 19h30 e 21h30 (LEG).  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 14h10, 16h20, 18h40, 21h. Terça e quinta 14h10, 16h20, 18h40. Sala 5 (3D). 13h10, 15h20, 17h40, 20h, 22h10. DUBLADO. Cine Ritz Guarapari: Sala 3 (3D). 17h e 19h. DUBLADO. 21h15 (LEG).   Django Livre (Django Unchained, EUA, 2012, 165 minutos, 16 anos) Faroeste. Direção de Quentin Tarantino. Com Jamie Foxx, Leonardo DiCaprio, Joseph Gordon-Levitt, Samuel L. Jackson, Christoph Waltz, Kurt Russel, Sacha Baron Cohen. Com a ajuda de seu mentor um escravo, que agora é caçador de recompensas, se prepara para resgatar sua mulher das mãos de um brutal fazendeiro.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 2. 13h40, 17h, 20h20.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 6. 12h, 15h30, 21h20.   Sammy: A Grande Fuga (Sammy 2: The Great Escape, Bélgica, 2012, 93 minutos, Livre) Animação. Direção de Ben Stassen. Continuação da aventura da tartaruga marinha Sammy, que viajou o mundo por 50 anos e o viu se transformar por causa do aquecimento global.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 14h45. DUBLADO.   Uma Família em Apuros (Parental Guidance, EUA, 2012, 104 minutos, Livre) Comédia. Direção de Andy Fickman. Com Billy Cristal, Bette Midler, Marisa Tomei, Tom Everett Scott. Avô precisa tomar conta dos netos enquanto sua filha trabalha fora. Primeiro ele tenta usar métodos modernos de educação com os três netos, mas logo retorna ao estilo antigo.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 6. 13h20 e 15h30. DUBLADO.  Cine Ritz Guarapari: Sala 2. 15h30 e 17h30. DUBLADO.   Detona Ralph (Wreck-It Ralph, EUA, 2012, 107 minutos, Livre) Animação. Direção de Rich Moore. Bandido de um jogo de fliperama tenta provar que pode virar mocinho, para ser tão adorado quanto seu adversário de jogo.    Cine Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 4. 13h e 15h10. DUBLADO.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3 (3D). 12h10 e 14h30. DUBLADO. Sala 6. 18h50. DUBLADO.  Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 14h50. DUBLADO. Cine Ritz Guarapari: Sala 1. 19h20. DUBLADO.    De Pernas pro Ar 2 (Idem, Brasil, 2012, 99 minutos, 12 anos) Comédia. Direção de Roberto Santucci. Com Ingrid Guimarães,

01/02/2013 / 0 Comments
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O grito das ruas

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O silêncio das organizações da sociedade civil frente à manobra engendrada pelo procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, para blindar o presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM), começava a preocupar os que acompanham mais atentamente os desdobramentos da Operação Derrama. As pessoas se perguntavam: “Será que os movimentos sociais não vão para as ruas em protesto a essa manobra ardilosa?” A aparente passividade dos movimentos sociais gerou uma dúvida: será que a população está compreendendo o que estava acontecendo? Ou interpretaram que o parecer do procurador-chefe de fato fora “equilibrado”, como disse um jornal. O mesmo que apontou que poderia estar havendo excessos por parte da polícia e do Tribunal de Justiça, que estariam dando conotação política às investigações. Afinal, a temida Derrama estava promovendo uma “limpeza” inédita no Estado. A segunda fase da operação, a mais aguda, levou mais de 30 pessoas para a cadeia, entre elas, dez ex-prefeitos, tal a capilaridade do esquema que envolve pelo menos oito prefeituras na cobrança irregular de tributos. Além de encarcerar os ex-prefeitos, as investigações também atingiram Ferraço, que foi indiciado justamente às vésperas de ser reeleito presidente da Assembleia. O parecer do chefe do MPES, que alegou que não havia elementos nas investigações para oferecer denúncia à Justiça, acabou sendo decisivo às pretensões de Ferraço, que ganhou sobrevida para manter-se no jogo. O desfecho dessa manobra se consolida simbolicamente nesta sexta-feira (1), quando a Assembleia Legislativa deve confirmar Ferraço na presidência. Do parecer de Pontes para cá, impera na Assembleia a lei do silêncio. Ferraço está mudo, assim como os 29 parlamentares que devem reconduzi-lo ao comando da Casa. A estratégia foi mergulhar o mais fundo possível, esperar a poeira baixar e, só então, retornar de mansinho à tona. Mesmo meio em cima da hora, os movimentos sociais anunciaram nesta quinta (31) que vão quebrar esse silêncio com um protesto. Nesta sexta (1) eles vão bater na porta de Pontes para perguntar por que o procurador-chefe se omitiu e deixou de apresentar denúncia contra o deputado. Em seguida, partem para a Assembleia para lembrar à população que os ditos “representantes do povo” estão prestes a reeleger um presidente que coleciona quase três dezenas de processos na Justiça e um indiciamento em curso num dos maiores escândalos de corrupção que este Estado já assistiu. Não se sabe quantas pessoas o Fórum Estadual em Defesa do Interesse Público (Fedip), que está puxando o protesto, vai conseguir reunir. Mas isso agora não é o que mais importa. Importante é saber que os movimentos sociais não estão inertes e já começaram a fazer barulho para quebrar o silêncio que reinava no MPES e na Assembleia. Os gritos das ruas vão incomodar muita gente.

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Fragmentos políticos de janeiro

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(1) Para promover uma aproximação entre o governo federal e os prefeitos eleitos, foi realizado o Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas em Brasília. Os prefeitos capixabas estiveram presentes para acompanhar o que a mídia chamou de “Pacote de Bondades” da presidente Dilma. Ela anunciou uma série de medidas para beneficiar as prefeituras. Tudo somado, são R$66,8 bilhões para a realização de novos investimentos. Grande parte dos recursos, R$35,5 bilhões, será destinada a obras de saneamento, pavimentação e mobilidade urbana. Além disto, a presidente anunciou que o governo federal abriu uma nova seleção para investimentos que totalizam os outros R$31,3 bilhões. Investimentos em habitação, em creches e em quadras nas escolas públicas, por exemplo. Dilma também anunciou um chamado “encontro de contas” com as prefeituras que têm dívidas com a Previdência Social e que ao mesmo tempo têm créditos a receber do governo federal. A presidente também falou do tema delicado da distribuição dos royalties do petróleo e reiterou a sua disposição de destinar tais recursos para a educação. Assim, ficou patente a intenção dela de reforçar as pautas federativas e de inserir os municípios brasileiros no esforço de promoção de investimentos para retomar o crescimento econômico nacional e para aumentar a produtividade do trabalho. Tudo isto vai requerer um grande esforço dos novos prefeitos para elaborar projetos para captar e receber os recursos. Como muitos municípios capixabas não contam com equipes técnicas suficientes para elaborar projetos, será importante que o governo estadual, em diálogo com a AMUNES, encontre caminhos para apoiar as prefeituras. Este é um problema crônico que até já levou o governo federal a criar mecanismos para apoiar os municípios na elaboração de projetos. Mas o governo estadual precisa catalisar as ações. Hoje, a realidade é que os recursos existem no plano federal, mas faltam projetos. Com a palavra o governador Renato Casagrande e a AMUNES. (2) A eleição da nova Mesa da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, para além da “fulanização” do processo, traz de volta o tema do papel e do desempenho do Legislativo capixaba e o tema do equilíbrio entre os poderes. Em tempos de internet, seria importante que os internautas inaugurassem um debate sobre isto. Como se sabe, o papel clássico do Poder Legislativo resume-se a um trinômio: legislar, fiscalizar e formar novas lideranças políticas. Mas não é isto que se tem visto no Espírito Santo. Não seria então a hora dos internautas provocarem este debate? Por que as eleições da Mesa se resumem à pautas internas que as fazem parecer, como disse o professor Roberto Garcia Simões, eleições sindicais? Por que os deputados apenas “homologam” propostas do Executivo? E assim por diante. Por último: terá a nova Mesa estofo e competência para levar a Assembleia, como instituição e como Poder, a atuar em equilíbrio com os outros Poderes e a contribuir para o desenvolvimento do Espírito Santo? Com a palavra os internautas. (3) Enquanto isto, lá em Brasília, as novas Mesas da Câmara Federal e do Senado da República também passaram por um processo eleitoral “fulanizado” e, até, paroquial. Ninguém ouviu, por exemplo, um debate consistente sobre a questão da pauta federativa, que é uma pauta pesada que tomou o ano de 2012 e vai tomar 2013 e 2014. Como se sabe, tem a questão dos royalties, tem a questão do FPE, tem a questão da unificação da alíquota do ICMS, tem o papel dos estados e municípios no esforço nacional de promoção de investimentos e retomada do desenvolvimento. Como tudo isto não entrou para valer no processo eleitoral para as escolhas respectivas das Mesas da Câmara e do Senado, espera-se agora que venham à tona com força. Especialmente o Senado tem papel fundamental na questão da pauta federativa, pois ele é a instituição que tem a função de ser a “Casa da Federação”. Assim, espera-se que os senhores senadores realmente cuidem de colocar em prática, por exemplo, as ideias contidas no Manifesto de senadores por um novo rumo para o Senado, catalisado pelo senador Cristovam Buarque e outros senadores, bem como as propostas da Comissão de Notáveis que o próprio Senado instalou para discutir as questões da Federação. Tanto o Manifesto (Portal do senador Cristovam), quanto as Propostas (Site do Senado) podem ser lidos, avaliados, criticados e utilizados para um grande debate pelos internautas. Neste debate, os “internautas capixabas”, por exemplo, poderiam inter-agir com os três senadores pelo Espírito Santo. Para além da “fulanização”.

31/01/2013 / 0 Comments
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Bola da vez

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  O passado e o presente não negam que a Assembleia Legislativa, do ponto de vista político, sempre foi extremamente vulnerável. Diria até que sem personalidade. Os mandatos do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) são um exemplo claro disso, ele fez o que bem entendeu contando com a subserviência da Casa. E essa identificação dos deputados estaduais com Hartung chegou inclusive a ameaçar o atual chefe, Renato Casagrande. Mas desde que ocorreu a ascensão de Theodorico Ferraço (DEM), a história parece ter mudado de figura. As negociações para consolidar mais um mandato a Ferraço estão ai para provar. Não teve Operação Derrama que desse jeito. No olho do furacão, o presidente da Assembleia se prepara para ser reconduzido ao cargo, nesta sexta-feira (1). Para não fugir à regra, a Casa continuará sob controle. Só que não mais de Hartung. Terá início a Era Ferração. Agora, é ele quem manda.    Veja só… A propósito, o ex-prefeito de Guarapari Edson Magalhães (sem partido) está preso desde o dia 15 de janeiro, assim como demais ex-prefeitos investigados na Operação Derrama. Mas olhe que interessante: o jornal A Gazeta dessa segunda-feira (28) publicou ato assinado pelo próprio Magalhães, convocando aprovados em concurso público. A data da assinatura é 25 de janeiro deste ano. Suspeito, não?   Abrigo Mais um da lista de ex-prefeitos derrotados na eleição do ano passado foi absorvido pelo governo do Estado. Desta vez, Iracy Baltar (PSDB), que não conseguiu ser reconduzida ao comando de Montanha. Ela responde agora por cargo em comissão de gerente de Educação, Juventude e Diversidade, da Secretaria de Estado da Educação (Sedu).  Baixou o nível Paraíso das elites capixabas, o condomínio fechado Aldeia da Praia, em Guarapari, parece ter descambado de vez para a baixaria no verão deste ano. Depois da briga que se tornou pública entre o advogado José Carlos Stein Júnior e o promotor de Justiça Marcelo Lemos, outros episódios repercutem nas rodas sociais, igualmente envolvendo pessoas públicas. Mas a coluna não vai citar nomes, até mesmo porque faz coro àquele velho ditado: “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”.    Palanques Pelo visto, os amigos de fé e irmãos camaradas do PR, o ex-prefeito de Vila Velha Neucimar Fraga e o senador Magno Malta, se entendem cada vez menos. Na disputa de Guarapari, assim como ocorreu nas últimas eleições municipais, os dois estão em palanques diferentes. Magno apoia o socialista Ricardo Conde, já Neucimar, Carlos Von (PSL).   Segue… Aliás, um dia desses, um influente repórter ligou para o gabinete do senador para conseguir o novo número de telefone do ex-prefeito. Mas ninguém soube informar. Em outros tempos, quando isso aconteceria? Rombo Ainda pesa no bolso do PSDB no Estado a dívida amarga deixada pela candidatura a prefeito em Vitória de Luiz Paulo Vellozo Lucas. Ele recebeu pouco mais de R$ 5 milhões, mas gastou R$ 9,5 milhões. Faltam quitar R$ 4,1 milhões. Enquanto isso…o prefeito eleito, Luciano Rezende (PPS), gastou pouco mais de R$ 2 milhões e ainda ficou com saldo.    Rombo II A propósito, R$ 500 mil seriam os gastos apenas com o Instituto Futura. Para bom entendedor…   Visita Mais uma candidata ao Parlamento Italiano chegou em Vitória para buscar os votos dos 13 mil descendentes com cidadania que moram no Estado. Trata-se de Renata Bueno, que já foi vereadora de Curitiba pelo PPS. Ela foi recebida nesta quinta-feira (31) pelo prefeito Luciano Rezende e o presidente da Câmara de Vereadores, Fabrício Gandini, que também são do PPS. O governador Renato Casagrande também fez as honras da casa.   140 toques “Reunião (PMV/MP/Polícia/Defesa Civil) sobre segurança para eventos na cidade. Teremos mudanças nas normas”. (Prefeito de Vitória – Luciano Rezende – PPS – no Twitter).   PENSAMENTO: “Em política os remédios brandos agravam frequentes vezes os males e os tornam incuráveis”. Marquês de Maricá

31/01/2013 / 0 Comments
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Ataque e defesa

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Ao mesmo tempo em que coloca a turma do bochicho na rua para disseminar a ideia de que vai disputar o governo do Estado no próximo ano, o ex-governador Paulo Hartung (PMDB) atua para garantir que um aliado de primeira hora permaneça na Assembleia para atuar como advogado de seu governo, caso alguma pedra seja direcionada para sua vitrine. Não que Hartung vá mesmo disputar o governo do Estado, seria preciso uma bomba no colo de Renato Casagrande para que o governador não tente a reeleição, e isso Hartung não tem. Muito pelo contrário, os comentários nos meios políticos são de que se alguma bomba for estourar, vai ser para o lado do grupo do ex-governador. Diante da possibilidade de vir a enfrentar alguma bronca no Judiciário, ele já estaria se prevenindo. A ideia de jogar seu nome no mercado, além de aumentar sua cotação, blindaria sua imagem, dando margem à interpretação de perseguição política. Mas ainda persiste a preocupação de que o retorno de Euclério Sampaio (PDT) à Assembleia possa trazer o governo Hartung para a mesa de análise, bem como a possibilidade de o ex-governador Max Mauro (PTB) vir a entrar no Legislativo, caso José Carlos Elias (PTB) não consiga manter na Justiça seu mandato.    Neste caso, é importante manter o aliado de última hora no plenário para a defesa do governo. Daí a insistência do ex-governador em manter Paulo Roberto (PMDB) na Casa. Por isso houve pressão em cima do presidente Theodorico Ferraço (DEM) para que ele desse posse ao peemedebista, mesmo sabendo que a cadeira não lhe pertencia. E por isso, a movimentação para que Olmir Castiglioni (PSDB) não assuma a cadeira. Hartung sabe que Paulo Roberto é o único com condição de conter os ataques que podem ser feitos ao governo. Foi líder de Hartung, chegou à Assembleia por meio de uma manobra para tirar da vaga Jardel dos Idosos, e agora retornaria com sua fidelidade canina para defender o governo de seu grande aliado. Fragmentos: 1 – Na próxima semana, quando o Congresso Nacional retornar do recesso parlamentar, a discussão sobre as novas regras do Fundo de Participação dos Estados (FPE) deve entrar em discussão na Casa. 2 – Embora as lideranças capixabas não estejam dando muita atenção ao tema, é preciso muito cuidado. Se a regra de distribuição incluir o PIB como regra, o Estado pode perder muito dinheiro. 3 – A disputa pela vice-presidência da Assembleia está esquentando. Mas se os interessados estão de olho nas broncas de Ferraço, é melhor tirar o cavalinho da chuva. Se tiver que vender o mandato, vai vender caro.

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Derrama: movimentos sociais vão às ruas em protesto à impunidade e corrupção

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Depois dos protestos em favor da vinda de uma força-tarefa federal para apurar as denúncias de corrupção levantadas na Operação Lee Oswald, os movimentos sociais do Espírito Santo – integrantes do Fórum Estadual em Defesa do Interesse Público (Fedip) – voltam às ruas nesta sexta-feira (1). Desta vez, o alvo da manifestação será a cobrança de transparência nas investigações do Ministério Público Estadual (MPES) sobre a Operação Derrama, que esbarram no deputado Theodorico Ferraço (DEM), que deverá ser reeleito para a presidência da Assembleia Legislativa nesta sexta. Segundo os organizadores do evento, a programação da manifestação inclui atos em frente às sedes do Ministério Público e da Assembleia Legislativa, ambas localizadas na Enseada do Suá, em Vitória, a partir das 13 horas. A concentração está marcada para as proximidades do Corpo de Bombeiros (embaixo da Terceira Ponte). A escolha da data do protesto foi simbólica, uma vez que o deputado Theodorico Ferraço, que surgiu nas investigações como um dos articuladores do esquema de desvio de dinheiro público em contratos de recuperação de tributos, deverá ser reeleito pelos colegas na tarde desta sexta. De quebra, a manifestação também vai realizar um ato contra o parecer do procurador-geral de Justiça, Eder Pontes da Silva, que desqualificou as investigações policiais sobre o escândalo. Essa deverá ser a primeira vez que a instituição, conhecida como a “guardiã da sociedade”, deve ser alvo de pesadas críticas da sociedade – a exemplo com o que ocorreu nas reações contrárias ao parecer por setores do Judiciário e da Polícia Civil. No caso envolvendo o demista, as críticas do Fedip guardam relação com os protestos em nível nacional contra a eleição do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), como novo presidente do Senado Federal. Na última semana, o peemedebista também foi alvo de uma denúncia da Procuradoria-Geral da República. No caso de Ferraço, a polícia sugeriu o indiciamento na ação penal da Operação Derrama – como ocorreu com a mulher do demista, a ex-prefeita de Itapemirim, Norma Ayub Alves (DEM). Um dos participantes do Fórum, o presidente do Diretório Municipal do PSOL de Vitória, Gustavo de Biase, lamentou a repetição de escândalos de corrupção no Espírito Santo. “Não podemos ficar calados em meio a tantos escândalos, como a Lee Oswald e a Derrama. Nesta sexta-feira, mais um capítulo triste da nossa história será escrito, com Ferraço sendo reeleito presidente da Assembleia Legislativa num ‘acordão’ feito entre todos os deputados”, criticou. Na última vez que o fórum foi às ruas, em maio do ano passado, os movimentos sociais promoveram a lavagem das escadarias do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O ato deu ainda mais visibilidade às denúncias trazidas pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJES), desembargador Pedro Valls Feu Rosa, sobre indícios de corrupção no governo Paulo Hartung (PMDB). Uma dessas denúncias resultou na deflagração da Operação Pixote, que confirmou a existência de fraudes em contratos do sistema prisional. A operação provocou a queda do então secretário de Justiça, Ângelo Roncalli, que havia sido mantido da gestão anterior, além da diretora-presidente da autarquia, Silvana Gallina. Por coincidência, o protesto também marcou uma virada de página na atuação do próprio Tribunal de Contas. Das suspeitas em torno da relação de um conselheiro com acusados de corrupção, o TCE se tornou protagonista ao iniciar as investigações – concluídas pelo Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nurocc) – que terminaram com a prisão de 31 pessoas, entre elas, dez ex-prefeitos na Derrama.

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