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Secretário promete resposta sobre ampliação do reajuste de 4% para segunda-feira

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Davi Diniz se comprometeu a debater com Casagrande demanda dos agentes de suporte educacional O secretário da Casa Civil, Davi Diniz, vai debater com o governador Renato Casagrande (PSB) a reivindicação de ampliação do reajuste de 4%, retroativo a janeiro, para os agentes de suporte educacional (ASE). O compromisso foi firmado em reunião, e o prazo de retorno para a categoria está marcado para a próxima segunda-feira (23). O encontro foi realizado nessa quarta-feira (18), com a presença do presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos do Estado (Sindipúblicos), Iran Milanez, o assessor político da entidade, André Carvalho; e o deputado estadual João Coser (PT). Divulgação “Se a resposta não for positiva, vamos nos mobilizar”, destaca Iran, que não descarta a possibilidade de realização de paralisações e greve. Contudo, o dirigente sindical está otimista no atendimento do pleito, já que o deputado estadual Dary Pagung (PSB), líder do Governo, afirmou que o apoio à reivindicação é unânime na Assembleia Legislativa. Um dos argumentos do sindicato para a extensão do reajuste é que os ASE também são contemplados pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), origem dos recursos do reajuste, aprovado nessa segunda-feira (16). Entre os 26 mil contemplados, estão os efetivos, aqueles que atuam por designação temporária (DT), aposentados e pensionistas. O impacto financeiro é de R$ 59,7 milhões. Os representantes do Sindipúblicos explicaram ao secretário que a reivindicação é legal também diante do parecer do Tribunal de Contas (TCES), que defende que “ocupantes dos cargos de auxiliar de secretaria escolar, merendeira, servente e vigia podem ser considerados como ‘profissionais da educação básica’, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação [LDB], e, portanto, estão incluídos entre os contemplados com a destinação mínima de 70% dos recursos do Fundeb, que é destinada ao pagamento desses profissionais”. Durante a reunião, Davi Diniz explicou que não houve inclusão dos ASE no projeto dos professores por necessidade do governo realizar cálculos financeiros e atuariais previdenciário. João Coser chegou a apresentar uma emenda ao Projeto de Lei (PL) 831/2023, de autoria do Executivo, que concedeu o reajuste, mas a reunião dessa quarta foi o argumento utilizado pelo deputado Mazinho dos Anjos (PSDB), relator da proposta, para rejeitar a emenda que incluía a categoria entre os beneficiados. Assembleia Legislativa aprova reajuste de 4% para o magistério – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/educacao/assembleia-aprova-reajuste-de-4-para-o-magisterio Emenda quer ampliar reajuste de 4% para agentes de suporte educacional – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/educacao/emenda-quer-ampliar-reajuste-de-4-para-agentes-de-suporte-educacional

19/10/2023 / 0 Comments
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Pescadores, marisqueiros e catadores de Anchieta aguardam respostas da Cesan

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Comunidade cobra solução para impactos do emissário construído em manguezal e pesqueiro tradicional João Simas/ACBB A comunidade do bairro Benevente, em Anchieta, sul do Estado, aguarda uma resposta da Companhia Espirito-Santense de Saneamento (Cesan) sobre demandas relativas aos danos causados pela construção de um emissário para lançamento de esgoto tratado no manguezal do Mandoca. O local, protegido pela Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Papagaio, é um pesqueiro tradicional importante para os pescadores artesanais do município e também abriga um sítio arqueológico em estudo para possível tombamento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “A Cesan nos trouxe um grande prejuízo, colocando um emissário de esgoto dentro do nosso rio, que matou todos os caranguejos adultos do nosso manguezal. Isso foi em 2011. O caranguejo cresce um centímetro por ano, na troca de casco. Os caranguejeiros ficaram seis anos sem obter renda para suas famílias, mas até hoje não tem a mesma disponibilidade de antes. O nosso rio, que tinha muita tainha, também desapareceu dessa época para cá. Causou danos aos pescadores, aos marisqueiros, aos caranguejos e vários danos à fauna”, relata Jadir Purcino, presidente da Associação de Catadores de Caranguejo de Anchieta (Acata). A solicitação feita à concessionária pública é pela retirada do emissário e a restauração ambiental do local, além da indenização dos trabalhadores que foram severamente prejudicados nos primeiros anos após a obra e que continuam impactados. “A gente espera que o prejuízo que perdemos em valores seja sanado”. O cálculo, afirma, ainda não foi feito e, acredita Jadir, dificilmente será feito com precisão. “Não dá para calcular, porque o que se fazia antes era incalculável. Não se consegue mais reverter a situação totalmente”. A pauta foi discutida na última segunda-feira (16) com representantes da Cesan e dezenas de pescadores, marisqueiros e catadores do município. “Foi uma reunião bastante produtiva, porque pela primeira vez, nós tivemos oportunidade de nos expressar e eles nos ouvirem. Esperamos ter resposta”. A promessa da companhia é de dar um retorno formal às demandas dentro de dois meses. “Ela falou que a gente tem que esquecer o passado, mas a gente não pode esquecer, porque não são eles que estão na nossa pele, eles têm que pagar pelo que fizeram”, avalia. “Além disso, danificaram a área que é histórica, tem sambaquis de indígenas do passado, não poderiam ter usufruído desse espaço. Era um espaço atrativo, não tem mais movimento turístico nesse espaço, teve outros danos muito relevantes para outras pessoas, fora os pescadores”, acrescenta Jadir. Pautas em aberto O presidente da Associação Comunitária do Bairro Benevente (ACBB), João Simas, conta que a pauta com a Cesan inclui a criação de um fundo de amparo aos pescadores e um estudo sobre os impactos sociais e ambientais do emissário. A Prefeitura de Anchieta, afirma, foi convidada, mas não compareceu, o que causa mais atraso com várias demandas em aberto. “Temos 27 processos na prefeitura, com pedidos de infraestrutura, limpeza de vias públicas, acerto do parquinho das crianças…usamos a Lei de Processo Administrativo (LPA), que dá 30 dias para a resposta, prorrogáveis por mais 30 dias. Mas muitos estão desde o mês de maio sem retorno”. Uma das demandas foi noticiada em Século Diário há duas semanas, referente ao pedido de embargo da construção de um galpão de 367m² pela empresa Tecfort, na divisa do Benevente com o bairro Nova Jerusalém, com autorizações da prefeitura. Segundo denúncia da ACBB, a obra foi autorizada sobre o sítio arqueológico “Bota Fora/Rio Una1” tombado há dez anos pelo Iphan. Em visita ao local, a equipe técnica da superintendência estadual da autarquia recomenda, entre outras ações, que a prefeitura suspenda as licenças municipais emitidas para a construção da obra e que o Ministério Público Federal (MPF) proponha uma ação civil pública visando reparar os danos provocados sobre o sítio arqueológico. O sítio era alvo de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2014 com o Ministério Público Federal (MPF) – Ação Civil Pública nº 0004606-23.2014.4.02.5001 – em que o município se comprometia com medidas como a contratação de uma empresa especializada para a realização do resgate e pesquisa arqueológicos detalhados. “Estamos aguardando o cumprimento do embargo anunciado pelo Iphan. A RDS e o Parque têm grande visibilidade turística, podem ajudar a incrementar o comércio local. Isso não pode ser negligenciado, devemos investigar essas irregularidades e proteger esses bens”, afirma João Simas. Construção de galpão sobre sítio arqueológico pode ser embargado pelo Iphan Laudo técnico responsabiliza Prefeitura de Anchieta por ter autorizado obra de 367m² sobre sítio tombado https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/construcao-de-galpao-sobre-sitio-arqueologico-pode-ser-embargado-pelo-iphan

19/10/2023 / 0 Comments
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Guarda-vidas de Guarapari entram em greve na próxima terça-feira

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Trabalhadores reivindicam melhores condições de trabalho, como EPIs e aumento do efetivo A partir da próxima terça-feira (24), os guarda-vidas de Guarapari darão início a um movimento grevista, aprovado em assembleia realizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Guarapari (Sintrag) nessa quarta-feira (18). A paralisação das atividades será acompanhada de manifestações diárias em diversos pontos da cidade. As reivindicações à gestão de Edson Magalhães (PSDB) são melhores condições de trabalho e aumento do efetivo. Sintrag O presidente do Sintrag, Thiago Magno de Almeida Silva, informa que um dos problemas vividos pela categoria é a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como protetor solar, protetor labial e life belt, que é uma pequena prancha utilizada no resgate da vítima de afogamento. Além disso, faltam pé de pato e até mesmo, uniforme. Os servidores também reclamam de falta de posto de salvamento, um espaço no qual possam utilizar banheiro, ter água potável à disposição, se proteger do sol e da chuva. No caso dos banheiros, uma alternativa que vem sendo encontrada pelos trabalhadores é usar os dos quiosques. Entretanto, recorda Thiago, nem todas praias de Guarapari tem quiosque. O presidente do Sintrag afirma que o município precisa de cerca de 100 guarda-vidas para atender à demanda, mas conta somente com 80. Desse total, apenas 25 são efetivos. Por isso, outra reivindicação é a nomeação dos aprovados no último concurso público, já que existem cerca de 35 no cadastro de reserva. O guarda vidas Cleuser da Silva trabalha nessa função em Guarapari como autônomo e é um dos aprovados no concurso que anseia pela nomeação. De acordo com ele, muitos que estão atuando como profissionais em Designação Temporária (DTs) são aprovados no certame.

19/10/2023 / 0 Comments
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Pesquisador capixaba vai refazer trecho de expedição histórica de Charles Darwin

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Jean Paulo é um dos jovens selecionados no programa Darwin 200, e realiza vaquinha online para arrecadar recursos Arquivo Pessoal O pesquisador Jean Paulo da Silva, de 22 anos, morador de Guaçuí, na região do Caparaó capixaba, embarcará no navio do programa Darwin 200, em 2024, percorrendo um dos trechos da célebre expedição que serviu para o cientista Charles Darwin elaborar a teoria da Evolução das Espécies. De forma a cobrir parte dos custos com a viagem, ele realiza uma campanha online de arrecadação de recursos. Graduado em Gestão Ambiental, Jean Paulo foi informado em setembro passado de que está entre os 200 jovens do mundo todo selecionados para o programa, cuja expedição começou este ano e seguirá até 2025. Ele realizará atividades por um período de uma semana, no primeiro semestre de 2024, mas ainda não tem conhecimento do trecho exato em que viajará. O programa Darwin 200 bancará a maior parte dos custos com a viagem, mas Jean Paulo espera arrecadar, aproximadamente, R$ 3 mil para cobrir despesas adicionais. A vaquinha online tem sido divulgada no perfil de Instagram da Organização Não Governamental (ONG) Restauração e Ecodesenvolvimento da Bacia Hidrográfica do Rio Itabapoana (Redi), onde ele atua de forma voluntária. “A vaquinha vai me auxiliar a tirar alguns documentos que perdi nas enchentes de 2022, que serão necessários para tirar o passaporte e contratar seguro. E também com o deslocamento de Guaçui até Vitória ou Cachoeiro, quando for necessário”, explica Jean Paulo, que, atualmente, não possui emprego fixo. Durante seu período no programa, Jean integrará uma turma de seis jovens e atuará junto a uma ONG do local em que embarcar, estudando uma espécie da fauna ou flora que Darwin também pesquisou há quase 200 anos para escrever a teoria da Evolução das Espécies. Após o período de formação, ele terá que produzir um documentário de curta-metragem para ser publicado no canal do Darwin 200 no YouTube. Arquivo Pessoal “Será um período de estudos intensos. Eu busco ingressar em um programa de mestrado, e certamente essa formação do Darwin 200 vai me ajudar muito”, afirma Jean Paulo. Expedição O naturalista inglês Charles Darwin embarcou em dezembro de 1831, então com 22 anos, para uma expedição científica de cinco anos a bordo do veleiro HMS Beagle. Foi essa experiência, na qual cruzou quase toda a costa da América do Sul e outros locais da África e Oceania, a principal inspiração para o livro A Origem das Espécies, de 1859, que revolucionou a ciência moderna. O projeto Darwin 200 busca refazer o trajeto dessa viagem por um período de dois anos. O objetivo é treinar jovens líderes conservacionistas – não necessariamente da área acadêmica – de todos os países, para que desenvolvam pesquisas de ciência cidadã abordando os problemas ambientais mais críticos do mundo. No Brasil, a expedição passou recentemente pelo arquipélago de Fernando de Noronha (PE), e está, atualmente, na cidade de Salvador (BA). 

19/10/2023 / 0 Comments
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Quais os principais desafios para o Centro de Vitória?

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Moradores e professora discutem temas como comércio, segurança e patrimônio histórico do bairro da Capital  Região de grande importância política, econômica, social e cultural para o Espírito Santo, o Centro de Vitória é o tema da Entrevista do Século, que convidou Walace Bonicenha, vice-presidente da Associação de Moradores do Centro de Vitória (Amacentro); Clara Miranda, professora de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes); e Rozilene de Sá, diretora de Cultura de Paz e Segurança da Amacentro.  Eles falam sobre o evento Diálogos sobre o Centro, que começa nesta sexta-feira, 20 de outubro, e de alguns dos principais desafios colocados para o bairro, como valorização do patrimônio histórico e cultural, comércio, segurança, meio ambiente e moradia.  *A programação completa do ciclo de atividades até dezembro está disponível aqui. — * Inscreva-se no canal do Século Diário no YouTube e ative o sininho para acompanhar as novidades. ** Se quiser ouvir este e outros programas em podcast, siga os canais do Século Diário no Spotify e Google Podcasts.

18/10/2023 / 0 Comments
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Desistência de Enivaldo à reeleição mexe na articulação ao Senado de 2026

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Prefeito de Barra de São Francisco é apontado como segundo nome na chapa com Casagrande Ao admitir que poderá desistir de concorrer à reeleição em 2024, o prefeito de Barra de São Francisco (noroeste do Estado), Enivaldo dos Anjos (sem partido), ativa as articulações na formação de chapas para 2026, nas vagas que serão abertas com o término dos mandatos dos senadores Fabiano Contarato (PT) e Marcos do Val (Podemos), e se coloca como segundo nome na chapa com o governador Renato Casagrande (PSB). Nas projeções atuais, Casagrande deixará o governo para se candidatar ao Senado, dando lugar ao vice-governador, Ricardo Ferraço, estrela maior da festa de filiação do MDB realizada nessa segunda-feira (16), com a participação de prefeitos de municípios importantes, como Cariacica e Colatina, e outras lideranças. Isso significa alterações no cenário das eleições municipais de 2024, incluindo as regiões norte e noroeste, onde Enivaldo exerce influência. Um dos políticos reconhecidos com mais experiência e traquejo político, caso não consiga colar seu nome para o Senado junto com Casagrande, Enivaldo terá a chance de ser o vice-governador na chapa de reeleição liderada por Ricardo Ferraço, então na chefia do governo do Estado, como comentam os meios políticos. Para tanto, acrescentam, o prefeito deverá definir sua filiação partidária, que pode ser também o MDB. Em Barra de São Francisco, o prefeito já vem trabalhando para fazer o sucessor. Sem uma oposição relevante, ele amplia seu capital político na região e trabalha com três nomes: a secretária de Educação, Delma Kerr, há oito anos na função; o secretário de Saúde, Elcimar de Souza Alves; e o controlador-geral do município, Wanderson Melgaço. São estes que representam Enivaldo em eventos e são de sua extrema confiança. As declarações de Enivaldo foram feitas um dia depois da festa de entrega do comando do partido a Ricardo Ferraço, em Cariacica, pelo presidente nacional, deputado federal Baleia Rossi (SP). O ato reforça o projeto do governador Renato Casagrande (PSB) de deixar o governo antes das eleições de 2026 para tentar o Senado, mas desagrada a ala ligada ao ex-governador Paulo Hartung (sem partido), embalada no sonho de ainda vê-lo de volta à disputa eleitoral. Pacificação do MDB com Ricardo Ferraço desagrada ala ‘hartunguista’ – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/politica/pacificacao-do-mdb-com-ricardo-ferracodesagrada-ala-hartunguista-do-partido

18/10/2023 / 0 Comments
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MDB formaliza comissão provisória com Ricardo Ferraço na presidência

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Para chegar a um consenso em torno do vice-governador, foi necessária a interferência da Nacional do partido O vice-governador, Ricardo Ferraço, é oficialmente o presidente da comissão provisória do MDB no Espírito Santo, a partir desta quarta-feira (19), três dias depois de deixar o PSDB para se filiar ao partido, como forma de pacificação da crise entre os grupos da ex-senadora Rose de Freitas e do ex-deputado federal Lelo Coimbra. A comissão, registrada na Justiça Eleitoral, terá 90 dias para eleger a o diretório estadual e a comissão executiva. Para chegar a um consenso, foi necessária a interferência do presidente nacional, deputado federal Baleia Rossi (SP), que liderou a festa de filiação, nessa segunda-feira (16), em Cariacica, com a participação de lideranças de vários municípios, já que a movimentação visa a eleição municipal de 2024 e as eleições gerais de 2026, ano em que Ricardo deverá assumir o governo, com a saída de Renato Casagrande (PSB) para disputar uma vaga no Senado. Lelo e Rose, que disputavam o comado da legenda, passam a figurar na direção como membros do colegiado, sem muito poder de decisão. Da comissão, fazem parte o prefeito de Colatina, Guerino Balestrassi, que saiu do Podemos, que será o secretário-geral, e o de Cariacica, Euclério Sampaio, ex-União Brasil, que passa a ser o tesoureiro. Os demais membros são Edmilson Meireles de Oliveira, prefeito de Irupi, e Jeesala Mayer Coutinho. O nome de Ricardo Ferraço já fazia parte das articulações da direção nacional do partido desde o agravamento da crise entre os dois grupos e começou a tomar impulso depois de interlocução com o governador Renato Casagrande, segundo o mercado político, ganhando força na votação para eleger a comissão provisória, em 15 de setembro, que terminou em empate. Pacificação do MDB com Ricardo Ferraço desagrada ala ‘hartunguista’ – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/politica/pacificacao-do-mdb-com-ricardo-ferracodesagrada-ala-hartunguista-do-partido

18/10/2023 / 0 Comments
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Samarco, Vale e BHP não aceitam nenhuma pauta indígena diante da Justiça

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Nova ocupação em Aracruz não está descartada, mas próximos passos da luta por direitos serão discutidos em assembleia Redes Sociais “Não houve nenhum avanço, as empresas estão irredutíveis”. Esse é o resumo da reunião realizada na tarde dessa terça-feira (17) entre as mineradoras Samarco, Vale e BHP Billiton, responsáveis pelo crime contra a bacia do Rio Doce, em novembro de 2015, e as comunidades indígenas Tupinikim e Guarani de Aracruz, no norte do Estado, sob intermediação do juiz federal da 4ª Vara de Belo Horizonte, Vinícius Cobucci. O relato vem do Conselho Territorial de Caciques, que lamenta a postura das empresas criminosas. “Não querem reconhecer o direito [de reparação e compensação] individual”. Essa pauta, explica Joel Monteiro, presidente da Associação Indígena Tupinikim Caieiras Velha (AITCV), visa estabelecer um processo semelhante ao dos atingidos não-indígenas, que foi a indenização por CPF e não por núcleo familiar, como aconteceu nas aldeias, fazendo com que a maioria das pessoas não tenha sido indenizada, considerando ainda a exclusão total de muitas famílias do programa estabelecido pela Fundação Renova. “As empresas esvaziaram a importância das nossas pautas, e não apontaram soluções concretas. Falou-se em manter o formato do acordo por núcleo familiar; suspensão do auxílio em dezembro de 2024; e avaliar se há possibilidade de incluir novas famílias”, informa. Sobre o Programa Básico Ambiental Indígena (PBAI), Joel relata que também não houve avanços, pois as empresas querem seguir com a elaboração do estudo de forma desvinculada do Plano de Retomada Econômica e da questão das indenizações – ponto primordial da pauta indígena, sem o qual nenhum outro pode avançar. Além desse PBAI, há um outro estudo semelhante, PBA, aguardado pelas comunidades, que é uma das condicionantes da Vale referente ao licenciamento da ferrovia construída dentro do território indígena. Conforme informou o cacique Vilmar (Tupã Atã), da aldeia Caieiras Velha, o tema contempla pendências de mais de uma década. “São treze anos com pendências sobre a concessão da ferrovia”, afirma, citando ações de cunho social e ambiental que já deveriam ter sido realizadas junto às aldeias afetadas pela ferrovia. Pendências que não são exclusividade da Vale, pois há várias empresas que não cumpriram com condicionantes ambientais relativas a seus empreendimentos instalados nos territórios indígenas, muitas delas que acionam a Justiça quando há ocupação da ferrovia, reclamando prejuízos financeiros milionários. Entre elas, a Suzano (ex-Fibria e ex-Aracruz Celulose), que não cumpriu condicionantes do licenciamento ambiental do Canal Caboclo Bernardo, construído na década de 1990, conforme informou o Cacique Toninho, de Comboios, em fevereiro, quando da primeira reunião intermediada pela 4ª Vara entre as empresas e as comunidades, após a suspensão da ocupação dos trilhos no final do ano passado. Prioridades A demanda das comunidades é que primeiro as questões de indenização sejam sanadas para então retomar o PBAI da Vale. “Como o ponto fundamental para seguir com a mesa de diálogo era a indenização individual, agora o Conselho Territorial terá que se reunir com as comunidades para entender qual será a deliberação”, explica o presidente da Associação Indígena Tupinikim Caieiras Velha. Para essa próxima assembleia, os passos a serem dados incluem uma nova reunião com o magistrado da 4ª Vara Federal, agendado para esta sexta-feira (20) e, possivelmente, reuniões internas de cada aldeia, antecedendo a assembleia geral. “Vamos fazer um alinhamento dentro do Conselho Territorial, depois organizar uma assembleia com as comunidades. Antes, cada comunidade deve fazer reunião interna. Com o juiz, vamos levar algumas informações que ele talvez não tenha conhecimento sobre violações de direitos dentro do território, questões que ainda não conseguimos apresentar”. Um possível retorno da ocupação da ferrovia da Vale que atravessa os territórios indígenas não está descartado, afirma Joel, apesar do desgaste que representa para as aldeias. A liberação dos trilhos foi feita na última sexta-feira (13), como um voto de confiança ao juiz Cobucci, mediante sua decisão de retomar as intermediações da Justiça Federal nas negociações entre as comunidades indígenas e as mineradoras. “A decisão pela ocupação é uma competência das comunidades. A gente entende que nosso papel como lideranças é evitar uma nova ocupação, por conta dos riscos, mas as comunidades são soberanas, elas que decidem. A gente vai tentar manter esse equilíbrio, esperar a reunião com o juiz e organizar a assembleia”. ‘Acordo-desastre’ O objetivo de toda essa mobilização indígena é a revisão do “acordo-desastre”, como eles denominam o acordo firmado com a Fundação Renova em 2021, feito de forma autoritária, conforme o Conselho Territorial dos Caciques explica em carta enviada à Justiça Federal, ao apresentarem os motivos dessa ocupação dos trilhos, um ano após a primeira ocupação, Argumentos que foram reforçados pelo Ministério Público Federal (MPF) ao recorrer da sentença de reintegração de posse expedida pela 1ª Varal Federal de Linhares, em favor das empresas, destacando que a ocupação da ferrovia marca “o estopim de um processo longo e contínuo de violação de direitos dos povos originários localizados no Espírito Santo”. “A Fundação Renova, que tinha obrigação de garantir um acordo justo e igualitário, fez o exato oposto, transformando o acordo contra o qual lutamos em um novo desastre (…) Tivemos um acordo injusto, ilegal e violador de direitos, que resultou na pior indenização de toda a Bacia do Doce. Não houve consulta livre, prévia e informada [conforme determinada a Convenção 169 da OIT]. Na verdade, as pessoas foram obrigadas a aceitar os termos do acordo-desastre porque ‘ou era aquilo ou nada’ (…) Todos os demais problemas surgem dessa violação, desse desrespeito. E nós, povos originários, não temos opção: só nos resta lutar contra essa violação continuada”, expõem os caciques. A pauta de reivindicações é a mesma que motivou a ocupação da ferrovia durante 43 dias há um ano, que resultou em algumas conquistas para as comunidades, como a saída da Fundação Renova das tratativas com as comunidades, que passaram a ser feitas diretamente com as mineradoras mantenedoras, e com a retomada do pagamento do Auxílio de Subsistência Emergencial (ASE), equivalente ao Auxílio Financeiro Emergencial (AFE), pago aos atingidos não-indígenas. Os outros pontos de pauta, no entanto, não foram cumpridos pelas mineradoras, o que motivou essa segunda ocupação, realizada entre

18/10/2023 / 0 Comments
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Petição judicial requer condenação de mineradoras em R$ 100 bilhões

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Instituições pedem, ainda, antecipação do julgamento das indenizações aos atingidos  Uma petição protocolada na 4ª Vara Federal de Belo Horizonte (MG), nessa segunda-feira (16), requer o julgamento antecipado parcial de mérito das ações civis públicas de reparação dos danos ambientais e socioeconômicos causados pelo crime da Samarco/Vale-BHP e a condenação das empresas por dano moral coletivo no valor de R$ 100 bilhões, equivalente a 20% do lucro líquido da Vale e da BHP dos últimos três anos. O pedido é assinado pelas instituições de Justiça que acompanham o caso – Ministério Público Federal (MPF), Defensoria Pública da União (DPU) e Ministérios Públicos (MPES e MPMG) e Defensorias dos Estados de Minas Gerais (DPMG) e Espírito Santo (DPES). Elas sustentam que, decorridos quase oito anos do crime, já foram produzidas diversas provas no curso do processo e há elementos suficientes para o reconhecimento dos pedidos, que são incontroversos. Segundo as instituições, o julgamento antecipado parcial do mérito pode se dar com relação a pedidos que não exigem mais produção de outras provas. É o caso dos danos imateriais e morais causados à coletividade, e danos sociais e danos materiais e extrapatrimoniais causados aos indivíduos e grupos afetados, os quais decorrem do fato em si e que precisam ser indenizados por força do Princípio da Reparação Integral. A petição aponta como evidente e já suficientemente comprovado, nos autos, a lesão à coletividade causada pelo crime. Lembra, ainda, que tal condenação teria um efeito preventivo e pedagógico, na medida em que “uma empresa só praticará um ato ilícito e lesivo se os benefícios decorrentes do ato forem maiores do que os custos”. Em termos de danos difusos, o documento destaca que os danos sociais devem ser indenizados como categoria diversa da dos danos morais coletivos. “O ponto central da verificação do dano social é a experimentação, por toda a sociedade, do nível de vida e do patrimônio extrapatrimonial da população. No caso, a configuração do dano social é verificável pela precarização da qualidade de vida, prejuízos econômicos, violação a direitos como lazer, educação e cultura, o que impactou negativamente toda a sociedade e, em especial, a população residente nos municípios atingidos”, destaca. Segundo o procurador da República Carlos Bruno Ferreira da Silva, “é preciso levar em conta que a legislação brasileira reconhece a duração razoável do processo como requisito indispensável do respeito aos direitos humanos das pessoas envolvidas. Passados quase oito anos do desastre, entendemos que é preciso colocar um ponto final pelo menos com relação às indenizações por dano moral coletivo, danos sociais e em relação aos direitos individuais homogêneos, sob pena de negativa da prestação jurisdicional”, pontua. Considerado o maior e mais grave crime ambiental já registrado no País e um dos maiores do mundo, o rompimento da barragem matou 19 pessoas e, ao despejar mais de 40 milhões de m³ de rejeitos no Rio Doce e afluentes, devastou uma área de cerca de 32 mil km², atingindo, direta e indiretamente, 49 municípios situados a partir do local do rompimento, em Minas e no Espírito Santo. Os rejeitos de mineração contaminaram, também, o mar. Valor  As instituições de Justiça, ao destacarem a magnitude dos danos que atingiram uma população estimada em mais de 2 milhões de pessoas, afirmam que o valor da indenização, para ter função dissuasória, deve considerar a capacidade econômica das empresas envolvidas, duas delas a maior (BHP) e a segunda maior (Vale) mineradoras do mundo, com lucros líquidos da ordem de centenas de bilhões de reais desde o crime. De acordo com a petição, “da análise de suas demonstrações financeiras, depreende-se que os atos ilícitos não foram capazes de retirar seus status de grandes agentes econômicos ou de reduzir suas capacidades financeiras. Pelo contrário, as empresas poluidoras seguem em franco processo de expansão nos últimos anos (com elevado lucro líquido e dividendos distribuídos), o que denota que nem os efeitos da interrupção das atividades das minas onde ocorreram os rompimentos ou os processos de apuração de responsabilidades e reparação foram capazes de alterar a pujança econômica das referidas mineradoras”. Nesse contexto, pede-se que as empresas poluidoras (Samarco, Vale e BHP) sejam condenadas ao pagamento de danos extrapatrimoniais coletivos em valor a ser arbitrado pelo Juízo, com base no lucro líquido das empresas poluidoras Vale e BHP nos últimos três anos, em patamar não inferior a 20% – R$ 100 bilhões -, ou, ainda, por outro método, tomando-se por base o valor atribuído à causa (R$ 155 bilhões), atualizado, condenando-se em patamar não inferior a 30%, ou, por fim, adotando-se outro parâmetro que o magistrado “entender como mais adequado à integral reparação do dano, considerando-se a extensão e gravidade do dano, o tempo decorrido entre o dano e a recuperação ou compensação ambiental, e o caráter pedagógico da indenização, neste ponto incluída a capacidade econômica das empresas”. Atingidos Na categoria de direitos individuais homogêneos, o pedido de julgamento antecipado funda-se, entre outros argumentos, especialmente no fato de determinadas matrizes de danos terem gerado o pagamento de indenizações a pessoas atingidas, sem contestação judicial pelas empresas rés. A partir desse cenário, as instituições de Justiça ressaltam que é necessário que estejam “compreendidos todos os atingidos, incluindo-se as pessoas naturais/físicas e jurídicas que tiveram suas atividades produtivas e econômicas impactadas, em violação aos direitos fundamentais/sociais ao trabalho e à alimentação adequada; os moradores-residentes de todas as regiões atingidas que tiveram seus quintais invadidos pela lama de rejeitos, bem como os respectivos conviventes diretos (parentes em linha reta ou colateral até 2º grau, inclusive); bem como, mas não somente, pessoas que sofreram o denominado ‘Dano Água’, isto é, que sofreram com a interrupção do serviço público essencial de abastecimento de água potável encanada”. Como parâmetro para identificar as categorias atingidas e os elementos indenizáveis, sugere-se ao Juízo a adoção da Matriz Indenizatória Geral, criada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido do MPF, que estabeleceu critérios mínimos para compensação de danos socioeconômicos relacionados à renda, ao trabalho, à subsistência e à saúde (exposição ao risco). Essa matriz detalha como os danos são identificados, inclusive diferenciando-os por região territorial, e como as indenizações por perdas materiais e imateriais são calculadas, incluindo

18/10/2023 / 0 Comments
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‘Compromisso assumido por vereador da base do prefeito é um avanço’

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José Carlos informa que Goggi se comprometeu a defender tempo parcial e integral em Tabuazeiro O compromisso assumido pelo vereador de Vitória Anderson Goggi (PP) de defender junto à gestão do prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) a disponibilização de turmas de período integral e parcial em Tabuazeiro é considerado um avanço pela comunidade. A garantia foi dada durante a reunião realizada na unidade de ensino nessa terça-feira (17).Estiveram presentes, ainda, a subsecretária municipal de Gestão Pedagógica, Luana Santos Lemos.; representantes do Conselho Tutelar, da associação de moradores; do grupo Professores Associados pela Democracia de Vitória (Pad-Vix); e do Conselho Municipal de Educação de Vitória (Comev).  Pai de estudante do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI), que adotará o modelo integral em 2024, José Carlos Durans destaca como ponto importante o fato do vereador integrar a base do prefeito. Até o momento, o apoio à demanda vinha somente de Karla Coser (PT), André Moreira (Psol) e Vinícius Simões (Cidadania), da oposição. Ele recorda, porém, que assim que a adoção do modelo foi anunciada pela Secretaria Municipal de Educação (Seme), a comunidade procurou Goggi intermediar a questão. Contudo, recebeu como resposta que ele havia reivindicado à prefeitura a construção de uma nova unidade de ensino para funcionamento integral, e não a criação de uma de tempo parcial ou com horário misto.  Mesmo após a coleta de 482 assinaturas no abaixo-assinado feito pela comunidade escolar para fazer sua reivindicação, acrescenta José Carlos, não houve procura por parte do vereador para debater o assunto, o que aconteceu somente depois de pressão popular em suas redes sociais. Também participaram da reunião dessa terça representantes de comunidades de Morro do Quadro, Santos Dumont e Andorinhas, com quem o vereador se comprometeu a fazer uma visita e dialogar sobre as demandas relacionadas à implantação do tempo integral. A subsecretária, segundo José Carlos, expôs o mesmo projeto já apresentado anteriormente pela secretária municipal de Educação, Juliana Roshner, para a comunidade. “Ela falou de algo que a gente conhece de trás pra frente, de frente pra trás”, diz. Luana Santos disse que encaminharia os questionamentos da comunidade para o prefeito e a secretária de Educação. Um documento com as reivindicações de Tabuazeiro foi entregue ao vereador e à subsecretária. Nele, é manifestado que a comunidade não é contra a implantação do modelo integral, mas defende que também haja a opção do parcial. “É um direito, e uma obrigação do governo atender a uma necessidade que é assegurada por lei. Visto que não há obrigatoriedade de haver 100% das escolas em tempo integral”, destaca o documento, que também sugere mudanças estruturais no atual prédio do CMEI, como o aumento da cozinha para que as refeições possam ser preparadas, sem necessidade de adquirir de fora. Um novo prédio para abrigar o CMEI Jacy Alves Fraga é construído pela prefeitura. A comunidade reivindica informações como a data na qual será entregue, quantidade de vagas ofertadas, se haverá contratação de novos professores, e quantidade de turmas e de alunos em cada uma. Também argumenta que quem não puder ou não quiser colocar as crianças no modelo integral, terá que procurar uma unidade de ensino parcial, sendo que a mais próxima fica a quase 2 km de distância, em um trajeto mais curto, passando por dentro de um cemitério, onde não há segurança. Essa situação, conforme consta no documento, leva em consideração o morador de Tabuazeiro, mas hoje várias comunidades são atendidas pelo CMEI, como Santa Cecília, Fradinhos, Maruípe e São Cristóvão. A comunidade questiona se haverá transporte público gratuito para levar as crianças desses locais para a escola, já que “grande parte das famílias mal tem dinheiro para manter as necessidades básicas da sua família”. Coletadas 482 assinaturas por unidade de tempo parcial ou misto em Tabuazeiro Após anúncio de que CMEI passará para integral, comunidade escolar apontou falta de diálogo na tomada de decisão https://www.seculodiario.com.br/educacao/coletadas-482-assinaturas-por-unidade-de-tempo-parcial-ou-misto-em-tabuazeiro Tempo integral vai ser debatido em Tabuazeiro com técnicos da prefeitura Após pressão da comunidade escolar, vereador de Vitória Anderson Goggi agendou reunião no CMEI do bairro https://www.seculodiario.com.br/educacao/tempo-integral-sera-debatido-em-tabuazeiro-com-tecnicos-da-prefeitura

18/10/2023 / 0 Comments
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