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Século Diário

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Elias nega ter sido convidado para equipe de Nozinho Correa

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Boato. Assim definiu o deputado estadual José Carlos Elias (PTB) sobre a notícia fortemente ventilada nos meios políticos de que ele teria sido convidado para compor a equipe de governo do prefeito eleito de Linhares, Nozinho Correa (PDT). O parlamentar disse que respeita a decisão do eleitorado local e que nunca foi procurado pelo prefeito eleito. Mesmo que fosse convidado, afirmou o parlamentar, não aceitaria a proposta. Garantiu que vai concluir o mandato de deputado estadual. Ainda sobre as movimentações de transição em Linhares, Elias comentou o convite para que sua ex-secretária de saúde, Fátima Biancardi, voltasse à pasta na nova administração. Segundo Elias, Biancardi foi convidada porque demonstrou competência, mas negou que tenha indicado qualquer nome para a nova administração.  Elias disputou a eleição em Linhares em outubro passado, contra Nozinho Correa e o atual prefeito Guerino Zanon (PMDB), entre outros nomes. Quanto ao aguardo do ex-governador Max Mauro, também do PT, sobre a definição do mandato de Elias, que está sendo questionado na Justiça, o deputado afirma que está recorrendo da decisão. Surgiu nos bastidores a informação de que Max Mauro estaria tentando conseguir a suplência com a cassação do mandato do titular da cadeira. O deputado afirmou, porém, que pretende percorrer todos os caminhos jurídicos e exaurir todos os recursos pertinentes para garantir sua permanência na Casa. Ele tem como objetivo chegar ao fim do mandato, em 2014. Na última terça-feira (20), a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) negou recurso do deputado, no Agravo de Instrumento em que pretendia que fosse considerada inválida a decisão de primeiro grau que recusou o recurso do parlamentar. Mas o processo não transitou em julgado, portanto, enquanto a peleja judicial continuar, José Carlos Elias permanece na Assembleia.  

26/11/2012 / 0 Comments
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Pesquisa descobre nova espécie de minissapo em Guarapari

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  Um grupo de pesquisadores descobriu uma nova espécie de sapo em uma restinga do Parque Estadual Paulo César Vinha, em Guarapari, no Sul do Estado. O animal mede cerca de 15 milímetros de comprimento e recebeu o nome de Melanophryniscus setiba, já que a região também é conhecida como Restinga de Setiba.   A pesquisa, que foi liderada pelo brasileiro Pedro Peloso, do Museu Americano de História Natural, de Nova York (EUA), também concluiu que o sapo é da mesma e popular família dos sapos-cururu, apesar de não ter as glândulas de veneno que são características do grupo. O pequeno animal, que vive em meio a folhas, no chão, tem coloração amarronzada e por isso é difícil identificá-lo em seu habitat.    O resultado da pesquisa, publicado no periódico “Americam Museum Novitates”, resultou de uma colaboração conjunta, além do museu americano, do Museu Argentino de Ciências Naturais, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).   (Com informações do Ambiente Brasil e Globo Natureza)

26/11/2012 / 0 Comments
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Enquanto Estado luta por royalties, Senado se apressa para votar FPE

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O governo do Estado aplica toda a sua energia na tentativa de reverter a difícil situação da nova partilha dos royalties do petróleo, mas os parlamentares capixabas parecem não estar atentos à movimentação que acontece no Senado e que também pode se transformar em uma ameaça, se não acompanhada de perto pelo Estado. Ainda esta semana, o Senado pode votar uma nova regra de partilha do Fundo de Participação dos Estados (FPE). As negociações dependem de entendimento entre os senadores, mas conta com o respaldo do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Os senadores correm contra o tempo para definir uma nova fórmula de partilha, já que em fevereiro de 2010 o Supremo Tribunal Federal (STF) decretou inconstitucional a regra atual de distribuição do fundo. Ao mesmo tempo, deu prazo de dois anos ao Congresso para que definisse nova regra. Às vésperas do fim do prazo, os congressistas precisam se agilizar para encontrar uma fórmula de consenso.  A discussão que se trava no momento é que o projeto parte do princípio de que o estado não pode receber menos recursos do que já ganha. Deve evitar ainda perdas no futuro. Nesta quarta-feira (28), o relator da Comissão de Assuntos Econômicos, Walter Pinheiro (PT-BA), vai apresentar seu parecer. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) não há relator, o presidente da Comissão Eunício Oliveira (PMDB-CE) pretende avocar a matéria para relatá-la em plenário. Caso não haja pedido de urgência, o projeto terá que tramitar também nas comissões de Desenvolvimento Regional (CDR) e na CAE. Caso não consigam chegar a um acordo, os estados deixarão de receber as cotas do FPE em janeiro de 2013. Isso piora ainda mais a situação já delicada do Espírito Santo, que a partir do próximo já não contará com recursos do Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias (Fundap) e pode também perder os recursos dos royalties. O FPE é um fundo constituído por 21,5% da arrecadação líquida federal, oriunda do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Para o Espírito Santo, esse percentual equivale a cerca de R$ 600 milhões.  

26/11/2012 / 0 Comments
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Com menos da metade dos recursos, aumenta imobilidade do Projeto Reflorestar

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Na última sexta-feira (23), por meio de decreto, o governo do Estado liberou R$ 11 milhões em crédito suplementar para ser destinado a custeio de pessoal do Tribunal de Contas (TC). Do montante, R$ 9,25 milhões são provenientes do setor de meio ambiente da administração estadual e, disso, R$ 8,05 milhões sairão exclusivamente do orçamento destinado à estruturação e implementação do projeto de recuperação e conservação da Mata Atlântica, o Projeto Reflorestar.   A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), administrada desde março por Patrícia Gomes Salomão, do começo do governo Casagrande até hoje não recebeu muita prioridade. E essa última mexida no orçamento reflete ainda mais o descaso a que está entregue a pasta.    O Reflorestar, programa que – além de ter um nome bonito e propositivo – nasceu com o objetivo de ampliar da cobertura florestal no Estado, tinha destinado um montante exclusivo de R$13.431.780, segundo dados do orçamento do governo. O projeto, que pouco fez desde o seu lançamento, com o decreto de semana passada teve um corte de mais da metade de seu orçamento e deve ficar ainda mais imóvel.   Como anunciado diversas vezes por Século Diário, o Reflorestar nasceu em uma perspectiva de acordo com grandes empresas, em especial a gigante Aracruz Celulose (Fibria), como incentivos ao aumento da cobertura vegetal tendo como base o plantio de eucaliptos, as chamadas “florestas plantadas” – ou, melhor, o Deserto Verde. Desde o seu início, é pequeno o espaço que se vê para o reflorestamento real da Mata Atlântica, nativa do Estado.   No Espírito Santo, segundo o secretário de Estado de Agricultura, Enio Bergoli, há 250 mil hectares cobertos pelas “florestas plantadas”. Um dos objetivos do Projeto Reflorestar é aumentar o número em 30 mil. Mas, para o secretário, o ideal seria atingir os 450 mil.    Se antes, quando os recursos ainda estavam “inteiros”, pouco foi feito na recuperação da Mata Atlântica, menos ainda deve se esperar agora, com um corte de mais de 50% do dinheiro destinado ao projeto. Espera-se, na verdade, o contrário: as ações do Reflorestar devem se resumir, única e exclusivamente, ao aumento do domínio territorial da Aracruz/Fibria em nosso Estado.   Essa expansão, é sabido, não recebe boas recomendações de ambientalistas. Enquanto exploram o meio ambiente à vontade, o mercado de celulose concentra cada vez mais terras e gera diversos impactos socioambientais nas comunidades locais, principalmente indígenas, quilombolas e pequenos produtores rurais. 

26/11/2012 / 0 Comments
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Mesmo nome, sistema igual: empresas Garra surgem no conjunto do governo PH

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A revelação da existência da Garra Transportadora e Locação, apontada pela CPI do Cachoeira como uma das empresas laranjas utilizadas para abastecer o esquema de lavagem de dinheiro da Delta Construtora no Espírito Santo, expõe um conjunto de empresas homônimas que gravitam em torno do ex-governador Paulo Hartung (PMDB). Mesmo com CNPJ e ramos de atuação diferentes, as empresas de nome Garra aparecem ligadas a recentes escândalos no governo passado, como as denúncias de fraudes em contratos no sistema prisional, reveladas na Operação Pixote. De acordo com levantamento da reportagem na Junta Comercial do Estado (Jucees), um total de 30 empresas capixabas foi registrado com nome empresarial iniciado por Garra. No entanto, três empresas deste grupo mantêm relações ativas com o conjunto do governo Hartung. São elas: Garra Comércio e Serviços Ltda e Garra Escolta, Vigilância e Segurança Ltda, ambas de propriedade de Cláudio Farina Lopes, e a Garra Transportadora – empresa de fachada descoberta pela CPI.   As empresas de Cláudio Farina – irmão do juiz Alexandre Farina Lopes, um dos investigados na operação policial – mantêm relações comerciais com a administração pública estadual e empresas ligadas ao grande empresariado local, com notórias relações com o governo Paulo Hartung. A Garra Escolta e Garra Comércio fazem parte do grupo batizado de Fibra/Garra. Elas foram registradas, respectivamente, em janeiro de 2001 e junho de 2002.   Atualmente, o capital social das empresas é dividido entre cotas de Cláudio Farina – R$ 297 mil da Garra Escolta e R$ 198 mil na Garra Comércio. O objeto social dos negócios vai desde a prestação de serviços de segurança até a manutenção de sistemas de informática e telecomunicações.   Assim como ocorreu com a Delta Construtora no Estado, os negócios da empresas de Farina também cresceram de volume, a partir do início do governo peemedebista. Atualmente, o grupo Fibra/Garra é um dos líderes de mercado também nas áreas de limpeza, manutenção e locação de mão de obra. Além do governo do Estado, as empresas têm contratos com o Grupo Águia Branca, Aracruz Celulose (Fibria) e Unimed Vitória, onde enfrenta uma acusação de irregularidades na emissão de notas fiscais.   Na antiga Aracruz Celulose, a Garra Escolta faturou o contrato de prestação do serviço de vigilância durante a passagem do irmão, juiz Alexandre Farina, pela comarca de Aracruz, município onde fica localizada a planta industrial da companhia. O mesmo tipo de serviço é prestado para o grupo da Família Chieppe (dona da Viação Águia Branca e da Vix Logística) e na unidade capixaba da Unimed – que também é dona do Centro Integrado de Atenção à Saúde (Cias).   As relações das empresas de Farina com episódios de corrupção no governo passado foram evidenciadas durante as investigações da Operação Pixote, que revelou fraudes no sistema de ressocialização de adolescentes em conflito com a lei, em agosto deste ano. No ano de 2008, a Garra foi subcontratada pelo Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases), através da Associação Capixaba de Desenvolvimento e Inclusão Social (Acadis) – controlada pelo colombiano Gerardo Bohórguez Mondragón, apontado como um dos cabeças do esquema de fraudes.   Segundo o registro na Junta Comercial, as empresas de Cláudio Farina estão com impedimento judicial desde o dia 6 de março de 2008. O juízo da 2ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual determinou a proibição de qualquer alteração nos contratos sociais referentes a Cláudio Farina. O empresário e o antigo sócio na Fibra Negócios e Serviços Ltda, Efrayn Frenner Fort Farina – que se tornou gerente administrativo da Unimed Vitória – foram denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPES) em uma ação de improbidade do “esquema das associações”, durante a Era Gratz na Assembleia Leguslativa.

26/11/2012 / 0 Comments
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Royalties: protesto aumenta poder de negociação por compensações

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O governador Renato Casagrande participa na tarde desta segunda-feira (26) de uma manifestação promovida pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). Os dois estados que vão perder recursos federais de grande volume a partir de 2013 estão mobilizados para pedir à presidente Dilma Rousseff que vote a proposta aprovada na Câmara no último dia 6, que redistribui os royalties de petróleo. O esperneio de Rio de Janeiro e Espírito Santo pode ter um outro objetivo, criar uma pressão popular para que as medidas compensatórias, que já são estudadas pelo governo federal, aumentem. Apesar de não ter uma opinião formada sobre a matéria aprovada na Câmara, a presidente Dilma Rousseff pensaria em baixar uma Medida Provisória dando aos estados prejudicados com a nova divisão dos royalties contrapartidas. A manifestação deve encher a avenida Rio Branco, uma das principais do centro do Rio. O governo do Rio intensificou o convite à população nos últimos dias espalhando faixas por toda a cidade, convocando a sociedade a participar do evento, que tem como ponto de encontro a Candelária. O governador Casagrande participa do evento acompanhado de prefeitos eleitos que serão afetados pela medida, da bancada capixaba e de empresários. Apelidado de “Veta, Dilma”, o protesto vai atrair caravanas de moradores das cidades da região norte, que sofrerão as maiores quedas de receita com a aprovação do projeto. A manifestação será a terceira no Rio contra a redistribuição dos royalties desde que diferentes projetos de lei sobre o tema começaram a tramitar no Congresso em 2009. Apesar do empenho do governador Renato Casagrande na movimentação para que o projeto seja vetado pela presidente, a impressão é que as perdas são um fato consumado e que o governo do Estado entende esse momento e se prepara para os anos de dificuldade pela frente. Ainda que a presidente contrarie outros 24 estados, mais o Distrito Federal, e proteja os interesses do Espírito Santo e Rio de Janeiro, a tendência é de que o veto presidencial seja derrubado na Câmara. Neste caso, caberá aos estados recorrerem ao Supremo Tribunal Federal (STF) para reverter a situação. Essa medida também não soluciona o problema, já que neste caso, as bancadas dos demais estados também já têm alternativa, com a possibilidade de criar uma Emenda Constitucional que garanta a nova divisão dos recursos.  

26/11/2012 / 0 Comments
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Wanda Sá e Quarteto em Cy são atrações na Estação Porto

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  Do popular ao clássico, a Estação Porto promove a partir desta quarta-feira (28) uma programação que só se encerra em 30 de dezembro, serão mais de 40 shows no local. É tudo gratuito.   Nesta quarta, tem samba com o grupo Mudando de Conversa e a Unidos de Jucutuquara. Formado por José Carlos Zero (sax e voz), Bernardo do Cavaco (cavaco, bandolin e voz), David Silveira (violão e backing vocal) e Sucuri (surdo e percussão), o grupo apresenta um repertório que passa por grandes nomes da música brasileira, além de composições próprias.   Em seguida, a Nação se apresenta com sua bateria e passistas. Além de sambas enredo clássicos, a Jucutuquara mostrará o seu samba para o Carnaval de Vitória 2013, A Centenária Noite do Sabiá da Crônica: entre Pássaros, Palavras, Chiquitas e Baianas.   Na quinta-feira (29), a noite terá Fepaschoal (ao lado), Gustavo Macacko e outras manifestações expurgativas. O primeiro show da noite será do músico e produtor Fepaschoal. Com uma mistura de ritmos, o cantor já realizou trabalhos de grande relevância no cenário artístico atual do Espírito Santo. Em 2011, lançou o CD, CMDO Guatemala.   Gustavo Macacko mostrará seu novo show para o público capixaba. Em fase de produção de seu segundo CD solo Despontando para Anonimato, o músico se com a participação de Wanderson Lopes. Para completar a noite, o DJ Túlio Baía fará uma mostra do que rola nas pistas cariocas da Festa da Música Tupiniquim.   Já a sexta-feira (30) será de vozes femininas no palco da Estação Porto. A programação começa com a sambista capixaba Dennise Pontes. A seguir, a música fica por conta de Wanda Sá e Quarteto em Cy.    Fã de primeira hora da bossa nova, Wanda Sá, uma paulista convertida a carioca, tem mais de 50 anos de carreira. Dona de vasta discografia, a artista fez uma trajetória dentro da música popular brasileira ligada aos grandes compositores do movimento da bossa nova, como Carlos Lyra, Roberto Menescal, Marcos Valle e João Donato.   O Quarteto em Cy foi originalmente formado pelas irmãs Cylene, Cynara, Cybele e Cyva, nascidas em Ibirataia (BA). O conjunto, com 47 anos de carreira, passou por mudanças, e permanece, desde 2003, com Sonya colaborando nos vocais.   Wanda Sá e Quarteto em Cy apresentarão o show Para Sempre Vinícius, uma homenagem a Vinícius de Moraes, cujo centenário de nascimento será comemorado em 2013. Programação | Entrada franca   Quarta-feira (28) | 20h Mudando de Conversa e Unidos de Jucutuquara   Quinta-feira (29) | 20h Fepaschoal, Gustavo Macacko e convidados   Sexta-feira (30) | 20h Dennise Pontes e Wanda Sá e Quarteto em Cy    

26/11/2012 / 0 Comments
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Casagrande vai aproveitar recesso para acertar medidas nas Ales

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Além da eleição da Mesa Diretora da Assembleia, outro assunto que vem mexendo com os nervos dos deputados estaduais são as mudanças no plenário. Para alguns deputados, a ideia é que o governador Renato Casagrande adote uma estratégia para evitar chiado na Casa, definindo as mudanças durante o período do recesso parlamentar, que começa no final de dezembro. Uma das mexidas mais observadas é a que envolve o retorno do petista Rodrigo Coelho à Assembleia, o que tira do PMDB uma de suas cadeiras. Mas haveria um movimento do titular atual da vaga, Esmael Almeida, para não perder o lugar. Nos meios políticos, ventila-se que não há interesse do PMDB em defender a cadeira de Esmael, até porque o partido estaria prestes a ganhar mais um deputado, com o retorno de Paulo Roberto – se conseguir driblar a legislação eleitoral sobre fidelidade partidária – e não entraria em campo para garantir a permanência de Esmael na Casa. Vindo da Câmara de Vitória, Esmael perde espaço político. Mas o fato de o peemedebista ter conseguido eleger o filho, Davi Esmael para a  vaga no Legislativo Municipal pelo PSB e não pelo PMDB, criou insatisfação na sigla. Além disso, com um desgaste político acumulado, o PMDB não teria  capilaridade para cobrar a vaga a Casagrande. A permanência do deputado na Assembleia dependeria do interesse exclusivo do governador. Um dos empecilhos para manter Esmael na Assembleia é que a alternativa pelo Palácio Anchieta não é muito bem vinda pelo resto plenário. A manobra consiste em levar para a equipe de governo o deputado estadual Roberto Carlos (PT). O que gera problema é o local para onde o governador pensou a vaga petista, a Casa Civil. Os parlamentares não estariam satisfeitos em ver um colega de plenário na condição de negociador com o governo. Daí a expectativa de que Casagrande aguarde o recesso parlamentar para implementar suas ideias em relação ao Legislativo. Como não haverá sessão, os deputados não teriam espaço político para espernear diante das movimentações palacianas.

26/11/2012 / 0 Comments
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Humberto Capai capta a riqueza imaterial de Muqui

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O povo que enche as ruas nos dias de folias, os casarões históricos que já serviram de cenário para filmes, a tradição que se renova e se transforma, Muqui foi o foco do novo livro de Humberto Capai, Muqui, Terra de Reis. A obra, que retrata o mais antigo Encontro de Folia de Reis do Brasil e o maior sítio histórico do Espírito Santo, será lançada nesta terça-feira (27) em Vitória.   O fotógrafo voltou as lentes para a cidade natal e registrou suas diversas nuances em 235 imagens. “Acompanho o desenvolvimento de Muqui e seus festejos populares há 10 anos. Foi um trabalho muito prazeroso. A maior dificuldade foi selecionar o grupo de fotos que foi para o livro”, conta. Para o artista, fotografar Muqui foi antes de tudo uma experiência emocional, cheia de lembranças da infância.   Nesses anos em que observou a cidade de perto, Humberto percebeu a reinvenção do folclore, “o povo mantém viva a cultura, as festas são realizadas pelos próprios cidadãos, que estão sempre acrescentando novas coisas à tradição e zelando pelos patrimônios históricos”, diz. Além da arquitetura histórica e a Folia de Reis, também foram temas das fotografias os moradores da cidade, o artesanato e a festa de carnaval folclórico do Boi Pintadinho.   Muqui, Terra de Reis também levanta questões sobre identidade, sustentabilidade e diversidade cultural, por meio de cinco textos escritos por amigos do fotógrafo. Entre os convidados estão Almerinda da Silva Lopes, Luiz Guilherme Santos Neves, Marcos Arzua Barbosa, Joelma Consuelo Fonseca e Silva e Sidemberg Rodrigues.      “Meu objetivo é revelar caminhos para que todos possam conhecer as belezas de Muqui, que ainda são ignoradas por muitos”, explica Humberto. Durante a execução do enorme projeto, que acabou virando um livro, o fotógrafo procurou criar um material de referência com imagens, textos e linguagens capazes de expressar e divulgar a riqueza imaterial da cidade.   E para Humberto essas riquezas são muitas, porque Muqui é constituída da diversidade religiosa, étnica, econômica e social do seu povo, “mesmo com as diferenças, a cidade inteira se reúne e contribui para preservação do sítio histórico e a reinvenção das folias de reis e do carnaval folclórico”, conta.   Esse é o segundo livro de Humberto Capai, que publicou no começo de 2012 a obra Espírito Brasileiro. O primeiro livro reuniu um conjunto de 180 fotografias, que retratam o Brasil por meio da grande variada cultural capixaba. As fotos destacam as cores da banda do Brasil e foram divididas em cinco capítulos Verdes, Amarelos, Azuis, Brancos e Brasis.                 Para a concretização do livro, o projeto contou com o apoio da Lei Rouanet, a empresa Shell, e a Usina de Imagem, da qual o fotográfico é fundador. “O livro prova que é possível batalhar e conseguir apoio para a realização de projetos culturais. Espero que a obre possa incentivar a produção de mais trabalhos artísticos”, completa    .   Serviço O livro de fotografia Muqui, Terra de Reis, de Humberto Capai, será lançado nesta terça-feira (27), a partir das 19h, no restaurante Don Camaleone. Rua Desembargador Sampaio, 263. Praia do Canto, Vitória. Quanto: R$ 60.

26/11/2012 / 0 Comments
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Laços de Max Filho com PH podem comprometer postura do pai na Ales

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Um dos nomes mais aguardados na nova composição da Assembleia Legislativa para 2013 é o do ex-governador Max Mauro (PTB). Com um discurso duro de oposição e sem máculas políticas, ele tem capital político para discursar com propriedade sobre o governo de Paulo Hartung (PMDB). Mas os laços estabelecidos entre o filho dele, o ex-prefeito de Vila Velha, Max Filho (PSDB), e o grupo do ex-governador, pela intermediação de Guerino Balestrassi, podem comprometer essa postura rígida de Max Mauro. Antes da eleição municipal deste ano, Max Filho levantou uma bandeira de trégua com Hartung, depois de ter sido procurado por Balestrassi, que fez o papel de ponte entre os dois. Essa movimentação do ex-prefeito, com o objetivo de tentar uma recolocação no mercado político, depois de ter saído da prefeitura em 2008, cria uma situação complicada para os Mauro. Durante os oito anos de governo Paulo Hartung, que culminaram com a maior parte da administração de Max Filho à frente da prefeitura de Vila Velha, os dois grupos travaram um embate muito forte. Isso porque Max Mauro disputou o governo com Hartung em 2002. Depois disso, Hartung conseguiu emplacar com ajuda de parte da imprensa a ideia de que Max Filho teria isolado o município de Vila Velha. Por conta da oposição, o governador não destinou recursos para o município e colocou a culpa no prefeito. Com esse discurso, o prefeito Neucimar Fraga (PR) se elegeu em 2008, afirmando que tiraria o município dessa condição e traria recursos do Estado para Vila Velha. O mesmo aconteceu este ano, com a eleição de Rodney Miranda (DEM). Max Filho disputou a eleição pelo PSDB, mas não conseguiu passar para o segundo turno da disputa. Para os meios políticos a entrada de Max Mauro na Assembleia nesse contexto será um desafio, porque a ideia é que ele teria condições de discutir o governo de Hartung, que até hoje segue ileso, apesar de várias denúncias. Mas devido aos interesses políticos do filho em 2014, ele pode ter que amenizar o discurso. Max Mauro deve assumir a suplência na vaga de José Carlos Elias (PTB). O deputado está cotado para assumir uma vaga na prefeitura de Linhares, norte do Estado. Além disso, o ex-governador aguarda uma definição sobre a ação na Justiça de improbidade administrativa contra o titular da vaga, que tiraria de José Carlos Elias o mandato na Assembleia.

26/11/2012 / 0 Comments
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