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Uma nova rádio

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O Brasil está ficando pra trás em termos de fazer o melhor rádio, o rádio moderno As rádios sempre tiveram o seu papel em termos de programação, inclusive anunciavam o tripé: Música – esporte e noticia. Muitas seguiam ou procuravam seguir esse processo, desde que tivessem condições. Mas como ordem natural de todas as coisas, os tempos mudaram e as programações também. Ainda tem muitas emissoras naquele papel retrógado de usar músicas, geralmente as de sucesso, ouvintes pedindo música e sorteando ingressos de shows. Uma rádio mais informativa, músicas selecionadas (podem até ser essas atuais) desde que sejam mais depuradas; com locutores mais preparados, que não sejam mecânicos ao falar, que tenham um maior alcance dos acontecimentos atuais. Mas perante o atual contexto, é difícil fazer essa rádio, saber selecionar as músicas e encontrar tais locutores. Tem poucas no Brasil, inclusive em Vitória tem uma. Não estou me referindo a rádio só de informação. Na Europa, a precursora foi uma FM da BBC, se não me engano a Rádio One. Na Itália tem melhor, uma que está com imagem na Internet e ao mesmo tempo na frequência de rádio. Ela é música e informação, entrevistas, bate papo, tudo sem enjoar. Se pode ver e ouvir ou só ouvir. Sabedores de tudo isso, nós do Brasil estamos chegamos à conclusão que estamos ficando pra trás em termos de fazer o melhor rádio, o rádio moderno. PARABÓLICAS Mikaela Mozer é uma produtora da nova geração das mais competentes, coisa difícil de achar hoje, das que saem da Universidade. Nosso preclaro Leozinho, está atualmente exercendo seu alto profissionalismo em nova rádio em São Mateus. O Grupo Sim deverá instalar nada mais, nada menos que 12 novas emissoras de FM, incorporadas a Rádios Sim em todo Estado. O grande profissional Paulo Duarte deverá voltar para Rio, de onde veio, simplesmente por falta de seu aproveitamento nas rádios e Tvs do Espirito Santo. ACESSE: http://jrm50anos.blogspot.com.br/ O rádio do ES na visão de JRM ACESSE: TRADUÇÃO JRM YOUTUBE https://www.youtube.com/watch?v=17k0oBQHJNM Nilson – Without you MENSAGEM FINAL Esperança é perceber que, por pior que seja aquele dia, haverá outro totalmente inesperado. (Nina Amorim)

23/01/2023 / 0 Comments
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Psol vai à Justiça para cassar diploma de deputado de Gilvan da Federal

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Parlamentar apresentou dívida de campanha no valor de R$ 332,8 mil, “sem qualquer possibilidade de cobertura” Leonardo Sá O policial bolsonarista Gilvan Aguiar Costa, o Gilvan da Federal (PL), teve a cassação do seu diploma de deputado federal pedida pelo diretório estadual do Partido Socialismo e Liberdade (Psol) em recurso protocolado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES). O documento, assinado pelos advogados Wands Salvador Pessin e André Moreira, aponta abuso de poder político por “não apresentação das contas” da campanha eleitoral. Caso tenha o diploma cassado, essa será a segunda vez que isso ocorrerá com Gilvan da Federal. Em dezembro de 2022, ele teve o mandato de vereador de Vitória cassado por infidelidade partidária. O TRE-ES confirmou a decisão por unanimidade pelo fato de ele ter saído do Patriota para se candidatar a deputado federal pelo PL. “Ao abusar do poder político, fazendo a contratação de produtos e serviços em absoluto descompasso com a projeção de arrecadação, ou seja, sem fundos mínimos para o cumprimento das obrigações, revela-se igualmente a fraude eleitoral que lhe trouxe forte vantagem arbitrária no pleito”, diz o Recurso Contra Expedição de Diploma (RCED). Além de informar uma dívida de campanha no valor de R$ 332,8 mil, “sem qualquer possibilidade de cobertura em função das receitas apuradas ou mesmo perspectivadas”, Gilvan não apresentou “prova da assunção das dívidas pelo partido, uma vez que em quase 80% dos casos os termos não contêm assinatura do representante legal da agremiação”. Apontam no recurso que para demonstrar a irregularidade, Gilvan da Federal “informou a realização de acordos para a assunção de dívidas com apenas três dos 18 credores (Gráfica Maxxi Vix Comércio Atacadista, Angélica Laiber Lyrio e Alessandra Zouain), conforme ID 9113169 (fls. 4-20)”. E destacam: “Inicialmente, inclusive, apesar da anuência desses três credores, como bem enfatizou o douto relator no despacho de fls. 455, não havia assinatura da representação do diretório estadual do partido, ao que se somava o fato de o termo celebrado com a gráfica (ID 9113169) indicar um cronograma de pagamentos de vinte parcelas mensais, com o termo final em 01/01/2025, em manifesta contradição ao cronograma apontado no termo de acordo de assunção de dívida de campanha pelo diretório estadual do partido, cuja previsão de quitação estava registrada como 01/06/2024 (ID 9113169)”. A medida adotada é o “instrumento legal estabelecido para a perda do mandato de candidatos eleitos e diplomados nos casos de inelegibilidade superveniente, ou seja, que surge após o registro de candidatura, ou por inelegibilidade de natureza constitucional. Ao mesmo tempo, RCED identicamente pode ser interposto nas hipóteses de inexistência de condição de elegibilidade”, afirmam os representantes do Psol. Destacam que Gilvan da Federal não observou o dever legal público de efetivamente prestar contas de sua campanha eleitoral, acrescentando a falta de comprovação de despesas por meio de documentos, necessária para caracterizar “uma real prestação de contas, sendo tal realidade analisada sob o corpo mínimo de consistência devidamente expressada por dados informacionais acompanhados de prova documental, de modo que haja efetiva publicidade das despesas e receitas da campanha eleitoral, a consequência direta é a queda de sua situação de quitação eleitoral”. De acordo com o que consta nos autos do processo judicial eleitoral n. 0601375-87.2022.6.08.0000, em sessão pública de julgamento judicial realizada dia 14.12.2022, o TRE-ES declarou que as informações apresentadas pelo recorrido dão conta de que a dívida de campanha reconhecida “perfaz 76,89% do total de despesas declaradas”. Ainda em conformidade com a resolução 419/2022, “as contas devem ser desaprovadas, eis que comprometeu a confiabilidade e a lisura da prestação de contas.”, razão pela qual o mesmo colegiado declarou as “contas desaprovadas, nos termos do artigo 74, III, da Resolução TSE 23.607/2019”. Para o diretório estadual do Psol, o recurso é cabível porque “de um lado, caracterizada a inelegibilidade superveniente apta a viabilizar o RCED, em razão de mudança jurídica, ocorrida esta a data fixada para que os partidos políticos e as coligações apresentem os seus requerimentos de registros de candidatos”; de outro, “tendo em vista a consequente perda da condição de elegibilidade, ficará cabalmente atestada a necessária revogação do diploma concedido formalmente ao recorrido, com a declaração da perda do mandado correspondente, dada a total ausência de condições para o exercício de um mandado público eletivo, na forma da Constituição da República”. Acrescentam que Gilvan da Federal “não mais detém a condição de elegibilidade correspondente à quitação eleitoral, e a razão jurídica para essa nova posição, que o impede objetivamente ao exercício subjetivo de um mandato eletivo é bastante simples”. No caso concreto, ocorre que, não obstante o tribunal ter declarado a desaprovação, o grau de comprometimento da lisura e confiabilidade das informações prestadas, implicou, em termos concretos, na inexistência de uma efetiva e real prestação de contas eleitorais, de modo que devem ser consideradas rigorosamente equivalentes à não prestação de contas, para quitação eleitoral”. Na argumentação dos advogados, “o que se alega aqui é que a desaprovação, em grau de desarrazoabilidade, faz emergir a perda da condição de quitação eleitoral, dada que não se trata de uma efetiva apresentação de contas de campanha eleitoral, mas uma mera prestação de informações, insuficientes à sua caraterização enquanto tal, com o objeto de afastar a hipótese formal de uma não apresentação das contas de campanha”.

23/01/2023 / 0 Comments
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Mãe conquista carga horária reduzida para cuidar da filha com deficiência

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Justiça Trabalhista alegou omissão da CLT sobre a questão. Ebserh deve manter salário e reduzir jornada semanal Leonardo Sá O juiz Jose Alexandre Cid Pinto Filho, da 10ª Vara do Trabalho de Vitória, decidiu em favor de uma trabalhadora que, por meio do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Espírito Santo (Sindsep-ES), pediu por mais tempo para se dedicar ao tratamento da filha, que possui Transtorno do Espectro Autista (TEA) e esquizofrenia, bem como sua vida civil e pessoal. Empregada na Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), a mãe teve o pedido acolhido na sentença, que determina redução da carga horária de trabalho para 20 horas semanais, com manutenção do mesmo valor do salário. Em seu despacho, o magistrado afirma que a medida é válida “enquanto persistir a necessidade imprescindível da empregada acompanhar a sua filha para tratamento multiprofissional”. Citando o Estatuto da Juventude (art. 1, parágrafo primeiro da Lei n. 12.852/2013) e a Política Nacional de Proteção à Pessoa com Deficiência (art. 1, parágrafo segundo da Lei nº 12.764/2012), o juiz José Alexandre Cid Pinto Filho afirma que “a CLT é omissa quanto à regulação da matéria”, pois em nenhum momento regula “a hipótese de redução da carga horária de trabalho, sem a correspondente redução salarial, para o caso da necessidade do empregado prestar assistência ao seu filho jovem com deficiência e que demande cuidados específicos”. O magistrado afirma ainda que “a inexistência de apreciação do caso por junta médica oficial não pode ser obstáculo ao direito pleiteado pela parte Autora”, visto que a necessidade de dedicação da mãe à sua filha “é incontroversa e demonstrada pelos Laudos juntados”, além de que, “a não submissão à junta médica oficial ocorreu por inércia da própria Reclamada, que sequer possui tal junta constituída”. A EBSERH tem prazo de até 10 dias para cumprir a decisão, sob pena de multa diária de R$ 300, restrita, por ora, ao limite de R$ 30 mil.

23/01/2023 / 0 Comments
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Muqui realiza em fevereiro seu 72º Encontro Nacional de Folias de Reis

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Mais antigo do país, evento este ano inaugura a Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC) no interior do ES Vitor Nogueira Em sua 72ª edição, o Encontro Nacional de Folias de Reis de Muqui, considerado o mais antigo do país, retoma versão presencial no dia quatro de fevereiro, no Sítio Histórico da cidade, o maior do Espírito Santo. A programação conta com 40 grupos, 38 deles de diversas partes do Espírito Santo, além de um do Rio de Janeiro e um de Minas Gerais. Com suas cores, músicas e brincadeiras, novamente irão transformar a pequena cidade do sul do Estado na capital das Folias de Reis, numa grande celebração de alegria e fé. O evento deste ano ocorre com apoio da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), a Lei estadual nº 11.246/2021, sendo o primeiro a acontecer por acontecer por meio da LICC em uma cidade fora da região metropolitana. “Excepcionalmente esse ano optamos por privilegiar grupos do Espírito Santo, exatamente por conta da LICC. Estamos inaugurando uma lei de incentivo no interior do nosso Estado, que é um estado pequeno, com poucas oportunidades”, explica a folclorista Joelma Consuelo, coordenadora-geral do 72º Encontro. “A pandemia foi um período muito difícil para a cultura em geral, mais ainda para a cultura popular, por carecer de mais políticas públicas, oportunidades e cuidados. As perdas foram muitas. Todos os grupos estão nesse momento se recuperando das perdas que sofreram, de integrantes, familiares … Então decidimos por priorizar os grupos capixabas”, complementa. Este ano, o encontro também retoma a pesquisa in loco, um trabalho de visita, apoio e mesmo resgate de grupos tradicionais. “A pesquisa é fundamental. A cultura popular é pouco bibliográfica, conta muito mais com a oralidade”, pondera Joelma. Vitor Nogueira Todo o trabalho de pesquisa, de contratação dos grupos e de promoção do encontro dos mestres, avalia a folclorista, colabora muito com a preservação da tradição. “Não só pela oferta, que é como a gente chama o cachê pago aos grupos, mas pela oportunidade que eles têm de se de encontrar, contar suas histórias. Ontem mesmo me ligou um mestre de Muniz Freire, dizendo que quer participar do próximo encontro”. A reunião de mestres inclusive é um dos tópicos da programação. “Essa troca é muito importante e acontece o dia todo no evento, mas há um momento em que só eles falam, contando suas dificuldades, suas facilidades, como cada um deu um jeito para resolver uma questão e assim ajudando outros grupos …”, descreve. Feito com a presença de alguns pesquisadores e gestores, o encontro de mestres facilita também a identificação de demandas que o poder público pode ajudar a encaminhar e solucionar. Regionalidades Joelma conta que a tradição da Folia de Reis passa por visitar as casas, onde os brincantes rememoram a viagem dos Reis Magos para conhecer o menino Jesus que acabara de nascer e depois contar a novidade para as pessoas. “Nesse mundo contemporâneo é muito difícil abrir sua casa para receber grupos de pessoas estranhas, à noite, o que fica mais difícil ainda num período pós-pandêmico”, observa. Mas a tradição, incrivelmente, se mantém viva, principalmente nas zonas rurais e periferias urbanas, onde o senso de comunidade se mantém mais preservado, com os moradores se conhecendo mutuamente com mais facilidade que nas áreas centrais das cidades, principalmente nas médias e grandes. As variações regionais, no Espírito Santo, podem ser observadas entre grupos do norte, da região serrana e do sul, onde as Folias de Reis são mais numerosas. Joelma explica que no sul a influência portuguesa é maior, então tem doze foliões representando os apóstolos e tem os palhaços, representando o soldado de Herodes e os três reis magos são representados em uma bandeira que participa do cortejo. Na região serrana a influência é mais italiana, os grupos têm um coral, não têm o palhaço e os três reis são representados como personagens de teatro, pessoas que interpretam os magos. Já no norte, a marca é dos Reis de Bois, com o vaqueiro e vários bichos. Como há uma influência negra forte, há mais cores e muitos animais, revelando a convivência próxima das comunidades negras com muitos animais de criação e selvagens. “Em comum está a devoção aos três reis, que anunciam o nascimento de Jesus. A folia é aberta todos os anos no dia 24 de dezembro à meia-noite e vai até o dia seis de janeiro, podendo algumas se estender até o dia 20, dia de São Sebastião”. No 72º Encontro, todas as Folias participantes estão ativas e fizeram o ciclo natalino de 2022. Vitor Nogueira Programação 72* Encontro Nacional de Folias de Reis De Muqui 8h00 – Chegada dos grupos de Folias de Reis, momento livre; 9h00 – Abertura oficial do 72* Encontro Nacional de Folias de Reis; 11h00 – Almoço festivo dos grupos de Folias de Reis; 12h30 – Reunião dos Mestres e atividades livres com foliões e palhaços; 13h30 – Cortejo dos grupos de Folias de Reis pelo eixo principal do Sítio Histórico de Muqui; 15h00 – Benção das Folias na Matriz São João Batista; 16h30 – As casas do sítio histórico recebem os grupos de Folias de Reis; 18h30 – Encerramento do 72* Encontro Nacional de Folias de Reis; 20h00 – Show com o grupo Moxuara no Jardim Público Municipal Mais informações @foliadereismuqui

23/01/2023 / 2 Comments
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Encontro Estadual da Juventude Negra acontecerá em São Mateus

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Felipe Lima, do Fejunes, conta que evento terá atividades formativas e culturais em fevereiro e abrirá inscrições em breve  Um dos municípios com presença mais marcante da população, cultura e história negras, São Mateus vai receber nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro o V Encontro Estadual da Juventude Negra. Segundo o Fórum Estadual da Juventude Negra no Espírito Santo (Fejunes), que organiza a ação, devem participar mais de 100 pessoas, entre organizadores, convidados e jovens selecionados mediante inscrições, que devem ficar abertas entre os dias 27 de janeiro e 1º de fevereiro e ser divulgadas pela página da entidade nas redes sociais. O evento terá palestras, debates e atividades culturais, a serem realizadas no Centro de Referência das Juventudes (CRJ), que fica no bairro Ayrton Senna. O lema do encontro é: “Todo corpo negro é um quilombo vivo”. “É um evento importante porque é uma construção de jovens negros para jovens negros, trazendo a vivência da periferia, os problemas da ausência de políticas públicas, para que jovens possam ter acesso a esses debates, informações sobre igualdade racial e políticas”, diz Filipe Lima, atual presidente do Fejunes. Para ele, por ser organizado pelos próprios jovens, a atividade tem potencial de dialogar de forma mais eficaz com as juventudes negras. O intuito principal do evento é contribuir para a formação e articulação política dos participantes, com um formato imersivo, contando com uma programação pensada para este fim. Filipe Lima, presidente do Fejunes. Foto: Renato Moulin Entre os convidados para participam dos debates está o professor e pró-reitor da Ufes Gustavo Forde, que vai falar sobre a história da luta antirracista no Espírito Santo e a importância da educação nesse sentido. Também estão confirmadas a presença de Aldiceia Costa, integrante da Coordenação Nacional da Pastoral da Juventude e da Campanha Nacional de Enfrentamento aos Ciclos de Violência Contra a Mulher, e de Mônica Porto, que participa do Coletivo Constância de D’Angola, organizado por mulheres negras de São Mateus. Elas vão falar sobre as juventudes, a resistência e o legado da cultura afro-brasileira no município sede. “São Mateus é uma cidade que tem mais de 70% de população negra, que é majoritária. A herança da cultura afrobrasileira se faz presente no cotidiano da cidade e também nos quilombos, que são muito fortes nessa região conhecida como Sapê do Norte. Com o encontro queremos fazer um diálogo mais próximo da galera quilombola, das juventudes de religião de matriz africana e outros grupos e pessoas. É um evento construído coletivamente”, diz Filipe, lembrando que o último evento aconteceu no quilombo de Graúna, em Cachoeiro de Itapemirim, em 2019. Leonardo Sá Por isso, depois de passar pelo Sul – e de enfrentar o impacto organizativo e impossibilidade de aglomerações por conta da pandemia de Covid-19 – o evento vai para a região Norte do Estado. Para garantir a participação, a organização disponibilizará ônibus para os selecionados para o evento que sejam oriundos das regiões Sul e Metropolitana do Estado. Os participantes também terão alojamento e alimentação durante as atividades, que começam às 9h de cada dia. A programação cultural ainda será divulgada posteriormente. O Fejunes foi criado em 2007 após o I Encontro Nacional da Juventude Negra, na cidade de Lauro de Freitas (BA). Entre suas principais atividades está a realização da Marcha Estadual Contra o Extermínio da Juventude Negra, que acontece a cada dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. 

23/01/2023 / 0 Comments
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Artistas são agredidos por policiais militares em evento em Anchieta

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Ação truculenta ocorreu no mês em que Hip Hop, tema do evento, foi declarado patrimônio cultural do ES Divulgação Colocado como primeiro evento de Hip Hop no município de Anchieta, no litoral sul do Espírito Santo, o Parada Underground teve sua execução afetada por uma ação truculenta da Polícia Militar. Artista participantes foram atingidos por balas de borracha no último sábado (21). O evento aconteceu no mesmo mês em que foi sancionada lei que considera o Hip Hop como patrimônio cultural do Estado, reforçando o combate à discriminação em relação às prática e praticantes das artes ligadas ao movimento. O ocorrido foi durante a manhã do evento, que durou manhã, tarde e noite na Vila Olímpica, um espaço público e aberto no Centro do município, onde foi instalado um palco e outras estruturas. Um grupo formado por DJs, Bboys e outros artistas que chegaram no início da manhã vindos de outros municípios para participar das atividades se abrigou na única parte coberta da praça, em frente à guarita da Polícia Militar, onde não havia viaturas estacionadas. Ligaram então um som e começaram a ensaiar passos de dança. “Eles chegaram já com arma em punho. Eu falei: vou lá conversar com eles, pedir para baixar o som. No que eu levantei a mão e falei que o evento é autorizado, eles já atiraram para o alto, não queriam conversa”, diz um dos artistas presentes no local. “Pedi calma. O cara deu dois tiros [de bala de borracha] em mim e falou: ‘sai, sai, sai’. A galera se assustou, uma menina tomou spray de pimenta na cara”, relatou. “Ali é base da comunitária da polícia, é uma terreno da prefeitura, não é área militar. Ali é uma polícia comunitária, ela tem que estar junto com a comunidade. Tudo tem que ser feito no diálogo, não com uma política agressiva”, reclamou o agredido.  O evento possuía autorização da prefeitura e a Polícia Militar havia sido avisada antecipadamente sobre o mesmo, embora os policiais alegaram que não foram informados sobre o fato. Divulgação O grupo ainda teve uma caixa de som apreendida pela polícia, que só poderá ser retirada na tarde desta segunda-feira (23). Posteriormente, a própria polícia reconheceu o erro e pediu desculpas para o grupo, embora um dos presentes relate que no Boletim de Ocorrência há uma “aliviada” e registrou ” coisas que nem aconteceram”. “Eles não tem nada contra nós todos os crimes foram cometidos por parte dos policiais”, reclama o artista. Ação prejudicou o evento mas não impediu continuidade O rapper Pierrer, organizador do Parada Underground, que contou com apoio da Prefeitura Municipal de Anchieta e da Secretaria de Estado da Cultura, contou que a ação logo no início do evento prejudicou a organização do mesmo. Ele relata que houve artista que presenciou o incidente e ficou abalado, pedindo para cancelar sua apresentação. Chegou a ouvir pedido de policiais para cancelar o evento, o que negou, pois já havia sido feito todo um investimento para que ocorresse, inclusive a mobilização de dinheiro e de pessoas que estavam ali para participar. “Afetou em tudo, as pessoas ficaram oprimidas, não se apresentaram com a mesma empolgação que teriam. Ainda atrasou a programação e shows que durariam de 30 a 40 minutos tivemos que pedir para reduzir a duas músicas para não passar do horário previsto”, relata. Mesmo assim, ocorreram apresentações de DJs, batalhas de MCs e B-boys, shows musicais, graffiti, realização de tatuagens e tranças afro e conversas sobre questões como consciência negra e diversidade sexual, entre outras atrações. “Foi um evento para levantar a cultura e o nome da cidade, unindo os quatro elementos do Hip Hop e outras atividades. Fizemos isso para valorizar especialmente a galera daqui, os artistas locais, que precisam ter seus espaços”, explica o organizador do evento. Lei proíbe discriminação O artigo 5º da lei estadual 11.771, promulgada no dia 3 de janeiro de 2023, é enfático. “Fica proibido qualquer tipo de discriminação ou preconceito, seja de natureza social, racial, cultural ou administrativa contra a cultura Hip Hop ou contra seus integrantes”. A lei e o movimento Hip Hop foram temas da Entrevista do Século, tendo como entrevistados a deputada estadual Iriny Lopes (PT), autora do projeto de lei, Fredone Fone, MC e grafiteiro e Pandora da Luz, produtora cultural e designer de moda.

23/01/2023 / 0 Comments
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‘Ilusão com o petróleo deixou os pobres ao Deus dará’

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Padre Kelder Brandão aponta para a falta de políticas públicas de combate à fome no Espírito Santo Mais uma Campanha da Fraternidade se aproxima e pela terceira vez a questão da fome será debatida na atividade encabeçada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). No Espírito Santo, o aumento do número de pessoas sem acesso ao direito básico à alimentação é percebido “a olhos vistos” e encarado pelo coordenador do Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória, padre Kelder Brandão, como fruto de uma visão distorcida da realidade. “A ilusão com o petróleo fez a sociedade e o poder público deixarem os pobres ao Deus dará”, diz. O sacerdote recorda que, em 2007, com a descoberta da camada de pré-sal e a possibilidade de recebimento de royalties, se acreditou em uma suposta qualidade de vida para todos capixabas, que encontrou força também no discurso de que o Espírito Santo era um dos estados brasileiros com a maior renda per capita. Essa realidade, afirma Kelder, fez com que o poder público estadual não consolidasse políticas de distribuição de renda, por exemplo, e que a sociedade civil não cobrasse de maneira incisiva. “O Espírito Santo precisa de muito enfrentamento à pobreza, distribuição de renda, geração de emprego, educação, moradia, de políticas públicas adequadas e envolvimento da sociedade na reivindicação. A sociedade tem que cobrar, pois para o poder público é muito cômodo se alicerçar num discurso de uma qualidade de vida que não é para todos”, diz. Padre Kelder também aponta ser um “equívoco” dizer que a pandemia da Covid-19 é responsável pelo aumento da fome. Para ele, a crise sanitária agravou um processo que já vinha se intensificando desde os idos de 2018, quando a Campanha Paz e Pão, da Arquidiocese de Vitória, começou a ser pensada. Essa iniciativa, que busca fornecer cestas básicas para famílias em vulnerabilidade social cadastradas nas paróquias da Arquidiocese, começou a ser implementada de fato em 2020. O coordenador do Vicariato alerta para o fato de que, com o retorno de Lula (PT) à presidência, os movimentos sociais não devem repetir o comportamento que tiveram a partir de 2003, quando Lula chegou ao Palácio do Planalto pela primeira vez. “Houve implementação de políticas importantes, mas com a chegada de um governo de centro esquerda ao poder os movimentos acabaram se afastando das periferias, deixando de fazer formações e trabalhos de base. Isso abriu espaço para o tráfico e para o neo pentecostalismo”, diz. Campanha da Fraternidade A Campanha da Fraternidade deste ano terá como tema “Fraternidade e fome”, e o lema “Dai-lhes vós mesmos de comer”. No Espírito Santo, a abertura está marcada para o dia 26 de fevereiro, a partir das 14h, no Ginásio Dom Bosco, em Vitória, ao lado do Colégio Salesiano. Em vez da tradicional Via Sacra ou caminhada pelas ruas da Capital, será feita uma celebração. A mudança, segundo Kelder, foi por causa do forte calor, fazendo com que se optasse por um espaço fechado. “Durante o evento vamos nos manifestar contra a fome e as panelas vazias de milhões de brasileiros, escolhendo a Área Pastoral mais animada, que ganhará 50 cestas básicas, além das que já recebe mensalmente, para distribuir no mês de março entre as famílias assistidas pela Campanha Paz e Pão”, diz a carta emitida pelo Vicariato para a comunidade católica da Arquidiocese. A temática da fome será abordada pela terceira vez na Campanha da Fraternidade. A primeira foi em 1975, com o tema “Fraternidade é repartir” e o lema “Repartir o pão”. A segunda foi em 1985, com o lema “Pão para quem tem fome”. A Campanha da Fraternidade nasceu por iniciativa de Dom Eugênio de Araújo Sales, em Nísia Floresta, Arquidiocese de Natal, Rio Grande do Norte. Alguns de seus objetivos são despertar o espírito comunitário, buscar o bem comum, e renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.

23/01/2023 / 1 Comment
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Ônibus da Santa Zita e da Nova Transportes voltam a circular

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Rodoviários voltaram as atividades após cancelamento da Cipa e estão discutindo outras demandas com a GVBus Os ônibus das viações Santa Zita e Nova Transportes, que não haviam saído a garagem na manhã desta segunda-feira (23), voltaram a circular após o Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano da Grande Vitória (GVBus) cancelar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Neste momento, os trabalhadores estão reunidos com o sindicato patronal para dar outros encaminhamentos para essa pauta e discutir as demais. Com a paralisação, mais de mil trabalhadores cruzaram os braços e não saíram das garagens, localizadas no bairro São Francisco, em Cariacica, o que impossibilitou que mais de 300 carros circulassem. O diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Espírito Santo (Sindirodoviários), Valdecy Dulcilina, afirma que, se na reunião, as deliberações não saírem a contento da categoria, os trabalhadores irão paralisar novamente. No caso da Cipa, eles se queixam de que não houve abertura de inscrições para garantir a participação de todos que quisessem comparecer, pois os participantes foram escolhidos pelas empresas, o que, destaca Valdecy, impossibilita, por exemplo, que os rodoviários tenham acesso a informações importantes, como as sobre prevenção a acidentes de trabalho. O processo de inscrição foi considerado “fraudulento”, pelo Sindirodoviários, que está à frente da paralisação. A forma como se dará a nova Cipa será discutida na reunião.  Os rodoviários também reclamam da não disponibilização de equipamentos de ponto eletrônico, sendo obrigados a anotar sua jornada diária, inclusive as horas extras, no celular pessoal. Também reclamam do não pagamento do vale alimentação na dobra, ou seja, quando um colega de trabalho está impossibilitado de comparecer e outro trabalhador tem que substituí-lo. A paralisação abarcou linhas como a 500 (Terminal de Itacibá – Vila Velha), 504 (Terminal de Itacibá – Terminal de Jacaraípe), 509 (Terminal de Campo Grande – Terminal de Carapina), 515 (Terminal de Campo Grande – Terminal de Laranjeiras), 526 (Terminal de Campo Grande – Terminal de Vila Velha), 591 (Terminal de Campo Grande – Serra) e 700 (Terminal de Itacibá – Terminal de Campo Grande). Semana começa com paralisação de mais de mil rodoviários Mais de 300 carros que transportam passageiros na Grande Vitória estão parados, sem previsão de retorno https://www.seculodiario.com.br/sindicato/semana-comeca-com-paralisacao-de-mais-de-1-mil-rodoviarios

23/01/2023 / 0 Comments
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Semana começa com paralisação de mais de mil rodoviários

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Mais de 300 carros que transportam passageiros na Grande Vitória estão parados, sem previsão de retorno Mais de mil rodoviários das viações Santa Zita e Nova Transportes paralisaram suas atividades na manhã desta segunda-feira (23). Até o momento, o Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano da Grande Vitória (GVBus) ainda não abriu diálogo com os trabalhadores, portanto, não há nenhuma previsão de retorno ao trabalho, conforme informa o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Espírito Santo (Sindirodoviários), Valdecy Dulcilina. Com a paralisação, mais de 300 carros estão parados, que transportam passageiros para Viana, Cariacica, Serra e Vila Velha. Entre as linhas que deixaram de circular estão 500 (Terminal de Itacibá – Vila Velha), 504 (Terminal de Itacibá – Terminal de Jacaraípe), 509 (Terminal de Campo Grande – Terminal de Carapina), 515 (Terminal de Campo Grande – Terminal de Laranjeiras), 526 (Terminal de Campo Grande – Terminal de Vila Velha), 591 (Terminal de Campo Grande – Serra) e 700 (Terminal de Itacibá – Terminal de Campo Grande). Os trabalhadores se encontram paralisados nas garagens de ambas as empresas, no bairro São Francisco, em Cariacica. Eles se queixam do fato de que as empresas não disponibilizam equipamento de ponto eletrônico, sendo obrigados a anotar sua jornada diária, inclusive as horas extras, no celular pessoal. Também reclamam do não pagamento do vale alimentação na dobra, ou seja, quando um colega de trabalho está impossibilitado de comparecer e outro trabalhador tem que substituí-lo. Os rodoviários também apontam que o acesso às atividades da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) não foi democratizado. Valdecy relata que não houve abertura de inscrições para garantir a participação de todos trabalhadores que quisessem comparecer. Os participantes foram escolhidos pelas empresas. Para Valdecy, isso impossibilita, por exemplo, que os rodoviários tenham acesso a informações importantes, como as sobre prevenção a acidentes de trabalho. O processo de inscrição foi considerado “fraudulento”, pelo Sindirodoviários, que está à frente da paralisação. Com o protesto, terminais e pontos de ônibus estão lotados.

23/01/2023 / 0 Comments
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Igualdade para santos e pecadores

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Milhões de pessoas foram às ruas numa demonstração pacífica contra a posse do Presidente Trump Todo dia tem seu dia, diz o dito, mas tem dia melhor que os outros. No vigésimo dia do ano que se inicia lembramos São Sebastião, o santo bonito. Se nascesse nesses tempos de Tic-toc e Facebook seria chamado de influenciador. Mas nasceu em tempos mais difíceis, e virou santo flechado da igreja católica e também muito reverenciado no candomblé. Axé, meu santo! Mas não morreu de flechas, e sim espancado a mando de Diocleciano, que até se engraçou pelos encantos do rapaz. Em vão – o nome Sebastião significa divino, e o belo soldado romano estava destinado a esferas mais sagradas. * Em sendo humano, porém, a carne é fraca, e dizem que o santo pecou. Em uma das muitíssimas localidades chamadas São Sebastião neste vasto Brasil, havia um sujeito que bebia demais. Sabemos bem que em toda localidade que se preza, tem não apenas um, mas muitos sujeitos que bebem demais. Só que esse era pior que todos, e qualquer trago o deixava agressivo, atacando rezadores e pecadores. A polícia não podia com ele, portanto o povo da região foi pedir ajuda ao santo padroeiro: São Sebastião, dá um jeito nesse sujeito. * A fé é persistente: mais o sujeito aprontava, mais o povo rezava. E foi que o beberrão amanheceu mortíssimo na igreja, bem aos pés da imagem do santo protetor. As investigações policiais nada concluíram, e a Congregação das Devotas de São Sebastião declararam em juízo que o santo tinha dado cabo do arruaceiro, a pedido do povo. O Dr. Delegado, já cansado de tantas demandas infrutíferas, acatou a denúncia e mandou encarcerar a imagem do santo. E como ninguém mais se apresentou como autor do crime, a imagem foi condenada a cinco anos de prisão, sem direito a habeas corpus. * Como se já não bastassem as crueldades do tal Diocleciano, o indefeso santo ficou enclausurado, saindo apenas nas procissões e devidamente acompanhado por escolta policial. Decorrido o tempo determinado nos autos, sem direito à redução da pena por bom comportamento (supondo-se que um santo tenha bom comportamento), a imagem voltou a seu pedestal. E ninguém mais ousou passar por perto, que cada qual sabe das suas próprias culpas. Tudo isso é fato, e virou até filme, “O dia que o Santo pecou”, de Cláudio Cunha. * O dia 20 no calendário cristão tem mais histórias para contar: Em 20 de janeiro de 2017, milhões de pessoas encheram as ruas numa demonstração pacífica contra a posse do Presidente Trump: a Marcha das Mulheres, em apoio à igualdade de gêneros e aos direitos civis, ameaçados pelo presidente. Considerada a maior demonstração já ocorrida em um só dia nos Estados Unidos, os jornais noticiaram: 600 mil pessoas em Los Angeles, 300 mil em Chicago e 200 mil em Nova York. Em 20 de janeiro de 1961, John Kennedy assumiu a presidência dos Estados Unidos: “Não pergunte o que a América pode fazer por você, mas o que juntos podemos fazer pela América.” Nesse dia faleceu o poeta americano Robinson Jeffers: “Ame seus olhos que podem ver, sua mente que pode ouvir a música, o trovão das asas”.

22/01/2023 / 0 Comments
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