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Século Diário

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Sentimento de mudança fica mais evidente em Cariacica

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O sentimento de mudança que vem sendo pregado pelo candidato do PPS em Vitória, Luciano Rezende, parece ter cruzado a Segunda Ponte e contaminado o eleitorado de Cariacica. O vice-prefeito Juninho (PPS) chega ao segundo turno em primeiro lugar e como favorito na disputa pela prefeitura. A posição de Juninho na eleição contrariou a expectativa das pesquisas realizadas no município, que durante todo o processo eleitoral apontou a liderança do deputado estadual Marcelo Santos (PMDB). Só às vésperas da eleição é que os números das pesquisas corrigiram o cenário, mostrando o crescimento vertiginoso do candidato do PPS. Bom de rua, ele representa mudança não no sentido de projeto, já que ele fez parte da administração, com a qual rompeu bem antes de se candidatar. Mas também do ponto de vista político, já que era visto como segundo na corrida eleitoral. Juninho chegou em primeiro, distanciando-se dos outros dois principais candidatos. Ele obteve 82.830 (45,18%). Marcelo Santos, que vai para o segundo turno com ele, obteve pouco mais da metade dos votos do candidato do PPS. O interessante nessa questão é que Marcelo teve cerca de 1.500 votos a mais que a terceira colocada, a deputada e candidata do atual prefeito Helder Salomão (PT), Lúcia Dornellas, que obteve 41.530 (22.65%). Somadas as votações do peemedebista e da petista, eles chegam a marca de 84.598 votos, apenas 2.308 votos a mais que a votação de Juninho. Com uma diferença tão expressiva, Juninho chegará em uma situação muito confortável para disputar a segunda etapa da eleição. Um diferencial de Juninho e que pode ter contribuído para o seu desempenho na eleição foi o fato de após entrar em rota de colisão com o prefeito, adotou uma postura firme em relação à administração. Já o deputado estadual Marcelo Santos adotou uma postura maleável, evitando confronto com a prefeitura. Como o prefeito vem de um segundo mandato, o que traz um desgaste natural, a posição mais crítica ganha mais força com o eleitorado.

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Luciano Rezende esbanja otimismo para vitória no 2º turno

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Nerter Samora e Kauê Scarim   O candidato mais bem votado nas eleições para a prefeitura da Capital, o deputado estadual Luciano Rezende (PPS) reafirmou o discurso de mudança para o segundo turno. “Tinha certeza do crescimento no transcorrer da campanha. As pesquisas não refletiam o que vínhamos fazendo na rua”, disse em tom de euforia com a festa dos militantes que acompanharam toda a apuração em frente à sede do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/ES).  De acordo com dados do TRE/ES, o deputado estadual virou o pleito na Capital, recebendo impressionantes 39,14% dos votos, o equivalente a 73.757. Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB) atingiu 36,69% (69.143) dos votos e Iriny Lopes (PT) 18,41% (34.689). O deputado afirmou que a partir desta segunda-feira (8) vai intensificar as conversas com os eleitores para definir os rumos da campanha. Uma certeza o candidato parece já ter: a população realmente quer mudança. Este recado das urnas fica claro pela votação da candidata à sucessão da atual administração, Iriny Lopes, que teve menos da metade dos votos de Luciano Rezende. O lema da campanha no segundo turno será a confirmação da vitória no novo pleito, que parece ser considerada certa pela fala do deputado e do candidato a vice-prefeito, Waguinho Ito (PR). O republicano repetiu o discurso bem afinado com Luciano da necessidade de mudanças na Capital: “Não acreditamos em pesquisa, mas sim em um trabalho bem feito”. Apesar de figurar durante todo o pleito como segundo colocado, Luciano se aproveitou do fato das pesquisas o incluírem em um eventual segundo turno para passar segurança ao eleitorado. Tanto que, nas últimas semanas de campanha, ele reforçou o agradecimento pelo crescimento, ludibriando a tendência das pesquisas e se colocando como legítimo vencedor – situação diferente do que ocorreu no pleito de 2008, quando foi vítima das pesquisas que limitarem seu crescimento.   Waguinho acompanhou toda a apuração no local, diferentemente de Luciano, que aguardou até a totalização da última urna para se encaminhar para a sede do TRE/ES. Ao chegar, o candidato foi ovacionado e carregado pelo colo por correligionários, que eram maioria durante toda a apuração. Sobre alianças para o segundo turno, Waguinho foi enfático ao dizer que a “cidade quer mudanças” – em alusão ao slogan da campanha – e se esquivou sobre um apoio concreto do PT no novo pleito: “Vamos conversar com toda a população novamente. Mas temos certeza que eles querem a mudança”.  O candidato a vice-prefeito de Luciano também comentou sobre uma eventual participação do senador Magno Malta (PR) na campanha a partir de agora. “Não fizemos uma coligação com o senador. Fizemos uma aliança com o PR, no qual sou presidente do diretório municipal. Não precisamos de muleta”, finalizou.

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Acompanhe aqui a eleição desse domingo

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  Vitória Luciano Rezende (PPS) virou o pleito na Capital, recebendo 39,14% dos votos, o equivalente a 73.757. Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB) atingiu 36,69% (69.143) dos votos e Iriny Lopes (PT) 18,41% (34.689).   Vila Velha Outra virada. O deputado estadual Rodney Miranda (DEM), que obteve 82.574 votos (37,62%), vai disputar o segundo turno com o atual prefeito Neucimar Fraga (PR). O republicano obteve 77.468 votos (35,30%). O terceiro colocado foi o ex-prefeito Max Filho (PSDB), que teve 53.317 votos (24,29%). O vereador João Batista Babá (PT) ficou em quarto, com 5.116 votos (2,33%).   Serra Numa disputa acirrada, o deputado federal e ex-prefeito Audifax Barcelos (PSB) foi eleito com 41.318 votos (58,05%) contra o atual prefeito Sérgio Vidigal (PDT), que obteve 29.354 votos (41,24%). Cariacica Tem segundo turno. Na disputada eleição, o vice-prefeito Juninho (PPS) chegou em primeiro, distanciando-se dos outros dois principais candidatos, com 82.830 (45,18%). O deputado estadual Marcelo Santos (PDMB) vai para o segundo turno com ele: obteve 43.068 (23,49%). Ele teve cerca de 1.500 votos a mais que a terceira colocada, a deputada e candidata do atual prefeito Helder Salomão (PT), Lúcia Dornellas (PT), que obteve 41.530 (22.65%).   Colatina Sem surpresas, o atual prefeito Leonardo Deptulski (PT) reelegeu-se com 39.360 votos (63,81%) contra o deputado estadual Josias Da Vitória (PDT), que teve 22.319 votos (36,19%).   Viana A deputada estadual e ex-prefeita Solange Lube (PMDB) viu frustrada sua tentativa de retorno à prefeitura. Foi eleito o candidato Gilson Daniel (PV), que teve 20.256 votos (64,03%). Solange levou 11.882 votos (36,97%).   Cachoeiro de Itapemirim O prefeito Carlos Casteglione (PT) foi reeleito com 53.118 (51,79%), em um duro embate contra o deputado estadual Glauber Coelho (PR), que teve 49.452 (48,21%). Linhares Nozinho Correa (PDT) foi eleito com 37.360 votos (46,28%). O atual prefeito, Guerino Zanon (PDMB), ficou em segundo lugar, com 34.798 votos (43,11%). Zé Carlos Elias (PTB) chegou em terceiro, com 5.790 votos (7,17%). Conceição da Barra O prefeito Jorge Donati (PSDB) reelegeu-se com 10.439 votos (66,45%). Manoel Pé de Boi ficou em segundo, com 4.108 votos (26,15%).   São Mateus O prefeito Amadeu Boroto (PSB) reelegeu-se com 38.742 votos (69,27%). Paulo Roberto (PMDB) ficou em segundo com 13.586 votos (24,29%).   Fundão A ex-prefeita Maria Dulce (PMDB) elegeu-se com 3.959 votos (37,43%). Com 3.199 votos (30,25%), Anderson Pedroni ficou em segundo lugar. Aracruz O deputado estadual Marcelo Coelho (PDT) elegeu-se com 28.966 votos (62,01%). Doutora Gilcinea (Psol) ficou em segundo, tendo obtido 15.294 votos (34,09%).   Bom Jesus do Norte  Ubaldo Martins (PDT) ganhou com 3.700 votos, o que equivale a 55,8% dos votos válidos. Pedro Chaves (PMDB) teve 2.909 votos (44,2%). Dores do Rio Preto Claudia Bastos (PSDB) foi eleita com 2.460 votos, o que significa 53,4% dos votos válidos, contra José Clarindo (PDT), que obteve 2.146 votos (46,5%)   Muqui Aluisio (PSDB) elegeu-se com 4.757 votos, ou seja, 51,2% dos votos válidos, contra Frei Paulão (PSB), que obteve 3.608 dos votos (39,3%).   Atilio Vivácqua Foi eleito José Luiz (DEM), com 3.740 votos (53,6%). Em segundo ficou Josemar Bastos (PDT), com 2.140 votos (30,6%), seguido por Cláudio Bernardes (PSD), com 1.092 votos (15,6%).    Jerônimo Monteiro Batok (PMDB) foi eleito com 4.044 (52,6%) contra Doutor Francisco (PSDB), que teve 3.644 votos (47,4%).   Apiacá Betinho (PRP) foi eleito com 2.959 votos (58,3%) contra Kaká (PPS), que obteve 2.144 (41,6%).   Iconha João Paganini (PSB) elegeu-se com 4.664 (52,11%) contra Santa Donateli (PMDB) e seus 4.286 (47,84%)   Itarana Ademar Schneider (PT) elegeu-se com 4.738 (60,06%). Dr. Braz (PMDB) obeteve 2.895 (36,70%)   São José do Calçado Liliana (PSB) elegeu-se com 3.362 (45,62%), poucos mais de 100 votos a mais que Zé Carlos (PSD), que obteve 3.243 (44%). Em último ficou Betinho (PP) com 765 votos (10,38%). Muniz Freire Entre cinco candidatos, Paulinho (PSB) sagrou-se prefeito com 3.635 votos (32,58%). O segundo colocado foi Dito (PV) com 3.111 votos (27,88%), seguindo por Getúlio (PRB), com 2.956 (26,49%). Juninho (PMDB) obteve 1.132 (10,15%) e Vilma Louzada (PSDB) com apenas 324 votos (2,90%).   Piúma Samuel Zuqui (PSB) elegeu-se com 4.447 (41,30%). Em segundo veio André Layber (PR) com 3.600 (33,43%). Em último ficou a favorita Fernanda Taylor (PT) com 2.721 votos (25,27%). Mantenópolis  Maurício da Farmácia (PSB) elegeu-se com 4.794 votos (56,99%) contra o atual prefeito Eduardo (PT), que teve 3.618 votos (43,01%).   Boa Esperança Romualdo Milanese (PMDB) elegeu-se com 7.526 votos (81,49%). Em segundo, ficou Charles Faria (PPS) com 1.112 (12,04%). Em terceiro, Marineide Monti (PSDC) com 598 votos (6,47%). Brejetuba O povo de Brejetuba escolheu João Lourenço (PV), dando-lhe 4.655 votos (66,84%), contra Levi da Mercedinha (PDT) com 2.309 votos  (33,16%).   Ponto Belo Edivaldo da Farmácia (PTB) foi eleito com 2.976 votos (55,88%) contra Tau (PSB), que teve 2.350 votos (44,12%).   Vargem Alta Bosquinho (PSB) foi eleito com 5.183 votos (44,25%). Em segundo veio Alex (PP) com 3.627 votos (30,97%) e, em terceiro, Uilder (PDT) e seus 2.902 votos (24,72%).   Rio Bananal Foi eleito Edmilson (PP) com 6.043 votos (50,97%) contra Ica Alvarenga (PT), que teve 5.812 votos (49,03%). Itaguaçu Darly (PSB) elegeu-se com 3.739 votos (39,50%), seguido por Miro Valarim (PT do B), com 3.491 votos (36,88%), e por Bindão (PMDB), com 2.236 votos (23,62%).   Iúna Rogério Cruz (PDT) elegeu-se com 7.742 votos (48,26%), seguido por Zé Ramos (DEM) 3.356 votos (20,92%).    Ibatiba Aqui foi apertado também. Zé Alcure (PP) elegeu-se com 6.973 votos (50%). Em segundo, ficou Simião Dias (PDT) com 6.830 (48,98%).   São Gabriel da Palha O deputado estadual Dr. Henrique Vargas (PRP) elegeu-se com 9.686 (50,01%). O segundo colocado foi Dr. Luiz (PP) com 7.875 (40,66%). Guaçuí Vera Costa (PDT) elegeu-se com 9.093 votos (57,91%). Em segundo ficou Zé Luis Caversan (PMDB) com 4.823 votos (30,71%).   Santa Teresa Claumir Zamprogno (PSB) elegeu-se com 8.338 votos (58,57%) contra a candidata do atual prefeito Gilson Amaro (PMDB), Dra. Evanir (PMDB, que obteve 5.899 votos  (41,43%).   Pancas Município que registrou o maior número de candidatos a prefeito, oito, elegeu

07/10/2012 / 0 Comments
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Apesar das pendências judiciais, eleição em Conceição da Barra segue tranquila

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O dia de votação em Conceição da Barra, no norte do Estado, foi de tranquilidade. Com a liberação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da candidatura do prefeito Jorge Donati (PSDB), o clima foi de expectativa entre os outros nomes na disputa. Eles torcem para que as pendências judiciais do prefeito tenham reflexo nas urnas. Pelo menos na sede do município, o dia de votação seguiu sem grandes problemas. Donati votou pela manhã para acompanhar os candidatos a vereador de sua coligação e correr as seções cumprimentando eleitores. O mesmo aconteceu com o candidato do PSB, Manoel Fonseca, o Pé de Boi. A candidata do Psol, Geralda, fez o mesmo. Pé de Boi, único que pode ameaçar a liderança de Donati, assim como o prefeito, também enfrenta denúncias na Justiça Eleitoral. O tucano conseguiu uma liminar no TSE para disputar a eleição deste domingo, mas o mérito da ação ainda não foi analisado pelo pleno da Corte. Pé de Boi, teve a candidatura deferida, mas o Ministério Público recorreu pedindo a impugnação do registro do candidato. Por isso, o resultado da eleição deste domingo pode sofrer alterações se os casos forem julgados nos próximos meses. Donati segue favorito na disputa, mas em algumas localidades, como na Vila de Itaúnas, a situação não é tão favorável ao candidato do PSDB. Donati tem mais votos em localidades como Braço do Rio. Na sede a coisa estaria mais equilibrada, com uma certa vantagem para Pé de Boi.  

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Sem decisão sobre Edson Magalhães, incerteza marca pleito em Guarapari

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O atual prefeito e candidato à reeleição de Guarapari, Edson Magalhães (PPS), é favorito no pleito deste ano no município, mas está com seu registro indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE/ES). O órgão entendeu que, se ganhar, ele estará em seu terceiro mandato consecutivo, o que é proibido pelas leis eleitorais do Brasil.    Edson aguarda a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que ainda não tem previsão de sair. Na mesma situação que o popular-socialista, mas por motivos diferentes, estão outros três candidatos a prefeito no Estado: Antônio Fiorot (PSB), em Pedro Canário, Walace Alcure (PSD), em Pancas, e Adilson Pereira (PSD), em Mucurici. Todos estão com recursos pendentes e aguardam a decisão TSE. Os votos que os quatro candidatos receberem hoje só serão divulgados após a decisão do órgão e aparecerão como nulos no resultado que sairá ao final deste domingo.    Isso influenciou diretamente no clima deste domingo nestes municípios. Em Guarapari, o principal concorrente de Edson Magalhães é Ricardo Conde (PSB). Por meio de sua assessoria, o candidato contou que o sentimento de dúvida é muito grande em toda a cidade, o que pode explicar o clima morno até agora. Apesar disso, o socialista se diz confiante. “Fizemos o nosso trabalho, rodando toda a cidade e apresentando as nossas propostas, sem fazer campanha de ataques aos outros candidatos”.   Já o atual prefeito demonstrou animação. “A expectativa é a melhor possível”. Por meio de sua assessoria, Edson avisa que a resposta à decisão do TRE está sendo dada nas pesquisas, que o colocam consideravelmente à frente de Conde. 

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Audifax afirma que não haverá segundo turno na Serra

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O deputado federal e candidato à prefeitura da Serra, Audifax Barcelos (PSB), disse estar confiante e otimista que será eleito prefeito neste domingo (7). O socialista ressaltou que não acredita em uma eleição em dois turnos na Serra. “Ou ganha um, ou ganha outro. Não haverá segundo turno”, frisou.    Audifax comentou as declarações de Vidigal a Século Diário. O prefeito disse que, independente do vencedor, está preocupado com o futuro da Serra. Vidigal lembrou que a partir de 2013, com as perdas de receitas com o fim do Fundap, o município enfrentará dificuldades.    O candidato socialista acrescentou às preocupações de Vidigal, a saúde financeira do município serrano. “A informação que eu tenho é que o município está devendo para muita gente. Para empreiteiras e fornecedores. Pelo menos é essa informação que tenho”.   Caso seja eleito, Audifax prevê que os dois primeiros anos de governo serão difíceis em função das dificuldades financeiras. Mas disse estar preparado e confiante para enfrentar os desafios.    Audifax votou por volta das 11 horas em Serra-sede. Um grande número de apoiadores acompanhou a votação do candidato. Os correligionários do socialista falam em mais de mil pessoas. Prestiagiram Audifax e a candidata a vice, Lourência Riani (PT), o vice-governador Givaldo Vieira (PT), o secretário de Esportes Vandinho Leite (PR) e o deputado estadual serrano Roberto Carlos (PT).  

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Apesar de pesquisa apontar Audifax na frente, Vidigal se diz confiante na vitória

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  O prefeito de Serra, Sérgio Vidigal (PDT), candidato à reeleição, votou acompanhado da mulher, a deputada federal Sueli Vidigal (PDT), por volta das 10h30, na Escola Jacaraípe. Na saída, o candidato comentou os números da pesquisa do Instituto Futura publicada neste domingo (7) no jornal A Gazeta.   Vidigal minimizou a vantagem do adversário Audifax Barcelos (PSB) – que tem segundo o levantamento 52% das intenções dos votos válidos contra 45,4% do prefeito. Ele admitiu, porém, que as pesquisas “pesam na cabeça do eleitor” na hora do voto, mas se disse confiante na vitória.    Atrás nas últimas pesquisas, Vidigal evitou criticar a lisura dos institutos. Disse que confia no trabalho deles. Mas ponderou que a Serra é um município territorialmente muito grande, com muitas particularidades, o que pode tornar os dados das pesquisas diferentes da realidade.    O prefeito acrescentou que acha remota a possibilidade de segundo turno na Serra. Ele lembrou que o terceiro colocado, o candidato do Psol Professor Renato, não deve atingir uma votação expressiva para provocar o segundo turno.   O pedetista afirmou ainda que, independente de quem seja vencedor da eleição, ele espera que o próximo prefeito esteja comprometido com o futuro da Serra.    Vidigal prevê que os municípios capixabas, de maneira geral, enfrentarão muitas dificuldades financeiras a partir de 2013, com o fim do Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias (Fundap) e a iminente diminuição de receitas com a nova partilha dos royalties do petróleo – discussão que deve ser retomada pelo Congresso após as eleições municipais.    Após votar, Vidigal disse que passaria a tarde visitando as seções eleitorais e cumprimentando os eleitores. 

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Discursos já transparecem vitória de Deptulski em Colatina

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Os dois candidatos à prefeitura de Colatina já votaram neste domingo de eleição e, pelos discursos, o resultado das urnas não trará surpresas ao final da apuração. O atual prefeito, Leonardo Deptulski (PT), deve terminar o dia reeleito na importante cidade do noroeste capixaba.   O petista votou às 9 horas, acompanhado de seu candidato a vice, Alécio Sesana, do deputado estadual Genivaldo Lievore (PT) e de Guerino Balestrassi, presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado (Bandes). Segundo Lievore, a eleição está muito tranquila na cidade e a expectativa do PT é que as urnas expressem o resultado das últimas pesquisas, que colocam Deptulski bem à frente de Josias Da Vitória (PDT).   Já o pedetista cravou seu voto às 12h12, em clara menção ao número de seu partido. Acompanhado de sua esposa, da candidata a vice, Giovana Reali, e do deputado federal Paulo Foletto (PSB), a votação aconteceu em clima de tranquilidade.   Mesmo assim, o deputado já transparece em seu discurso sinais da provável derrota do fim das apurações. Segundo a sua assessoria, o sentimento de Josias Da Vitória é de que, durante este processo eleitoral, “contribuiu muito para a cidade, dando aos eleitores a opção da mudança”.    O candidato pedetista foi abalado principalmente pelo escândalo de corrupção do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Estado (Iases), em cujo processo há diversas menções a empresas de parentes do deputado estadual. Além disso, não conseguiu emplacar a sua candidatura com base nas críticas à atual prefeitura, como, por exemplo, em relação ao preço das tarifas e a situação do sistema de transporte público do município.

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Líderes da corrida à prefeitura de VV votam sem contratempos

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Lívia Francez e Henrique Alves A votação dos três candidatos com maior chance de levar o pleito para o segundo turno em Vila Velha – Neucimar Fraga (PR), Max Filho (PSDB) e Rodney Miranda (DEM) – transcorreu tranquilamente na manhã deste domingo (7). Os candidatos se disseram confiantes na vitória, refletindo a indefinição das pesquisas quanto ao segundo turno no município.    Acompanhado da esposa e do casal de filhos, o candidato do PSDB à prefeitura de Vila Velha, Max Filho, votou por volta das 9h15 no Colégio Marista, no Centro. “A expectativa é de vitória. Seja no primeiro ou no segundo turno, a expectativa é sempre de vitória”, disse, ao deixar a seção eleitoral. Como de praxe, parecia calmo.    O ex-prefeito chegou às 9h e, cercado por um séquito de apoiadores, correligionários e imprensa, cumpriu o rito da votação de qualquer candidato: cumprimentou eleitores, apoiadores, policiais, distribuiu sorrisos, posou para fotos com a família, fez o “V” de vitória. Carregou gente atrás de si ao chegar e ao sair do colégio. Às 9h30, seguiu para a Glória, onde vota a esposa.   O ir-e-vir de carros e transeuntes conferiam uma movimentação anormal para um domingo de manhã chuvosa. Apesar disso, o clima era de tranquilidade no Marista. Como em qualquer eleição, o ponto negativo ficou com santinhos (de vereadores e prefeitos) emporcalhando as ruas da região central canela-verde.    Max Filho deve conceder uma coletiva à imprensa ainda neste domingo (7), às 18h, no Dispensário São Judas Tadeu, na Prainha.   Às 10h15 Neucimar Fraga chegou ao local de votação, na Escola Estadual Desembargador Cândido Marinho, no bairro Soteco. Acompanhado pela mulher e pelos dois filhos, o atual prefeito do município, que tenta a reeleição, foi acompanhado pelos correligionários até a seção de votação.    Um pequeno tumulto se formou na entrada da escola, já que a imprensa estaria impedida de entrar. Depois de protesto por parte do séquito que acompanhava os candidatos – que alegava que o candidato Max Filho fora fotografado normalmente no momento do voto –, a imprensa e assessores foram liberados.    Neucimar se disse confiante na vitória e afirmou que todos os institutos de pesquisa atestam a liderança dele nessas eleições. O candidato disse ainda que tem esperança de levar o projeto iniciado em Vila Velha para o futuro.    Ao meio-dia foi a vez do candidato Rodney Miranda votar no Centro Educacional Messina, na Praia da Costa. Também acompanhado da mulher e dos dois filhos, o candidato disse estar confiante no segundo turno. Dentre as principais bandeiras defendidas pelo candidato está o combate à violência. A saúde e a infraestrutura da cidade também foram citadas pelo candidato como áreas de discussão.     Ele também disse que, caso passe para o segundo turno, as alianças devem ser iniciadas do zero. 

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Candidatos de Cariacica vão às urnas em clima de indefinição

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Os três principais candidatos a prefeito de Cariacica, Marcelo Santos (PMDB), Juninho (PPS) e Lúcia Dornellas (PT) preferiram votar na parte da manhã para poder correr os demais locais de votação no município. O clima de indefinição da disputa faz com que os candidatos invistam em buscar ainda os últimos votos dos indecisos para tentar avançar ao segundo turno.    A primeira a votar foi a deputada estadual Lúcia Dornellas (PT). Ela chegou ao local de votação, o colégio Passionista, em Jardim América, por volta das 8h30, acompanhada de seu principal cabo eleitoral, o prefeito Helder Salomão, também do PT.    Vestida nas cores do partido, Lúcia enfrentou uma pequena fila e saiu confiante da seção eleitoral. A senadora do partido, Ana Rita Esgario, também acompanhou a votação da candidata do PT, que distribuiu sorriso na saída da seção.    Em Campo Grande, o candidato do PPS, o vice-prefeito Geraldo Luzia, o Juninho, chegou à Escola Cnec, acompanhado da mulher e da filha. Ele também se mostrou muito confiante com o segundo turno, até porque, as pesquisas divulgadas às vésperas da eleição mostravam o candidato, que vinha em segundo na corrida eleitoral, superando o candidato Marcelo Santos.      Na saída da votação, Juninho foi festejado por eleitores, que o cumprimentaram. O candidato, que fez parte da administração Helder Salomão (PT), como vice-prefeito, adotou uma postura de oposição e cresceu durante o período eleitoral na rua.      Marcelo Santos votou por volta das 10 horas no bairro São Geraldo. O local de votação, escola Talma Sarmento, é uma pequena escola que fica em uma rua de muita movimentação. Por isso, a seção foi transferida para a igreja Adventista, na rua de trás.    Marcelo Santos chegou acompanhado do deputado estadual Gilsinho Lopes, do PR, partido que faz parte de sua coligação. O candidato fez pose para  as câmeras com o “V” da vitória e com o número 15, de sua candidatura.    A eleição em Cariacica está indefinida e os três candidatos estão emparelhados. Pelas expressões dos candidatos, o nome do PPS é o mais confiante na disputa. Com 335.984 habitantes, o eleitorado de Cariacica é um dos maiores do Estado, com 244.867 votantes. Por isso, a indefinição no dia da eleição é comum e o segundo turno deve ser tão disputado quanto o primeiro. 

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