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Deputado defende juros altos e diz que Lula não deve se meter com a economia

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Vandinho Leite emendou: “nesse quesito, eu prefiro fazer como Bolsonaro fazia – não conheço nada de economia” O deputado Vandinho Leite (PSDB) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (13), para defender a política dos juros altos do Banco Central, de 13,75% ao ano, a mais elevada do mundo, e afirmar que o presidente Lula não deveria se meter com a economia. Ao abordar um tema nacional, como ele ressaltou, o parlamentar fez comparações com períodos anteriores e acentuou que existe “uma guerra de narrativas entre o presidente Lula e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto”. “A minha fala não tem nenhum viés ideológico, até porque o ex-presidente Donald Trump também tinha essa mania de interferir no banco central americano, também conhecido ou chamado de FED [Federal Reserve System]. Uma parte muito pequena da população acompanha ciclos econômicos, a economia, mas os juros nada mais é (sic) um remédio amargo para conter a inflação”, disse o deputado. A polêmica surgiu no último dia 19, quando o presidente Lula, em entrevista à imprensa, questionou a eficácia da independência do Banco Central e sua importância para a economia brasileira. Ele disse que “nesse país se brigou muito para ter um Banco Central independente achando que iria melhorar o quê? Eu posso te dizer com a minha experiência. É uma bobagem achar que um presidente de um Banco Central independente vai fazer mais do que fez o Banco Central quando o presidente é quem indicava. Eu duvido que esse presidente do Banco Central seja mais independente do que foi o [Henrique] Meirelles”. Para Vandinho, “todo o mundo está aumentando a taxa de juros”, mas não informou que as praticadas no Brasil atualmente são as mais altas, destacando que, no seu entender, “político, presidente, não deveriam se meter nessa parte da economia, ao ponto de interferir, pois isso nunca deu certo em lugar nenhum do planeta”. Acrescentou o parlamentar que a “inflação é lá o aumento do preço da carne, do arroz, do feijão, da gasolina e os juros nada mais é (sic) a taxa que mede…os financiamentos, ou seja, se uma pessoa, uma empresa, precisa fazer um financiamento, a taxa de juros contém o crescimento dos países com o objetivo de conter a inflação”. Deixou de comentar que o Banco Central não deve cuidar, segundo as regras estabelecidas, apenas da inflação. Sob sua responsabilidade estão, também, o disciplinamento do sistema financeiro e os meios para garantir geração de emprego, pontos que foram esquecidos na gestão Bolsonaro. Para o professor Guilherme Henrique Pereira, doutor em economia, “a historinha’ que contam é que, aumentando a taxa de juros, os produtos ficam mais caros, portanto, a demanda por bens diminui. Ora, a inflação é dada pela variação dos preços dos bens de consumo. Será que alguém deixará de consumir alimentos porque a taxa de juros aumentou alguns décimos por ano? Deixará de consumir outros bens por que a prestação aumentou alguns centavos?”.  “A observação da nossa realidade indica que esta ‘historinha’ não tem fundamento. Ter por aqui a taxa mais alta de juros da maioria dos países pode atrair capitais especulativos, isso poderá ter efeitos sobre o câmbio e barateamento (para o brasileiro) dos produtos importados, aí sim pode ter muitas consequências sobre a economia”, acentua o professor. . Vandinho disse que Bolsonaro “fez bem – em não interferir -, porque política econômica é uma coisa que precisa andar com autonomia perante os governos. Trump errava e Lula está errando muito. Nesse quesito eu prefiro fazer como Bolsonaro fazia – não conheço nada de economia”.

13/02/2023 / 2 Comments
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​Enfermagem realiza mais um protesto em defesa do piso salarial

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Ato será em frente ao Hospital Dório Silva, para cobrar que o piso seja pago no Estado, como prometeu Casagrande O Sindicato dos Enfermeiros do Espírito Santo (Sindienfermeiros-ES), com apoio do Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo (Coren-ES), realizará um ato nesta terça-feira (14), em frente ao Hospital Estadual Dório Silva, na Serra. A manifestação faz parte de uma mobilização nacional em defesa do piso salarial da categoria. Outra paralisação está prevista o dia 10 de março e também uma possível greve, no mesmo mês. Os trabalhadores darão início ao ato às 9h. A escolha do local se deu por dois motivos, segundo a presidente do Sindienfermeiros, Valeska Fernandes. O primeiro é que, desde o início dos protestos em prol do piso, os trabalhadores do Dório Silva se destacaram pela alta adesão. A outra é o fato de se tratar de um hospital estadual, portanto, uma forma de cobrar do governador Renato Casagrande (PSB) que cumpra o compromisso feito no segundo turno das eleições do ano passado, de pagar o piso para a categoria. Em dezembro de 2022, a gestão estadual solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação parcial da suspensão do piso salarial da Enfermagem para poder pagar a partir de 1º de janeiro de 2023. Valeska afirma que, “se houve alguma resposta, não nos foi passada”. Ela destaca aind, “que tem dinheiro para pagar, não há ilegalidade e não depende do STF”. Ainda assim, informa, o sindicato irá buscar um parecer jurídico para reforçar a mobilização em torno do piso nos hospitais públicos do Espírito Santo. No dia 1º deste mês, o Sindienfermeiros esteve na Assembleia Legislativa, na posse dos deputados estaduais. Com faixas e cartazes, exigiram do governador que cumpra o compromisso de pagar o piso. Os trabalhadores não chegaram a contatar nenhum parlamentar, mas Valeska relata que a deputada estadual Camila Valadão (Psol) se dirigiu ao grupo e se comprometeu a defender a pauta. O ato desta terça, afirma Valeska, não é sobre “um ponto específico”, somente a respeito do STF e do compromisso assumido por Casagrande, mas sim “por todo o processo”, pois várias iniciativas estão sendo feitas “para mostrar ao STF que ele precisa acabar com a suspensão da obrigatoriedade do piso”. Uma dessas iniciativas, aponta Valeska, é a Medida Provisória (MP) elaborada por meio de um Grupo de Trabalho (GT) instituído pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, concluída em 2 de fevereiro. A expectativa é de que a MP seja publicada no final deste mês ou início de março. A categoria sinaliza para a possibilidade de greve nacional em março caso a suspensão da obrigatoriedade do piso permaneça, conforme deliberado na reunião do Fórum Nacional da Enfermagem, a mesma na qual a realização do ato desta terça foi decidida. Após aprovação do Projeto de Lei 2564/20, de autoria do senador Fabiano Contarato (PT), que estabelece o piso salarial nacional da Enfermagem, foi aprovada a Proposta de Emenda Constitucional 11/2022, PEC da Enfermagem, promulgada em 14 de julho, passando a ser Emenda Constitucional 124. A Emenda determina que uma lei federal instituirá o piso, que será de R$ 4,7 mil para enfermeiros; R$ 3,2 mil para técnicos de enfermagem; e R$ 2,7 mil para auxiliares e parteiras. Ao inserir na Constituição o piso, a intenção é evitar uma eventual suspensão na Justiça, o que não impediu que o STF suspendesse a conquista histórica da categoria, com base na em Adin movida pela Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), questionando a constitucionalidade da lei que estabelece o piso. ‘É mais uma luz no fim do túnel’, diz presidente do Sindienfermeiros sobre MP Valeska Fernandes acredita que MP pode fazer com que o STF se posicione pela obrigatoriedade do pagamento do piso https://www.seculodiario.com.br/saude/e-mais-uma-luz-no-fim-do-tunel-diz-presidente-do-sindienfermeiros-sobre-mp Enfermagem acena para greve nacional na luta por efetivação do piso Possível greve foi debatida no Fórum Nacional da Enfermagem. No Estado, categoria cobra de Casagrande pagamento do piso https://www.seculodiario.com.br/saude/enfermagem-acena-para-greve-nacional-na-luta-por-efetivacao-do-piso

13/02/2023 / 0 Comments
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Cuidadoras de PCDs têm prioridade em serviços públicos e privados na Serra

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Lei publicada nesta segunda-feira é resultado do acampamento de 32 dias feito por mães de PCDs na prefeitura Redes Sociais Publicada nesta segunda-feira (13), a Lei nº 5.698 estabelece a prioridade no atendimento em serviços públicos e privados localizados no município da Serra, a cuidadores de pessoas com deficiência (PCDs). A lei institui um cartão de identificação, com foto, que deve ser solicitado à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (Sedir). A pasta é também quem coordena o “Grupo de Trabalho Intersetorial para a construção do plano de ação visando atender cuidadoras(es) e familiares de pessoas com deficiência no âmbito do município da Serra”, formalizado pela Portaria municipal nº 1, de 30 de março de 2022. As reuniões do grupo ocorreram de maio a dezembro passados e resultou na elaboração do Plano de Ação, que tem expectativa de ser publicado até o início de março. O grupo, no entanto, continua ativo e irá acompanhar a implementação das propostas previstas no plano depois de sua publicação. “No plano de ação, a gente considerou como mais urgente criar essa lei que garante prioridade para nós cuidadoras de pessoas com deficiência em todos os serviços, público e privados. No supermercado, na padaria, no banco, na casa lotérica, na unidade de saúde”, explica Lucia Mara Martins, coordenadora-geral do coletivo. “Muitas de nós mulheres temos uma vida extremamente corrida, temos condições de fazer algumas coisas apenas quando nossos filhos estão na escola. Então a prioridade que as leis garantem hoje para nós, apenas quando estamos com nossos filhos PCDs, não adianta. Agora, vamos ter prioridade independente de estar com o filho ou não. Vamos ter tempo de nos cuidar, de fazer um preventivo, de fazer tantas coisas que a gente simplesmente não consegue fazer. Isso qualifica a vida da mulher”, afirma. “Este projeto, além de pioneiro no Estado, é pioneiro no país”, destaca a secretária municipal de Direitos Humanos, Lilian Mota. “Muitas dessas cuidadoras praticamente vivem em função das pessoas com deficiência. Por isso, elas também são vulneráveis e precisam de atendimento prioritário, até porque o tempo que elas podem passar em uma fila de supermercado, por exemplo, se reflete diretamente na qualidade do cuidado que elas dedicam diariamente”, salienta, lembrando que a lei se chama Gustavo Soares, em homenagem ao filho de uma das mães do coletivo, Liliane Soares, que esteve presente com seu filho em todas as muitas reuniões que discutiram o projeto de lei e o Plano de Ação. Plano de Ação O plano trata também de outros direitos básicos das cuidadoras e dos cuidadores – “a gente coloca cuidadora primeiro, porque a maioria das pessoas que cuidam de filhos e familiares com deficiência são mulheres e o nosso coletivo é só de mulheres”, ressalta Lucia -, como dentista, exames de saúde da mulher, lazer, cultura, escola… A normativa é fruto da mobilização feita pelo Coletivo Mães Eficientes Somos Nós (MESN) em agosto e setembro de 2021, quando dezenas de mães e filhos acamparam por 32 dias na Prefeitura da Serra, reivindicando políticas públicas para suas crianças e adolescentes com deficiência. “O acampamento provocou a elaboração de termo de ajustamento de conduta que a prefeitura firmou com o Ministério Público. Desde então, o prefeito Sergio Vidigal [PDT] tem se colocado muito à nossa disposição, tem dado toda atenção as nossas pautas, mostrando uma sensibilidade muito grande”, avalia Lucia. A iniciativa serrana, conta, já tem mostrado sua capacidade de se expandir, do município mais populoso do Estado, para outras cidades. “Vila Velha já nos procurou e o Estado também”, comemora. Serra cria iniciativa inédita voltada para mulheres cuidadoras de PCDs Plano de Ação em elaboração visa apoiar mulheres como Sirlaine, que tem deficiência e cuida de filha também PCD https://www.seculodiario.com.br/direitos/serra-cria-iniciativa-inedita-para-cuidar-de-mulheres-cuidadoras-de-pcds Mães ‘desacampam’ na Serra: vitória do diálogo, resistência e união Encerramento ocorreu após Sérgio Vidigal conversar com as mães e assinar TAC construído com o coletivo https://www.seculodiario.com.br/educacao/maes-eficientes-desacampam-na-serra-vitoria-do-dialogo-resistencia-e-uniao

13/02/2023 / 0 Comments
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‘A reforma agrária popular e a transformação da sociedade são a nossa luta’

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MST reafirma necessidade da reforma agrária para produzir alimentos, combater a fome e defender o meio ambiente Divulgação O 18º Encontro Estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), realizado neste final de semana no norte do Espírito Santo, reafirmou as pautas essenciais do coletivo, desde sua criação no Estado, há 37 anos: a reforma agrária popular, estabelecida na Constituição Federal, como base para transformação da sociedade brasileira, uma das mais desiguais do mundo. “São dois temas centrais: a defesa do meio ambiente e o combate à fome e à miséria a partir da nossa produção de alimentos saudáveis. E isso a gente alcança com reforma agrária popular, acabando com os latifúndios e garantindo o acesso à terra a todos que nela querem trabalhar“, entoa Eliandra Fernandes, da direção nacional do MST pelo Espírito Santo. O encontro reuniu cerca de 200 militantes e dirigentes de todas as brigadas do Estado durante três dias, quando foram definidas as novas diretrizes para o próximo biênio e a nova coordenação estadual e direção do MST. “Muita mística, cultura, arte, juventude, crianças, feira de produtos, e um encontro com amigos parlamentares, de entidades sindicais e outros movimentos do campo, como o Sindipúblicos, a Via Campesina e a deputada estadual Camila Valadão [Psol], conta Eliandra. No centro das conversas e dinâmicas, a força que sustenta o movimento há quase quatro décadas. “O que nos move é a ocupação de terras, a luta de massas”, afirma, ressaltando a necessidade de manter a luta popular, mesmo diante da vitória de Lula (PT) – e seu governo democrático e popular”, como ela classifica – e a reeleição de Renato Casagrande (PSB) no Palácio Anchieta. Isso porque, apesar de “grande expectativa de recursos do governo federal” por meio de programas como o de Aquisição de Alimentos (PAA) e de Alimentação Escolar (Pnae), é preciso enfrentar as forças conservadoras que participam da frente ampla que levou Lula pela terceira vez à presidência da República e, acima de tudo, é preciso prezar pela autonomia do movimento. “Nós vamos defender o governo de Lula porque defendê-lo é defender a democracia e a gente não quer voltar para tudo o que passamos com o governo anterior, mas o MST continuará tendo a sua autonomia organizativa e de luta”. Já em âmbito estadual, a situação é mais difícil e há “muita dificuldade de avançar nas pautas sociais do campo”. Exemplo, cita Eliandra, é a facilitação legal para regularização de terras devolutas em posse de grandes fazendeiros e empresários do agronegócio, principalmente no norte do Estado, e, por outro lado, a ausência de qualquer iniciativa no sentido de destinar as terras devolutas e patrimoniais para a reforma agrária. “Fazendeiro que requerer a terra que ele está com posse, vai ter direito à regularização. Isso passou por debaixo dos panos e vai dar muito problema”, alerta. “Tem muita terra em dívida com a União, com o Estado, penhoradas, e que o Estado poderia muito bem fazer a reforma agrária. Aqui no Espírito Santo também se descobriu muitas fazendas com trabalho análogo a trabalho escravo. A lei diz que essas terras podem ser desapropriadas para fins de reforma agrária. Tem muita terra, mas o Estado opta por apenas facilitar para os grileiros e grandes fazendeiros e empresários”. O agronegócio capixaba, explica, está muito ligado aos monocultivos de eucalipto e a pastagens improdutivas, que estão cedendo espaço para o eucalipto avançar ainda mais – a eucaliptocultura é o uso do solo que mais cresce no Espírito Santo desde 2007, segundo o Atlas da Mata Atlântica – e muitas dessas terras são devolutas, pontua. Eliandra salienta ainda que sequer o diálogo iniciado com os movimentos sociais do campo por conta das últimas eleições foi retomado. “Tivemos que fazer campanha para ele, colocar o 40 no peito e subir no carro de som para derrotar o fascismo [na pessoa do candidato derrotado Carlos Manato (PL)], no entanto não houve nenhuma consideração do Renato Casagrande para continuar o diálogo com os movimentos sociais. Os nomes que ocupam a Secretaria de Agricultura hoje mostram isso também, são todos ligados ao agronegócio. Eles não conseguem nem pronunciar ‘agricultura camponesa’, com muita dificuldade falam agricultura familiar”, critica. Sobre a Subsecretaria de Agricultura Familiar, em estágio avançado do processo de criação, a dirigente do MST ressalta a necessidade de que ela “beneficie os produtores de alimentos saudáveis”, conforme reivindicado pelo Fórum Estadual de Agricultura Familiar, que trabalhou ativamente para a construção da proposta, das diretrizes e da minuta de criação da subsecretaria. ‘Bolsonaro achou que acabaria com o MST, mas nossa história é mais forte’ MST celebra 37 anos no Estado e, refletindo polarização nacional, apoia Casagrande para avançar em justiça fundiária https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/bolsonaro-achou-que-ia-acabar-com-o-mst-mas-nossa-historia-e-mais-forte ‘Terra é para quem nela trabalha e tira seu sustento’, conclama MST Movimento luta há 38 anos pela reforma agrária no Brasil. ES tem 2,6 mil famílias assentadas e mil acampadas https://www.seculodiario.com.br/direitos/terra-e-para-quem-nela-trabalha-e-tira-seu-sustento-conclama-mst

13/02/2023 / 0 Comments
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Camata, Rogério e eu

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Havia muito conhecimento entre esses personagens… Havia muito conhecimento entre esses personagens. Rogério Medeiros me disse uma vez, nas caminhadas na praia pelas manhãs, que Camata, assim que chegou a Vitória, vindo de Marilândia, pegava o “rango” na casa dele de vez em quando. Fui vizinho de Camata no prédio, ao lado do Moinho Buaiz. Ele repartia apartamento com Rosenthal Calmon Alves e eu com alguns amigos no apartamento de baixo. De vez em quando eu subia para ler a Veja que ele comprava toda semana. Não me lembro bem, mas já era vereador. Camata virou meu padrinho de casamento, sem comparecer, e Rogério companhia de caminhadas e nadadas pelas manhãs na Curva da Jurema, isso mais recentemente. Um verdadeiro amigo. Rogério quando queria contar um caso, sempre citava a “roda do tempo”. Pois bem, na roda do tempo, Camata se aposentou de Brasília e veio curtir sua casa na Ilha do Boi, vizinho de Cariê Lindemberg. Rogério, após suas trajetórias e histórias nos principais órgãos de imprensa do país, resolveu fazer uma incursão jornalística em um veículo que aparecia nos tempos modernos, jornal online. Só que ele lidava com a redação digital como se fosse uma redação convencional. Veia jornalística de fato! A tônica deste jornal sempre foi, e é até hoje, dispor de uma linha denunciante, analista profundo de política e abrangência entre seus leitores qualificados. Sempre respeitado por políticos e empresários.Rogério sempre foi um jornalista ímpar na história da imprensa capixaba. Sempre ouvido e respeitado. Foi também presidente do sindicato da classe. Uma vez, caminhando nas areias da Praia do Canto, encontramos com Camata. Vinha caminhando, às pressas, em sentido contrário, sem camisa, calça comprida atlética, além de uma sapatilha. Era o jeito como caminhava por ali. Paramos, nos cumprimentamos, uns lampejos políticos, e em seguida veio o que me deixou estupefato. Rogério vira para Camata e dispara: ”Italiano (era como chamava Gerson), você foi padrinho do Mignone, arrumou para ele uma oportunidade de rádio em Roraima, que ele não pôde ir, e depois não arrumou mais nada”. Camata sorriu, abaixou um pouco a cabeça, enrolando os cabelos com dedos (uma mania), olhou a gente e arrematou: “Verdade, houve isso mesmo. Bom, vocês estão indo pra lá, eu estou indo pra cá (apontado). E continuamos a caminhada, quando Rogério falou. “Esse aí é o Camata. Aprendeu magistralmente a ser político”.Hoje, quando lembro de certas passagens minhas pela vida aqui em Vitória, dou graças de ter lidado com alguns dos maiores nomes e das maiores cabeças do Espírito Santo. PARABÓLICAS Uma das maiores audiências do rádio durante a madrugada aqui em Vitória é Massa FM, programa Pé na Estrada, feito em SP em rede nacional. O ex-deputado Hércules Silveira (Patri) está firme e forte em clínica em Itapuã. Também não abandona os amigos, principalmente os cachoeirenses. Gazeta. quem te viu e quem te vê. Hoje aquele movimento interno por causa do jornal acabou. Tudo vazio e pouco aproveitamento no plano físico. O empresário da comunicação Carlos Roberto Coutinho, quando não o encontramos nas missas, está na Monte Líbano, padaria. ACESSEhttp://jrm50anos.blogspot.com.br/O rádio do ES na visão de JRM ACESSE: TRADUÇÃO JRM YOUTUBE Harold Melvin – If Dont know me by nowhttps://www.youtube.com/watch?v=pOeDxNuLfgk MENSAGEM FINAL“Quem perde seus bens perde muito, quem perde um amigo perde mais, mas quem perde a coragem perde tudo”. Miguel de Cervantes

13/02/2023 / 0 Comments
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Pais de alunos questionam exoneração de diretora de CMEI de Vitória

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Pais afirmam que a exoneração foi feita de forma irregular pela pasta chefiada por Juliana Roshner  Pais de alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Luiza Pereira Muniz Corrêa, no bairro Mário Cypreste, em Vitória, reagiram à exoneração da diretora Fátima Luzia Sezana, efetivada nessa segunda-feira (6), primeiro dia do ano letivo de 2023. Eles afirmam que não foram avisados da decisão, que apontam como irregular, e que ao questionarem a Secretaria Municipal de Educação (Seme), as respostas foram “desencontradas” e sem entrar em detalhes sobre as motivações para o ato. A autônoma Monalisa Souza Rocha, mãe de estudante do CMEI e integrante do Conselho de Escola, informa que a exoneração deveria ser feita somente por meio de solicitação da Seme para o Conselho, mediante situações de má gestão de recursos públicos ou prejuízo do processo ensino-aprendizagem, conforme consta na Resolução 02/2017, do Conselho Municipal de Educação de Vitória (Comev). Entretanto, relata, esse procedimento não foi feito e os pais souberam da exoneração somente no primeiro dia de aula. De acordo com Monalisa, ao comparecem à escola, os pais foram informados por representantes da Seme de que a diretora não estava lá porque tinha ido a uma reunião. Entretanto, às 18h do mesmo dia, Fátima enviou mensagem para a comunidade escolar para avisar de sua exoneração e se despedir. Monalisa destaca que a diretora foi eleita pelos pais, uma vez que os votos dos professores se dividiram entre as duas então candidatas, já os dos pais foram maciçamente para Fátima. O argumento da Seme, relata, foi de que a diretora deixou um “rombo” de cerca de R$ 80 mil. Entretanto, segundo Monalisa, havia uma verba disponibilizada para a escola e que foi utilizada para a reforma, com rampa, piso antiderrapante e outras iniciativas de acessibilidade para pessoas com deficiência. Ela defende que, se há verba, tem que ser usada, e afirma que a gestão municipal gosta de diretor que “senta e assina documento”. Depois, foi dada uma nova justificativa, de que a diretora não tem perfil para escola de tempo integral. O CMEI passou a atender de maneira integral este ano, segundo Monalisa a pedido dos pais e com apoio da diretora, que acolheu essa reivindicação. A autônoma avalia a gestão da diretora como “perfeita” e declara que a gestora nunca teve problemas com os pais de aluno. Monalisa diz ainda que foi questionado para a Seme o porquê de o vice não ter assumido. A resposta, afirma, foi de que “pode ser qualquer pessoa, mesmo que de bem longe”. “Não é assim, tem que conhecer as necessidades da comunidade”, contesta. O Conselho de Escola se reuniu nessa sexta-feira e elaborou um documento no qual reivindica o retorno da diretora, que, foi substituída por um interino. O documento foi entregue para a Seme e uma reunião entre o Conselho e a pasta está marcada para esta segunda-feira (13).

12/02/2023 / 0 Comments
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Sedu contrata nova empresa para serviço de limpeza na rede estadual

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Pasta rompeu contrato com a Conservo após atrasos nos pagamentos dos salários e vale-alimentação dos trabalhadores Uma nova empresa irá prestar serviço de limpeza nas escolas da rede estadual de ensino. A partir desta quarta-feira (15), a Ativa assumirá a função em caráter emergencial, por seis meses. A contratação foi feita diante do rompimento do contrato entre a Secretaria Estadual de Educação (Sedu) e a Conservo, que terminaria em março. A motivação foi o atraso nos pagamentos dos salários e vale-alimentação, obrigando a pasta a assumir o compromisso de remunerar os terceirizados. A Convenção Coletiva prevê, nesses casos, o reaproveitamento dos funcionários pela nova empresa, mas não estabelece uma porcentagem. Evani dos Santos, presidente do Sindilimpe-ES, sindicato que representa a categoria, afirma que todos os trabalhadores serão reaproveitados, menos as gestantes e os que tiverem problemas de saúde. Apesar disso, ela considera que os trabalhadores foram vitoriosos, pois, normalmente, são reaproveitados cerca de 85% do quadro e desta vez serão de 90 a 95%. Segundo Evani, diante do fato de a Sedu ter assumido o compromisso de arcar com os pagamentos dos trabalhadores, há valores retidos que seriam destinados para a Conservo. Não se sabe ainda se esse montante é suficiente para pagar as rescisões de todos, pois há funcionários com mais de 10 anos de casa. O sindicato está em diálogo com a Sedu para discutir o assunto. As mobilizações pelos direitos dos trabalhadores terceirizados eclodiu em dezembro último, às vésperas do Natal, quando 960 deles estavam com atraso salarial de um mês, o que também ocorreu com o tíquete, além de não terem recebido o 13º salário. A Sedu, gestora do contrato, se comprometeu a fazer o pagamento antes do Natal, após reunião com a Procuradoria Geral do Estado (PGE), da qual também participaram representantes da Conservo e do sindicato. Entretanto, os salários e tíquetes não foram pagos. Após uma manifestação realizada pelo sindicato em frente ao órgão, a secretaria novamente se comprometeu a fazer os pagamentos, porém, mais uma vez, isso não foi efetivado. A situação começou a mudar depois das festas natalinas, quando o pagamento começou a ser feito em parcela única. O atraso por parte da Sedu, conforme relatou Evani na ocasião, foi porque a Conservo teve que passar os dados dos trabalhadores para a pasta, mas ao fazer isso, não encaminhou o arquivo da folha de pagamento. Assim, foi preciso cadastrar os terceirizados manualmente e o serviço não foi concluído, pois o sistema caiu. A Sedu continua arcando com a despesa de pessoal, mas os pagamentos atrasam alguns dias, como aponta Evani, já que a Conservo mensalmente tem que encaminhar para a pasta as informações e atrasa, prejudicando os trabalhadores. Sedu irá romper contrato com empresa que atrasou salário de terceirizados O contrato com a Conservo terminaria em março, mas com o atraso dos salários, a pasta decidiu pelo rompimento https://www.seculodiario.com.br/sindicato/sedu-ira-romper-contrato-com-empresa-que-atrasou-salario-de-terceirizados Terceirizados da Sedu passarão o Natal sem salário, tíquete e 13º São 960 trabalhadores da limpeza nessa mesma situação. A Sedu se comprometeu a pagar nesta sexta, o que não aconteceu https://www.seculodiario.com.br/direitos/terceirizados-da-sedu-passarao-o-natal-sem-salario-tiquete-e-13-salario ‘Situação dos terceirizados da Sedu é precária’, diz sindicato Cerca de 200 trabalhadores da limpeza ainda não receberam tíquete alimentação, 13º e salário de novembro https://www.seculodiario.com.br/direitos/situacao-dos-terceirizados-da-sedu-e-precaria-diz-sindicato

12/02/2023 / 0 Comments
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De mala e cuia

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Quem ainda confia nessas desvairadas maquininhas eletrônicas? O telefone toca às duas da manhã, ou pior, às duas da madrugada, aquela hora sagrada em que o sono finalmente atinge a fase REM, com direito a sonho colorido. Só pode ser engano, pensa, e ignora a chamada. Sono e sonho, onde andam vocês? Mas quem consegue voltar ao sono – mesmo com o melhor dos sonhos – depois do telefone disparar os primeiros acordes do Hino Nacional? Quando o sono e o sonho não voltam, o remorso ataca: devia ter atendido. * O resto da noite se divide em duas questões: Se não foi engano, quem ligou vai ligar de novo. Ligar de volta será pior, pois ninguém, em sã consciência, liga para dar uma boa notícia no aconchego da madrugada. Passei no concurso! Ganhei na loteria! O bebê nasceu, parto normal! Noivei: o Gentil finalmente decidiu, embora não muito gentilmente. Mesmo boas e importantes, as boas notícias sempre aguardam o amanhecer. Amiga, tô me mandando pra Portugal de mala e cuia! * Antigamente diziam que as más notícias andavam a cavalo, querendo dizer que chegavam depressa. Hoje, porém, quando a Amazon já faz entregas com carros sem motoristas, a expressão “a cavalo” virou lentidão. O celular ganha essa corrida, se a gente não esquecer de carregar. Parêntesis: devido aos problemas de trânsito que o povo enfrenta diariamente, por que a Amazon não investiu em entregas por meio de drones? As maquininhas voadoras iriam escurecer o céu, claro, mas com menos poluição. * Não vamos culpar a Amazon pela abrupta interrupção do sono de ninguém. Ana Lena Cabral, a que perdeu um bom sonho por causa de um telefonema fora de hora, não tem celular, nunca fez compras pela Amazon, jamais usou e não pretende usar os serviços do Uber ou do Lyft. O telefone teimosamente atado a uma tomada na parede também não tem Caller ID, mais conhecido como identificador de chamadas. Quem ainda confia nessas desvairadas maquininhas eletrônicas? Portanto, ligar de volta é impossível. * Leninha passou o dia em desespero: ligou para todas as pessoas conhecidas e até para algumas desconhecidas, tentando identificar a chamada noturna. Por acaso foi você? As pessoas em questão se espantam: já que acordou, por que não atendeu? Já que não atendeu, e ninguém mais ligou, esquece, foi engano. Fácil falar para quem gosta de se enganar. Para Ana Lena, porém, a vida não é tão simples. Alguém ligou, portanto, algo trágico aconteceu. Se foi engano, quer dizer que um hacker invadiu minha vida. * Ana Lena se mandou para Portugal, de mala e cuia. Por mar, como seu antepassado. No navio, um marinheiro de Braga perguntou o que ela queria dizer com “de mala-e-cuia”. Ela: quero dizer que vou para ficar, não volto mais. Ele acha a gaja muito gira: Mala-e-cuia quer dizer que tu carregas muita bagagem, mas não vais ficar. Durante as calmarias já estavam se agitando, e se casaram na Igreja de São Frutuoso, em Braga. Mas em um frio e tenebroso inverno, no meio da madrugada o telefone toca. O português mandou retirar o telefone.

12/02/2023 / 0 Comments
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Grito da Cultura quer celeridade de municípios para garantir investimentos

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Na Coluna: carta abrange Fundo a Fundo, Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2; Editais da Secult 2022; e Paneleiras de Goiabeiras Novidade   Depois de três anos como repórter de Século Diário, recebi um desafio: assumir a coluna CulturArte. Desafio feito, desafio aceito com um pouco de frio na barriga, pois substituir o colega Vitor Taveira nessa empreitada não é nada fácil. Mas vamos que vamos! Que seja uma forma de contribuir positivamente para a cultura do Espírito Santo.  Política cultural  Leonardo Sá Após a apresentação, falo de uma iniciativa pra lá de necessária: o Grito da Cultura elabora uma carta a ser encaminhada aos municípios cobrando celeridade na organização das estruturas necessárias para receber recursos como os do Programa Fundo a Fundo de Coinvestimento da Cultura. Para isso, busca a assinatura de coletivos e grupos culturais, movimentos sociais, mandatos, partidos políticos, sindicatos e todos que quiserem fortalecer a luta do setor cultural, que podem fazer isso neste link. Não se pode esquecer que, no ano passado, 49 municípios se inscreveram no processo, mas três deles não concluíram a inscrição por falta de documentações, como é o caso de Vitória, o único dos 10 municípios mais populosos a ficar de fora dos Coninvestimentos. Sobraram, então, 46, mas Linhares, Aracruz, Colatina, Venda Nova do Imigrante, Marechal Floriano, Alegre, Pinheiros, Montanha e Laranja da Terra, que haviam sido habilitados para receber o recurso, acabaram desistindo. No final das contas, 35 receberam, número que foi considerado bom por uma parcela da classe artística, mas pode ser bem melhor, pois são 78 municípios. Quer dizer, esse índice não chega a 50%.  Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2  A carta também engloba as leis Paulo Gustavo (Lei Complementar 195/2022) e Aldir Blanc 2 (Lei 14.399/2022). Vale lembrar que as iniciativas são uma conquista dos artistas brasileiros diante da necessidade de políticas com foco nesses profissionais, que estão entre os mais prejudicados pela pandemia da Covid-19. Há muita ideia de projetos na cabeça, mas a demanda segue reprimida apesar de as leis terem sido aprovadas e sancionadas, impossibilitando de serem aplicadas por causa da Medida Provisória (MP) nº 1.135/2022, do Governo Bolsonaro (PL). A MP foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em novembro passado. Agora, a previsão é de que em breve as leis sejam, enfim, de fato aplicadas. Corrida contra o tempo  Por falar em recursos para cultura, os artistas capixabas têm até esta segunda-feira (13), às 18h, para se inscrever nos Editais da Cultura 2022, da Secretaria Estadual de Cultura (Secult). Então, quem deixou para a última hora pode “apertar o passo” para finalizar a escrita do projeto, providenciar as cartas de anuência e tudo o mais que for necessário. São 14 editais, divididos em 48 linhas. Este ano, 439 projetos serão contemplados. O investimento é de R$ 16,1 milhões, um aumento de R$ 2 milhões em relação à última edição.  Mulheres de Barro  Divulgação A bela fachada azul e rosa do Babado Bar, em Goiabeiras, Vitória, ganhou um reforço no visual, mas como forma de protesto. Os proprietários picharam a frase “Mulheres de barro valem ouro! Cadê a voz da paneleira?”. A iniciativa é uma forma de se manifestar contra a negativa da Prefeitura de Vitória em atender ao pedido de custeio de hospedagem e alimentação feito pelas paneleiras para irem ao desfile da Inocentes de Belford Roxo, escola de samba que irá homenageá-las na Sapucaí, no Rio de Janeiro. Como noticiado durante a semana por Século Diário, a gestão municipal se propôs a custear somente a passagem “bate-volta”, considerada “cansativa”. De fato, mulheres que dão prosseguimento a uma tradição ancestral de mais de 400 anos e projetam o nome de Vitória e do Espírito Santo para todo o Brasil deveriam ser muito mais valorizadas.  Nem tão inocente assim! Sim, a prefeitura errou, agiu com descaso, mas a Inocentes de Belford Roxo também “tem culpa no cartório”, pois não há empenho da agremiação em possibilitar a ida e estadia das homenageadas no Rio de Janeiro. É como promover uma festa de aniversário e não fazer muita questão da presença do aniversariante.  Até a próxima coluna!

11/02/2023 / 0 Comments
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A nova oposição a Pazolini na Câmara de Vitória

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Vinícius Simões e André Moreira criticam prefeito e comentam articulações para formar bloco crítico à atual gestão Os novos vereadores de Vitória Vinícius Simões (Cidadania) e André Moreira (Psol) assumiram o mandato no início de fevereiro e já têm feito enfrentamentos no Plenário à gestão de Lorenzo Pazolini (Republicanos), à qual prometem fazer uma oposição propositiva no legislativo municipal.  A relação com a prefeitura, o encontro com a vice, Capitã Estéfane (Patriota), que recentemente teve atritos com Pazolini, possíveis alianças na Câmara, a situação do vereador preso Armandinho Fontoura (Podemos), e as perspectivas de seus partidos para as próximas eleições são alguns dos temas abordados. —- * Inscreva-se no canal do Século Diário no YouTube e ative o sininho para acompanhar as novidades. ** Se quiser ouvir este e outros programas em podcast, siga os canais do Século Diário no Spotify e Google Podcasts.

11/02/2023 / 0 Comments
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