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Campanha recomeça com estratégias diferentes em Vitória

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Os dois candidatos a prefeito de Vitória que disputam o segundo turno, Luciano Rezende (PPS) e Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), já estão liberados para a campanha da nova eleição. Os dois adotaram estratégias diferentes para o segundo turno. Luciano já está circulando os bairros da cidade para agradecer a votação do primeiro turno e pedir a confirmação do voto na nova fase da disputa, que acontece no próximo dia 28 de outubro. A estratégia do candidato vai ser a de caminhar pela cidade e apresentar o plano de governo. Já o candidato do PSDB, Luiz Paulo Vellozo Lucas, tendo como base a agenda divulgada no site do candidato, vem se dedicando a reuniões internas e gravações dos programas de rádio e TV. A impressão é de que o tucano estuda a melhor estratégia para enfrentar o candidato do PPS, que terminou o primeiro turno na frente nas urnas. Desde essa segunda-feira (8) já está liberada a propaganda dos candidatos nas 50 cidades brasileiras em que vai haver o segundo turno das Eleições 2012, o que inclui fazer propaganda eleitoral com alto-falante, amplificador de som, carreata e distribuição de material. Também está liberado a gravação de propagandas de rádio e na televisão, após 48 horas contadas a partir da proclamação do resultado da eleição pelo juiz eleitoral de cada município.  Em Vitória, a propaganda eleitoral na TV vai ao ar no sábado (13) e o candidato Luciano Rezende é quem abre a programação. A data limite para o início da propaganda é dia 13 de outubro e deve ser realizada até o dia 26. Nesta fase, o programa eleitoral gratuito é dividido em dois períodos diários de 20 minutos, inclusive aos domingos, tendo início às 7h e às 12h, no rádio, e às 13h e às 20h30, na TV. O tempo é dividido de forma igual aos candidatos, ou seja, cada um tem direito a 10 minutos em cada programa. A regra para a propaganda eleitoral está prevista na Lei das Eleições (Lei 9.504/97 – artigo 49, caput).

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Ações para evitar créditos acumulados nas importações

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Apesar de afastada a possibilidade de uma nova “guerra fiscal” por créditos tributários após a unificação das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para importação, acendeu a luz de alerta nos estados. O governo de São Paulo estuda medidas para evitar a acumulação dos créditos de ICMS pelas empresas, como acontece hoje com as empresas exportadoras beneficiadas pela Lei Kandir.  Essa preocupação foi assunto de uma matéria na edição dessa terça-feira (9) do jornal Valor Econômico. Em entrevista, o coordenador de administração tributária da Fazenda paulista, Clóvis Cabrera, anunciou que o estado estuda soluções para evitar o acúmulo dos créditos. Uma das possibilidades levantadas é a utilização desses créditos no pagamento do ICMS devido na importação, que pode cair dos atuais 18% para 4% ou 7%.  Uma estratégia semelhante à adotada pelo governo capixaba, que vai permitir a utilização do estoque de créditos de ICMS pelas empresas exportadoras. A principal diferença entre a política fiscal paulista e capixaba reside no fato da maior parte das plantas industriais localizados no Espírito Santo serem voltadas à produção de commodities e produtos semi-elaborados para exportação, criando milhões em créditos por mês.  A Fazenda paulista também analisa, segundo a reportagem, a redução dos impostos devidos na importação por meio de regimes especiais para empresas ou por meio de decretos para setores. Mecanismos também próximos ao já adotados no Espírito Santo, pelo Programa de Incentivo ao Investimento no Estado (Invest-ES) e contratos de competitividade do Compete-ES, que iguala os benefícios concedidos por outros estados.  Na avaliação de juristas ouvidos pelo Valor, a iniciativa da Fazenda paulista é considera positiva, uma vez que o acúmulo desses créditos pode entrar na planilha de custo das empresas. Atualmente, a Fazenda paulista arrecada R$ 22 bilhões anuais com o ICMS das importações, de acordo com Cabrera. Esse valor é quase três vezes mais do que a arrecadação total de ICMS no Espírito Santo.

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Cimi denuncia manobra para conter manifestações indígenas

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O Conselho Missionário Indígena (Cimi) denunciou que o governo federal vem utilizando um “jogo de palavras” para desmobilizar a luta indígena contra a Portaria 303, da Advocacia Geral da União (AGU), que ameaça as terras indígenas em todo o país. Além de impedir a ampliação dos territórios já demarcados, as novas regras possibilitam a revisão dos processos já homologados e ainda intervenções nas terras indígenas sem consulta prévia.    Segundo o Cimi, o governo Dilma Rousseff tem afirmado aos povos indígenas que com a suspensão da Portaria 303, as mobilizações contra a medida, publicada em julho pela AGU, são desnecessárias. A entidade afirma que a portaria sofreu apenas um adiamento e está programada para entrar em vigor logo após o julgamento no Superior Tribunal Federal (STF) sobre o processo da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Isso porque a AGU utilizou as 19 condicionantes desse caso específico para embasar a portaria. Mesmo sem o processo ter transitado em julgado e não ter efeito vinculante.    Para o Cimi, trata-se de apenas mais uma manobra que se junta às organizações indígenas brasileiras, para reforçar o que as comunidades país afora exigem: a revogação imediata da portaria. “O governo federal e AGU manipulam as informações de forma desastrosa e lamentável para enganar os povos indígenas”, alertou o Cimi.      Caso as regras entrem em vigor, ressalta o Cimi, o patrimônio público será lesado para atender aos interesses privados do agronegócio, das mineradoras, das construtoras e aventureiros do capital, na busca por lucros em terras protegidas pela Constituição Federal.      

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Candidatos à prefeitura de Cariacica iniciam corrida a partidos e lideranças

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Com os resultados das urnas já devidamente assimilados, os candidatos a prefeito de Cariacica Geraldo Luzia, o Juninho (PPS), e Marcelo Santos (PMDB) partiram para a segunda fase da disputa. Os dois candidatos já iniciaram a corrida a partidos e lideranças que podem ter um papel importante neste segundo turno.    Em entrevista à Rádio CBN Vitória na manhã desta quarta-feira (10), Marcelo Santos deu entender que o acordo com o PSD de Avelina, que saiu derrotado no primeiro turno da disputa a prefeito, já está praticamente selado.    No final da tarde desta quarta (10) veio a confirmação. O PSD de Avelina anunciou que caminhará junto com Marcelo Santos no segundo turno das eleições em Cariacica.   Avelina e seus 7.982 votos (4,35%) entram como um reforço importante para a campanha do candidato do PMDB, que também está bastante próximo de fechar com o PT de Helder Salomão. O atual prefeito de Cariacica volta de Brasília nesta quinta-feira (11) para tratar do possível apoio do PT à candidatura de Marcelo.   Se Marcelo está se calçando para entrar forte no segundo turno, o candidato do PPS, apesar da boa margem de quase 40 mil votos que abriu sobre o peemedebista, também disse estar aberto às negociações, desde que esses acordos não tirem o foco de sua campanha, que é renovar a administração cariaciquense.    Juninho, que também foi entrevistado pela Rádio CBN Vitória, usou as lições do futebol para avisar que ainda não há nada ganho. “No segundo turno, a eleição começa de novo. Eu que venho da escola do futebol, digo que a partida só acaba quando o juiz dá o apito final”, ponderou.   Com a proposta de “aglutinar sem mudar o foco”, Juninho disse que já se reuniu com os principais partidos e lideranças. O candidato não escondeu que existe uma maior proximidade com o PV, do deputado estadual Sandro Locutor, que ficou em quinto na disputa à prefeitura de Cariacica, com apenas 57 votos a menos que Avelina, quarto colocado. Ou seja, se PV e PSD conseguissem transferir seus capitais eleitorais para cada um dos candidatos, nada mudaria.   Independente dos apoios, os dois candidatos sabem que vence a disputa quem tiver a melhor estratégia. Marcelo Santos quer esquecer a margem aberta por Juninho e acreditar que o placar voltará a zerar no segundo turno. Ele aposta no seu projeto de governo que, segundo ele, “não é uma peça de ficção”. O candidato do PMDB acha que terá mais chances de aprofundar suas propostas no segundo turno.   Juninho também admite que o segundo turno é uma nova eleição, mas não quer perder um único voto dos 82.830 que conquistou no primeiro turno. Ainda na estratégia futebolística, que é a sua praia, o candidato deve adotar aquela outra máxima dos boleiros: “em time que está ganhando não se mexe”.    Por isso ele deixou bem claro que só vai se juntar com partidos que estejam alinhados à sua proposta de governo. Ele também já avisou que continuará fazendo uma campanha literalmente pé no chão. “Não vou subir em trio elétrico. Vamos manter a campanha olho no olho do eleitor”, frisou. 

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A Peça do Casamento abre Festival de Teatro

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Depois de 30 anos de um casamento aparentemente feliz, Jack decide se separar de sua mulher. Mas Gilliam não se conforma e dá inicio a um duelo conjugal. Vivido pelos atores Dudu Sandroni e Guida Vianna, o casal em crise protagoniza o espetáculo A Peça do Casamento, que abre a oitava edição Festival de Teatro da Cidade de Vitória com muita ironia e bom-humor, neste sábado (13), no Teatro Carlos Gomes.     O efeito devastador do tempo nos relacionamentos é exposto na história escrita em 1987 pelo dramaturgo norte-americano Edward Albee. Para o diretor do espetáculo, Pedro Brício, o texto de A Peça do Casamento é atemporal e universal, por isso não houve nenhuma alteração, “é um texto cômico que se aprofunda nas questões do relacionamento, mas também vai além, mostrando angústias e frustrações que abatem qualquer homem”, explica.   A crise do marido se estende também para o seu trabalho, que não o satisfaz mais. Ele passa a questionar suas escolhas e enxerga como única solução para sua depressão uma mudança drástica na sua vida. “O espetáculo é sobre o desgaste do casamento que tantos anos de companheirismo e cumplicidade não conseguem evitar”, diz o diretor.   Ao contrário da ficção, o casamento entre a equipe foi perfeito. Pedro conta que Guida Vianna foi sua primeira professora de teatro e a amizade entre eles vem de anos. Já Dudu Sandroni, o diretor não o conhecia antes de produzirem a peça, mas já admirava o trabalho do ator. “Guida e Dudu formaram um casal incrível e muito realista”, diz.   A Peça do Casamento integra os 32 espetáculos nacionais do Festival Nacional de Teatro, que contempla comédias, monólogos, romances, peças de rua e de bonecos. O festival, que acontece entre os dias 13 de outubro a 21 de outubro, também traz nove grupos do Espírito Santo e dois da Argentina. A entrada é franca e os ingressos deverão ser retirados nas bilheterias dos teatros onde ocorrerão as peças, sendo o Carlos Gomes, Carmélia, Universitário, do Sesi, Estação Porto e Fafi.     O espetáculo de Albee intercala momentos de tensão com humor e muita ironia nos diálogos entre o casal – “a grande característica de Albee”, segundo Pedro. O dramaturgo americano é conhecido pelos sucessos teatrais internacionais como Zoo Story (1958) e Quem Tem Medo de Virginia Woolf? (1962). “O enredo se completa com ótimo timing para a comédia de Guida, que consegue faz um humor inteligente e refinado”, explica o diretor.   A Peça do Casamento estreou em abril deste ano no Festival de Curitiba e desde então tem recebido muitas críticas positivas em diversos estados. “Estamos muitos satisfeitos com os elogios e a grande oportunidade do espetáculo poder viajar e ser apresentado a diferentes públicos”, agradece Pedro.   Serviço O VIII Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória será aberto neste sábado (13), às 21h, com A Peça do Casamento, no Teatro Carlos Gomes. Praça Costa Pereira, Centro, Vitória. Entrada franca. Ingressos: retirada a partir das 13h na bilheteria do teatro. Classificação: 12 anos. Informações: (27) 3132-2067.   Saiba mais! Confira a programação do festival no site oficial 

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Empresa do primo de Hartung fatura novos contratos

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Mesmo proibida de contratar com o governo do Estado após infrações na execução de obras, a empresa Estrutural Construtora e Incorporada Ltda continua a vencer licitações em prefeituras capixabas. No início desta semana, a empreiteira de Braulino Gomes, primo do ex-governador Paulo Hartung (PMDB), faturou dois contratos – um deles em Cariacica, para obras de urbanização, e outro em Conceição da Barra, para recolhimento de lixo por sua subsidiária Urbservice –, na ordem de R$ 8 milhões.  As contratações foram publicadas nas edições dessa segunda e terça-feira (8 e 9) do Diário Oficial do Estado. Apesar das punições impostas à empresa pela direção do Instituto de Obras Públicas do Estado (Iopes), a Estrutural continua a figurar entre as principais empresas do universo de licitações publicas locais.  A manutenção da proibição da contratação com o Iopes, após julgamento de recurso administrativo, praticamente fechou as portas do Executivo estadual à empresa. Por outro lado, a revogação da pena da declaração de inidoneidade, circunstância que restringiria a participação em todas as esferas da administração pública, abriu possibilidade da Estrutural continuar a atuar nas prefeituras.  Uma prova disso é que a empresa foi escolhida para executar obras de infraestrutura e urbanização integrada no bairro Alice Coutinho, em Cariacica. A proposta vencedora foi de R$ 7,5 milhões pela empreitada. Os detalhes do contrato, como a vigência dos serviços ou a previsão de assinatura do acordo, não foram revelados pela presidente da comissão licitante da prefeitura, Carla de Souza Damasceno, que assina o aviso.  Em outra publicação, a empresa Urbservice – que tem metade do capital social sob controle da Estrutural – assinou o contrato nº 108/2012 com a prefeitura de Conceição da Barra, para a prestação dos serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final do lixo hospitalar no município. O detalhe da publicação é que a vigência do acordo se iniciou no último mês de maio e vai até o final deste ano. O valor global dos serviços é de R$ 45 mil. 

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Código Florestal: ONG envia carta aberta à presidente Dilma Rousseff

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A Fundação SOS Mata Atlântica, entidade que acompanha os debates sobre o novo Código Florestal, enviou uma carta aberta à presidente Dilma Rousseff nessa terça-feira (9), recomendando vetos e, sobretudo, elencando os desafios que deverão ser superados pelo governo federal, com a sanção do texto aprovado no Congresso Nacional. Um deles será diminuir a distância entre o parlamento brasileiro e os anseios da sociedade.    Sem qualquer sinalização até agora sobre vetos à Medida Provisória (MP) 571/12, a ONG considera o novo texto uma consolidação da perda expressiva de extensas áreas sensíveis até então protegidas pela legislação revogada e quer que o governo viabilize instrumentos para evitar mais degradação ambiental para o País.    Nesse sentido, cobra o veto dos Artigos 4º, inciso IV (que limita a proteção de nascentes e olhos d'água perenes); Art. 61-A, parágrafo 4° e 5º (que reduz a obrigação de compor Área de Preservação Permanente (APP) ciliar em imóveis de até quatro módulos e que restringe a recomposição de 15 metros de áreas de preservação de nascentes “perenes”) e do Art. 61-A, parágrafo 13 (que estabelece os métodos de recomposição de APP).   Segundo a entidade, além dos vetos, é necessário que a presidente atente para o aumento dos desmatamentos. “Na regulamentação há espaço para recuperar perdas importantes para os processos ecossistêmicos e a produção rural sustentável”.    Também foi cobrado transparência e ampliação do controle social sobre os Programas de Regularização Ambiental e respectivos sistemas de licenciamento, monitoramento e cadastramento ambiental rural nos estados.    Outro desafio que deverá ser enfrentado pelo governo federal é a implementação de uma política nacional de florestas robusta, que ofereça em prazo compatível com o proposto pela lei (até cinco anos), as condições materiais, tecnológicas, humanas e financeiras para alcançar este objetivo. “O governo federal deve aprovar com a máxima urgência um programa de incentivos econômicos em escala apropriada para beneficiar os produtores rurais – principalmente agricultores familiares e pequenos proprietários – que cumpriram a lei e os que aderirem voluntariamente aos programas de regularização ambiental”, cobrou a carta.    Além disso, a SOS Mata Atlântica cobrou uma estratégia forte para a aplicação, com tolerância zero, das sanções previstas no novo Código Florestal e na Lei de Crimes Ambientais, contra os infratores que desmataram ou vierem a desmatar ilegalmente após a data de “anistia” efetivada pelo novo texto.    Caso contrário, alertou a ONG, em poucos anos, por inércia e omissão, o governo será novamente tensionado a rever a data de corte para a consolidação de novos desmatamentos ilegais. 

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Candidatos a vice podem pesar no segundo turno na GV

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Na disputa do segundo turno, em que as estratégias são fundamentais para tentar superar o opositor, o papel dos candidatos a vice na chapa dos prefeitáveis ganha destaque no jogo político. Na primeira fase da disputa, dois vices se saíram bem e ajudaram seus candidatos a chegar na frente: Rafael Favatto (PRB), candidato a vice de Rodney Miranda (DEM), em Vila Velha, e Waguinho Ito (PR), candidato a vice de Luciano Rezende (PPS), em Vitória. O ex-deputado estadual Rafael Favatto foi importante para a campanha de Rodney justamente por conta do traquejo político. Médico, ele tem um público cativo no município, sobretudo na região de Paul e São Torquato. Embora tenha sofrido alguns desgastes na região, ainda mantém um capital político considerável, até porque ampliou sua base para o restante do município. No palanque de Neucimar Fraga (PR), o vice Fábio D’Avila (PSB) tem um peso político importante. Ele é presidente do PSB canela-verde e é o elo da campanha do prefeito à reeleição com o governo do Estado, do também socialista Renato Casagrande. Reverter esse peso político em votos vai depender da estratégia adotada pelo republicano. Em Vitória, o candidato Luciano Rezende (PPS) tem como vice o radialista e evangélico Waguinho Ito (PR). Isso fez com que o candidato do PPS conseguisse captar votos do público evangélico, mesmo sendo ligado à Igreja Católica. Outro fator favorável ao palanque é que, como radialista, ele consegue uma penetração em várias camadas do eleitorado, ouvintes de seu programa de rádio, o que populariza a candidatura. No palanque de Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), o vice é o ex-secretário de Educação do Estado e ex-presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado (Bandes), Haroldo Rocha (PMDB). O vice de Luiz Paulo tem um perfil técnico e pouco traquejo político, o que dificulta uma aproximação com o eleitor. O grupo tenta destacar sua capacidade técnica, mostrando a qualificação dos quadros no palanque. Resta saber se isso rende votos. No município de Cariacica, o papel dos vices não chega a superar a popularidade dos dois candidatos a prefeito. Juninho (PPS) tem como vice o capitão PM Bruno Polez (PRB), com forte inserção entre os militares e reforça o palanque do candidato do PPS nesta questão da segurança, o que pode ajudar na disputa. Já o vice de Marcelo Santos, Niltinho Basílio, do PSDB, vive sua primeira experiência eleitoral. Ele tenta mostrar que a experiência como procurador do município pode ajudar na construção de políticas públicas de excelência, já que conhece de perto as necessidades dos moradores. Se o cargo é de expectativa, na disputa eleitoral os vices podem se destacar ajudando seus candidatos a prefeito, ou simplesmente assumirem já nessa etapa um papel coadjuvante. Isso pode ser decisivo em disputas equilibradas, como será o segundo turno nesses três municípios.

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Empresa polui e ganha segunda chance do Tribunal de Justiça

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A empresa Manancial Projetos e Consultoria Ambiental Ltda. recebeu aval do Tribunal de Justiça do Estado (TJES) para prosseguir com suas atividades de manipulação de resíduos de lama, resultado da extração de mármore e granito, em Nova Venécia, noroeste do Estado. Ela é acusada pelo Ministério Público Estadual (MPES), de despejar resíduos de petróleo provenientes de poços explorados pela Petrobras, de alta periculosidade,  no meio ambiente Segundo o TJES, só no caso de uma nova ocorrência a atividade será suspensa. A Ação Civil Pública (ACP) do MPES diz que a empresa descumpriu as condicionantes da sua Licença de Operação (LO). Em março deste ano, a Justiça acatou a ação, por meio da Promotoria de Justiça Cível de Nova Venécia. Na ocasião, foi determinada a paralisação imediata do lançamento de resíduos no aterro industrial, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.   A decisão que libera as atividades da Manancial Projetos é da 4ª Câmara Cível do Tribunal e foi divulgada nessa terça (9). O desembargador Samuel Meira Brasil Júnior afirma que a atividade pode ser realizada dentro dos limites da autorização do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), sendo que a empresa será fiscalizada pelo órgão e também pelo MPES. Caso seja constatada nova infração da autorização para despejo apenas de resíduos da extração de mármore e granito, ai sim a atividade deve ser suspensa.   Em seu voto, o desembargador, que havia pedido vista do processo 38129000063, disse que o meio ambiente deve ser conservado, mas também não se pode impedir a empresa de realizar sua atividade, que é o principio da sua existência, mas caso os problemas persistam, a paralisação será necessária para o retorno do equilíbrio ambiental    O voto de Meira Brasil Júnior foi acompanhado pela relatora, desembargadora Eliana Junqueira Munhós, e pelo desembargador Maurílio Almeida de Abreu.   Nova Venécia é um município conhecido pela extração do granito, possui um aterro com 6 mil m², com capacidade para receber 80 mil m³ de resíduos, em uma antiga cava de exploração de rochas desativada. 

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Cinema: estreias da semana

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    A Entidade é o novo filme de horror na praça. Dirigido por Scott Derrickson, responsável por O Exorcismo de Emily Rose (2005), produção elogiada, A Entidade se amprara numa premissa bem conhecida do gênero: a mudança para um novo lar. Passado na época da Lei Seca, o violento Os Infratores foi exibido no Festival de Cannes deste ano.   O Jardins traz duas ótimas estreias. Violeta Foi Para o Céu retrata a trajetória da cantora chilena Violeta Parra, uma das artistas mais importantes da América Latina. Popularíssima, ela foi gravada no Brasil por Elis Regina no fundamental Falso Brilhante, disco lançado em 1976 que traz, além de Gracias a La Vida, de Parra, Como Nossos Pais e Fascinação.     O filme é dirigido pelo chileno Andrés Wood, o mesmo do sensível Machuca (2004), que, aliás, vale a conferida. Outra estreia é Polissia, ganhador do Prêmio do Júri de Cannes deste ano.   Quem não se sentir satisfeito, pode recorrer ao vale-a-pena-ver-de-novo. De brinde, e bons brindes, temos o relançamento de Procurando Nemo, agora em 3D, e, na Sessão Cult, o ótimo Na Estrada.   O filmes entram em cartaz a partir desta sexta-feira (12).   ESTREIAS   Violeta Foi Para o Céu (Violeta se fue a los cielos, Chile/Argentina/Brasil, 2011, 110 minutos, 12 anos) Drama. Direção de Andrés Wood. Com Francisca Gavilán, Thomas Durand, Christian Quevedo. Um retrato da famosa cantora chilena Violeta Parra, apresentando seus trabalhos, memórias, amores e esperanças.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 1. 19h.   Polissia (Polisse, França, 2011, 127 minutos, 14 anos) Drama. Direção de Maïwenn. Com Karin Viard, Marina Foïs, Nicolas Duvauchelle, Maïwenn. Uma jornalista policial é enviada para fazer uma matéria sobre a divisão de proteção de menores da polícia, mas acaba tendo um caso com um dos personagens da história.    Cine Jardins – Shopping Jardins: Sala 2. 18h55. Fanaa (Fanna, Índia, 2006 146 minutos, 12 anos) Drama. Direção de Kunal Kohli. Com com Aamir Khan, Kajol, Kirron Kher. Jovem cega de nascença é apaixonada por guia turístico mulherengo. Contrariando os conselhos das amigas, ela encara o risco e investe no relacionamento.   Cine Metropolis: 20h.   A Entidade (Sinister, EUA, 2012, 110 minutos, 14 anos) Horror. Direção de Scott Derrickson. Com Ethan Hawke, Vincent D’Onofrio, James Ransone, Fred Dalton Thompson. Pedaços de vídeos ajudam um romancista a desvendar como e por que uma família foi assassinada em sua nova casa, mas as descobertas colocam em perigo sua família.    Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3. 13h30. DUBLADO. Sexta, sábado e domingo também 11h. DUBLADO. Sala 5. 20h20. Sexta e sábado também 22h50.   Os Infratores (Lawless, EUA, 2012, 100 minutos, 16 anos) Drama. Direção de John Hillcoat. Com Tom Hardy, Jessica Chastain, Gary Oldman, Shia LaBeouf, Guy Pierce, Mia Wasikowska. Durante a Depressão, uma gangue é ameaçada de ter seus lucros cortados pelas autoridades.    Cinemark – Shopping Vitória: Sala 3. 16h15, 18h50, 21h30. Sexta e sábado também 0h10.   Procurando Nemo 3D (Finding Nemo 3D, EUA, 2012, 100 MINUTOS, Livre) Animação. Direção de Andrew Stanton e Lee Unkrich. Relançamento em 3D do filme vencedor de quatro Oscar em 2004, incluindo melhor filme de animação.    Cinemark – Shopping Vitória: Sala 5 (3D). 13h10, 15h30, 17h50. DUBLADO.   SESSÃO CULT   Na Estrada (On The Road, Brasil/França, 2011, 16 anos, 137 minutos) Aventura. Direção de Walter Salles. Com Kristen Stewart, Sam Riley, Garrett Hedlund, Kirsten Dunst. Adaptação do clássico homônimo de Jack Kerouac sobre dois amigos que cruzam os Estados Unidos.   Cinemark – Shopping Vitória: Sala 8. Terça e quinta-feira 20h.

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