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Assim como Rigoni, Paulo Foletto e Helder Salomão largam na campanha à Câmara Federal com caixa cheio Redes sociais/Ales Únicos candidatos do PSB e PT à reeleição na Câmara dos Deputados e, portanto, integrantes das metas prioritárias dos respectivos partidos para o pleito de outubro, Paulo Foletto e Helder Salomão já largaram na campanha com o caixa cheio. O socialista com a bolada de R$ 2,5 milhões, quase tudo proveniente da Nacional e mais R$ 16 mil de recursos próprios, e Helder com R$ 1 milhão, da Nacional. O valor do petista segue uma previsão divulgada aqui em abril deste ano, de que a fatia do bolo poderia atingir entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões. As exceções seriam para nomes sem mandato mas com elevado potencial de votos, o que não é o caso do Espírito Santo. O PSB tem mais dez candidatos na chapa, alguns já com assentos – vice-governadora Jacqueline Moraes e os deputados estaduais Freitas e Luciano Machado -, porém, ainda sem verbas. Aliás, somente Freitas aparece com R$ 5 mil, doado por Gustavo Conto Antunes da Rocha. Já o PT tem mais sete e Helder é o único que dispõe dos recursos nesse início de caminhada eleitoral. O mesmo ocorre no bloco do União Brasil, como tratado na coluna dessa segunda-feira (22). O deputado federal recebeu pouco mais de R$ 1 milhão, enquanto os demais candidatos da legenda, dez ao todo, ainda não têm nada ou valores bem baixos, com exceção de Dr. Gustavo Peixoto, que tirou do próprio bolso R$ 200 mil. Outros parlamentares que tentam a reeleição e são puxadores de votos também aguardam a grana pingar, como quadros do Republicanos, PSDB, PP…Foletto, Helder e Rigoni saíram, de fato, na frente! Bloco completoTirando os citados acima, a chapa do PSB é composta ainda por Flávia Cysne, ex-prefeita de Mimoso do Sul; Givaldo Vieira, ex-deputado federal; Ivan Paganini; Maylla Venturin; Tarcísio Silva; a candidatura coletiva Mulheres de Todas as Lutas; e Ted Conti. Era, mas não éTed Conti, é bom recordar, assumiu como suplente a cadeira de Foletto, que foi nomeado no governo do Estado como secretário de Agricultura. Ele retornou à Câmara em abril deste ano, para disputar a reeleição, seguindo o prazo da Justiça Eleitoral, e Ted saiu. Mas nada de ser contemplado ainda… Outro blocoNo PT, os demais nomes da chapa são: Jack Rocha, presidente estadual do partido; Perly Cipriano, petista histórico; Cacique Toninho Guarani; Ivo Coletivo Raça e Classe; Nêga do Jongo; e Professora Ana Cláudia. ArticulaçõesSobre o União, vou repetir a origem da verba de Rigoni, porque é válido: ´pouco mais de R$ 1 milhão, sendo R$ 700 mil da Nacional do partido; mais R$ 100 mil do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga; outros R$ 100 mil de Jose Salim Malta Junior, que foi secretário de Jair Bolsonaro e fundou a Localiza; R$ 60 mil do também empresário Marcos Alberto Lederman; e R$ 50 mil de Guilherme Peirão Leal, outro empresário e acionista da Natura, que foi candidato a vice-presidente pelo PV em 2010, na chapa de Marina Silva. Mais um…O bloco que Rigoni conseguiu formar à Câmara, após a debandada do partido, é composto também pela ex-deputada estadual e ex-vereadora, Cláudia Lemos; o ex-presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-ES) Helder Carnielle; o jornalista Wesley Sather; pastor Josué Batista, da Cadeeso; enfermeira Fernanda Gandini; Maria Helena; Patrícia Orlette; e Wanderley Moraes. Só trêsA propósito, Rigoni, Amaro Neto (Republicanos) e o deputado estadual Sergio Majeski (PSDB) são os únicos puxadores de votos do Estado da disputa à Câmara Federal, apontados em estudo da Queiroz Assessoria em Relações Governamentais e Institucionais, divulgado pelo Congresso em Foco. VotaçãoPara isso, são consideradas as votações das últimas eleições. Amaro foi o mais votado à Câmara, com 181 mil; Rigoni o segundo, com 84 mil; e Majeski o campeão para a Assembleia Legislativa, com 47 mil. Segue…A Queiroz Assessoria é comandada por Antônio Augusto de Queiroz, consultor político que foi diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) e um dos idealizadores da publicação Cabeças do Congresso, que indicam os parlamentares destaques de cada ano. Nas redes“Dom Luiz foi uma grande liderança. Deixa um grande legado para a história do Espírito Santo. Estamos decretando luto oficial de 3 dias em homenagem à sua vida e por tudo que fez por nosso Estado (…). Governador Renato Casagrande, do PSB. FALE COM A COLUNA: medeirosmanaira@gmail.com

23/08/2022 / 0 Comments
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Dom Luiz Mancilha Vilela morre aos 80 anos

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Arcebispo estava internado desde nove de julho, com complicações hepáticas em decorrência do diabetes Internado desde 9 de julho, o arcebispo emérito da Arquidiocese de Vitória, Dom Luiz Mancilha Vilela, faleceu na tarde desta terça-feira (23), às 14h40, aos 80 anos. O sacerdote era diabético e teve complicações hepáticas que o levaram à internação.  O velório será nesta quarta-feira (24), na Catedral de Vitória, de 9h às 21 horas. A primeira missa de corpo presente será às 10 horas e as demais serão: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h. Nesta quinta (25), acontecerão missas às 6h, 8h e às 10h, sendo esta a missa exequial presidida pelo Arcebispo Dom Frei Dario Campos. Em seguida será o sepultamento, na cripta da Igreja Mãe a Catedral. Divulgação Nascido em 1942 em Pouso Alto, o arcebispo era da Congregação Sagrados Corações. Foi nomeado bispo em 1986 para a diocese de Cachoeiro de Itapemirim, no sul, onde permaneceu até 2002, quando foi nomeado arcebispo para a Arquidiocese de Vitória. Tornou-se emérito em novembro de 2018, quando ao atual arcebispo, Dom Frei Dario Campos, assumiu a função. Dom Luiz permaneceu residindo na Arquidiocese de Vitória, exercendo algumas atividades religiosas. Algumas autoridades se pronunciaram nas redes sociais sobre o falecimento. A Arquidiocese de Vitória, em seu comunicado oficial, agradeceu a Deus pela “vida de entrega de dom Luiz à Igreja e por todos os anos dedicados à evangelização e ao pastoreio”. Ainda afirmou rezar “para que Deus o acolha em seu Reino. Aos familiares, parentes e amigos, particularmente aqueles que acompanharam dom Luiz durante a internação, dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar e os fiéis de toda a Arquidiocese unem-se em oração e rezam por cada um neste momento de dor”. O governador Renato Casagrande (PSB) decretou luto oficial de três dias e afirmou ter recebido com tristeza a notícia da morte. “Nossas orações estão com a família e toda a comunidade eclesiástica. Que Deus o receba com Sua mão acolhedora. Olhe por nós, Dom Luiz”, disse. A notícia também foi comunicada com pesar pelo deputado estadual Sergio Majeski (PSDB) na sessão da Assembleia Legislativa desta terça-feira (23), quando o plenário fez um minuto de silêncio pela passagem de Dom Luiz Mancilha.

23/08/2022 / 0 Comments
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Justiça Eleitoral começa a liberar candidaturas ao governo do Estado

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Aridelmo e Capitão Sousa são os primeiros com as candidaturas deferidas no sistema do TSE Capitão Sousa (PSTU) e Aridelmo (Novo) são os primeiros candidatos ao governo do Estado que tiveram as candidaturas deferidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, nessa situação, têm garantida a participação nas eleições de outubro deste ano. Os demais ainda estão em fase de julgamento e devem ser confirmadas, caso não ocorra irregularidade, até 12 de setembro. Dos sete candidatos inscritos, somente Guerino Zanon (PSD) registrou a candidatura com irregularidade, por utilizar certidões negativas criminais em nome do filho, Fausto Uneida Zanon. Os documentos foram protocolados na Justiça Eleitoral pouco antes de fechar o prazo, no último dia 15, situação que foi apontada como erro na organização da documentação exigida, regularizada no dia seguinte. No entanto, certidões em nome de Fausto permanecem na ficha de inscrição. Já com os candidatos a vice, a única com o registro deferido, até essa segunda-feira (23), foi a jornalista Soraia Chiabai, da chapa do Capitão Sousa, que concorre ao governo também pelo PSTU. Continuam em julgamento os vices de Manato (PL), Bruno Lourenço (PTB); de Aridelmo (Novo), Camila Domigues (Novo); de Claudio Paiva (PRTB), Marco Aurélio (PRTB); de Guerino, Marcos Magalhães (PSD); de Renato Casagrande (PSB), Ricardo Ferraço (PSDB); e de Audifax, Tenente Andressa dos Bombeiros (Solidariedade).  A vice do ex-prefeito da Serra chegou a ser inscrita como candidata à Assembleia Legislativa pelo Republicanos, e agora consta, no sistema do TSE, seu pedido de renúncia.Com o registro das candidaturas encerrado em 15 deste mês, cada candidato obteve um número de CNPJ para a campanha e pode abrir uma conta bancária, mas ainda fica dependendo do julgamento da documentação, inclusive antecedentes criminais e a ficha limpa. Dentro do prazo que vai até 12 de setembro, candidaturas podem ser impugnadas, procedimento que não impede que a campanha eleitoral seja colocada em andamento. Desde o último dia 16, está permitida a realização de comícios, distribuição de material gráfico, caminhadas ou outros atos de campanha eleitoral. Fica autorizada também a propaganda na mídia impressa e na internet. O horário eleitoral no rádio e na televisão terá início no dia 26 de agosto e vai até o dia 30 de setembro para os cargos que concorrem ao primeiro turno. O período da propaganda vai até 1º de outubro, véspera das eleições. No dia do pleito, qualquer ato de propaganda poderá ser caracterizado como crime de boca de urna. Candidatos  Capitão Vinicius Sousa (PSTU) tem 38 anos, é policial militar, e nasceu em Belo Horizonte (MG). Foi candidato a prefeito de Castelo, no Espírito Santo, em 2016, e a vice-prefeito de Cachoeiro do Itapemirim em 2020, não sendo eleito em nenhuma ocasião. A vice da chapa é a jornalista Soraia Chiabai, 62 anos. Aridelmo (Novo) tem 58 anos, é empresário há mais de 25 anos, cofundador da Fucape Business School e professor. A vice na chapa é a comunicóloga Camila Domingues, de 51 anos, também do Novo.

23/08/2022 / 0 Comments
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Cariacica lança edital da Lei João Bananeira

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Valor total é de mais de R$ 800 mil, abarcando nove câmaras e áreas culturais A Secretaria de Cultura e Turismo de Cariacica lançou, nesta terça-feira (23), o edital da Lei Municipal de Incentivo à Cultura João Bananeira. As inscrições podem ser feitas até 30 dias após essa divulgação, por pessoas físicas e jurídicas. O valor total para este ano é pouco mais de R$ 847 mil, ou seja, R$ 300 mil a mais do que no anterior. O acréscimo se deve ao recurso proveniente da parceria do Programa de Coinvestimento Fundo a Fundo. O edital abarca nove câmaras e áreas culturais. A área de Educação Patrimonial abrange os patrimônios material, imaterial, natural, ecológico e paisagístico, contemplando dois projetos no valor de R$ 15 mil cada. Em artes musicais, três projetos de R$ 20 mil, quatro de R$ 10 mil e quatro de R$ 5 mil. Para Artes Cênicas, R$ 40 mil para dança, sendo um projeto de R$ 40 mil e dois de R$ 10 mil; R$ 60 mil para teatro, ópera e afins –  dois de R$ 20 mil e dois de R$ 10 mil -; R$ 82,1 mil para circo, contemplando dois projetos com R$ 21 mil cada e quatro com R$ 10 mil. O valor total para a área do Audiovisual será de R$ 80 mil, com três projetos de R$ 20 mil e dois de R$ 10 mil. Em Artes Visuais serão R$ 40 mil, sendo R$ 20 mil para um projeto e R$ 10 mil para dois. O montante voltado para as Artes Literárias é de R$ 110 mil, distribuídos em quatro projetos de R$ 15 mil e cinco de R$ 10 mil. Nas Artes Plásticas serão R$ 50 mil, tratando-se de um projeto de R$ 20 mil e dois de R$ 15 mil cada. Na Câmara de Cultura Popular serão R$ 165 mil, distribuídos em carnaval/blocos de rua, com três projetos no valor de R$ 10 mil e um de R$ 6 mil; cultura popular e afins, com três projetos de R$ 15 mil; capoeira, com dois de R$ 17 mil; e artesanato, com cinco de R$ 10 mil. Para Arte Contemporânea, serão R$ 70 mil – dois projetos de R$ 20 mil e dois de R$ 15 mil. Conforme consta no edital, serão levados em consideração na elaboração do projeto a relevância conceitual e temática, inovação, finalidade pública e viabilidade técnica, acessibilidade e adequação financeira.

23/08/2022 / 0 Comments
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‘Candidatos não conhecem princípios básicos dos direitos humanos’

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Gilmar Ferreira afirma que os planos de governo não têm diferenças substanciais, nem contemplam a sociedade civil As propostas com foco nos direitos humanos dos candidatos ao governo do Espírito Santo não contemplam a sociedade civil, conforme afirma o militante do Movimento Nacional de Direitos Humanos no Espírito Santo (MNDH/ES), Gilmar Ferreira. De acordo com ele, os candidatos demonstram “não ter, ao longo da vida, compromisso com essas bandeiras”, por isso, “não conhecem os princípios básicos dos direitos humanos”. Gilmar afirma que nenhum dos candidatos nem ao menos cita o Programa Estadual de Direitos Humanos e o Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos. O primeiro, informa, tem cerca de 800 propostas, entre elas, a criação do Mecanismo Estadual de Prevenção e Erradicação da Tortura (Mepet) e criação de uma Ouvidoria. O segundo, uma média de 100. Nenhuma delas, aponta Gilmar, é contemplada nos planos de governo apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os candidatos, segundo ele, misturam assistência social, direitos humanos e segurança pública “somente para dizer que contemplaram os direitos humanos”. Esse é o caso de Carlos Manato (PL), que colocou um tópico de assistência social e direitos humanos. Outro exemplo é Aridelmo (Novo), ao propor “ampliar a proteção social e o acesso aos direitos humanos aos segmentos vulneráveis” e “formar agentes de segurança e defesa social em mediação de conflitos e direitos humanos” Para Gilmar, se aprofundar na questão dos direitos humanos exige, entre outras iniciativas, falar que grandes empresas e mineradoras são violadoras de direitos. “É mais do mesmo. Privilegia os ricos, as grandes empresas poluidoras e da mineração, que é quem os sustenta no poder”, pontua. Ele destaca, por exemplo, que Renato Casagrande (PSB) cita o rompimento da barragem de rejeitos de minério de ferro de Brumadinho (MG), em 2019, como algo que impactou a economia capixaba, principalmente a cadeia produtiva do ferro, mas não se alonga em outras questões, como os danos sociais. Em geral, considera Gilmar, os candidatos, ao abordar os direitos humanos, não dizem como e o que fazer. “Não tem diferenças substanciais entre os programas dos candidatos. Não há observação no princípio da universalização dos Direitos Humanos preconizados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, na Constituição Federal e tratados internacionais. Em geral, são propostas genéricas, que não incluem os pobres no orçamento”. Gilmar salienta ainda que “o Estado precisa proteger, promover, defender, reparar, reparar e reparar, e realizar os direitos humanos como universais, indivisíveis interdependentes para todas, todos e todes. Nada disso é mencionado nos planos dos candidatos, nada falam sobre o papel do Estado prevenir ou erradicar a violência institucional, eles não pensam no Estado provedor e realizador de direitos”, reforça.

23/08/2022 / 0 Comments
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Morro da Onça aguarda Suzano cumprir indenização sobre lavoura contaminada

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Papeleira destruiu um hectare de roça de aipim com lançamento de agrotóxicos por meio de drone Redes sociais A comunidade de Morro da Onça, em Conceição da Barra, norte do Estado, uma das 32 certificadas pela Fundação Palmares dentro do Território Quilombola Tradicional do Sapê do Norte, que se estende também pelo município vizinho de São Mateus, aguarda o cumprimento do compromisso firmado pela Suzano Papel e Celulose (ex-Fibria e ex-Aracruz Celulose), de indenizar a comunidade pela destruição de um hectare de lavoura de mandioca.  O prazo acordado se encerra no próximo dia 31 de agosto. A previsão é de que técnicos enviados pela papeleira visitem a comunidade até quinta-feira (25), para fazer a contagem das plantas destruídas, calcular o valor da indenização e providenciar o plantio de uma nova roça de aipim.  A negociação entre as partes se deu a partir da reunião da Mesa de Resolução de Conflitos Fundiários, coordenada pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDH) do dia 14 de julho, pouco após o ocorrido, no dia nove daquele mês, quando a multinacional pulverizou agrotóxicos na região, por meio de drones. O alvo era um de seus talhões com monocultivos de eucaliptos, mas a terra da comunidade também foi atingida.  “Ela tem até o dia 31 para fazer isso tudo. Hoje é dia 23 e não vieram ainda. Se não tiver êxito assim, não vai ter jeito, vamos ter que entrar com pedido de ação judicial no Ministério Público”, afirma Josielson Gomes dos Santos, presidente da Associação Quilombola Morro da Onça e membro da Coordenação Estadual do Sapê do Norte (Coeq).  “Eles vão tirar as plantas mortas, contar quantos pés de planta foram, ver o tanto de produção que daria e pagar essa produção perdida. E também vão fazer o preparo da mesma área para fazer um novo plantio. Eles mesmos que vão fazer. Isso que ficou combinado entre as partes, a Suzano e a comunidade”. Redes sociais Retomada A comunidade quilombola Morro da Onça está em franca operação de retomada de seu território ancestral, usurpado pela empresa há mais de meio século, com conivência dos sucessivos governos estaduais. Em conjunto com a comunidade vizinha do Córrego do Alexandre, também certificada, realiza, desde o início do mês, plantios de alimentos em áreas onde foram feitos cortes de eucaliptos, para garantir a segurança alimentar das famílias, isoladas pelo deserto verde de eucaliptos.  “Estamos fazendo mutirões para plantar melancia, feijão, milho, para que de fato a gente tenha com o que se alimentar nessas áreas. Grandes mutirões, para que a gente possa utilizar essa área para o bem comum das famílias das comunidades”, reforça Josielson. Suzano é cobrada a indenizar quilombolas por aplicação de agrotóxicos com drone Comunidade também reivindica que Estado exija da poluidora cumprimento da Convenção OIT 169  https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/suzano-e-cobrada-a-indenizar-quilombolas-por-aplicacao-de-agrotoxicos-com-drone Córrego Alexandre e Morro da Onça fazem retomada de território quilombola Ação é resposta à negativa da Suzano em devolver área indicada pela Justiça e à inação do Estado sobre o assunto https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/corrego-alexandre-e-morro-da-onca-fazem-retomada-de-territorio-quilombola

23/08/2022 / 0 Comments
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Portos, petróleo e mineração são os maiores inimigos da pesca artesanal no ES

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Ranking foi definido durante a Regional Sul-Sudeste do Tribunal Popular da Economia do Mar Thomas Bauer – CPP/ H3000 Os portos (públicos e privados), as empresas de petróleo e a extração de minério de ferro são os três maiores inimigos da pesca artesanal no Espírito Santo. A definição dessa tríade predatória foi feita durante os três dias do Encontro Regional Sul Sudeste do Tribunal Popular da Economia do Mar, realizado em Jacaraípe, na Grande Vitória, de 18 a 20 de agosto.  O encontro reuniu pescadores artesanais e entidades de apoio à categoria vindas dos sete estados da regional – Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul –, além de especialistas vindos do Norte e Nordeste do País, que ajudarão a identificar os três empreendimentos mais danosos que melhor representem o Sul e o Sudeste brasileiros, para serem levados para o Encontro Nacional, previsto para novembro, em Brasília. O júri de especialistas é formado por advogados, biólogos, oceanógrafos e outros pesquisadores parceiros,  Durante o encontro, foi realizada uma passeata na orla de Jacaraípe, onde os manifestantes exibiram faixas e cartazes, camisetas e bandeiras em alusão à defesa da milenar pesca artesanal, peça fundamental da economia popular ligada ao mar. O protesto alertou também sobre a exclusão da maior parte do litoral da Serra, incluindo a Grande Jacaraípe, da área reconhecida como atingida pela Fundação Renova, pagamento do auxílio emergencial e das indenizações.  Luciano Cajaíba “Só reconheceu Nova Almeida. Estamos elaborando um documento para encaminhar ao novo juiz da 12ª Vara Federal, em Belo Horizonte, cobrando o reconhecimento do município inteiro”, ressalta Manoel Buenos dos Santos, o Nego da Pesca, coordenador-geral do Movimentos dos Pescadores e Pescadoras (MPP) e presidente da Associação de Pescadores de Jacaraípe e da Federação das Associações de Pescadores Profissionais e Aquicultores do Estado do Espírito Santo (Fapaes). O crime da Samarco/Vale-BHP contra o Rio Doce, ocorrido em cinco de novembro de 2015 e constantemente renovado em seus danos ambientais e socioeconômicos há quase sete anos, é um dos pontos de destaque para justificar a inclusão da mineração na eleição das três maiores ameaça à pesca artesanal capixaba. Thomas Bauer – CPP/ H3000 “Nada essa empresa fez para impedir que o rejeito atingisse os 600km do Rio Doce, até o mar. E até hoje continua não fazendo nada. Qualquer chuvinha lá, desce mais rejeito até aqui. Essas represas hidrelétricas acumulam o rejeito e, quando chove, mexe com o fundo e desce mais. A gente não tem mineração no Estado, mas a exploração que fazem em Minas impacta diretamente aqui. Também o pó preto, que é minério e carvão, chega em Tubarão e de lá contamina o ar na Grande Vitória”, pondera Nego da Pesca. Os demais seis estados também indicaram seus principais algozes, que, em geral, observa Nego, são bem semelhantes ao do Espírito Santo. Com exceção do extremo Sul, onde a pesca industrial com traineiras, fica em primeiro lugar. “Elas já afetam aqui também, porque tem proibição de pesca lá, as traineiras vêm pescar aqui no nosso litoral”. Thomas Bauer – CPP/ H3000 Os empreendimentos levantados durante as regionais e que não forem para a plenária nacional também serão tratados pelo Tribunal, ressalta Nego, porém de outras formas. Exemplo é a privatização dos terminais pesqueiros. Além de Vitória, no início do ano, outros sete foram concedidos à iniciativa privada ao longo de toda a costa, obra do ex-secretário Especial da Pesca de Jair Bolsonaro (PL), Jorge Seik. “Ele é um dos maiores empresários da pesca industrial. Agora é candidato a senador. Saiu da Secretaria, mas o que tinha de ser feito de ruim, ele já fez”, pontua.  O Terminal Pesqueiro de Vitória, informa o coordenador do MPP, foi leiloado por R$ 1,5 milhão e receberá R$ 5 milhões em investimentos do governo federal. “O governo nunca investiu nada lá, ele foi sempre mantido pela pesca artesanal. Agora, vai dar espaço para essas megaembarcações virem para Vitória. Vai impactar muito. Muito provavelmente, ente os barquinhos da pesca artesanal, muito poucos vão poder encostar nesse terminal”, repudia. ‘O pescador artesanal é uma pedra no sapato dos grandes empreendimentos’ Tribunal Popular da Economia do Mar tem encontro regional Sul-Sudeste em Jacaraípe  https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/o-pescador-artesanal-e-uma-pedra-no-sapato-dos-grandes-empreendimentos

23/08/2022 / 0 Comments
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Maioria da bancada capixaba no Congresso votou contra o trabalhador

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Soraya e Evair de Melo estão entre os cinco deputados que votaram 100% a favor de projetos contra os trabalhadores Redes sociais/Leonardo Sá Levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), divulgado nesta segunda-feira (22), revela que a maioria da bancada capixaba nas duas casas do Congresso Nacional (Câmara e Senado) votou contra a classe trabalhadora. O documento, denominado “Quem foi Quem no Congresso Nacional”, mostra que, dos 10 deputados na Câmara, metade votou 100% contra os trabalhadores.  Na Câmara, votaram  dessa forma os deputados Neucimar Fraga (PP), Lauriete (PSC) Evair de Melo (PP), Soraya Manato (PTB) e Amaro Neto (Republicanos). A deputada Norma Ayub (PP) votou 12,75% a favor e 87,5% contra; Felipe Rigoni (Uniao), 30% a favor, 70% contra; Da Vitória (PP), 10% a favor, 90% contra. Helder Salomão (PT) e Paulo Foletto (PSB) votaram 100% a favor dos trabalhadores. Todos eles são candidatos à reeleição.  No Senado, Fabiano Contarato (PT) votou 100% a favor dos trabalhadores; Marcos do Val (Podemos) – 80% contra, 20% a favor; e Rose de Freitas (MDB), que é candidata à reeleição, também votou 80% contra e 20% a favor.  O levantamento mostra os votos dos senadores e deputados “em temas relevantes de interesse dos trabalhadores e da sociedade, sendo um “termômetro baseado nas votações de mérito, que define a posição do parlamentar em relação às matérias de interesse dos trabalhadores”. Entre os temas contras a classe trabalhadora, destacam-se a reforma da Previdência; a política de (des) valorização do salário mínimo; flexibilização das relações de trabalho (carteira verde e amarela); novas regras para o teto de gastos; trabalho aos domingos e feriados sem pagamento adicional da hora trabalhada; congelamento dos salários dos servidores públicos.  Segundo o Diap, “a plataforma, desenvolvida para aferir o desempenho parlamentar em temas que impactem os direitos dos trabalhadores e os serviços prestados à sociedade, faz parte de um projeto de acompanhamento e compartilhamento de informações de domínio público, como forma de estimular a participação política e o voto consciente”. Os organizadores destacam que “como qualquer iniciativa que pretende fornecer dados e informações à sociedade, ela possui um recorte e esse recorte sempre possui algum grau de subjetividade”. Para reduzir ao máximo esse viés, buscou-se a definição de critérios na escolha de votações de matérias que representem o pensamento majoritário dos segmentos afetados pelas políticas públicas, positiva ou negativamente. Para tanto, foram utilizados cinco critérios, a partir da importância da matéria sob os pontos de vistas político, econômico e/ou social; em seguida, o registro nominal do voto de cada parlamentar, excetuando os de forma simbólica quando não há registro do voto por tratarem de matérias consensuais ou em função de manobras regimentais; o grau de disputa entre oposição e situação, exigindo-se em cada votação uma oposição superior a 20% da Casa do Congresso, no caso da Câmara com divergência superior a 100 votos; o aspecto temporal das propostas de leis submetidas para votação pelos parlamentares com vigência permanente ou temporária das políticas públicas; e clareza do dispositivo votado em relação ao objetivo pretendido, de modo a não deixar margens para dúvidas sobre o conteúdo da votação.

22/08/2022 / 4 Comments
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Denúncia de assédio sexual provoca exoneração de secretário de Agricultura

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Mário Louzada substituía o deputado federal Paulo Foletto, que deixou o cargo para disputar a reeleição Seag-ES Durou apenas cinco meses a gestão do técnico em Agropecuária Mário Louzada à frente da Secretaria de Agricultura (Seag) do governo Renato Casagrande (PSB). Empossado no mês de março, foi exonerado na última sexta-feira (19), conforme ato publicado nesta segunda (22), motivado por uma denúncia de assédio sexual. Essa é a segunda demissão da pasta no atual governo. Assume o posto Arthur Moura de Souza, que ocupava a Subsecretaria para Assuntos Administrativos. Essa é a segunda exoneração na Seag. Em março, foi exonerado o subsecretário estadual de Infraestrutura Rural da Secretaria de Agricultura (Seag), Rodrigo Vaccari, objeto de mandado de busca e apreensão na Operação Volátil 2, deflagrada pela Polícia Federal. Era suspeito de suposto recebimento de propina no valor de R$ 840 mil, na compra de álcool em gel no início da pandemia de Covid-19. Mário Louzada substituía o deputado federal licenciado Paulo Foletto (PSB), que deixou o cargo para cumprir determinação da Justiça Eleitoral e disputar as eleições, em outubro deste ano. Nos últimos três anos, ele foi diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) e já presidiu o Fórum Nacional de Sanidade Agropecuária (Fonesa). A denúncia de assédio sexual partiu de uma servidora da pasta, de acordo com informações do governo, confirmada em nota oficial distribuída pela Superintendência Estadual de Comunicação Social (Secom). “Assim que tomou conhecimento do caso, o governador Renato Casagrande exonerou o secretário, a fim de que os fatos sejam imediatamente apurados com total isenção”, informou. O Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos do Espírito Santo (Sindipúblicos) disse “repudiar qualquer prática de assédio no ambiente de trabalho e aconselha o servidor ou servidora vítima desse tipo de conduta abusiva a procurar o sindicato para que sejam tomadas as devidas providências”. “O Sindipúblicos está estruturado com o Coletivo de Mulheres para receber as denúncias das vítimas de assédio no ambiente de trabalho e encaminhar as providências e ações protetivas com o Setor Jurídico”, ressaltou Renata Setúbal, diretora de Assuntos Jurídicos da entidade.

22/08/2022 / 2 Comments
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Primeiras munições

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As estratégias de campanha de três candidatos ao governo para tentar abater Renato Casagrande Hélio Filho/Secom Segunda semana de campanha oficial e uma pesquisa Ipec/Rede Gazeta no meio, com reforço do favoritismo do governador Renato Casagrande (PSB), apesar do ainda expressivo número de indecisos. Quais têm sido, então, as estratégias adotadas pelos três adversários mais conhecidos do pleito, para tentar abater o atual chefe do executivo? O ex-prefeito da Serra Audifax Barcelos (Rede) aderiu, nesse início de semana, ao discurso do revezamento entre Casagrande e Paulo Hartung (sem partido). Em vídeo, ele faz o recorte de 2010 pra cá, dizendo que o governador teve oito anos de mandato e “não resolveu a segurança” e quer “mais quatro anos”. Depois questiona: “Já deu, né”? Outro ponto mais recente de Audifax foca em “200 obras paradas no Estado”. Já o candidato bolsonarista, Carlos Manato (PL), inaugurou um podcast chamado “O Homem do Palácio Abandonado”, com quatro episódios, sempre às segundas, 19h. Voltou a falar da pobreza registrada no Espírito Santo e em “casos de corrupção”, referindo-se ao secretariado da gestão estadual e, em outra via, publicou novo vídeo com o presidente Jair Bolsonaro (PL), para reiterar que é seu palanque legítimo, inserindo no bolo o ex-senador Magno Malta (PL), que integra sua chapa, e o empresário Luciano Hang. Essa marcação, como se sabe, faz frente às investidas do ex-prefeito de Linhares Guerino Zanon (MDB) de ocupar esse espaço. Não à toa, ele já está inserido também na campanha de Manato, com críticas por representar o mesmo projeto de Hartung, o que se estende a Audifax. E Guerino, como tem reagido? Usa termos como “mudança, inovação e gestão de verdade”, sempre exaltando seus mandatos de prefeito; dispara contra o governador, apontando: “quem está no poder não fez nada para mudar essa realidade que vivemos”, somado a anúncios repetidos de apoios de setores evangélicos, como da Igreja Universal do Reino de Deus; e ainda ênfase na pobreza, acusando Casagrande de aumentar o problema, porque “guardou dinheiro para usar em período eleitoral”. Com uma campanha curta este ano, a temperatura eleitoral logo, logo, sobe!NúmerosPara lembrar: a pesquisa Ipec/Rede Gazeta, divulgada na semana passada, revelou Casagrande vencendo no primeiro turno, com 52%, na menção estimulada, e 68% de votos válidos. Manato vem em segundo, com 10%; Audifax com 7%; e Guerino, 5%, empatados tecnicamente no segundo lugar. Números IINa estimulada, quando são apresentados os nomes dos candidatos, brancos/nulos e “não sabem ou preferem não opinar” somam 22%. Na pesquisa espontânea, que Casagrande se mantém na dianteira com folga, e considerada o melhor termômetro eleitoral, esse índice chega a 54%, abrindo um campo ainda amplo para ser trabalhado pelos adversários. Com dindimO governador, até agora, foi o que mais arrecadou grana para a disputa. Já conta com R$ 3, 5 milhões, quase tudo vindo da Nacional do PSB. Já Audifax tem R$ 85 mil, também da legenda, e Guerino R$ 65 mil, vindos dele mesmo, enquanto Arildemo Teixeira (Novo), R$ 20 mil, igualmente de recursos próprios. Sem dindimOs demais nomes, Manato, Capitão Sousa (PSTU) e Cláudio Paiva (PRTB) ainda estão sem recursos em caixa. Na beira do ‘milhão’A propósito, que o deputado federal Felipe Rigoni (União) teria muito dinheiro para gastar no pleito, não era novidade. Mas o negócio andou rápido. Ele recebeu ao todo R$ 960 mil, sendo R$ 700 mil da nacional do seu partido; mais R$ 100 mil do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga; outros R$ 100 mil de Jose Salim Malta Junior, que foi secretário de Jair Bolsonaro e fundou a Localiza; e R$ 60 mil do também empresário Marcos Alberto Lederman. Tirou do bolsoOs demais integrantes da chapa do União Brasil à Câmara Federal ainda estão à míngua, a maioria sem verba. Somente Dr. Gustavo Peixoto tem uma quantia alta, R$ 200 mil, de origem própria. DestaqueEleito coordenador da microrregião capixaba da Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), Paulo Tupinikim, de Aracruz, é o favorito para a disputa do coordenador-geral, que ocorre em novembro. ONUA previsão é de que ele fique mais quatro anos à frente da entidade, que acaba de receber convite da Organização das Nações Unidas (ONU) para concorrer a um assento em seu conselho dedicado aos povos indígenas. “É uma honra e um privilégio para nós, uma oportunidade de dar mais visibilidade à nossa luta”, avalia.  Nas redes“Visitei nesta tarde o arcebispo emérito de Vitória, Dom Luiz Mancilha Vilela. Uma alegria testemunhar sua fé, lucidez e carisma. Seguimos unidos em orações pela sua pronta recuperação”. Governador Renato Casagrande, sobre internação em UTI do religioso. FALE COM A COLUNA: medeirosmanaira@gmail.com

22/08/2022 / 0 Comments
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