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Século Diário

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Insegurança política com nova eleição toma conta de Guarapari

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O cenário eleitoral de Guarapari está cada dia mais confuso e a proximidade do fim do ano e do verão estão deixando a população apreensiva. O juiz eleitoral do município, Jerônimo Monteiro, aguarda o cronograma do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para convocar nova eleição. Mas o recurso extraordinário do prefeito Edson Magalhães (PPS) entregue à presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Carmen Lúcia, pode postergar o novo pleito. O juiz eleitoral espera a convocação para o próximo mês, mas no município já se fala em uma eleição para depois de fevereiro, o que aumenta ainda mais a insegurança política no município. Caso isso aconteça, o presidente da Câmara de Vereadores é quem assumiria o cargo interinamente. Aí vem outro problema, o atual presidente José Raimundo Dantas (PRP) não foi reeleito, por isso, seria necessária uma nova eleição para a presidência da Casa, antes para que o novo chefe do legislativo assuma a prefeitura.   Enquanto aguardam a decisão da Justiça, as forças políticas se movimentam para tentar alinhavar o processo político extemporâneo. Sete nomes foram apresentados em um primeiro momento: Ricardo Conde (PSB), Luiz Rosa (PR), Afonso Rodrigues (PSDB), Carlos Von (PSL), Enis Gordin (PR), Ronaldo Tainha (PRP) e Weiglas Quinto (PTN). Esses nomes devem se agrupar em torno de uma candidatura mais viável para a disputa e o momento será de muita conversa entre as lideranças. Mas para os meios políticos, se não conseguir levar o recurso para o Supremo Tribunal Feredal (STF), o prefeito deve apostar em um aliado para que possa disputar a eleição com sua benção. Entre os nomes cotados para receber o apoio do prefeito está o candidato a vice na chapa de Magalhães, Orly Gomes (DEM), que é o mais forte deles. Além dele, estão cotados o também demista Gabriel Araújo Costa e Anselmo Bigossi (PTB). Cidade parada Com a proximidade das festas de fim de ano e das férias, o balneário de Guarapari deveria estar se preparando para receber os turistas que escolhem a cidade para as férias. Mas não é isso que acontece. Diante das movimentações políticas a cidade está parada, com obras aguardando conclusões. Essa é mais uma preocupação da população, já que a partir do dia 31 de dezembro os contratos com os comissionados e servidores em designação temporária será cancelado e o receio é que serviços básicos, como coleta de lixo, disque silêncio e salva-vidas sejam suspensos na alta temporada. A população do município segue indignada com o desfecho da eleição e com a desinformação sobre o caso. Edson Magalhães recebeu 39.027 votos na eleição do dia 7 de outubro. Os votos dele, porém, foram anulados, porque o TSE reafirmou a decisão do TRE de que o prefeito estaria disputando um terceiro mandato.

05/11/2012 / 0 Comments
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Presidente da Vale recebe, em mãos, prêmio de pior empresa do mundo

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O presidente da Vale, Murilo Ferreira, recebeu pessoalmente o prêmio concedido à empresa este ano de pior corporação do mundo.  A mineradora faturou o prêmio Public Eye Awards, entregue pela Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale, devido às violações dos direitos socioambientais que promove nas regiões onde estão instalados seus projetos.    Com 2.537 votos, a Vale foi indicada ao prêmio por violar direitos fundamentais no Brasil e em mais 39 países, provocando provocaram danos aos seres humanos e ao meio ambiente. Além disso, a empresa foi acusada de evasão fiscal e dívidas bilionárias.    A empresa foi eleita a pior corporação do mundo com 25.043 votos, no site da Public Eye Awards, concorrendo com as empresas Tepco – responsável acidente nuclear de Fukushima – (24.245), Sansung (19.014), Barclays (11.107), Syngenta (6.052) e Freeport (3.308).     Ao receber o prêmio, o presidente da Vale afirmou não considerar a premiação, por envolver organizações estrangeiras, que, na opinião de Murilo Ferreira, “querem bloquear o desenvolvimento do Brasil”.    Segundo a entidade Justiça Global, ao ser questionado sobre a participação da Vale nas violações cometidas por Belo Monte e ThyssenKrupp-CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), Murilo Ferreira se desresponsabilizou das acusações, alegando que embora as reconheça – as violações –, a Vale não teria controle sobre esses projetos. “TKCSA e Belo Monte estão fora do meu controle. Somos sócios minoritários. Dentro da TKCSA só podemos ir ao banheiro, quando podemos”. A entidade afirmou que Murilo Ferreira se omitiu diante das questões levantadas sobre a duplicação da estrada de ferro Carajás, violação dos direitos trabalhistas e sobre a preservação dos recursos hídricos.   Entre as denúncias que pesaram para que a Vale fosse premiada estão a de Piquiá, no município de Açailândia, no Maranhão, onde a população sofre com “um vínculo ambíguo e predatório da Vale com as guseiras, envolvidas em trabalho escravo, desmatamento e poluição. Há indícios de um aumento significativo no número de mortes devido a câncer nos pulmões na região”, aponta a Justiça Global.   Foram apresentadas também denúncias de práticas antissindicais da Vale e o descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), na unidade de Araucária, no Paraná.   No Espírito Santo, além da poluição que inclui a emissão de material particulado, inclusive de gases cancerígenos, a mineradora é acusada de despejar minério no mar, formando uma jazida de 150 mil metros cúbicos no mar de Camburi, em Vitória, contaminando a região.    Já no município de Anchieta, a empresa se empenha para retirar da localidade de Chapada do A 73 famílias descendentes de indígenas para construir a Companhia Siderúrgica de Ubu (CSU).   Em âmbito internacional, a Vale é responsável pelo processo de expropriação e deslocamento compulsório de mais de 1300 famílias em Moçambique, segundo a Justiça Global. “ Recentemente, seis pessoas foram assassinadas em uma mobilização de operários que reclamavam a falta de cumprimento da Companhia de acordos trabalhistas. Lideranças locais acusam a Vale de ter fornecido veículos usados para reprimir os manifestantes”. O prêmio internacional Public Eye Awards é conhecido como o Nobel da vergonha corporativa mundial, e concedido a empresas com graves passivos sociais e ambientais por voto popular. O prêmio foi anunciado durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. 

05/11/2012 / 0 Comments
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Filmes em cartaz

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  Programação dos cinemas de Vila Velha, Vitória e Guarapari de 2 a 9 de novembro. Cine Ritz – Shopping Norte-Sul fechou para reforma. A reabertura deve acontecer entre dezembro e janeiro.   ESTREIAS   Diário de Um Banana 3 (Diary of a Wimpy Kid: Dog Days, EUA, 2012, 94 min, Livre) Comédia.  Dirigido por David Bowers. Com Zachary Gordon, Steve Zahn, Rachael Harris. Pela primeira vez, Greg não está na escola. Chegaram as férias de Verão e todos se divertem na rua. Enquanto Greg Heffley está enfiado em casa jogando videogames. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 7. 13h30 – 15h40 – 18h – 20h10. Sexta-feira, sabado e domingo 11h20. (DUBLADO)   Frankenweenie (Frankenweenie, EUA, 2012, 87 min, 10 anos) Animação. Dirigido por Tim Burton. Com Winona Ryder, Catherine O'Hara, Martin Short. Victor Frankenstein perde seu cão num acidente de carro e tenta trazê-lo de volta a vida. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3. (3D) 13h20 – 15h30 – 17h40. Sexta-feira, sábado e domingo  11h10. DUBLADO. Sala 3 (3D). 19h50 (exceto terça-feira). 22h (exceto sábado e terça-feira) Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 1. 15h10 – 17h10 – 19h10 – 21h10. Sexta-feira, sábado e domingo 13h10   Os Infiéis ( Les Infidèles, França, 2012, 109 min, 16 anos) Comédia. Dirigido por Jean Dujardin, Gilles Lellouche, Emmanuelle Bercot. Com Jean Dujardin, Gilles Lellouche, Alexandra Lamy. A infidelidade masculina analisada a partir do ponto de vista de sete diretores: Michel Hazanavicius, Gilles Lellouche, Jean Dujardin, Emmanuelle Bercot, Fred Cavayé, Eric Lartigau e Alexandre Courtès. Cine Jardins – Shopping Jardins. Sala 1. 21h10   Possessão (The Possession, EUA, 2012, 92 min, 14 anos) Suspense. Dirigido por Ole Bornedal. Com Jeffrey Dean Morgan, Kyra Sedgwick, Jay Brazeau. Clyde compra uma nova casa para morar junto com sua filha, ela acaba o convencendo a comprar uma caixa misteriosa também. Ao abrir o antigo objeto, a jovem passa a ouvir vozes e, em seguida, estranhos acontecimentos começam a acontecer na casa. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 4. 17h10 – 19h20 – 21h30. Sexta-feira e sábado 23h40 Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 6. 14h30 – 16h30 – 19h – 21h10   O Mar Não Está Para Peixes (The Reef 2: High Tide, EUA, 2012, 88 min, livre) Animação. Dirigido por Mark A.Z. Dippe. Com Drake Bell, Fran Drescher, Jamie Kennedy. O tubarão Troy volta maior e mais forte para se vingar do peixinho Pi. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 13h10 – 15h20 – 17h30. Sexta-feira, sábado e domingo 11h. (DUBLADO) Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 4. (3D) 14h50 – 16h50. Sexta-feira, sábado e domingo 13h (DUBLADO) Cine Ritz Guarapari: Sala 3. (3D) 17h – 19h10 (DUBLADO)   O Monge (Le Moine, França/Espanha, 2012, 101 min, 12 anos) Suspense. Dirigido por Dominik Moll. Com Vincent Cassel, Déborah François, Sergi López. Uma criança é abandonada na escadaria do mosteiro dos Capuchinhos, no século XVII, na Espanha. Ela cresce seguindo os costumes dos monges e torna-se um dos mais importantes pregadores da fé. Mas sua  fama e o “poder” começa a causar a inveja entre seus pares. Cine Jardins – shopping Jardins: Sala 2. 21h15   Oliver Sherman (Oliver Sherman, Canadá, 2012, 82 min, 14 anos) Drama. Dirigido por Ryan Redford. Com Garret Dillahunt, Donal Logue, Molly Parker. Oliver é um militar veterano que se sente sozinho e desconectado do mundo. Determinado dia, ele decide iniciar a procura pelo soldado que salvou sua vida durante a guerra, Franklin. Cine Jardins – Shopping Jardin: Sala 2. 17h30   SESSÃO CULT   Corações Sujos ( Idem, Brasil, 2011, 107 min, 14 anos) Drama. Direção de Vicente Amorim. Com Eduardo Moscovis, Tsoyoshi Ihara, Takako Tokiwa, Eiji Okuda, Shun Sugata, Kimiko Yo, Celine Fukumoto.  Inspirado em fatos reais, o filme mostra as transformações que imigrantes japoneses sofrem no Brasil após a segunda guerra mundial. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 2. Terça e quinta-feira 19h    CONTINUAÇÂO   007: Operação Skyfall (007: Skyfall, Reino Unido/EUA, 2012, 143 min, 16 anos) Ação. Direção de Sam Mendes. Com Daniel Craig, Ralph Fiennes, Javier Bardem, Bérénice Marlohe, Naomie Harris. A lealdade de Bond a M é testada quando o seu passado volta a atormetá-la. Com a MI6 sendo atacada, o 007 precisa rastrear e destruir a ameaça, mesmo que isso tenha um custo pessoal. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 5. 13h40 – 16h50 – 20h . Sexta-feira e sábado 23h10 Kinoplex – Shopping Praia da Costa. Sala 3. 14h30 – 17h30 – 20h30 – 21h (DUBLADO). Sala 7. 15h – 18h – 21h. Cine Ritz Guarapari: Sala 1. 19h – 21h30   Atividade Paranormal 4 (Paranormal Activity 4, EUA, 2012, 89 min, 16 anos) Suspense. Direção de Henry Joost e Ariel Schulman. Com Katie Featherston, Kathryn Newton, Matt Shively. Cinco anos depois do desaparecimento de Katie e Hunter, uma família começa a testemunhar estranhos eventos quando uma mulher e uma criança misteriosa se mudam para a vizinhança. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 1. 19h40 – 21h50. Sexta-feira e sábado 00h. Sala 6. 14h40 – 17h50 – 21h00. Sexta-feira, sabado e domingo 11h40. Sexta-feira e sabado 00h10 Kinoplex – Shopping Praia da Costa: Sala 5. 19h20 – 21h20 Cine Ritz Guarapari: Sala 3. 21h    Busca Implacável 2 (Taken 2, França, 2012, 91 minutos, 14 anos) Ação. Direção de Olivier Magaton. Com Liam Neeson, Maggie Grace, Famke Janssen. Um agente da CIA aposentado volta à ativa durante viagem a Istambul depois que sua família é ameaçada.  Cinemark – Shopping Vitória: Sala 7. 22h20.   Gonzaga de Pai para Filho (Idem, Brasil, 2012, 120 min, 12 anos) Drama. Direção de Breno Silveira. Com Nivaldo Expedito de Carvalho, Júlio Andrade, Nanda Costa. História de Luiz Gonzaga (1912-1989) e Gonzaguinha (1945-1991), e de um amor que venceu o medo e o preconceito e resistiu à distância e ao esquecimento. Cinemark – Shopping Vitória: Sala 8. 13h05 – 16h00 – 18h50 – 21h40 Kinoplex – shopping Praia da Costa: Sala 4. 18h50 – 21h30. Sala 5. 14h – 16h40   Hotel Transilvânia (Hotel Transylvania, EUA, 2011,

05/11/2012 / 0 Comments
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Comissão da Câmara deixa fora de pauta projeto do Instituto da Mata Atlântica

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A mata atlântica perdeu mais uma vez: o projeto que cria o instituto para estudar o bioma não foi incluído na pauta da última reunião da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional (Caindr) da Câmara dos Deputados. A exclusão gerou protesto dos que defendem a aprovação do projeto. Em nota publicada nesse domingo (4), a Associação de Amigos do Museu de Biologia Professor  Mello Leitão (Sambio) registrou que “lamenta profundamente este tipo de comportamento de quem recebe os melhores salários da nação para legislar sobre matérias de interesse de nosso país”. O Projeto de Lei 7.437/10, do governo federal, cria, entre outros, o Instituto Nacional da Mata Atlântica. O projeto tramita na Câmara dos Deputados desde 2 de junho de 2010. Na Caindr  não teve quorum para realizar oito reuniões, desde que começou sua tramitação. E, quando se reuniu, optou por não deliberar sobre ele. O projeto já foi aprovado pelas comissões de Ciência e Tecnologia (CCTCI) e de Trabalho e de Administração (CTASP). Mas foi retirado de pauta em 23 de maio deste ano, quando seria analisado parecer favorável do deputado Audifax Barcelos (PSB) pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT). Sua tramitação então foi modificada, passando para a Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional. Nesta comissão tem parecer pela aprovação do relator Valtenir Pereira (PSB-MT). No parecer, o relator  assinala:  “Destaca-se que a transferência da gestão do referido museu é reivindicação antiga de ambientalistas e cientistas, haja vista se tratar de verdadeira solução para enfrentar as dificuldades financeiras e a falta de recursos humanos necessários ao seu funcionamento. Objetivando garantir o imediato funcionamento do Instituto Nacional da Mata Atlântica, o projeto de lei autoriza o aproveitamento dos servidores que se achavam lotados no Museu de Biologia Professor Mello Leitão, todos integrantes do Plano Especial de Cargos da Cultura, assegurando, igualmente, a continuidade dos trabalhos que vinham sendo desenvolvidos por essa instituição”. Embora com o parecer do relator, o projeto não anda,  pois a Comissão da Amazônia  não se reúne. Com o descaso, a mata atlântica,  um dos cinco biomas prioritários em todo o mundo em termos de conservação da biodiversidade, continua sem o seu órgão de pesquisa.   Mello Leitão – Com aprovação do projeto pela Câmara, o  Museu Mello Leitão será transferido do Ministério da Cultura para o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). A indefinição impede que o MCT faça investimentos e, por outro lado, desestimula o Ministério da Cultura a investir em uma administração que não será mais dele. O Museu Mello Leitão foi fundado em 1949 pelo naturalista Augusto Ruschi (1915-1986). É uma das principais instituições ligadas ao patrimônio natural do País. Com sede no município de Santa Teresa, região serrana do Estado, controla as  estações biológicas de Santa Lúcia e Caixa D' água, localizadas no mesmo município. Mesmo com restrições orçamentárias e carência de recursos humanos, o Museu Mello Leitão se mantém como uma referência nacional e internacional no apoio à pesquisa e conservação da mata atlântica.

05/11/2012 / 0 Comments
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CNJ unifica processos que apuram irregularidades em novo concurso para juiz

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, na última semana, a unificação dos processos relacionados às denúncias de irregularidades no novo concurso público para juiz substituto do Tribunal de Justiça do Estado (TJES). Ao todo, doze processos movidos por candidatos reprovados nas duas fases iniciais foram apensados em uma única ação, que tramita desde o mês de abril.  De acordo com o despacho do conselheiro, José Lúcio Munhoz, que será o relator das ações envolvendo o certame, a cúpula do Tribunal de Justiça capixaba terá o prazo de 15 dias para intimar os candidatos aprovados para que possam se manifestar dentro do processo. A determinação atende a uma norma do próprio Conselho, que prevê a notificação de eventuais interessados.  Em julho passado, o órgão de controle havia determinado a suspensão do processo seletivo até o julgamento dos questionamentos lançados por um grupo de candidatos. Nos processos, os candidatos desclassificados questionam aspectos técnicos das provas, como a inclusão de assuntos que não estavam previstos no edital e os critérios de classificação das notas aferidas.  Segundo informações do TJES, as provas foram aplicadas em outubro do ano passado. Em junho, a comissão do concurso realizou a terceira etapa do processo, quando foram aplicados os exames de sanidade física e mental dos participantes. O concurso tem o objetivo da formação de um cadastro de reserva com 30 vagas para o cargo de juiz substituto.  Atualmente, a defasagem no número de magistrados capixabas é próxima de 100 cargos. Esse cenário provocou a suspensão das férias de juízes pelo presidente do TJES, desembargador Pedro Valls Feu Rosa, no mês de setembro. Na ocasião, o chefe do Judiciário capixaba alertou que metade das comarcas do Estado não possuía juiz titular.

05/11/2012 / 0 Comments
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Presidente do TJES ???regulamenta??? pagamento de penduricalhos

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Depois das polêmicas relacionadas ao pagamento de diferenças salariais aos membros ligados aos órgãos do Judiciário, o Tribunal de Justiça do Estado (TJES) saiu na frente ao criar uma espécie de “fila” dos beneficiados. Segundo decisão do presidente do tribunal, desembargador Pedro Valls Feu Rosa, os magistrados e servidores ativos que sejam idosos ou tenham enfermidades graves terão prioridade nos pagamentos. A medida prevê até mesmo o pagamento integral dos benefícios, hoje pagos de forma parcelada.  A norma prevê que os critérios de pagamento de diferenças salariais serão idênticos entre idosos e enfermos. No caso dos pagamentos serem parcelados, o setor de pagamentos do TJES deverá levar em consideração a quitação da primeira parcela em um valor próximo do total. Já os demais membros do Judiciário vão receber os valores conforme a disponibilidade orçamentária do tribunal.  De acordo com a norma, a quitação dos valores deve ocorrer de forma integral, porém, caso não haja orçamento, os magistrados e servidores fora da fila devem receber parcelas mensais de 50% dos subsídios ou vencimentos. A mesma porcentagem se aplica aos magistrados desligados e servidores exonerados dos quadros do Judiciário. Nestes casos, o valor de referência será o último subsídio ou vencimento recebido pelo beneficiário.  No caso dos pagamentos de benefícios conhecidos como “penduricalhos legais” – PAE, subsídios retroativos e férias não gozadas de magistrados –, as regras também priorizam os idosos e enfermos. No entanto, a regra prevê uma diferenciação nos valores. Enquanto os enfermos poderão receber a primeira parcela no valor até seis subsídios, enquanto os idosos poderão receber apenas o equivalente ao valor de um subsídio.  O presidente do TJES também definiu o pagamento integral do abono permanência aos membros que já podem ser aposentar compulsoriamente, mas continuam em atividade. “É dever da administração promover o pagamento de tal retribuição, não havendo o porquê de efetuar pagamentos de forma parcelada”, justifica.

05/11/2012 / 0 Comments
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Equipe técnica pode ser solução para enfrentar escassez de quadros políticos

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  Os prefeitos eleitos de Vitória, Cariacica, Vila Velha e Serra têm um problema em comum para resolver. É que seus partidos, respectivamente, PPS, DEM e PSB, são considerados partidos pequenos ou médios no Espírito Santo, logo, não teriam quadros para oferecer aos prefeitos eleitos. A solução para esses prefeitos seria a de montar um secretariado com perfil técnico.     Desses partidos, a situação mais complicada é do PPS, porque tem duas prefeituras para comandar e o partido não tem quadros suficientes para oferecer. O prefeito eleito de Vitória, Luciano Rezende, diz que não fez compromisso com os aliados para abrigar os indicados e que vai buscar em todos os setores, inclusive na iniciativa privada, os nomes para compor o secretariado técnico, sem coloração partidária, que deseja.   Mas para os observadores vai ser difícil lidar com o assédio das siglas que o apoiaram e que vão cobrar, sim, uma contrapartida na composição do secretariado. Ainda mais porque Vitória é a segunda maior vitrine política do Estado, depois do Palácio Anchieta.   Em Cariacica, Geraldo Luzia, o Juninho, segundo os meios políticos locais, encontrou uma solução caseira para o problema. Há uma expectativa no município de que ele mantenha a espinha dorsal petista que hoje sustenta a administração municipal. Evidentemente, Juninho também tem muitos aliados, sobretudo os que se alinharam a ele no segundo turno, para acomodar.   Rodney Miranda, em Vila Velha, é uma incógnita, mas a expectativa maior é de que ele convide para seu secretariado os nomes que integraram a gestão Paulo Hartung no governo do Estado, até porque seu lema foi exatamente esse, o de trazer o jeito Hartung de governar para a cidade.    A dúvida da classe política canela-verde é se os nomes acostumados a gerir uma estrutura de governo do Estado, com um orçamento que hoje gira em torno de R$ 12 bilhões, vão se adequar ao modesto orçamento da prefeitura, ainda mais com as restrições de recursos federais projetadas para o próximo ano. Sem falar nos salários pagos, que também é bem mais baixo.   Audifax Barcelos tem uma situação melhor porque seu arco de alianças foi extenso na Serra, além disso, como aliado do governador e considerada a maior conquista do PSB na disputa deste ano, no Estado, pode receber o auxilio necessário para garantir sua governabilidade. Mas não deixa de estar em um partido de médio porte, que pode sofrer com a escassez de quadros para oferecer.

05/11/2012 / 0 Comments
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Classe política inicia rearrumação visando as eleições de 2014

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  A mexida de peças do PT estadual, reforçando a bancada na Assembleia, com o retorno à Casa do secretário de Assistência Social e Direitos Humanos Rodrigo Coelho (PT), faz parte do processo de reacomodação das forças políticas após a eleição deste ano. Uma movimentação que não se limita apenas ao PT.   Ao retornar a Casa, Rodrigo ganha visibilidade para disputar a reeleição para deputado estadual, em 2014. O legislativo dá mais musculatura política do que um cargo no Executivo e esse parece ser um dos recados das urnas este ano. Basta ver o que aconteceu na Câmara de Vitória, em que os vereadores que ocuparam pastas na gestão Coser, Eliezer Tavares (PT) e Sérgio Sá (PSB) não conseguiram se reeleger.   Para os meios políticos, é preciso observar também os cenários locais. No sul do Estado, além de Rodrigo Coelho também devem disputar a reeleição os deputados Theodorico Ferraço (DEM) e Glauber Coelho (PR), ambos estão na Mesa Diretora da Casa hoje e, por isso, têm uma visibilidade maior.   Outro nome que deve engrossar a lista de candidatos a deputado naquela região é o vereador Marcos Mansur (PSDB), que assume a suplência da coligação em 2013 e também se credencia para a disputa.     No PSDB, as movimentações para 2014 envolvem o ex-prefeito de Vila Velha, Max Filho, que visa uma vaga na Assembleia. O que mostra que a ideia de se trazer o tucano Cesar Colnago para a Secretaria de Agricultura não tem consistência dentro do Palácio Anchieta. Até porque está pasta é a que garante um alto grau de ingerência política com lideranças no interior, e dificilmente o governador Renato Casagrande entregaria um filão de movimentação política desta importância a Colnago.   O partido, que saiu derrotado da disputa deste ano, precisa aumentar seu capital político e por isso deve brigar pela segunda vaga na Assembleia. Apesar de a legislação eleitoral favorecer a entrada do vereador tucano de Colatina Olmir Castiglione, o ex-deputado Paulo Roberto – que estava no PMN em 2010, partido que fazia parte da coligação como PSDB, mas migrou para o PMDB o que lhe tiraria a vaga –, vai brigar pela cadeira na Assembleia.   Ainda na Assembleia, o deputado Josias da Vitória (PDT) cogita disputar uma vaga de deputado federal em 2014. Ele saiu derrotado da eleição em Colatina, mas pode conseguir o apoio do deputado federal Paulo Foletto (PSB) nessa empreitada.   Hoje o PDT tem a maior número de deputados federais na bancada capixaba, com Sueli Vidigal, Carlos Manato e Jorge Silva. Essa configuração, porém, deve mudar. O prefeito da Serra, Sérgio Vidigal, deve disputar a eleição à Câmara dos Deputados. Manato teria em 2014 o apoio do adversário de Vidigal na Serra, o prefeito eleito Audifax Barcelos (PSB) e Jorge Silva teve uma atuação apagada na disputa deste ano e, para os meios políticos, pode ter dificuldades na disputa pela reeleição, o que pode abrir um espaço para Josias da Vitória.   Com a mudança na composição do plenário da Assembleia em 2013, com a chegada de cinco suplentes, as movimentações para a eleição estadual devem se intensificar e ganhar corpo a partir do próximo ano.

05/11/2012 / 0 Comments
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Lá e cá

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Nacionalmente, o resultado das eleições deste ano aponta para um cenário em que a polarização entre PT e PSDB deve se repetir em 2014, tendo como principais forças auxiliares o PSB e o PMDB. Como as disputas nos estados sempre têm um olho no embate nacional, é preciso analisar os ganhos e perdas das siglas, mas acima disso, das lideranças que nelas se abrigam. O PT, logo depois da eleição, veio a público festejar o desempenho na eleição deste ano. Mas o partido saiu enfraquecido. Além de perder Vitória e Cariacica, repetiu as seis prefeituras de 2008. Isso sem falar que as reeleições de Cachoeiro de Itapemirim e Colatina não se alinham ao projeto partidário e sim ao projeto pessoal de Carlos Casteglione e do grupo do ex-prefeito de Colatina Guerino Balestrassi, pelas mãos de Leonardo Deputulski. Com isso, o partido saiu da eleição sem nenhuma cidade com mais de 200 mil habitantes. Isso em um Estado onde a presidente Dilma Rousseff perdeu a eleição em 2010, assim como o PSDB, no primeiro turno em Vitória. Dentro da polarização nacional que se espera em 2014, o Estado pode ser um ponto fora da curva, embora não tenha uma relevância vital para a disputa, já que o eleitorado é modesto. O PSDB está em uma posição ainda pior. O presidente do partido, César Colnago, também demonstrou seu contentamento com o desempenho do partido, mas o PSDB, além de perder uma disputa na Capital, que considerava concluída em primeiro turno, e de acreditar que iria para o segundo turno em Vila Velha, com Max Filho, ficou pelo caminho nas cidades. Caiu de 12 para seis prefeitos e tem dificuldade de se recolocar no jogo político para a próxima eleição. O PMDB, que é apontado como uma força auxiliar importante para a disputa presidencial, no Espírito Santo não repetiu o êxito nacional. O partido foi o campeão de conquistas de municípios no Brasil, com 1.026 cidades a partir de 2013. No Espírito Santo, porém, o cai de 21 para 13 prefeituras, o que o coloca em desvantagem no jogo político. Para piorar, a principal crítica nacional à sigla, de ser um partido dos grotões, se repete no Estado, já que o partido não conseguiu grandes cidades na disputa deste ano. O PSB, nacionalmente foi o que mais cresceu, repetiu no Estado o mesmo desempenho. Aqui subiu de 13 para 21 prefeituras, sendo uma importante, na Serra, com isso, o partido se fortalece e fortalece o governador Renato Casagrande, que deve disputar a reeleição em 2014. Mas não foi só isso, ele também fortaleceu os aliados para que pudessem ter um palanque bem alicerçado para a disputa.

04/11/2012 / 0 Comments
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Reportagem especialComunista, sim senhor!

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     Fotos: Rogério Medeiros A estampa do primeiro prefeito comunista eleito no Espírito Santo é visceralmente diferente dos principais estereótipos criados para denegrir a imagem do comunista. A começar por ele ser alto, bonitão, elegante, sóbrio no vestir, diferente do padrão depreciativo criado para ser o seu biótipo. E ele também consegue passar ao largo dos demais clichês alinhado nos manuais conservadores com o intuito de desqualificar  politicamente o comunista, como vem ocorrendo ao longo dos anos, sobretudo, no Brasil.      O que, no seu caso, deve  ter contribuído, de alguma forma,  para ter ganho uma eleição num dos mais conservadores municípios capixaba: o de Baixo Guandu, situado acima de Colatina, no Vale do Rio Doce, embora não passe por aí a avaliação dele. Neto circunscreve a força da organização e da disciplina do seu partido,  o PCdoB. Que além de fazê-lo prefeito, elegeu a maior bancada de vereadores: três, num universo de 11, divididos por várias siglas.     O encontro do repórter com ele deu-se na residência dos seus pais, numa das principais ruas da sede do município de Baixo Guandu. Quanto ao personagem em foco, nada transformou-se em novidade para o repórter, a não ser essa inesperada e inusitada vitória. Até porque ele havia se tornado conhecido de Século Diário, devido a uma breve e instigante passagem, na condição de suplente, pela Assembleia Legislativa, quando surpreendeu com ataques corajosos ao então governador Paulo Hartung (PMDB).    E numa época em que a Assembleia era extremamente servil ao governador, quando apenas um deputado fazia oposição, assim mesmo com moderação. Como foi o desempenho, por essa época, do deputado Euclério Sampaio, do PDT. O nosso personagem foi  muito além da moderação do Euclério. Mister ainda lembrar  que nos dois períodos de seu governo, Paulo Hartung foi extremamente temido pelos poderes que amealhou do Judiciário e do Ministério Público Estadual.    Fugindo ao imenso calor de Baixo Guandu, uma das regiões capixabas que menos chove, fui acomodado por ele na residência do pai, com quem mora,  junto ao muro em um improvisado jardim sombreado por uma bela mangueira, formando, caprichosamente, uma imagem fotográfica bem alusiva ao  resultado das eleições: uma escuridão cortada por um singelo facho de luz solar, já que foram necessários mais de 90 anos (o Partido Comunista foi fundado em 1922) para que um comunista conquistasse uma prefeitura no Espírito Santo.     Pois até então, eles eram protagonistas de algumas proezas eleitorais de alguns de seus integrantes, concorrendo, geralmente, em  outros partidos. Até o advento da última Constituição Federal, os partidos comunistas viveram, na maior parte de suas existências, na clandestinidade. Tanto que foi noutro partido que o lendário comunista, Hermógenes Lima Fonseca, elegeu-se vereador em Vitória, com a maior votação da história da Câmara de Vereadores da Capital: sete mil votos, quando eleitorado era de apenas 17 mil eleitores.    Já passamos, a essa altura da reportagem, da hora de revelar o nome do autor dessa única proeza eleitoral de um comunista no Espírito Santo.  Ele é um  jovem advogado de 36 anos, que  já havia passado  por outras breves experiências eleitorais. Houve até um momento em que tentou, como outros comunistas no passado, alcançar a prefeitura, em outra sigla. Foi para o PDT e disputou eleições com êxitos parciais.  Mas logo retornaria ao PCdoB, convencido da necessidade de demonstrar à população de Baixo Guandu que o partido tinha a melhor proposta para governá-la – como alardeou para o  repórter.    Neto Barros é o autor da façanha. Não é um político surgido do habitual improviso que norteia o surgimento de grande parte dos nossos políticos. E muito menos uma aventura vitoriosa com propostas  vazias e irrealizáveis, como ocorre com frequências em pleitos municipais. Ele chegou à disputa em Baixo Guandu com ideologia à frente, indo para o campo da disputa, organizando a população. Em nenhum de seus comícios faltou a bandeira do PCdoB. Como bem assinalou, ela tremulou em todos eles.    Marxista assumido, disse que vai governar como tal e como tal também apresentou-se ao eleitorado contra centenas de panfletos contendo invencionices anticomunistas.        É bom também que não se diga que trata-se de um desconhecido. Ou melhor, de alguém sem origem para os 24 mil eleitores que votaram em Baixo Guandu nas eleições em que venceu. O pai, Chico Barros, 74 anos, antes dele, venceu três eleições para a prefeitura. Pertenceu ao PMDB e fala com orgulho de ter sido o 17º que assinou a ata de fundação do partido no Espírito Santo. Pela  veia oposicionista que ainda acredita correr em seu sangue, o pai costuma também “bater” no ex-governador Paulo Hartung. A quem responsabiliza pela destruição do PMDB no Estado.     Em matéria eleitoral, pai e filho,  pelas  circunstância do parentesco, se ajudarem  nas eleições, guardando as discórdias ideológicas para o recesso do lar. Indagado pelo repórter quanto a condição de comunista do filho-prefeito, o pai atenua a resposta, dizendo que se realmente a proposta dele é organizar o povo, respeita. E ficou por aí. O mais foi por conta dos seus mandatos. Na rua, Chico Barros continua uma figura relativamente popular. Mas é comum ouvir-se que ele acumula dois títulos inéditos pelos seus três mandatos: o de melhor prefeito da história de Baixo Guandu e, também, o de pior de sua história, por mais paradoxal que tais situações possam parecer.   A mãe também faz política. Já foi vice-prefeita do marido e candidatou-se agora a vereadora. É uma mulher,  aproximando-se da  casa dos 70 anos, que se chama Zilma Zandomênico de Barros. Não elegeu-se, mas ficou com a primeira suplência do seu partido. Tocou sua campanha por conta própria, já que o filho concentrou-se no apoio aos candidatos do seu partido. A fidelidade do filho à mãe ficou também pelo campo afetivo, não transpondo-se, como o caso do pai, para o campo político.   A relação familiar também alcança um tio que se tornou em Baixo Guandu uma legenda da valentia. Irmão do pai, se

04/11/2012 / 0 Comments
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