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​Comunidade de Guarapari reclama de impactos de casa de shows

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Som alto, lixo e engarrafamentos longos têm incomodado moradores de Porto Grande, ao lado do Parador P12 Um dos grandes empreendimentos do verão capixaba, a Parador P12, franquia de Florianópolis instalada em Guarapari, vem gerando uma série de reclamações de uma comunidade de cerca de 400 moradores, Porto Grande, que fica muito próxima do empreendimento. O lixo deixado e o estacionamento de vários carros na entrada da comunidade, os engarrafamentos quilométricos, o som alto, têm sido algumas das queixas de moradores do pacato bairro que foram ouvidos pela reportagem. A moradora Daniele Braga dos Santos aponta que o impacto do som tem incomodado moradores, especialmente os mais próximos do empreendimento. “Aqui é como se fosse uma rocinha na praia, um lugar tranquilo, sem muita quantidade de pessoas”, diz. Ela afirma que o disk silêncio já teria sido acionado por moradores, mas sem resultados. Ela possui um dos três comércios da comunidade, mas também trabalha fora. Diz que chegou atrasada no trabalho por conta do trânsito. Outras pessoas que frequentam igrejas em comunidades vizinhas como Meaípe, também não conseguiram chegar a tempo no domingo.  A única entrada de Porto Grande em manhã pós-shows na P12. Foto: Morador de Porto Grande Outra que relatou se atrasar para o trabalho foi Luciely Ravani Liberato, presidente da Associação Comunitária de Porto Grande. “Às 8h da manhã, não dava para sair da comunidade. A rodovia estava praticamente interditada pelo grande fluxo de carros que transitavam. Estava tudo parado”, conta. Ela classifica o bairro como “pequeno mas organizado”. As imagens e vídeos registrados por moradores mostram que durante as noites do fim de semana até o início das manhãs seguintes a única entrada de acesso do bairro tem ficado repleta de carros estacionados dos dois lados da via, que dá acesso à ES-060 (Rodovia do Sol), onde fica a casa de shows, que trouxe atrações nacionais como Ivete Sangalo, Dennis e Henrique & Juliano, além do evento Vintage Culture, com DJs e promessa de música até o amanhecer. Daniele relata preocupação com acesso de caminhões ou ambulâncias que pode ser prejudicado pelos carros estacionados. As imagens registradas por moradores mostram veículos estacionados em sequência nos acostamentos da rodovia, o que é proibido. Também há relatos de estacionamento em áreas próximas à praia, que podem afetar a pouca vegetação de restinga que permanece. “A gente não tem hábito de jogar lixo na rua. Num evento em que choveu, pudemos ver dezenas de capas de chuva deixadas na pista e calçadas. Eu mesma catei mais de 10, mas tinha muito mais, com risco de irem parar no mar”, conta a líder comunitária. Porto Grande e a P12 estão localizadas entre a praia e a lagoa Mãe-Bá, a segunda maior do Espírito Santo, redutos naturais separados apenas pela rodovia. Luciely aponta que as promessas foram “enormes” antes da instalação do empreendimento, de que haveria apoio na limpeza, na segurança e no trânsito, o que não tem ocorrido de fato, segundo moradores. Embora muitos residentes de Porto Grande tenham trabalhos vinculados ao turismo na região, que tem no mês de janeiro seu auge, são poucos o que conseguiram empregos na P12, a maioria no setor de limpeza, onde se paga menos. “Sei de dois ou três que trabalham lá, mas pode ser que tenham alguns mais”, diz a comerciante. Alguns moradores tentaram conseguir recursos com o serviço de flanelinha, porém isso tem sido difícil, já que pessoas de outros municípios que trabalham na função têm vindo durante os dias de evento e isso tem amedrontado os moradores locais, não habituados com as lógicas de disputa de espaços. Phillipe Guimarães O único benefício que a comunidade impactada vem recebendo é a doação de cestas básicas, que não são fruto de compras da empresa mas de “doações” do público, que ao levar 2kg de alimento, paga meia entrada – o que é usado por empresas do ramo como forma de burlar a lei de meia entrada para estudantes e outros públicos que possuem tal direito. No fim, com a doação de alimentos por um valor baixo, praticamente todos pagam o valor da “meia” – que no caso do show de Jorge & Mateus no próximo dia 14 vale R$ 300. Ou seja, se todo mundo paga meia, ninguém paga meia. No caso das doações, Luciely não soube precisar a quantidade, mas considerou significativa. Porém, a empresa não levou as doações ao bairro. Coube aos próprios moradores conseguir o transporte. Para isso reivindicaram a prometida doação de ingressos da P12 para a comunidade. Conseguiram apenas três, próximo da meia-noite, quando já ocorria o show. Revenderam para conseguir pagar o frete de um caminhão para levar os alimentos, conta a líder comunitária. “A empresa está dentro do nosso bairro, Porto Grande, no município de Guarapari, mas não vejo a P12 olhando para a comunidade como deveria. Tem causado muito impacto sem ter compensação”, reclama a presidente da Associação Comunitária. Ela reclama da dificuldade de contato com os responsáveis pela empresa. A comunidade também é impactada pela empresa Samarco, mineradora de grande porte, localizada em Ubu, no município vizinho de Anchieta. Como é uma empresa de ação permanente, possui uma equipe responsável pelo diálogo com a comunidade, tornando mais acessível para comunicar questões. Ela avalia que a Associação pensa em procurar o Ministério Público para reivindicar seus direitos. Mas antes pretende insistir no diálogo com a P12 e formar uma comissão da vizinhança para se reunir com o grupo gestor do empreendimento, que no Espírito Santo é formado por empresários capixabas do setor do entretenimento.  Questionada pela reportagem, a Prefeitura de Guarapari, por meio da Secretaria de Postura e Trânsito (Septran), informou que “todas as conversas estão sendo realizadas com a empresa em conjunto com ministério público estadual, visando menor impacto possível devido à ocorrência dos shows e do elevado público no local”. O Século Diário também tentou contato com a Parador P12 por e-mail e telefone e não teve retorno até o fechamento desta matéria.

11/01/2023 / 0 Comments
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Encontros de Povos de Terreiro combatem intolerância religiosa

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Com atividades culturais e apresentação de projetos de lei, iniciativa tem ações no sul do Estado Quatro terreiros da região Sul do Espírito Santo participam da primeira edição dos Encontros de Povos de Terreiro, que ocorre de maneira itinerante no mês de janeiro. As atividades buscam combater a intolerância religiosa por meio de encontros com oficinas, rodas de conversa, apresentações artísticas e também da entrega de modelos de projetos de lei sobre o tema a vereadores e membros do executivo local. A primeira ação ocorreu no último sábado (7) no Ilé Axé Alaketu Ayra e Osum, em Muqui. Nos próximos sábados, o evento passará por outros três municípios do sul do Estado: Marataízes, Guaçuí e Cachoeiro de Itapemirim, sempre com atividades gratuitas e abertas ao público. Primeiro encontro do projeto ocorreu em Muqui. Foto: Divulgação A iniciativa surge da parceria entre o produtor cultural Guilherme Nascimento, coordenador da Casa Roxa Cultura, e o ativista de direitos humanos Geovane Roberto, do Ilê Axè Opo Elemesò, que foi um dos responsáveis do projeto de lei de combate à intolerância religiosa aprovado em Cachoeiro de Itapemirim. “Queremos desmistificar o olhar preconceituoso que a sociedade ainda tem em relação a religiões de matriz africana. Um dos objetivos é envolver as comunidades em torno dos barracões para conhecer os terreiros, para as comunidades abraçarem mais essas religiões que estão presentes dentro dos bairros”, explica Guilherme Nascimento. Ele reclama da falta de políticas públicas na maioria dos municípios, que acredita que contribui para o crescimento da intolerância religiosa, do preconceito e da violência contra pessoas e locais que praticam as religiões de matriz africana. Considera que faltam não só leis, mas também profissionais no serviço público qualificados para lidar com a diversidade religiosa e suas especificidades, especialmente em áreas como saúde, educação e assistência social. A entrega às autoridades de modelos de projetos de lei sobre diversidade religiosa e questões étnico-raciais, inspirados em iniciativas do município de Cachoeiro de Itapemirim, pretendem contribuir nesse sentido. “É preciso que cada município tenha um comitê, um conselho, um departamento, alguma instância que possa olhar para essas questões”, acredita o produtor cultural. Rodas de conversa e atividades culturais fazem parte da programação. Foto: Divulgação Os Encontros de Povos de Terreiro também promovem rodas de conversa sobre leis de incentivo, políticas públicas, empreendedorismo e captação de recursos. O próprio projeto está sendo realizado com recursos do Fundo Estadual de Cultura (Funcultura), acessados via edital, contando também com apoio complementar de empresas privadas. A meta dos organizadores é que futuramente o projeto possa se expandir para outros municípios e regiões do Espírito Santo. No primeiro encontro, outro dos temas abordados foram as folhas e comidas sagradas dos terreiros. Além disso, em cada edição ocorre o lançamento do livro Amadé Ayé, de autoria de Guilherme Nascimento, que traz doze contos relacionados com os Orixás mais cultuados no Espírito Santo, além de um alfabeto e vocabulários iorubá. A obra tem ilustrações de Endily da Silva, de 14 anos, moradora da comunidade quilombola de Graúna, em Itapemirim. “É um instrumento pedagógico de diversidade religiosa”, afirma o autor. Unidades da obra são doadas para os centros religiosos visitados e bibliotecas públicas. As atividades estão sendo realizadas sempre aos sábados, de 9h às 13h, nas datas e locais abaixo: ? 14 de janeiro – Império de Cobra Coral – Sacerdote Adriano de Xangô – Marataízes ? 21 de janeiro – Ílé Axé Alaketu Oba Raê – Babá Ronaldo de Ayra – Guaçuí ? 28 de janeiro – Ílé Axé Opo Elemeso – Babá Daniel de Osògyían – Cachoeiro de Itapemirim Mais informações podem ser encontradas no Instagram da Casa Roxa.

11/01/2023 / 0 Comments
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Psol quer incluir 11 parlamentares no inquérito do STF sobre atos terroristas

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Entre os denunciados “por estimularem o golpismo e o terrorismo nas redes sociais” está o senador Magno Malta O Psol, junto com sua bancada na Câmara dos Deputados, encaminhou uma ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a inclusão de 11 parlamentares entre os investigados do inquérito dos atos antidemocráticos ocorridos em Brasília nesse domingo (8). Essas pessoas, de acordo com a sigla, “estimularam o golpismo e o terrorismo nas redes sociais”, o que culminaram no vandalismo às sedes do Três Poderes no último domingo (8). Da bancada capixaba, somente o senador Magno Malta (PL) consta na lista. Os demais são os deputados federais Ricardo Barros (PP/PR), Carlos Jordy (PL/RJ), Silvia Waiãpi (PL/AP), José Medeiros (PL/MT) e Coronel Tadeu (PL/SP), além dos deputados estaduais André Fernandes (PL/CE), Clarissa e Júnior Tércio (PP/PE), Sargento Rodrigues (PL/MG) e Ana Compagnolo (PL/SC). O partido afirma que a ação reúne as provas dos crimes de abolição violenta do Estado de Direito, golpe de estado e interrupção do processo eleitoral, e pede a investigação e responsabilização dos parlamentares. O Psol também pediu a suspensão das redes sociais, quebra de sigilo telefônico e telemático, e apreensão de passaportes, para que nenhum deles possa deixar o país durante as investigações. A tesoureira do Diretório Municipal do Psol de Vitória, Ane Halama, informa que, em relação ao parlamentar capixaba, sua inclusão na ação foi pelo fato de que a CNN afirma ter áudios nos quais o senador convoca as pessoas para os atos. Em suas redes sociais, Magno Malta afirma que, na verdade, ele postou um vídeo sobre “os direitos constitucionais do povo brasileiro de protestar”, alguém pegou as imagens e escreveu “greve geral dia 8”. De acordo com ele, trata-se, portanto, de fake news. CPI Além da ação ao STF, a bancada do Psol também solicitou criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara dos Deputados para investigar os atos golpistas. A CPI poderá investigar quem são os organizadores e financiadores e a conduta das forças de segurança pública e dos governadores que tenham sendo coniventes com o ocorrido. Atos terroristas em Brasília envolvem grupos bolsonaristas do ES – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/politica/atos-terroristas-em-brasilia-envolvem-grupos-bolsonaristas-do-espirito-santo Manifestantes tomam as ruas da capital capixaba em defesa da democracia Manifestação saiu da Ufes em direção à Assembleia Legislativa e pede a prisão dos golpistas e de Bolsonaro https://www.seculodiario.com.br/direitos/manifestantes-vao-as-ruas-de-vitoria-pedir-a-prisao-de-golpistas-e-de-bolsonaro Organizações do Espírito Santo se manifestam contra atos terroristas em Brasília Por meio de nota, entidades repudiam a violência praticada e pedem punição aos envolvidos nos ataques https://www.seculodiario.com.br/cidades/organizacoes-do-espirito-santo-se-manifestam-contra-atos-terroristas-em-brasilia

10/01/2023 / 1 Comment
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Atos terroristas não se formaram ‘do dia para a noite’, aponta advogada

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Elisângela Melo diz confiar muito pouco nas instituições, “sempre tão comprometidas em evitar enfrentamentos” Arquivo pessoal “O movimento terrorista organizado não se formou do dia para a noite, mas ao longo dos anos e por pessoas de nosso convívio diário”, diz a advogada e defensora dos direitos humanos Elisângela Melo, ao analisar os atos de terrorismo registrados em Brasília, no último domingo (8). Grupos de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram prédios públicos sedes dos três poderes da República e destruíram patrimônio público, pedindo um golpe de estado e intervenção militar. A advogada afirma, ao conversar com Século Diário, que “há muitas manifestações pelo retorno da ditadura ou golpe militar, sem qualquer resposta das instituições públicas, sob o falso argumento de que se trataria de liberdade de expressão”. No entanto, ela ressalta: “Não existe liberdade de expressão que proponha violação de direitos ou instigação à prática de crimes, como da quebra do estado democrático de direito”. Elisângela confessa: “Confio muito pouco nas instituições, sempre tão comprometidas em evitar enfrentamentos, mas, na forma de governo que temos ao menos por enquanto, somente através de instituições sérias e comprometidas com a transformação social e redução de privilégios é que poderemos erradicar o terrorismo do nosso meio”. A advogada entende que o “combate não é somente a esse grupo de pessoas específicas, mas também a elas, evidentemente. Mas é preciso combater o que sustenta essa ideologia. É preciso combater os privilégios de classe, de raça e de gênero com responsabilidade, porque a tolerância às violações a direitos humanos têm sido a regra no país desde sempre”. “A história do Brasil continua sendo contada de forma titubeante. Até mesmo a escravidão que durou mais de 300 anos no Brasil muitas vezes é retratada de forma romantizada e não há política pública de reconhecimento do erro praticado e das políticas racistas instituídas no pós abolição até os dias de hoje”. Elisângela aponta que “faz tempo que o rei está nu, todos nós vimos, mas fingimos normalidade. A omissão é generalizada, tanto da esquerda quanto da direita e é preciso agir com seriedade diante de determinadas falas e atos. É preciso não minimizar as atitudes. Quando Bolsonaro homenageou Ustra no voto pelo impeachment da Dilma, a reação das instituições deveria ser imediata”. Lembra que ocorreu no Espírito Santo, há tempo, outdoor em favor de intervenção militar. Houve uma representação no Ministério Público Federal, na época, que se omitiu, sob novamente o manto da liberdade de expressão. Psol quer incluir 11 parlamentares no inquérito do STF sobre atos terroristas – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/justica/psol-quer-incluir-11-parlamentares-no-inquerito-do-stf-sobre-atos-terroristas ‘Brasil vive encruzilhada entre a civilização e a barbárie’, avalia Contarato – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/politica/brasil-vive-encruzilhada-entre-a-civilizacao-e-a-barbarie-avalia-contarato Manifestantes tomam as ruas da capital capixaba em defesa da democracia – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/direitos/manifestantes-vao-as-ruas-de-vitoria-pedir-a-prisao-de-golpistas-e-de-bolsonaro

10/01/2023 / 0 Comments
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‘Brasil vive encruzilhada entre a civilização e a barbárie’, avalia Contarato

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Senador capixaba aponta despreparo de instituições e exige do STF “punição rigorosa dos terroristas” Divulgação “O Brasil vive uma encruzilhada entre a civilização e a barbárie. Não se trata de disputa entre direita e esquerda, mas sim do Estado Democrático de Direito contra as hordas terroristas que querem arruinar as instituições e instaurar uma ditadura no país”. Esse é o entendimento do senador Fabiano Contarato (PT), ao ser indagado por Século Diário nesta terça-feira (10) sobre o ataque terrorista do último domingo (8), em Brasília, que o levou a entrar com pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para reforçar as investigações em andamento. Para Contarato, “o golpismo encubado no bolsonarismo é a prova cabal de que nossas instituições foram emparedadas, lenientes e despreparadas para agir preventivamente. Notas de repúdio são cócegas para os fascistas de extrema-direita que sequestraram a liberdade no país. Sem punição rigorosa dos criminosos que aterrorizaram o país nesses últimos dias, estaremos dando a senha para que voltem a se organizar”. “O atentado terrorista dos bolsonaristas contra a democracia brasileira exige reação enérgica, contundente e imediata das instituições de Estado. É preciso apurar a responsabilidade tanto das pessoas que participaram diretamente dos atos antidemocráticos, como aqueles que financiaram os estimularam de qualquer forma os atos terroristas ocorridos neste domingo”, afirma o senador. “Os fatos mostram incitação ao crime e associação criminosa. Indivíduos fascistas depredaram o patrimônio público, além de causar temor em toda sociedade brasileira”, disse Contarato nesta terça-feira (10), data em que o Senado aprovou o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que determinou a intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal, já aprovado pela Câmara dos Deputados. O parlamentar afirma a invasão nos prédios públicos do Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal e Palácio do Planalto por grupos terroristas apoiadores do ex-presidente Bolsonaro demonstram “incitação ao crime e associação criminosa. Indivíduos fascistas depredaram o patrimônio público, além de causar temor em toda sociedade brasileira”. “Considerando a necessidade de restabelecimento da ordem pública, a tranquilidade social e respeito aos direitos fundamentais e humanos que se encontram sob violação e risco de agravamento, tem-se por necessário instaurar investigação específica para apurar os atos antidemocráticos”. Na representação apresentada à presidente do STF, ministra Rosa Weber, o senador requer investigação da responsabilidade dos envolvidos direta e indiretamente nos crimes previstos nos artigos 286, parágrafo único e art. 288, ambos do Código Penal, em razão da finalidade do movimento estar tipificado nos arts. 359-L (abolição violenta do Estado Democrático de Direito) e art. 359- M (golpe de estado) também do Código Penal, ocorridos em Brasília. O senador ainda destaca, na ação enviada ao STF, que os atos inconstitucionais e ilegais dos criminosos trarão consequências ainda mais graves, inclusive porque acarretam risco efetivo à independência dos Poderes (art. 2º da Constituição Federal), pois atentam contra os poderes instituídos, contra o Estado de Direito e contra a democracia. Manifestantes tomam as ruas da capital capixaba em defesa da democracia – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/direitos/manifestantes-vao-as-ruas-de-vitoria-pedir-a-prisao-de-golpistas-e-de-bolsonaro Dois são presos em desmonte de acampamento bolsonarista na Prainha – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/justica/dois-sao-presos-em-desmonte-de-acampamento-bolsonarista-na-prainha MPF-ES quer saber quem financiou atos golpistas no Espírito Santo – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/justica/mpf-es-quer-saber-quem-financiou-atos-golpistas-no-espirito-santo

10/01/2023 / 1 Comment
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Iema amplia consulta pública sobre normatização da criação de abelhas nativas

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A pedido dos meliponicultores, órgão sinaliza retomar discussões na Câmara Técnica antes de publicar normativa Ewerton/Ame-ES O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Iema) estendeu em mais quinze dias o prazo da consulta pública relativa à Instrução Normativa (IN) que irá regulamentar a criação de abelhas sem ferrão no Espírito Santo. Antes prevista para encerrar nesta terça-feira (10), a consulta agora segue até o dia 25 de janeiro e pode ser acessada no site da autarquia. A Instrução Normativa visa regulamentar a Lei Estadual nº 11.077/2019, estabelecendo as diretrizes e procedimentos para a emissão da Autorização de Manejo de Fauna, destinada à atividade de meliponicultura, que é a atividade de manejo dessas espécies de abelhas, nativas do Brasil, algumas delas ameaçadas de extinção, como a Melipona capixaba, endêmica do Espírito Santo e classificada como vulnerável na lista vermelha estadual. A decisão de prorrogar a consulta atende ao pedido feito pela Associação de Meliponicultores do Espírito Santo (Ame-ES), conforme relatado em Século Diário. Além do prazo inicial exíguo e imprensado entre recessos e festas de fim de ano, o texto posto em consulta não atende às demandas dos criadores não comerciais, que constituem mais de 90% dos meliponicultores capixabas, por estabelecer exigências inviáveis para esses pequenos cuidadores de abelhas. A regulamentação da lei estadual e a consequente normatização da atividade é uma reivindicação antiga da Ame-ES, já que, sem a normativa, os criadores são empurrados para a clandestinidade, sofrendo muitas limitações para exercer o seu hobby ou vender a pequena produção obtida a partir do mel, própolis e outros produtos. A legalização, no entanto, precisa atender à realidade dos meliponicultores, muitos deles dedicados às abelhas há décadas, seguindo até tradições familiares. O presidente da Ame-ES, Adailton Gonçalves Pinheiro, comemora ainda a sinalização feita pelo Iema de que, após o encerramento desta consulta pública, o tema deve voltar às discussões presenciais da Câmara Técnica Estadual de Apicultura e Meliponicultura, para incorporar com mais fidedignidade as demandas da categoria. “O Iema entendeu que o prazo era pequeno e o estendeu. E ainda colocou a possibilidade de que, após a coleta dessas informações da consulta, voltar ao grupo de trabalho inicial. Não deve finalizar a IN antes disso. Nesse período, a Ames vai realizar uma assembleia geral com seus associados e não associados para debater a IN com mais detalhes. Na assembleia vamos formalizar o pedido de como a gente propõe que deve ser a normatização. Espero que aconteça assim”, declarou. Abelhas sem ferrão: por uma regulamentação que inclua quem cria e cuida por amor Consulta pública apresenta texto que elitiza uma atividade tradicional, alerta Associação de Meliponicultores https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/abelhas-sem-ferrao-por-uma-regulamentacao-que-inclua-quem-cria-e-cuida-por-amor

10/01/2023 / 0 Comments
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Ufes disponibiliza vagas para refugiados em cursos de graduação

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Vagas são complementares às já existentes em 97 cursos. Inscrições vão de 11 a 13 de janeiro pela internet A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) abre de 11 a 13 de janeiro inscrições em cursos de graduação para pessoas solicitantes de refúgio, portadoras de visto humanitário ou imigrantes vindos de locais que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera haver grave violação de direitos humanos. O processo é válido apenas para pessoas nessas condições que já estejam em território brasileiro e oferece ao menos uma vaga em 97 cursos de graduação nos seus quatro campi: Goiabeiras e Maruípe, em Vitória, Alegre e São Mateus, no interior do Estado.  Campus da Ufes em Goaibeiras oferece vagas em seus diversos cursos. Foto: Ufes O processo de seleção é gratuito e simplificado e tem como base uma resolução de 2010 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da universidade. As vagas são adicionais ao que já é oferecido anualmente via Sistema de Seleção Unificada (SiSU). “É uma contrapartida de nossa sociedade do ponto de vista dos direitos humanos e do acolhimento”, diz Hilquias Crispim, estudante de Direito da Ufes e pesquisador da questão dos refugiados. “Essas pessoas passam por muitas dificuldades, há casos em que saem de seus países de residência sem documentos. É uma forma de retomarem a vida a partir da educação. Da educação transformadora que acreditamos”. Os candidatos devem comprovar que a condição de refúgio foi requerida e está em julgamento pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), sendo aceita a cédula de identidade de estrangeiro ou qualquer documento equivalente emitido por órgão oficial do Brasil que mencione sua condição de refugiado político. As inscrições devem ser feitas online no site https://atendimento.ufes.br/open.php. Caso o candidato atenda a todos os requisitos, enviar documentação correta e não houver outra candidatura no mesmo curso, ele é automaticamente aprovado com direito à matrícula. No caso de haver mais de um candidato apto para a mesma vaga, o caso é encaminhado para a coordenação do respectivo curso, que poderá estabelecer critérios de seleção ou ainda ampliar o número de ingressantes no curso pelo processo. De acordo com o edital de seleção simplificada para 2023, a divulgação final dos candidatos aprovados deve sair até o dia 3 de março, com matrícula prevista entre os dias 6 e 9 de março e início do semestre letivo no dia 13 do mesmo mês. O edital completo está disponível aqui. Em 2022, seis candidatos foram selecionados pelo processo, nos cursos de Artes Visuais, Enfermagem e Obstetrícia, Engenharia Civil, Medicina, Administração e Sistemas de Informação. 

10/01/2023 / 0 Comments
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Espetáculo de dança aborda cuidados de pessoas com Alzheimer

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Produzido pela Cia Urucum, “Reza pra mim” estreia 20 de janeiro e terá ensaio aberto no Centro de Vitória Bernardo Firme Quando cuidava de seu pai idoso afetado pela doença de Alzheimer, a dança e a criação foram válvulas de escape para a bailarina Deia Carpanedo, diretora da Cia Urucum. Em 2019, havia começado o processo que culminaria no espetáculo Reza Pra Mim, que estreia dia 20 de janeiro na Casa Flor, Centro de Vitória. De lá pra cá, ela viveu o processo de luta com a morte do pai e o processo da pandemia de Covid-19, que fez postergar o lançamento da obra. No que a diretora de Reza pra mim, Marcia Gaudio, chama de laboratório cênico, as duas foram criando e somando elementos e equipe, com profissionais para coreografia, iluminação, trilha sonora original e produção.  Deia considera que a doença de Alzheimer é difícil de lidar e os cuidadores geralmente se sentem muito sozinhos. Também observou logo que na grande maioria das vezes quem cuida do doente são mulheres, o que a trouxe de volta para um dos elementos originais da Cia Urucum, que é a pesquisa sobre a identidade do corpo feminino. Por que as mulheres que assumem essa função? O que isso implica para seus corpos? Essas são algumas das questões trazidas para o espaço cultural onde será apresentado, num formato de teatro de arena, buscando criar um clima intimista para o público. “Eu tinha um corpo bem forte quando fui cuidar do meu pai. Nesse tempo, meu corpo foi a extensão do corpo dele”, considera Deia. A partir do momento que a doença degenerativa vai avançando e o doente perdendo capacidade, o cuidador vai acumulando funções que o outro corpo já não consegue exercer. Exige tempo, esforço físico, e muitas vezes sacrificar a vida social. É daí que vem a pesquisa gestual e coreográfica da bailarina, tendo como base a liberdade da linguagem da dança contemporânea. “Dizem que com o Alzheimer você se torna mãe de seu pai, que seu pai se torna criança. Mas não é isso. Na época eu trabalhava com crianças de até seis anos. É o contrário, a criança vai se tornando gradativamente mais independente, enquanto meu pai ia se tornando cada vez mais dependente”, relata. A obra vai trazer também memórias de infância da artista, sendo que as memórias antigas, para os pacientes de Alzheimer, podem permanecer por muito tempo vivas enquanto a memória recente é perdida com rapidez. Bernardo Firme Marcia Gaudio, cujo pai também teve Alzheimer e faleceu na mesma época que o pai de Deia, diz que a proposta não é um espetáculo sobre dor. Além dela, boa parte da equipe tem ou teve algum parente que padeceu da doença, assim como espera-se que parte do público também, o que pode fazer aflorar questões sentimentais importantes. “A gente não quer a plateia triste. Queremos uma plateia que contemple conosco e encontremos formas de dialogar, trazer para a cena a cumplicidade, a fusão, a profusão, o deslocamento desses corpos. Um que cuida e outro que é cuidado. Um que está disposto a cuidar e outro que precisa ser cuidado”, explica a diretora. “Com movimentos sutis a viscerais em uma dança que busca representar a vida com contrapontos de vitalidade e o peso de uma doença que conversa diretamente com o tempo, esquecimentos, lembranças outrora e a perda da própria identidade e papel social”, resume o texto de apresentação de Reza pra mim, que conta com apoio do Fundo Estadual de Cultura (Funcultura) e da Secretaria de Cultura do Espírito Santo (Secult). Haverá um ensaio aberto no dia 13 de janeiro, com ingressos esgotados, assim como a estreia no dia 20. As apresentações seguem nos dias 21, 27 e 28 de janeiro e 3 e 4 de fevereiro, sempre às 20h, na Casa Flor, que fica na Rua Gama Rosa, número 231, no Centro Histórico da capital capixaba. A reserva de ingressos pode ser feita aqui enquanto houver disponibilidade. O público é limitado a 25 pessoas a cada apresentação.

10/01/2023 / 0 Comments
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Campeonato irá premiar melhores poetas de Slam em Viana

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Inscrições estão abertas a partir do dia 11. Os três primeiros colocados receberão prêmios em dinheiro e troféus A partir desta quarta-feira (11) estarão abertas as inscrições para um campeonato de Slam realizado pelo Coletivo Cultura Bethânia, de Viana, na Grande Vitória, que irá premiar os três melhores poetas com valores em dinheiro e troféus. Os interessados em se inscrever poderão fazer isso gratuitamente pelo formulário do Google Forms que será disponibilizado no instagram do ViaSlam (@viaslamoficial). Podem se inscrever jovens poetas de todas as regiões do Estado, que serão selecionados de acordo com os critérios de paridade de gênero e raça. Divulgação A lista com os 12 classificados será divulgada no dia 16 de janeiro, último dia das inscrições, também pelo instagram. Oito passarão para a segunda etapa da seleção. Quatro estarão na terceira e última, que será no dia 28 de janeiro, durante o ViaSlam 2023 – Campeonato de Slam de Viana, aberto ao público, que acontecerá das 15h às 17h, no Kasa Raiz Espaço e Bistrô, localizado no bairro Marcílio de Noronha. O primeiro, segundo e terceiro colocados receberão, respectivamente, R$ 800, R$ 400 e R$ 200. Nas três etapas os poetas se enfrentarão de maneira direta, recebendo três notas de 0 a 10 do corpo de jurados. Ao final de cada fase essa pontuação vai gerar um ranking que indicará os classificados para a etapa seguinte. O regulamento prevê que os participantes podem versar sobre qualquer tema, desde que sejam originais, de autoria do slamer competidor, e não ultrapassem três minutos de duração. O Slam trata-se de batalhas de poesia falada. Foi criado nos Estados Unidos na década de 1980 e tem se disseminado no Brasil desde 2008, como expressão artística utilizada pelos jovens para reivindicar seus lugares de direito na sociedade. O poeta Do Carmo, que coordena o ViaSlam, acredita que o evento “significa uma porta de entrada para um sonho cultural” para  quem quer, por exemplo, ser cantor de rap, grafiteiro ou escrever um livro de poesia. Divulgação Para ele, também é uma forma de democratizar a poesia. “É dizer que ela não é algo elitista, é também periférico, que posso falar de uma peça de William Shakespeare com uma língua que possibilite ao jovem entender”, diz. O primeiro ViaSlam foi realizado em janeiro de 2022, no Teatro Municipal de Viana. A edição deste ano foi possível por meio do Edital 002/2022 – Seleção de Projetos da Lei de Incentivo à Cultura de Viana, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, Cultura e Turismo.

10/01/2023 / 0 Comments
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Manifestantes tomam as ruas da capital capixaba em defesa da democracia

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Manifestação saiu da Ufes em direção à Assembleia Legislativa e pede a prisão dos golpistas e de Bolsonaro Para dar uma resposta imediata contra os atos terroristas feitos em Brasília, praticados por grupos de extrema direita, que não aceitam a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), cidadãos contrários às ações golpistas ocorridas nesse domingo (8) tiveram apenas 24 horas para organizar um ato em defesa da democracia. Apesar do pouco tempo, a manifestação saiu da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), campus de Goiabeiras, no final da tarde desta segunda-feira (9) rumo à Assembleia Legislativa, exigindo a prisão dos defensores do golpe e de Bolsonaro. A punição, conforme defenderam os manifestantes, não deve ser somente para Bolsonaro e para quem cometeu as depredações e agrediu fisicamente policiais militares do Distrito Federal e sua cavalaria, mas também para quem incitou as violências e para quem as financiou. Diante disso, “parlamentar golpista, aqui não tem perdão! Alô, Magno Malta, quero a sua cassação!” foi uma das palavras de ordem entoadas, pois o senador postou um vídeo nas redes sociais no qual faz convocação para uma greve geral no dia dos ataques terroristas. Leonardo Sá O trajeto contou com uma pausa na sede da Petrobras, na Reta da Penha, como forma de protestar contra os planos dos golpistas de invadir refinarias da estatal. Logo após os atentados contra as três sedes de poderes federais em Brasília, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) enviou ofício à Gerência de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras alertando sobre as ameaças identificadas nas redes sociais e pedindo reforço na segurança das unidades. Na parada em frente à empresa, o diretor da Secretaria de Formação Política do Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo (Sindipetro-ES), Wallace Ouverney, destacou que “vencemos Bolsonaro, mas precisamos vencer ainda o bolsonarismo”. “Ninguém soltou a mão de ninguém. Devemos continuar de mãos dadas para mostrar que nós sim estamos do lado da democracia, do nosso país, que nós sim somos patriotas. Eles [os golpistas] são patriotários”, disse. Leonardo Sá A crença de que é preciso vencer o bolsonarismo fez com que a tônica da manifestação fosse de que esta seria a primeira de muitas durante o Governo Lula (PT). A deputada estadual eleita e diplomada, Camila Valadão (Psol), destacou que “se for necessário, ocuparemos as ruas todos os dias”, e acusou a extrema direita de “usar golpe e terrorismo como método para invalidar o desejo popular consolidado no dia 30 de outubro”. A deputada estadual Iriny Lopes (PT) deixou claro que o desafio nunca foi somente ganhar a eleição, mas também “transformar o Brasil em uma democracia real”. Leonardo Sá A deputada federal eleita e diplomada, Jack Rocha (PT), salientou que o que Brasil e os brasileiros querem é o do discurso de posse feito pelo ministro dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida, que se comprometeu a rever todos os atos pautados no ódio e no preconceito. Os manifestantes passaram em frente à Igreja Universal do Reino de Deus, na avenida Reta da Penha. Diante de tantos pronunciamentos de pastores de diversas denominações incitando fiéis contra o resultado das eleições presidenciais, a vereadora de Vitória, Karla Coser (PT), convidou membros que estavam assistindo ao protesto na escadaria da igreja para se unir aos manifestantes. “Convido os contrários à destruição do patrimônio público, os que defendem um Deus que prega o respeito, um Deus que não manda entrar no Palácio do Planalto e ‘cagar’ no Palácio do Planalto”, convocou, referindo-se às imagens que circulam nas redes sociais de terroristas evacuando no prédio. Karla também destacou que “as eleições foram limpas e democráticas”.  O advogado e vereador de Vitória, André Moreira (Psol), informou que seu partido entrou com representação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para denunciar que o deputado estadual Capitão Assumção (PL) contrariou decisão da Justiça ao postar vídeo sobre a invasão do Congresso Nacional. O parlamentar está com tornozeleira eletrônica e proibido de usar as redes por estar sendo investigado por prática de atos antidemocráticos. Leonardo Sá A atuação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, na punição aos golpistas, foi lembrada durante a manifestação e incentivada com a palavra de ordem “pode chorar ou se esconder, não adianta, Xandão vai pegar você”, expressando o desejo de punição para golpistas que agora tentam eliminar rastros de seus crimes, por exemplo, apagando postagens nas redes sociais, e para o próprio Bolsonaro, que antes mesmo de seu mandato acabar fugiu para os Estados Unidos com a esposa, Michele Bolsonaro. Atos terroristas em Brasília envolvem grupos bolsonaristas do ES – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/politica/atos-terroristas-em-brasilia-envolvem-grupos-bolsonaristas-do-espirito-santo Petroleiros capixabas entram em estado de alerta contra atentados – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/cidades/petroleiros-capixabas-entram-em-estado-de-alerta-contra-atentados

10/01/2023 / 1 Comment
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