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Século Diário

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Magno Malta vira alvo no segundo turno, abrindo discussão para 2014

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O início do segundo turno trouxe um elemento político que traz reflexos no cenário eleitoral deste ano e na disputa estadual de 2014. Nas redes sociais e nas campanhas de rua, além do embate entre as propostas dos candidatos a prefeito, vem ganhando fôlego uma mensagem que tenta desconstruir a imagem do senador Magno Malta (PR). A finalidade seria atingir as campanhas de seus apoiadores. O partido do senador disputa a reeleição em Vila Velha, com o prefeito Neucimar Fraga, e apoia as candidaturas de Marcelo Santos (PMDB) em Cariacica, e Luciano Rezende (PPS) em Vitória. Nessa disputa de poder nos bastidores, as disputas em Vila Velha e Cariacica ficam em segundo plano, já que a principal disputa está na Capital. Essa estratégia, em princípio, cria um caminho para que o candidato tucano Luiz Paulo Vellozo Lucas tente reverter a situação desfavorável na disputa do segundo turno em Vitória. Mas além da disputa municipal, a investida contra Magno Malta tem reflexos na disputa estadual em 2014. Magno que sempre teve um perfil parlamentar e repetia não ter interesse no governo do Estado, foi apontando no período pré-eleitoral como um candidato em potencial ao governo. O senador tem um desempenho de voto considerável e um perfil político que desagrada às elites capixabas, e não vem mais negando interesse no Palácio Anchieta. Esse movimento acendeu o sinal de alerta nos grupos políticos que tem interesse no cargo, justamente pelo potencial de votação do senador republicano. Como tem um perfil conservador, defendendo causas conservadoras, virou um alvo para que os grupos aos quais ele não se alinha possam atacá-lo. Se conseguirem passar a imagem de que Malta prejudica os aliados, ficaria inviabilizada uma eventual candidatura dele ao governo do Estado. Esse movimento viria do grupo do ex-governador Paulo Hartung (PMDB), que estaria também de olho na disputa eleitoral de 2014. O desempenho de Hartung também está em teste na eleição neste ano. Por isso, quem ganha com essa disputa é o governador Renato Casagrande. Como ele deixou seu partido fazer as articulações da eleição e se colocou em uma postura de afastamento do processo – embora o desempenho do PSB e dos aliados tenha sido creditado às suas movimentações de bastidores no período eleitoral –, fica com um campo aberto, sem obstáculos, para construir seu caminho à reeleição.

16/10/2012 / 0 Comments
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Palestras e debates no Festival Nacional de Teatro

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  O VIII Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória traz à Capital capixaba não apenas espetáculos gratuitos, mas também atividades formativas e de interesse público, como palestras e debates.   “Performance, Antropologia e Encenação” será tema de discussão entre Bernand Muller, César Huapaya e o público na próxima quinta-feira (18), a partir das 14 horas. O debate será no prédio do Cemuni V, sala 3, Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Não é preciso inscrição prévia.   No mesmo dia, às 17 horas, Luiz Sérgio Quarto faz a palestra “A Rádio Nacional e seus ídolos de auditório” na Fafi. Não há inscrição para participar.    Outro debate terá representantes do Conselho Estadual de Cultural e do Conselho de Políticas Culturais de Vitória. Em pauta, o Sistema Nacional de Cultura e falarão sobre os planos estadual e municipal que estão sendo elaborados. O debate será sexta-feira (19), às 16 horas, na Fafi.   Processos criativos   Uma oportunidade para trocar experiências. Após a montagem de vários espetáculos, a cia, o grupo, a trupe ou os atores permanecem no teatro para um bate papo com o público sobre os processos de criação do espetáculo e construção das personagens.   Confira a relação de espetáculos em que, logo a seguir, haverá o encontro:   – O Filho Eterno: 14/10, 21h30, no Theatro Carlos Gomes; – Musicircus: 14/10, 18 horas, Teatro do Sesi; – A Vida Como Ela É: 15/10, 22h30, Teatro Universitário; – O Jardim: 15/10, 20h30 e 22h30, Estação Porto; – ESTAMIRA – Beira do Mundo: 16/10, 21 horas, Teatro do Sesi; – Espaço Parlapatões: 16/10, 22h30, Teatro Universitário; – O Velho da Horta: 17/10, 21h30, Theatro Carlos Gomes; – Eclipse: 17/10, 22h30, Teatro José Carlos Oliveira; – Acorda, Aurora! A comédia: 18/10, 22 horas, Theatro Carlos Gomes; – O Amor de Clotilde Por Um Certo Leandro Dantas: 20/10, 22h30, Teatro Universitário; – O Mais Simples Seria Não Começar: 20/10, 22 horas, Teatro José Carlos Oliveira; – Essa Febre Que Não Passa: 21/10, 21h30, Teatro José Carlos Oliveira.

16/10/2012 / 0 Comments
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De Shakespeare a Tchecov

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  Com 30 anos de muita arte e inovação, o Grupo Galpão (MG) vem novamente integrar o imenso elenco de espetáculos nacionais do Festival de Teatro da cidade de Vitória. A companhia se apresenta pela primeira vez com a reconhecida Romeu e Julieta, nesta terça-feira (16), no Teatro Carmélia. O espetáculo que já rodou por 10 países transporta o universo de Shakespeare para o sertão mineiro.   Dirigido por Gabriel Villela, a tragédia dos dois jovens apaixonados é contatada de forma inovadora, evocando elementos da cultura brasileira e uma linguagem inspirada em Guimarães Rosa. “A música é composta de modinhas, serestas, músicas da Belle époche brasileira, e os figurinos e o cenário trazem a marca de um colorido e um espírito “Kitsch” bem típico da nossa cultura popular”, explica Eduardo Moreira, que interpreta o Romeu.     A montagem da tragédia de Shakespeare foi um marco na carreira do grupo, que levou o clássico para as ruas sem alterar a erudição e a universalidade dos versos shakespeareanos, de acordo com a clássica tradução de Onestaldo de Pennaforte. “Fazer o espetáculo é estar num limite. Como ele é apresentado nas ruas, sempre é muito diferente, variando conforme o público e a arquitetura do local da apresentação”, conta Eduardo.   Além de Romeu e Julieta, O Grupo também apresenta a peça Eclipse na quarta-feira (17), também no Teatro Carmélia. A peça faz parte do projeto “Viagem a Tchékhov”, uma extensa pesquisa da companhia sobre a obra do autor russo Tchecov (1860-1904). Para embarcar nessa desafio que começou em 2011, a trupe se dividiu em dois grupos, “o que nos possibilitaria de alguma maneira poder “nos ver de fora”, mas sem que isso causasse uma divisão no nosso trabalho coletivo”, explica a atriz Lydia del Picchia.          O primeiro grupo encenou a peça Tio Vânia (aos que vierem depois de nós), que integrou a programação do Festival de Teatro do ano passado, e o segundo grupo ficou com a montagem do projeto Eclipse, que é uma livre adaptação de uma série de contos do dramaturgo russo. Durante a escolha foram lidos 150 textos que os atores foram experimentando durante os ensaios.   “Nossa primeira tarefa foi a seleção de temas que nos interessassem e que pudessem se transformar em monólogos ou diálogos potenciais para a cena”, conta Lydia. A atriz também explica que enquanto o grupo se aproximava da obra também precisava se concentrar na maneira diferente que o diretor russo Jurij Alschitz propunha para a encenação, “mais centrada no trabalho individual do ator com seu texto”.   A história é sobre cinco pessoas que aguardam o final de um eclipse solar enquanto discutem sobre filosofia. À medida que a espera se torna longa, o confronto dessas visões de mundo desencadeia uma série de situações absurdas. “Eclipse não conta uma história de forma realista, psicológica ou coerente. O que existe é uma moldura dramatúrgica que coloca os atores em posição de defesa de diferentes ideias, nem sempre coincidentes, nem sempre opostas”, afirma.   Serviço   http://hotsites.vitoria.es.gov.br/festivaldeteatro2012/?page_id=316

16/10/2012 / 0 Comments
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Os números não mentem

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  A matéria (Taxa média de homicídios na gestão de Rodney foi a pior dos últimos 30 anos) publicada nesta segunda-feira (15) em Século Diário, tem a finalidade de esclarecer ao leitor-eleitor, que o candidato a prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda (DEM), ao contrário do que tem afirmado por ai, não fez uma gestão positiva à frente da Secretaria de Segurança.    Rodney tem dito ao eleitor e escrito no seu material de campanha que está preparado para enfrentar a violência em Vila Velha. Ele se refere à sua passagem pela Secretaria Segurança como uma experiência exitosa, que lhe conferiu o estofo necessário para reverter os índices de criminalidade em Vila Velha.    Ora, durante os quase sete anos em que Rodney esteve à frente da Segurança estadual, mostrou que não teve competência para desempenhar a função. Pelo menos é isso que os números mostram.    Enquanto os índices de homicídios disparavam, Rodney promovia ações midiáticas para dar a falsa sensação de que estava nas ruas enfrentando a criminalidade. Quem não se lembra do então secretário vestido de “Rambo”, desfilando pelas periferias da Grande Vitória numa imponente caminhonete importada?   As ações espetaculosas de Rodney de nada serviram para coibir a violência e fazer recuar os índices de homicídios no Estado – o mais alto das últimas três décadas (1980 a 2010), mas o ajudaram a consolidar uma imagem de homem destemido, corajoso, valente. Aquele que não tem medo de enfrentar a bandidagem.    Em termos de espetáculo para a plateia assistir, parece até que “colou”, mas se avaliarmos os resultados das estatísticas…   No período (2003 a 2010) em que o então governador Paulo Hartung e o secretário Rodney Miranda comandaram as ações de Segurança Pública no Estado, quase 15 mil pessoas perderam suas vidas para a violência. O número é impressionante. É como se toda a população de Boa Esperança fosse riscada do mapa. Estamos falando de 15 mil pessoas, uma média de mais de 1800 assassinatos por ano.    Diante de números tão retumbantes, que não são de Século Diário, mas do Instituto Sangari, que edita o Mapa da Violência – estudo que é hoje oficialmente usado pelo Ministério da Justiça -, é imperativo esclarecer ao eleitor canela-verde a verdade sobre o desempenho do candidato do DEM à frente da Segurança Pública.    No comparativo com outros estados, que também ocupavam em 2003 (início da gestão de Rodney na Segurança) o topo da lista de mais violentos do País, se percebe claramente que o Espírito Santo andou na contramão da maioria deles.    A matéria traz os exemplos de Pernambuco e Rio de Janeiro, que dividiam o topo da lista em 2003 com o Espírito Santo, que nessa época era o terceiro mais violento do Brasil. Oito anos depois, esses dois estados têm conseguido, ano a ano, reduzir suas taxas de homicídios.    O Espírito Santo de Hartung e Rodney, porém, fez exatamente o caminho oposto, passou de terceiro para segundo colocado no ranking nacional de homicídios, e já permanece neste posto há mais de uma década. Os dados, que não nos deixa mentir, estão ai para quem quiser conferir. 

15/10/2012 / 0 Comments
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Barca furada

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  O candidato do PSDB à prefeitura de Vitória, Luiz Paulo Vellozo Lucas, muito confiante numa vitória com folga logo de cara, passou o primeiro turno da disputa com a mira toda voltada para o PT. A estratégia reforçava o antigo embate entre tucanos e petistas, interessante para a Executiva Nacional, além de firmar Luiz Paulo como força de oposição. Mas o jogo virou e o novo líder na disputa é Luciano Rezende (PPS), que não é PT, não fechou apoio com o PT, nem com a terceira colocada Iriny Lopes. Na falta de conseguir sustentar o que vem pregando desde o início do processo eleitoral, Luiz Paulo resolveu usar de artifício para colar a imagem de Iriny à de Luciano, como fez em propaganda eleitoral, numa tentativa de usar o PT contra o candidato do PPS. A iniciativa, além de atentar contra a própria democracia, indica desespero de Luiz Paulo. Ao que parece, o tucano não aprendeu com erros do primeiro turno. Essa barca é furada.    Barca furada II Além do mais, desqualificar e subestimar o capital eleitoral da deputada federal Iriny Lopes, convenhamos, pode ser um tiro no pé. De todo modo, ainda dá tempo do tucano se restabelecer. Mas tem que ser para ontem.    Chá de sumiço Falar na campanha de Luiz Paulo lembra o ex-governador Paulo Hartung (PMDB). Cadê PH no segundo turno?    Repeteco Por falar no ex-governador, é impressionante como os prefeitos reeleitos Carlos Casteglione (Cachoeiro de Itapemirim) e Leonardo Deptulski – Batata (Colatina) aprenderam direitinho com Hartung a justificar atos de infidelidade partidária. Fizeram escola.    Repeteco II Mas é bom que se registre: não existe decisão pessoal de apoio em campanha eleitoral, no caso a Rodney Miranda (DEM), em Vila Velha.  Existe a decisão do partido, que não pode ser atropelada em nome de interesses próprios. É tentar justificar o injustificável.    Embolado Aliás, a enquete de Século Diário indica divisão entre os eleitores do município em relação à posição do terceiro colocado na disputa Max Filho (PSDB) no segundo turno. O ninho tucano declarou apoio a Rodney, fazendo coro a 32% dos votantes (688 pessoas). Embora com uma diferença mínima, 35% defendiam apoio ao prefeito Neucimar Fraga (PR), e outros 27% a neutralidade – 6% optaram pelo voto de protesto.    Atrasado “Cartinha” de campanha do vereador petista Eliézer Tavares, que disputou a reeleição à Câmara de Vitória, chegou à residência de moradores da Praia do Canto e adjacências somente depois do pleito do dia 7. Se a intenção era ganhar votos, perdeu o “time”. E olha que Elíezer estava precisando. Este ano, ele não levou.    Campo minado   O Tribunal de Justiça do Estado anuncia a presença do procurador da República da Itália Francesco Greco, em encerramento do Seminário Internacional de Justiça e Direitos Humanos, que será realizado no próximo mês. Greco atuou na Operação Mãos Limpas, que desmontou um esquema de corrupção política na Itália nos anos 90. Mal sabe ele onde vai pisar.    Segue… Tudo bem que os tempos mudaram, mas o tribunal ainda responde pelo maior escândalo de corrupção do Estado. Essa marca está cravada.    140 toques “Pra que ninguém tente reinventar a roda, a resolução do diretório do PT foi: nem Neucimar, nem Rodney. O PT não apoiará ninguém”. (João Batista Babá – PT – no Twitter).   PENSAMENTO: “Em política, um absurdo não é um obstáculo”. Napoleão Bonaparte

15/10/2012 / 0 Comments
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A democracia de volta

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O governador Renato Casagrande foi o responsável pela volta da democracia às eleições capixabas, reintroduzido-a na disputa municipal que chega ao segundo turno em Vitória, Vila Velha e Cariacica, dando fim aos processos eleitorais arbitrários do período em que Paulo Hartung (PMDB) esteve à frente do governo.  Diferente do seu antecessor, Casagrande conseguiu equilibrar as forças políticas de tal maneira que elas tiveram desempenhos inerentes à própria capacidade eleitoral de cada uma. Fez até com que o ex-governador Paulo Hartung corresse atrás de eleitor para eleger os seus candidatos. Tornando-se, inclusive, o exemplo vai evidente do retorno do processo democrático. Elegeu alguns prefeitos e foi derrotado naqueles em que o seu DNA era mais evidente, a exemplo de Guerino Zanon (PMDB) em Linhares (norte do Estado). Por outro lado, tornou-se fiador do seu desastrado secretário de Segurança, Rodney Miranda (DEM), candidato a prefeito em Vila Velha. Em síntese: Hartung ficou do tamanho que realmente é no cenário político do Estado. Diferente de quando governador, que de cima de um esquema ditatorial, apontava os vencedores antes mesmo de se conhecer o resultado das urnas.  Com Casagrande, a eleição fluiu conforme a condição eleitoral de cada um. Pode ter errado por excesso de zelo, mas não discriminou sequer o adversário de antes, como o caso de Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), candidato a prefeito em Vitória, que concorreu com ele ao governo do Estado.  A democracia no atual pleito  puniu a artificialidade, como não poderia deixar de ser, caso do PMDB que o ex-governador Paulo Hartung praticamente tomou de assalto, entregando-o ao controle do seu lugar-tenente, o deputado federal Lelo Coimbra. Ficou menor que era quando não o tinha em seus quadros.  Nesse processo capixaba, a democracia trouxe uma espécie de normalidade para as relações políticas e partidária: o  fim do medo do ex-governador. Da sua tal geopolítica, que nada mais era do que punir os políticos segundo as suas conveniências de poder.  Com  Casagrande, não há razões para medo. A tirania não reside mais no Palácio Anchieta.    Rogério Medeiros passa a escrever neste espaço às segundas-feira. Os demais dias da semana são reservados à colunista Renata Oliveira

15/10/2012 / 0 Comments
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Falando de outubro

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  Uma vez escrevi aqui sobre o mês de outubro. Hoje volto a me manifestar porque é, talvez, o mês mais rico em comemorações de datas de todo calendário. Para os católicos, quatro santos: Santa Terezinha, São Francisco, Nossa Senhora Aparecida e São Judas Tadeu.   Depois, as datas são muito importantes, como: Dia da Criança, do Atletismo, do Engenheiro Agrônomo; olha que bonito! Dia do Mar; importante, o Dia da América. O Dia da Leitura nos arremessa aos sonhos e a cultura, o Dia do Sapateiro, revivendo uma profissão que quase não existe mais.   Olhe a legião que não é reverenciada, a do Dia do Funcionário Público. E outra, a do Dia dos Comerciários. Sem falar no Dia do Terapeuta, importante nos dias atuais. Quem voa no dia 31, tem a oportunidade de parabenizar o Comissário de Voo no seu dia ou ter medo de voar por ser o Dia das Bruxas.   Os fortões têm seu dia neste mês de outubro, o Dia do Fisiculturista, como os Corretores de Seguros fazem festa no dia 12 também. O Dia do Lions Clube é lembrado no mundo todo. Neste rico mês, a Semana da Ciência e Tecnologia é comemorada.   Ah! O Dia da Força Aérea e do Aviador, onde a FAB mostra seus potentes caças nos céus. E o dia mais importante, dia 24, Dia das Nações Unidas. É neste mês de outubro, dia de duas eleições que tem o Dia da Democracia. Por outro lado, se comemora neste mês de outubro o dia de quem muita gente não gosta, o Dia do Dentista. Em compensação lembramos daqueles menos afortunados no Dia do Deficiente Físico.   Os mais velhos têm sua data, o Dia Internacional da Terceira Idade, que bonito! Cinco classes das mais importantes comemoram a data; Dia do Contato, Dia do Controlador do Tráfego Aéreo, Dia do Compositor e Dia do Pintor. Comemora-se também o dia de bichos importantes da fauna nacional, o Dia das Aves, o Dia das Abelhas, e o dia daquele que muita gente tem e estima, o Dia do Cão.   Este mês de outubro é pródigo mesmo, olha o que se comemora nele, o Dia do Poeta. E também o Dia do Médico. Que importante! E não desmerecendo as seguintes datas ainda: Dia do Açougueiro, que nos lembramos de um churrasco para celebrar, Dia do Nordestino, povo de raça.   O Dia do Petróleo sinaliza a riqueza deste décimo mesmo do ano. O Dia da Natureza nos faz atinar para cuidarmos melhor deste planeta. Têm as comemorações de classes como Dia do Vendedor, Do Eletricista, Dia da Normalista, que nos enche de saudade da época. Dia do Estivador, que labuta com a força, Dia do Arquivista, muito importante na organização da história e o Dia do Profissional da Informática, a profissão do momento. Para aliviar, um drink do Dia do Barman.   Deixamos para o final falar da data do Dia do Vereador, de quem esperamos maior responsabilidade em, suas funções, o Dia do Professor, talvez uma das profissões mais bonitas, o Dia Mundial da Alimentação, lembrando de tanta gente faminta neste mundo, doa Dia do Anestesiologista, aquele que tira a dor, e enfim, data que me trouxe a este mundo também é de outubro   PARABÓLICAS   Gente que faz aniversário em outubro, Richard Harris, Jimmy Carter, Nilo Peçanha, Mahatma Ghandi, José Mayer, Assis Chataubriand, Kate Winslet, Didi, Matt Dimom, John Lennon, Miguel Fallabela, Giuseppe Verdi, Cartola, Dwight Eisenhower, Falcão, Rita Hayworth, Arthur Miller, Benjamin Constant, Grande Otelo, Manuel da Nóbrega, Jean-Claude Van Damme, Vinicius de Moraes, Pelé, Drummond, Diego Maradona, Ronaldo Bôscoli, Mané Garrincha, Eros Ramazzoti, Julia Roberts, Luis Inacio Lula da Silva, Milton Nascimento e Pablo Picasso.   MENSAGEM FINAL   A grande virtude do tempo é que ele impede que tudo aconteça ao mesmo tempo. Henry Bergson

15/10/2012 / 0 Comments
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TJES analisa recurso contra bloqueio de bens de ex-síndico de massas falidas

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  A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) vai analisar, na próxima segunda-feira (23), o recurso da advogada Sueli de Paula França –mulher do advogado Paulo Roberto Mendonça França – contra a indisponibilidade dos bens do escritório do casal por suspeitas de fraudes na gestão de massas falidas. O juízo de 1º grau determinou o bloqueio de cotas sociais em nome do ex-sindico, além da indisponibilidade de imóveis encontrados em uma das empresas para evitar a ilegal alienação dos bens.  O recurso da advogada e das empresas (De Paula e França Participações e Investimentos Ltda e De Paula e França Serviços Privados de Intermediação Cartorária Ltda) será relatado pelo desembargador Arnaldo Santos de Souza. A parte contrária é a massa falida da HSU Comercial (Eletrônicas Yung), que era administrada por Paulo França até a descoberta de supostas fraudes que podem chegar a R$ 2,7 milhões.  Em setembro do ano passado, o então titular da Vara de Falências, juiz Ademar João Bermond, considerou a conduta de Paulo França, que chegou a presidir o Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) no ano de 2009, no interesse das massas falidas como “altamente temerária”. Baseado no relatório de uma auditoria independente realizada nas contas das falências, o juiz indicou a possibilidade de fraudes.  Na decisão, o juiz solicitou à Receita Federal que apurasse as integralizações no capital feita nas duas empresas com cotas sociais em nome de Paulo França. Ademar Bermond também pediu providências sobre a prática de sonegação fiscal, uma vez que o escritório da mulher prestava serviços advocatícios à massa falida comandada pelo advogado sem a devida prestação de contas.  O ex-presidente do banco estatal também foi denunciado criminalmente pelas mesmas suspeitas de fraude. No mês passado, a juíza da 3ª Vara Criminal da Capital, Rosa Elena Silverol, recebeu uma ação penal contra Paulo França e o sócio da HSU, Hudson In Chol Kwak.  Na época das denúncias, o ex-síndico da massa falidas negou as acusações e afirmou que todas as prestações de contas, ao longo de doze anos, foram aprovadas pelo juízo e Ministério Público, sem qualquer impugnação por parte dos credores e falidos.

15/10/2012 / 0 Comments
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Taxa média de homicídios na gestão Rodney foi a pior dos últimos 30 anos

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  Apesar de ter fracassado na missão de deter a violência no Espírito Santo durante os quase sete anos em que esteve à frente da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), o deputado estadual e candidato a prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda (DEM), tem tratado positivamente sua passagem pela pasta. Alheio ao desempenho negativo, Rodney se apresenta ao eleitor como o candidato mais preparado para enfrentar a criminalidade no município canela-verde.   De acordo com o Mapa da Violência 2012, do Instituto Sangari – considerado pelos especialistas o estudo mais completo para se medir os índices de violência no País -, a gestão de Rodney Miranda à frente da Sesp foi a pior dos últimos 30 anos no Espírito Santo (veja tabela ao lado).   Rodney assumiu a pasta em 2003, início do primeiro mandato do governo Paulo Hartung (PMDB), com uma taxa de 51 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes. Devolveu a pasta, em 2010, para se candidatar a deputado estadual, com uma taxa de 53 homicídios/100 mil.    Chama a atenção nesse desempenho, que os estados brasileiros que ocupavam o topo da lista de homicídios em 2003, seguiram a tendência nacional e reduziram drasticamente seus índices. O Rio de Janeiro, por exemplo, que tinha a segunda pior taxa de homicídios do País: 56/100 mil, fechou 2010 com 26. Pernambuco, que ocupava em 2003 o topo da lista, no mesmo período, reduziu o índice de 54 para 38. Melhor ainda fez São Paulo, que derrubou a taxa de 38 para 13, bem próximo ao índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 10/100 mil.    Rodney, que prometera reduzir as taxas de homicídios em 10% no início de sua gestão, ao contrário, só fez elevar esses índices. Nos oito anos do governo Hartung, dos quais Rodney esteve à frente da Secretaria por quase sete, a média de homicídios ficou na casa dos 53/100, ou seja, dois pontos acima da taxa registrada em 2002 (51/100 mil) e na contramão da média nacional, que girava em torno de 25/100 mil, em 2010.  A marca confere a Rodney a maior taxa média de homicídios da série histórica nos últimos 30 anos.   Em números absolutos, os resultados da gestão Hartung-Rodney também são desastrosos. De 2003 a 2010, 14.386 foram assassinadas no Espírito Santo. De acordo com o Mapa da Violência, de 1980 a 2010, nunca se matou tanto no Espírito Santo como na gestão do ex-secretário. Pertence também à dupla Hartung-Rodney o maior pico de homicídios registrados em um único mês. Em janeiro de 2010, 197 pessoas foram assassinadas no Estado.

15/10/2012 / 0 Comments
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Justiça Eleitoral manda Futura retirar item de questionário em Vila Velha

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O juiz Délio José Rocha Sobrinho, da 32ª Zona Eleitoral de Vila Velha, acatou parcialmente nesta segunda-feira (15), uma representação da coligação “Vila Velha no rumo certo”, do candidato à reeleição Neucimar Fraga (PR), contra o Instituto Futura, que faz uma pesquisa no município. Na ação movida pelo grupo do prefeito, é relatado que no questionário apresentado ao eleitor, uma das perguntas confunde o eleitor e prejudica o republicano. A pergunta 2.6 diz “Qual dos candidatos é apoiado pelo governador Paulo Hartung?”. O juiz entendeu que cabia a representação porque Hartung não é mais governador do Estado e sim Renato Casagrande. Além disso, o ex-governador tem demonstrando explicitamente apoio ao candidato Rodney Miranda (DEM). No entender do juiz eleitoral, “o quesito tem potencialidade para prejudicar o candidato que move a representação (Neucimar)”. O juiz não viu motivo para suspender o resultado da pesquisa, mas determinou a exclusão do item 2.6. O juiz fixou multa de R$ 20 mil ao dia por descumprimento da decisão.

15/10/2012 / 0 Comments
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