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‘Este ato não é sobre mim, é sobre nós’, afirma Camila Valadão

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Organizações da sociedade civil realizaram ato em apoio à vereadora em frente à Câmara de Vitória  Ao chegar à Câmara de Vitória para a sessão extraordinária desta segunda-feira (6), Camila Valadão (Psol) foi recebida por representantes de diversas organizações da sociedade civil, que marcaram presença no ato em seu apoio, convocado pela executiva estadual e pelo diretório municipal do partido, diante da agressão sofrida pela vereadora por parte do vereador Gilvan da Federal (Patri), na sessão ordinária do dia primeiro deste mês. “Este ato não é sobre mim, é sobre nós”, comentou Camila, referindo-se a “todas as outras mulheres e aos movimentos sociais”.A vereadora destacou que já sabia que sofreria violência política de gênero durante seu mandato, pois vem acontecendo em todo o Brasil. Para ela, porém, “a forma como isso é feito em Vitória é duro para as mulheres, que estão há muito tempo disputando para estar nesse espaço, é duro para os movimentos sociais, que querem vir a esta Casa trazer suas pautas e são atacados”. Foto: Leonardo Sá O militante do Psol, Gilberto Campos, o Gilbertinho, informa que o partido, na última sexta-feira (3), encaminhou um ofício para o presidente da Câmara, Davi Esmael (PSD), solicitando uma audiência para discutir as agressões de Gilvan contra as vereadoras Camila Valadão e Karla Coser (PT). Gilbertinho salienta que o comportamento do vereador infringe a legislação penal e o regimento da Casa. “Dentro do regimento, queremos saber o que o presidente vai fazer em relação a isso. Também estamos estudando as medidas jurídicas que podem ser tomadas”, destacou. Embora em período de licença gala, pois casou no dia primeiro de dezembro, Karla Coser compareceu ao ato. “Quando Camila é agredida, eu também sou, quando uma mulher é agredida, todas que estão aqui, todas que militam pela política, também são. Nada me faria não estar aqui prestando solidariedade. Nós não vamos nos calar, nós não seremos silenciadas, nem eu, nem Camila, nem todas as mulheres que vêm ocupar este espaço, pois ele também é nosso”, disse. Foto: Leonardo Sá Uma nova manifestação em frente à Câmara está marcada para a próxima quarta-feira (15). Dessa vez, quem organiza é o Movimento da Juventude de Terreiro do Espírito Santo, que conta com o apoio de mais de 100 entidades. A realização do protesto é motivada pelas ofensas proferidas por Gilvan da Federal, na sessão do dia 29 de novembro, contra as religiões de matriz africana, as quais chamou de “afronta a Deus”. Antônio Carlos do Nascimento, diretor institucional do Centro Nacional de Africanidades e Resistência Afro-Brasileira no Espírito Santo (Cenarab-ES), representou a entidade na manifestação em solidariedade a Camila. Ele afirma que ao dizer que lavaria à Câmara devido a bençãos feitas pelas mães de santo na sessão solene do dia 26 de novembro, em alusão ao Dia da Consciência Negra, Gilvan “apunhalou as mulheres de terreiro”. “No Brasil, se fala muito em tolerância às religiões de matriz africana, mas não queremos que nos tolerem, queremos respeito. A palavra chave é respeito”, apontou.  Leonardo Sá Limitação no acesso à Câmara A vereadora Camila Valadão e os movimentos sociais contestam o ato 107/2021, da presidência da Câmara, publicado nesta segunda-feira (6), no Diário Oficial do Poder Legislativo. O documento estabelece que o plenário “funcionará para realização das sessões ordinárias legislativas, comissões permanentes e temporárias presenciais e reuniões públicas, sendo limitado o público total em 50 pessoas”. Diz ainda que “o acesso às dependências físicas do plenário interno da CMV ficará restrito aos vereadores e a 15 (quinze) servidores de setores imprescindíveis para realização e funcionamento da sessão ordinária”. No que diz respeito ao acesso às galerias, fica limitado a, no máximo, 25 pessoas, sendo assegurado, pelo menos, um assessor parlamentar de cada gabinete de vereador. Além disso, a realização de sessões solenes, eventos de lideranças partidárias, de frentes parlamentares, audiências públicas, bem como de demais eventos, será limitado ao máximo de 50 (cinquenta) pessoas. As restrições ou ampliação para o exercício de atividades presenciais no plenário, segundo o documento, são “pautadas em informações técnico-científicas prestadas por órgãos públicos, como o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e, em especial, a Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo”. Camila Valadão informa que irá questionar o presidente Davi Esmael e afirma ser “minimamente curioso essa iniciativa justamente no dia do ato em apoio a mim, a Karla e aos movimentos”. Gilbertinho acredita que trata-se do desdobramento das mobilizações desta segunda-feira e “reforça o comportamento antipovo que vem acontecendo na Câmara”. A restrição, no entanto, não funcionou igualmente para todos. Apoiadores do protesto contra o passaporte sanitário, convocado para o mesmo dia, horário e local do protesto em apoio a Camila, entraram na Câmara.  Foto: Leonardo Sá Entretanto, militantes do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), que estavam com a camisa do movimento, não puderam entrar. “Tentei acessar a Câmara e não deixaram, mas é engraçado que o povo do Gilvan está lá dentro. Do mesmo jeito que os apoiadores dele podem entrar, os da Camila também podem”, denuncia a militante Rafaela Caldeira.  Psol convoca manifestação em apoio a Camila Valadão na próxima segunda-feira Protesto contra agressões de Gilvan da Federal será realizado em frente à Câmara de Vereadores https://www.seculodiario.com.br/politica/psol-organiza-manifestacao-em-apoio-a-camila-valadao-na-proxima-segunda Agressão de Gilvan contra Camila Valadão ganha repercussão local e nacional Deputados, lideranças e o Fórum de Mulheres do Estado repudiaram o vereador e prestaram solidariedade a Camila https://www.seculodiario.com.br/politica/agressao-de-gilvan-contra-camila-valadao-ganha-repercussao-local-e-nacional

06/12/2021 / 1 Comment
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Vereadores tentam impedir cobertura do Século Diário na Câmara de Vitória

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Armandinho Fontoura e Gilvan da Federal questionaram a presença do fotógrafo Leonardo Sá no Plenário Na sessão da Câmara de Vitória desta segunda-feira (6), o fotógrafo deste Século Diário, Leonardo Sá, sofreu uma tentativa de intimidação e cerceamento da atividade profissional e da liberdade de imprensa em plenário. Ao adentrar a Casa de Leis, ele teve sua presença questionada pelos vereadores Armadinho Fontoura (Podemos) e Gilvan da Federal (Patri). O fotógrafo cobria a manifestação em apoio à vereadora Camila Valadão (Psol), em frente ao legislativo municipal. Ao fim do protesto, entrou na Câmara para fazer a cobertura da sessão.  Durante a fala do vereador Aloísio Varejão (PSB), quando se discutia a questão da obrigatoriedade do passaporte sanitário em Vitória, ele foi interrompido por Armandinho, que ao ver Leonardo, disse que “a identificação das pessoas no plenário está sendo descumprida”, afirmando ainda que “entrou um rapaz aqui, com câmera”. Nesse momento, Karla Coser (PT) informou que se tratava da imprensa e o presidente da Câmara, Davi Esmael (PSD), falou que “será assegurado à imprensa transitar no plenário. A imprensa tem liberdade de imprensa e ela será exercida”. A resposta não agradou Armandinho, que retrucou dizendo “manera’ no tom, que está parecendo autoritário”. Davi Esmael, então, afirmou que é necessário “ser incisivo na defesa do parlamento, assegurando a filmagem, estamos no ambiente público”, mas Armandinho se mostrou insatisfeito com a resposta, alegando que seus assessores não puderam adentrar o local.  Dirigindo-se diretamente ao fotógrafo, Gilvan da Federal disse “você não é imprensa não, Século Diário só publica coisa a favor dos petistas”, dizendo ainda que o Século Diário está “a serviço dos vermelhos”. Século Diário, que já soma 21 anos de atuação no Espírito Santo, repudia, veementemente, em qualquer circunstância, a intimidação de um integrante de sua equipe e de cerceamento da liberdade de imprensa, bem como de todos os profissionais e veículos de comunicação do Espírito Santo. Quando isso ocorre em um local público, como a Câmara de Vitória, a questão é ainda mais grave, e exige medidas definitivas.  “Práticas violentas contra o trabalho dos operários e operárias da notícia são características de regimes totalitários e devem ser amplamente combatidas por todos os segmentos sociais. No Brasil, cada jornalista calado por força de violências de qualquer natureza ou magnitude, põe em risco a própria democracia no país”, alerta constantemente a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), diante da escalada de ataques ao exercício da profissão, a independência na produção de notícias e de extrema violência contra a categoria, intensificadas nos últimos anos. ‘Este ato não é sobre mim, é sobre nós’, afirma Camila Valadão Organizações da sociedade civil realizaram ato em apoio à vereadora em frente à Câmara de Vitória  https://www.seculodiario.com.br/direitos/este-ato-nao-e-sobre-mim-e-sobre-nos-diz-camila-valadao

06/12/2021 / 0 Comments
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Davi Esmael reconhece erro e marca sessão do Orçamento da Câmara de 2022

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Presidente do legislativo da Capital realizará a sessão nesta terça, depois de afirmar que denúncia não procedia “Reconheço o erro de não ter feito a sessão especial”. A declaração é do presidente da Câmara de Vitória, Davi Esmael (PSD), e foi feita nesta segunda-feira (6), confirmando denúncias que apontam irregularidades na tramitação do orçamento da Câmara, elaborado pelo Poder Executivo e inserido nas peças do Plano Plurianual 2022/2025, aprovado no último dia 29, e da proposta de Lei Orçamentária (LOA 2022), que será votada nesta terça-feira (7). Na mesma data, os vereadores realizarão a sessão especial, que deveria ter sido feita anteriormente, a fim de cumprir exigência do Regimento Interno da Casa. As denúncias formalizadas pelo munícipe Eraylton Moreschi Junior e pela vereadora Karla Coser (PT) pedem a anulação de todo o processo e foram reforçadas por outra da vereadora Camila Valadão (Psol), apresentada no último dia 2. Como Karla e Eraylton, Camila pede explicações a Davi Esmael sobre o motivo que levou as propostas a serem elaboradas pelo Executivo, sem que tenham sido apresentadas aos vereadores, como manda o Regimento Interno, e apontou uma “afronta à separação entre os Poderes”. A primeira manifestação da Mesa Diretora da Câmara, no dia 2, ao ser questionada, veio por meio de uma nota, cujo teor bastante confuso, afirma que “a informação não procede, uma vez que houveram (sic) duas audiências públicas para apresentar e esclarecer o orçamento previsto para o Poder Executivo no próximo ano. Com relação ao orçamento, a informação diz que “está tudo dentro do prazo, já passou pelo relator e agora segue para a Comissão de Finanças, para, na sequência, ser apresentado e votado em Plenário”. Nesta segunda-feira, durante uma sessão bastante tumultuada por conta de manifestações em apoio à vereadora Camila Valadão, agredida verbalmente pelo vereador Gilvan da Federal (Patri), Karla Coser afirmou que, ao reconhecer a irregularidade na tramitação do orçamento da Câmara, Davi Esmael abre a oportunidade de demonstrar transparência. Eraylton Moreschi Junior, autor da primeira representação denunciando irregularidades na tramitação das peças orçamentárias para 2022 do município, em nota a Século Diário, afirmou: “Presidente Davi Esmael, infelizmente, na maioria das nossas demandas nesta casa, fomos derrotados pelo corporativismo reinante, o senhor é sabedor de que não foram por falta de fundamentação. Desta vez o corporativismo não prevaleceu, pela interferência das vereadoras Camila Valadão e Karla Coser. Senhor presidente, para sua informação, demandas arquivadas pelo corporativismo da Casa, estão em processo na Justiça e no MPES [Ministério Público Estadual]. Estamos atentos e vigilantes na defesa dos interesses de Vitória”. As denúncias de Eraylton apontam irregularidades referentes ao orçamento da Câmara, previsto para o próximo ano em R$ 32,1 milhões, e foram encaminhadas também ao presidente da Comissão de Finanças, Denninho Silva (Cidadania), e ao presidente da Corregedoria, Anderson Goggi (PTB). A suposta irregularidade infringe o Regimento Interno da Câmara, que “dispõe sobre a necessidade de realização de uma Sessão Especial para apresentação, pela Mesa Diretora desta Casa de Leis, da proposta do Orçamento do Poder Legislativo aos vereadores (…)”. A reclamação afirma que “(…) a despeito do que prevê a disposição do Regimento Interno, o referido orçamento não foi apresentado aos vereadores”.

06/12/2021 / 0 Comments
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Governo suspende mesa sobre conflitos fundiários no Espírito Santo

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Para Flávia dos Santos, liderança quilombola, a decisão beneficia a empresa Suzano  As diversas disputas territoriais, especialmente as que envolvem comunidades tradicionais e camponeses com a empresa Suzano (ex-Fibria e ex-Aracruz Celulose), vinham sendo mediadas desde agosto de 2020 pela Comissão Permanente de Conciliação e Acompanhamento dos Conflitos Fundiários no âmbito do Estado do Espírito Santo (CPCACF), coordenada pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDH). A reunião que ocorreria no próximo dia 8 de dezembro, porém, foi cancelada, ao mesmo tempo em que se anunciou a suspensão por 120 dias da comissão. Coordenada pela SEDH, também chamada de “Mesa de Conflitos Fundiários”, a Comissão conta com outras dez instituições governamentais, incluindo secretarias, autarquias e a Polícia Militar, além de órgão como o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra),  a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), os Ministérios Públicos Federal e Estadual (MPF e MPES), as Defensorias Públicas da União e do Estado (DPU e DPES), a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça do Estado (TJES) e o Conselho Tutelar. Nela vem sendo debatidas e negociadas questões relativas aos conflitos fundiários em relação a quilombolas e camponeses sem terra, especialmente em áreas ocupadas pelo monocultivo de eucalipto da empresa Suzano, que são reivindicadas por comunidades como remanescentes de quilombos ou áreas devolutas para destinação à reforma agrária. Flávia dos Santos, liderança de uma das comunidades quilombolas atingidas pelos conflitos fundiários, informou que a Comissão Quilombolas se reuniu para discutir a questão, enxergando a suspensão da comissão como um retrocesso nas negociações, num momento em que os conflitos estão cada dia mais acirrados no Sapê do Norte, como é chamada a região formada por diversos quilombos entre os municípios de São Mateus e Conceição da Barra. “A única que vai se beneficiar com a paralisação é a própria Suzano, que não vai mais se sentir pressionada a tomar atitude nem a recuar ao redor das comunidades. E o Estado que vai ficar parado, mesmo sabendo que tem responsabilidade com o povo. Mas se ficarem parados, nós vamos dar continuidade à luta”, afirmou a líder quilombola. O motivo da suspensão da Mesa é uma portaria que institui o Grupo de Trabalho (GT) para Estudos e Análises de Questões Fundiárias das Áreas Patrimoniais do Estado. Mas, ao contrário da Comissão, o GT não possui participação da sociedade civil nem da SEDH, sendo composta apenas por outros órgãos governamentais, com previsão dos mesmos 120 dias para finalização dos trabalhos. Segundo a portaria que o institui, o objetivo do GT é “realizar estudos e análises de questões fundiárias das áreas patrimoniais do Estado, visando, inclusive propor soluções e alternativas para o melhor desenvolvimento da política fundiária estadual”. O novo grupo é coordenado pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) e composto também por servidores da Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Secretaria de Governo (SEG), Secretaria de Gestão e Recursos Humanos (Seger) e Procuradoria Geral do Estado (PGE). Segundo o artigo, “outros órgãos e entidades poderão ser convidados pelo GT para participar de atividades do grupo, de acordo com o assunto a ser discutido”. “Independente da paralisação da mesa, a gente vai continuar na luta, não vamos parar nosso processo de retomada. A luta quilombola não pode parar quatro meses e esperar. Até porque, depois, quando voltar desse recesso, já será ano eleitoral e tememos que a mesa possa nem voltar a funcionar”, reclama Flávia. Segundo ele, sem o diálogo que ocorria na Comissão mediada pela Sedh, o movimento deverá se reportar ao Ministério Público Federal (MPF). Século Diário entrou em contato com a Seag, Sedh e Idaf perguntando sobre os resultados esperados para o GT, os motivos da necessidade de paralisação da Comissão durante seus trabalhos e da não participação da sociedade civil no grupo de trabalho. Nenhum dos órgãos enviaram respostas até o fechamento desta edição.

06/12/2021 / 0 Comments
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Terra coração

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Quando fazemos qualquer coisa com afinco e carinho, fazemos com o coração Pelo modo de entender, existem dois conceitos sobre o coração, um físico e um místico, corriqueiro. No primeiro é o órgão ou músculo que bate dentro de nosso peito, e que a gente tem constantes cuidados com ele, protegendo a saúde, fazendo exercícios, sabendo o que comer, etc. Já o outro lado é o coração do amor, das coisas que a gente gosta e ama da entrega, da fé, de vários outros adjetivos e predicados. Outro dia alguém já dizia sobre seu coração amoroso: “Meu coração é terra que ninguém pisa”. Quando fazemos qualquer coisa com afinco e carinho, a gente diz que faz com o coração. E nisto a entrega, mentalidade, energia boa, trabalho e pensamento positivo; e às vezes dizemos “colocamos a alma nisso”. Vejam bem, coração e alma. Vou dar um exemplo recente do que estou tentando passar para vocês, amigos que leem. No esporte, exatamente no futebol, nas recentes conquistas da Taça Libertadores e do Campeonato Brasileiro, vencidos por Palmeiras e Atlético Mineiro, respectivamente: na cola desses times estava o Flamengo, em ambas disputas. O time paulista e o mineiro venceram, porque simplesmente colocaram a mente positiva, o coração e a alma nos jogos, além do profissionalismo, claro. O Flamengo não. Desde Rogério Ceni, que não tinha a alma e o coração rubro-negros, o time veio pecando e perdendo, culminando com Renato Portaluppi, que mais ainda, não colocou nada nas disputas, nem alma e nem coração. Deu no que deu, simples assim. Flamenguistas ou não, façam essa análise: os gestos de Abel para o time á beira do campo, concentração mental e calma. A vibração forte de Cuca a cada gol na reta final. No Flamengo, tivemos um Ceni sem graça e um Renato frio e fanfarrão na beira do campo. Não treinaram e nem orientaram com o “coração”. Coração quem teve foram as torcidas, de Palmeiras, Atlético e Flamengo. Mas para este não deu este ano. Quem sabe 2022? PARABÓLICAS A RAI transmite futebol com narração feminina. Muito bom ouvir. Já está na hora de alguém fazer o mesmo aqui. O jornalista Cesar Herkenhoff faz análises gerais no Facebook Watch, com toda sua perspicácia. Acesse: htpps://fb.watch/9rvXYLcQjd/ Vale a pena ver no Instagram as postagens de Paco DJ na SpaceSex FM, falando das músicas que toca. Fabio Botaccin e Max Pitangui se completam em informações no programa Microfone Aberto, às 6h. Massa FM. ACESSEhttp://jrm50anos.blogspot.com.br/O rádio do ES na visão de JRM ACESSE: TRADUÇÃO JRM YOUTUBE Dave McLean – Me and Youhttps://www.youtube.com/watch?v=8jwDfs02OE0 MENSAGEM FINALCada homem tem direito a estar errado em suas opiniões, mas homem algum tem o direito de estar errado a respeito dos fatos. Bernard Baruch

06/12/2021 / 1 Comment
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Maioria dos deputados federais capixabas é favorável ao piso da enfermagem

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Apenas Felipe Rigoni, Soraya Manato e Evair de Melo ainda não se posicionaram sobre a proposta O Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo (Coren/ES) divulgou em suas redes sociais que o Projeto de Lei nº 2564/2020, que estabelece o piso salarial para a categoria, chegou oficialmente à Câmara dos Deputados para apreciação. Dos 10 deputados federais da bancada capixaba, sete se manifestam favoráveis à proposta em suas redes sociais. Felipe Rigoni (PSB), Soraya Manato (PSL) e Evair de Melo (PP), procurados por Século Diário, não responderam até o fechamento desta matéria. O PL, de autoria do senador capixaba Fabiano Contarato (Rede), foi aprovado no Senado em 24 de novembro. A presidente do Coren/ES, Andressa Barcelos, acredita que, caso algum parlamentar se posicione contrário, “não deve ser eleito nem para síndico de condomínio”, pois “não tem compromisso com o direito pleno à saúde e com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde”. “Temos que estabelecer um prazo para esse projeto entrar em pauta, pois já esperamos demais. Com a nova variante, a Ômicron, na África do Sul, pode haver agravamento da pandemia. Se isso acontecer, a enfermagem não tem saúde mental para encarar isso nas condições de trabalho que a gente tem”, diz, destacando que, devido aos baixos salários, os profissionais, muitas vezes, têm que trabalhar em mais de um lugar. O deputado Amaro Neto (Republicanos) afirma que irá votar pela aprovação, pois “além da merecida valorização da categoria, é o reconhecimento a esses profissionais responsáveis por cuidar de incontáveis vidas e que tiveram papel fundamental na luta contra a pandemia”. Helder Salomão (PT) acredita ser “urgente a aprovação do piso nacional da enfermagem”, tratando-se da “vez da Câmara dos Deputados reconhecer a importância desses profissionais”. Neucimar Fraga (PSD) afirmou “trabalhar para aprovação da proposta que garante o piso nacional da enfermagem”. Norma Ayub (DEM) também diz que o projeto tem seu apoio. “Nada mais justo do que apoiar uma classe que deu seu melhor por todos nós durante essa pandemia, e que diariamente mostra todo o seu valor!”, destaca. Na ocasião da aprovação no Senado, Ted Conti (PSB) afirmou estar feliz e que a categoria pode contar com seu apoio para a aprovação na Câmara Federal. Da Vitória (Cidadania) destaca que “nada mais justo do que apoiar uma classe que deu seu melhor por todos nós durante essa pandemia, e que diariamente mostra todo o seu valor!”. Lauriete (PSC) declarou apoio ao PL e afirmou ter assinado o requerimento para que a proposta chegasse oficialmente à Câmara dos Deputados para apreciação. Após acordos entre os parlamentares e entidades representativas da categoria, a matéria vai à Câmara dos Deputados com valores menores e sem o estabelecimento das 30 horas semanais. O projeto aprovado na Casa de Leis institui um piso de R$ 4.750 para enfermeiros; 70% desse valor para técnicos de enfermagem (R$ 3.325) e 50% (R$ 2.375) para auxiliares de enfermagem. O texto prevê também que acordos individuais e coletivos respeitem o piso estabelecido em lei, que será atualizado, anualmente, com base no Índice de Preço ao Consumidor (INPC).  A proposta inicial apresentada por Contarato previa piso salarial de R$ 7,3 mil mensais para enfermeiros, de R$ 5,1 mil para técnicos de enfermagem, e de R$ 3,6 mil para auxiliares de enfermagem. O valor estabelecido pelo projeto, no caso dos enfermeiros, era para jornada de 30 horas semanais. Em caso de jornadas superiores, o piso salarial nacional teria a correspondência proporcional. Debate sobre piso da enfermagem pode começar esta semana na Câmara Trabalhadores do Espírito Santo se reunirão para traçar estratégias de mobilização junto à bancada capixaba https://www.seculodiario.com.br/saude/debate-sobre-piso-salarial-da-enfermagem-pode-comecar-esta-semana-na-camara

05/12/2021 / 0 Comments
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Juventude de terreiro organiza protesto contra Gilvan da Federal

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Mais de 100 entidades apoiam a manifestação, em repúdio às ofensas do vereador contra religiões de matriz africana Mais de 100 entidades já declararam apoio à manifestação que será realizada pelo Movimento da Juventude de Terreiro do Espírito Santo no próximo dia 15 de dezembro, em frente à Câmara de Vitória, às 9h. O protesto tem como objetivo repudiar a prática de racismo religioso por parte do vereador Gilvan da Federal (Patri), que na sessão ordinária dessa segunda-feira (29) ofendeu as religiões de matriz africana, as quais chamou de “afronta a Deus”. O vereador afirmou, ainda, que usaria bucha e detergente “para limpar a mesa e pedir orações a Deus para nos livrar de todo o mal”, referindo-se à benção feita por mães de santo no plenário da Câmara durante a sessão solene em homenagem ao Dia da Consciência Negra, no último dia 26, proposta pela vereadora Karla Coser (PT). Imagem: Reprodução Entre as entidades que apoiam a manifestação estão partidos, mandatos, sindicatos, coletivos, casas de terreiro, fóruns e grêmios estudantis. A coordenadora do Movimento de Juventude de Terreiro, Ana Karolina da Fonseca Oliveira, informa que, além do protesto, será feita uma denúncia no Ministério Público do Espírito Santo (MPES). “Gilvan ofendeu as mulheres, quando disse que as bençãos das mães de santo são uma afronta a Deus; ofendeu nossa religião, os negros. Ele quer lavar o que? A cor das pessoas? A maioria das pessoas nas comunidades tradicionais são negras. Está todo mundo indignado. Não vamos nos calar”, diz. O representante da União Espírito Capixaba (Unescape), Renan Paixão Santos Xavier, afirma que a atitude de Gilvan da Federal “é uma afronta, um desrespeito total, intolerável”. Vanda de Souza Vieira, do Movimento Negro Unificado (MNU), uma das entidades que apoiam a manifestação, afirma que o problema não é somente Gilvan da Federal, mas todos os outros vereadores, que não se posicionam diante das agressões cometidas por ele, exceto Karla Coser (PT) e Camila Valadão (Psol). Para Vanda, os demais “não são melhores do que Gilvan, apenas o usam para falar em nome deles”. Vanda classifica o vereador como “porta-voz da misoginia, do racismo, do machismo, da intolerância”. A militante do MNU questiona: “quais foram os projetos apresentados por ele para melhorar a cidade de Vitória? Ele deveria estar rodando escola, unidade de saúde, Cras [Centro de Referência de Assistência Social], Creas [Centro de Referência Especializado em Assistência Social], para ver se o trabalho está sendo feito ou não, por falta de verba, por exemplo. Deveria estar a par das coordenações que ainda não foram preenchidas. Gilvan é uma fraude, é fake, não fez nada até agora para mostrar se as pessoas fizeram bem em votar nele”. Vanda também mostra indignação contra os constantes ataques do vereador a Karla Coser e Camila Valadão. “Me questiono como é esse ser dentro de casa, pois se ele tem coragem de agredir duas mulheres publicamente, imagine o que ele deve fazer dentro de casa?”, indaga. Além da bucha e do detergente, durante a sessão do dia 29 de novembro, Gilvan da Federal também mostrou a bíblia, que afirmou ser sua “arma principal”. Ao dizer que “praticamente fizeram uma macumba” na Câmara, acrescentou que “vão dizer que isso é cultura, mas não é não. Cultuaram aqui dentro. Vão dizer que o estado é laico, que pode se fazer Umbanda, macumba, o que for. Pode, mas tem lugar apropriado”. Gilvan prosseguiu com os ataques às religiões de matriz africana dizendo que elas “não falam o nome de Deus” e defendeu que nem ao menos deveria existir o Dia da Consciência Negra. As ofensas por parte do vereador foram refutadas somente por Karla Coser e Camila Valadão. Os demais vereadores se omitiram. Davi Esmael (PSD) afirmou que “apesar de apresentar discordância sobre como as coisas são feitas, é de direito dela [Karla Coser] a realização da sessão”, não se opondo à pratica de racismo religioso dentro da Casa de Leis que preside. Karla Coser destacou que Gilvan “destilou ódio, racismo religioso e incapacidade de compreensão. Afirmando ser católica, a vereadora falou “ter capacidade de estar em um espaço com as mães de santo e yabás, abençoando este plenário, assim como pastores vêm aqui abençoar, assim como padres vêm aqui abençoar”. Camila Valadão afirmou que a atitude do vereador “é mais uma expressão do racismo religioso, lamentavelmente pregado muitas vezes por pessoas que estão na igreja e que deveriam ser exemplo de tolerância e amor, mas sobem na tribuna para usar a imunidade parlamentar para cometer crimes”. A vereadora Karla Coser salienta que, mensalmente, há cultos religiosos na Câmara, além da leitura de versículos bíblicos na abertura e encerramento das sessões, mas nunca ninguém se opôs a isso. Nota de repúdio O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) e a Associação dos Docentes da Universidade Federal do Espírito Santo (Adufes) repudiaram, em nota, a agressão do vereador Gilvan da Federal (Patri) às religiões de matriz africana. O discurso foi considerado “racista e criminoso” pelas entidades. Na nota, o Neab e a Adufes afirmam que “o ataque e a incitação feita pelo referido parlamentar contrapõem-se ao direito à liberdade religiosa de integrantes de religiões de matrizes africanas que tão somente se fizeram presentes à Câmara Municipal em comemoração ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, conforme Lei federal nº 12.519/2011”, além de expressarem “preocupação com a integridade física e moral de integrantes dessas religiões”. Também solicitam à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/ES), ao Ministério Público do Espírito Santo (MPES), à Defensoria Pública do Ministério Público Federal e à Comissão de Ética da Câmara de Vitória empenho para a defesa dos direitos dos cidadãos na apuração do caso. “Um parlamentar não pode continuar no cargo valendo-se de sua imunidade para praticar atos que contrariam os direitos e deveres previstos na Constituição Federal de 1988”, defendem. Entidades repudiam falas ‘racistas e criminosas’ de Gilvan da Federal Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Adufes afirmam que postura do vereador se contrapõe ao direito à liberdade religiosa https://www.seculodiario.com.br/politica/neab-e-adufes-repudiam-fala-racista-e-criminosa-de-gilvan-da-federal Karla Coser e religiões de matriz africana denunciam Gilvan por racismo religioso Gilvan da Federal ofendeu

05/12/2021 / 1 Comment
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Livro registra 40 anos de vídeo experimental no Espírito Santo

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Recém-lançado, ‘Rasuras’, do professor e pesquisador Erly Vieira Jr., recompila e analisa obras mais importantes do gênero Uma videoinstalação do artista visual Nena na Galeria Homero Massena em 1979 e vídeos realizados a partir de uma proto-TV Comunitária formada em São Pedro, bairro de Vitória, por iniciativa de estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) ligados ao coletivo Balão Mágico, são alguns dos pontos de partida do livro Rasuras: 40 anos de vídeo experimental no Espírito Santo, do professor e pesquisador de cinema Erly Vier Jr., lançado pela Editora Cousa. Como o subtítulo sugere, o autor perpassa o que vem sendo realizado no Estado desde então, nesse campo de muitas possibilidades e difícil enquadramento. A definição de “experimental” permite certa flexibilidade e subjetividade. Erly explica que o novo livro serve quase como um “lado B” de uma obra anterior, Plano geral: Panorama histórico do cinema no Espírito Santo, de 2015, que reúne as principais obras audiovisuais locais com foco nos gêneros mais tradicionais, documentário, ficção e animação, embora também mencione de maneira mais curta os vídeos experimentais. Preparação para o Exercício Aéreo – O Deserto: trabalho de Rubiane Maia analisado no livro Rasuras. Foto: Divulgação Videoarte, videoperformance, videodança, videoinstalação, filmes-dispositivo, filme-ensaio, found footage, são algumas das categorias que transbordam os gêneros clássicos mas também o conceito de experimental. “O foco é menos nas obras em si e mais em relação aos processos artísticos envolvidos”, conta Erly. A atitude dos artistas de tensionar e questionar formatos, temas e linguagens conta muito. A imagem de “rasurar a superfície do real” é que leva ao título da obra, Rasuras. “Muitos desses trabalhos não produzem exatamente filmes, mas obras abertas”. A grande maioria, analisa o autor, historicamente vem sendo autofinanciada, embora alguns projetos experimentais nas últimas décadas tenham conseguido algum tipo de financiamento mais significativo por meio especialmente de editais públicos. Mas desta produção, a essência são de projetos mais enxutos, feitos com poucos recursos e equipes reduzidas. Erly Vieira Jr analisa que, nos últimos anos, essas obras têm encontrado maior vazão por meio sobretudo nos canais pessoais e artísticos de seus realizadores, em plataformas como YouTube e Vimeo, ou eventualmente em serviços de streaming. Porém, sua preocupação é grande em relação à preservação desta memória, sobretudo aos vídeos experimentais mais antigos, dos anos 1980 e 1990. “Muitos deles não estão disponíveis, não possuem mais seus originais. Há um problema de preservação muito complexo na memória do audiovisual do Espírito Santo”, analisa o professor. Frame da videoarte Graúna Barroca, obra premiada do artista Ronaldo Barbosa. Foto: Divulgação Algumas das produções experimentais foram feitas em suportes analógicos e sobreviveram ao tempo por meio de cópias em VHS e DVD, que podem ocasionar perda de qualidade de som e imagem em relação às gravações originais. E essa preocupação também extrapola para obras filmadas no Século XXI, já que no início deste, com o processo de digitalização, foram muitos os formatos usados para gravações digitais, alguns deles caducando muito rápido e tornando difícil a leitura dos formatos originais. “Não temos um espaço de memória do audiovisual capixaba. A maioria das iniciativas de restauro vem de iniciativas particulares”, reclama, apontando a necessidade de políticas públicas para a questão. O livro recém-lançado em formato impresso e também disponibilizado em PDF, tem o mérito de trazer a recompilação dessas obras junto a um arcabouço teórico e sobretudo à análise sobre as obras e os processos criativos dos artistas mencionados, muitos deles contemporâneos e acompanhados de perto pelo autor em suas trajetórias. Ainda complementam a obra 60 páginas reunindo diversas fotos e frames dos vídeos, cedidos pelos próprios realizadores.

05/12/2021 / 0 Comments
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Empresa capixaba é a melhor da América Latina em medicina e segurança do trabalho

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Pelo terceiro ano consecutivo, Grupo Innovar conquista prêmio do Latin American Quality Institute (LAQI) Divulgação O Grupo Innovar fecha 2021 com o título de melhor empresa de medicina e segurança do trabalho na América Latina. A organização capixaba, com sede em Marataízes, sul do Espírito Santo, foi a campeã da categoria na última premiação do Latin American Quality Institute (LAQI). A cerimônia ocorreu nos dias 24 e 25 de novembro, no Rio de Janeiro, marcando mais uma conquista para o grupo, que quer continuar crescendo no próximo ano. A empresa estava entre as três melhores da América Latina, concorrendo com uma organização do Panamá e outra do Chile, conquistando o primeiro lugar. Breno Simoura Nascimento, presidente e fundador do Grupo Innovar, considera o prêmio um reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 15 anos em que a empresa está no mercado. “É muito gratificante. Fico muito feliz, porque isso mostra que o nosso trabalho está sendo bem feito. O nosso empenho, a nossa dedicação, está tendo um retorno positivo. E isso é bom para o Espírito Santo também. Estamos representando o nosso Estado”, ressalta. Divulgação Este não é o único reconhecimento da empresa este ano. Em julho, o grupo já tinha conquistado a edição nacional do Prêmio Quality, que reconhece organizações que contribuem para o desenvolvimento socioeconômico do País. O evento também é uma referência de empresas e profissionais que se destacam na qualidade dos produtos e serviços oferecidos. Para 2022, o objetivo é manter a qualidade e o crescimento do grupo. Presente em 11 estados brasileiros, a empresa pretende focar ainda mais no Espírito Santo, abrindo mais cinco filiais. A ideia é ter, também, unidades em todos os municípios da Grande Vitória. Outra expectativa é a implementação efetiva do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas – o eSocial. O projeto do governo federal, que unifica a prestação de informações pelas empresas, também torna obrigatório o envio de dados sobre Saúde e Segurança no Trabalho (SST). Divulgação  Consolidada no mercado, o grupo Innovar atende desde empresas privadas a órgãos públicos, contando com uma equipe especializada distribuída em diversas partes do País. Só no Espírito Santo, são cerca de 280 colaboradores. Um dos potenciais da empresa é o atendimento in loco, por meio das unidades móveis, que se deslocam até a sede das organizações. “Nós estamos muito entusiasmados e a equipe também está muito motivada. Nosso maior desejo é manter a qualidade e manter o nível que nós alcançamos, continuando a crescer também”, planeja Breno. Empresa capixaba conquista reconhecimento nacional pelo quinto ano consecutivo – Século Diário https://www.seculodiario.com.br/saude/empresa-capixaba-conquista-reconhecimento-nacional-pelo-quinto-ano-consecutivo

05/12/2021 / 0 Comments
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Sons e instrumentos indígenas em instalação sensorial em Vitória

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Na coluna: novas exposições na Casa da Memória e Galeria Homero Massena EXPOSIÇÕES Chuva Porã é nova exposição na Galeria Homero Massena  Até 29 de janeiro de 2022, a Galeria Homero Massena, no Centro de Vitória, recebe a instalação coletiva experimental Tempo Chuva Porã, que une elementos de artes eletrônica com culturas tradicionais indígenas. Concebida por Lucas Oggioni Cypriano e Marcelo Wera Djekupé, cacique da aldeia Guarani Ka’agwy Porã, em Aracruz, norte do Estado, a exposição reúne instrumentos produzidos por moradores artistas da aldeia junto aos sons e ritmos produzidos por eles, além de fotografias e documentos. Além dos idealizadores, participam da exposição Maynõ Guarani, Genilson Kwaray, Elione Rocha Costa, Rosimara Carvalho Marinnho, Maycom Magnavita de Moraes. Com entrada gratuita, o horário de visitação é de segunda a sexta-feira, de 9h às 18h, e aos sábados, de 13h às 17h. Foto: Facebook   Fotografia e poesia na Casa da Memória Recém-restaurada, a Casa da Memória, localizada na Prainha de Vila Velha, recebe desde a última quinta-feira a exposição Tempo Líquido, que reúne uma série de fotos de Beth Gotardo, apresentadas junto a poemas de Fernanda Nali. Após anos vivendo fora do Espírito Santo, a fotógrafa voltou a morar na cidade mais antiga do Estado, ressignificando seu olhar e sua aposta estética a partir do reencontro com a paisagem litorânea depois de duas décadas pesquisando imagens urbanas a partir de locais como São Paulo e Brasília. Além de poemas escritos especialmente para as fotografias, alguns dos versos de Fernanda Nali que as acompanham farão parte de seu segundo livro, A duração da sombra. Tempo Líquido fica aberta à visitação no local até dia 17 de janeiro de 2022, de terça à sexta-feira, entre 10h e 16h, e aos sábados, domingos e feriados, de 9h às 18h. Beth Gotardo POLÍTICA CULTURAL   Municípios se cadastram para receber recursos estaduais  Terminou nesta semana o prazo para os municípios capixabas se inscreverem para receber recursos do Fundo a Fundo, uma aposta da Secretaria de Cultura do Espírito Santo (Secult-ES) de cultura para fomentar e dinamizar a produção e a gestão cultural. O governo vai disponibilizar R$ 5 milhões em recursos, que deverão ser complementados pelos municípios como outros R$ 4 milhões em contrapartidas, com critérios que vão de R$ 1 a R$ 4 para cada real investido pelo Estado. O resultado desta primeira etapa foi a inscrição de 49 dos 78 municípios capixabas. O secretário estadual Fabricio Noronha comemorou o número expressivo, que superou a meta inicial da Secult. Embora considere que as inscrições ainda precisem ser analisadas, ele lembrou que até 2020, somente 15 municípios possuíam um Sistema Municipal de Cultura, um dos requisitos para participar do Fundo a Fundo. Com a Lei Aldir Blanc e agora com essa política estadual, os municípios estariam avançando na estruturação de suas políticas para a cultura, com a implementação de conselhos, planos e fundos de cultura.   Editais abertos até janeiro para projetos Outra política de fomento, os já tradicionais editais do Fundo Estadual de Cultura (Funcultura) estão com inscrições abertas até dia 11 de janeiro para projetos culturais em diversas áreas, que podem ser inscritas por pessoas físicas, jurídicas ou coletivos. Neste ano, o montante do investimento por parte do governo do Estado será o maior da história desde que os editais foram criados em 2009: R$ 14 milhões, que contemplarão a seleção de 414 projetos culturais. Na semana passada, foi iniciada uma série de oficinas de capacitação nos municípios para informar melhor os interessados sobre como participar do certame. Veja aqui o calendário com oficinas em 20 municípios de norte a sul do Espírito Santo LITERATURA Caê Guimarães lança livro premiado Fabricio Zucoloto Com seu primeiro romance, Encontro você no oitavo round, Caê Guimarães conquistou nada menos que o Prêmio Sesc de Literatura, de grande importância nacional, em 2020. Publicado em fevereiro deste ano, a obra foi mais uma que teve seus ritos de lançamentos atrapalhados pela pandemia. “Percebi que não tinha feito nenhum evento de lançamento presencial”, disse o escritor. Pois então chegou a hora. Na próxima quarta-feira (8), às 19h30, a obra vai ser apresentada no bar Empório, na Rua Gama Rosa, Centro de Vitória, junto à Combiousa, a Kombi Literária da editora Cousa. Haverá sessão de autógrafos e bate-papo com Caê, mediado por Ana Araújo. MÚSICA A Transe lança novo single-clipe Com o curioso nome de “Taróloga Pessimista com Sintomas de Ansiedade”, o duo capixaba de indie-pop A Transe lança na quarta-feira (8), no YouTube, seu segundo single do EP visual Chorey, que já teve apresentação da faixa título, em parceira com a dupla Borabaez. No último lançamento, que assim como anterior já surge com videoclipe, Francesca Pera e Fernando Zorzal cantam e contracenam num ambiente místico, em obra audiovisual dirigida pela dupla Tati Rabelo e Rodrigo Linhalis, da Mirabólica Filmes. O EP ainda será concluído com o lançamento de um terceiro single. Marcela Bicalho Discografia de Cecitônio Coelho nas redes É muita história pra cantar, é o mais novo álbum de Cecitônio Coelho, que esta disponível para ser ouvido nas plataformas digitais de música. Grande violonista e compositor capixaba, ele está disponibilizando ao longo do ano sua discografia com composições autorais e diversas parcerias com artistas talentosos. Vale muito dar-se um tempo para ouvir!

04/12/2021 / 0 Comments
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