Skip to content

Século Diário

Portal de Notícias

sergiomajeski_30_ales.jpg

Majeski rebate polêmica criada em torno das urnas eletrônicas

Sem categoria

Deputado estadual criticou falta de debate e apresentação de soluções para os principais problemas do país Ales “Veja se a essa altura do campeonato era para se polemizar a confiança ou não em urnas eletrônicas. Algo altamente comprovado”, disse o deputado Sergio Majeski (PSDB) nesta quarta-feira (3), em pronunciamento na Assembleia Legislativa, ao criticar a falta de um debate político focado nos temas de interesse do país. “Como poderia eu, por exemplo, que fui eleito duas vezes pelas urnas eletrônicas e na última eleição o deputado estadual mais votado do Estado, desconfiar desse mecanismo pras eleições?”, questionou, lamentando que não estejam sendo apresentadas soluções para os principais problemas que atingem a sociedade brasileira. “Os debates, o contraponto, tudo isso faz parte, ou pelo menos deveria fazer parte da democracia de uma forma altamente saudável. Os debates, sobretudo num ano de eleição, deveriam estar centrados naquilo que são os temas de interesse da sociedade. Os nossos debates, não interessa à qual matriz ideológica a pessoa pertença, se de esquerda, direita, centro, nós deveríamos debater quais são as possíveis soluções pra reduzir drasticamente a fome do Brasil. Milhões de brasileiros não têm o que comer”, avaliou. O deputado listou outros problemas como a necessidade de aumentar o emprego, melhorar a economia, “dar uma injeção de ânimo pra economia brasileira”, assim como investir na educação. “Estamos pelo menos uns 40 a 50 anos atrasados em relação às nações mais desenvolvidas”, pontuou, e enfatizou que o “objetivo é tirar o foco do que realmente interessaria à sociedade”. “Quais as soluções e as possíveis propostas e projetos para a questão da segurança pública, da agricultura, do atraso tecnológico, isto nos interessa, o resto é espuma, é fumaça”, comentou. “E essa briga superficial entre A e B no Brasil, com temas altamente irrelevantes, que não têm nada que ver com os problemas da sociedade, a população fica perdida e uma parte já não consegue discernir o que nós efetivamente deveríamos discutir”, reforçou. A polêmica criada em torno do processo eleitoral brasileiro por parte do presidente Jair Bolsonaro (PL) foi criticada pelo deputado, que afirmou: “A cada eleição majoritária como a desse ano, nós elegemos um presidente da República, 27 governadores, 513 deputados federais, 1.050 deputados estaduais. A cada quatro anos, 5,6 mil prefeitos, aproximadamente, mais de 50 mil vereadores, e por que, só agora, uma pessoa, inclusive que foi eleita várias vezes, assim como seus filhos, pela urna eletrônica, passa a criar uma polêmica e desvia a atenção, acusando o Supremo [Tribunal Federal], acusando o TSE [Tribunal Superior Eleitoral], todo mundo? É sem sentido”, opinou. “É isso que a população precisa exigir que os políticos façam, que debatam seriamente soluções para os graves problemas que nos atingem. E lembrando sempre, não há salvador da pátria, não significa que um governo, em quatro anos, vai resolver todos os problemas que estão acumulados aí por mais de 500 anos de história do nosso país”, enfatizou.

03/08/2022 / 0 Comments
read more
parque_natural_municipal_dores.png

Dores do Rio Preto prepara criação de parque em área verde da cidade

Sem categoria

Parque terá 16 hectares, incluindo área reflorestada, que faz corredor ecológico com mata particular Divulgação/PMDRP A Prefeitura de Dores do Rio Preto, na região do Caparaó, prepara a criação de sua primeira unidade de conservação pública, que irá proteger uma área verde de 16 hectares localizada no centro da cidade. Audiência pública ocorrida nessa terça-feira (2) aprovou a proposta, que seguirá em forma de projeto de lei para apreciação da Câmara de Vereadores.  A intenção é construir, dentro do futuro parque, um centro de vivência e de educação ambiental, junto com a sede do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), segundo informa o secretário, Juan Ricardo Carvalho Senna. “Também faremos um trabalho nessa nascente”, acrescenta, referindo-se aos olhos d’água que dão o nome atual da área, Bicas da Mata.  Inicialmente protegida como unidade de conservação criada no final dos anos 1990, após a instituição do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), surgiu a necessidade de adequar a lei original às categorias de UCs previstas no Snuc. Os estudos, explica Juan Ricardo, apontaram para a categoria de Parque Natural Municipal.  O nome da futura UC, agora enquadrada na legislação nacional, será decidido por meio de enquete junto à população. “É uma forma de aproximar a população do parque. Inclusive na audiência pública houve a participação de alunos do Curso Técnico de Turismo e Meio Ambiente da Escola [EEEFM] Pedro Alcântara Galvêas”, ressalta Juan Ricardo.  Uma das opções de nome que será apresentada é Parque das Aves, devido à grande quantidade de espécies de aves identificadas na área, incluindo três ameaçadas de extinção. O levantamento da fauna local consta em um estudo biótico contratado junto à Universidade Federal de Viçosa (IFV), com recursos de compensação ambiental de uma obra da Companhia Espírito- Santense de Saneamento (Cesan), que também financiou o estudo antropológico, ambos necessários para embasar a proposta de criação da UC.  Outra intenção é aproveitar a aguardada sanção, pelo governador Renato Casagrande (PSB), do ICMS Ecológico do Espírito Santo – cujo projeto de lei, de autoria do deputado Sergio Majeski (PSDB), foi recentemente aprovado na Assembleia Legislativa – para angariar os recursos para as obras e outros trabalhos dentro do futuro parque.  “Anos atrás ali era um cafezal. Reflorestamos uma parte com quatro mil mudas de árvores, também com recurso de compensação da Cesan, fazendo um corredor ecológico com uma mata particular”, descreve o secretário.  Oásis  Município-sede da portaria capixaba do Parque Nacional do Caparaó, a maior UC do Estado, Dores do Rio Preto tem seu território dominado por monocultivos. Segundo o Atlas da Mata Atlântica do Espírito Santo de 2018, até 2015, 33,8% do território era ocupados por pastagens, 18,9% com café, e 5,1% com eucalipto. Mata nativa ocupava apenas 17,6%, a mata em estágio inicial de regeneração 7,3%, e a macega, 4,5%.  Atualmente, além do Parna Caparaó, há somente mais duas unidades de conservação, ambas privadas, Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), uma delas contígua ao Parna, localizada em Mundo Novo, de propriedade da diretora-executiva do Consórcio Público Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Região do Caparaó Capixaba (Consórcio Caparaó), Dalva Ringuier. Quando secretária de Turismo do município, foi dela a iniciativa de criar a atual UC, que será recategorizada conforme o Snuc.  “É uma área verde muito importante para a cidade. Reflorestamos e fizemos um corredor ecológico. Agora é preciso adequar ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação”, reforça a diretora-executiva.  Após aprovação pela Câmara, a Prefeitura irá solicita apoio do Estado para continuar a regulamentação do parque. “Solicitaremos à Seama e ao Iema [Secretaria e Instituto estaduais de Meio Ambiente e Recursos Hídricos] o Plano de Manejo. É algo pelo que estamos lutando desde a criação da Semma, em 2019”, salienta Juan Ricardo. Dores do Rio Preto faz fiscalização ‘pente fino’ no entorno do Parque do Caparaó Prefeitura inicia série de operações conjuntas com órgãos estaduais para frear crescimento desordenado https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/dore-do-rio-preto-faz-fiscalizacao-ambiental-pente-fino-no-entorno-do-parque Estrada Parque Modelo do Caparaó: sonho que começa a se realizar? Prioritária no Plano de Ação regional, estrada tem aceno do governo para iniciar este ano em 12km dos 100km https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/estrada-parque-modelo-do-caparao-sonho-que-comeca-a-se-realizar Desmatamento e eucaliptocultura crescem no entorno do Parna Caparaó Proposta de APA tem adesão de municípios, para favorecer usos mais sustentáveis do solo https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/desmatamento-e-eucaliptocultura-crescem-na-zona-de-amortecimento-do-parna-caparao

03/08/2022 / 0 Comments
read more
yasmim_leonardo_sa-6548.jpg

​Inscrições abertas para Formação em Benzimento Tecnologias Ancestrais

Sem categoria

Formação é aberta para homens e mulheres, e será feita em Vila Velha e Domingos Martins A prática do benzimento pode ser fortalecida por meio da Formação em Benzimento Tecnologias Ancestrais, que está com inscrições abertas. A iniciativa, idealizada pela jovem benzedeira Yasmin Ferreira, a Veia do Patuá, de apenas 26 anos, busca engajar a juventude na arte do benzer como forma de manter viva essa tradição. Serão quatro módulos, aos sábados, das 9h às 13h, que acontecerão no Espaço Ayahuasca Vila Velha, no Centro de Vila Velha, exceto o último, que será em uma cachoeira em Domingos Martins, na região serrana do Estado.  A formação tem apoio do Práticas Integrativas e Complementares (PICS Ufes), um grupo de pesquisa interprofissional que se dedica ao estudo dessas práticas, é aberta para homens e mulheres, e começa no dia 27 de agosto. Os demais módulos serão nos dias 3, 10 e 17 de setembro. O primeiro, no qual Veia do Patuá falará sobre a “semente do benzimento”, começa na lua nova, que tem a ver com expansão, “o despertar interno”. “Vai ser a abertura para o plano espiritual, apresentação do que é o benzimento, e o propósito dessa prática na Terra”, diz. O segundo, na lua crescente, tratará do “caminhar da benzedeira”, do seu cotidiano, como os tipos de ferramenta e de rezas que ela utiliza. Leonardo Sá Na lua cheia, relacionada ao campo emocional, acontecerá o terceiro módulo. Nele, será discutido como lidar com as energias. “Um processo de mergulho interno para autoconhecimento e auxiliar no próprio benzimento e no do próximo”, explica Yasmin. Ela destaca que nesse módulo serão trabalhadas as plantas medicinais, a africção para tirar o sumo das ervas na água. O último módulo, na lua minguante, trabalhará “a missão e os dons do bendizer”. Será uma espécie de batismo em uma cachoeira de Domingos Martins. Veia do Patuá afirma que a formação será “o início, o despertar da consciência da benzedeira”. A ideia é que, caso as pessoas queiram, possam já dar início à prática. As pessoas que participarem da formação serão inseridas em um grupo no Telegram e, “quem se sentir chamado”, pode também participar de vivências de benzimento com a supervisão dela, nos espaços em que a jovem já benze. Mapeamento Veia do Patuá, junto com Ione Duarte, pesquisadora de plantas alimentícias tradicionais e integrante da Rede Urbana Capixaba de Agroecologia (Ruca), realiza um mapeamento das benzedeiras do Espírito Santo. Para auxiliá-las nessa tarefa, baste preencher um formulário, registrando o maior número de informações possíveis sobre a benzedeira que a pessoa conhece. O mapeamento é o ponto de partida para a criação de uma rede de benzedeiras. “Isso surgiu da necessidade de manter os saberes. Somos mulheres pretas, muitos dos saberes dos nossos mais velhos passam pela oralidade e vão morrendo, inclusive, vários dos nossos mais velhos faleceram de Covid-19. Queremos promover a comunhão, a concretização de uma rede”, diz Ione. Ela informa que redes semelhantes a que ela e Veia do Patuá querem criar já existem em estados como Minas Gerais e Florianópolis. “Temos necessidade de saber quem as benzedeiras são, quantas, o que podemos desenvolver em conjunto”, afirma. O mapeamento será feito de forma contínua, não tendo prazo para ser finalizado. Quando já tiver uma quantidade considerada relevante, o próximo passo será entrar em contato com as benzedeiras que foram mapeadas. Entretanto, para dar início a esse contato, será necessário auxílio financeiro. Algumas das alternativas destacadas por Veia do Patuá são a possibilidade de criação de um financiamento coletivo, de elaboração de projeto para edital, e de contar com o suporte de pessoas que queiram auxiliar nessa tarefa, por exemplo, disponibilizando automóvel para as viagens a serem feitas, já que a ideia é contatar benzedeiras de todo o Espírito Santo. “Através do mapeamento, conseguiremos saber quais os custos e iremos ligar para as benzedeiras cadastradas para saber se têm interesse em receber a gente. Com certeza, teremos que visitá-las mais de uma vez para poder criar laços”, diz Veia do Patuá. Ela destaca que, antigamente, as benzedeiras conheciam umas às outras, mas hoje “está cada uma no seu canto”. “Há preconceito, racismo. A maioria delas é negra, de comunidades, são tachadas de feiticeiras, macumbeiras, por causa disso muitas nem se dizem mais benzedeiras”, lamenta. O mapeamento, conforme proposto por Ione e Veia do Patuá, irá culminar não somente na criação de uma rede, mas também na realização de um Encontro Estadual das Benzedeiras do Espírito Santo, “um resgate afetivo, escuta afetiva e o poder da oralidade”. Outras ideias são a elaboração de um documentário sobre as benzedeiras do Espírito Santo e a publicação de um livro sobre o mesmo tema. “O benzimento é uma prática muito ancestral e muito sagrada. Queremos conhecer a história dessas mulheres, fazer com que sejam reconhecidas”, ressalta Veia do Patuá. Perpetuar a tradição Outro mapeamento é feito por um grupo de mulheres que não querem deixar o benzimento morrer no Espírito Santo. Elas têm realizado encontros mensais, nos quais relatam suas experiências na convivência com benzedeiras e também na atuação dessa atividade, já que o grupo é aberto a quem já se dedica ao benzimento. A ideia é que o mapeamento seja feito inicialmente na Grande Vitória, para que esse coletivo recém-criado aumente e seja possível traçar ações conjuntas de despertar desse dom. Arquivo Pessoal A aposentada e pesquisadora em desenvolvimento humano e processos educacionais, Helena Rosa de Oliveira, que teve a iniciativa de criar o grupo, afirma que a ciência é fundamental, mas não precisa atuar sozinha. Para ela, quando se trata das energias, se enxerga o ser humano de maneira integral. “Por isso queremos resgatar o benzer, as curas, rezas, imposição de mãos. Articular esses saberes, ver onde estão, descobrindo a força do benzo e ajudando pessoas que estão doentes de forma geral, não somente fisicamente. Estamos em uma situação de pandemia, degradação governamental, empobrecimento, fome, de um desgoverno que inverte a ordem do bem viver. A população adoece, fica com o coração sofrido, está faltando generosidade e fraternidade nas relações humanas”, enfatiza. Helena Rosa criou

03/08/2022 / 1 Comment
read more
neto_barros_leonardo_sa.jpg

Convenção do PT-PCdoB-PV altera data para ajustar lista de candidatos

Sem categoria

Neto Barros, presidente do PCdoB, postulante à Assembleia, disse que nesta fase o jogo político se restringe aos partidos Leonardo Sá A data da convenção da federação formada pelo PT, PCdoB e PV, que seria realizada nessa segunda, foi alterada para quinta-feira (4), por força de ajustes na relação de candidatos, principalmente do PT, que, por ser o maior partido, ficará com a maioria dos concorrentes. O ato será realizado na Assembleia Legislativa, a partir das 19 horas e, nesta terça-feira (2), das três legendas, somente o PT não tinha completado a lista.  O presidente estadual do PCdoB, Neto Barros, divulgou a relação e disse que, nesta fase, o jogo político fica restrito aos partidos, destacando que, por lei, essas medidas terão que ser encerradas até esta sexta-feira (5). Para ele, o ato tem que ser realizado a fim de cumprir o rito da Justiça Eleitoral, mas sem despertar grandes interesses.  A convenção ocorre na véspera do encerramento do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, dia 5, data na qual deverá ser protocolada a ata da reunião e a relação com os nomes dos indicados, exigência que, se não for cumprida, resultará em sua anulação.  Coligada nacionalmente com o PSB, Rede e Solidariedade, a federação do PT, PCdoB e PV, que tem o ex-presidente Lula como candidato à presidência da República e o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSB) como vice, ficou isolada no Estado nas conversas sobre as candidaturas majoritárias, governo e Senado. Teve que retirar as pré-candidaturas ao Senado de Célia Tavares e Reinaldo Centoducatte, ambos do PT, gerando insatisfaço em sua base. Demonstração dessa situação pode ser constatada no último domingo (31), na convenção do PSB, quando o governador Renato Casagrande teve confirmada a candidatura à reeleição. O evento atraiu poucos petistas, principalmente da militância, onde se forma um ala de resistência, estimulando o voto apenas na legenda, 13. Ao evento, compareceram o pré-candidato a deputado estadual João Coser, em companhia da vereadora de Vitória Karla, sua filha, que declararam apoio formal a Casagrande, e a presidente do partido, Jackeline Rocha, que tenta uma vaga na Câmara Federal. A alteração da data da convenção se deve a acordos entre as correntes do PT, marcada por individualismos, ao ponto de alguns não considerarem a prioridade do partido, que é a eleição de Lula, líder disparado nas pesquisas eleitorais, apontado como único com chances de derrotar a onda fascista do presidente Jair Bolsonaro (PL). Dos três partidos, o PCdoB e o PV divulgaram a relação. O PT só irá completar os nomes na quinta-feira, horas antes da convenção. Neto Barros, que concorre à Assembleia Legislativa, divulgou a lista do PCdoB, que, além dele, aponta para deputado estadual Maria Aparecida Alves Souza, Carmem Lúcia Gomes de Oliveira, Cristina Mello de Oliveira, Alex Sandro de Melo, José Carlos Oliveira, Eduardo Zanuncio Gonçalves e Nelcelino Brassanelli. Para deputado federal, Geiza Pinheiro Quaresma e Lucivan Hease. O PV, por meio do seu presidente, Fabrício Machado, informou que o partido terá como candidato a deputado federal Luiz Antonio Lemos Barbosa, e, para estadual, Rita de Cassia de Souza Vieira, Alexandre Bastos Rodrigues, Bruno Basílio Fernandes de Jesus, Glecy dos Santos da Vitória, Josias José da Silva, Manoel Bezerra Santos e Sandra Martha Nogueira Frasson. O PT não informou os candidatos. Fontes do partido disseram que até quinta-feira, horas antes da convenção, a relação estará completa. A presidente Jackeline Rocha não retornou o contato e, pelo que se sabe no mercado, concorrerão para deputado estadual Iriny Lopes (reeleição), João Coser, Julio Cezar Mendel, Maurício Abdalla e Roberto Carlos, enquanto para federal, Helder Salomão, Perly Cipriano e Jackeline Rocha.

02/08/2022 / 3 Comments
read more
fachada_sedu_divulgacao.jpeg

Mãe pede apoio da escola sobre tentativa de suicídio do filho por bullying

Sem categoria

Sem cuidadores e inclusão pedagógica, crianças com deficiência são invisibilizadas em escolas estaduais Divulgação/Sedu Crônica e urgente. Essa é a percepção a que se chega a respeito da pauta da inclusão de estudantes com deficiência no Espírito Santo, com base nos inúmeros relatos de mães com filhos matriculados em escolas da Grande Vitória e do interior do Estado. Crônica porque, apesar de mais de uma década de legislação nacional e estadual em defesa dos direitos das pessoas com deficiência (PCDs), a implementação segue lenta e os casos surgem, persistem e se repetem nos municípios de todas as regiões capixabas.  Urgente porque, a cada dia, sem o apoio profissional que lhes é de direito, crianças e adolescentes acumulam o sofrimento da invisibilidade e do preconceito, das violências verbais e bullyings. São cenários tão graves de abandono que a preocupação com o rendimento escolar, sempre muito baixo, costuma ficar em segundo plano. Acúmulo que, muitas vezes, transborda em tragédias, como tentativas de suicídios.  O atentado contra a própria vida, cometido por uma criança com deficiência, é uma notícia devastadora de relatar e é a segunda que Século Diário registra este ano, a partir das súplicas de famílias integrantes do Coletivo Mães Eficientes Somos Nós (MESN). A primeira, na Serra, em fevereiro, e desta vez, em Cariacica.  “Estou cansada, esgotada, vontade de largar tudo. Não adianta, eles sempre tentam colocar a gente como errados e eles como certos”, lamenta a mãe de duas crianças com deficiência em uma escola estadual, após mais uma tentativa de conseguir ajuda por parte da equipe pedagógica. “Sinto frustração. Falei com a pedagoga que estou cansada de ir na escola ter que fica falando, reclamando, ser ‘aquela mãe chata, enjoada’. Eu já tenho depressão, estou acamada, isso está acabando mais ainda com meu emocional”.  Ela conta que seus dois filhos autistas sofrem violências verbais dentro da escola. A menina, mais expansiva, “aprendeu a se defender”, mas tem se tornado agressiva por ter que, tão repetidamente, responder aos ataques dos colegas, sem qualquer apoio dos servidores. “Ela tem depressão e ansiedade, eu estou ensinando ela a se defender sozinha, mas isso mexe com ela. A coordenadora a pedagoga acham bonito ela se defender. Mas eu acho que não é assim, a escola tem que trabalhar para parar com isso. Professores presenciam e não fazem nada”, conta a mãe.  Já o menino, mais introspectivo, “engole tudo, aguenta calado”, descreve. Suporta, acentua, até não aguentar mais, como ocorreu no final de abril. “Tem uma menina na sala que vinha fazendo bullying há muito tempo. Nesse dia, foi na hora do recreio ou do banheiro, não sei ao certo, ela disse ‘você não cansa de ser feio, não, menino?’ Meu filho disse que depois que ouviu aquilo, pensou ‘para que eu vou viver se as pessoas só me tratam mal?’ Daí uma outra aluna deu uma tesoura para ele se cortar, e ele começou a passar no pescoço. Como era uma tesoura sem ponta, demorou, mas começou a marcar a pele dele, elas ficaram assustadas e correram para chamar o professor, que tirou a tesoura da mão dele”.  O relato do filho, explica, só ocorreu após muita insistência, depois que ela havia sido chamada na escola para assinar um relato que a equipe havia recebido do pequeno no dia do ocorrido. A versão do papel, no entanto, dava conta de que o bullying havia acontecido fora da escola, com uma pessoa que não era estudante de lá. “Eu achei esquisito, um monte de coisa ‘não batia’, então apertei ele para saber a verdade. E aí ele disse que ficou com medo de dizer na escola que tinha sido uma aluna da sala dele, ficou com medo de continuar sendo maltratado”.  A mãe diz que procurou a escola para explicar que o filho tinha mentido no relato assinado e que precisava de ajuda. “A coordenadora que me respondeu, dizendo que iria procurar saber quem era a menina. Mas até hoje não sei o que fizeram. Essa semana disseram que aquilo é passado, que já está resolvido. Resolvido como? Meu filho continua sem querer ir para a escola, não quer ir no AEE [Atendimento Educacional Especializado, oferecido no contraturno]. Como eu estou acamada, ele não quer me contar tudo o que acontece, mas eu percebo que não melhorou nada. Esses dias ele me contou que uma menina chamou ele de burro dentro da sala de aula. Ele chorou, ficou nervoso, começou a dar crise, o professor mandou ele lavar o rosto e mandou a menina para a coordenação. A escola não me falou nada, eu soube por ele”.  Segundo a mãe, o filho estava tendo acompanhamento em alguns dias da semana com professora de Educação Especial em sala, porque ele não sabe ler, mas, já há algum tempo que não tem mais e, em dias de prova, senta junto de algum colega da sala. “Ele não está tendo mais suporte nenhum, nem de estagiária, nem de professora de Educação Especial; ele tem que se virar sozinho. E sofrendo muito bullying”.  O pedido de ajuda para os dois filhos está ainda respaldado por um documento assinado por uma neurologista do Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba), conta a mãe. “A doutora me deu um papel assegurando esse direito deles, de ter estagiário em sala de aula, mesmo o grau de autismo deles sendo leve, mas eles têm outras comorbidades, TDAH [Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade]. Está bastante complicado, é um desgaste muito grande”.  A menina também precisa de alimentação especial. “Por ter ficado doente, ela precisou de alimentação especial. Já mandei o laudo do neuro, solicitando essa alimentação, mas a escola não aceitou, disse que tinha que ser do nutricionista. Ela ficou internada no Himaba, passou pela cirurgiã, que deu outro laudo pedindo alimentação especial, mas até agora não foi dada ainda. A gente não tem condições de mandar lanche para ela todos os dias. Manter essa alimentação em casa e na escola não dá. Aqui em casa só meu marido trabalha.

02/08/2022 / 1 Comment
read more
tatiana_oliveira_FotoDivulgao.jpg

O que há de novo na EJA?

Sem categoria

Curso busca conhecer a realidade da Educação de Jovens e Adultos. Ideia é traçar ações contra desmonte, aponta Tatiana Oliveira A pergunta acima dá nome ao curso de extensão que será promovido pelo Núcleo de Educação de Jovens e Adultos da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e Fórum de Educação de Jovens e Adultos, cujas inscrições estão abertas. Entretanto, embora o questionamento suscite nas pessoas a ideia de algo positivo, na verdade, as novidades dentro dessa modalidade de ensino não são boas. Justamente por isso, o curso tem como um dos objetivos conhecer a realidade da EJA nos municípios, para poder interferir nela, que conforme aponta o Fórum, é de desmonte. A coordenadora do Fórum, Tatiana Oliveira, relata que parte desse declínio é consequência da Resolução 01/2021, do Conselho Nacional de Educação. O documento estabelece o alinhamento da EJA à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), à política nacional de alfabetização e à educação à distância. A BNCC, explica Tatiana, parte do princípio de um currículo único, “engessado”. O currículo da EJA, ao contrário, é pensado a partir do sujeito, de sua leitura de mundo. “Cada sala de aula é um espaço com sua multiplicidade”, ressalta. A política nacional de alfabetização, para Tatiana, “é um retrocesso para a educação como um todo, mas principalmente para a EJA”. As críticas à essa política, feitas pelo Fórum, são por “retornar ao método fônico, com base nas famílias silábicas, de forma mecânica”. “A alfabetização deve partir da leitura de mundo, de forma emancipatória, proporcionando a conscientização sobre quem somos, qual é nosso lugar e nosso papel no mundo”, diz Tatiana, destacando que a educação tem que ser dialógica e não bancária, ou seja, que desenvolva a criticidade, e não veja o professor como o único detentor do saber, como alguém vai auxiliar o aluno a armazenar informações. A educação à distância, segundo Tatiana, foi acelerada com a pandemia da Covid-19. Entretanto, especificamente no que diz respeito à EJA, ela aponta que se trata de um processo de exclusão, já que a maioria dos estudantes não tem acesso às tecnologias, e quando tem, não as dominam. “Deixa mais à margem quem já se encontra na margem”, critica. Tatiana afirma que, no Espírito Santo, assim como em outros estados, as consequências da Resolução 01/2021 já aparecem. Uma delas é a oferta de curso de alfabetização com duração de dois a três meses. De acordo com ela, a carga horária da EJA no Ensino Fundamental II, que abrange do 6º ao 9º ano, é de 1,6 mil horas. No Ensino Fundamental I, que abarca do 1º ao 5º, é dada autonomia à gestão pública quanto à carga horária. “Na EJA, o tempo da alfabetização é o tempo do sujeito. Não posso determinar um tempo para uma pessoa de 70 anos, por exemplo. Temos alunos de 80, 90 anos, a gente lida com eles com a questão da memória. É sempre um começo e um recomeço, é diferente da criança, do jovem”, relata Tatiana, que aponta ainda o aumento da ausência de oferta de vagas, principalmente para o Ensino Fundamental I nas escolas do campo. Esse primeiro segmento também tem sido alvo da municipalização. Segundo Tatiana, porém, as gestões municipais alegam não ter condições financeiras para isso, fazendo com que a oferta seja negligenciada. Curso de Extensão O curso “O que há de novo na EJA?” será gratuito, com aula inaugural no dia 27 de agosto, quando serão discutidos coletivamente os dias e horários das aulas. Com carga horária de 60h, o curso acontecerá nos municípios de Vitória, Serra, Cariacica e Vila Velha, na Grande Vitória, e em Alegre e Marataízes, no sul. Será discutida a política de EJA nos municípios, para conhecer a realidade de cada um e estabelecer ações para barrar os retrocessos.

02/08/2022 / 0 Comments
read more
barroga_gestante_ana_nascimento_mds_portal_brasil_via_abr.jpg

Pró Matre diz que não proíbe atuação de doulas na instituição

Sem categoria

Afirmação foi feita após Associação de Doulas denunciar que as profissionais estavam proibidas de entrar na maternidade A Pró Matre, em Vitória, afirma não proibir a atuação de doulas na instituição. A informação foi dada pela diretora técnica, Rosani Caiado, após repercussão da matéria veiculada por Século Diário, na qual a Associação de Doulas do Espírito Santo (Adoules) denuncia que a maternidade tem vetado a entrada dessas profissionais. O que acontece, relata, é a necessidade de optar entre a doula e o acompanhante, para evitar aglomerações em decorrência da pandemia da Covid-19. “Em hipótese alguma dissemos para a associação que a entrada de doulas está proibida. Ela entra na sala de parto e de pré-parto se a mãe quiser. Se a gestante der preferência à doula, ela entra”, diz. Rosani destaca que a necessidade de evitar aglomerações é uma recomendação da Comissão de Infecção Hospitalar. Ela afirma que, na sala de pré-parto, há cinco leitos. Portanto, ficariam ali, além das doulas, um acompanhante para cada paciente, estudantes de Enfermagem e Medicina, residente, médico e estudante de pediatria, gerando aglomeração em um espaço de tamanho reduzido. A Adoules relata que as proibições para a entrada de doulas aconteceram após a saída do obstetra Eduardo Pereira Soares, que, segundo Rosani, era coordenador médico, mas foi atuar no Hospital Materno Infantil da Serra, que também pertence à Santa Casa de Misericórdia. A diretora técnica explica que, antes da saída do obstetra, não havia visitas. Agora, as visitas voltaram, mesmo que não seja em horário estendido. Além disso, não havia troca de acompanhante, como acontece no atual momento. Informa ainda que, por causa dessas mudanças, até mesmo um grupo de trabalho composto por estudantes da Emescam, que atuavam voluntariamente doulando e em ações de incentivo ao aleitamento materno para complementação de carga horária, foi suspenso. Ela aponta que, ao contrário da maternidade da Serra, apontada pela Associação como a única que permite a entrada de doulas, a Pró-Matre tem uma infraestrutura pequena e é uma instituição que funciona também como escola, sendo necessário dar preferência para estudantes de Enfermagem, Medicina e Serviço Social. “Para dar assistência de qualidade, não posso abrir as portas para todo mundo”, destaca. A Adoules chegou a encaminhar um ofício para a Pró Matre destacando que em Vitória existe uma lei municipal garantindo a atuação das doulas nas maternidades. A associação afirma não descartar a possibilidade de realizar uma manifestação e diz que vai estudar as medidas judiciais cabíveis nessa situação. Além de Vitória, na região metropolitana a lei que garante a presença de doulas durante o parto já existe nos municípios de Guarapari, Cariacica, Serra e Vila Velha, porém, colocá-la em prática, afirma a Adoules, é um desafio. A entidade, diante dessa situação, tem entrado com ações judiciais. Há um mês, relata a assessora jurídica da entidade, Stella Mergár, no Hospital Materno Infantil Francisco de Assis (Hifa), em Guarapari, uma doula foi impedida de acompanhar a gestante, tendo seu acesso à sala de parto possibilitado somente depois que a parturiente ameaçou entrar na Justiça. Diante do histórico de impedimento da atuação de doulas no Hifa, a Adoules já havia anteriormente judicializado a questão. “Acredito que já tinham conhecimento da ação, pois permitiram a entrada da doulas após ela ameaçar entrar na Justiça”, aponta Stella. A advogada relata que, em Vitória, a Adoules já enviou notificação para o Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam), pois lá as doulas também têm sido impedidas de acompanhar as gestantes. A resposta dada à notificação é de que eles estão organizando a estrutura do espaço para que seja possível o acompanhamento das profissionais. “Em Vitória, a lei é de 2015, eles estão organizando há sete anos?”, questiona. Atuação de doulas é impedida em maternidades públicas da Grande Vitória Mesmo em municípios onde há leis que garantem entrada de doulas na sala de parto, presença é dificultada https://www.seculodiario.com.br/saude/atuacao-de-doulas-tem-sido-impedida-em-maternidades-publicas-da-grande-vitoria Pró Matre proíbe atuação de doulas dentro da maternidade Proibição iniciou com a nova gestão, sob alegação de evitar aglomeração, mas Associação de Doulas contesta https://www.seculodiario.com.br/saude/pro-matre-proibe-atuacao-de-doulas-dentro-da-maternidade

02/08/2022 / 0 Comments
read more
marcio_conde_trapula_divulgacao.jpg

​Uma viagem surreal pela história do Espírito Santo

Sem categoria

Do Caboclo Bernardo ao vampirismo colonial, Marcio Miranda lança seu primeiro livro a partir de elementos capixabas Em atividades de divulgação de seu primeiro livro, Conde Trápula: uma vítima da TV em cores, o historiador e escritor Marcio Miranda Moraes costuma exibir uma imagem do Aquaman, super-herói aquático da editora de quadrinhos estadunidense DC Comics, e perguntar quem o conhece. As turmas escolares e universitárias costumam levantar a mão em peso. Em seguida, quando exibe a imagem de Caboclo Bernardo, o pescador alçado a herói em 1887, por comandar o resgate com vida de 128 marinheiros náufragos do navio Cruzador Imperial Marinheiro na foz do Rio Doce, é raro que alguém o reconheça. Estamos tão longe de nossa história e tão perto dos Estados Unidos. Obra será lançada no próximo dia 6 de agosto, no Centro de Vitória. Foto: Divulgação É justamente o fascínio pela figura de Bernardo e de seu povoado de origem, a vila de Regência, que Marcio conheceu em 1999, numa viagem de carona com amigos, quando ainda era estudante de História, que impulsionou a escrita do livro. Apesar de historiador formado, a obra passa longe do formato acadêmico, ao contrário, envereda pelo literário com doses cavalares de fantasia. Conta a história oficial, registrada nos documentos, que o pescador da foz do Rio Doce foi condecorado com uma medalha e um diploma pela Princesa Isabel, que meses depois entraria para a história por assinar a Lei Áurea, que abolia a escravidão no Brasil. Com um fim de vida brutal, sendo assassinado por motivos vis, a medalha recebida por Bernardo tem um destino desconhecido até hoje. É esse um dos pontos que abre a imaginação de Marcio para uma trilogia dentro da própria obra, apontando três possíveis destinos da medalha, em micro histórias que abordam respectivamente maus-tratos animais, abuso religioso e acumulação capitalista. Ao autor interessa mais os personagens corriqueiros, simples, aqueles que passam longe de entrar para história, como passaria o próprio Caboclo Bernardo, não fosse o fatídico episódio, seu ato de bravura e a construção que o faria colher sozinho os louros e as desgraças resultantes daquela fama inusitada que logo viraria esquecimento. O próprio pescador é retratado por Marcio como um herói humano, falho, mulherengo e cachaceiro. O Caboclo Bernardo é celebrado até hoje na vila de Regência Mas onde entra, então, o Conde Trápula, que dá nome ao livro? Trata-se de um vampiro vindo da Europa, como uma metáfora colonial, a sugar o sangue dos nativos, que se envolve justamente no naufrágio do Cruzador Imperial. Inspirado no pai de um amigo, o personagem faz as vezes de um curioso vilão a ser combatido pelo povo tal qual representação do imperialismo, que, inquieto, vem e volta a atormentar o desenvolvimento de nossas pátrias latino-americanas. No realismo fantástico de Marcio, o Fubica, famoso mini trio elétrico que anima carnaval e festividades de Regência, torna-se uma bastião de resistência ao odiado ser vampírico. Elementos da paisagem capixaba e personagens históricos do Espírito Santo permeiam a obra, que será lançada oficialmente no próximo dia seis de agosto, às 19h, no Triplex, espaço cultural localizado na Praça Costa Pereira, em pleno Centro de Vitória. Segundo o autor, está confirmadíssima a presença do Conde Trápula, o que promete fazer trazer ao lançamento o aspecto cômico e tosco que perpassa o livro, editado pela Cousa. Regência, epicentro dessa história surreal, também terá seu lançamento, em data ainda por definir. O autor com o famoso Fubica de Regência, elemento real que ganha contornos fantásticos no livro. Foto: Divulgação A história, porém, não para nas páginas impressas. De forma independente, dois dos três contos internos da obra foram transformados em narrativas audiovisuais, filmadas na própria Regência. Entretanto, o autor, que é estudante de Cinema, tem sonhos ainda mais ousados: transformar um dos contos em curta-metragem e, quem sabe, futuramente, toda obra em longa metragem, o que exige um aporte financeiro bem mais expressivo, por meio de lei de fomentos ou talvez até conseguir algo ainda mais valioso, como encontrar a medalha perdida de Caboclo Bernardo. Serviço Informações sobre o livro estão no site: https://cousa.minestore.com.br/produtos/conde-trapula

02/08/2022 / 3 Comments
read more
senadorcontarato_roquedesa_agsenado.jpg

‘Por que tanta demora?’, questiona Contarato sobre piso da Enfermagem

Sem categoria

Prazo para o presidente Jair Bolsonaro sancionar o projeto termina nesta quinta-feira  O prazo para que o presidente Jair Bolsonaro (PL) sancione o Projeto de Lei (PL) 2564, que cria o piso salarial da Enfermagem, termina nesta quinta-feira (4). Autor da proposta, o senador Fabiano Contarato (PT) questionou nesta segunda-feira (1), em suas redes sociais, o porquê da demora. “O tempo está acabando e a Enfermagem tem pressa, presidente!”, cobrou o parlamentar. O senador ressaltou que é preciso “tornar o piso salarial da Enfermagem realidade. São décadas de luta em prol da dignidade salarial e somente a sanção separa milhões de profissionais desse reconhecimento”. O não posicionamento do presidente, caso isso ocorra, não trará, porém, prejuízos para a categoria, já que acarretaria em uma sanção tática. Assim, se trataria apenas de uma atitude que expressa a não satisfação em sancionar, mas, ao mesmo tempo, a impossibilidade de vetar, em pleno ano eleitoral, uma conquista alcançada após muita mobilização e que obteve posicionamento contrário somente de uma sigla: o Novo. Caso o presidente vete, a derrubada será discutida na Câmara dos Deputados. O PL, de autoria de Contarato, estabelece que o piso será de R$ 4,7 mil para enfermeiros; R$ 3,2 mil para técnicos de enfermagem; e R$ 2,7 mil para auxiliares e parteiras. Foi encaminhado para sanção após a promulgação, em julho, da Proposta de Emenda Constitucional 11/2022, a PEC da Enfermagem, que insere o piso na Constituição para evitar uma eventual suspensão na Justiça. A PEC 11/2022 foi aprovada em segundo turno no dia 13 de julho, na Câmara dos Deputados. Foram contrários à matéria somente os deputados do Partido Novo, excluindo, portanto, os parlamentares da bancada capixaba, composta por Helder Salomão (PT); Da Vitória, Evair de Melo, Neucimar Fraga e Norma Ayub, do PP; Soraya Manato (PTB), Paulo Foletto (PSB), Amaro Neto (Republicanos), Felipe Rigoni (União) e Lauriete (PSC). PEC da Enfermagem é aprovada em segundo turno na Câmara dos Deputados Proposta que institui o piso nacional da categoria seguirá, agora, para promulgação https://www.seculodiario.com.br/saude/pec-da-enfermagem-e-aprovada-em-segundo-turno-na-camara-dos-deputados Bolsonaro tem 15 dias para sancionar PL que institui piso salarial da Enfermagem Sanção se torna possível com a promulgação da PEC da Enfermagem, efetivada em cerimônia realizada no Congresso Nacional https://www.seculodiario.com.br/saude/bolsonaro-tem-15-dias-para-sancionar-pl-que-cria-piso-salarial-para-a-enfermagem

01/08/2022 / 2 Comments
read more
guerinozanon_campanha_redessociais.jpg

Decorou a cartilha

Sem categoria

Com o esperado funil eleitoral, Manato se livra de Erick Musso, mas esbarra num Guerino Zanon cada vez mais sedento Redes sociais O campo da direita e do bolsonarismo no Espírito Santo sofreu uma baixa com a retirada, na semana passada, da candidatura ao governo do presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso (Republicanos), que já desfilava por aí de verde e amarelo e por áreas evangélicas. O recuo alivia o espaço do ex-deputado federal Carlos Manato (PL), que vem há meses esbarrando em adversários na sua base eleitoral, precisando até recorrer a vídeo do presidente Jair Bolsonaro (PL) para se apresentar como o “legítimo, que não aceita imitação”. Por outro lado, ele encontra, agora, um Guerino Zanon (PSD) mais sedento, com direito a gritos de “Bolsonaro e Guerino” e exibição de bandeiras com as respectivas fotos e slogan de “Juntos pelo Brasil e pelo ES”. A estratégia mais efusiva ficou evidente no discurso do ex-prefeito de Linhares (norte do Estado) em sua convenção nesse domingo (31), quando seguiu todos os pontos da cartilha bolsonarista do Estado nos últimos anos. Tanto para o lado do governador Renato Casagrande (PSB) quanto do ex-presidente Lula (PT). Sobrou até para o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, o alvo preferido dos aliados capixabas de Bolsonaro. Ao mesmo tempo, fez questão de citar o antigo parceiro, ex-governador Paulo Hartung (sem partido), crítico costumaz do presidente da República. Com vários mandatos cumpridos por aqui, no legislativo e prefeitura, esse novo perfil de Guerino – sim, novo! -, sei não…está mais para contradição do que para convencer, de fato! Decorou a cartilha IIEntre as frases ditas por Guerino, como divulgado em Século Diário nesse domingo, estão “nossa bandeira nunca foi vermelha”; “governador comunista”; e “secretário [Nésio Fernandes, da Saúde] formado em Cuba”. Lembrou até os discursos bolsonaristas das sessões da Assembleia Legislativa. Pote de mágoaCom a ausência do senador Fabiano Contarato (PT) na convenção do PSB que homologou a candidatura à reeleição de Casagrande, permanece a pergunta que fiz aqui no último dia 12: como e quando o petista atuará na campanha do partido aliado? Contarato, vale lembrar, vinha pontuando nas pesquisas em segundo lugar, ao lado do bolsonarista Carlos Manato (PL). Pote de mágoa II…Aliás, diante do processo turbulento que resultou na retirada de Contarato da disputa, as ausências foram sintomáticas. Registros somente da presidente da executiva estadual, Jackeline Rocha, alvo de críticas da base; do ex-prefeito de Vitória João Coser, que antes mesmo já havia circulado com Casagrande; e da vereadora Karla Coser, também da Capital. Pote de mágoa III…Os deputados com mandato, Helder Salomão (federal) e Iriny Lopes (estadual), que têm circulado para todo lado no Estado, nada também! Que situação…Espírito Santo e Piauí são os dois únicos estados onde o MDB não deve ter candidatos a deputado federal, como informa a coluna Painel, da Folha de S.Paulo. As razões, porém, são bem diferentes… Que situação II…Por aqui, a condução do partido na direção do projeto de reeleição da senadora Rose de Freitas foi a derradeira de uma situação que já era caótica, e acabou em debandada. No Piauí, foi estratégia eleitoral, mesmo. O MDB fechou uma espécie de federação improvisada com o PSD e ficou somente com a chapa para o legislativo estadual. Nem aí!A propósito, quem ficou no MDB-ES, mesmo contra tudo e todos, o ex-deputado federal Lelo Coimbra, ex-presidente da executiva estadual, não está nem aí para os caminhos do partido. Rose, como se sabe, integra a chapa de Casagrande. Já Lelo está junto e misturado com a oposição, Guerino Zanon (PSD). Nem aí II!Na convenção, o ex-prefeito de Linhares fez questão de exaltar a parceria e empenho de Lelo, assim como do deputado federal e vice-líder do governo na Câmara, Evair de Melo (PP), quem considera essencial de caminhar ao lado para tentar legitimar o título de bolsonarista no Espírito Santo. Nas redes“A fala de Renato Casagrande representa aquilo que acredito ser o melhor caminho para nosso país: trabalhar para eleger o presidente Lula e garantir a retomada da democracia e dos direitos dos trabalhadores (…) Nós, do Partido dos Trabalhadores, entendemos que é um momento de união. É isso que pedimos nacionalmente e que praticamos aqui no Espírito Santo!”. João Coser, do PT, sobre a convenção do PSB. FALE COM A COLUNA: medeirosmanaira@gmail.com

01/08/2022 / 2 Comments
read more

Paginação dos conteúdos

Anterior 1 … 760 761 762 … 4.870 Seguinte
Royal Elementor Kit Theme by WP Royal.