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Século Diário

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Metalúrgicos em greve realizam protestos por reajuste salarial

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Os trabalhadores do setor metalúrgico que estão em greve desde a sexta-feira (22) realizaram um movimento de reivindicação integrado em todo o Estado na manhã desta segunda-feira (26). A mobilização já atinge quase 18 mil trabalhadores.    Os atos públicos foram realizados nas portarias da Vale, ArcelorMittal Tubarão em Cariacica, Samarco e no interior. Em Linhares, no norte do Estado, trabalhadores da Unidade de Tratamento de Gás Natural (UTG) de Cacimbas paralisaram as atividades e os da WEG Motores, no mesmo município, protestaram na BR-101, bloqueando a passagem de veículos nos dois sentidos da pista.    Os trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Metalúrgicos do Estado (Sindimetal-ES), rejeitaram a proposta dos patrões em assembleia realizada na sexta-feira (23). Nesta terça-feira (27) vai ser realizada uma conciliação entre o Sindimetal e o Sindicato da Indústria Metalúrgica e de Material Elétrico do Estado (Sindifer) na Superintendência Regional de Trabalho e Emprego (SRTE).    A última proposta dos empresários, que foi reiterada aos metalúrgicos, foi de reajuste salarial de 6,5% e avanço de 7% dos pisos salarial e profissional. Com esse reajuste os trabalhadores não terão nem 1% de ganho real, sendo que em outros estados a média é acima de 2%.   Os trabalhadores pleiteiam 10% de reajuste, 14% nos pisos salarial e profissional; tíquete de alimentação/cesta básica de R$ 230; plano de saúde extensivo à família, com desconto limitado de R$ 5.    A primeira proposta dos empresários foi rejeitada pelos trabalhadores e a categoria construiu em consonância com o Sindimetal uma nova proposta, que foi apresentada aos patrões que mantiveram a inicial. A bandeira central da campanha este ano é a elevação do piso salarial e profissional.

26/11/2012 / 0 Comments
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Operação Entre Irmãos desarticula grupo que desviava dízimo na Igreja Maranata

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O Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MPES), deflagrou, nas primeiras horas desta segunda-feira (26), a Operação Entre Irmãos, com o objetivo de desarticular uma quadrilha acusada de desviar os recursos de dízimos em proveito particular na Igreja Cristã Maranata. Equipes da Polícia Militar estão cumprindo 12 mandados de busca e apreensão de documentos e computadores em vários locais da Grande Vitória, entre eles, na sede do Presbitério da Igreja em Vila Velha.   De acordo com informações do MPES, a operação também busca a efetivação de ordens judiciais de afastamento e impedimento do acesso de toda a direção das áreas administrativas da Igreja Maranata. ???Possibilitando o trabalho do Ministério Público livre de obstáculos e ingerência dos eventuais envolvidos, sem impedir o livre exercício do culto religioso, o comando espiritual e o acesso aos templos???, explica a nota reproduzida no site da instituição.  A Justiça também determinou a quebra dos sigilos fiscal e bancário dos envolvidos e o sequestro de bens, ativos e valores supostamente desviados, visando ao resguardo e restituição à Igreja Maranata e aos cofres públicos. Participam da operação quatro membros do Ministério Público, com o auxílio de 72 policiais militares do Batalhão de Missões Especiais (BME).  As investigações tiveram início em fevereiro deste ano, após o recolhimento de provas e indícios do envolvimento de membros da cúpula da Igreja Maranata em desvio de dinheiro do dízimo. Foram encontrados pagamentos justificados por notas fiscais ilícitas, emitidas por fornecedores supostamente participantes do esquema, que promoviam a saída irregular de caixa e de recursos da Igreja.  Existe também a suspeita de outras irregularidades, que vão desde a utilização de policiais para segurança de membros e templos, à contratação de serviços superfaturados e desvios de emendas parlamentares destinadas à fundação vinculada à Igreja Maranata.  Segundo informações do MPES, o próximo passo da investigação será a análise de todo material recolhido durante a operação, além dos depoimentos de investigados e testemunhas que serão colhidos nos próximos meses. Os crimes investigados estão previstos nos artigos 171 (estelionato), 288 (formação de quadrilha), 299 (falsidade ideológica), 332 (tráfico de influência) todos do Código Penal e no artigo 2º da Lei 9.613/1998 (lavagem de dinheiro). 

26/11/2012 / 1 Comment
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As viagens de Lobsang Rampa

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Lobsang Rampa era o pseudônimo de Cyrill Hoskins, ou melhor, o corpo do inglês Cyrill havia dado lugar ao lama tibetano Lobsang. A história ou estória é bem polêmica, há muito ceticismo de um lado e muita credulidade do outro, ou melhor, o importante em relação aos escritos de Lobsang é manter a mente aberta, ou seja, nem numa mistificação e nem numa recusa cética sem saber o que se diz em tais livros. Na leitura que fiz sobre o autor, o que inclui três obras: A Terceira Visão, O Médico de Lhasa e Entre os Monges do Tibete, leitura que recomendo fazer nesta ordem dos fatores para uma iniciação correta aos escritos de Lobsang Rampa, encontrei muita coisa curiosa do ponto de vista místico, o que faço em relação a esta leitura que tive é que se trata de uma visão esclarecedora quanto a alguns segredos do lamaísmo tibetano, não cabendo aqui definir se é verdade ou invenção o que está nestes livros relatado, então fico com o que deles eu possa tirar. O ponto mais polêmico é o que se chama esta Transmigração, ou seja, como pode ser possível uma substituição de uma alma por outra num corpo, pois isto é relatado em Entre os Monges do Tibete, e então se entende como tal feito se deu, Cyrill Hoskins deixa seu corpo e dá lugar ao lama Lobsang, pois o corpo original do lama tibetano já estava muito mal tratado e beirava o colapso, e o inglês que cedeu seu corpo ao lama já estava desacreditado da vida e queria partir para o mundo astral. Bom, este é o ponto principal que busquei entender e que consegui neste terceiro livro que li, depois de um trajeto pela fase tibetana do lama em A Terceira Visão e os males da guerra e da incompreensão em O Médico de Lhasa.   É bom lembrar que nos confins do Oriente há muitas coisas que pouco entendemos, portanto, temos que ter uma abordagem desarmada de ceticismo e sem ficar refém de mistificações, o que não representa uma posição ambígua, mas uma abertura que eu julgo filosófica para a leitura correta de Lobsang Rampa. O que ocorre em A Terceira Visão, por exemplo, fenômenos como a abertura do terceiro olho do menino Lobsang aos 7 anos e sua faculdade paranormal de enxergar a aura das pessoas e por esta faculdade saber se a pessoa está saudável e definir até o caráter ou intenções da mesma pela leitura da aura é de deixar ocidentais céticos bem incomodados, mas afirmo que não há conhecimento e sabedoria sem incômodos. No livro mais importante da obra de Lobsang Rampa, o sucesso editorial A Terceira Visão, vemos o início da saga deste lama tibetano, desde seu nascimento em berço de ouro, porém sem nenhuma regalia dos pais, pois a vida de Lobsang será repleta de sofrimentos, até sua entrada no mosteiro Chakpori, o qual ensinará a Lobsang uma disciplina rígida que servirá depois para ele como meio de sobrevivência no que vemos ser relatado em O Médico de Lhasa, quando Lobsang passa por torturas de japoneses por estar servindo como aviador pelo exército chinês. Lobsang no mosteiro também aprende muito sobre a medicina tibetana e passa a se tornar grande conhecedor das ervas do Tibete, e junto com este conhecimento médico é introduzido em ocultismo, conhecimentos metafísicos e esotéricos que serão ministrados pelo seu guia espiritual, o velho lama Mingyar Dondup, com o qual terá acesso a coisas desconhecidas até por grande parte dos monges comuns, nesta incursão pelos segredos tibetanos, Lobsang terá oportunidade, por exemplo, de desenvolver a faculdade de viagem astral e também de telepatia, fará uma viagem cataléptica às cavernas dos antepassados tibetanos e verá no topo das terras altas de Chang Tang uma cidade antiquíssima num vale, conservada pelo frio da altitude tibetana, onde também verá alguns dos segredos de velhas civilizações. Em O Médico de Lhasa vemos muitas das predições dos astrólogos tibetanos em relação à vida de Lobsang feitas em A Terceira Visão confirmadas, pois as predições eram de que Lobsang iria sofrer muito, e o que vemos no livro O Médico de Lhasa é uma sucessão de absurdos que levarão o corpo torturado e seviciado de Lobsang quase à morte, com fuga em relação aos japoneses, viagens depauperadas pelos horrores da guerra (era o contexto histórico da invasão e bombardeio da China pelos japoneses e depois a Segunda Guerra Mundial que culminará com as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasáki no Japão soltadas pelos americanos). E neste trajeto sofrido que vemos no livro O Médico de Lhasa aprendemos um bom manual de sobrevivência e de resistência ao sofrimento que será nada mais que consequência dos ensinamentos rígidos e profundos recebidos por Lobsang no mosteiro Chakpori. Sem o que passara no mosteiro, Lobsang afirma sem dúvida que não teria passado por tudo o que passou na mão de autoridades agressivas que se deliciavam em matar e fazer sofrer outros seres humanos, e no meio disso Lobsang chegou a parar em prisões e chegou a tratar de pessoas em estado agonizante totalmente de improviso, seus conhecimentos médicos foram também postos à prova, e Lobsang se saiu muito bem, salvou a vida de algumas pessoas, mesmo em meio à completa devastação de um cenário de guerra e morte por toda a parte que se via. No livro Entre os Monges do Tibete vemos a fase da vida de Lobsang em que ele vai estudar medicina ocidental na Universidade de Chungking e depois vai para Xangai servir aos chineses, e aí acaba parando na Rússia, onde terá alguma sorte passageira, logo passando por novas dificuldades, passa por Nova York, e volta ao Tibete, depois indo para a Inglaterra fazer a Transmigração, passando por uma fase feliz na Irlanda já com seu novo corpo e vai ao Canadá. Neste livro já temos um entrecruzamento das histórias relatadas em A Terceira Visão e O Médico de Lhasa, e que terminará em novas revelações dos segredos tibetanos;

25/11/2012 / 8 Comments
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Mal entendido

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Volta e meia o discurso volta à tona e alguém lança mão da necessidade de a educação receber mais recursos para se fortalecer. Em Brasília, a presidente Dilma Rousseff defende 100% dos recursos dos royalties para a área, mas há ainda um grande mal entendido a ser superado. Na segunda-feira (19) a deputada Rose de Freitas (PMDB), ao defender a proposta, cobrou mais investimentos para a educação voltada para formação profissional.    É uma pena que para a classe política a educação seja meramente uma forma de dar resposta à população sobre formação de mão de obra. Os índices da educação básica mostram que o investimento precisa ser mais abrangente do que o restrito ao ensino médio e ao pós-médio.    Nessa quarta-feira (21), a Comissão de Educação do Senado discutiu um tema, no mínimo polêmico, a federalização da educação básica. A situação é calamitosa. Em Vitória, que tem uma um serviço na área bem melhor em relação ao restante do Estado, a fila de espera é de 10 candidatos para uma vaga.    As administrações municipais não conseguem dar conta da demanda. Para tentar arrecadar um pouco mais, agregaram ao ensino básico um ano a mais. As crianças entram no primeiro ano, com seis anos, e muitas escolas não têm sequer estrutura para receber os pequeninos.    O senador Cristóvam Buarque (PDT) destacou, na audiência de quarta-feira no Senado, que o simples aumento de investimento na educação pelo estado não irá resolver todos os problemas. O senador acredita que seja necessária uma intervenção direta da União e a criação real de uma carreira nacional do magistério, além do aumento do custo médio por aluno e do salário dos professores que, segundo estudos, deveria ser de R$ 9 mil mensais.   Ainda na audiência, o coordenador Geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, dentro do esforço para ampliar os investimentos em educação para o patamar de 10% do Produto Interno Bruto (PIB), a União seria a única capaz de aumentar a sua participação, uma vez que os municípios “estão com a corda no pescoço e os estados estão próximos disso”.   Para o Espírito Santo e seu chororô com as perdas dos recursos federais a coisa é ainda pior. Mas não basta apenas aumentar os investimentos. Além de uma mudança no currículo escolar que já deu sinais de esgotamento há muito tempo, é preciso mudar a mentalidade dos gestores de educação também.   Em vez de voltar sua visão apenas para a formação de apertadores de botão, é preciso investir em uma educação transformadora, que dê aos cidadãos condições de entender criticamente o mundo em que vivem, para daí escolherem o caminho que os levará não só ao sucesso profissional, mas também ao consciência plena.    O problema é que mexer com isso sempre foi visto como uma ameaça para a classe política. A ascensão da classe C, levou as famílias a investirem na educação dos filhos. Embora o número de analfabetos funcionais ainda seja alarmante, já foi o responsável pela “onda da mudança”. Aí ninguém quer, não é?

25/11/2012 / 0 Comments
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Rede Nacional de UCs Urbanas quer integrar ações de estados e municípios

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A criação da Rede Nacional de Unidades de Conservação urbanas (Renurb), aprovada durante o seminário internacional Rio 2012 BiodiverCities – Unidades de Conservação urbanas: desafio, atores, espaços, realizado no fim de outubro, no Rio de Janeiro, deve integrar gestores das unidades de conservação (UCs) federais, estaduais e municipais da área urbana, educadores que trabalham e se interessam pela questão ambiental, especialistas em planejamento urbano, arquitetos e urbanistas, especialistas em planos de manejo, representantes de órgãos governamentais, organizações não governamentais, pesquisadores e comunicadores, entre outros, para facilitar a comunicação com a comunidade em geral e intensificar o intercâmbio de experiências e propostas, estabelecendo a articulação com outras redes que tratam desse tema.   No Estado, a medida deverá beneficiar os Parques Naturais Municipais de Jacarenema e Mantegueira, em Vila Velha, o Parque Municipal Gruta da Onça e o Parque Estadual da Fonte Grande, em Vitória, assim como a Área de Proteção Permanente (APA) Jacuném, na Serra, entre outras áreas preservadas legalmente.    O objetivo, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que apoiou a criação da rede junto com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), é integrar gestores destas unidades federais, estaduais e municipais da área urbana, assim como educadores da questão ambiental, especialistas em planejamento urbano, poder público, organizações não governamentais, pesquisadores, arquitetos e comunicadores.    Com isso, acredita o ICMBio, será possível estabelecer uma articulação sobre o tema que acompanha o ritmo acelerado do aumento do número de moradores nas áreas urbanas no País, assim como das decisões definidas em cada localidade.   Segundo ambientalistas, com a medida será possível debater com a sociedade a importância de não avançar sob as áreas verdes da cidade e tornar cada vez mais forte a parceria da comunidade com a preservação ambiental.    Como exemplos dessa forte interação cidades-unidades de conservação, há o Parque Nacional da Tijuca (RJ), o Parque Nacional de Brasília (DF), a Estação Ecológica de Carijós (SC), unidades sob gestão do ICMBio, que permitem a visitação pública.    No Estado, a região do Parque Natural Municipal de Jacarenema, com uma área de 346,27, próxima a zona costeira do bairro Barra do Jucu, em Vila Velha, a medida poderá beneficiar na efetivação da área como Unidade de Conservação. Ainda sem uma sede, a área que sofre forte pressão imobiliária, só existe segundo ambientalistas, devido à luta da comunidade para preservar a região formada pela Praia da Barrinha, o costão rochoso do Morro da Concha, o manguezal na foz do Rio Jucu. Também é identificado na região diferentes formações de vegetação de restinga e vegetação ciliar às margens do rio Jucu, formando um mosaico paisagístico atraente e de fundamental importância ecológica.   Apesar das ações predatórias ocorridas nos últimos anos, a área ainda possui características privilegiadas pela sua geografia, contemplando remanescentes de restinga que, no passado, cobriam toda a extensão do litoral capixaba.    Dentre as espécies vegetais encontradas na área do Parque destacam-se: Schinus terebinthifolius (aroeira), Protium icicariba (almescla), Eugenia uniflora (pitanga), Psidium guineense (araçá da praia), Aechmea sp (bromélia). Quanto à fauna, os registros de avifauna para a área de Jacarenema indicaram quatro espécies endêmicas da Mata Atlântica (Leucopternis lacernulata, Brotogeris tirica, Thamnophilus ambigus e Tangara cyanoventris), ocorrendo ainda espécies da mastofauna (Lontra longicaudis) e endêmica da Mata Atlântica (Callithrix geoffroyi).   Segundo o órgão, pequenas UCs em áreas urbanizadas que recebem visitantes são estratégicas para alcançar o apoio da sociedade para a conservação. Ou seja, é necessário estimular cada vez mais a visitação para as pessoas conhecerem e desfrutarem dessas unidades.

25/11/2012 / 0 Comments
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Leitores elogiam inciativa de Luciano Rezende em promover audiência pública

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  Seculo Diário promoveu o debate entre a audiência sobre temas que variaram entre a mobilidade urbana, cultura e os respingos da CPI do Cachoeira no Estado. No sábado (17) foi publicada a entrevista do arquiteto e urbanista Fernando Betarello que falou sobre os desafios dos prefeitos em elaborarem uma agenda metropolitana para tentar encontrar soluções aos problemas comuns dos quatro maiores municípios da região: Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica.    Ele destacou a importância de se criar por meio de uma secretaria de Estado, a participação do governo nas decisões, subsidiando os prefeitos e pensando a região, com captação de recursos e avaliação dos principais gargalos.    Os leitores se queixaram da falta de soluções técnicas para o inchaço da Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV).      Na terça-feira (20) o prefeito eleito de Vitória, Luciano Rezende realizou a primeira de uma série de audiências públicashttp://www.seculodiario.com.br/exibir.php?id=3589&secao=8 para ouvir as reivindicações dos moradores de Jardim Camburi. Ele se propôs a ouvir a população das oito zonas administrativas da cidade antes de assumir a prefeitura.   Os leitores aprovaram a inciativa de Luciano e parabenizaram o prefeito eleito pela promoção das audiências públicas.      Na quinta-feira (22) Século Diário mostrou as ligações do esquema de lavagem de dinheiro da Delta Construtora S/A com empresas sediadas no Espírito Santo. Nos últimos anos, duas empresas laranjas capixabas aparecem na contabilidade das empresas investigadas.  No mínimo, somente essas duas empresas lavaram mais de R$ 23,5 milhões entre 2011 e este ano.   Desde o início das investigações, em abril deste ano, a relação entre a Delta Construções e o ex-governador Paulo Hartung (PMDB), cujo governo serviu de “porta de entrada” para a empresa no Estado, foi levantada nos bastidores da CPI. Tanto que, logo após a abertura dos trabalhos, o deputado federal Paulo Foletto (PSB) – que fazia parte da comissão até renunciar à vaga – chegou a pleitear a convocação do engenheiro José  Maria Oliveira Filho, possível ligação da empresa com o ex-governador.   A audiência lembrou essa relação da Delta com o governo e até deu conselhos ao ex-governador.    Na quinta-feira, Século Diário reportou o encontro entre a presidenta Dilma Rousseff e o historiador Maciel de Aguiar, diretor do Instituto ÁfricaBrasil. A presidenta manifestou o interesse do Governo Federal em apoiar projetos do ÁfricaBrasil Museu Intercontinental. Localizado em São Mateus, norte do Espírito Santo, o museu ostenta um acervo de quase cinco mil itens de arte tribal africana dos séculos XVII ao XX.     Os leitores reconheceram a importância do museu para o Estado e mostraram apoio para que o historiador permaneça na luta para mantê-lo funcionando.   

25/11/2012 / 0 Comments
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Governo libera R$ 11 milhões extras para custeio de pessoal no Tribunal de Contas

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  O Tribunal de Contas do Estado (TCE) vai contar com mais R$ 11 milhões para o custeio de despesas com pagamento de vencimentos e benefícios para os servidores do órgão. O crédito suplementar foi liberado nessa sexta-feira (23), em decreto assinado pelo governador Renato Casagrande. A maior parte das verbas (R$ 9,25 milhões) será proveniente dos recursos previstos para aplicação na área de meio ambiente.   De acordo com o Decreto nº 2348-S, o governo vai retirar R$ 8,05 milhões do orçamento do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema). Serão afetadas as rubricas ligadas ao Projeto de Recuperação e Conservação da Mata Atlântica. A Secretaria estadual de Meio Ambiente (Seama) também vai sofrer um corte de R$ 1,2 milhão na rubrica de gestão sistêmica do meio ambiente e recursos hídricos.  O texto prevê também a anulação de verbas destinadas no orçamento deste ano para a realização de estudos, planos e pesquisas na Secretaria de Turismo. Como contrapartida, o governo do Estado também vai utilizar uma parte do superávit financeiro apurado pelo TCE em 2011, no valor de R$ 1,5 milhão.  Pelo decreto, as verbas vão abastecer as rubricas de pagamento de pessoal do Tribunal de Contas. A maior parte dos recursos (R$ 10,934 milhões) será destinada ao custeio de despesas com vencimento e vantagens fixas das atuais folhas e de exercícios anteriores, o que remonta ao pagamento dos penduricalhos também no TCE. O restante do dinheiro (R$ 66 mil) será investido no pagamento de diárias e despesas com deslocamento em treinamentos de pessoal do órgão.   De acordo com dados do TCE, o orçamento atualizado do órgão para este ano é de R$ 124,1 milhões. Deste total, os gastos com pessoal – incluindo os encargos sociais – devem ser responsáveis por despesas de R$ 100,4 milhões. Até o mês de novembro, o TCE gastou R$ 76,764 milhões com este tipo de despesa. Contando a fatia bloqueada, restavam até a publicação do decreto apenas um saldo disponível de R$ 3,65 milhões, insuficiente para cobrir a folha salarial e de benefícios do tribunal que gira em torno de R$ 8 milhões no mês de outubro.

25/11/2012 / 0 Comments
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Onda da mudança chega ao PMDB, mas pacto pela continuidade está selado

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Nerter Samora e Renata Oliveira   Para não entrar em atrito com o ex-governador Paulo Hartung, o governador Renato Casagrande deve garantir reeleição do deputado federal Lelo Coimbra na presidência do partido.    Nerter – Neste fim de semana, os filiados ao PMDB foram às urnas para escolher os presidentes dos diretórios municipais de olho na eleição da estadual, que acontece no próximo mês. Mas, além dos rumos do partido, a partir da eleição da estadual, está em jogo também o tabuleiro político do Estado. O presidente estadual da sigla, Lelo Coimbra, mantém o PMDB nas mãos do ex-governador Paulo Hartung e lhe dá um instrumento político para tentar se recolocar no cenário de 2014, depois do desgaste provocado pelas derrotas nas eleições deste ano. Se outro nome for escolhido, o ex-governador perderá o controle do partido e aí ficará muito difícil para ele se recolocar no jogo.    Renata – A insatisfação da base do partido com a gestão de Lelo Coimbra é conhecida já há algum tempo. Ao chegar ao comando do PMDB, o deputado federal entregou o destino da sigla aos interesses do grupo do ex-governador Paulo Hartung. Isso trouxe muitos atritos internos, sobretudo, com os chamados peemedebistas históricos. Lelo não fala para dentro do PMDB, e quando fala, deixa claro seu interesse em advogar em favor de Hartung e do senador Ricardo Ferraço, o que nem sempre atende aos interesses das demais lideranças do PMDB. Ao começar a movimentação da eleição no partido, o primeiro nome a se colocar a disposição para bater chapa com Lelo, foi a deputada federal Rose de Freitas, o que era natural, já que ela é a voz mais forte contra a hegemonia do grupo que hoje comanda o partido.    Nerter – Sim, mas essa solução também não atende aos interesses da base peemedebista. Rose é uma deputada municipalista, trabalha em favor do fortalecimento de um grupo de prefeitos a ela ligados, mas não são todos do partido. Esse perfil de Rose voltado para as lideranças e não para o partido também não resolve o problema. Então, caso fosse eleita Rose, seria mais uma presidente que falaria em favor de interesses que vão além da sigla.    Renata – Não é isso que os peemedebistas querem. Eles querem fortalecer o partido…    Nerter – Com certeza. Não é de hoje que o PMDB vem atuando como força auxiliar no jogo político do Estado. Tem a maior bancada da Casa, um senador, já teve o governo, uma boa porcentagem de prefeitos e vereadores, mas não se firma como força política. Hartung era o líder político, mas ele nunca foi um nome partidário. Pelo contrário, até. Sua liderança não puxava com ele a força da sigla.    Renata – A solução pretendida pela base não vai se concretizar, o nome do líder do governo na Assembleia, deputado estadual Sérgio Borges, era o sonho de consumo da base peemedebista, mas ele não vai se candidatar, não vai se meter nisso, até porque é leal ao Palácio Anchieta, que também se meteu na história. Nesta necessidade de Renato Casagrande em não entrar em atrito com seu antecessor, vai intervir na disputa interna do PMDB, para garantir a reeleição de Lelo Coimbra e com isso, manter o que resta do capital político de Paulo Hartung.     Nerter – O governador vai se movimentando de forma habilidosa. A não candidatura de Borges poderia forçar uma migração de votos para Rose de Freitas, como forma de protesto dos insatisfeitos com a gestão de Lelo. Mas que o clima no partido não deve ficar muito bom, isso não vai ficar mesmo. Basta olharmos um pouco para trás. Foi o vice-presidente da República, Michel Temer quem manteve Lelo Coimbra à frente do PMDB até 2013.    Renata – Mas foi a Nacional quem determinou a realização das eleições no Espírito Santo…   Nerter – Esse é um momento de reconfiguração do partido. Não apenas aqui, mas no restante do País. É claro que o recado implícito nesta história toda é de que seria essa a hora da mudança dentro do partido. Mas pelo andar da carruagem, mas uma vez quem vai decidir isso não vai ser a base do partido e sim a cúpula.    Renata – De qualquer forma, esse é o único caminho para Hartung. A ideia era a de fortalecer o PSDB, vencendo a disputa em Vitória, para que ele e seu grupo pudessem retornar ao ninho tucano, com um trunfo na mão, já que a Capital é uma grande vitrine política. Isso daria musculatura para que Hartung chegasse em 2014 com o capital político recuperado, mas isso não aconteceu e hoje o PSDB é um partido que não tem mais condições de dar a Hartung o fortalecimento que ele pretendia. Como já criou dificuldades em vários partidos pelos quais passou, o que resta é tentar fortalecer o PMDB para permanecer nele, mas se perder o controle do partido, ficará sem saída.    Nerter – O saldo das eleições passadas para o ex-governador não foi dos melhores. Por isso, os movimentos de Hartung para conquistar espaço na se resumem ao PMDB. Seus emissários começam a ventilar, ainda que timidamente, uma possível entrada do ex-governador na disputa ao Senado. Evidentemente, Hartung não entraria em uma disputa para fora do Espírito Santo. Sabe que seu poderio político não ultrapassa os limites do Estado, mas a sua predileção pelos balões de ensaio já são conhecidos da classe política. A ideia, seria lançar essa bravata para tentar limpar o campo dessa disputa e depois decidir qual seria o melhor caminho. A possibilidade de ele disputa a eleição já inibiria uma entrada da deputada Rose de Freitas e minaria de vez as pretensões de Guerino Balestrassi. Só não tiraria da disputa a deputada Iriny Lopes, caso o PT entenda que ela deva disputar a vaga ao Senado.   Renata – Parece que Iriny está se especializando em virar uma pedra no sapato de Hartung. É claro que a ideia

25/11/2012 / 0 Comments
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Royalties para a Educação também enfrentam dificuldades para passar na Câmara

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  A pressão dos estados não-produtores de petróleo para que a presidente Dilma Rousseff sancione integralmente a proposta que redistribui os recursos dos royalties não é o único problema a ser enfrentado pelo governo federal para tentar impor sua vontade sobre o Congresso Nacional. A ideia de investir 100% dos royalties na Educação já causa reação da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).    O governador Renato Casagrande não se opõe ao projeto, desde que a regra valha para os valores futuros. Ao lado do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), Casagrande luta para que as mudanças não afetem o que os dois estado recebem de recursos federais.    O governador capixaba vem afirmando à imprensa nacional que fazer a destinação para o futuro não é problema, só não é possível mexer com a destinação dos royalties já decidida anteriormente, já que isso além de ferir o pacto federativo, desorganiza o planejamento do Estado.   O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, considera a ideia da destinação dos royalties para a educação como um apelo populista. A maioria dos prefeitos do Pais não quer que o recurso fique engessado na educação. Muitos  já contam com o recurso para reforçar o setor de saúde dos municípios.    Essa discussão deve gerar ainda muitos atritos entre governo e Congresso. Mas para o Espírito Santo o que interessa neste momento é tentar reverter a decisão da Câmara, tomada no último dia 6, que vai tirar do Estado recursos da ordem de R$ 1 bilhão por ano, já a partir de 2013.    Nesta segunda-feira (26), o governador Renato Casagrande participa de um protesto no Rio de Janeiro para que a presidente Dilma vete a proposta aprovada pela Câmara. Embora Dilma ainda não tenha um posicionamento sobre o assunto, a expectativa é de que ela não entre em rota de colisão com 24 Estados, que pressionam o governo federal a sancionar o projeto.    Ainda mais porque Dillma tem que fomentar seu caminho para a reeleição em 2014 e precisará do apoio dos governadores e prefeitos. Neste contexto, se ficar do lado do Rio e do Espírito Santo, perdera força política. Uma saída seria sancionar o projeto como esta e criar medidas compensatórias para os dois estados por meio de medida provisória. 

25/11/2012 / 0 Comments
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Dança das cadeiras mexe com equilíbrio de bancadas no Legislativo

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O resultado das eleições municipais e as iminentes mudanças no secretariado do governador Renato Casagrande vão trazer alterações significativas no equilíbrio das bancadas na Assembleia, no que diz respeito ao número de deputados. O PMDB ganha com as mexidas, já o DEM sai enfraquecido. A maior bancada da Casa hoje é o PMDB. Se confirmadas as mudanças que vêm sendo ventiladas nos bastidores, deve continuar assim. O partido tem seis deputados: Sérgio Borges, Luzia Toledo, Marcelo Santos, Hércules Silveira, Solange Lube e Esmael Almeida. Com o retorno do secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Coelho (PT) à Casa, como já anunciado, Esmael, que foi eleito na mesma coligação, perderia o mandato. Perderia, porque há uma movimentação palaciana para mantê-lo no plenário. O governo, ventila-se, pretende puxar para o secretariado o deputado do PT, Roberto Carlos, garantindo assim a permanência do peemedebista. Roberto Carlos ocuparia a Casa Civil, para dar ao governo maior capacidade de articulação com os demais poderes, principalmente, com a Assembleia. Por outro lado, há uma insatisfação no plenário com a ideia de que um colega ocupe a Casa Civil, o que lhe daria uma posição diferenciada em relação aos demais parlamentares. Quanto a Esmael, o PMDB não estaria tão interessado assim em proteger o peemedebista, já que o filho dele, o vereador eleito por Vitória, David Esmael, foi eleito pelo PSB e não pelo PMDB. Essas ações podem também alterar as movimentações na Casa. Ainda que difícil, o PMDB pode se beneficiar com uma sétima cadeira, caso o ex-deputado Paulo Roberto consiga na Justiça garantir a suplência na vaga de um dos deputados eleitos. Paulo Roberto estava filiado ao PMN, em 2010, quando disputou a reeleição para a Assembleia. Ele migrou, posteriormente, para o PMDB, o que faria com que perdesse a vaga, mas vem garantindo que vai assumir. A legislação é clara sobre o assunto e, nesse caso, a vaga seria para o próximo suplente da coligação, o vereador de Colatina Omir Castiglioni (PSDB). Mas como Paulo Roberto já conseguiu a vaga na Justiça uma vez, ninguém duvida que possa repetir o feito. Se o PMDB se fortalece com as mexidas do próximo ano, o DEM sai relativamente prejudicado. O partido deve conseguir a recondução de Theodorico Ferraço para a presidência da Casa, mas vai perder dois deputados, já que Luciano Pereira foi eleito prefeito de Barra de São Francisco e Rodney Miranda, de Vila Velha. Além deles, completam a bancada Elcio Alvares e Atayde Armani. O PT tem quatro deputados e devido à manobra palaciana para manter Esmael Almeida na Casa, deve perder uma vaga. Se Roberto Carlos for mesmo para a Casa Civil, ficam Rodrigo Coelho, Lúcia Dornellas e o veterano Claudio Vereza. O PDT ficará com a bancada do mesmo tamanho. O deputado Marcelo Coelho se elegeu em Aracruz, mas a suplência é de Euclerio Sampaio, do mesmo partido. Ele vai dividir a bancada com Aparecida Denadai, Luiz Durão e Da Vitória. O PR continuará com seus três deputados: Glauber Coelho, que disputou a eleição em Cachoeiro, mas não obteve êxito, além de José Esmeraldo e Gilsinho Lopes. Os dois deputados do PV também não tiveram sucesso na eleição e ficarão na Casa. Gildevan Fernandes, disputou em Pinheiros e Sandro Locutor, em Cariacica. José Carlos Elias (PTB), que disputou a eleição em Linhares, mas saiu derrotado é cotado para assumir uma secretaria na gestão de Nozinho Correa (PDT), o que levaria para a Assembleia o ex-governador Max Mauro (PTB). Dos partidos com apenas um deputado, apenas o PPS de Luciano Rezende perderá representação na Casa, já que o deputado foi eleito prefeito de Vitória e o suplente da coligação não é um quadro de seu partido. Cacau Lorenzoni (PP) garante as cadeiras de suas siglas na Casa. O partido do governador Casagrande, continua com uma cadeira, que é ocupada pelo deputado mateense Eustáquio de Freitas. Enquanto o PPS perde a representação na Casa, o PSDB que não tinha deputado pode ocupar até duas cadeiras de uma só vez. A primeira está garantida para o vereador de Cachoeiro, Marcus Mansur, a segunda o partido deve brigar na Justiça com Paulo Roberto. Se vencer, Omir Castiglioni garante a segunda vaga tucana. O PMN também volta a ter representação na Casa, com a ex-deputada Janete de Sá. O governador Renato Casagrande também estaria articulando para que Paulo Roberto retorne ao PMN, reforçando a bancada na Casa. Outra dúvida sobre suplência está na vaga de Henrique Vargas, eleito prefeito de São Gabriel da Palha e que ao lado de Dary Pagung formam a bancada do PRP. O suplente é o vereador da Serra Jamir Malini, que pode desistir da vaga em troca da presidência da Câmara do Município. Neste caso, ou o PRP pode voltar a ter dois deputados com a ida do presidente da Câmara de Guarapari, José Raimundo Dantas, para a Casa, ou o PCdoB, do vereador de Vitória, Namy Chequer pode assumir a vaga. Isso vai depender da peleja que Dantas trava no TSE para tentar validar seus votos de vereador conquistados na última eleição. No caso dele é mais vantajoso permanecer em Guarapari. Já para Namy seria uma oportunidade de ampliar a base e conquistar uma reeleição na Assembleia em 2014.

25/11/2012 / 0 Comments
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