Levantamento mostra ainda um voto contrário, de Evair de Melo, enquanto outros cinco não quiseram se posicionar Dos 10 deputados do Espírito Santo na Câmara Federal, quatro já declararam voto a favor da aprovação das novas regras fiscais para as despesas da União, o chamado arcabouço fiscal, que serão analisadas nesta quarta-feira (24) em plenário. A medida substituirá o atual teto de gastos. Essa disposição é mostrada em levantamento realizado pelo jornal Estadão, que aponta ainda um voto contrário, do deputado bolsonarista Evair de Melo (PP). Os favoráveis ao projeto são Helder Salomão e Jack Rocha, do PT, Paulo Foletto (PSB) e Gilson Daniel (Podemos). Já os demais integrantes da bancada não quiseram se posicionar. São eles: Gilvan da Federal (PL) e Messias Donato (Republicanos), Da Vitória (PP), Victor Linhalis (Podemos) e Amaro Neto (Republicanos). O levantamento do Estadão começou a ser realizado depois da aprovação do requerimento de urgência, na semana passada, por 367 votos a favor e 102 contra, inclusive com apoio de deputados de partidos de oposição, que possibilita que o texto seja analisado sem passar pelas comissões. A perspectiva de líderes da base governista é que o projeto seja aprovado com ampla margem. Caso isso ocorra, seguirá para análise do Senado. Chamado de Regime Fiscal Sustentável pelo relator, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), segundo a Agência Brasil, “o projeto prevê que, no caso de descumprimento das metas, haverá contingenciamento (bloqueio) de despesas discricionárias”. A proposta estabelece o chamado sistema de bandas para o resultado primário, estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada anualmente, e critérios para a correção das despesas públicas. O modelo prevê um piso e um teto para os gastos do governo. O novo arcabouço fiscal limitará o crescimento da despesa a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores. O texto de Cajado altera o período de inflação considerado para a correção das despesas para julho de 2022 a junho de 2023. Segundo o parlamentar, a medida permitirá a aplicação das novas regras no Orçamento de 2024, com um valor já realizado. O governo havia proposto considerar somente a inflação de 2023, fazendo uma estimativa para o valor anual. “Optamos em não trabalhar com estimativas, mas em dar o realismo orçamentário e ‘possibilitar’ a incorporação na base de tal diferença de inflação. Sem esse ajuste, o substitutivo reduziria cerca de 2% do limite de despesas de 2024 (em torno de R$ 40 bilhões), sem considerar os efeitos na inflação do segundo semestre da nova política de preços de combustíveis anunciada pela Petrobras. O que fizemos no substitutivo foi criar uma regra para que não houvesse essa perda”, afirmou o relator. Em momentos de maior crescimento da economia, a despesa não poderá crescer mais de 2,5% ao ano acima da inflação. Em momentos de contração econômica, o gasto não poderá aumentar mais que 0,6% ao ano acima da inflação.
Entidades exigem que Ufes cumpra cotas de professores negros burladas desde 2014
“Essa reparação é inegociável”, afirma Jacyara Paiva, vice-presidente da Adufes, que lidera mobilização Divulgação/Adufes Depois de nove anos descumprindo a normativa nacional de cotas para professores negros, a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) não pode se furtar a compensar as vagas que se acumulam, negligenciadas desde a promulgação da Lei nº 12.990/2014. O posicionamento firme vem da Associação dos Docentes da Ufes (Adufes) e outras entidades e movimentos sociais unidos para exigir uma medida efetiva por parte da Reitoria. “Essa reparação é inegociável”, afirma a professora e vice-presidente da Adufes, Jacyara Paiva. A associação e as demais organizações exigem que a reparação desses nove anos de irregularidade conste textualmente na resolução interna que a Reitoria elabora para regulamentar os concursos públicos para docentes daqui para frente, de modo a cumprir a Lei de Cotas. “Que conste no documento a reparação e quando e como ela irá acontecer. Se não informar isso, a gente sabe que a Ufes não vai fazer a reparação. Porque se durante nove anos ela burlou uma lei federal, imagina uma resolução interna!”, alerta a vice-presidente. O fim da manobra empreendida até o momento para burlar a lei, explica Jacyara, já está contemplada, ao incorporar a sugestão da Adufes de que os concursos não sejam feitos mais separadamente pelos departamentos de cada curso, mas unificados numa proposta única. Individualmente, na maioria das vezes, os pequenos concursos não chegam a oferecer um número de vagas mínimos para a reserva de cota (20% para professores negros), mas unificados ganham volume suficiente para garantir a cota legal. “A minuta de resolução já traz a unificação de editais, mas precisa reparar os nove anos em que essas vagas não foram ofertadas”, reforça a professora. Pressão social A primeira versão da resolução foi elaborada por uma comissão da Reitoria formada em setembro passado e apresentada nessa segunda-feira (22) no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da Ufes, contemplando vagas para pessoas negras e com deficiência (PCDs), abrangendo cargos de professor do magistério superior, do ensino básico, técnico e tecnológico, bem como professor visitante. A Adufes ressalta que a falta de diálogo com a base do sindicato, que são os professores da universidade, e com os movimentos sociais e outros segmentos envolvidos, agrava ainda mais a situação, revelando uma falta de compromisso com a construção de uma política inclusiva de forma participativa. A proposta apresentada, reafirma a entidade, foi redigida sem ouvir as organizações que há anos estão mobilizadas reivindicando o cumprimento da lei. Assim, devido às críticas, o texto vai ser discutido dentro dos centros acadêmicos antes de ser levado à votação. “A minuta saiu da Reitoria sem ouvir o sindicato, os movimentos sociais, tanto o movimento negro quanto o de pessoas com deficiência. Ela passou ontem [segunda, 22] pelo conselho, mas desceu para os centros para receber sugestões”, relata Jacyara. Levantamentos Um levantamento essencial precisa ser feito para garantir essa reparação, que envolve, primeiro, contabilizar quantas vagas foram criadas em concursos dentro da Ufes desde a promulgação da lei, em 2014. A partir daí, calcular quantas equivalem aos 20% do conjunto das vagas ofertadas, quantas foram de fato disponibilizadas e quantas precisam ser repostas e, finalmente, de que forma e em que prazo, sanar o passivo. “A Universidade Católica de São Paulo por exemplo, está aplicando 37%, até que as vagas que não foram colocadas para pessoas negras sejam repostas”, pontua. O objetivo final é chegar, em um futuro próximo, a um quadro docente total que tenha 20% de professores negros. Para isso, outro levantamento fundamental é o número atual de educadores com essa classificação. E, para isso, ressalva Jacyara, “esbarramos na falta de letramento racial”. Muito comum, expõe, é pessoas não negras se autodeclararem erroneamente como pardas. “Pessoas pardas são pessoas negras que tem conjunto de características fenotípicas do povo negro, porém, têm a pele menos retinta. Não são filhos de pretos com fenótipo branco. É outra coisa que a universidade precisa ver também. Qual é o nosso déficit. Grande parte dos professores não tem letramento racial”. A mobilização continua até que a reparação plena dos nove anos de irregularidades seja compensada. “Não é educativo, não é pedagógico que a universidade descumpra a lei e não faça a reparação. É dizer para os estudantes e a sociedade que a lei precisa sim ser cumprida”, afirma a vice-presidente da Adufes ‘Na Ufes, negro pode ser até técnico, professor não’ – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/cidades/na-ufes-negro-pode-ser-ate-tecnico-professor-nao
‘Descobri que uma pessoa cega pode fotografar’
Exposição no Parque Moscoso, que começa no próximo domingo, apresenta 32 fotografias tiradas por cegos Com perda total de visão, a psicóloga Kéllezy Barbosa Pereira se questionou se uma pessoa cega poderia fotografar. O questionamento surgiu ao saber da abertura das inscrições para oficinas de fotografia da Escola de Fotógrafos Cegos (EFC), da Associação Cultura e Arte (Soca Brasil). Após se inscrever e passar oito meses se dedicando a essa atividade, encontrou uma resposta para a pergunta que havia feito: “descobri que uma pessoa cega pode fotografar”, enfatiza. Agora, juntamente com os outros 11 participantes da oficina, Kéllezy é uma das fotógrafas da exposição “Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto”, que começa no próximo domingo (27), no Parque Moscoso, Centro de Vitória. Arquivo Pessoal A exposição, que conta com 32 fotografias, finda em 25 de junho. Kéllezy afirma que já conhecia o trabalho do fotógrafo João Maia, que também é cego, mas sabia que a deficiência dele é parcial, não tendo ciência de algum fotógrafo que tenha perda de visão total. De acordo com ela, durante as oficinas, foram trabalhados os sentidos, as sensações, fazendo com que descobrisse que, embora não seja vidente, pode sim fazer “fotografias elaboradas”. Kéllezy uniu a proposta de colocar em prática seus novos conhecimentos com sua relação com a luta feminista e propôs retratar mulheres pioneiras em diversas áreas nas décadas de 20, 40, 60, 80, e nos anos 2000. Para isso, contou com a participação de atrizes que se caracterizaram como cada uma das mulheres escolhidas. Durante esse trabalho, contou com estratégias como a captação do sentido do vento, para ver para qual lado ele estava indo; sentir a intensidade do calor da iluminação para saber se o equipamento está no ponto certo; e pedir para a pessoa “dar um oi” para saber onde a fotografada estava e se posicionar melhor. Kéllezy Barbosa Pereira A psicóloga destaca que um dos diferenciais da oficina foi o fato de os instrutores não agirem de forma capacitista com os alunos. Ela exemplifica com a iniciativa de não colocarem limitações, como dizer que a pessoa não pode subir na cadeira para fazer uma determinada atividade, e sim, colaborar com a ação a ser desenvolvida. A coordenadora artística da EFC, Rejane Arruda, acredita que essa forma de lidar com os participantes da oficina fez com que ela não tivesse nenhuma evasão ao longo do tempo. Rejane defende que, ao contrário do que muitos pensam, a deficiência é potência em todas as formas de expressão artística. “Eles têm muito a oferecer, por serem cegos, têm algo a mais, e não algo a menos. Não sou eu que tenho um olho biológico funcional e eles não. Eles têm um olhar, uma contemplação de uma forma de viver enigmática, uma função subjetiva de compreensão de mundo, de apreensão, de estar no mundo. A deficiência acolhida se torna potência”, defende. Cada fotografia da exposição terá uma plaqueta com um QR code que direciona para as audiodescrições, recurso de acessibilidade para pessoas cegas. O local escolhido também é acessível para cadeirantes, inclusive com banheiro adaptado, e durante o período de funcionamento da exposição, estarão presentes mediadores fluentes em Libras, a Língua Brasileira de Sinais. Maior nome da fotografia cega no Brasil, o fotógrafo João Maia estará presente na abertura da exposição, dia 27 de maio. Ele também foi consultor da Escola e uma das inspirações do projeto, inclusive por atuar profissionalmente na área e pelo reconhecimento que conquistou em sua carreira, presente duas vezes na cobertura oficial dos Jogos Paralímpicos. A seleção das imagens para a exposição ficou a cargo da artista Bárbara Bragato, que considera que a produção fotográfica de um cego pode ser tão ou, até mesmo, mais bela do que aquela gerada pela visão. “É uma forma de pensar as imagens como tudo isso que habita a gente, mas fica esquecido na nossa memória. As imagens do ‘não-ver’ são essas que a gente fecha os olhos e pode sentir, são as imagens que transpiram, que usam som, que fazem arrepiar a pele. Os olhos não precisam estar abertos para que a gente enxergue”, ressalta.
Barreiras internas no PSDB impedem definição de pré-candidaturas em Vitória
Luiz Paulo, que assumiu o diretório municipal, diz que a prioridade é organizar a convenção partidária “Tenho sido muito estimulado. Os nomes serão escolhidos ao final, temos que escalar os melhores”. Com essa declaração, o novo presidente do PSDB de Vitória, Luiz Paulo Vellozo Lucas, desconversa ao ser perguntado sobre a pré-candidatura para retornar à Prefeitura de Vitória para um terceiro mandato – os outros dois foram de 1997 a 2005 -, ao contrário de notícias que circulam nos meios políticos que apontam como certo seu nome na disputa. As articulações em torno do nome de Luiz Paulo movimentam os bastidores e envolvem figuras públicas de destaque, entre elas o vice-governador, Ricardo Ferraço, a pouco mais de um ano das eleições de 2024. No entanto, a definição depende de superar barreiras internas no partido, em especial o deputado estadual Mazinho dos Anjos, em grande movimentação neste seu primeiro mandato na Assembleia, e o ex-deputado Sergio Majeski. “Ele é pré-candidato”, asseguram tucanos experientes, conscientes de que ainda não é o momento de deflagrar uma campanha, não somente pelo tempo que falta até outubro do próximo ano, como também pelas conversas que precisam resultar em alianças. Nos bastidores, esse é o quadro, com um destaque especial para a resistência de quadros importantes do partido, como a ex-vereadora Neuzinha de Oliveira, que concorreu à Prefeitura de Vitória em 2020, então presidente do diretório municipal, com o apoio da Executiva estadual, comandada pelo deputado Vandinho Leite, ainda no mesmo posto. “Fui convidado para presidir a Comissão Executiva Provisória de Vitória por Vandinho Leite. Minha prioridade é organizar a convenção e cumprir uma agenda de conversas na cidade para preparar a participação tucana em 2024”, afirma Luiz Paulo, sem detalhar sobre qualquer tipo de movimentação em torno de seu nome como pré-candidato. “Me aposentei no BNDES [Banco de Desenvolvimento econômico e Social] em 2016 e voltei a estudar; fiz mestrado na Ufes em Desenvolvimento Sustentável e defendi uma dissertação no ano passado sobre governança metropolitana. Ricardo Ferraco, quando assumiu a Sedes [Secretaria de Integração e Desenvolvimento Regional], me convidou para a subsecretaria”, informa. Deixa de comentar, porém, as barreiras externas que também terá que vencer. A principal delas fica por conta da federação formada com o Cidadania, do deputado estadual Fabrício Gandini, derrotado na eleição de 2020, mas contabilizando uma votação expressiva, e do ex-prefeito Luciano Rezende, que depois das eleições, tenta retornar ao cenário, mas encontra térreo infértil nesses primeiros movimentos, como apontam os bastidores.
Projetos casados
Comandantes de partidos e lideranças do Republicanos e PP seguem no tête-à-tête. À toa, que não é! Redes Sociais Comandantes dos partidos Republicanos e PP no Estado seguem em encontros e articulações. Nesse domingo (21), se reuniram para um café da manhã o ex-presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso, e o coordenador da bancada capixaba, Da Vitória. Ambos têm atuado afastados do governador Renato Casagrande (PSB) e preparam o terreno de candidaturas municipais para 2024. No caso do partido de Erick, esse distanciamento já ocorre há mais tempo, o que gerou até ensaios de erguer, nas eleições de 2022, um palanque de oposição, porém sem êxito. Já o PP começou a se descolar em abril, com a troca de mãos da executiva, o que reduziu o poder do aliado fiel de Casagrande, Marcus Vicente, abrindo campo para Da Vitória, acompanhado do bolsonarista e crítico da gestão estadual, o também deputado federal Evair de Melo. Outro dia, em Vitória, foi a vez do prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) aparecer nas redes sociais em encontro com o presidente do diretório municipal do PP, Marcos Delmaestro, e do vereador do partido, Anderson Goggi. Como tratado aqui há mais tempo, gerou um burburinho danado a conversa feita entre Pazolini e Da Vitória, que na ocasião chegou a indicar uma possível mudança de legenda do prefeito, afastada pelas lideranças. Esses sucessivos tête-à-tête indicam, cada vez mais, que vêm projetos casados por aí, com efeito prolongado para 2026. Estamos de olho! Mapa eleitoralNas movimentações para o próximo ano, Republicanos e PP têm seis prefeituras cada, pouco abaixo do PSB de Casagrande. Com a vantagem, no caso do Republicanos, de ter a segunda principal vitrine política do Estado, a Capital. Mapa eleitoral IIPara 2026, já estão nos bastidores as apostas para sucessão de Casagrande, com destaque para o vice-governador e supersecretário, Ricardo Ferraço (PSDB). Nesse outro bloco em formação, tanto Erick Musso quanto Da Vitória já sinalizaram interesse em alçar voo ao Palácio Anchieta, assim como ao Senado, cargo que Erick saiu derrotado em 2022 e Da Vitória tentou se viabilizar, mas não vingou. Durou poucoA tentativa de formar um novo grupo político no Espírito Santo vinha sendo desenhada por Erick e o ex-deputado federal Felipe Rigoni (União). A dupla caminhou junto no ano passado, mas depois cada um foi para um lado. O projeto, então, naufragou. Durou pouco IIRigoni não se reelegeu, se aliou a Casagrande no segundo turno e virou seu secretário de Meio Ambiente. Erick também perdeu a eleição, mas se mantém em campo oposto ao do governador. UniformesPor falar em Pazolini, o prefeito virou mesmo adepto das camisetas temáticas em eventos oficiais. Agora, até para inaugurar obras! Na recente entrega de brinquedos novos na praça de Itararé, no Território do Bem, ele e outros membros de sua equipe apareceram com camisetas com o escrito “Parque Kids”. Gente, se for assim até a eleição de 2024, já pensou? ValendoCom a Assembleia parada nesta segunda e terça-feiras (22 e 23), só veremos o próximo capítulo da polêmica do Código de Vestimenta na sessão de quarta (24) pela manhã. Após o projeto do presidente Marcelo Santos (Podemos), aprovado em vapt-vupt no plenário, Sergio Meneguelli (Republicanos) gravou mais um vídeo nas redes sociais, reiterando suas críticas à exigência do uso de paletó e gravata. A regra já está valendo. De voltaQuem também deve aparecer, após uma licença providencial, é o deputado Lucas Polese (PL), agora já investigado pelo Ministério Público Estadual (MPES) por ter se recusado a realizar o bafômetro em blitz na madrugada de um sábado, ao usar carro oficial da Assembleia. Falta se mexer, ainda, a Corregedoria do legislativo, que recebeu duas representações – Juventude do PSB e Transparência Capixaba. Ai, ai…A propósito, sem necessidade alguma a Assembleia não funcionar nesses dos dias. Somente na terça é ponto facultativo decretado pelo Estado e muitos serviços funcionam normalmente, com exceção de Vila Velha, onde de fato é feriado. De volta à mesaEstá marcada para esta quinta-feira (25), mais uma rodada da negociação entre o governo do Estado e os servidores públicos sobre o reajuste da diária referente a trabalhos fora do local de moradia. O valor proposto pela entidade representativa, Sindipúblicos, como já tratado aqui, é R$ 252. Agora, resta saber se a Secretaria de Gestão (Seger) vai concordar ou apresentar a contraproposta. De volta à mesa IIO sindicato também reivindica que o valor seja corrigido anualmente, para evitar novas perdas. Desde 2013, os servidores recebem para isso R$ 112, insuficientes para as despesas. O reajuste tem como base a inflação e consta em indicação parlamentar da deputada Camila Valadão (Psol). Nas redes“(…) 21 de maio de 2023, dia em que um jogador brasileiro foi chamado de macaco por um estádio inteiro, na Espanha, durante a partida do La Liga e levou um mata-leão de um jogador branco por se indignar”. Tyago Hoffmann, deputado estadual pelo PSB, sobre mais um absurdo e revoltante caso de racismo contra Vini Jr. FALE COM A COLUNA: medeirosmanaira@gmail.com Ex-amor? Em meio a burburinhos e movimentações, Lorenzo Pazolini posa para foto ao lado de aliados distantes https://www.seculodiario.com.br/socioeconomicas/ex-amor Quem diria… – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/socioeconomicas/quem-diria-1-1
Árvore ‘assassina de abelhas’ começa a ser proibida no Espírito Santo
Linhares e Barra de São Francisco já sancionaram leis pela erradicação da exótica “espatódea” Linhares e Barra de São Francisco, norte e noroeste do Estado, são os primeiros municípios a aprovarem leis proibindo o plantio da espécie exótica Spathodea campanulata, também conhecida como “espatódea”, “bisnagueira”, “tulipa-do-gabão”, “xixi-de macaco” ou “chama-da-floresta”. O objetivo é proteger as abelhas e outros polinizadores da morte por intoxicação. Isso porque o néctar da planta é tóxico, a ponto de animais pequenos como abelhas sem ferrão e beija-flores não conseguirem sequer sair vivos de dentro das flores, conforme já haviam alertado, em 2018, criadores de abelhas sem ferrão de Aracruz. Luana Pimentel Em Linhares, a iniciativa foi da vereadora Therezinha Vergna Vieira (Rede), cujo projeto de lei foi sancionado pelo prefeito Bruno Marianelli (Republicanos) na última quinta-feira (18), criando a Lei nº Lei nº 4.129, que, além de proibir a produção de mudas e o plantio, também incentiva o corte dos indivíduos já plantados. “Agora vamos fazer um movimento de conscientização na cidade, com panfletagem e redes sociais, para que os próprios moradores percebam que precisa cortar as espatódeas que tiverem em seus terrenos”, informa Therezinha , que também divulga o trabalho nos municípios vizinhos. “Vamos começar com Sooretama, depois Rio Bananal e Aracruz. João Neiva, também, se for confirmado que tem da espatódea lá. Vou entregar a lei nas mãos dos vereadores, eles podem seguir o mesmo modelo daqui”. Há ainda uma conversa iniciada na Assembleia Legislativa. “Se o Estado puder atuar sobre isso, seria mais fácil, estamos avaliando, junto a alguns deputados. Todo mundo está plantando a espatódea, porque é uma árvore muito bonita, enche os olhos, pouca gente sabe os problemas que ela causa”. Outros municípios também têm sido procurados pela Associação de Meliponicultores do Espírito Santo (AME-ES), que iniciou o trabalho de conscientização que gerou as leis de Linhares e Barra de São Francisco. “Projetos de lei estão em andamento em Vitória, Cariacica, Venda Nova do Imigrante, Marechal Floriano, Domingos Martins e Ibiraçu. E semana que vem, devemos ter reuniões com vereadores de Viana. Vila Velha também devemos procurar em breve”, elenca Adailton Gonçalves Pinheiro, presidente da AME-ES. Aprovadas as leis, é preciso trabalhar pela sua implementação. “Agora nós, associados, vamos começar a monitorar. Viu a planta? Comunica à secretaria para fazer o trabalho de corte, porque é muito difícil o município sair procurando pela cidade”, sugere. Luana Pimentel “Estamos tentando que as leis não determinem que seja preciso ter autorização municipal para tirar de dentro de terrenos particulares. O bom seria que fosse obrigatório a erradicação, em área pública e privada, e que não fosse necessário ter autorização do município para o corte, porque às vezes ocorre muita demora nessa liberação”, argumenta. O funcionamento de cada lei, no entanto, fica condicionado aos respectivos planos diretores municipais ou urbanos (PDMs ou PDUs). “O mais importante é que as leis estão sendo aprovadas. A Associação está buscando parceria em todos os municípios”. A lei de Linhares prevê o prazo de 60 dias para que os produtores e proprietários da espécie se adequem à legislação e estabelece que as espatódeas cortadas deverão ser substituídas por plantas nativas indicadas pela Secretaria ou Órgão a ser determinado pela Administração Pública Municipal, sob pena de advertência e, em caso de reincidência, multa de 100 Unidades de Referência do Município de Linhares (URML). Na justificativa do PL, a vereadora Therezinha Vergna Vieira explica que, “a despeito de sua beleza, as flores [da espatódea] possuem alcaloides tóxicos que causam alucinações aos seres humanos, sendo letais para as abelhas e beija-flores que buscam seu néctar, para a produção de mel e como alimento, causando, assim, grandes malefícios à nossa fauna, eis que se trata de espécie invasora”. O motivo seria “uma mucilagem presente no botão floral [que] se mistura ao néctar da flor; e tal mucilagem é tóxica para as abelhas, que acabam morrendo quando ingerem o néctar”. Soma-se a isso, prossegue, “os prejuízos causados às pessoas que dependem da apicultura e da meliponicultora como fonte de renda”, pois “as abelhas nativas sem ferrão (melíponas) são as maiores ‘vítimas’ dessa planta”. Meliponicultores alertam para plantas tóxicas às abelhas – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/meliponicultores-alertam-para-plantas-toxicas-as-abelhas
Marcelo Santos pede ao governo estadualização da Segunda Ponte
Presidente da Assembleia diz que medida é uma demanda urgente e necessária para garantir segurança e mobilidade Em ofício encaminhado ao governador Renato Casagrande (PSB), o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (Podemos), pede a estadualização do trecho da BR-262 compreendido entre o km 0 e 1.3, a Ponte Governador Gerson Camata, também conhecida como Segunda Ponte. A proposta, destaca, visa melhorar a infraestrutura rodoviária da região, garantindo maior segurança e mobilidade para os cidadãos. “Esse trecho de BR-262 tem sido alvo de preocupações por parte dos moradores e usuários da via. Diversos problemas têm sido relatados, como buracos, sinalização deficiente e falta de manutenção adequada. Essas condições precárias comprometem a segurança dos motoristas e passageiros que transitam pela ponte”, defende Marcelo Santos. O parlamentar aponta a medida como importante para solucionar essas questões. “Ao assumir a responsabilidade pela rodovia, o governo estadual terá a capacidade de investir em melhorias significativas na infraestrutura, como reparos emergenciais, recapeamento asfáltico, instalação de sinalização adequada e manutenção regular”, enfatiza. O documento acrescenta que a estadualização permitirá uma maior agilidade na execução de projetos de ampliação e modernização da via, contribuindo para o desenvolvimento regional e o fortalecimento da economia local. “Com uma rodovia em boas condições, a região poderá atrair mais investimentos, impulsionando o turismo, o comércio e a geração de empregos”, aponta, descrevendo a demanda como “urgente e necessária garantir a segurança e a qualidade de vida dos cidadãos que dependem dessa via para fazer a ligação entre Vitória e Cariacica”. Marcelo lembrou ainda da municipalização da antiga BR-262, que se tornou Avenida Mário Gurgel, entre a ponte e o viaduto da Ceasa. “Quando a rodovia foi municipalizada, Cariacica deu um passo importante para o progresso local, sendo visível a melhoria do trecho, uma vez que o processo de conserva e manutenção se tornou mais ágil e menos burocrático”, destacou.
Eu sou uma longa história
Inicio, nesta coluna, a reedição do livro que escrevi sobre meus 50 anos de rádio Em 2018, resolvi seguir as sugestões de conhecidos e escrevi o livro Eu sou uma longa história, sobre os meus 50 anos de rádio, publicado por capítulos aqui em Século Diário. Agora, apresento na coluna a reedição, semanalmente. INTROITO (CAPÍTULO UM) José Roberto Mignone é de Cachoeiro de Itapemirim (1948), iniciou sua carreira na ZYL-9, onde brilharam demais nomes do cenário local e nacional. É pós-graduado em administração pela Universidade Federal do Estado (Ufes) e pré-qualificado em mestrado em Comunicação pela Universidade Nacional de Brasília (UNB) RádiosAtuou nas principais emissoras (Em cargos artísticos e executivo): Rádio Vitória, Rádio Capixaba, Rádio Espírito Santo, Rádio Tribuna, Sistema Gazeta de Rádio, Rádio América (prêmio nacional) e Rede Sim. ExecutivoProjetou as Rádios Tribuna FM, do Grupo João Santos, e Tropical FM (Faesa), Jovem Pan FM/AM de São Mateus. TelevisãoTrabalhou na TVE e TV Assembleia, como apresentador de noticiários e entrevistador. AssessoriasTrabalhou na Assessoria de comunicação da Escelsa e foi assessor parlamentar em Brasília (MDB). ExteriorViveu nos Estados Unidos por seis anos, fez cursos de brodcast rádio e TV na Bonneville Media Communication, em quatro Estados. Posteriormente, fez estágio na Voice Of América (Brazilian Branch), em Washington D.C. ArticulistaAutor de artigos sobre mídia publicados semanalmente no jornal Século Diário e no site RSim. Escreve na Revista SIM. Foi colunista no site eshoje.jor.br. Atividades recentesApresentou o programa Debate e Rebate na TV Sim. Comandou diariamente o Jornal da Rede, da Rede Sim, para 34 emissoras do grupo. AtualParticipa da atualização diária do portal SimNotícias, com participação ao vivo no programa Microfone Aberto da Massa FM. A PalavraCerta vez, ouvi um religioso fazendo sua pregação. Veio-me o pensamento da influência das Sagradas Escrituras na humanidade. Achei que a essência da Palavra pudesse influenciar o rádio. Então descobri esses dizeres, com base no Novo e Velho Testamento. “As velhas e novas palavrasAs velhas palavras abriram todos os caminhos As palavras novas calam mais profundamente a alma e o coração As velhas palavras guiaram santos e profetasAs novas palavras atingem as mentes livres de dogmas e preconceitos As palavras velhas determinam as orientações em busca da salvaçãoAs palavras novas emanam um sentido novo através do entendimento” PARABÓLICAS A Legal FM, rádio da Tribuna, está com programação popular em que todo tipo de música e ritmos são programados diariamente. Toca tudo. Ivanilson Souza sempre trabalhou em rádio. Hoje é pastor evangélico e comanda um programa de grande audiência na Viva FM, radio evangélica. Locutoras criadas em Laranja da Terra, um lugar que exporta boas profissionais como: Vanessinha Uhllig, hoje na Massa de Santa Teresa; Pâmela Cristina, na Mais FM de Laranja da Terra, e Eva Pagung, hoje na Capital FM no Paraná. E por falar em boa locutoras, na Mix FM (Gazeta) tem uma excelente apresentadora, que faz a manhã. Estamos falando de Tay Braga, que não é de Laranja da Terra. ACESSEhttp://jrm50anos.blogspot.com.br/O rádio do ES na visão de JRM ACESSE: TRADUÇÃO JRM YOUTUBE https://www.youtube.com/watch?v=oABikroinzECarole King – You’ve got a Friend MENSAGEM FINALA opinião pública é uma amante ocasional: procura-se agradá-la sem ter por ela nenhuma consideração. Julies Petit-Senn
Moradores denunciam abandono do Parque da Gruta da Onça
Reinaugurado recentemente, problemas incluem falta de limpeza, carência de atividades e ausência de profissionais Moradores do entorno do Parque Municipal da Gruta da Onça, no Centro de Vitória, denunciam que, apesar de ter sido reinaugurado recentemente, o local encontra-se abandonado pela gestão de Lorenzo Pazolini (Republicanos), que não tem feito limpeza, nem incentivado a realização de atividades no local. Apontam, ainda, que não há profissionais como guia e segurança, e que falta transparência no que diz respeito à gestão. Diante da situação, a Associação de Moradores do Centro (Amacentro) encaminhou ofício à prefeitura solicitando reunião com o secretário de Meio Ambiente, Tarcísio Föeger, e aguarda retorno da demanda. O presidente da Amacentro, Lino Feletti, relata que em reunião com os moradores, uma das reclamações foi em relação ao Conselho Gestor, que deveria ter a participação popular, mas a comunidade afirma nem ao menos saber se ele de fato existe, pois não há informações. Leonardo Silveira/PMV Além disso, relata Lino, o local, que antes costumava receber visitas guiadas de estudantes, carece de atividades abertas ao público, o que tem feito ficar cada vez mais esvaziado. Consequentemente, tem se tornado um espaço que atrai usuários de drogas. Outros problemas relatados são a falta de guia e de seguranças. Os moradores também apontam que nem ao menos sabem se o parque tem um administrador, pois não o veem no local. “Se tem um administrador, ele não procura ter relação com a comunidade”, aponta. A limpeza, relata o líder comunitário, tem sido feita, na medida do possível, pelos próprios moradores. “O chafariz está entupido, cheio de larvas de mosquito, o mirante do parque foi pintado, mas a escada que dá acesso está corroída, dificulta a ida das pessoas”, enfatiza. Para Lino, a situação do parque faz parte de um conjunto de ações que mostram a falha dos serviços da Prefeitura de Vitória no Centro da Capital. “Quando a gente trata desse debate, a prefeitura, e até o próprio prefeito, vem falar do investimento que vem sendo feito no Mercado da Capixaba e no Viaduto Caramuru. Isso é fato, está sendo feito. Mas a reestruturação da rua Gama Rosa e da rua Sete, a gente não ouve mais falar, não há definição de um projeto. O Centro tem problemas no calçamento, tenho dificuldade de andar com um carrinho de bebê, imagina a dificuldade que deve ser para um cadeirante?”, questiona. Ele também destaca que a prefeitura realiza a coleta de lixo em áreas mais movimentadas, como a Avenida Jerônimo Monteiro, não fazendo o mesmo em outras localidades do Centro. O líder comunitário destaca ainda a falta de cuidado dos próprios moradores com a questão do lixo, mas defende que a gestão de Lorenzo Pazolini não cumpre com sua responsabilidade, por não realizar campanhas educativas. De acordo com ele, recentemente, a administração municipal distribuiu panfletos, “mas trata-se de uma ação quase inócua, precisa de algo mais amplo, buscando uma mudança de comportamento”. O parque foi reinaugurado recentemente, em novembro de 2022, após uma obra de revitalização iniciada em 2020, na gestão do então prefeito Luciano Rezende (Cidadania). A obra parou por um tempo, sendo retomada em julho de 2021, na administração de Pazolini, sendo marcada por polêmicas. Em novembro de 2021, o Ministério Público do Estado (MPES) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Natural no Espírito Santo (Iphan-ES) tomaram medidas em relação às denúncias de descaracterização de um sítio arqueológico localizada dentro do parque. No órgão ministerial, a Promotoria de Justiça Cível de Vitória instaurou procedimento para apurar possíveis irregularidades na pavimentação, com cimento armado, de uma trilha com idade estimada em cerca de 200 anos, construída possivelmente por escravos, e tombada pelo Iphan como um dos três sítios arqueológicos preservados dentro do parque.
Comunidade cigana de São Mateus cria associação para efetivar demandas
Nilcélia de Jesus Santos aponta que objetivo é mobilizar a comunidade em prol de seus direitos No próximo sábado (27), a diretoria da recém-criada Associação Municipal de Etnias Ciganas de São Mateus (AMEC) tomará posse durante o Encontro da Comunidade Cigana de São Mateus, no Salão Social do Clube Cepe. A entidade, segundo sua tesoureira, Nilcélia de Jesus Santos, tem como objetivo mobilizar a comunidade cigana da cidade em prol de seus direitos, pois ainda há muito preconceito contra esse grupo, provocando, inclusive, sua exclusão de políticas públicas, como a de educação. Jorge Alex Isso se expressa, de acordo com Nilcélia, em situações como as de crianças e adolescentes ciganos. Muitos abandonam os estudos antes mesmo da conclusão do ensino fundamental por causa da discriminação vivida no ambiente escolar. “No colégio, eles costumam ficar juntos porque não são aceitos ppr outros alunos, que não querem fazer trabalho em grupo com eles. Os pais não querem que seus filhos frequentem nossas casas”, relata. Diante disso, Nilcélia defende a realização de ações educativas por parte do poder público. Outra forma como o preconceito se expressa é principalmente contra as mulheres, devido às vestimentas. “Se saímos com as vestimentas tradicionais, as pessoas olham de forma duvidosa, quando entramos na loja, acham que vamos roubar. Nosso Brasil tem várias culturas, cores, tem que ter ações que busquem trazer um olhar diferenciado para a comunidade. Com a associação, esperamos que a sociedade tenha um olhar diferente para os ciganos, que quando a gente passar na rua, tenham consciência de que somos pessoas normais, que se abram portas, como a do mercado de trabalho”, projeta. Jorge Alex A dificuldade na questão do mercado de trabalho, aponta Nilcélia, se dá devido à resistência das empresas em contratarem ciganos, que acabam tendo sua atuação profissional limitada principalmente à agricultura e à pecuária. Além disso, uma das demandas que a Associação pretende sanar é a realização de aulas de alfabetização para adultos. Nilcélia explica que a maioria da comunidade cigana de São Mateus, composta por 300 famílias, mora em casas, não vivendo mais uma “vida errante”. Contudo, principalmente os mais velhos, quando eram nômades não tiveram condições de estudar por mudarem de local de tempos em tempos. Por isso, há entre eles um grande índice de analfabetismo. Nilcélia afirma que o fato de não saber ler e escrever dificulta o acesso às políticas públicas, como a de saúde, uma vez que as pessoas não conseguem ir sozinhas até a Unidade Básica de Saúde (UBS), por não poder ler o itinerário dos ônibus. Assim, ficam dependentes de alguém que os leve. A Associação, conforme consta no estatuto, busca promover ações em diversas áreas, como cultura, saúde, esporte, lazer, saúde, educação, meio ambiente, e, inclusive, realizar formação de profissionais dos setores público e privado que atuem na prestação de serviços para a comunidade cigana. A comunidade cigana mateense conta com outras duas novidades. Uma é a criação do Dia Municipal do Cigano, a ser comemorado todo dia 24 de maio, e, a outra, a criação da Comenda Municipal do Mérito da Cultura e da Defesa dos Interesses da Comunidade Cigana Jandelson Silva Ramos, conhecido como Paulo Cigano, uma liderança cigana do município que morreu há três anos. Mapeamento mostra que ciganos têm dificuldade de acesso a direitos Estudo foi feito em Cariacica para formulação de políticas públicas voltadas a comunidades tradicionais https://www.seculodiario.com.br/direitos/mapeamento-mostra-que-comunidade-cigana-tem-dificuldade-de-acesso-a-direitos Pandemia impulsiona mobilização da comunidade cigana capixaba Ciganos do Estado se articulam por inclusão em políticas de ação afirmativa, para reparar séculos de discriminação e exclusão https://www.seculodiario.com.br/saude/pandemia-impulsiona-mobilizacao-da-comunidade-cigana-capixaba